Apresentação Máquinas Agrícolas
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  • 1. Universidade Federal de Amazonas – UFAM Faculdade de Ciências Agrárias – FCA Curso de zootecnia Disciplina: Máquinas Agrícolas Professor: Raimundo Leite Manaus 2013 1
  • 2. Diversas modificações buscando maior eficiência;  Agropecuárias vão se tornando cada vez mais tecnificada para se obter maiores produtividades a umas menor relação custo beneficio;  É necessário saber utilizar corretamente a mecanização;  2
  • 3.  Equipamentos devidamente adequados ao tipo de solo e as condições atuais da cultura;  Ainda existe uma carência de conhecimentos simples sobre regulamentos e implementos por parte de muitas pessoas responsáveis pelas operações agrícolas. 3
  • 4.   Para o aumento de produtividade é necessário que os suplementos agrícolas estejam bem regulados; Grande parte das operações de regulagem dos implementos agrícolas são realizados pelos tratoristas; 4
  • 5. Os principais implementos agricultura brasileira são:   utilizados a Preparo primário do solo: arados de disco fixo, reversível, aiverca reversivo, grades aradoras e escarificadoras; Preparo secundário do solo: grades niveladoras e destorçadoras. 5
  • 6.  São aqueles acoplados ao sistema de levante hidráulico do trator; 6
  • 7. Centralização do arado:  Os arados precisam ser centralizados;  Devem se bem nivelado em relação à superfície do solo, tanto no sentido longitudinal como no transversal,  Para os discos trabalhem com a mesma largura de corte a uma mesma profundidade, garantindo assim uma boa uniformidade de aração; 7
  • 8.    O arado montado ele deve ser devidamente aclopado ao trator, o qual deve esta com a bitola correta e devidamente lastrada para realiza a operação; Depois de aclopada o conjunto trator-arado deve se colocado em um local plano onde se iniciam as regulagens; Sempre que for fazer a regulagem ou a manutenção em implementos montados por uma questão de segurança se recomenda colocar um cálcio de madeira como aparo do arado. 8
  • 9. Em seguida, se faz o ajuste de cada lado sempre conferindo dos dois lados a distância entre as barreiras inferiores e as faces internas dos pneus.  As medições devem se nas mesmas posições tanto de um lado como de ouro;  As medidas obtidas dos dois lados forem praticamente às mesmas significa que o arado estar centralizado;  9
  • 10. Nivelamento Transversal: E depois de centralizado o arado é preciso fazer o nivelamento transversal;  Atuando na manivela niveladora no braço intermediário,  o lado direito do arado se movimentará par cima ou para baixo e o nivelamento transversal se quando estiverem nos dois braços intermediários e se tornarem iguais;  10
  • 11. Nivelamento Longitudinal: Para nivelar o arado no sentido longitudinal basta atuar no braço a parte terceiro ponto alterando o seu comprimento.  Ao aumentar o comprimento do braço a parte traseira do arado se aproxima do solo e diminuindo o seu comprimento o seu comprimento a patê traseira do solo será levantada;  11
  • 12. Quando todos os discos tiverem praticamente a mesma altura do solo, recomenda-se aumentar um pouco mais do comprimento do braço dos terceiros pontos até que quando o ultimo disco tocar no solo;  O primeiro fique de 3 a 4cm acima do solo;  12
  • 13. Em geral o ângulo horizontal pode variar de 40° a 55° e o vertical de 15° a 25°;  O ângulo horizontal dos discos tem haver com a capacidade de revolvimento do solo e com as condições de cobertura da superfície que será arada;  Portanto, sempre que for realizar uma aração e necessário procurar adequar os ângulos dos discos do arado as condições atuais;  13
  • 14. Solos pesados com características argilosas:  Recomenda-se trabalhar com ângulos horizontais maiores; Solos arenosos:  São mais leves e de menor resistência a penetração o valor do ângulo horizontal não exercer tanta influencia; 14
  • 15. Solos com presença de muita palha sobre a superfície:  Deverá se utilizado ângulos menores que permitem obter maiores velocidades de giro dos discos e por isso facilitam o corte da palha. 15
  • 16. O ângulo vertical esta relacionado com a profundidade do corte do arado e os valores a serem utilizados também devem-se utilizar ângulos menores para solos mais pesados;  Solos mais leves são utilizados ângulos maiores;  Os valores intermediários devem ser utilizados em caso de solos médios.  16
  • 17. As regulagens do arado fixo de disco = as do arado reversível de disco. 17
  • 18. Apresenta um eixo transversal acoplado que é utilizada para fixar os grampos, a distância de fixação dos grampos varia de 75 a 10 mm isso depende do tipo de arado que será empregado. 18
  • 19.     Os arados fixos de discos quando utilizados em trabalhos com o solo, exige uma regulação em especial como: Acoplamento do arado ao trator; Abertura do primeiro suco para centralização do arado; Realiza o abaixamento do arado até encostarse ao solo; Após a fixação do arado, é realizada a diminuição da pressão da roda guia a fim de favorecer a penetração dos discos no solo. 19
  • 20. Depois se realiza a abertura do primeiro suco para o alinhamento final do arado.  O alinhamento segue os seguintes passos:  Deve coloca as rodas do trator no local do suco aberto a fim de verificar a movimentação do trator (se apresenta ou não dificuldade de locomoção).  Deve-se verificar a manivela do braço auxiliar direito para que a parte frontal fique nivelada em relação à superfície do solo. 20
  • 21. Nivelamento dos ângulos horizontais e vertical de disco: A adequação dos ângulos horizontais e verticais de disco é uma regulagem que também e realizada em arados de discos fixos;  A variação dos ângulos dos discos esta condicionada por furos que permite estabelecer ângulos diferentes;  21
  • 22.     Para variar a largura de corte do arado basta soltar os grampos que estão fixos a barra transversal do arado ao chassi; De acordo com o giro realizado nos grampos a largura dos cortes pode ser maior ou menor; O arado de discos fixos além de todas as regulagem devem também ser regulado de acordo com a atividade que o mesmo ira desenvolver no solo; Quando se aumenta a pressão sobre a mola consegue-se uma maior pressão sobre o solo essa regulagem é recomendada para solos leves; 22
  • 23.  Quando ocorre a regulagem inversa os discos suportam maior pressão e peso do arado, apresentando maior capacidade de penetração no solo indicado para trabalhos em solos mais duros e com grande quantidade de argila em sua constituição. 23
  • 24.     E por fim é necessária regular a roda guia do arado; A roda guia além de controlar a profundidade de aração e responsável pelo alinhamento do conjunto trator-arado estabilizando a traseira do implemento e evitado os desvios das laterais; A roda guia tem a função de modificar a angulação de trabalho do arado, que torna possível compensar a força que o solo exerce sobre os discos; A roda guia serve também para regular o trator evitando que o mesmo seja utilizado com manobras arriscado ocasionando pressão e força excessiva na maquina (motor); 24
  • 25.  O tráfego intenso de máquinas sobre a superfície do solo, nas diversas operações poderá causar a compactação do solo. 25
  • 26.  A camada compactada que permanece abaixo da camada de atuação do arado é chamada de pé-de-arado. 26
  • 27. • Ela dificulta o crescimento das raízes das plantas. • Os implementos de hastes trabalham a uma profundidade que permite quebrar a área compactada. 27
  • 28. Alguns detalhes que devem ser considerados na regulagem de semeadoras: • A escolha das sementes selecionadas; • A escolha do disco quanto ao tamanho; • A mistura de grafite com a semente; • O deslize da roda motriz. 28
  • 29.  É necessário ajustar corretamente o espaçamento entre as linhas da semeadora na barra porta-ferramentas. 29
  • 30. ‘‘O sucesso de uma cultura depende de uma semeadura bem feira com técnica e eficiência.’’ 30
  • 31. 31
  • 32. 32
  • 33. 33
  • 34. 2 tipos de distribuidores de calcário:  Distribuidor por gravidade;  Distribuidor à lanço do tipo centrifugo; 34
  • 35.  No distribuidor por gravidade possui uma caçamba para ser tracionada pelo trator. No fundo desta caçamba existem orifícios de queda do calcário. 35
  • 36.  A quantidade de calcário que sai de dentro da caçamba é determinada pela abertura da comporta que existe na parte traseira da caçamba e pela velocidade da esteira. 36
  • 37. 37
  • 38. 38
  • 39.  É um implemento muito utilizado para fazer aração em grandes áreas, principalmente em áreas de solos médios ou leves. 39
  • 40.  Normalmente os discos das grades aradoras possuem diâmetro de 24 polegadas ou mais. As grades aradoras são implementos de arrastos e portanto o acoplamento é feito simplesmente engatando a grade na barra de tração do trator. 40
  • 41. Regular o pulverizador significa: Determinar corretamente qual será o volume de pulverização. 41
  • 42. 42
  • 43. 43
  • 44. 44
  • 45. 45
  • 46. 46
  • 47. 47
  • 48.  Para que uma pulverização seja bem feita não basta apenas regular o pulverizador de forma correta, é necessário também estar atento para o funcionamento dos bicos. 48
  • 49. 49