LANÇAMENTO 1º DOSSIÊ INÉDITO SOBRE CONSUMO CONSCIENTE <br />PARCERIA ENTRE UNOMARKETING, IDEIA SUSTENTÁVEL E MOB CONSULT<b...
1<br />2 Ago.2009<br />11 Fev. 2010<br />73% pretendem adotar mais produtos “verdes”<br />Fonte: Penn, Schoen & Berland As...
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1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Correlação:<br />Consumo ético - Greendex= -.43<br />15 países, 2009<br />...
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1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Isso não significa que o consumidor seja inconsistente…!<br />Correlações:...
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2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Consumoético (Punição) e evolução do PIB <br />(Países emergentes, 2001-2009)<...
2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Outro exemplo: consumo consciente – indicadores Akatu<br />Fonte: Pesquisa Aka...
15<br />2003 (P3)<br />2006 (P7)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2006<br />2003 (P3)<br />2006 (P7)<br /...
 Aumento de consumo (destaque para eletroeletrônicos= +14,5%) + Maior acesso ao crédito (+26,4%)
 Consumo maior de energia fruto da explosão do consumo
 Queda do desemprego Aumento da renda; queda dos juros altos e deflação
 Benefícios governamentais diretos (bolsa-familia, etc) atingem 21% da pop. urbana*</li></ul>CONTEXTO 2003<br /><ul><li>Ap...
 Políticas penalizadoras do consumo de eletricidade / quem consome mais, paga mais
 Campanha massiva de restrição ao consumo
 Ano de crescimento negativo
 Aumento desemprego
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Fabian Echegaray - 1º Dossiê de consumo consciente

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Apresentação do Fabian Echegaray (Market Analysis) no lançamento do 1º Dossiê de Consumo Consciente.

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Fabian Echegaray - 1º Dossiê de consumo consciente

  1. 1. LANÇAMENTO 1º DOSSIÊ INÉDITO SOBRE CONSUMO CONSCIENTE <br />PARCERIA ENTRE UNOMARKETING, IDEIA SUSTENTÁVEL E MOB CONSULT<br />3conclusões das pesquisas sobre consumo consciente<br />Fabián Echegaray<br />MARKET ANALYSIS<br />www.marketanalysis.com.br<br />
  2. 2. 1<br />2 Ago.2009<br />11 Fev. 2010<br />73% pretendem adotar mais produtos “verdes”<br />Fonte: Penn, Schoen & Berland Associates<br />Fonte: TNS R.I.<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />2<br />
  3. 3. 1<br />62<br />47<br />46<br />43<br />39<br />37<br />34<br />31<br />27<br />26<br />14<br />9<br />7<br />Intenções nem sempre predizem ações Consumo de Retaliação<br />% que puniu empresas percebidas como socialmente irresponsáveis<br />13<br />12<br />Fonte: Market Analysis, Monitor de Responsabilidade Social<br />3<br />
  4. 4. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Correlação:<br />Consumo ético - Greendex= -.43<br />15 países, 2009<br />Fonte: Market Analysis, Greendex<br />4<br />
  5. 5. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Correlação:<br />Consumo ético – Comprariam Mais= -.48<br />7 países, 2008-09<br />Fonte: Market Analysis, SPB<br />5<br />
  6. 6. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Correlação:<br />Consumo ético – Pagariam Mais= -.60<br />12 países, 2008-09<br />Fonte: Market Analysis, TNS R.I.<br />6<br />
  7. 7. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Incoerência e viés cultural … ou furo metodológico?<br />1. Respostas socialmente corretas<br />Quanto álcool você fala para seu médico que bebeu e quanto realmente você bebeu?<br />2. Interpretação descontextualizada<br />Quantos de vocês estão persuadidos que o etanol é menos danino ao meio ambiente mas, nas últimas semanas, abasteceram gasolina?<br />E quantos optaram por gasolina também para passar um recado político aos usineiros e ao governo?<br />7<br />
  8. 8. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />3. Métricas pouco realistas ou pobremente interpretadas<br />Experimento Market Analysis<br />Fonte: Market Analysis, Monitor de Responsabilidade Social<br />Importância do compromisso do fabricante com a sociedade e o meio ambiente ao comprar um produto ou serviço no momento da sua escolha<br />3,3<br />Peso relativo dos diferentes motivos que influenciaram sua última compra (soma=100%)<br />35%<br />19%<br />16%<br />13%<br />9%<br />8%<br />Disponibilidade<br />Preço<br />Confiança na marca<br />Status (Valor da posse)<br />Comportamento socioambiental do fabricante<br />Qualidade & Funcionalidade<br />8<br />
  9. 9. 1<br />Intenções nem sempre predizem ações<br />Isso não significa que o consumidor seja inconsistente…!<br />Correlações:<br />Greendex – Pagariam Mais= +.65<br />Greendex – Comprariam Mais= +.86<br />Pagariam – Comprariam= +.92<br />CONCLUSÃO 1<br />é necessário:<br />* Utilizar métricas comparáveis: intenções são intenções, não comportamentos<br />* Utilizar métricas relativas: examinar o peso do fator socioambiental controlado pelo peso dos outros fatores tipicamente afetando a escolha do consumidor<br />Ou seja, saber como e o quê perguntar… e como interpretar<br />9<br />
  10. 10. 1,9x<br />2,1x<br />2<br />O consumo consciente é filho da abundância…<br />% que exerceram consumo ético no último ano <br />Média 13 países, 2001-2009<br />Fonte: Market Analysis, Monitor de Responsabilidade Social<br />Países Desenvolvidos: Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido<br />Países Emergentes: Brasil, Coreia do Sul, México, Turquia e Rússia<br />10<br />
  11. 11. 2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Consumo ético (Punição) e evolução do PIB <br />(Média 13 países, 2001-2009)<br />Fonte: Market Analysis, FMI<br />Coeficiente de regressão= -2.6  uma diferença na variação do PIB de 6% (ex: passar de +5% para -1%), significa um aumento no consumo ético punitivo de 15,6%!!<br />11<br />
  12. 12. 2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Consumo ético (Punição) e evolução do PIB <br />(Países desenvolvidos, 2001-2009)<br />Fonte: Market Analysis, FMI<br />Nos países desenvolvidos esse impacto a variação no consumo ético decorrente das condições econômicas é muito forte.<br />12<br />
  13. 13. 2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Consumoético (Punição) e evolução do PIB <br />(Países emergentes, 2001-2009)<br />Fonte: Market Analysis, FMI<br />Nos paises emergentes esse impacto é bastante menor, 1/3 do efeito geral, ou seja para uma diferença de 6% no PIB, o aumento seria de apenas 5,1%<br />No Brasil, é ainda menor o efeito da macroeconomia, mas ainda ele tem peso= 2,4%<br />13<br />
  14. 14. 2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />Outro exemplo: consumo consciente – indicadores Akatu<br />Fonte: Pesquisa Akatu - Market Analysis, “Como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente?”<br />14<br />
  15. 15. 15<br />2003 (P3)<br />2006 (P7)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2006<br />2003 (P3)<br />2006 (P7)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2003 (P3)<br />2006<br />Comprometidos<br />37%<br />28%<br />Conscientes <br />6%<br />6%<br />6%<br />6%<br />5%<br />5%<br />5%<br />5%<br />Estímulo à restrição do consumo e <br />otimização dos recursos disponíveis<br />Estímulo ao relaxamento<br />do consumo regrado<br />2<br />…mas é alavancado pela escassez<br />CONTEXTO 2006<br /><ul><li>~ 3 anos de crescimento acumulado
  16. 16. Aumento de consumo (destaque para eletroeletrônicos= +14,5%) + Maior acesso ao crédito (+26,4%)
  17. 17. Consumo maior de energia fruto da explosão do consumo
  18. 18. Queda do desemprego Aumento da renda; queda dos juros altos e deflação
  19. 19. Benefícios governamentais diretos (bolsa-familia, etc) atingem 21% da pop. urbana*</li></ul>CONTEXTO 2003<br /><ul><li>Apagão elétrico semanas antes da coleta
  20. 20. Políticas penalizadoras do consumo de eletricidade / quem consome mais, paga mais
  21. 21. Campanha massiva de restrição ao consumo
  22. 22. Ano de crescimento negativo
  23. 23. Aumento desemprego
  24. 24. Restrições ao consumo via juros altos e inflação</li></ul>Fonte: Pesquisa Akatu - Market Analysis, “Como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente?”<br />
  25. 25. 2<br />O consumo consciente é filho da abundância… mas é alavancado pela escassez<br />CONCLUSÃO 2<br />* Há um efeito aprendizado que se transmite de sociedades que atingiram certos patamares de consumo e reflexão acima deste consumo (nível pós-aspiracional) para sociedades que estão passando por uma fase aspiracional porém acompanhada de uma incipiente reflexão.<br />* As condições macro-econômicas operam como mola propulsora estimulando a responsabilização de todos os agentes econômicos e alimentando o consumo ético.  Risco duplo de perda de mercado.<br />* Ainda assim nos países emergentes como o Brasil o determinismo econômico é limitado abrindo oportunidades para que as empresas cidadãs consigam estabelecer diferenças e alimentar/ganhar o “mercado ético”.<br />16<br />
  26. 26. Consumo ético (Punição)<br />(Média 13 países, 2001-2009)<br />Fonte: Market Analysis<br />3<br />O consumo consciente não é aleatório…mas também não é lineal. O consumo consciente segue ciclos.<br />Há uma lógica?<br />17<br />
  27. 27. Consumo ético (Punição)<br />(Média 13 países, 2001-2009)<br />Fonte: Market Analysis<br />3<br />O consumo consciente não é aleatório…mas também não é lineal. O consumo consciente segue ciclos.<br />Há uma lógica?<br />18<br />
  28. 28. 1ª Fase<br />2ª Fase<br />3ª Fase<br />Primeiro contato do público com o tema: reações mais imediatas, condutas menos genuínas.<br />Tema espetacularizado na mídia: público mais sujeito a influências de curto prazo. Fortes oscilações nas escolhas. Divergência entre atitudes e comportamentos.<br />Maturidade da mídia e nos agentes: relativa estabilização de preferências e posturas.<br />5ª Fase<br />4ª Fase<br />Cristalização e estabilização das opiniões. Os indivíduos conseguem estimar e aceitar as conseqüências de suas escolhas e constroem uma hierarquia racional de preferências.<br />Gradual conscientização dos custos e conseqüências pessoais das escolhas, gerando novamente ambigüidade e volatilidade nas opiniões emitidas.<br />36<br />Desafio de compreender os novos fenômenos socioculturais<br />Teoria dos Ciclos da Opinião Pública<br />Fonte: Fabián Echegaray, Market Analysis<br />19<br />
  29. 29. Desafio de compreender os novos fenômenos socioculturais<br />DESLUMBRAMENTO<br />ESPETACULARIZAÇÃO e AMBIVALÊNCIA<br />PONDERAÇÃO das CONSEQUÊNCIAS<br />DECISÃO RACIONAL<br />AMADURECIMENTO<br />5ª<br />2ª<br />1ª<br />3ª<br />4ª<br />Teoria dos Ciclos da Opinião Pública<br />Fases da Opinião sobre RSE no Brasil<br />%<br />...ou aqui<br />Você está aqui<br />t<br />FASES<br />20<br />
  30. 30. 39<br />Desafio de compreender os novos fenômenos socioculturais<br />Teoria dos Ciclos da Opinião Pública<br />%<br />Fases da Opinião sobre Democracia no Brasil<br />1982-3<br />70%<br />Fonte: LatinoBarômetro; CESOP; Datafolha; Fundação Perseu Abramo; Moisés, 1995 ; Market Analysis<br />58%<br />?<br />55%<br />47%<br />43%<br />43%<br />30%<br />2009 2010<br />5ª<br />1ª<br />2ª<br />4ª<br />3ª<br />21<br />
  31. 31. 3<br />O consumo consciente não é aleatório…mas também não é lineal. O consumo consciente segue ciclos.<br />CONCLUSÃO 3<br />* Há lógica…só que não é lineal.<br />* O consumo ético e a politização do mercado (relações com marcas e empresas) tem aumentado e vão continuar em aumento, com momentos oscilantes.<br />* As oscilações correspondem a fases do “ciclo de opinião pública” diante de novos fenômenos sociais…<br />* Estamos num novo degrau da fase 2...próximos à fase 3<br />22<br />
  32. 32. LANÇAMENTO 1º DOSSIÊ INÉDITO SOBRE CONSUMO CONSCIENTE <br />PARCERIA ENTRE UNOMARKETING, IDEIA SUSTENTÁVEL E MOB CONSULT<br />OBRIGADO!!<br />3conclusões das pesquisas sobre consumo consciente<br />Fabián Echegaray<br />MARKET ANALYSIS<br />www.marketanalysis.com.br<br />

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