Disciplina de seminário saúde coletiva

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  • Disciplina de seminário saúde coletiva

    1. 1. UNIVERSIDADE AMERICANA INSTITUTO DE CAPACITAÇAO PROFESSIONAL POST GRADUAÇAOSeminário temático IV: Educação par a Saúde Coletiva Prof. Dra. Msc CELESTE TELLEZ 2012
    2. 2. Participação – Bases conceituais é tomar parte de;assumir o que é seu Educação em Saúde –de direito; é ser sujeitoe ator; é assumir o é um processo sistemático,controle contínuo e permanente quesocial. objetiva a formação e o desenvolvimento daSegundo João Bosco consciência crítica doPinto, “a participação cidadão, estimulando areal é a que se busca de soluções coletivasidentifica com as para os problemasreivindicações da vivenciados e a suapopulação para “participação real” noassumir parte das exercício do controle social.decisões sociais”.
    3. 3. Educação Popular –Busca promover a participação dos sujeitossociais, incentivando a reflexão, o diálogoe a expressão da afetividade, potencializando suacriatividade e sua autonomia.Educação popular em saúde –volta-se para a promoção da participação socialno processo de formulação e gestão da políticade saúde, direcionando-se para o cumprimentoefetivo dos princípios ético-políticos do SUS:universalidade, integralidade, eqüidade,descentralização, participação e controle social.
    4. 4. Educação permanente – estratégia de reestruturação dosserviços, a partir da análise dos determinantessociais e econômicos, mas sobretudo de valores econceitos dos profissionais. Propõe transformar oprofissional em sujeito, colocando-o no centro doprocesso ensino-aprendizagem (Mota)” .Mobilização social – “a mobilização ocorre quando um grupo de pessoas,uma comunidade, uma sociedade decide e age comobjetivo comum, buscando, quotidianamente, osresultados desejados por todos. Por isso se diz queMobilização Social: é convocar vontades para atuarna busca de um propósito comum, sob umainterpretação e um sentido também compartilhado(José Bernardo Toro, 1996)
    5. 5. Agir educativo –Segundo documentos do Ministérioda Saúde, é ação social que sealimenta do processo de construçãode um substrato teórico metodológicode sustentação, de projetos políticosque suscitem a participação dasociedade e de ações capazes deproduzirem novos sentidos nasrelações entre necessidades de saúdeda população e organização docuidado da saúde.”
    6. 6. Promoção da Saúdeé um paradigma que ganhou visibilidade com aCarta de Ottawa, ao definir que a melhoriada qualidade de vida é “resultante de um conjuntode fatores sociais, econômicos, políticos, culturais,ambientais, comportamentais e, também,biológicos.”Este conceito foi fortalecido nas demaisconferências mundiais de saúde, como: Adelaide;Sundsvall; Bogotá; Jacarta; V Conferência Globalsobre Promoção da Saúde, realizada em junho de2000, na Cidade do México e, mais recentemente,na VI Conferência Global de Promoção da Saúde,realizada em Bangkok8, na Tailândia, em 2005.
    7. 7. A finalidade da ação de Educação em Saúde A finalidade da ação de Educação em Saúde é a transformação. Esta ação, como área do conhecimento, contribui de forma decisiva para a consolidação dos princípios e diretrizes do SUS: universalidade, integralidade, eqüidade, descentralização, participação e controle social. A sua clientela compõe-se de profissionais de saúde, grupos sociais e população em geral, respeitando as suas formas de organização.
    8. 8. A Educação em Saúde ocorre nas relações quese estabelecem entre os profissionais de saúde esaneamento e destes com os serviços na suaorganização, gestão participativa e escolha dosmelhores caminhos a percorrer que suscitem amaior participação da comunidade.Esta participação ganha concretude nacomunidade na definição de suas necessidades eformas de atuar; dentro do próprio serviço nademocratização do atendimento e da informaçãoà comunidade e seus grupos sociais;e dela com os serviços, quando de posse dainformação e no exercício da participação influinas mudanças necessárias à promoção da saúdee exerce o controle social sobre o sistema.
    9. 9. A Educação em Saúde numa Perspectiva TransformadoraUma das concepções maisgeneralizadas sobre educação e saúdeé aquela cujas atividades sedesenvolvem mediante situaçõesformais de ensino-aprendizagem,funcionando como agregadas aosespaços das práticas de saúde.Os traços mais evidentes das relaçõesque se estabelecem em situaçõesdesse tipo são o didatismo e aassimetria expressa na ação que partedo profissional de saúde na condição de“educador” em direção ao usuário dosserviços de saúde na condição de“educando”.
    10. 10. O didatismo ocorre na medida em que essasatividades tendem a ser desenvolvidas semconsiderar as situações de risco de cadacomunidade e sem levar em conta o conjuntodas ações de saúde desencadeadas nessesentido, ou seja, desenvolvem-seaparentemente como um fim em si mesmas.A eficácia da educação em saúdeestruturada nestes termos estaria assentadaapenas naqueles aspectos relativos aconteúdos e tecnologias de ensino, semquestionar os seus resultados em termosindividuais e coletivos e até mesmo, semestabelecer a vinculação dos problemas desaúde de grupos sociais específicos com assuas condições reais de vida.
    11. 11. A assimetria diz respeito ao fato de queessas práticas educativas realizam-se naperspectiva da passagem de um saberou de uma informação focalizada apenasno desenvolvimento de comportamentosou hábitos saudáveis, onde osprofissionais da saúde figuram como “osque sabem” e os usuários dos serviçosdesenvolvem o papel “dos quedesconhecem”, negando o diálogo comofundamento dessa relação, visto que osaber da clientela nem sempre éconsiderado como carregado deimportância e de significado para aequipe de saúde.Ou, então, como afirma Morin, o diálogopossível, neste caso, é aquele que nãoreconhece para o outro a mesmadignidade (Morin. 2004).
    12. 12. Com isto, não negamos emdefinitivo as atividades “formais”de educação em saúde, masapontamos para o fato deque a educação é uma dimensãodas práticas de saúde. Ou seja as práticas de saúde sãopráticas educativas por que seestruturam como um processo detrabalho, que supõe sempre atransformação de um objeto em umnovo objeto, seja este material, sejauma idéia, uma consciência, umamentalidade, um valor.
    13. 13. Én o trabalho em saúde que osprofissionais deste campo,os grupos sociais usuários darede de serviços e os gestoresadquirem identidade. Isto é, se constituem comosujeito em relação.Relação que impõem sempre apresença do outro(Mendes Gonçalves.1994).
    14. 14. Portanto, independentemente dosmomentos formais de ensino/aprendizagem contidos nas nossaspráticas de saúde.O modelo de atenção à saúdepredominante na sociedadebrasileira (estrutura, processos erelações) está fundado em umProjeto político-pedagógico,explícito ou não, que tende areproduzir a maneira como asociedade brasileira estáestruturada, assim como asrelações sociais, relações detrabalho, que lhes sãocaracterísticas.
    15. 15. O trabalho em saúde, demarca um espaçoparcial do processo geral e permanente deconstrução da sociedade.Por isso também é visto como uma práticasocial, porque se desenrola tendo porfinalidade a produção e reprodução dasociedade e só por isso constitui, também,uma prática educativa.Nesse sentido, o espaço da saúdematerializa-se com base em distintosprojetos, que visam à transformação deuma situação de saúde em uma novasituação, orientados por diferentesconcepções de mundo e de homem.
    16. 16. Isto implica por sua vez que,além da transformação dasituação de saúde dasociedade brasileira, impõe-se ao trabalhador da saúde anecessidade de umapermanente transformaçãoda consciência sanitária dosbrasileiros, de modo a torná-la consentânea com o projetode uma nova sociedade.
    17. 17. O agir em saúde não é um que fazerneutro. O trabalho em saúde como práticasocial, contém uma dimensãopolítica e ideológica, semprereferidas a um projeto de sociedade,o que implica um comprometimentoético por parte de todos o sujeitosem relação neste campo, sejam elesos grupos sociais usuários da redede atenção à saúde, os profissionaisdas equipes de saúde, os gestores(Mehry et alli. 2003).
    18. 18. Dessa forma, se é verdade que noseducamos e nos constituímos comosujeitos mediante as relaçõessociais que estabelecemos, nocampo da saúde a construção danossa individualidade; a emergênciada nossa consciência sanitária; osentimento de pertinência a umgrupo social específico dependeráda qualidade das práticas deatenção à saúde expressas nassuas estruturas físicas, nos seusprocessos, e nas relaçõesusuários/equipes/gestores.
    19. 19. Nestes termos, a prática educativa em saúde amplia-se, visto que ultrapassa uma simplex relação deensino/aprendizagem didatizada e assimétrica;Extrapola o cultivo de hábitos e Diretrizes de Educaçãoem Saúde Documento base comportamentossaudáveis. Incorpora a concepção de direção e intencionalidade,visando à um projeto de sociedade; será sempreconstruída tendo por referência situações de saúde deum grupo social ou de uma classe específica.Supõe uma relação dialógica pautada nahorizontalidade entre os seus sujeitos;Recoloca-se como atribuição de todo o trabalhador desaúde. Isto porque não são as atividades formais deensino que educam, mas sim, as relações mediante asquais, num processo de trabalho, transformamos anossa consciência em uma nova consciência.
    20. 20. Dito isto, aos trabalhadores dasaúde impõe-se a necessidadede um comprometimento ético,diante do qual cada um delesrevela-se como detentor dafunção de sistemazador dasituação de saúde em favor degrupos sociais específicos,supondo-se nessa relação oestabelecimento de vínculos deidentidade, pertinência ou desolidariedade. (Gramscci.1982).
    21. 21. Diretrizes de Educação emSaúdeVisando à Promoção da Saúde “A Educação em Saúde se constitui como um conjunto de práticas pedagógicas e sociais, de conteúdo técnico, político e científico, que no âmbito das práticas de atenção à saúde deve ser vivenciada e compartilhada pelos trabalhadores da área, pelos setores organizados da população e consumidores de bens e serviços de saúde”
    22. 22. A Educação em Saúde éuma prática social, cujoprocesso contribui para aformação da consciênciacrítica das pessoas a respeitode seus problemas de saúde,a partir da sua realidade, eestimula a busca de soluçõese organização para a açãoindividual e coletiva;
    23. 23. um sistema baseado na participaçãodas pessoas visando à mudança(transformação) de determinadasituação, rompendo com o paradigmada concepção estática de educaçãocomo transferência de conhecimentos,habilidades e destrezas;• O reforço da ação comunitáriaque privilegia o município como localpara o desenvolvimento de açõesintersetoriais e de promoção da saúde,permitindo uma maior influência nadefinição de prioridades;
    24. 24. A prática de saúde, enquantoprática educativa, tem porbase o processo de capacitaçãode indivíduos e grupospara atuarem sobre a realidadee transformá-la; “A prática educativa parte doprincípio de respeitar o universocultural das pessoas e asformas de organização dacomunidade, considera quetodas as pessoas acumulamexperiências, valores, crenças,conhecimentos e sãodetentoras de um potencial parase organizar e agir.”
    25. 25. “A dimensão educativa éinerente aos processos detrabalho em saúde, seja ao nívelda sua formalização naspráticas pedagógicasreconhecidas por suadelimitação ao espaço da escolaou dos serviços de assistência àsaúde, mas também pela saúde eeducação constituírem-secomopráticas sociais que se articulamna vida de todo ser humano.”
    26. 26. Metodologia A Educação em Saúde utiliza métodos e processos participativos e problematizadores, preconizados e consolidados, buscando práticas inovadoras a partir da realidade num processo dialógico e horizontalizado de construção e reconstrução compartilhada do conhecimento e na ação coletiva para a transformação social.
    27. 27. Os profissionais E à medida que vãodos serviços, os parceiros transformando-a, os sujeitos see a população são sujeitos transformam dentro deste(atores), que debruçados processo, num respeito mútuosobre a realidade procuram de saberes (científico e popular)conhecê-la, compreendêla, que não sobrepõe um ao outrodesvendá-la e atuar sobre mas, se reconstroem.ela para transformá-la.
    28. 28. Esta metodologia valoriza a) na reflexão sobre aspectosas experiências e de sua realidade (problemasconhecimentos de saúde, habitação, produção,vividos, bem como renda, educação, saneamento,os valores étnico-culturais meio ambiente entre outros);em consonância com os atores,princípios e diretrizes do b) na busca das causas dessaSUS “num processo de diálogo,realidade;envolvendo as pessoas: c) no desenvolvimento de um plano de ação para solucionar os problemas identificados pelos grupos;” d) na organização de um grupo permanente para execução e avaliação das ações de continuidade.
    29. 29. • Apoiar tecnicamente estados e municípios na Diretrizeselaboração, implementação e avaliação deprojetos de Educação em Saúde e Mobilização operacionaisSocial e no exercício do controle social nasdiversas etapas de planejamento, implantação eoperação das obras e serviços de engenharia desaúde pública, no âmbito do SUS e seusubsistema.• Promover ações educativas às comunidadesde interesse das políticas públicas de governo,que busquem a construção e reconstrução deconhecimentos e o controle social, utilizandometodologias participativas/problematizadoras,respeitando os princípios étno-culturais, os atoresdo processo e em consonância com os princípiose diretrizes do SUS;
    30. 30. • Realizar diagnóstico situacional, considerando o perfil demográfico, social, econômico, cultural, epidemiológico, a acessibilidade geográfica, organizacional e de comunicação de forma participativa, articulando as lideranças municipais e locais, formalmente constituídas;• Promover processos educativos com pessoas e grupos para seremagentes transformadores da realidade, assegurando a sustentabilidade dosprojetos implantados e o fortalecimento do controle social;• Utilizar a Internet e outros veículos de comunicação como instrumentos deEducação em Saúde;• Avaliar continuamente as ações educativas junto aos projetos desaneamento ambiental e de saúde indígena e outras populações
    31. 31. Desenvolver, juntamente com as comunidades beneficiadas açõeseducativas em articulação com gestores e profissionais envolvidos, tendoem vista a atuação co-responsável de todos e a sustentabilidade do projeto,inclusive estabelecendo indicadores;• Promover ações educativas considerando as formas de organização efóruns de discussão e de controle social já existentes nas comunidades;• Fomentar a participação dos órgãos de controle social na elaboração,implementação e avaliação dos projetos de Educação em Saúde nas açõesde Saneamento Ambiental nos estados e municípios.
    32. 32. Criar mecanismos para a avaliação das ações de Educação em Saúde desenvolvidas na perspectiva da promoção da saúde das comunidades contempladas com projetos de Saneamento Ambiental.Promover as ações educativas de forma acontribuir para o fortalecimento dosconselhos locais de Saúde eos conselhos de saúde indígena.• Incentivar a participação dascomunidades no exercício do controlesocial em todas as etapas dos Projetos deEducação em Saúde.
    33. 33. Competências da Educação em Saúde • estabelecer pactos de gestão, com as diretrizes gerais estabelecidas pelo nível central, e implementá-los; • garantir a transversalidade das ações de Educação em Saúde • definir e implementar com as áreas técnicas de saneamento e saúde indígena o componente Educação em Saúde, nos diversos projetos, programas e materiais educativos sob suas responsabilidades, bem como nos processos de capacitação de pessoas para este fim.
    34. 34. articular o intercâmbio de metodologias inovadorase de experiências bem sucedidas das ações deEducação em Saúde, junto às instituiçõesestaduais, municipais, movimentos sociais eorganizações não governamentais.• promover articulação das ações de Educação emSaúde e Mobilização Social com as SecretariasEstaduais de Saúde – SES, Secretarias Municipaisde Saúde – SMS e outros órgãos e instituiçõesafins;• promover o desenvolvimento de ações deEducação em Saúde junto ao Estado e municípios,adotando uma linha que impulsione o conceitode saúde e tendo a promoção da saúde comoestratégia;
    35. 35. participar dos planejamentos das ações de Educaçãoem Saúde junto ao nível central e atuar articuladamente;• elaborar o planejamento com previsão orçamentária dosprojetos e programas das ações de Educação em Saúdee Mobilização Social• apoiar tecnicamente os gestores e representantes dascomunidades na elaboração, implementação e avaliaçãode Projetos e Ações de Educação em SaúdeMobilização Social, fortalecendo o controle social.• fomentar a participação e organização comunitária, porintermédio de Projetos, Programas e ações de Educaçãoem Saúde e Mobilização Social, na Implantação dasdiversas ações de saneamento e de atenção integral àsaúde indígena;
    36. 36. planejar, executar, monitorar e avaliar os projetosde Educação em Saúde e Mobilização Social nasáreas indígenas, populações vulneráveis emáreas metropolitanas, projetos especiais e outros,de forma compartilhada com os municípios,instituições parceiras e segmentos organizados;• promover o intercâmbio intra e interinstitucionalde metodologias inovadoras e de experiênciasbem sucedidas das ações de Educação emSaúde, bem como com os movimentos sociais ede educação popular em saúde.
    37. 37. Gestão Colegiada – Plano de Ação
    38. 38. P R O J E TO :F A Z D IF E R E N Ç AAC AB AR C OM AIN D IF E R E N Ç A E J EMPLO
    39. 39. SAÚDE COLETIVA: ÊNFASEEM SAÚDE DA FAMÍLIARELAÇÕES DE GÊNERO
    40. 40. Os Direitos Humanos não são um dado, mas um construído, umainvenção humana, em constante processo de construção e reconstrução. Hannah Arendt
    41. 41.  PACTO NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES objetivo: prevenir e enfrentar todas as formas de violência contra as mulheres. desenvolvimento de um conjunto de ações a serem executadas no período que compreende 2008 a 2011.
    42. 42.  implementar ações nas diferentes esferas da vida social; combate aos efeitos da violência,assim como a prevenção, atenção, proteção e garantia dos direitos e combate à impunidade dos agressores; promoção de mudanças na superação das desigualdades.
    43. 43.  Objetivos específicos: Reduzir os índices de violência contra as mulheres; Promover mudança cultural, disseminando atitudes igualitárias e valores éticos de irrestrito respeito às diversidades de gênero e de valorização da paz; Garantir e proteger os direitos das mulheres em situação de violência, considerando as questões raciais, étnicas, geracionais, de orientação sexual, de deficiência e de inserção social, econômica e regional.
    44. 44. REDEA palavra rede tem sido muitousada na referência a relaçãoentre instituições sociais, emvárias áreas do conhecimento.(Scisleski; Maraschin)Empregada como operadora depolíticas públicas e propostasde intervenção, como se suautilização garantisseconsensualidade de sentido.
    45. 45.  Ou seja, usada com muita liberdade, parecendo não implicar em maiores aprofundamentos teóricos. Serres aponta duas dimensões diferentes e complementares da noção de rede: uma ontológica e uma topológica
    46. 46.  Ontológica: espécie de usina produtora de sentidos, de objetos, de posições subjetivas, de instituições, de práticas e de saberes. Definida pela sua estrutura -seu operar intensifica circuitos recorrentes, produzindo coerências operacionais, estabilizando sentidos e configurando objetos, posições subjetivas e instituições.
    47. 47.  Topológica:modo de organização espaço-temporal; matriz sócio-técnica que estabelece fluxos e recorrências entre seus nós, podendo ser mapeável ao configurar vizinhanças e fronteiras. opera como ferramenta ou tecnologia social, na medida em que uma rede pode ser desenhada, projetada, realizada.(MORAES, op. cit.; MUSSO, 2004)
    48. 48.  Musso (2004) conceitua como um modelo de raciocínio; ao passo que, no viés da topologia, ela seria uma forma de organização do espaço-temporal, confirmando a idéia de uma matriz sócio-técnica. Uma técnica que faz vínculos e é um operador político-moral que produz sentidos.
    49. 49.  Serres conceitua como pluralidade de pontos ligados entre si por uma diversidade de caminhos. Nenhum ponto é privilegiado em relação a outro – virtualmente conectado aos demais. O operar produz diferenças que resultam em distintas potências de cada ponto.
    50. 50.  Características que também valem para os caminhos. Sinteticamente, um ponto pode ser uma intersecção de duas ou mais vias, ao passo que um caminho pode ser visto como uma relação constituída a partir da correspondência entre duas intersecções.
    51. 51.  Muitas possibilidades e, no desenvolvimento, chega-se a uma determinação cada vez maior, que, progressivamente, levará a um impasse ou, mais comumente, ao xeque- mate. a disposição se modifica, também a potencialidade, pois a configuração pode adquirir maior ou menor poder. Os arranjos são temporários e implicam a transformação global da situação espaço- tempo em que aparecem.
    52. 52.  A dinâmica operatória pode ampliar ramificações, construir limites, vizinhanças, fechamentos e, portanto, definir um dentro e um fora, sendo passível de ser perturbada. Ao mesmo tempo, numa perspectiva ontológica, os paradigmas e as políticas das relações que se estabelecem também são emergências do operar das redes – eles não estão fora das conexões em que se constituem.
    53. 53. A topologia assumida pelas redes resulta e produz, ao mesmo tempo, saberes e implicações políticas. as conexões podem ser tomadas como modos de articulação política e paradigmática, retroagindo sobre as mesmas, modulando-as. Algumas configurações podem enrijecer-se, cristalizando-se, transformando-se estrutura rígida, descaracterizando a rede - equipotente.
    54. 54.  Desta operação, pode ocorrer a formação de um “curto-circuito”. somente quem está conectado (está na rede) tem a possibilidade de operar em rede. As instituições -nós das redes- qualificam a condição de potência - virtualmente em uma rede todos os nós se conectam.
    55. 55.  A virtualidade não está necessariamente atualizada nas redes concretas nem sempre os nós funcionam articulados, originam interrupções, fazendo circular fluxos por diferentes percursos Assim, necessidade de abranger as duas dimensões de rede; Para compreender a configuração de rede há de se estudar seus desenhos, sua topologia: acessos, fechamentos, vizinhanças, fronteiras.
    56. 56.  Loiola& Moura, apontam que os fios e as malhas dão a forma básica da rede e, que os fios podem corresponder às linhas ou às relações entre atores e organizações, os quais representariam as malhas ou os "nós". (1997, p. 54) As redes sociais permitem o exercício da solidariedade em situações diversas, principalmente em casos específicos de violência doméstica.
    57. 57. PAPEL DAS REDES SOCIAIS PRIMÁRIAS, SECUNDÁRIAS E INTERMEDIÁRIAS FRENTE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHERA rede é um tecido de relações e interações que se estabelecem com uma finalidadeInterconectam-se por meio de linhas de ação ou trabalhos conjuntos;Os pontos de rede podem ser pessoas, instituições ou grupos;Os diferentes tipos tem uma função na vida de cada pessoa, em particular para as mulheres em situação de violência.
    58. 58. REDE SOCIAL PRIMÁRIATodas as relações significativas que uma pessoa estabelece ao longo da vida;Cada pessoa é o centro de sua própria rede, composta por familiares, vizinhos(as), amigas, conhecidas, colegas de trabalho, organizações das quais participa;A socialização começa na infância - importante para o desenvolvimento da identidade individual e coletiva.
    59. 59. As redes permitem o exercício da solidariedade, principalmente quando há ameaças, riscos, acidentes, coletivos ou individuais.Em determinados momentos, são as redes sociais primárias, que garantem a proteção, moradia e sobrevivência.
    60. 60. REDES SOCIAIS SECUNDÁRIASFormadas por profissionais e funcionários de instituições públicas ou privadas; organizações sociais, organizações não governamentais, grupos organizados de mulheres, associações comunitárias comunidade. Fornecem atenção especializada, orientação e informação.Redes sociais intermediárias - constituídas por pessoas que receberam capacitação especializada- Prevenção e apoio.AMBAS: atuação coletiva de grupos, instituições e pessoas que defendem interesses comuns. Podem ter grande poder de mobilização e articulação para atingir seus objetivos.
    61. 61. IMPORTÂNCIA DAS REDES SOCIAIS PARA AS MULHERES QUE SOFREM VIOLÊNCIAPorque a prevenção e o tratamento dos problemas decorrentes da violência exigem atuação integrada e articulada de vários setores, garantindo a qualidade da atenção e da resolução dos problemas.Não tem sentido a atuação isolada de qualquer setorCada instância tem um papel, importante, no encaminhamento dos problemas apresentados pelas vítimas e a desarticulação prejudica o desempenho de todos e dificulta o acesso das mulheres aos direitos legalmente;No caso de vítimas de violência sexual, a consulta médica imediata é condição obrigatória para a prevenção de DSTs, da gravidez e (conseqüentemente) do aborto pós-estupro.
    62. 62. O segundo aspecto diz respeito à dificuldade das vítimas denunciarem a violência ou procurarem ajuda. Nada disso se passa por decisão da pessoa agredida. Ao contrário, ela está nessas condições porque não encontra meios de reagir, seja porque acredita que o agressor tem direitos sobre ela, sendo pai ou companheiro, pelo medo das ameaças, por vergonha de enfrentar a situação ou por não saber a quem ou aonde pedir ajuda.
    63. 63. Portanto, necessidade de uma articulação forte entre os setores de saúde, justiça, segurança e com as instituições de assistência social, garantindo integridade corporal, alimentação, moradia, educação, saúde;Redes de atendimento a vítimas de violência, são ex.: POA, BH, Floripa e São Luiz do Maranhão.Em cada local as redes têm características próprias que dependem do processo de criação e das instituições e pessoas envolvidas
    64. 64. “Articulando Redes integradas de Serviços e Controle Social sobre a Violência contra a Mulher nos Municípios.”A importância da rede naconstrução de um novo olhar para o diferente.Articular os serviços já existentes em uma rede. (vítimas e profissionais responsáveis pelo atendimento).
    65. 65.  buscando fortalecer os serviços de atendimento à mulher, desenvolvendo nos profissionais das áreas de segurança, saúde, assistência social, consultoria e jurídica a noção de escuta competente e afetiva - humanização e eficácia da intervenção- Prestar serviços de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica de forma integrada.
    66. 66. formada por profissionais e representantes de instituições públicas estaduais e municipais e da sociedade civil organizada (ONG’s, grupos organizados de mulheres, conselhos de direitos, associações comunitárias e outras) que oferecem atenção especializada, orientação e informação .Criar estratégias de integração e complementaridade entre serviços de atendimento à violência de gênero, sexual e doméstica, visando potencializar a qualidade e o alcance do atendimento e da prevenção
    67. 67.  Fortalecer os serviços de atendimento às vítimas de violência, e tirá-las da solidão, implica em desenvolver no profissional uma escuta competente e afetiva. Através dos serviços disponíveis, a Rede deve enfocar atenção à mulher vítima de violência doméstica. Proposta que o atendimento se estenda ao autor/ agressor e aos familiares, através de práticas restaurativas, terapêuticas e conciliatórias - desencadear efeitos inibidores da reincidência dessa violência.
    68. 68. Realizar Ciclos de Conferências, objetivando uma nova visão através de experiências de sucesso na resolução dos problemas relativos a violência doméstica; como também, adequar essas experiências a realidade de forma a fortalecer os serviços pertencentes à Rede.
    69. 69. DESAFIO: fazer valer essas conquistas, de maneira firme e contundente, traduzidas em alterações sentidas no nosso cotidiano.ISSO SIGNIFICA: manter, ampliar e aperfeiçoar os direitos e os espaços das mulheres, qualificando ainda mais a discussão de gênero como ponto importante e estratégico na promoção da justiça social.
    70. 70.  Hoje, contamos com a forte participação de um Estado e de uma sociedade comprometidos com essa mudança e sensíveis à emergência das questões de gênero, assim como de todos os outros segmentos. O comprometimento que presenciamos hoje no que diz respeito ao Governo Federal manifesta-se não só por meio de ações específicas, como na criação de uma secretaria nacional vinculada à questão da mulher. Ultrapassa essa dimensão em razão do reconhecimento de que as discriminações e desigualdades de gênero, na verdade, acentuam problemas sociais, muitos deles estruturais.
    71. 71.  É fato: nós somos as primeiras a sentir a precarização da rede social . Se não há presença do Estado, toda responsabilidade social recai sobre a mulher, a começar pelos cuidados com a família. Ao assumir efetivamente sua responsabilidade na área social, o Estado reforça um conjunto de serviços tradicionalmente destinados às mulheres.
    72. 72.  A Lei Maria da Penha representa um avanço no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulheres; determina que a política pública para essa questão deve fazer-se por meio de um conjunto articulado de ações da União, Estados e Municípios e de ações não- governamentais, integração operacional do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública com segurança pública, assistência social, saúde, educação, trabalho e habitação, a fim de garantir proteção integral à mulher.
    73. 73.  A efetiva implementação da Lei Maria da Penha requer a formação de uma Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, ; com levantamento de todos os serviços de atendimento à mulher já existentes; a elaboração de procedimentos articulados de funcionamento desses serviços; a indicação de fluxos de atendimento integrado pelas redes locais; institucionalização da rede, contando com programas permanentes de qualificação e capacitação dos profissionais que a integram divulgação pública para que todos tenham conhecimento de sua existência e funcionamento.
    74. 74.  Para o regular fluxo de atendimento na Rede, dotar as delegacias de defesa da mulher, de melhor estrutura material e recursos humanos; A sociedade civil e serviços integradores devem somar esforços para cobrar do Poder Público essa dotação, inclusive para a ampliação do horário de atendimento.
    75. 75.  O MP- impulsionador a criação e institucionalização da Rede de Atendimento, com medidas pertinentes, e com o auxílio da sociedade civil - atuar na fiscalização para o seu eficaz funcionamento. A partir das medidas de proteção, implantar medidas de prevenção, promovendo de programas educacionais e campanhas educativas voltadas ao público escolar e à sociedade em geral, trabalhar para a mudança cultural- interromper o ciclo de violência; a partir da valorização da auto-estima e do fortalecimento da mulher como sujeito de direitos e que toda forma de violência doméstica e familiar contra ela seja vista por toda a sociedade como prática moralmente inaceitável.
    76. 76.  Fortalecer e integrar os serviços já existentes; Implantar novas formas de atendimento; criação de Juizados Especiais, com equipes multidisciplinares nos Fóruns, para orientação e tomada das providências necessárias às vítimas. Ampliação de Casas- Abrigo, inclusão desse artigo na previsão orçamentária das três esferas de governo. e, construir formas de tratar o agressor para que se consiga romper o ciclo de violência em todos os seus aspectos.
    77. 77. Um conjunto de ações deliberadas para promover o combate efetivo à violência contra a mulher, envolvendo a sociedade civil, instituições e movimentos sociais, estruturando toda a rede de proteção e combate aos atos de violência contra a mulher em todas as suas modalidades.Esta é a essência do Pacto de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher
    78. 78. ‘Lei Maria da Penha’ aumenta o rigor das punições para agressões contra a mulher ocorridas em âmbito doméstico ou familiar, e a consolidação dos serviços especializados da rede de enfrentamento à violência contra a mulher.Também, a proteção dos direitos sexuais, reprodutivos e enfrentamento da feminização da Aids,combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, do tráfico de mulheres, e da promoção dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão.
    79. 79.  Três dimensões que lhe conferem um papel social transformador: Educação, que é a estratégia mais eficaz na perspectiva da prevenção da violência de gênero que atinge, inexoravelmente, as mulheres; Implementação de políticas públicas voltadas para garantir acesso universal das mulheres em situação de violência a serviços qualificados e, por conseguinte, preparados para lidar com as complexidades inerentes à problemática; difusão da questão da violência praticada cotidianamente contra as mulheres como um problema das diferentes sociedades políticas.
    80. 80.  Esta intersetorialidade é demarcada por uma linha política clara que preconiza a ampliação da acessibilidade aos serviços; qualificação dos espaços de atendimento e da preparação de profissionais da segurança pública, do judiciário e da assistência social para o cumprimento dos dispositivos enunciados na legislação.
    81. 81.  As redes, sejam sociais, primárias ou secundárias, tem demonstrando que a sociedade tem estabelecido, cada vez mais, redes de saberes e práticas no enfrentamento às situações de exclusão que se perpetuam. A rede é fundamental no trabalho de fortalecimento das mulheres em situação de violência doméstica.
    82. 82. REDE DE PROTEÇÃO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA interação entre os serviços sociais, de saúde, delegacias, casas-abrigos, IML, surgiram as primeiras parcerias em alguns estados e municípios foram formalizados papéis e vínculos entre os serviços, articulando a rede de atendimento. Recomendado pelas experiências mundiais e locais, correspondendo ao conceito de colaboração e integração de serviços que visam à assistência integral
    83. 83.  Apenas em janeiro de 2003, é que foi constituída a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), da Presidência da República, como referência governamental na elaboração e execução de políticas e articulações da igualdade de gênero no destacando o compromisso com o Programa de Prevenção, Assistência e Combate à Violência contra a Mulher. Em 2004, foi elaborado o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM) que propõe a promoção da igualdade de gênero.
    84. 84. EXEMPLO DE ESTRUTURA DA REDE Comitê Gestor de Segurança e Qualidade de Vida, Brigada Militar , Delegacias de Polícia de Defesa da Mulher (DDM), Plantão Policial, Conselho Tutelar, Secretaria Municipal de Saúde através de: Unidades Básicas de Saúde Municipais (UBS), PIM, Serviço de Urgência e Emergência Hospitalar, CAPs, Pronto Atendimentos, Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria Municipal do Bem-estar Social através do: Centro de Referência para Mulher em situação de violência; CMDM – Conselho Municipal de Direitos da Mulher; OAB Subsecções; Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania.
    85. 85. PRINCÍPIOS NORTEADORES Problema de saúde pública Urgência no cuidado/ antes de 72hs. Trabalhar em rede A violência é uma problema de saúde pública, física, mental,social e civil. Cuidar de mulheres, crianças, adolescentes e homens. Contribuir na construção de políticas públicas eficientes
    86. 86. REDE DE CUIDADOS INDIRETOSSecretaria de Educação - Escolas, Creches,EMEISSecretarias de Cidadania,Trabalho,Assistência e Inclusão SocialABRIGO DE MULHERES - CRASSecretaria de Cooperação nos Assuntos deSegurança Pública - Guarda MunicipalInstituto de Medicina Legal (IML)Delegacias e Postos de Defesa da MulherDelegacias de PolíciaConselhos de: Saúde,Direitos da mulher, DaCriança e Adolescente.
    87. 87. REDE DE CUIDADOS INDIRETOS Conselhos tutelares Vara da infância e adolescência Serviço– Atendimento gratuito por telefone dos Municípios Serviços de psicologia e assistência jurídica Associações de Mulheres Centro de Educação dos Trabalhadores da Saúde
    88. 88.  REDE DE CUIDADOS DIRETOS Prontos Socorros infantil e adulto Serviço de Emergência Referenciada Prontos Socorros Centros de Saúde CAPS Coordenadorias de Vigilância à saúde. Distritos de Saúde SAMU - Serviço de Atendimento Médico de Urgência Centros de Referência de DST/AIDS/COAS/CTA Centro de Referência e Assistência Integral á Saúde da Criança e Adolescente.
    89. 89. REDE DE CUIDADOS DIRETOSAcolher a vítima,identificar a queixaColher sorologias, sêmen.Administrar pílula do diaseguinte,antibioticoterapia e coquetel anti – HIV,Fazer vacina contra hepatite /Norma técnica doMSOrientar sobre a realização do BOEncaminhar para para acompanhamento.Encaminhar para Centros de Saúde para receberProjeto TerapêuticoRealizar abortamento garantido por lei –Portaria do MS/ Código penal
    90. 90. REDE DE CUIDADOS DIRETOSCentros de SaúdeAcolher a vítima,Identificar a queixaGarantir o sigilo e a não revitimização.Conversar com a equipe ( nunca resolver nadasozinho)Desenvolver o cuidado específicoOrientar as questões de direitos e proteçãoEncaminhar para o serviço indicadoNotificar ao conselho tutelarNotificar no SISNOVDesenvolver projeto terapêutico singular
    91. 91. ORGANIZANDO REDES LOCAIS Este texto foi escrito com base no documento:Redes Locales Frente a la Violencia Familiar - Série: Violencia Intrafamiliar y Salud Publica. Documento de Análise nº 2. La Asociación de Solidaridad para Países Emergentes (ASPEm) / OPAS, Perú, Junho de 1999.(Grossi, Tavares, Oliveira (PUC RS)MORAES, Márcia Oliveira. O Conceito de Rede na Filosofia Mestiça. Revista Informare, São Paulo, v. 6, n.1, p. 12-20, 2000.MUSSO, Pierre. A Filosofia da Rede. In: PARENTE, André (Org.). Tramas da Rede. Porto Alegre: Sulina, 2004.SCISLESKI,A., MARASCHIN, Cleci. Redes Sociais e Internação Psiquiátrica: paradoxos nas políticas de saúde para a juventude. Petrópolis: Vozes, 2008.SERRES, Michel. A Comunicação. Lisboa: Rés, sem data.TSCHIEDEL, Rose G. Redes Sociais e Políticas Públicas: tecendo uma política analítico-institucional. [Tese de Doutorado em Psicologia. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo]. São Paulo, 2006.

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