Francine Schütz
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caracterizada por lesões
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As fibras de colágeno conferem
a estrutura ao tecido
A elastina confere eslasticidade.
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 O componente principal das fibras elásticas é a
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 Pouco esclarecida
 Relacionada a diversas
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 Há predisposição genética
 Menor expressão dos genes do
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não ser bem compreendida,
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Nacaradas: flacidez central,
recoberta por epitélio
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desconhecida, no entanto, está
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inflamatório que pode ser intenso,
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norte-americanos identificou a IL-1alfa
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As metaloproteinases da matriz
(MMPs) são enzimas endopeptidases
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estimulação da cicatrização e a
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1- Superficial – 0.06mm
(epidérmico): criam necrose
de toda ou de parte da
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(dérmico papilar): esses
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Essa técnica de esfoliação promove:
 Redução da espessura do estrato córneo,
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 Limpeza
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Esfoliação
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 Freqüência do Tratamento:
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 Ácido Glicólico
 Entre os AHAs, o ácido glicólico tem o menor
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A Pomada de Vegelip
 É um Blend de Lipídios Vegetais rico em EFAs,
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 Redução da Perda Transepidermal de Água
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Estrias atróficas

  1. 1. Francine Schütz
  2. 2. Processo degenerativo cutâneo, benigno, caracterizada por lesões atróficas ocorrendo em trajeto linear, onde variam de coloração de acordo com sua dase evolutiva.
  3. 3. As fibras de colágeno conferem a estrutura ao tecido A elastina confere eslasticidade. Estas estão intimamente entrelaçadas na derme, sendo um dos principais tecidos de suporte da pele.
  4. 4.  O componente principal das fibras elásticas é a proteína elastina.  Uma fibra que resiste a fervura e ácidos, cedendo facilmente mesmo a mínimas trações, porém, retomam sua forma inicial logo que cessam as forças deformantes.  As mudanças nas estruturas que suportam a força tênsil geram uma debilitação na espessura do tecido conectivo que aliado a maiores tensões sobre a pele, como na obesidade, produzem as estriações cutâneas.
  5. 5. As fibras elásticas com lesões recentes, aparecem estriadas e nas lesões envelhecidas, fragmentam-se e concentram-se em locais isolados, e assim obtém uma ligeira depressão na textura da pele, denominada estria.
  6. 6.  As estrias causam enorme desconforto para as pessoas.  São mais comuns em pessoas brancas e surgem em oposição às linhas de tensão da pele.  São comuns em pessoas que passaram por constantes fases de ganho e perda de peso ou qualquer situação que causou um estiramento excessivo da pele, como musculação e gravidez.  Ocorrem mais freqüentemente no abdômen, mamas, braços e dorso.
  7. 7.  Estrias sugerem correlação entre perda da capacidade de síntese dos fibroblastos e alteração na estrutura do tecido conjuntivo, do colágeno, da elastina e das fibras de fibrilinas, com redução significativa na estria comparada com a pele normal.  Elas estão associadas com vários estados de doença e situações fisiológicas, incluindo a gravidez.
  8. 8.  Nas gestantes, as estrias ocorrem em mais de 70% das pacientes e são encontradas mais comumente no abdome, no quadril, nas nádegas e nos seios.  Elas tendem a se desenvolver a partir da 25ª semana gestacional.  A coloração avermelhada, tipicamente, muda para uma cor de carne ou empalidece com o passar do tempo (com ou sem o uso de cremes tópicos de vários tipos), mas, embora as linhas atróficas possam ficar mais delgadas após o parto, não desaparecem completamente.  O aspecto estético é a grande preocupação para a maioria das mulheres.
  9. 9.  Pouco esclarecida  Relacionada a diversas manifestações clínicas  Resultado de processos fisiológicos como a gestação e o crescimento  Frequente em mudanças do comportamento hormonal das adrenais
  10. 10.  Há predisposição genética  Menor expressão dos genes do colágeno e da Fibronectina nos tecidos afetados  Comum em pacientes com doenças do tecido conjuntivo
  11. 11.  Nos obesos pode acontecer em crianças e adultos  Adolescentes em virtude do crescimento corporal  Meninas : mamas  Meninos: região Lombosacra
  12. 12.  Pacientes que fazem uso de medicamentos para tratamento de tuberculose, febre tifóide podem desenvolver com estrias.  Também foi relatado o aparecimento desta manifestação em anorexia nervosa.  Portadores do HIV que tomam indinavir também mostraram-se predispostos às estrias.
  13. 13.  Homens que praticam o halterofilismo  Podem também aparecer em pacientes com hipercortisolismo como no caso da Síndrome de Cushing  Nas pessoas que fazem uso de esteróides tópicos.
  14. 14. Apesar de a etiologia das estrias não ser bem compreendida, aceita-se que a combinação de estiramento mecânico da pele com fatores genéticos, com alterações endócrinas
  15. 15. Rosadas (iniciais): com aspecto inflamatório e coloração rosada, dada pela superdistensão das fibras eslásticas e rompimento de alguns vasos sanguíneos, com sinais clínicos de prurido e dor em alguns casos, erupção papular plana e levemente edematosa.
  16. 16. Atróficas: com aspecto cicatricial, uma linha flácida central e hipocromia com fibras elásticas enoveladas e alguma rompidas, com colágeno desorganizado e os anexos da pele preservados.
  17. 17. Nacaradas: flacidez central, recoberta por epitélio pregueado, sendo desprovidas de anexos cutâneos, com fibras elásticas rompidas, e as lesões evoluindo para fibrose
  18. 18. A patogênese da estria é desconhecida, no entanto, está provavelmente relacionada às mudanças nos componentes da matriz extracelular, como na fibrilina, na elastina e no colágeno. Nos estágios iniciais da formação das estrias foram encontradas mudanças na elastólise associada à degeneração celular e, ainda, mudanças inflamatórias evidentes com edema e infiltração linfocítica perivascular
  19. 19. No início, ocorre um processo inflamatório que pode ser intenso, mononuclear e predominantemente perivascular. A derme pode apresentar- se edematosa. Recentemente, verificou-se que as alterações iniciais se estendem por até 3 cm além da borda da estria, ocorrendo elastólise e desgranulação de mastócitos, seguidos de afluxo de macrófagos em torno das fibras elásticas fragmentadas
  20. 20.  Nas fases mais tardias, a epiderme encontra- se atrófica e aplainada;  Na derme, as fibras elásticas estão bastante alteradas; e as colágenas dispõem-se em feixes paralelos à superfície na direção da presumida força de distensão.  A patologia é semelhante à de uma cicatriz, no entanto, através da microscopia eletrônica, observa-se que os fibroblastos estão praticamente destituídos de organelas de síntese (complexo de Golgi e retículo endoplasmático rugoso), enquanto nas cicatrizes estão bem desenvolvidos.
  21. 21.  Um estudo conduzido por pesquisadores norte-americanos identificou a IL-1alfa como um potente indutor da ativação proteolítica do pro-MMP-9 na pele humana. O pro-MMP-9 é expresso logo após um trauma cutâneo, sendo que o MMP-9 age na degradação dos componentes estruturais da membrana como o colágeno dos tipos IV e VII. Surgery. 2005 Nov;138(5):932-9.
  22. 22. As metaloproteinases da matriz (MMPs) são enzimas endopeptidases que possuem importância para o remodelamento tecidual normal e patológico constante. A MMP-13, também chamada de colagenase-3, é a responsável pela degradação de colágeno. Photochem Photobiol. 2004 Jun;79(6):499-505.
  23. 23. O tratamento deve basear-se na estimulação da cicatrização e a regeneração dos tecidos por via da reestruturação da matriz dérmica
  24. 24.  Desde que as estrias existem utiliza-se grande quantidade de substâncias para preveni-las.  A maioria foi usada sem fundamento, com base unicamente em crenças e tradições populares, destacando-se as substâncias oleosas como:  o óleo de castor, óleo de gérmen de trigo, óleo de lavanda, óleo mineral, óleo de rosa mosqueta, óleo de milho, óleo de oliva, manteiga de cacau, óleo de néroli, arnica, Aloe vera, calêndula, alfatocoferol(vitamina E) e inumeráveis cremes e óleos homeopáticos
  25. 25.  O que realmente tem fundamento científico é que os emolientes exercem papel fundamental na prevenção das estrias, já que melhoram o conteúdo de umidade da pele e podem modificar potencialmente as propriedades mecânicas dela.  Comprovou-se que o comportamento biomecânico da pele pode ser modificado e eventualmente modulado por meio da aplicação tópica de hidratantes, com melhora na extensibilidade e elasticidade da pele e diminuição da perda transepidérmica de água.
  26. 26.  Forma ativa. Obtém-se com o uso de substâncias que formam o fator natural de umectação (FNU) – lactato, ácido pirrolidônico, ureia etc.  Forma passiva. Obtém-se com compostos emolientes e oclusivos diferentes do grupo anterior – glicerina, vaselina,óleo mineral, silicones, lanolina, sorbitol, esqualeno etc.
  27. 27.  Outro aspecto importante a ser considerado é a restauração da função de barreira, obtida com produtos que possuem lipídeos parecidos aos que a pele tem normalmente, que evitam a perda de água e restauram a barreira alterada.  Esse é um novo conceito de hidratação por meio da restauração da barreira lipídica na forma mais próxima à. fisiológica
  28. 28.  1-Estimulação do crescimento epidérmico mediante remoção do estrato córneo.  2-Destruição das camadas superficiais da pele envelhecida ou lesada obtendo-se um tecido mais jovem e sadio com melhoria da aparência estética, principalmente nas desordens de pigmentação e ceratoses actínicas.  3-Indução de reação inflamatória nos tecidos mais profundos.A ativação de mediadores de inflamação induz a produção de colágeno novo e de SFA na derme.
  29. 29. 1- Superficial – 0.06mm (epidérmico): criam necrose de toda ou de parte da epiderme,de qualquer ponto do estrato granuloso até a camada basal. Pele - Barreira cutânea Camada córnea Camada granulosaCamada granulosa Camada espinhosa Camada basal água Camada basal água
  30. 30.  2-Médio - 0.45 a 0.6 mm (dérmico papilar): esses peelings criam necrose da epiderme e de parte ou de toda a derme superficial ou papilar  3-Profundo -0.6mm a 0.8 mm (dérmico reticular): criam necrose da epiderme, da derme papilar até a derme reticular.
  31. 31.  Peeling Rolling de Bambu é uma forma de peeling por microdermoabrasão, sem uso de aparelho, que promove esfoliação cutânea eficaz e não agressiva
  32. 32. Essa técnica de esfoliação promove:  Redução da espessura do estrato córneo, deixando a pele mais susceptível ao tratamento subseqüente;  Melhor penetração dos ativos aplicados após a esfoliação;  Suavização das marcas de expressão;  Estimulação da renovação celular.
  33. 33.  Limpeza Espuma LESS Free Hipoalergênica  Espuma LESS Free qsp_________100 ml Aplicar sobre a face umedecida, massageando-a. Remover com algodão.
  34. 34. Esfoliação  Peeling Rolling de Bambu Peeling Rolling de Bambu qsp_______60 ml Aplicar uma fina camada de peeling. Esperar secar completamente. Deslizar formando rolling.
  35. 35. Tratamento  Emulsão Potencializada Colágeno+Elastina Loção Olivem com Lys´lastineTM V e Melscreen® Coffee: ação na elastina e colágeno Lys´lastineTM V ____________________1% Melscreen® Coffee _________________5% Loção Olivem____________________50 ml  Aplicar nas áreas desejadas, 2 vezes ao dia.
  36. 36. Indicação: Estrias em estágio inicial ou tardio  1) Higienizar as mãos do cliente e do profissional e da região a ser tratada com  a Loção de Hortelã Cleanser  2) Limpar o local com Sabonete Dermo Equilibrante, remover com água  3) Tonificar com Loção Tônica Dermo Equilibrante  4) Esfoliar bem o local com o Peeling de Laranja  5) Limpar com Sabonete Dermo Equilibrante, remover bem com água  6) Aplicar Impact Gel e deixar de 08 a 10 min, remover o excesso com  espátula  7) Aplicar Fluído Ácido e deixar 10 min (não retirar)  8) Aplicar Ionto Corporal, com pinçamentos  9) Aplicar máscara: Argila Verde + Gel Bioestimulante, deixar 20 min,  remover com água  10) Aplicar Tônico Revitalizante, espalhar  11) Aplicar Ionto Corporal e Ionizar ou utilizar micro corrente  12) Finalizar com Creme para Prevenção de Estrias
  37. 37.  Freqüência do Tratamento: 20 sessões com periodicidade semanais  Duração da sessão: 50 min Ritual diário  Banho diário com o Sabonete Esfoliante alternando com o Sabonete Cremoso  Aplicar todos os dias após o banho no local Creme para Prevenção de Estrias, e nas regiões adjacentes Hidratante Corporal Maracujá e Erva Cidreira ou Creme para Massagem LINHA SHAPE
  38. 38.  Esfoliact Peel – Faça a esfoliação e em seguida retire.  Gel c/ Nutrientes – Aplique na região afetada com o pincel e deixe agir por 5 min. Até ocorresr a hipiremia.  Loção Oligo Peel – Borrifar na região a ser tratada em seguida aplique Loção Collagen Peel – Aplique e ionizar na polaridade +e- por 5 min, cada polaridade.  Máscara de Colágeno passe com o pincel uma fina camada.e deixe agir por 10 min. Em seguida umedeça com a Loção de Colágeno. Faça a massagem até a penetração do produto na pele.  Creme Tônus Peel – Finalize passando o creme Tônus Peel. Não Retirar.  Home Care: A cliente deve usar todos os dias a Loção de Colágeno e Creme Tônus Peel.
  39. 39.  1 - Higienizar e esfoliar com o Sabonete Mousse Esfoliante Adcos. Molhar a escova La Face e circular sobre o Mousse por toda a região a ser tratada. Retirar.  2 - Tonificar com a Loção Firmante Adcos que hidrata a pele e equilibra seu pH. Pinçar levemente para maior penetração.  3 - Ionizar por 10 minutos (5 minutos na polaridade negativa e mais 5 minutos para a polaridade positiva com intervalo de 3 minutos) com a Solução Eletrolítica Firmante Adcos, ionizando com rolinho corporal.  4 - Aplicar em seguida o Gel de Alfa e Beta Hidroxiácidos Adcos para estimular a renovação celular. Deixar agir por 20 minutos. Retirar com água.  5 - Em seguida, espalhar o Creme Vitaminado Adcos (à base de óleos de uvas e complexo anti elastase que reduz a degradação da elastina, melhorando a elasticidade da pele) sobre a área afetada com movimentos circulares até a completa absorção.  6 - Sobre o Creme Vitaminado Adcos aplicado, colocar uma gaze levemente pulverizada com Loção Firmante Adcos e sobre a gaze fazer oclusão com Cromoalgas Verde Adcos. Deixar 15 minutos e retirar. Obs: a cliente deverá fazer 10 sessões, sendo duas por semana.  Manutenção: usar o Creme Vitaminado Adcos de manhã e à noite.
  40. 40.  Ácido Glicólico  Entre os AHAs, o ácido glicólico tem o menor peso molecular, portanto, atravessa a pele facilmente. A sua penetração cutânea depende do veículo, formulação, pH, local da aplicação e condição da pele sob tratamento com esse ácido.
  41. 41.  Infecções ativas por herpes simples, verrugas faciais e molusco contagioso;  Tratamento ativo com microdermoabrasão, eletrólise, depilação, tratamento a laser, agentes clareadores, máscaras e agentes esfoliantes. Esses tratamentos devem ser descontinuados pelo menos 1 semana antes do peeling;  Pacientes que não apresentem a confiança em relação ao uso dos fotoprotetores após o peeling.
  42. 42.  1. Agentes antiinflamatórios, com o objetivo de evitar complicações pós-inflamatórias.  2. Uso de agentes oclusivos – evita-se a TEWL excessiva.  3. Uso de repositores hídricos – aumenta a hidratação cutânea reduzida devido à TEWL.  4. Uso de repositores lipídicos, com o objetivo de promover a recuperação da barreira cutânea.  5. Uso de agentes cicatrizantes, objetivando aceleração do processo de cicatrização.  6. Uso de fotoprotetores para evitar os danos da radiação UV.
  43. 43. A Pomada de Vegelip  É um Blend de Lipídios Vegetais rico em EFAs, composto por Lipídios do girassol, Lipídios da Rosa Mosqueta, Lipídios da Oliva, Triglicérides dos Ácidos Cáprico e Caprílico e Vitamina E.  Segundo a composição dos óleos e as suas quantidades presentes no Vegelip®, a composição aproximada seria:  Ácido Linoléico 30,5% a 57%  Ácido Oléico 11,5% a 32,6%  TACC 20%  Ácido Linolênico 0,4%  Ácido Palmítico 0,2%
  44. 44. Pós-Peeling,Proteção e Aceleração da Recuperação Cutânea Estudo avaliou as propriedades regeneradoras do Ômega-3, Ômega-6 e Ômega-9, mostrando a capacidade de inibir a produção de Óxido Nítrico no local dos ferimentos.
  45. 45.  Proteção  Redução da Perda Transepidermal de Água  Antiinflamação Aceleração do Processo de Cura Indicação:  Pós-Peeling Imediato  Pós-Peeling Tardio Olivem®900 – Base Vegetal Derivado do Óleo de Oliva Segurança para Aplicações Dermatológicas Sem Conservantes Sem Corantes Livre de Etoxilados Natoleic-70™ - Ativo com 70% de Ácido Oléico Segurança para Aplicações Dermatológicas Alta Estabilidade à Oxidação Baixo Odor Vital ET™ Vitamina E Fosfatada (Biodisponível). Potente Ação Antiinflamatória Alfa-Bisabolol Natural Ação Antiinflamatória Ação Cicatrizante
  46. 46.  Pomada Vegetal Lipex® Canola U é:  Um repositor lipídico  Um agente oclusivo  Antiinflamatório  Rico em fitoesteróis e tocoferóis  Rico em ômega-9 que estimula a cicatrização  100% não-irritante e não-sensibilizante  Isento de lanolina e vaselina
  47. 47.  Nikkol VC-IP® é a Vitamina C na forma lipossolúvel, sendo extremamente estável e facilmente incorporada em cremes para massagem.  Por ser lipossolúvel apresenta alta penetração cutânea, atingindo as camadas profundas da pele, promovendo, deste modo, a síntese de colágeno com maior eficácia.  Massagem Prof. Creme Antiestrias de Maracujá e Vitamina C qsp_____50 g Massagear com movimentos circulares e suaves por aproximadamente 15 minutos.
  48. 48.  Diferentemente dos outros tipos de laser, o Laser Fracionado de CO2 atinge camadas mais profundas que os outros não conseguem atingir, atuando na derme e estimulando a produção de colágeno.  Já na primeira sessão o paciente nota a presença do tratamento, contudo os resultados são cumulativos e progressivos, variando de 3 a 8 sessões de acordo com a condição da pele e indicação.  Sua aplicação demora em torno de 30 minutos e é feita no consultório somente com o uso de um anestésico tópico no local.
  49. 49.  Radiofrequência  Durante meia hora, as ondas disparadas pela ponteira desse equipamento atingem e aquecem a camada mais profunda da pele. Consequentemente, há contração e aumento das fibras de colágeno, a reorganização dos tecidos de sustentação e a aproximação das bordas das estrias.  O que esperar? Após quatro sessões, o aspecto das estrias é reduzido em até 60%.  Dói? A área costuma ficar quente durante alguns minutos, mas o tratamento é praticamente indolor. Durante uma semana, é contraindicado tomar sol.  Número de sessões Entre oito e 16, com intervalo de três semanas.
  50. 50.  Primeiro é feito o peeling, que provoca uma microesfoliação e estimula a produção de colágeno e elastina. O cobre reage com uma enzima da pele responsável pela produção de melanina, fazendo a estria voltar a ter a mesma tonalidade do restante do corpo. Em seguida, é injetado na camada superficial um mix de substâncias capazes de reconstituir e devolver a elasticidade, firmeza e hidratação cutânea.  O que esperar? O resultado aparece, em média, após cinco sessões e a melhora das estrias varia entre 70% e 80%.  Dói? As picadas são um pouco doloridas e deixam a pele sensível, daí a recomendação de não usar roupas justas, fazer ginástica e usar cremes ou óleos corporais no dia da aplicação. Tomar sol, só depois de um mês. Quanto ao peeling, ele deixa a região avermelhada e descamando por três dias.  Número de sessões Quinze, com intervalo de uma semana.
  51. 51.  Como é? “Um equipamento injeta gás carbônico no tecido subcutâneo para dilatar os vasos sanguíneos e estimular a formação de colágeno, preenchendo as estrias de dentro para fora  O que esperar? O resultado aparece a partir do segundo mês de tratamento e a melhora das estrias pode chegar a 50%.  Dói? A sessão de 15 minutos de picadas é dolorida, porém suportável, e quando um vasinho é atingido a região pode ficar roxa por três a cinco dias, período em que você precisa ficar distante do sol.  Número de sessões Doze, uma por semana.
  52. 52.  Infravermelho + Ácido retinoico  Como é? Um aparelho com ponteira de cristal dispara raios infravermelhos que aquecem as camadas mais profundas da pele, provocando a sua retração e produzindo mais fibroblastos, que são as células formadoras do colágeno e da elastina. Meia hora depois é aplicado o ácido retinoico, que também estimula o aumento das fibras de sustentação da pele.  O que esperar? Três meses após o tratamento, o aspecto das linhas melhora entre 40% e 80%, dependendo da largura.  Dói? O desconforto do infravermelho é suportável. A coloração das estrias fica mais intensa nos primeiros dias e vai clareando aos poucos.  Número de sessões No mínimo três, uma por mês.
  53. 53.  Como é? O tratamento começa com a aplicação da luz intensa pulsada, que promove a regeneração das estruturas da pele, além de tratar os vasos dilatados que dão a aparência avermelhada. Em seguida, é aplicado o peeling de ácido retinoico, que otimiza a ação da luz.  O que esperar? O tom da pele fica entre 30% e 80% mais uniforme e as estrias tornam-se mais finas.  Dói? A pele fica sensível e pode descamar de cinco a dez dias. Durante uma semana deve-se evitar atividades físicas intensas e banhos quentes. A exposição solar está liberada depois de um mês.  Número de sessões Entre três e seis, com intervalo de um mês.
  54. 54.  Como é? Os dois tratamentos são feitos na mesma sessão. Primeiro, vem o peeling de cristal, que libera jatos de pó de óxido de alumínio para esfoliar e facilitar a penetração do ácido retinoico, que descama a pele e estimula a produção de colágeno.  O que esperar? No final do tratamento, há uma melhora de até 40% na textura das estrias, que também ficam mais claras.  Dói? Não, causam apenas vermelhidão por duas horas e descamação suave durante uma semana.  Número de sessões De 15 a 20, com intervalo de dez dias.
  55. 55.  Como é? A vitamina C a 22% é injetada com uma agulha fininha na camada superficial da pele. O ativo age nos vasos que dão a coloração avermelhada às estrias e estimula a aproximação das bordas, deixando-as menos visíveis. Em seguida, durante meia hora, entra em ação o equipamento de luz intensa pulsada. Ele tem uma ponteira que dispara uma energia que promove a contração da derme auxiliando o afinamento das linhas.  O que esperar O resultado aparece a partir da quarta sessão e até o fim do tratamento as estrias ficam cerca de 60% mais claras e finas.  Dói? As picadas incomodam e podem deixar hematomas por três a cinco dias. Nesse período, é recomendado ficar longe da ginástica, evitar roupas justas e não tomar sol.  Número de sessões: Dez de vitamina C, uma a cada 15 dias, e quatro de luz pulsada, com intervalo de três semanas.
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