GLOSSARIO

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GLOSSARIO

  1. 1. Bruno Borges
  2. 2. <ul><li>Condição humana </li></ul><ul><li>Publicado em 1958, é uma das obras teóricas fundamentais da filósofa alemã Hannah Arendt. É um livro de difícil compreensão, sendo ainda tema de debates académicos acerca das intenções da autora ao escrevê-lo. </li></ul><ul><li>Hannah Arendt faz um relato detalhado da evolução dos contextos da acção e do discurso como formas predominantes da revelação da essência do homem. Partindo da Grécia Antiga até a modernidade da questão proletária, é possível perceber a degradação e a banalização que esses conceitos sofreram no decorrer do tempo e suas consequências para a vida do homem moderno, cada vez mais alienado e apolítico </li></ul>- A – - B – - C -
  3. 3. <ul><li>A acção é a característica do &quot;Homem&quot; na condição de &quot;Homem&quot;, característica esta que tem o poder de fazer com que o ele se integre à esfera pública, de fazer com que ele revele quem ele é e inicie novos processos, ilimitados e potencialmente eternos. O Homem enquanto age deixa de ser escravo das necessidades, deixa para trás o labor e o trabalho, para finalmente ser livre. Agindo o Homem desvincula-se do reino doméstico, o oikos e entra na polis, no espaço político. A própria acção é a liberdade, e por consequência só se é livre enquanto nos espaço público. </li></ul>Condição humana ( cont.)
  4. 4. <ul><li>Vem (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e acções sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identifica uma sociedade. Explica e dá sentido a cosmologia social, é a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período </li></ul>Cultura
  5. 5. <ul><li>É um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), directa ou indirectamente, por meio de representantes eleitos. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico. </li></ul><ul><li>A Democracia opõe-se à ditadura e ao totalitarismo, onde o poder reside numa elite auto-eleita. As Democracias podem ser divididas em diferentes tipos, baseado em um número de distinções. </li></ul>− D − Democracia
  6. 6. <ul><li>A distinção mais importante acontece entre democracia directa (algumas vezes chamada &quot;democracia pura&quot;), onde o povo expressa a sua vontade por voto directo em cada assunto particular, e a democracia representativa (algumas vezes chamada &quot;democracia indirecta&quot;), onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram. </li></ul><ul><li>Outros itens importantes na democracia incluem exactamente quem é &quot;o Povo&quot;, isto é, quem terá direito ao voto; como proteger os direitos de minorias contra a &quot;tirania da maioria&quot; e qual sistema deve ser usado para a eleição de representantes ou outros executivos </li></ul>Democracia (cont.)
  7. 7. <ul><li>Vem (do grego δέον, translit. deon &quot;dever, obrigação&quot; + λόγος, logos, &quot;ciência&quot;), na filosofia moral contemporânea, é uma das teorias normativas segundo as quais as escolhas são moralmente necessárias, proibidas ou permitidas. Portanto inclui-se entre as teorias morais que orientam as nossas escolhas sobre o que deve ser feito. </li></ul><ul><li>O termo foi introduzido em 1834, por Jeremy Bentham, para referir-se ao ramo da ética cujo objecto de estudo são os fundamentos do dever e as normas morais. É conhecida também sob o nome de &quot;Teoria do Dever&quot;. É um dos dois ramos principais da Ética Normativa, juntamente com a axiologia </li></ul>Deontologia
  8. 8. <ul><li>Pode-se falar, também, de uma deontologia aplicada, caso em que já não se está diante de uma ética normativa, mas sim descritiva e inclusive prescritiva. Como é o caso da chamada &quot;Deontologia Profissional&quot; </li></ul><ul><li>A deontologia também se refere ao conjunto de princípios e regras de conduta - os deveres -inerentes a uma determinada profissão Assim, cada profissional está sujeito a uma deontologia própria a regular o exercício de sua profissão, conforme o Código de Ética de sua categoria. Neste caso, é o conjunto codificado das obrigações impostas aos profissionais de uma determinada área, no exercício de sua profissão. São normas estabelecidas pelos próprios profissionais, tendo em vista não exactamente a qualidade moral mas a correcção de suas intenções e acções, em relação a direitos, deveres ou princípios, nas relações entre a profissão e a sociedade. O primeiro Código de Deontologia foi feito na área médica, nos Estados Unidos, em meados do século passado </li></ul>Deontologia (cont.)
  9. 9. <ul><li>São as protecções e privilégios de poder pessoal dados a todos os cidadãos por lei. Direitos civis são distintos de &quot;direitos humanos&quot; ou &quot;direitos naturais&quot;, também chamados &quot;direitos divinos&quot;. Direitos civis são direitos que são estabelecidos pelas nações limitados aos seus limites territoriais, enquanto direitos naturais ou humanos são direitos que muitos académicos dizem que os indivíduos têm por natureza ao nascer. Por exemplo, o filósofo John Locke (1632–1704) argumentou que os direitos naturais da vida, liberdade e propriedade deveriam ser convertidos em direitos civis e protegidos pelo estado soberano como um aspecto do contrato social. </li></ul>Direitos civis
  10. 10. <ul><li>Leis garantindo direitos civis podem ser escritas, derivadas do costume ou implicadas. Nos Estados Unidos e na maioria dos países continentais europeus, as leis de direitos civis em sua maior parte escritas. Exemplos de direitos civis e liberdades incluem o direito de ser ressarcido em caso de danos por terceiros, o direito à privacidade, o direito ao protesto pacífico, o direito à investigação e julgamento justos em caso de suspeição de crime e direitos constitucionais mais generalistas, como o direito ao voto, o direito à liberdade pessoal, o direito à liberdade de ir e vir e o direito à protecção igualitária. </li></ul><ul><li>Ao passo que as civilizações emergiram e formalizaram através de constituições escritas, alguns dos direitos civis mais importantes foram passados aos cidadãos. </li></ul>Direitos civis ( cont.)
  11. 11. <ul><li>O (DI) é o conjunto de normas que regula as relações externas dos que compõem a sociedade internacional. Estes, chamados sujeitos de direito internacional, são, principalmente, os Estados nacionais, embora a prática e a doutrina reconheçam como as organizações internacionais. </li></ul>Direito Internacional
  12. 12. <ul><li>São aqueles que têm por objectivo garantir aos indivíduos condições materiais tidas como imprescindíveis para o pleno gozo dos seus direitos, por isso tendem a exigir do Estado intervenções na ordem social segundo critérios de justiça distributiva. Assim, diferentemente dos direitos liberais, se realizam por meio de actuação estatal, com a finalidade de diminuir as desigualdades sociais. Por isso, tendem a possuir um custo alto e a se realizar a longo prazo. </li></ul>Direitos Sociais
  13. 13. <ul><li>Consiste na adaptação da regra existente à situação concreta, observando-se os critérios de justiça e igualdade. Dizemos então, que a equidade adapta a regra a um caso específico, a fim de a deixar mais correcta. Ela é uma forma de se aplicar o Direito, tentado ser o mais próximo possível do justo, para ambas as partes. </li></ul><ul><li>Essa adaptação, contudo, não pode ser tomada ao acaso e nem pode ser contrária ao conteúdo expresso da norma. Ela deve levar em conta a moral social vigente, o regime político do Estado e os princípios gerais do Direito. Além disso, a mesma &quot;não corrige o que é justo na lei, mas completa o que a justiça não alcança&quot;Sem a presença da equidade no ordenamento jurídico, a aplicação das leis criadas pelos legisladores acabariam por se tornar muito rígidas, o que beneficiaria grande parte da população; mas ao mesmo tempo, prejudicaria alguns casos específicos aos quais a lei não teria como alcançar. </li></ul>− E − Equidade
  14. 14. <ul><li>A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral.). Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade. </li></ul><ul><li>Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social. Moral e ética não devem ser confundidos: enquanto a moral é normativa, a ética é teórica, e buscando explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Porém, deve-se deixar claro que etimologicamente &quot;ética&quot; e &quot;moral&quot; são expressões sinónimas, sendo a primeira de origem grega, enquanto a segunda é sua tradução para o latim. </li></ul>Ética
  15. 15. <ul><li>A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética. </li></ul><ul><li>Modernamente, a maioria das profissões têm o seu próprio código de ética profissional, que é um conjunto de normas de cumprimento obrigatório, derivadas da ética, frequentemente incorporado à lei pública. Nesses casos, os princípios éticos passam a ter força de lei; note-se que, mesmo nos casos em que esses códigos não estão incorporados à lei, seu estudo tem alta probabilidade de exercer influência, por exemplo, em julgamentos nos quais se discutam factos relativos à conduta profissional. </li></ul>Ética (cont.)
  16. 16. <ul><li>Tanto “ethos” (carácter) como “mos” (costume) indicam um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural, o homem não nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é “adquirido ou conquistado por hábito” (VÁZQUEZ). Portanto, ética e moral, pela própria etimologia, diz respeito a uma realidade humana que é construída histórica e socialmente a partir das relações colectivas dos seres humanos nas sociedades onde nascem e vivem </li></ul>Ética (cont.)
  17. 17. <ul><li>Fluxo migratório é a Referência genérica ao movimento de entrada (imigração) e saída de pessoas (emigração). Migrante é todo aquele que deslocou o seu lugar de moradia por um período mais ou menos longo de tempo. Para o lugar de onde ele saiu o migrante é um emigrante. No lugar para onde ele vai, ele será um imigrante. E isso vale para os fluxos entre países ou entre os estados e regiões de um país. </li></ul>− F − Fluxo migratório
  18. 18. <ul><li>Inexistência de diferenças entre dois ou mais elementos comparados, sejam estes objectos, indivíduos, ideias, conceitos ou quaisquer outras coisas que se comparem. </li></ul><ul><li>Especificamente em Política, o conceito de Igualdade descreve a ausência de diferenças de direitos e deveres entre os membros de uma sociedade. Em sua concepção clássica, a ideia de sociedade igualitária começou a ser cunhada durante o Iluminismo, para idealizar uma realidade em que não houvesse distinção jurídica entre nobreza, burguesia, clero e escravos. Mais recentemente, o conceito foi ampliado para incluir também a igualdade de direitos entre géneros, classes, etnias, orientações sexuais etc. </li></ul><ul><li>Juridicamente, a igualdade é uma norma que impõe tratar todos da mesma maneira. Mas a partir desse conceito inicial, temos muitos desdobramentos e incertezas. A regra básica é que os iguais devem ser tratados da mesma forma (por exemplo o peso do voto de todos os eleitores deve ser igual) </li></ul>- G − − H − − I − Igualdade
  19. 19. <ul><li>O termo justiça (do latim institua, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o princípio básico de um acordo que objectiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio). </li></ul><ul><li>A sua ordem máxima é representada em Roma por uma estátua, com olhos vendados, visa seus valores máximos onde &quot;todos são iguais perante a lei&quot; e &quot;todos têm iguais garantias legais&quot;, ou ainda, &quot;todos têm iguais direitos&quot;. A justiça deve buscar a igualdade entre os cidadãos. </li></ul><ul><li>O Poder Judiciário no Estado moderno tem a tarefa da aplicação das leis promulgadas pelo Poder Legislativo. É boa doutrina democrática manter independentes as decisões legislativas das decisões judiciais, e vice-versa, como uma das formas de evitar o despotismo. </li></ul><ul><li>Segundo Aristóteles, o termo justiça denota, ao mesmo tempo, legalidade e igualdade. Assim, justo é tanto aquele que cumpre a lei (justiça em sentido universal) quanto aquele que realiza a igualdade (justiça em sentido estrito). </li></ul>− J− Justiça
  20. 20. <ul><li>O (ou pluralismo cultural) é um termo que descreve a existência de muitas culturas numa localidade, cidade ou país, sem que uma delas predomine, porém separadas geograficamente e até convivialmente no que se convencionou chamar de “mosaico cultural”. O Canadá e a Austrália são exemplos de multiculturalismo; porém, alguns países europeus advogam discretamente a adopção de uma política multiculturalista. Em contraponto ao Multiculturalismo, podemos constatar a existência de outras politicas culturais seguidas, como por exemplo: O monoculturalismo vigente na maioria dos países do mundo e ligada intimamente ao nacionalismo, pretende a assimilação dos imigrantes e da sua cultura nos países de acolhimento. O Melting Pot, como é o caso dos Estados Unidos e do Brasil, onde as diversas culturas estão misturadas e amalgamadas sem a intervenção do Estado. </li></ul>− K − − L − − M − Multiculturalismo ( cont.)
  21. 21. <ul><li>O multiculturalismo implica em reivindicações e conquistas das chamadas minorias (negros, índios, mulheres, homossexuais, entre outras). </li></ul><ul><li>A doutrina multiculturalista da ênfase a ideia de que as culturas minoritárias são discriminadas, sendo vistas como movimentos particulares, mas elas devem merecer reconhecimento público. Para se consolidarem, essas culturas singulares devem ser amparadas e protegidas pela lei. O multiculturalismo opõe-se ao que ele julga ser uma forma de etnocentrismo (visão de mundo da sociedade branca dominante que se toma por mais importante que as demais). </li></ul><ul><li>A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogéneos. </li></ul>Multiculturalismo ( cont)
  22. 22. <ul><li>A diversidade cultural e étnica muitas vezes é vista como uma ameaça para a identidade da nação. Em alguns lugares o multiculturalismo provoca desprezo e indiferença, como ocorre no Canadá entre habitantes de língua francesa e os de língua inglesa. </li></ul><ul><li>Mas também pode ser vista como factor de enriquecimento e abertura de novas e diversas possibilidades, como confirmam o sociólogo Michel Wieviorka e o historiador Serge Gruzinski, ao demonstrarem que o hibridismo e a maleabilidade das culturas são fatores positivos de inovação. </li></ul><ul><li>Charles Taylor, autor de Multiculturalismo, Diferença e Democracia acredita que toda a política identitária não deveria ultrapassar a liberdade individual. Indivíduos, no seu entender, são únicos e não poderiam ser categorizados. Taylor definiu a democracia como a política do reconhecimento do outro, ou seja, da diversidade </li></ul>Multiculturalismo ( cont.)
  23. 23. <ul><li>  </li></ul><ul><li>São todos os contactos entre pessoas. Nesse âmbito encontra-se um infindável número de variáveis como: sujeitos, circunstâncias, espaços, local, cultura, desenvolvimento tecnológico, educação e época. As relações interpessoais ocorrem em todos os meios, no meio familiar, educacional, social, institucional, profissional; e estão ligadas aos resultados finais de harmonia, avanço, e progressos ou na estagnações, agressão. </li></ul>− N − − O − − P − − Q − − R − Relações interpessoais
  24. 24. <ul><li>Por exemplo: Na relações interpessoal entre professor e alunos se dá a construção de vínculos com a aprendizagem, um dos aspectos fundamentais a serem considerados. Determinadas “disciplinas”, a partir de um tipo negativo de relações interpessoais com o professor, podem gera nos alunos uma aversão ao assunto; como também, relações interpessoais positivas podem alterar a aversão, fazendo que os alunos passem a “gostar” e interessar-se pelo assunto; partir da presença de um &quot;novo&quot; professor. </li></ul><ul><li>Assim, o professor pode estabelecer um vínculo favorável ou desfavorável para um determinado conhecimento, pela relação interpessoal que estabelece com seus alunos </li></ul>Relações interpessoais ( cont.)
  25. 25. − S − − T − − U − − V − − X − − Z −

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