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  • 1. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas.
  • 2. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita:
  • 3. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita: - tem como parâmetro a duração da própria vida.
  • 4. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita: - tem como parâmetro a duração da própria vida. • Estima-se que o planeta Terra se formou há cerca de 4,5 ou 5 bilhões de anos.
  • 5. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita: - tem como parâmetro a duração da própria vida. • Estima-se que o planeta Terra se formou há cerca de 4,5 ou 5 bilhões de anos. • Enquanto o homem surgiu há apenas 11 milhões de anos.
  • 6. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita: - tem como parâmetro a duração da própria vida. • Estima-se que o planeta Terra se formou há cerca de 4,5 ou 5 bilhões de anos. • Enquanto o homem surgiu há apenas 11 milhões de anos. • Para se ter uma ideia, as grandes cadeias montanhosas atuais datam de 80 milhões de anos!
  • 7. • Faz parte do conhecimento da natureza entender os sistemas naturais e dinâmicos que estruturam e modelam o planeta Terra independentemente das ações humanas. • O homem é um habitante relativamente novo do planeta Terra e sua noção de tempo é extremamente restrita: - tem como parâmetro a duração da própria vida. • Estima-se que o planeta Terra se formou há cerca de 4,5 ou 5 bilhões de anos. • Enquanto o homem surgiu há apenas 11 milhões de anos. • Para se ter uma ideia, as grandes cadeias montanhosas atuais datam de 80 milhões de anos! • Quanto ao universo, há teorias que admitem sua formação ao “Big Bang” (Grande Explosão), há cerca de 15 bilhões de anos.
  • 8. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas.
  • 9. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas. • É um corpo dinâmico, e suas camadas trocam energia constantemente.
  • 10. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas. • É um corpo dinâmico, e suas camadas trocam energia constantemente. • As camadas terrestres são:
  • 11. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas. • É um corpo dinâmico, e suas camadas trocam energia constantemente. • As camadas terrestres são: - Crosta terrestre (ou litosfera, cuja superfície é a própria superfície do planeta)
  • 12. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas. • É um corpo dinâmico, e suas camadas trocam energia constantemente. • As camadas terrestres são: - Crosta terrestre (ou litosfera, cuja superfície é a própria superfície do planeta) - Manto (camada interior)
  • 13. • O planeta Terra é composto por diversas camadas concêntricas. • É um corpo dinâmico, e suas camadas trocam energia constantemente. • As camadas terrestres são: - Crosta terrestre (ou litosfera, cuja superfície é a própria superfície do planeta) - Manto (camada interior) - Núcleo (camada no centro da esfera terrestre)
  • 14. • Sob condições de alta pressão e temperatura, as forças internas ou endógenas, que atuam no interior do planeta, no núcleo e no manto, fazem com que as estruturas que sustentam a litosfera se movimentem.
  • 15. • Sob condições de alta pressão e temperatura, as forças internas ou endógenas, que atuam no interior do planeta, no núcleo e no manto, fazem com que as estruturas que sustentam a litosfera se movimentem. • As forças externas, ou exógenas, agem na transformação da superfície, resultado da ação da energia solar através da atmosfera.
  • 16. • Sob condições de alta pressão e temperatura, as forças internas ou endógenas, que atuam no interior do planeta, no núcleo e no manto, fazem com que as estruturas que sustentam a litosfera se movimentem. • As forças externas, ou exógenas, agem na transformação da superfície, resultado da ação da energia solar através da atmosfera. • O intemperismo, ou seja, a ação dos ventos, das chuvas e de outros fenômenos atmosféricos provoca a esculturação, a modelagem da superfície terrestre.
  • 17. • Sob condições de alta pressão e temperatura, as forças internas ou endógenas, que atuam no interior do planeta, no núcleo e no manto, fazem com que as estruturas que sustentam a litosfera se movimentem. • As forças externas, ou exógenas, agem na transformação da superfície, resultado da ação da energia solar através da atmosfera. • O intemperismo, ou seja, a ação dos ventos, das chuvas e de outros fenômenos atmosféricos provoca a esculturação, a modelagem da superfície terrestre. • As formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul-americano.
  • 18. • Sob condições de alta pressão e temperatura, as forças internas ou endógenas, que atuam no interior do planeta, no núcleo e no manto, fazem com que as estruturas que sustentam a litosfera se movimentem. • As forças externas, ou exógenas, agem na transformação da superfície, resultado da ação da energia solar através da atmosfera. • O intemperismo, ou seja, a ação dos ventos, das chuvas e de outros fenômenos atmosféricos provoca a esculturação, a modelagem da superfície terrestre. • As formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul-americano. • Essa esculturação é originada pelos processos endógenos (do interior do planeta).
  • 19. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada.
  • 20. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada. • É um movimento constante que ocorre em função dos permanentes desgastes.
  • 21. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada. • É um movimento constante que ocorre em função dos permanentes desgastes. • A todo momento, o relevo vai sendo remodelado em consequencia de processos exógenos (externos, como o sol, chuvas, ventos, etc).
  • 22. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada. • É um movimento constante que ocorre em função dos permanentes desgastes. • A todo momento, o relevo vai sendo remodelado em consequencia de processos exógenos (externos, como o sol, chuvas, ventos, etc). • A litosfera é, portanto, resultado da dinâmica constante, de um jogo permanente entre as forças endógenas e exógenas, de estruturação e de esculturação.
  • 23. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada. • É um movimento constante que ocorre em função dos permanentes desgastes. • A todo momento, o relevo vai sendo remodelado em consequencia de processos exógenos (externos, como o sol, chuvas, ventos, etc). • A litosfera é, portanto, resultado da dinâmica constante, de um jogo permanente entre as forças endógenas e exógenas, de estruturação e de esculturação. • Esse eterno movimento influencia diretamente o modo de organização da sociedade, suas localizações, as áreas de plantio, de criação e de exploração econômica dos minerais.
  • 24. •Já a esculturação do relevo brasileiro continua sendo realizada. • É um movimento constante que ocorre em função dos permanentes desgastes. • A todo momento, o relevo vai sendo remodelado em consequencia de processos exógenos (externos, como o sol, chuvas, ventos, etc). • A litosfera é, portanto, resultado da dinâmica constante, de um jogo permanente entre as forças endógenas e exógenas, de estruturação e de esculturação. • Esse eterno movimento influencia diretamente o modo de organização da sociedade, suas localizações, as áreas de plantio, de criação e de exploração econômica dos minerais. • Pois é na litosfera que se encontram os recursos energéticos e minerais explorados pelo homem.
  • 25. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas
  • 26. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos
  • 27. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares
  • 28. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos
  • 29. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas:
  • 30. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos
  • 31. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares
  • 32. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares • Não há dobramentos modernos em nosso país
  • 33. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares • Não há dobramentos modernos em nosso país • O território brasileiro apresenta formação geológica, estruturas e formações litológicas bastante antigas
  • 34. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares • Não há dobramentos modernos em nosso país • O território brasileiro apresenta formação geológica, estruturas e formações litológicas bastante antigas • As cadeias montanhosas do território brasileiro são formadas por rochas das eras:
  • 35. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares • Não há dobramentos modernos em nosso país • O território brasileiro apresenta formação geológica, estruturas e formações litológicas bastante antigas • As cadeias montanhosas do território brasileiro são formadas por rochas das eras: - Arqueozóica (4,5 bilhões de anos atrás)
  • 36. • No planeta Terra podemos encontrar três principais províncias geológicas - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares - Os dobramentos modernos • No Brasil encontramos apenas duas províncias geológicas: - Os escudos cristalinos - As bacias sedimentares • Não há dobramentos modernos em nosso país • O território brasileiro apresenta formação geológica, estruturas e formações litológicas bastante antigas • As cadeias montanhosas do território brasileiro são formadas por rochas das eras: - Arqueozóica (4,5 bilhões de anos atrás) - Proterozóica (de 2 bilhões há 600 milhões de anos atrás)
  • 37. • Embora as formações litológicas e as estruturas do território brasileiro sejam antigas, as suas formas de relevo são relativamente recentes, como, por exemplo:
  • 38. • Embora as formações litológicas e as estruturas do território brasileiro sejam antigas, as suas formas de relevo são relativamente recentes, como, por exemplo: - A Bacia Sedimentar da bacia do Rio Paraná
  • 39. • Embora as formações litológicas e as estruturas do território brasileiro sejam antigas, as suas formas de relevo são relativamente recentes, como, por exemplo: - A Bacia Sedimentar da bacia do Rio Paraná - Áreas do litoral do Nordeste e do Sul do país
  • 40. • Embora as formações litológicas e as estruturas do território brasileiro sejam antigas, as suas formas de relevo são relativamente recentes, como, por exemplo: - A Bacia Sedimentar da bacia do Rio Paraná - Áreas do litoral do Nordeste e do Sul do país - A parte ocidental da Bacia Amazônica
  • 41. • Embora as formações litológicas e as estruturas do território brasileiro sejam antigas, as suas formas de relevo são relativamente recentes, como, por exemplo: - A Bacia Sedimentar da bacia do Rio Paraná - Áreas do litoral do Nordeste e do Sul do país - A parte ocidental da Bacia Amazônica • Essas áreas são consideradas recentes, pois se formaram nos períodos terciário e quartenário, no cenozóico.
  • 42. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão.
  • 43. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente.
  • 44. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente.
  • 45. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente. • Os minerais não-metálicos são encontrados nos escudos formados no paleozóico (de 600 milhões a cerca de 220 milhões de anos atrás).
  • 46. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente. • Os minerais não-metálicos são encontrados nos escudos formados no paleozóico (de 600 milhões a cerca de 220 milhões de anos atrás). • As bacias sedimentares correspondem às depressões do relevo que vão sendo preenchidas, ao longo do tempo geológico, por...
  • 47. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente. • Os minerais não-metálicos são encontrados nos escudos formados no paleozóico (de 600 milhões a cerca de 220 milhões de anos atrás). • As bacias sedimentares correspondem às depressões do relevo que vão sendo preenchidas, ao longo do tempo geológico, por... ...sedimentos de minerais e rochas que vão se desagregando das formações geológicas mais altas, e também...
  • 48. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente. • Os minerais não-metálicos são encontrados nos escudos formados no paleozóico (de 600 milhões a cerca de 220 milhões de anos atrás). • As bacias sedimentares correspondem às depressões do relevo que vão sendo preenchidas, ao longo do tempo geológico, por... ...sedimentos de minerais e rochas que vão se desagregando das formações geológicas mais altas, e também... ...por sedimentos orgânicos, como plantas e animais.
  • 49. • Os escudos cristalinos foram formados em períodos anteriores ao mesozóico (de 220 milhões de anos a cerca de 70 milhões de anos atrás), portanto já sofreram intensamente os processos de erosão. • Suas altitudes tendem a ser menores que as dos dobramentos modernos, originados mais recentemente. • Os escudos pré-cambrianos são fontes de minerais metálicos (ferro, manganês, ouro, bauxita, etc), bastante explorados economicamente. • Os minerais não-metálicos são encontrados nos escudos formados no paleozóico (de 600 milhões a cerca de 220 milhões de anos atrás). • As bacias sedimentares correspondem às depressões do relevo que vão sendo preenchidas, ao longo do tempo geológico, por... ...sedimentos de minerais e rochas que vão se desagregando das formações geológicas mais altas, e também... ...por sedimentos orgânicos, como plantas e animais. • Dos sedimentos orgânicos podem surgir importantes combustíveis fósseis , como o petróleo e o carvão mineral.
  • 50. • Podemos perceber pelo mapa que:
  • 51. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro
  • 52. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro - Enquanto os escudos cristalinos compõem os outros 36%
  • 53. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro - Enquanto os escudos cristalinos compõem os outros 36% - Sendo que 32% são escudos formados no pré-cambriano (há 4,5 bilhões de anos)
  • 54. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro - Enquanto os escudos cristalinos compõem os outros 36% - Sendo que 32% são escudos formados no pré-cambriano (há 4,5 bilhões de anos) - Os 4% do território brasileiro que se formaram na era proterozóica concentram os ricos recursos minerais metálicos do país.
  • 55. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro - Enquanto os escudos cristalinos compõem os outros 36% - Sendo que 32% são escudos formados no pré-cambriano (há 4,5 bilhões de anos) - Os 4% do território brasileiro que se formaram na era proterozóica concentram os ricos recursos minerais metálicos do país. • As bacias sedimentares brasileiras apresentam baixo nível de exploração mineral, tendo uma pequena produção de petróleo, que se concentra na plataforma continental, próxima à costa litorânea.
  • 56. • Podemos perceber pelo mapa que: - As bacias sedimentares constituem 64% do território brasileiro - Enquanto os escudos cristalinos compõem os outros 36% - Sendo que 32% são escudos formados no pré-cambriano (há 4,5 bilhões de anos) - Os 4% do território brasileiro que se formaram na era proterozóica concentram os ricos recursos minerais metálicos do país. • As bacias sedimentares brasileiras apresentam baixo nível de exploração mineral, tendo uma pequena produção de petróleo, que se concentra na plataforma continental, próxima à costa litorânea. • No sul encontra-se, nas bacias sedimentares, a produção de carvão, o qual contém valor energético mais baixo que o das bacias carboníferas do hemisfério norte
  • 57. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver...
  • 58. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades,
  • 59. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e
  • 60. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas
  • 61. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas • No Brasil o extrativismo mineral sofre grande influência do capital estrangeiro de transnacionais, que obtêm esses produtos a preços baixos por longos períodos de tempo.
  • 62. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas • No Brasil o extrativismo mineral sofre grande influência do capital estrangeiro de transnacionais, que obtêm esses produtos a preços baixos por longos períodos de tempo. • Destacam-se nesse contexto os projetos:
  • 63. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas • No Brasil o extrativismo mineral sofre grande influência do capital estrangeiro de transnacionais, que obtêm esses produtos a preços baixos por longos períodos de tempo. • Destacam-se nesse contexto os projetos: - Grande Carajás (minério de ferro)
  • 64. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas • No Brasil o extrativismo mineral sofre grande influência do capital estrangeiro de transnacionais, que obtêm esses produtos a preços baixos por longos períodos de tempo. • Destacam-se nesse contexto os projetos: - Grande Carajás (minério de ferro) - Albrás (alumínio)
  • 65. • A tradicional exploração mineral em terrenos cristalinos e sedimentares em grande escala gera profundos impactos ambientais, por envolver... ...rejeitos em enormes quantidades, ...remanejamentos de solo e rocha, e ...desmatamento de extensas áreas • No Brasil o extrativismo mineral sofre grande influência do capital estrangeiro de transnacionais, que obtêm esses produtos a preços baixos por longos períodos de tempo. • Destacam-se nesse contexto os projetos: - Grande Carajás (minério de ferro) - Albrás (alumínio) Ambos no norte do país, dos quais participaram capitais norte-americanos e japoneses, além do capital estatal brasileiro.
  • 66. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu.
  • 67. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu. • É a área de maior produção de manganês no Brasil, e a segunda maior na produção de ferro, apresentando também grandes reservas de cobre e bauxita.
  • 68. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu. • É a área de maior produção de manganês no Brasil, e a segunda maior na produção de ferro, apresentando também grandes reservas de cobre e bauxita. • No final da década de 1970, foi criado o projeto Grande Carajás, do qual participaram capitais estatais, pela Companhia Vale do Rio Doce (privatizada em 1997), e capitais privados nacionais e estrangeiros.
  • 69. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu. • É a área de maior produção de manganês no Brasil, e a segunda maior na produção de ferro, apresentando também grandes reservas de cobre e bauxita. • No final da década de 1970, foi criado o projeto Grande Carajás, do qual participaram capitais estatais, pela Companhia Vale do Rio Doce (privatizada em 1997), e capitais privados nacionais e estrangeiros. • O projeto envolveu a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí e da ferrovia Carajás-São Luís, com aproximadamente 900 kms de extensão, ligando a área produtora ao Porto de Itaqui (Maranhão).
  • 70. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu. • É a área de maior produção de manganês no Brasil, e a segunda maior na produção de ferro, apresentando também grandes reservas de cobre e bauxita. • No final da década de 1970, foi criado o projeto Grande Carajás, do qual participaram capitais estatais, pela Companhia Vale do Rio Doce (privatizada em 1997), e capitais privados nacionais e estrangeiros. • O projeto envolveu a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí e da ferrovia Carajás-São Luís, com aproximadamente 900 kms de extensão, ligando a área produtora ao Porto de Itaqui (Maranhão). • Grande críticas são feitas a esse projeto, pois o forte investimento estatal, realizado principalmente a partir de empréstimos internacionais, aumentou consideravelmente a dívida externa e favoreceu a abertura da Amazônia para os investimentos estrangeiros.
  • 71. • A Serra de Carajás situa-se na porção sudeste do Pará, entre os rios Tocantins e Xingu. • É a área de maior produção de manganês no Brasil, e a segunda maior na produção de ferro, apresentando também grandes reservas de cobre e bauxita. • No final da década de 1970, foi criado o projeto Grande Carajás, do qual participaram capitais estatais, pela Companhia Vale do Rio Doce (privatizada em 1997), e capitais privados nacionais e estrangeiros. • O projeto envolveu a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí e da ferrovia Carajás-São Luís, com aproximadamente 900 kms de extensão, ligando a área produtora ao Porto de Itaqui (Maranhão). • Grande críticas são feitas a esse projeto, pois o forte investimento estatal, realizado principalmente a partir de empréstimos internacionais, aumentou consideravelmente a dívida externa e favoreceu a abertura da Amazônia para os investimentos estrangeiros. • Atualmente, a Companhia Vale do Rio Doce explora vários minérios em Carajás, destinando sua produção essencialmente ao mercado externo.
  • 72. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade...
  • 73. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil
  • 74. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica
  • 75. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica
  • 76. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica ...na indústria automobilística
  • 77. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica ...na indústria automobilística ...entre outras.
  • 78. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica ...na indústria automobilística ...entre outras. • As reservas brasileiras estão entre as maiores do mundo e concentram-se no vale do Rio Trombetas, no Pará, sendo esta a região de maior produção nacional.
  • 79. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica ...na indústria automobilística ...entre outras. • As reservas brasileiras estão entre as maiores do mundo e concentram-se no vale do Rio Trombetas, no Pará, sendo esta a região de maior produção nacional. • Destaca-se também o estado de Minas Gerais, especialmente o município de Poços de Caldas e o “Quadrilátero Ferrífero”.
  • 80. • O alumínio é extraído da bauxita, mineral com grande aplicabilidade... ...na construção civil ...na indústria elétrica ...na indústria aeronáutica ...na indústria automobilística ...entre outras. • As reservas brasileiras estão entre as maiores do mundo e concentram-se no vale do Rio Trombetas, no Pará, sendo esta a região de maior produção nacional. • Destaca-se também o estado de Minas Gerais, especialmente o município de Poços de Caldas e o “Quadrilátero Ferrífero”. • A produção brasileira não atende à demanda interna.
  • 81. • A exploração desse minério relaciona-se à presença de grandes projetos, tais como o de Carajás, o Albrás e o Alunorte, que envolveram expressivos investimentos japoneses, como da empresa NAAC (Nippon Amazon Aluminium Corporation) e nacionais como a Companhia Vale do Rio Doce.
  • 82. • A exploração desse minério relaciona-se à presença de grandes projetos, tais como o de Carajás, o Albrás e o Alunorte, que envolveram expressivos investimentos japoneses, como da empresa NAAC (Nippon Amazon Aluminium Corporation) e nacionais como a Companhia Vale do Rio Doce. • O grupo japonês recebeu incentivos do governo brasileiro baseados no menor preço da energia elétrica (gerada na Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará), além de contar com baixos custos de mão-de-obra.
  • 83. • A exploração desse minério relaciona-se à presença de grandes projetos, tais como o de Carajás, o Albrás e o Alunorte, que envolveram expressivos investimentos japoneses, como da empresa NAAC (Nippon Amazon Aluminium Corporation) e nacionais como a Companhia Vale do Rio Doce. • O grupo japonês recebeu incentivos do governo brasileiro baseados no menor preço da energia elétrica (gerada na Usina Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará), além de contar com baixos custos de mão-de-obra. • Também atuam nesse setor as nacionais Companhia Brasileira de Alumínio e Valesul, e as estrangeiras “Alcoa” (Aluminium Company Association) e “Alcan” (Aluminium of Canada).
  • 84. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país.
  • 85. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro.
  • 86. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo).
  • 87. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo). • Já o minério de manganês aí produzido destina-se, em sua maior parte, às indústrias do Sudeste brasileiro.
  • 88. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo). • Já o minério de manganês aí produzido destina-se, em sua maior parte, às indústrias do Sudeste brasileiro. • A Companhia Vale do Rio Doce (atualmente apenas “Vale”) é uma das várias empresas que exploram o minério de ferro no “Quadrilátero Ferrífero”, sendo a maior exportadora desse produto.
  • 89. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo). • Já o minério de manganês aí produzido destina-se, em sua maior parte, às indústrias do Sudeste brasileiro. • A Companhia Vale do Rio Doce (atualmente apenas “Vale”) é uma das várias empresas que exploram o minério de ferro no “Quadrilátero Ferrífero”, sendo a maior exportadora desse produto. • Foi privatizada em 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso, provocando protestos de vários setores da sociedade brasileira por...
  • 90. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo). • Já o minério de manganês aí produzido destina-se, em sua maior parte, às indústrias do Sudeste brasileiro. • A Companhia Vale do Rio Doce (atualmente apenas “Vale”) é uma das várias empresas que exploram o minério de ferro no “Quadrilátero Ferrífero”, sendo a maior exportadora desse produto. • Foi privatizada em 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso, provocando protestos de vários setores da sociedade brasileira por... ...ser considerada, internacionalmente, um modelo de eficiência administrativa,
  • 91. • O “Quadrilátero Ferrífero” é delimitado pelas cidades de Belo Horizonte, Santa Bárbara, Mariana e Congonhas do Campo, no sudeste de Minas Gerais, e é a principal área produtora de minério de ferro do país. • Apresenta também grandes reservas de manganês, bauxita e ouro. • Parte da produção de minério de ferro abastece o parque siderúrgico da região Sudeste, mas a maioria é exportada pelos portos de Vitória e Tubarão (Espírito Santo). • Já o minério de manganês aí produzido destina-se, em sua maior parte, às indústrias do Sudeste brasileiro. • A Companhia Vale do Rio Doce (atualmente apenas “Vale”) é uma das várias empresas que exploram o minério de ferro no “Quadrilátero Ferrífero”, sendo a maior exportadora desse produto. • Foi privatizada em 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso, provocando protestos de vários setores da sociedade brasileira por... ...ser considerada, internacionalmente, um modelo de eficiência administrativa, ...e irrisórios preços de venda impostos pelo mercado internacional.
  • 92. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá.
  • 93. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá. • Apesar de contar com grandes reservas tanto de minério de ferro quanto de manganês, elas são pouco exploradas, em virtude...
  • 94. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá. • Apesar de contar com grandes reservas tanto de minério de ferro quanto de manganês, elas são pouco exploradas, em virtude... ...do pequeno consumo local,
  • 95. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá. • Apesar de contar com grandes reservas tanto de minério de ferro quanto de manganês, elas são pouco exploradas, em virtude... ...do pequeno consumo local, ...da distância dos principais centros consumidores do Sudeste
  • 96. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá. • Apesar de contar com grandes reservas tanto de minério de ferro quanto de manganês, elas são pouco exploradas, em virtude... ...do pequeno consumo local, ...da distância dos principais centros consumidores do Sudeste ...e da concorrência com o “Quadrilátero Ferrífero” em Minas Gerais.
  • 97. • O “Maciço do Urucum” localiza-se no Mato Grosso do Sul, próximo a Corumbá. • Apesar de contar com grandes reservas tanto de minério de ferro quanto de manganês, elas são pouco exploradas, em virtude... ...do pequeno consumo local, ...da distância dos principais centros consumidores do Sudeste ...e da concorrência com o “Quadrilátero Ferrífero” em Minas Gerais. • A produção de manganês visa ao mercado externo, representado pela Argentina e pelo Paraguai.
  • 98. • A Serra do Navio, situada no Amapá, apresentava boas reservas de manganês
  • 99. • A Serra do Navio, situada no Amapá, apresentava boas reservas de manganês
  • 100. • A Serra do Navio, situada no Amapá, apresentava boas reservas de manganês • Mas elas já foram quase inteiramente exploradas pela empresa brasileira “ICOMI” (Indústria e Comércio de Minérios) em associação com a empresa norte-americana “Bethlehem Steel Corporation”.
  • 101. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano.
  • 102. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações:
  • 103. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto
  • 104. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto - Planície
  • 105. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto - Planície - Depressão
  • 106. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto - Planície - Depressão • Considera-se planalto o compartimento de relevo caracterizado por uma superfície irregular a uma altitude superior a 300 metros, em que predominam os processos erosivos e não os de sedimentação.
  • 107. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto - Planície - Depressão • Considera-se planalto o compartimento de relevo caracterizado por uma superfície irregular a uma altitude superior a 300 metros, em que predominam os processos erosivos e não os de sedimentação. • As planícies se caracterizam por receber sedimentos oriundos de oceanos e mares, de lagos ou de rios.
  • 108. • Como já dissemos, as formas do relevo brasileiro são sustentadas, em grande parte, por rochas e estruturas anteriores ao atual estágio de configuração do subcontinente sul- americano. • As três principais classificações de geomorfologia (estudo da gênese e das formas do relevo) brasileira dividem o relevo do Brasil em três unidades ou macrocompartimentações: - Planalto - Planície - Depressão • Considera-se planalto o compartimento de relevo caracterizado por uma superfície irregular a uma altitude superior a 300 metros, em que predominam os processos erosivos e não os de sedimentação. • As planícies se caracterizam por receber sedimentos oriundos de oceanos e mares, de lagos ou de rios. • O seu processo sedimentar, que é mais intenso do que o processo erosivo, é formado por sedimentos recentes, que datam do quartenário (de 1 a 10 milhões de anos atrás).
  • 109. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.
  • 110. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos. • Outro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões seOutro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões se formaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodosformaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodos úmidos.úmidos.
  • 111. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos. • Outro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões seOutro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões se formaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodosformaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodos úmidos.úmidos. • Na década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foramNa década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foram desenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos edesenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos e geológicos.geológicos.
  • 112. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos. • Outro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões seOutro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões se formaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodosformaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodos úmidos.úmidos. • Na década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foramNa década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foram desenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos edesenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos e geológicos.geológicos. • Durante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre oDurante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre o relevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critériosrelevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critérios morfogenéticos.morfogenéticos.
  • 113. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos. • Outro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões seOutro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões se formaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodosformaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodos úmidos.úmidos. • Na década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foramNa década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foram desenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos edesenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos e geológicos.geológicos. • Durante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre oDurante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre o relevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critériosrelevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critérios morfogenéticos.morfogenéticos. • Para o geógrafo, o “relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas,Para o geógrafo, o “relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem suas gêneses: os planaltos, as planícies e as depressões”.que refletem suas gêneses: os planaltos, as planícies e as depressões”.
  • 114. • A principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizaremA principal característica das depressões no território brasileiro é o fato de se localizarem entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos.entre as bordas das bacias sedimentares e os escudos cristalinos. • Outro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões seOutro fator a ser ressaltado é que, por serem muito extensas, essas depressões se formaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodosformaram em períodos erosivos secos, que se alternavam com as erosões dos períodos úmidos.úmidos. • Na década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foramNa década de 1940, os pioneiros estudos e divisões geomorfológicas do Brasil foram desenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos edesenvolvidos por Aroldo de Azevedo, que privilegiava os critérios morfológicos e geológicos.geológicos. • Durante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre oDurante os anos de 1970 a 1990, o geógrafo Jurandyr Ross desenvolveu estudos sobre o relevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critériosrelevo brasileiro e estabeleceu uma nova classificação, orientando-se pelos critérios morfogenéticos.morfogenéticos. • Para o geógrafo, o “relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas,Para o geógrafo, o “relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem suas gêneses: os planaltos, as planícies e as depressões”.que refletem suas gêneses: os planaltos, as planícies e as depressões”. • Os compartimentos mais significativos do relevo brasileiro se originaram ao longo da eraOs compartimentos mais significativos do relevo brasileiro se originaram ao longo da era cenozóica (70 milhões de anos), quando houve o surgimento da placa sul-americana e,cenozóica (70 milhões de anos), quando houve o surgimento da placa sul-americana e, consequentemente, processos erosivos marcantes nas bordas das bacias sedimentares.consequentemente, processos erosivos marcantes nas bordas das bacias sedimentares.
  • 115. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.
  • 116. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:
  • 117. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes: - Uma baixa, as plataformas- Uma baixa, as plataformas
  • 118. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes: - Uma baixa, as plataformas- Uma baixa, as plataformas - Outra, formada por terras com traços de serra- Outra, formada por terras com traços de serra
  • 119. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes: - Uma baixa, as plataformas- Uma baixa, as plataformas - Outra, formada por terras com traços de serra- Outra, formada por terras com traços de serra • As duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambasAs duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambas predominam as rochas cristalinas.predominam as rochas cristalinas.
  • 120. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes: - Uma baixa, as plataformas- Uma baixa, as plataformas - Outra, formada por terras com traços de serra- Outra, formada por terras com traços de serra • As duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambasAs duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambas predominam as rochas cristalinas.predominam as rochas cristalinas. • Isto estabelece uma nova tipologia às formas do relevo brasileiro, e cria uma novaIsto estabelece uma nova tipologia às formas do relevo brasileiro, e cria uma nova macrocompartimentação: as depressões.macrocompartimentação: as depressões.
  • 121. • Em relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação deEm relação às unidades de relevo classificadas por Aroldo de Azevedo, a classificação de Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque.Jurandyr Ross traz algumas novidades que merecem destaque. • Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes:Para Ross, os escudos cristalinos são divididos em duas partes: - Uma baixa, as plataformas- Uma baixa, as plataformas - Outra, formada por terras com traços de serra- Outra, formada por terras com traços de serra • As duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambasAs duas datam do pré-cambriano (de 4,5 bilhões a 900 milhões de anos atrás) e em ambas predominam as rochas cristalinas.predominam as rochas cristalinas. • Isto estabelece uma nova tipologia às formas do relevo brasileiro, e cria uma novaIsto estabelece uma nova tipologia às formas do relevo brasileiro, e cria uma nova macrocompartimentação: as depressões.macrocompartimentação: as depressões. • A nova classificação baseia-se numa interpretação genética da dinâmica do relevoA nova classificação baseia-se numa interpretação genética da dinâmica do relevo brasileiro.brasileiro.
  • 122. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul.
  • 123. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.
  • 124. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.
  • 125. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos. • É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.
  • 126. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos. • É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão. • Na classificação de Jurandyr Ross:Na classificação de Jurandyr Ross:
  • 127. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos. • É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão. • Na classificação de Jurandyr Ross:Na classificação de Jurandyr Ross: 1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao pantanal mato-grossense.pantanal mato-grossense.
  • 128. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos. • É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão. • Na classificação de Jurandyr Ross:Na classificação de Jurandyr Ross: 1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao pantanal mato-grossense.pantanal mato-grossense. 2. muitas áreas de planaltos passaram a ser consideradas depressões2. muitas áreas de planaltos passaram a ser consideradas depressões
  • 129. • O princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as baciasO princípio geral que norteou a nova classificação é que no território brasileiro as bacias sedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformassedimentares sofreram uma elevação até as proximidades do nível das plataformas cristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira doscristalinas em função da formação dos dobramentos modernos (como a Cordilheira dos Andes) na costa ocidental da América do Sul.Andes) na costa ocidental da América do Sul. • Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos.Por isso é que o Brasil se caracteriza por planaltos baixos. • No contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, comoNo contato entre os planaltos cristalinos e sedimentares, há processos erosivos e, como os sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre oos sedimentares têm menor resistência em função de sua gênese e formação, ocorre o rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos.rebaixamento das bordas dos escudos cristalinos. • É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão.É aí que são consideradas por Jurandyr Ross as áreas de depressão. • Na classificação de Jurandyr Ross:Na classificação de Jurandyr Ross: 1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao1. as áreas de planície foram reduzidas às proximidades dos rios, às áreas litorâneas e ao pantanal mato-grossense.pantanal mato-grossense. 2. muitas áreas de planaltos passaram a ser consideradas depressões2. muitas áreas de planaltos passaram a ser consideradas depressões 3. estabelecem-se grandes áreas de depressão3. estabelecem-se grandes áreas de depressão
  • 130. CONTINUA NA PRÓXIMA AULA

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