Aula 11 estilo internacional - ticianne darin

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Aula 11 estilo internacional - ticianne darin

  1. 1. Estilo Internacional
  2. 2. Escola Suiça • Anos 50: movimento surgido na Suiça e Alemanha • Estilo Internacional Tipográfico • Atitude : definiu o design como uma atividade socialmente útil e importante
  3. 3. Escola Suiça • Objetivo: clareza e ordem • Basel School of Design e Zurich School of Design • Uma tipografia universalmente neutra, compreensível e funcional e uso de sistema de grid.
  4. 4. Características • Unidade do design: organização assimétrica dos elementos e uso de grids bem calculados • Fotografia objetiva • Informações verbais e visuais apresentadas de forma limpa • Livre de exageros da propaganda • Alinhamento à esquerda
  5. 5. Caracteristicas • Tipografia sem serifa • Expressões pessoais rejeitadas • Soluções excêntricas rejeitadas • Abordagem cientifica e universal de design • Designers não são artistas: são um meio de propagar informação entre os componentes da sociedade
  6. 6. Grids • Conjunto específico de relações de alinhamento que funcionam como guias para diagramação • Ordem sistemática dos elementos do layout • Retangular • Em colunas • Modular • Hierárquico
  7. 7. Grid Retangular
  8. 8. Grid em Colunas
  9. 9. Grid Modular
  10. 10. Grid Hierárquico
  11. 11. Escola de Design em Basel • Currículo baseado em exercícios geométricos envolvendo cubo e linha • Começou em 1908, influente até os 50’s • Indenpendente do De Stijl e Bauhaus
  12. 12. Ernst Keller • Professor na Kunstgewerbeschule Zürich (Escola de Artes Aplicadas de Zurique): layout e desenvolvimento de propaganda e tipografia • Trabalho de excelente qualidade gráfica • Não abraçava um estilo: a solução para um problema de design vem do seu conteúdo • Iniciou o clima de excelência no design gráfico suíço • Criou o Grid System: será o centro dos experimentos da Escola Suiça
  13. 13. Theo Ballmer • Ex-aluno da Bauhaus • Aplicou os princípios do De Stijl ao design gráfico, usando grades aritméticas com alinhamento vertical e horizontal • 1928: pôsters com alto grau de harmonia formal
  14. 14. Max Bill • Ex-aluno da Bauhaus • Trabalho envolvia pintura, arquitetura, engenharia, escultura e produção gráfica • Abraçou a Arte Concreta • Arte universal de claridade absoluta controlada pela construção aritmética • Conceito em parte oposto ao Design Gráfico • Pode ser aplicada a aspectos estruturais do design gráfico • Mais tarde, diretor da Hochschule für Gestaltung, Escola de design de Ulm
  15. 15. Max Huber • Mais vitalidade ao trabalho • Matizes puras combinadas com fotografias • Transparência, sobreposição de formas , tipografia e imagens • “Caos organizado”
  16. 16. Josef Müller-Brockmann
  17. 17. Josef Müller-Brockmann • Expressão absoluta e universal no design gráfico através de concepções supostamente objetivas e impessoais • Despersonalização do design
  18. 18. Richard Lohse, 1952
  19. 19. Murer Fred, 1950
  20. 20. Armin Hofmann, 1950
  21. 21. Hans Fabigan, 1952
  22. 22. Richard Lohse, 1952
  23. 23. Tipografia
  24. 24. Um retorno ao clássico • Herman Zapf • Mais de 15 famílias tipográficas • Família tipográfica evoluída das tradições caligráficas e da tipografia Renascentista
  25. 25. Nova Tipografia • Exclusivamente tipos sem serifas, fotografia, composição assimétrica, contrastes de tamanhos e posições dos elementos gráficos, sempre estruturados por um Gitterraster • Fontes sem serifas visualmente simples e harmoniosas • Design mais refinado
  26. 26. Jan Tschichold
  27. 27. Jan Tschichold • Expoente ~bipolar~ das duas grandes correntes estéticas que dominaram a tipografia do século XX: • nova tipografia e revivalismo da tipografia clássica • Neutralidade e propósito funcional • Uso do negativo, da tabela e da superposição. • Valorização do espaço em branco, exploração dos contrastes e uso inteligente da cor.
  28. 28. Max Miendinger •
  29. 29. Tipografia neutra, clara e sem significados intrínsecos na sua forma Máxima legibilidade Helvetia
  30. 30. Adrian Frutiger
  31. 31. E veja só...
  32. 32. Menos distração e mais funcionalidade?
  33. 33. Legível e objetivo?
  34. 34. Conclusão
  35. 35. Terminando... • O movimento começou na Suíça e Alemanha, mas rapidamente se espalhou para a América • Permitiu que o design e a sinalização – mesmo em países bilíngues – fosse padronizada e universal • Atualmente, muito utilizado é indicado para conteúdo com muita informação
  36. 36. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Eclesiastes 1:9
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