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  • 1. Apoio:
  • 2. Organização do consórcio <ul><li>Organizações membros: </li></ul><ul><li>Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) – Org. Lider; </li></ul><ul><li>Conservação Estratégica (CSF); </li></ul><ul><li>IMAZON; </li></ul><ul><li>ACT/Brasil; </li></ul><ul><li>Kanindé; </li></ul><ul><li>Representantes de cada membro fazem parte de um Comitê Executivo, que se reúne periodicamente e trata das questões estratégicas do projeto. </li></ul><ul><li>Como a organização líder, o IEB é responsável pela coordenação geral do projeto (Ailton Dias) e pela gestão do projeto junto à USAID/Brasil (Gordon Armstrong). </li></ul>
  • 3. <ul><li>Temas-chave: </li></ul><ul><li>Desmatamento no sul do Amazonas; </li></ul><ul><li>Fragilidade institucional; </li></ul><ul><li>Desafios da governança ambiental. </li></ul><ul><li>O público alvo: </li></ul><ul><li>Organizações agroextrativistas; </li></ul><ul><li>Organizações Indígenas; </li></ul><ul><li>ONGs locais </li></ul><ul><li>Orgãos públicos municipais, estaduais e federal </li></ul>
  • 4. Área de atuação do Consórcio FORTIS
  • 5. <ul><li>Objetivo geral : </li></ul><ul><li>Organizações locais no Sul do Amazonas tornam-se mais efetivas em influenciar a tomada de decisão sobre recursos naturais e em proteger os direitos de populações tradicionais e indígenas </li></ul><ul><li>Objetivos específicos, que correspondem à três componentes: </li></ul><ul><li>1. Fortalecimento institucional : As capacidades institucionais, técnicas e de trabalho em redes das organizações socioambientais locais aumentadas. </li></ul><ul><li>2. Monitoramento ambiental : Uso de conhecimento sobre a paisagem por organizações locais aumentado. </li></ul><ul><li>3. Sistematização de experiências : Conhecimento e compreensão de iniciativas locais de conservação e desenvolvimento aumentados. </li></ul>
  • 6. Para o alcance dos objetivos e resultados do consórcio é preciso: <ul><li>Apoiar processo de mobilização e organização social das populações tradicionais da região. </li></ul><ul><li>Implementar ações de formação e capacitação de lideranças das organizações locais (FORTIS tenta evitar cursinhos e capacitações pontuais e encarar processos contínuos e eventos de maior porte, com forte mobilização comunitária e ampla discussão). </li></ul><ul><li>Apoiar processos de articulações das organizações em fóruns locais com ênfase nas questões socioambientais. </li></ul><ul><li>Apoiar a criação e a gestão participativa de unidades de conservação na região. </li></ul><ul><li>Gerar e disseminar informações e estudos sobre as tendências de desmatamento, impactos de grandes obras de infra-estrutura e necessidades de investimento na gestão ambiental. </li></ul><ul><li>Promover a articulação dos atores locais com os órgãos públicos nas esferas municipal, estadual e federal, tendo como meta a melhoria da governança ambiental na região. </li></ul>
  • 7. Os três objetivos específicos interligados devem resultar em: <ul><li>Organizações locais com capacidade institucional fortalecida, participando em forúns públicos que tratam de problemas socioambientais; </li></ul><ul><li>Diálogo melhorado entre agências ambientais governamentais e organizações da sociedade civil; </li></ul><ul><li>Organizações locais promovendo iniciativas sustentáveis de conservação e desenvolvimento a nível municipal; e </li></ul><ul><li>Nos locais de alcance do projeto, taxas de desmatamento ilegal reduzidas e áreas sob conservação e manejo aumentadas. </li></ul>
  • 8. Outros Atores <ul><li>Agencias do governo federal: ICMBIo, FUNAI, SFB, IBAMA, INCRA, SPU. </li></ul><ul><li>Agencias do governo estadual: SDS, CEUC, IPAAM, ITEAM, IDAM. </li></ul><ul><li>Prefeituras municipais. </li></ul><ul><li>Ministério Público Estadual e Federal. </li></ul>
  • 9. Resultados já percebidos <ul><li>O projeto treinou quase quatro vezes a meta prevista, mostrando o alto grau de demanda, interesse e participação das organizações parceiras locais. </li></ul><ul><li>65 organizações envolvidas em gestão de recursos naturais (incluindo cinco organizações indígenas) participaram de capacitações variadas. </li></ul><ul><li>Sete forúns socioambientais criados e 45 organizações participantes. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de metodologias sociais em questões vitais para as organizações locais: associativismo, cooperativismo; conselhos de 6 UCs; manejo sustentável de recursos naturais (castanha, cacau nativo, sistemas agroflorestais, pesca); regularização fundiária, etc. </li></ul><ul><li>Há uma maior e melhor presença do Estado na região (ICMBio, SFB, CEUC, IDAM, MMA, SPU). </li></ul><ul><li>Monitoramento do Imazon mostra uma redução gradual de desmatamento e queimadas, (mas com um pequeno aumento no ano passado - 120 km 2 ). </li></ul><ul><li>Após três anos de implementação efetiva, indicação que a grande maioria dos resultados previstos para o projeto serão alcançados, dentro do prazo, orçamento. </li></ul><ul><li>O projeto consegui atrair outros financiadores para projetos complementares (“leverage”) – EU, Moore, PDA, Fundo Vale. </li></ul>
  • 10. Impactos e resultados para divulgar a outros consórcios: <ul><li>Estudos sobre a viabilidade econômica da re-pavimentação da BR-319, custos de implementação das unidades de conservação, incentivos econômicos necessários para evitar o desmatamento . </li></ul><ul><li>Sistematizações das experiências de mobilização social, organização comunitária e conquista da cidadania em duas RESEX e um RDS. Sistematização da experiência da Cooperativa Verde de Manicoré (COVEMA). </li></ul><ul><li>Artigo sobre a abordagem de Fortalecimento Institucional do IEB para o Sul do Amazonas. </li></ul><ul><li>Fortalecimento da Associação das Mulheres Indígenas do Médio Purus – AMIMP, e outras. </li></ul><ul><li>Articulação regional para o Manejo Florestal Comunitário, regularização fundiária em terras da União (Várzea). </li></ul><ul><li>Apoio a organizações indígenas na área de influência da BR-317. </li></ul>
  • 11. Continuação ...... <ul><li>Projeto concebido dentro um horizonte de 10 anos (ABCI). </li></ul><ul><li>Ameaças à floresta continuam: re-pavimentação da BR 319; hidrelétricas do Rio Madeira; exploração madeireira ilegal; expansão da fronteira de ocupação. </li></ul><ul><li>Fortalecimento institucional e governança socioambiental numa região minada de problemas e desafios como é o Sul do Amazonas, não ocorre do dia para a noite. </li></ul><ul><li>O FORTIS é a única iniciativa na região que oferece apoio para capacitação e articulação interinstitucional. </li></ul><ul><li>Outros financiamentos conseguidos – gestão de UCs federais, experimentos de alternativas produtivas, incorporar as prefeituras na abordagem FORTIS. </li></ul><ul><li>Necessidade de desenvolver alternativas sustentáveis para desenvolvimento econômico; expandir experiência FORTIS para outros municípios. </li></ul><ul><li>FORTIS II Concept Paper com esse objetivo. </li></ul><ul><li>Problema de contrapartida. </li></ul>
  • 12. Obrigado Workshop on Community Associations, Canutama Extractive Reserve  

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