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Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
 

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    Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos. Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos. Presentation Transcript

    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS, PISOS DE CONCRETO E DOS REVESTIMENTOS.Acadêmicos: Adrian Sotana, Carlos Eduardo Bamberg, Thiago Batista da Costa
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO "A patologia na construção pode ser entendida, como à Ciência Médica, o ramo da engenharia que estuda os sintomas, formas de manifestação, origens e causas das doenças ou defeitos que ocorrem nas edificações." (CARMO, 2000).
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO Os problemas patológicos têm  O surgimento de problemassuas origens motivadas por patológicos na estruturafalhas que ocorrem durante a indica maneira geral, arealização de uma ou mais das existência de falhas durante aatividades inerentes ao execução de uma das etapasprocesso comum que se da construção, além dedenomina de Construção Civil, Civil apontar para falhas tambémprocesso este que pode ser no sistema de controle dedividido em três etapas básicas: qualidade próprio de uma ouFalhas de projeto, execução e mais atividades.de manutenção.
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO Os problemas patológicos estão presentes na maioria dasedificações, seja com maior ou menor intensidade, variando o períodode aparição e/ou a forma de manifestação.Pilar corroído com armaduras PatologiasFonte: www.piniweb.com.br Fonte: www.piniweb.com.br
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO PATOLOGIAS GERADAS NA ETAPA DE CONCEPÇÃO DAESTRUTURA - PROJETO Várias são as falhas que podem ocorrer durante a concepção daestrutura, podendo se originar durante os estudo preliminar, naexecução do ante-projeto, ou durante a elaboração do projeto deexecução. Falhas originadas por um estudo preliminar deficiente, ou deante-projetos equivocados, resultam principalmente no encarecimentodo processo de construção, ou por transtornos na utilização da obra, jáfalhas geradas durante a realização do projeto final de engenharia sãoresponsáveis por problemas patológicos sérios.
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADOPATOLOGIAS GERADAS NA ETAPA DE EXECUÇÃO DAESTRUTURA - CONSTRUÇÃO Uma vez iniciada a construção podem ocorrer falhas das maisdiversas naturezas, associadas a causas tão diversas como: falta de condiçõeslocais de trabalho, não capacitação profissional da mão-de-obra, inexistênciade controle de qualidade de execução, má qualidade de materiais ecomponentes, irresponsabilidade técnica e até mesmo sabotagem. Estes inúmeros fatores podem facilmente levar a graves erros emdeterminadas atividades, como a implantação da obra, escoramento, formas,posicionamento e quantidade de armaduras e a qualidade do concreto, desdesua fabricação até a cura.
    • Muitos dos problemas patológicos tem sua origem na qualidade inadequada nos materiais e componentes, a menor durabilidade, os erros dimensionais, a presença de agentes agressivos incorporados e a baixa resistência mecânica são apenas alguns dos muitos problemas que podem ser implantados nas estruturas como conseqüência desta baixa qualidade.FALHA NA EXECUÇÃO DO PILARFonte http://2.bp.blogspot.com
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO PATOLOGIAS GERADAS NA ETAPA DE UTILIZAÇÃO DAESTRUTURA - MANUTENÇÃO Acabadas as etapas de concepção e de execução com qualidadeadequada, as estruturas podem vir apresentar problemas patológicosoriginados da utilização errônea ou da falta de um programa de manutençãoadequado. Problemas patológicos podem ser evitados informando o usuáriosobre as possibilidades e as limitações da obras como por exemplo em umedifício de alvenaria estrutural, informar ao morador sobre quais são asparedes portantes, para que não se realizem obras de demolição ou aberturasde vãos sem a consulta e assistência de especialistas. Muitos são os casos em que a manutenção periódica pode evitarproblemas patológicos sérios, como a limpeza e a impermeabilização de lajesde cobertura, marquises, piscinas elevadas, que se não forem executadas,possibilitarão a infiltração prolongada de água, que implicarão nadeterioração da estrutura.
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADOProblemas comuns do país, onde classifica-se as incidências de acordo com sua origem de incidência. Fonte: www.infohab.org.br
    • CORROSÃO DE ARMADURAS NA BASE DE PILARESASPECTOS GERAIS Manchas superficiais de cor avermelhadas; Fissuras paralelas à armadura; Redução da seção da armadura; Descolamento do concreto.CAUSAS PROVÁVEIS Alta densidade de armaduras devido a presença deancoragem não permitindo o cobrimento mínimoexigido; Cobrimento em desacordo com o projeto; Falta de homogeneidade do concreto; Perda de nata de cimento pela junta das fôrmas; Alta permeabilidade do concreto; Insuficiência de argamassa para o envolvimentototal dos agregados; Em áreas de garagem, devido à presença demonóxido de carbono que pode contribuir para arápida carbonatação do concreto. Fonte: www.infohab.org.br
    • CORROSÃO DE ARMADURAS EM VIGAS COM JUNTAS DE DILATAÇÃO ASPECTOS GERAIS  Manchas superficiais de cor marrom- avermelhadas;  Fissuras paralelas à armadura;  Redução da seção da armadura;  Descolamento do concreto;  Saturação da parte inferior da viga. Fonte: www.infohab.org.br CAUSAS PROVÁVEIS  Juntas de dilatação obstruídas e com infiltrações;  Presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.;  Alta densidade de armaduras não permitindo o cobrimento mínimo exigido;  Cobrimento em desacordo com o projeto;  Alta permeabilidade do concreto;  Insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados;
    • CORROSÃO DE ARMADURAS EM LAJESASPECTOS GERAIS Manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; Corrosão generalizada em todas asbarras da armadura; Redução da seção da armadura; Descolamento do concreto. Fonte: www.infohab.org.brCAUSAS PROVÁVEIS Falta de espaçadores; Abertura nas juntas das fôrmas, provocando a fuga de nata de cimento; Presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; Cobrimento em desacordo com o projeto; Concreto com alta permeabilidade e/ou elevada porosidade; Insuficiência de estanqueidade das fôrmas;
    • CORROSÃO DE ARMADURAS DEVIDO À PRESENÇA DE UMIDADEASPECTOS GERAIS Manchas superficiais (em geralbranco-avermelhadas) na superfíciedo concreto; Umidade e infiltrações; Percolação de água; Fonte: www.infohab.org.brCAUSAS PROVÁVEIS Acúmulo de água e infiltrações; Alta permeabilidade do concreto; Fissuras na superfície do concreto favorecendo a entrada de água presente. Juntas de concretagem mal executadas; Presença de ninhos de concretagem.
    • Infiltração e presença de limo causadas pela fissuração e permeabilidade excessiva da laje de concreto. (Paulo Barroso Engenharia Ltda)
    • Corrosão nas armaduras próximas as tubulações queapresentam infiltrações.(Jefferson Maia Lima)
    • Laje apresentando a infiltração de águas provocando a lixiviação do concreto desencadeando a corrosão das armaduras. (Jefferson Maia Lima)
    • CORROSÃO DE ARMADURAS POR ATAQUE DE CLORETOSASPECTOS GERAIS Manchas superficiais de cormarrom-avermelhadas; Apresenta corrosão localizada comformação de "pites"; Fonte: www.infohab.org.brCAUSAS PROVÁVEIS Presença de agentes agressivos incorporados ao concreto: águas salinas,aditivos à base de cloretos ou cimentos; Atmosfera viciada: locais fechados com baixa renovação de ar, existindo aintensificação da concentração de gases.
    • Apresenta-se formação de pites decorrosão localizada por toda aestrutura e lascamento do concretodevido a expansão dos produtos decorrosão. (José R. S. Pacha)
    • NINHOS E SEGREGAÇÕES NO CONCRETO ASPECTOS GERAIS  Vazios na massa de concreto;  Agregados sem o envolvimento da argamassa;  Concreto sem homogeneidade dos componentes; CAUSAS PROVÁVEIS  Baixa trabalhabilidade do concreto;  Insuficiência no transporte, lançamento e adensamento do concreto;  Alta densidade de armaduras;Ninho de concretagem na viga, originalmente encoberto por concreto que não penetrou entre a fôrma e as armaduras. (Revista Téchne n.º 08, p. 23) 
    • Ninhos de concretagem no encontro do pilarcom a viga, posteriormente preenchido comtijolo cerâmico. (José R. S. Pacha)
    • DESAGREGAÇÕES DO CONCRETOASPECTOS GERAIS Agregados soltos ou de fácil remoção;CAUSAS PROVÁVEIS Devido ao ataque químicoexpansivo de produtos inerentes aoconcreto; Baixa resistência do concreto; Pilar apresentando desagregação na sua base com fácil remoção de concreto e presença de corrosão acentuada. (ANDRADE, 1992)
    • LASCAMENTO DO CONCRETOASPECTOS GERAIS Descolamento de trechos isolados doconcreto; Desplacamento de algumas partes deconcreto geralmente em quinas doselementos e em locais submetidos a fortestensões expansivas;CAUSAS PROVÁVEIS Corrosão das armaduras; Canos de elementos estruturais semarmadura Suficiente para absorver os esforços; Lascamento do concreto devido à expansão dos produtos de corrosão nas armaduras da Desfôrma rápida. laje. (Jefferson Maia Lima)
    • Lascamento do concreto devido à expansão dos produtos de corrosão nas armaduras da laje. (Jefferson Maia Lima)
    • Lascamento do concreto devido à expansão dos produtos de corrosãonas armaduras da laje e parte da viga. (Jefferson Maia Lima)
    • DEFEITOS EM EDIFÍCIOSQUAIS SÃO AS CAUSAS ? QUEM É RESPONSÁVEL ? COMO REFORMAR ? Geralmente os problemascomeçam a aparecer quando extinto oprazo de garantia legal, a construtora sedespede, definitivamente, do prédio. Osíndico, passa a ser pressionado porreclamações dos condôminos, acabacontratando reformas sem dispor deexatos diagnósticos dos danos existentes.A "solução" do problema costuma nascerde inúmeros palpites e "achismos"gerados no meio dos próprios moradores. Diagnósticos "infalíveis" sãoapresentados, por alguns prestadores deserviço pouco responsáveis, que oferecemreformas aparentemente baratas, semrespaldo técnico consistente ou realconhecimento do prédio, apenas movidospelo interesse em "pegar o serviço".
    • As causas da patologia do concreto pode se dar por vários fatores como erros de projeto e execução mas também podem acontecer por fatores fisicos e quimicos.FATORES FÍSICOS Dependendo das condições climáticas e ambientais, o concretoestará submetido aos efeitos de um conjunto de agentes agressivos ediferentes fatores destrutivos. Esses agentes ou fatores podem atuarisoladamente, dentre os quais se incluem os de natureza física com osseus efeitos característicos. O resultado das interações ambientais com amicroestrutura do concreto é a mudança das suas propriedadesmecânicas.
    • Fonte: Metha,MONTEIRO 1994 p.128
    • PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADOIPC - INSTITUTO DE PATOLOGIAS DA CONSTRUÇÃO É uma organização situada no Rio de Janeiro que congregatécnicos e engenheiros do setor de patologias, para implementartecnologias específicas à determinado problema nas edificações. Este instituto foi criado de modo a sensibilizar os técnicos eengenheiros para o fato de que construir e recuperar são atividadestotalmente diferentes, tanto a nível de mão-de-obra executiva quanto douso de materiais e equipamentos.
    • RECUPERAÇÃO DA ARMADURA Corrosões e bicheiras em estruturas de concreto são comunsdevido a falhas de concretagem, quando a mistura não ficou homogênea,o adensamento deixou arestas ou, ao ser especificado, o traço do concretonão foi respeitado. Com o tempo, surgem fissuras, trincas e lascamentosna estrutura. Existem dois tipos materiais que podem ser usados para reparo um deles é o graute, O graute é utilizado para preenchimento mais profundos e pode ser aplicado em camadas com até 5 cm de espessura, sem adição de brita ou pedrisco. E o outro é a argamassa polimérica é recomendada para preencher reparos com até 2 cm deFonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp espessura.
    • PASSO - A - PASSO PAR RECUPERAÇÃO DA ARMADURA PASSO 1Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.aspMarcação da área:Delimite a área com um ângulo reto, de preferência retangular, com umafolga de 10 cm a 15 cm da área com bicheira ou com armadura exposta.
    • PASSO 2 Corte: Corte a região demarcada com disco de corte apropriado, tomando o cuidado de efetuar o cruzamento dos cortes nos cantos do reparo a fim de assegurar a profundidade. Isso garante maior facilidade para a limpeza do local. Durante o corte, tome cuidado para não romper a armadura, se houver.Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp
    • PASSO 3 Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp Remoção do concreto deteriorado: Com ponteiro e marreta ou rompedor elétrico, apicoar e eliminar todas as áreas deterioradas, criando uma superfície regular e limpa.Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp
    • PASSO 4 Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp Limpeza da área de trabalho A superfície do concreto deve estar isenta de partículas soltas e da presença de graxa e óleos. A área deve estar rugosa para obter boa aderência.Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp
    • PASSO 5 Preparação da mistura e da área: Umedeça a área com a broxa e em seguida prepare a argamassa ou graute de acordo com a recomendação do fabricante.Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.asp
    • PASSO 6Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/23/artigo139193-1.aspRecomposição do concreto:Imediatamente após a preparação da mistura, aplique a argamassa naárea do reparo moldando com a colher de pedreiro. Aplique porcamadas: com a argamassa, a espessura é de 2 cm, e no caso do grauteé possível criar camadas de até 5 cm. O tempo de cura varia de acordocom o produto - argamassa ou graute - de cada fabricante. Em média,cada camada de argamassa demora 6h.
    • Patologias mais comuns nos pisos cimentados
    • O piso de concreto é definido a partir da sua utilização finalnos seguintes itens: acabamento, resistências, espessura, tipo deconcreto, tipo de estrutura, processo de concretagem e acabamento.
    • As patologias dos pisos cimentados agrupam-se em trêsgrandes divisões: fissuras, desgastes e esborcinamento de juntas,porém sem excluir outros registros como problemas de coloração edelaminação.
    • DESGASTE SUPERFICIAL• Patologia relativamente comum;• Fatores: baixa qualidade dos materiais utilizados; traço inadequado do concreto; exsudação; acabamento inapropriado; ausência do procedimento de cura; excesso de carregamento.
    •  Desgaste por abrasãoDesgaste acentuado
    • DELAMINAÇÃO• Patologia comum aos pisos de concreto;• Caracteriza-se pelo destacamento da lâmina superficial do piso, tendo como uma de suas consequências a diminuição de resistência do piso;• Fatores: Polimento precoce do piso, procedimento que sela o concreto e deixa a superficie menos permeável, impedindo a passagem da água de exsudação.
    • Delaminação
    • ESBORCINAMENTO• Quebra das bordas;• Fatores: erros de projeto, como a adoção de barras de transferência de diâmetro inadequado ou especificação incorreta de materiais de preenchimento.
    • EMPENAMENTO Fatores: baixas espessuras do pavimento, alta retração e subarmação do piso.
    • FISSURAS• Patologia característica das estruturas de concreto.• A caracterização da fissuração depende sempre da origem, intensidade e magnitude do quadro de fissuração existente.• Fatores: retração plástica; assentamento plástico do concreto; movimentação de formas e/ou do subleito; retração hidráulica.
    • FISSURAS Retração plástica (quando a água de desloca para fora de um corpo poroso não totalmente rígido, ocorre uma contração deste corpo.
    • FISSURAS Assentamento plástico do concreto (após o lançamento do concreto, os sólidos da mistura começam a sedimentar, deslocando água e o ar aprisionado.
    • FISSURAS Movimentação de Formas e/ou do Subleito (os recalques do subleito ou mau escoramento das fôrmas podem causar trincas no concreto durante a fase plástica.
    • FISSURAS Retração hidráulica (após a pega é devida à perda por evaporação de parte da água de amassamento para o ambiente, de baixa umidade relativa. A retração após a pega manifesta-se muito mais lentamente do que a retração plástica.
    • MANCHAS NO CONCRETO Três causas básicas:1 – pega diferenciada do concreto, ocorrida por um atraso no processo de concretagem;2 – posicionamento dos agregados graúdos muito próximos a superfície;3 – má aplicação das mantas de cura.
    • Manchas no concreto
    • BOLHAS• Antecede o fenômeno de deslocamento dos revestimentos.• Pequenas formações na superfície começam a aparecer, e aos poucos, vão se tornando maiores e numerosas.• Fatores: acúmulo de líquidos ou gases vindos da sub-base, base e do próprio revestimento, em decorrência de falhas durante a catalise dos materiais
    • Bolhas
    • REVESTIMENTOS CERÂMICOS Dentre as patologias que o revestimento cerâmico pode apresentar, pode-se dizer, que estão distribuidas em relação a origem do processo construtivo, onde parcela dessas patologias, são oriundas de projetos mau elaborados, seguidos de mau execução e qualidade dos materiais utilizados.
    • • As patologias mais frequentes em cerâmicas são:•Patologias quanto as eflorescências;•Patologias quanto as trincas, gretamento e fissuras;•Patologias quanto ao bolor;•Deterioração das juntas;•Patologias quanto a expansão por umidade (EPU);•Destacamentos de placas
    • Eflorescência Eflorescência são marcas de bolor, decorrentes da infiltração deágua. São manchas normalmente brancas que se formam sobre asuperfície alterando a estética dos acabamentos. O quadropatológico da eflorescência, tem como fator predominante apresença e a ação da água.
    • Eflorescência
    • Para evitar as eflorescências deve-se utilizar cimento CP IV(pozolânico) ou cimento tipo RS (resistente a sulfatos). Outra formade conter a eflorescência, é utilizar rejuntes impermeáveis, e acimade tudo, vazamentos em paredes, visto que, a origem daeflorescência se dá, devido aos vazamentos de canos, umidades deterrenos, ou penetração por meio de rejuntes mau aplicados.
    • Para limpeza, geralmente se recomenda o uso de ácidosulfámico (H2N SO2 OH2) ou ácido amidosulfónico. Deve-seutilizar uma solução em torno de 5%, tomando-se os cuidados deefetuar testes iniciais e tomar cuidado em proteger superfíciesmetálicas e outras adjacentes. Quando a superfície estiver limpa,lavar todo o local com água em abundância.
    • Eflorescência
    • Trincas, Gretamentos e Fissuras Essa patologia, ocorre devido a perda de integridade dasuperfície da placa cerâmica. As trincas são rupturas causadas por esforços mecânicos,resultando na separação das placas, gerando aberturassuperiores a 1 mm. Já as fissuras, são rompimentos nas placascerâmicas, que não chegam a causar a ruptura nas placas,gerando uma abertura inferior a 1 mm. O gretamento são aberturas em várias direções, inferioresa 1 mm, ocorrendo na superfície esmaltada das placas. Para evitar essa patologia, deve-se usar argamassas bemdosadas ou colantes.
    • Trincas, Gretamentos e Fissuras
    • Patologias quanto ao Bolor O desenvolvimento de fungos em revestimentos externos causaalteração estética formando manchas escuras indesejáveis emtonalidades preta, marrom e verde, ou ocasionalmente, manchasclaras esbranquiçadas ou amareladas.
    • Patologias quanto ao Bolor
    • A limpeza de manchas de bolor, gordura ou sujeira podeser feita com escova ou esponja, utilizando-se produtos delimpeza desengordurantes ou à base de cloro. Não devem serusados ácidos. Para ambientes que entram em contato direto com a água,o rejunte deve ser impermeável (para impedir que o líquidoinfiltre por baixo da cerâmica) e antifúngico (para evitar aformação de bolor).
    • Deterioração das Juntas. A deterioração das juntas compromete o desempenho dosrevestimentos cerâmicos, pois as juntas são responsáveis pelavedação do revestimento cerâmico e por absorver deformações.
    • Deterioração das Juntas
    • É possível perceber quando ocorre uma deterioração da juntaquando há perda de estanqueidade e envelhecimento do material depreenchimento. No caso da perda da estanqueidade, isso se dá,devido ao mau procedimento de limpeza, logo após a sua execução,que em contato com agentes agressivos, pode causar fissuras. Em situações que os rejuntes apresentam uma quantidadegrande de resinas podem ocorrer envelhecimento e perda de cor norevestimento. Para evitar essa patologia é necessário ter um controle rigorosoda execução do rejuntamento, do preenchimento das juntas e daescolha dos materiais que será utilizados.
    • Patologias quanto a expansão por umidade (EPU) Trata-se de uma propriedade dos materiais cerâmicos quetendem a inchar-se, em maior ou menor grau com o decorrer dotempo, essa expansão associada à ausência de juntas adequadasresultará fatalmente nodescolamento do revestimento porflambagem, ou greteamento e fissuras doesmalte.
    • Com a expansão por umidade ocorre o aumento da peçacerâmica devido à absorção de água, podendo resultar nadescolagem da peça da argamassa. Para locais com umidade e queestão diretamente expostos ao sol, deve-se analisar o índice deabsorção de água da peça, visando um índice baixo para que nãohaja expansão.
    • Patologias quanto a expansão por umidade (EPU)
    • Destacamento de Placas O destacamento das placas ocorre devido a perda deaderência da cerâmica do substrato, quando as tensõesaplicadas ultrapassarem a sua capacidade de aderência dasligações.
    • É possível perceber o destacamento da placa quando ocorrerum som oco na cerâmica, ou quando ocorrer o estufamento dacamada de acabamento. Isso ocorre devido a acomodação daconstrução, pela deformação lenta da estrutura de concreto armado,pela ausência de detalhes construtivos, quando utilizado cimentocolante vencido, mão de obra desqualificada, entre outraspossibilidades. Para solucionar essa patologia, na maioria das vezes, a soluçãoé a retirada total do revestimento, devido a sua recuperação sertrabalhosa e cara.
    • Destacamento de Placas
    • Revestimentos Argamassados A patologia nos revestimentos argamassados ocorre devido aqualidade do materiais utilizados na execução, do traço daargamassa de cimento, da espessura do revestimento, da aplicaçãodo revestimento, do tipo de pintura, da umidade e da expansão daargamassa de assentamento. A origem para a ocorrência desses problemas estão associadosàs fases de projeto e execução desse revestimento, ou seja, pelaausência do projeto do revestimento ou pela má concepção e pelanão conformidade entre o projetado e o executado.
    • As patologias mais frequentes nos revestimentos argamassados são:• fissuração e o deslocamento da pintura;• formação de manchas de umidade, com desenvolvimento de bolor;• deslocamento da argamassa de revestimento da alvenaria;• fissuração da superfície do revestimento;• formação de vesículas na superfície do revestimento;• deslocamento entre o reboco e o emboço.
    • Qualidade dos materiais utilizados• Agregados A desagregação do revestimento, tem como causa a presença de torrões argilosos, com excesso de finos na areia ou de mica em quantidade apreciável. A mica pode também reduzir a aderência do revestimento à base ou de duas camadas entre si.
    • • Cal Se for utilizada logo após a fabricação, ocorrerá aumento de volume, causando danos ao revestimento, mais precisamente na camada de reboco. Existindo óxido de cálcio livre, na forma de grãos grossos, a expansão não pode ser absorvida pelos vazios de argamassa e o efeito é o de formação de vesículas, podendo ser observados já nos primeiros meses de aplicação do reboco.
    • • Cimento Não existe inconveniente quanto ao tipo de cimento, mas sim, quanto à finura que regulará os níveis de retração por secagem. A retração nas primeiras 24 horas é controlada pela retenção de água que, sendo proporcional ao teor de finos. Mas, em idades, maiores, a retração aumenta com o teor de finos. Para resolver o problema, costuma-se adicionar aditivo incorporador de ar à argamassas de cimento, ou adicionar cal hidratada para que aumente o teor de finos, melhorando a retenção de água e trabalhabilidade do conjunto.
    • Traço da Argamassa• Argamassa de Cal O endurecimento é resultante da carbonatação da cal. Dessa forma, a resistência da argamassa é função de uma proporção adequada de areia, cal e de condições favoráveis à penetração do anidrido carbônico do ar atmosférico através de toda a espessura da camada. Considera-se argamassa rica a que contém proporção cal areia, em massa superior a 1:3.
    • • Argamassa de Cimento A primeira camada do revestimentoé o emboço, regularizando a superfície da base. Para que essa camada seja elástica, deve conter cal e cimento em proporções adequadas. Quando essa camada for rica em cimento, pode-se observar fissuras e deslocamente, condição agravada quando aplicada em espessura superior a 2 cm.
    • Modo de Aplicação• Aderência Uma camada do revestimento aplicada sobre outra, impedindo a penetração da nata do aglomerante, pode apresentar problemas de aderência. O revestimento mantém-se aderente nos locais correspondentes às juntas do assentamento. Sendo a área dessas juntas pequenas, o revestimento acaba sendo descolado sob o efeito do seu próprio peso. É essencial que existam condições de aderência do revestimento à base.
    • • Aplicação da Argamassa Se o tempo de endurecimento e secagem da camada inferior não é observado antes da aplicação da camada superior, a retração que acompanha a secagem da camada inferior gera fissuras na camada superior.
    • • Espessura do Revestimento Em casos em que há um traço rico de cimento, acaba não permitindo que o revestimento acompanhe a movimentação da estrutura, deslocando-se. No reboco, o efeito observado é de desagregação por falta de carbonatação. Segundo as prescrições da NB-231 "Revestimento de paredes e tetos com argamassas: materiais, preparo, aplicação e manutenção", a espessura do emboço não deve ultrapassar 2 cm e a do reboco 2 mm.
    • Tipo de Pintura As tintas a óleo e epóxi promovem uma camada impermeável,dificultando a difusão do ar atmosférico através da argamassa derevestimento. Se a pintura for aplicada prematuramente, o grau decarbonatação não será suficiente para dar resistência suficiente acamada de reboco, gerando um deslocamento do emboço comdesagregação.
    • Causas Externas• Umidade A infiltração de água acaba gerando manchas, acompanhadas pela formação de eflorescência ou vesículas. A infiltração constante provoca a desagregação do revestimento, com pulverulência ou formação de bolor em locais onde não há incidência com o sol.
    • • Expansão da Argamassa de Assentamento A expansão da argamassa de assentamento pode ser provocada por reações químicas entre os constituintes desta argamassa ou mesmo entre compostos do cimento e dos tijolos ou blocos que compõem a alvenaria, ocorrendo no sentido vertival, podendo ser identificada por fissuras horizontais no revestimento. Isso ocorre devido a reação de sulfato do meio ambiente ou do componente da alvenaria com o cimento da argamassa e pela hidratação retardada da cal dolomitica usada na argamassa de assentamento.
    • Reparos Sempre que surgir danos na edificação, é necessário que sejamfeitos reparos para evitar que o fenômeno alastre-seprogressivamente, solicitando um reparo constante. Por isso mesmo,é necessária a identificação das causas e da extensão do dano paraprocurar solicioná-los o mais rapido possível.
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