Bullying  mobbing e assédio moral
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Bullying  mobbing e assédio moral Bullying mobbing e assédio moral Presentation Transcript

  • BULLYING, MOBBING E ASSÉDIO MORAL A ex-bancária carioca Viviane Silva Barros afirma que as constantes humilhações no trabalho fizeram com que engordasse 40 quilos. profvaldec@uol.com.br (11) 98727-2005 Prof. Ms. Valdec Romero Castelo Branco T&D Treinamento e Desenvolvimento Humano e Profissional https://sites.google.com/site/profvaldec
  • BULLYING OU MOBBING NAS EMPRESAS Primeiramente devemos deixar claro que BULLYING é coisa de marica, bichinha, boiola. O bullying ou mobbing nas empresas não existe! A verdade é pura e simples. Um bando de empregados que fazem corpo mole, não estão dispostos a trabalhar, ou seja, um grupo de maricas, desocupados, vagabundos que não aguentam o tranco, dizem que estão estressados, vítimas de maus tratos, vítimas de Bullying ou Mobbing. PARA COM ISSO!!!!!!!!! SEJA MACHO!!!! TRABALHO É COISA DE HOMEM.
  • VOCÊ FICOU CHOCADO!!!!!! Um grande número de pessoas ainda agem assim nas escolas, nas empresas, nas universidades, na sociedade.
  • BULLYING QUAL AINFLUÊNCIA DOS AGENTES SOCIALIZADORES NESSE PROCESSO? FAMÍLIAS ESCOLAS RELIGIÃO UNIVERSIDADES SOCIEDADE EMPRESAS MEIOS DE COMUNICAÇÃO GOVERNO
  • BULLYING (to bully ): tratar com desumanidade, com grosseria; bully: pessoa grosseira e tirânica, que ataca os mais fracos) é mais amplo que o termo mobbing. Vai de chacotas e isolamento até condutas abusivas com conotações sexuais ou agressões físicas. Refere-se mais às ofensas individuais do que à violência organizacional. MOBBING (to mob): maltratar, atacar, perseguir, sitiar. O termo mobbing vem do inglês to mob, que significa agredir. Seja com palavras ou com ações. A vítima sofre intimidação e passa por momentos constrangedores. São situações de violência moral ou psíquica repetidas de maneira sistemática ou habitual. A degradação no ambiente de trabalho compromete a saúde, o profissionalismo e até a dignidade. ASSÉDIO MORAL: é caracterizado por um conjunto de condutas abusivas, ostensivas e continuadas, em que o empregador objetiva a sujeição de um trabalhador, ou de um grupo de trabalhadores, à sua exorbitante política de produtividade.”
  • O QUE É VIOLÊNCIA NO TRABALHO? A violência no trabalho é qualquer forma: de assédio ou ameaça, cometido por empregado ou empregador, físico ou psicológico; que envolve elementos de medo, isolamento e exclusão, intimidação, ataque ou abuso. Ana Luiza Flores - IAG PUC-Rio
  • O QUE É TRABALHO? VIOLÊNCIA NO Esse tipo de violência pode refletir-se: na exclusão do processo de tomada de decisão; assédio de gerentes ou colegas; bloqueio de oportunidades de carreira; retirada de responsabilidades e até atos ainda mais agressivos como intimidação; humilhação por parte dos gerentes, podendo culminar no fim da carreira dos participantes. Ana Luiza Flores - IAG PUC-Rio
  • MOBBING NAS EMPRESAS Mobbing (ou bullying) significa todos aqueles atos e comportamentos provindos pelo patrão, pelo superior hierárquico ou por colegas, que traduzem uma atitude de contínua e ostensiva perseguição que possa acarretar danos relevantes de ordem física, psíquica e moral da vítima. GUEDES, Márcia Novaes. Terror psicológico no trabalho. São Paulo: LTr, 2003, p. 33.
  • FORMAS RECORRENTES DE MOBBING: 1. Provocação do isolamento da vítima no ambiente do trabalho; 2. Cumprimento rigoroso do trabalho como pretexto para maltratar psicologicamente a vítima; 3. Referências negativas, indiretas e continuadas, à intimidade da vítima; 4. Desprezo e discriminação negativa à vítima como fruto de uma implicância gratuita.
  • Não é assédio moral É assédio moral O estresse por sobrecarga ocorre para aumentar a eficiência da tarefa e da produtividade, mas não existe uma intenção maldosa. Pode anteceder o assédio moral propriamente dito. Existe uma intencionalidade (consciente ou inconsciente) maldosa em atribuir tarefas além do limite. Pode haver estresse por monotonia quando a vítima é colocada em “quarentena” (isola a pessoa e retira as atividades compatíveis ao seu cargo). As más condições de trabalho, Se um único funcionário for trabalhar em espaço exíguo, mal submetido a essas condições com iluminado e mal instalado. intenção de desmerecê-lo As imposições profissionais como transferências e mudanças de funções, de acordo com o contrato de trabalho. Críticas construtivas. Fixar objetivos impossíveis de serem atingidos. Induzir ao erro para rebaixá-lo e criticá-lo. www.fosjc.unesp.br/cipa/Assedio_Moral-UNESP.ppt
  • Não é assedio moral É assédio moral Conflitos: as recriminações são explícitas e faladas e são fontes de renovação e reorganização. (há o risco de que os conflitos se estendem de modo velado, e isso pode passar para procedimentos de Assédio Moral) Nenhum conflito pode ser estabelecido, pois não há possibilidade de comunicação direta. É uma agressão velada (ao não falado, ao oculto) e subtrair-se do diálogo é uma maneira hábil de agravar o conflito. As agressões pontuais são atos de violência que podem ser apenas uma expressão de reatividade e impulsividade. Não existe premeditação. O AM caracteriza-se pela repetição e é constituído por reprimendas constantes, sobretudo, acompanhadas de outras injúrias para desqualificar a pessoa. É uma agressão “perpétua”. www.fosjc.unesp.br/cipa/Assedio_Moral-UNESP.ppt
  • Não é assédio moral É assédio moral Gestão por injúria (abuso de poder) se constitui uma foram de violência em que o chefe, de forma despótica, tirânica e com total falta de respeito, submete os empregados a uma pressão violenta e intensa, insultando-os. As agressões são dirigidas a uma vítima específica (é a manipulação perversa): A direção do Assédio Moral: Vertical descendente são condutas abusivas do empregador que utiliza a superioridade hierárquica para constranger o subordinado; Vertical ascendente é praticado pelo subordinado que se julga merecedor do cargo Os insultos podem ser de chefe; caracterizados de três formas: Horizontal é entre os colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico, geralmente motivado calúnia, difamação e injúria. pela inveja, competição ou por discriminação racial, política ou religiosa; Assédio combinado se dá com a união do(s) chefe(s) e colega(s) para excluir alguém indesejado (por competição ou discriminação) do setor de trabalho. www.fosjc.unesp.br/cipa/Assedio_Moral-UNESP.ppt
  • MOBBING VERTICAL ASCENDENTE Um funcionário de nível hierárquico superior se vê agredido por um ou vários subordinados. Essa situação costuma acontecer quando alguém de fora é contratado para assumir determinada função que os empregados mais antigos julgavam merecer. Ou até mesmo contra aquele colega que subiu de posto e que, por um ou mais motivos, gera descontentamento dos demais.
  • MOBBING HORIZONTAL É caracterizada quando um funcionário passa a sofrer ataque de colegas de mesmo nível profissional. Seja por questões pessoais, fragilidade física, psíquica ou simplesmente por ser “diferente” dos demais em algum aspecto.
  • MOBBING VERTICAL DESCENDENTE Considerado mais habitual e praticado por um “chefe” – diretor ou gerente, por exemplo – por meio de depreciação, falsas acusações, entre outras que afetam psicologicamente o trabalhador. Essa agressão tem, geralmente, o objetivo de se destacar para os demais subordinados e manter sua posição de superior na organização.
  • Firmeza em resposta minimiza agressões no trabalho DE SÃO PAULO 18/10/2011-07h23 O que o profissional deve fazer ao ser alvo de agressão verbal no trabalho? Ficar quieto? Exigir desculpas? Para a psicóloga Barbara Berckhan, autora de "Como se Defender de Ataques Verbais" (ed. Sextante), todas as opções servem se o profissional for firme e souber reagir. De maneira didática, ela descreve oito maneiras para responder a ataques.Entre as sugestões está a de piscar os olhos sarcasticamente ao ser insultado na empresa (leia outras ao lado). A estratégia, segundo a autora, "demonstra que o ofendido não se abalou com as palavras e não vai despender energia com respostas". Há exemplos, contudo, que, de tão inocentes, soam cômicos. É o caso do diálogo fictício "ligue seu cérebro antes de abrir a boca" (agressor) e "estou aguardando pedido de desculpas" (ofendido). No penúltimo capítulo, a autora inclui guia, no qual os leitores anotam os principais insultos recebidos e refletem sobre o que deveriam fazer para evitá-los. Apesar de a obra não ponderar a eficiência das estratégias apresentadas, ela abre possibilidade para profissionais repensarem suas reações diante de agressões. Disponível em: http://classificados.folha.com.br/empregos/991068-firmeza-em-resposta-minimiza-agressoes-no-trabalho.shtml
  • Editoria de Arte/Folhapress
  • BULLYING NAS UNIVERSIDADES Em ambientes universitários, governados por pessoas insensíveis à violência, esta situação é vista como processo natural e comumente ignorada. As principais violências estão associadas: ao preconceitos de raça, a classe social, ao gênero, a cor, ao sexo, a nacionalidade, a religião e as crenças diversas. Temos o famoso caso do estudante Cho Seung-Hui, autor do massacre de abril em 2007, quando matou 32 pessoas e depois se suicidou, na Universidade de Virgínia, nos EUA.
  • A universitária de 20 anos Ana Cláudia Karen Lauer teve o nariz quebrado, após sofrer agressões na porta do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto, cidade a 319 km de São Paulo, na última sexta-feira (1). A estudante contou que foi agredida por um golpe de capacete de motocicleta supostamente dado por uma colega. Segundo Ana Cláudia, ela se sentia excluída na sala de aula e se queixou da conduta dos colegas de classe para a coordenação do curso. A menina disse à coordenação que os colegas não conversavam com ela, não a convidavam para participar de trabalhos de classe nem se sentavam próximos. http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/estudante-universitaria-e-vitima-de-bullyng-no-interior-de-sp-20110403.html
  • Universitária é vítima de ‘bullying’ em Ribeirão A estudante de Direito, Rafaela Leoni, 23 anos, ex-lider de uma das turmas do 4º período da Faculdades COC no ano passado, luta pela punição de três colegas que ela acusa de ameaça e injúria desde junho do ano passado. O suposto caso de bullying já foi apurado pela Delegacia Especial de Defesa da Mulher, que enviou o inquérito ao Juizado Especial Criminal (Jecrim). A vítima também protocolou denúncia no Ministério Público e pediu acompanhamento do caso pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo Rafaela, ela tem sofrido maus-tratos das colegas desde junho, quando se opôs a um movimento dos alunos da turma para a saída de um professor. Na ocasião, a turma, insatisfeita com as notas baixas, organizou um abaixoassinado pedindo à direção o afastamento do professor.
  • TROTE UNIVERSITÁRIO: O BULLYING NAS UNIVERSIDADES “No interior do Estado de São Paulo, sete calouros foram vítimas desta abjeta prática intitulada para muitos como “tradição”. No caso em destaque, os calouros sofreram queimaduras de primeiro grau decorrente do arremesso de produto (que a princípio seria creolina) por parte dos veteranos contra aqueles.” As Universidades não podem mais se limitarem ao ridículo e inócuo aviso “Nesta Universidade Não se admite Trote”, pois, certo é que tal caminho até então seguido leva do “nada ao lugar algum”. Na lição de Cleo Fante citada por Lélio Braga Calhau, o bullying é “palavra de origem inglesa, adotada em muitos países para definir o desejo consciente e deliberado de maltratar uma outra pessoa e colocá-la sob tensão”. CALHAU, Lélio Braga. Bullying: o que você precisa saber. Rio de Janeiro: Impetus, 2009. p. 6. Apud SEGUNDO, Luiz Carlos Furquim Vieira. Trote universitário: o bullying nas universidades. Disponível em: <http://www.novacriminologia.com.br/Artigos/ArtigoLer.asp?idArtigo=2664>. Acesso em: 10out2011.
  • Em alguns casos, estudantes de Cursos de Medicina, Direito, Odontologia e Engenharia discriminam cursistas de outra áreas e desvalorizam suas produções.** Casos envolvendo racismo também levam os universitários a praticarem Bullying. No Brasil, em 2007, supostos vândalos atearam fogo à porta do alojamento de quatro alunos africanos na Casa do Estudante Universitário (CEU), na Universidade de Brasília (UnB).** Com a mercantilização da educação, nas últimas décadas, cresceu muito a permissividade na educação, com isso o aluno ficou muito livre, gerando a ausência de limites. **LIMA, Angela Adriana de Almeida. Bullying também atinge e estigmatiza universitários. <http://www.mundofilosofico.com.br/index.phd?option=comcontent&view=article&id=84:bullying-tambem-atinge-eestigmatizauniversitários&catid=6:educacao&Itemid=5 Disponível em:
  • Professor universitário há 25 anos, formado em administração de empresas; mestre em administração de empresas; mestre em educação, administração e comunicação (multidisciplinar); pós-graduação Lato Sensu em Docência do Ensino Superior. Leciona disciplinas, na graduação e pós-graduação, ligadas as áreas de economia e administração: Introdução à Economia, Economia Brasileira, Gerência e Liderança / RH Estratégico / Consultoria Empresarial / Gestão Estratégica / Gestão do Conhecimento / Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional / Educação Empresarial ou Corporativa, entre outras. Ministra, desde 1995, palestras, cursos, treinamentos, seminários, workshops, cursos in company etc. Ex-sócio da Lume Recursos Humanos, empresas especializada em mão de obra temporária e efetiva, terceirização, cursos, palestras etc. Autor dos livros: Inteligência de Mercado (no prelo) / Aprendizagem organizacional: da pedagogia a gestão estratégica de recursos humanos / Rumo ao Sucesso: aprenda como transformar sua vida profissional em uma carreira de sucesso / Comida, Sexo & Administração (ensaios sobre liderança) / Emprego, educação e família no Brasil: os efeitos da globalização na economia brasileira / O Brasil do Desemprego. https://sites.google.com/site/profvaldec