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Webquest Caso Pluvioso

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Uma webquest sobre leitura de poemas.

Uma webquest sobre leitura de poemas.

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  • PARA MELHORAR EM 2009 Exigir que se use somente música brasileira ou instrumental; Exigir que entreguem o trabalho em um CD/DVD com nome do poema e do poeta, turma e alunos; Exigir que haja uma organização de pasta de arquivo contendo todas as gravações e imagens. A pasta deve receber o nome do poema e a turma, para que não fique uma quantidade enorme de informações soltas sobre um mesmo trabalho. No Youtube (e nos créditos) não deverão ser colocados nome do colégio nem sobrenome dos alunos, para a segurança dos próprios alunos.
  • Transcript

    • 1. LEITURA E SENTIDO Língua Portuguesa Uma WebQuest para o 9 o ano do Ensino Fundamental Elaborada por: Tatiane Martins Email: [email_address] Blog: http://tatianemomartins.blogspot.com Introdução | Tarefa | Processo | Avaliação | Conclusão | Créditos |  Página do Professor  |  Ética na Internet - Vaticano  
    • 2. Introdução <ul><li>Caros alunos, </li></ul><ul><li>Temos discutido muito o tema “Leitura”. Como já foi visto, o ato de ler é um processo bastante abrangente e complexo. Exige uma participação efetiva do leitor que vai dialogar com o texto. Ter essa competência significa ter </li></ul><ul><li>poder . </li></ul>
    • 3. <ul><li>Parafraseando Wittgenstein </li></ul><ul><li>( Ludwig Wittgenstein - Biografia ), filósofo </li></ul><ul><li>do século XX, </li></ul><ul><li>os horizontes do mundo de um </li></ul><ul><li>indivíduo são os horizontes de </li></ul><ul><li>suas palavras. </li></ul>
    • 4. <ul><li>Podemos associar essa idéia às duas versões do provérbio popular: “quem tem boca vai a Roma” ou “quem tem boca vaia Roma”. </li></ul><ul><li>E aí, alunos, o que vocês preferem: ir a Roma e às Romas do mundo inteiro ou ficar somente por aqui? Preferem ter poder de decisão para “vaiar” aquilo com o que não concordam ou ser eternamente conduzidos por outros? A decisão é de vocês! Caso queiram desenvolver e aprimorar essa competência leitora, mãos à obra. Cumpram as tarefas abaixo não só como obrigação. Eu estou torcendo pelo grupo! </li></ul>
    • 5. Ah! Só mais uma coisinha... Uma vez ouvi de um professor que, quando uma pessoa não sabe falar ou escrever bem, aparecem logo outras que falam e escrevem por elas, não para elas. Então, qual dessas posições vocês querem ocupar?
    • 6. Vocês deverão ler os textos que lhes forem apresentados aqui, assistir ao vídeo e escutar as músicas expostas, acompanhando os passos para a leitura de textos poéticos. Após essa etapa, precisarão fazer a leitura cuidadosa do livro Poeme- se. Cada grupo terá de selecionar em seguida, pesquisando em livros ou em sites (indicados no final), um poema da Literatura Brasileira. Reservem-no logo com a professora, pois um mesmo poema só poderá ser trabalhado, no máximo, duas vezes. Tarefa
    • 7.     Para começar, lembrem-se de que este trabalho se realizará em grupos de três ou quatro alunos e deverá ser feito da mesma forma como se monta qualquer equipamento que dependa de manual, isto é, seguindo passo-a-passo o que lhes for indicado. O entendimento de informações posteriores dependerá da leitura, reflexão/discussão entre os membros da equipe. O Processo
    • 8.     Leiam a notícia, presente no link abaixo:   Folha Online – Cotidiano
    • 9. <ul><li>Agora, verifiquem o que vocês entenderam. </li></ul><ul><li>(O grupo deverá discutir cada uma das questões.) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>De que trata a reportagem? </li></ul><ul><li>O jornalista que escreveu esse texto objetivou o quê? </li></ul><ul><li>O texto foi escrito em linguagem predominantemente denotativa ou conotativa? </li></ul><ul><li>A base do assunto é real, hipotética ou imaginária (ficcional)? </li></ul><ul><li>A linguagem utilizada é culta ou coloquial? </li></ul>
    • 10. &nbsp;
    • 11. <ul><li>Agora, verifiquem novamente o que vocês entenderam. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>De que trata o texto? </li></ul><ul><li>Quem escreveu esse texto objetivou o quê? </li></ul><ul><li>O texto foi escrito em linguagem predominantemente denotativa ou conotativa? </li></ul><ul><li>A base do assunto é real, hipotética ou imaginária (ficcional)? </li></ul><ul><li>A linguagem utilizada é culta ou coloquial? </li></ul>
    • 12. Ouçam esta música:      
    • 13. Assistam a este clássico:  
    • 14. Refletindo...   O modo como a chuva foi apresentada nos dois primeiros textos que vocês leram promove as mesmas sensações do exposto nessas duas músicas? Por quê?  
    • 15. Novos caminhos...   Agora, que vocês leram sobre perigos, problemas, alegrias ou sonhos que a chuva pode causar, tentem mergulhar neste texto diferente. É um outro estilo: um texto poético. Quem o escreveu foi um dos maiores poetas brasileiros: Carlos Drummond de Andrade.
    • 16. Caso pluvioso Carlos Drummond de Andrade <ul><li>A chuva me irritava. Até que um dia </li></ul><ul><li>descobri que maria é que chovia. </li></ul><ul><li>A chuva era maria. E cada pingo </li></ul><ul><li>de maria ensopava o meu domingo. </li></ul><ul><li>E meus ossos molhando, me deixava </li></ul><ul><li>como terra que a chuva lavra e lava. </li></ul><ul><li>Eu era todo barro, sem verdura... </li></ul><ul><li>maria, chuvosíssima criatura! </li></ul><ul><li>Ela chovia em mim, em cada gesto, </li></ul><ul><li>pensamento, desejo, sono, e o resto. </li></ul><ul><li>Era chuva fininha e chuva grossa, </li></ul><ul><li>matinal e noturna, ativa...Nossa! </li></ul><ul><li>Não me chovas, maria, mais que o justo </li></ul><ul><li>chuvisco de um momento, apenas susto. </li></ul><ul><li>Não me inundes de teu líquido plasma, </li></ul><ul><li>não sejas tão aquático fantasma! </li></ul><ul><li>Eu lhe dizia em vão - pois que maria </li></ul><ul><li>quanto mais eu rogava, mais chovia. </li></ul><ul><li>  E chuveirando atroz em meu caminho, </li></ul><ul><li>o deixava banhado em triste vinho, </li></ul><ul><li>  que não aquece, pois água de chuva </li></ul><ul><li>mosto é de cinza, não de boa uva. </li></ul><ul><li>  Chuvadeira maria, chuvadonha, </li></ul><ul><li>chuvinhenta, chuvil, pluvimedonha! </li></ul>
    • 17. <ul><li>Eu lhe gritava: Pára! e ela chovendo, </li></ul><ul><li>poças d’água gelada ia tecendo. </li></ul><ul><li>  Choveu tanto maria em minha casa </li></ul><ul><li>que a correnteza forte criou asa </li></ul><ul><li>e um rio se formou, ou mar, não sei, </li></ul><ul><li>sei apenas que nele me afundei. </li></ul><ul><li>E quanto mais as ondas me levavam, </li></ul><ul><li>as fontes de maria mais chuvavam, </li></ul><ul><li>  de sorte que com pouco, e sem recurso, </li></ul><ul><li>as coisas se lançaram no seu curso, </li></ul><ul><li>  e eis o mundo molhado e sovertido </li></ul><ul><li>sob aquele sinistro e atro chuvido. </li></ul><ul><li>  Os seres mais estranhos se juntando </li></ul><ul><li>na mesma aquosa pasta iam clamando </li></ul><ul><li>contra essa chuva estúpida e mortal </li></ul><ul><li>catarata (jamais houve outra igual). </li></ul><ul><li>Anti-petendam cânticos se ouviram. </li></ul><ul><li>Que nada! As cordas d’água mais deliram, </li></ul><ul><li>e maria, torneira desatada, </li></ul><ul><li>mais se dilata em sua chuvarada. </li></ul><ul><li>Os navios soçobram. Continentes </li></ul><ul><li>já submergem com todos os viventes, </li></ul><ul><li>e maria chovendo. Eis que a essa altura, </li></ul><ul><li>delida e fluida a humana enfibratura, </li></ul><ul><li>e a terra não sofrendo tal chuvência, </li></ul><ul><li>comoveu-se a Divina Providência, </li></ul><ul><li>e Deus, piedoso e enérgico, bradou: </li></ul><ul><li>Não chove mais, maria! - e ela parou. </li></ul>
    • 18. <ul><li>Para refletir... </li></ul><ul><li>e procurar o sentido do texto. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Quem parece ser “maria”? </li></ul><ul><li>Qual deverá ser a relação existente entre “maria” e o eu-lírico? </li></ul><ul><li>Como se caracteriza a força da chuva ao longo do texto? </li></ul>
    • 19.   Tendo cumprido todas as etapas anteriores, este trabalho se encerrará com a apresentação, em vídeo, do poema escolhido por vocês. Ele poderá ser lido, recitado, musicado, interpretado, desenhado, animado. É necessário conhecer o poeta, para depois em aula conversarmos sobre ele. Fiquem à vontade para desenvolver o trabalho, mas façam-no com muita criatividade e empenho. Avaliação
    • 20.   Vocês leram textos de diferentes tipos e de diferentes abordagens. É importante aprender a ver as diversas estratégias de uso de nossa língua, para entender as infinitas possibilidades de criação humana. Mergulhar nesse fantástico mundo de beleza – que são as palavras – é mergulhar em um oceano de conhecimento. Conclusão
    • 21.   Se vocês gostaram desse poema de Carlos Drummond de Andrade ou, pelo menos, acharam-no curioso, descubram outros nos sites listados a seguir. Colocando o nome de qualquer poeta, por exemplo, no Google , aparecerão inúmeras páginas com poemas, biografias, textos, vídeos, músicas. Cuidado, no entanto, com os sites . Procurem sempre usar os que são confiáveis. Releituras - Carlos Drummond de Andrade Revista Agulha - Jornal de poesia Memória Viva (Há poemas recitados pelo próprio poeta Carlos Drummond de Andrade.)
    • 22. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u373647.shtml   http://www.abril.com.br/noticia/abril/no_92600.shtml   http://br.youtube.com/watch?v=UeCos1pDrzM&amp;feature=related   http://br.youtube.com/watch?v=bkEvy-9yVyQ&amp;feature=related   http://www.webquest.futuro.usp.br/ http://br.youtube.com/watch?v=bkEvy-9yVyQ&amp;feature=related   MARTINS. Tatiane. Poeme-se . Ed. Litteris: Rio de Janeiro, 2007. Créditos &amp; Referências A

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