Tp2 faa-grupo1

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  • - sem controlo de humidade, temperatura e sem meios de detecção e extinção de incêndio. por duas salas de depósito e um gabinete de tratamento técnico e leitura. - Este edifício possui uma pequena biblioteca especializada em História e Arquivística e ainda dois postos de acesso à Internet, bem como, uma sala de leitura.
  • Tp2 faa-grupo1

    1. 1. Free Powerpoint Templates Arquivo Distrital e Municipais do Porto Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação Formação Avançada em Arquivo Dr. Carlos Mendes
    2. 2. Introdução <ul><li>Este trabalho académico é realizado no âmbito da disciplina Formação Avançada em Arquivo, leccionada na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) pelo Dr. Carlos Mendes. O objectivo é fazer uma caracterização do arquivo distrital abordando os municípios. </li></ul><ul><li>O nosso arquivo é referente ao distrito do Porto, onde temos 16 municípios. Abordamos o seu percurso histórico, a tipologia documental, os instrumentos de acesso, bem como se o arquivo aderiu ou não ao programa PARAM, finalizando com casos práticos. </li></ul><ul><li>Para criar o trabalho começamos por efectuar pesquisas na internet e quando não nos foi possível obter os resultados pretendidos começamos um enviar emails, fazer visitas aos locais de arquivo e telefona-mos e falamos directamente com os responsáveis. </li></ul>
    3. 3. <ul><li>ARQUIVO DISTRITAL DO PORTO </li></ul><ul><li>ARQUIVOS MUNICIPAIS </li></ul><ul><ul><li>AMARANTE </li></ul></ul><ul><ul><li>BAIÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>FELGUEIRAS </li></ul></ul><ul><ul><li>GONDOMAR </li></ul></ul><ul><ul><li>MAIA </li></ul></ul><ul><ul><li>MARCO DE CANAVESES </li></ul></ul><ul><ul><li>MATOSINHOS </li></ul></ul><ul><ul><li>PAÇOS DE FERREIRA </li></ul></ul><ul><ul><li>PAREDES </li></ul></ul><ul><ul><li>PENAFIEL </li></ul></ul><ul><ul><li>ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO </li></ul></ul><ul><ul><li>PÓVOA DE VARZIM </li></ul></ul><ul><ul><li>SANTO TIRSO </li></ul></ul><ul><ul><li>VALONGO </li></ul></ul><ul><ul><li>VILA DO CONDE </li></ul></ul><ul><ul><li>VILA NOVA DE GAIA </li></ul></ul>
    4. 4. ARQUIVO DISTRITAL DO PORTO <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>Criado pelo Decreto 19952, a 27 de Junho de 1931 . </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>O Arquivo encontra-se instalado numa casa particular arrendada, na Praça da República, onde receberam as suas primeiras incorporações em 1932. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>1985 - São efectuadas obras de remodelação e reparação, onde é criado um criado um espaço para os Serviços de Referência e Leitura. </li></ul><ul><li>1995 - Efectua-se a transferência para o actual espaço. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Ao perfazer 75 anos de actividade (2007), o Arquivo Distrital do Porto abre a sua sala de referência e leitura virtual: </li></ul><ul><li>Consulta Real em Ambiente Virtual (podemos aceder à informação sobre os fundos e visualizar os documentos já digitalizados). </li></ul><ul><li>  </li></ul>
    5. 5. <ul><li>700 fundos que foram produzidos por entidades de natureza diversa, pública ou privada, organizações ou indivíduos. </li></ul><ul><li>Estes arquivos apresentam uma estrutura bastante diversificada, com uma extensão de cerca doze quilómetros de documentos. </li></ul><ul><li>Os documentos dos arquivos apresentam-se sob diversos tipos de suporte como pergaminho, papel, película, CD-ROM, etc. </li></ul><ul><li>Encontramos vários níveis de descrição, como fundos, secções, subsecções, séries, subséries, documentos compostos / processos, documentos, entidade detentora, grupos de arquivos, e ainda unidades de instalação. </li></ul>Tipologia documental
    6. 6. <ul><li>Como instrumentos de acesso podemos recorrer ao site do arquivo distrital do Porto e pesquisar no ícone Pesquisa – Internet; </li></ul><ul><li>Podemos obter resultados mais pertinentes caso se consulte o cadastro dos fundos; </li></ul><ul><li>Quanto aos instrumentos de acesso existem ainda serviços de referência e de leitura, através dos contactos. </li></ul><ul><li>Casos Práticos </li></ul><ul><li>Para aceder a qualquer tipo de informação é permitido executar a consulta através do site e presencialmente. </li></ul>Instrumentos de acesso
    7. 7. AMARANTE (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O arquivo de Amarante data do ano 2005 a sua inauguração.   </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Amarante é constituído pelo fundo Municipal, e pelo Espólio dos Condes de Amarante. </li></ul><ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>O Arquivo de Amarante dispõe de inventários para acesso ao fundo municipal e ao Espólio dos Condes de Amarante. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
    8. 8. <ul><li>Casos práticos </li></ul><ul><li>O Arquivo dispõe de folhas de requerimento/consulta e fichas de leitura de acordo com a portaria dos arquivos nº 412/2001 de 17 de Abril. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>O Arquivo aderiu ao PARAM. </li></ul><ul><li>Organograma/Mapa de Pessoal </li></ul><ul><li>Pela informação dada apenas existem dois técnicos de Arquivo. (não foi possível obter exemplos pois estão em actualizações nos equipamentos informáticos). </li></ul>AMARANTE (2/2)
    9. 9. BAIÃO (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O arquivo do Município de Baião não está classificado como Arquivo Histórico pelo que se insere no Departamento Administrativo da autarquia. </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O arquivo municipal comporta toda a documentação produzida pelos vários sectores da câmara municipal e a sua organização é feita por secção produtora, classificação por tipologia número e ano. </li></ul><ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Como instrumento de acesso utilizam o inventário . </li></ul>
    10. 10. <ul><li>Casos práticos </li></ul><ul><li>O registo de entradas/saídas e incorporações de documentação são feitas através do sistema informático implantado na organização (ANO) ou quando isso não é possível, manualmente, por requisições. </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não aderiram ao PARAM.   </li></ul><ul><li>Organograma/Mapa de Pessoal </li></ul><ul><li>O arquivo é formado por um assistente técnico ( com formação BAD) e dois assistentes operacionais. </li></ul>BAIÃO (2/2)
    11. 11. FELGUEIRAS (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O arquivo de Felgueiras surgiu no âmbito do Aviso nº774/2007 de 15 de Janeiro de 2007 publicado no Diário da Republica relativamente á estrutura orgânica dos serviços. </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O fundo arquivístico da Câmara Municipal de Felgueiras está organizado segundo o quadro de classificação para as câmaras municipais do ex- Instituto Português dos Arquivos. </li></ul><ul><li>As tipologias/série documentais produzidas pelo serviço Arquivo são : </li></ul><ul><ul><li>Regulamentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Informações; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inquéritos aos serviços; </li></ul></ul><ul><ul><li>Construção e equipamentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Correspondência recebida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Requisições de documentação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Copiador de correspondência expedida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Relatórios anuais de actividade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Entre outros. </li></ul></ul>
    12. 12. <ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Inventário analítico publicado em 1990 e elaborado por uma equipa liderada pelo Dr. Fernando de Sousa. </li></ul><ul><li>Casos práticos </li></ul><ul><li>Requisição/consulta de documentos : serviço faz pedido via telefone – Arquivo remete documentação acompanhada de formulário “Pedido de documentação” que é devolvido devidamente assinado.   </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não aderiram ao PARAM, mas apresentaram uma candidatura ao Programa Operacional Regional do Norte (ON.2) – Bibliotecas e Arquivos a qual foi aprovada. </li></ul><ul><li>Organograma/Mapa de Pessoal </li></ul><ul><li>1 Técnico superior de arquivo e 2 técnicos profissionais de Conservação e restauro de documentos gráficos. </li></ul>FELGUEIRAS (2/2)
    13. 13. GONDOMAR (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Gondomar encontra-se, desde Dezembro de 2004 , em fase de recenseamento geral da documentação acumulada. </li></ul><ul><li>A Câmara, em termos físicos, foi criando outros espaços para funcionamento dos seus órgãos, pelo que a documentação do Arquivo foi “viajando” com esses serviços. Em simultâneo, houve necessidade de acondicionar a documentação histórica em depósitos fora do edifício principal. Neste momento, a documentação está dispersa por oito depósitos de arquivo distintos, em imóveis da Câmara. </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O primeiro documento relativo à vida administrativa de Gondomar remonta a 1834 . Trata-se da acta da posse e juramento feito pela Comissão Municipal Interina deste concelho. </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Gondomar possui os livros de actas desde esta data até aos dias de hoje, permanecendo, nestes livros, parte da História do Município, desde a administração do concelho. No âmbito do recenseamento da documentação histórica recolhida até agora, foram identificadas 100 séries documentais . </li></ul>
    14. 14. <ul><li>Instrumentos de Acesso </li></ul><ul><li>Ao estabelecer a lista de prioridades , tiveram que determinar como critério a descrição das séries documentais mais requisitadas pelos serviços , para suporte das actividades administrativas e de carácter probatório. Por isso, foram, de imediato, elaborados instrumentos de pesquisa como: catálogos, inventários e folhas de recolha de dados. </li></ul><ul><li>Casos Práticos </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação </li></ul><ul><li>Organograma/Mapa do Pessoal </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal conta, apenas, com um técnico superior de Arquivo para dar resposta às inúmeras solicitações que vão surgindo. Em Junho de 2008, iniciou-se uma colaboração com a técnica de Arquivo e 2 técnicas do Património Cultural. </li></ul>GONDOMAR (2/2)
    15. 15. LOUSADA (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>Principal missão: é a difusão do património documental, assim como a promoção do estudo do concelho de Lousada. </li></ul></ul><ul><li>Este Arquivo é o principal receptor que permite reconstituir a história do concelho, contribuindo, para o desenvolvimento de políticas de gestão integrada de informação. </li></ul><ul><li>Dispõe de uma pequena sala de leitura com capacidade para quatro pessoas, destinada à consulta e referência ligadas ao trabalho de investigação e ainda um serviço de conservação e restauro documental e de uma reprografia apetrechada com leitor de microfilmagem , bem como de uma biblioteca de apoio. </li></ul>
    16. 16. <ul><li>Tipologia Documental </li></ul><ul><li>Este Arquivo Municipal é constituído por cerca de 1032 documentos , ocupando mais de 2606 metros lineares de prateleiras. </li></ul><ul><li>De entre a sua documentação, salientamos: </li></ul><ul><ul><li>Fundo da Câmara Municipal de Lousada – Séc. XIX / XX; </li></ul></ul><ul><ul><li>Actas desde 1838; </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros do Tombo – Séc. XVIII / XX; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fundo da Administração do concelho – Séc. XIX / XX; </li></ul></ul><ul><ul><li>Legados Pios – Séc. XIX / XX; </li></ul></ul><ul><ul><li>Testamentos – Séc.XIX / XX; </li></ul></ul><ul><ul><li>Arquivo Fotográfico – Séc. XIX / XX. </li></ul></ul>LOUSADA (2/2)
    17. 17. MAIA (1/2) <ul><li>Percurso histórico </li></ul><ul><li>O arquivo Municipal da Maia encontra-se dividido em duas partes, devido à falta de recurso financeiros para albergar toda a documentação num só edifício, sendo assim desde 1 de Novembro de 2009, temos, o arquivo corrente e intermédio que se encontram no edifício da Câmara da Maia e o arquivo histórico que se encontra na Biblioteca. (Antes desta data, a documentação estava toda misturada em salas da Câmara Municipal). </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>  Quanto à tipologia documental, ambos os arquivos possuem bastante documentação, têm documentos desde 1700, como escrituras, testamentos, correspondências, etc. </li></ul><ul><li>No arquivo corrente e intermédio, quatro funcionários seleccionam a informação para poderem mandar para o arquivo histórico e decidir qual a que podem eliminar. </li></ul>
    18. 18. <ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Ambos os arquivos não possuem qualquer tipo de instrumento de acesso. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Organograma </li></ul><ul><li>  A Câmara dispõe de um organograma publicado pelo Diário da República em finais de 2007. </li></ul><ul><li>No arquivo trabalham quatro funcionários, onde apenas um tem formação na respectiva área. </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>  A Câmara Municipal da Maia não teve oportunidade de aderir a este programa, pois tinham de ter uma estrutura de acordo com determinados requisitos e para além disso só tinham três funcionários. </li></ul><ul><li>  </li></ul>MAIA (2/2)
    19. 19. MATOSINHOS <ul><li>Não foi possível encontrar qualquer informação sobre estes Arquivos. </li></ul>MARCO DE CANAVESES PAÇOS DE FERREIRA
    20. 20. PAREDES (1/3) <ul><li>  Percurso Histórico </li></ul><ul><li>Quanto ao percurso histórico da instituição, referindo a legislação/regulamentação da sua constituição podemos dizer que o Arquivo Municipal de Paredes, faz parte integrante do edifício onde funciona a Câmara Municipal e funciona como uma simples secção integrada no organigrama da mesma. </li></ul><ul><li>Ao contrário do que seria desejado, este arquivo tem à sua guarda documentação que deveria estar num arquivo intermédio (se este existisse) o que dificulta, tanto a nível de espaço como a nível de tratamento da informação, pois temos já cerca de 1Km de estante com informação para ser tratada. </li></ul><ul><li>          </li></ul><ul><li>Actualmente, não existe legislação/regulamentação da sua constituição, estando a ser elaborado neste momento, pelo Arquivo Municipal, um regulamento projecto, para ser apresentado à Câmara e ser aprovado. </li></ul>
    21. 21. <ul><li>Tipologia documental: </li></ul><ul><li>Dá entrada neste Arquivo, toda a documentação produzida e recebida na Câmara Municipal, onde fica a aguardar os prazos estabelecidos pela Portaria nº 1253 de 2009. </li></ul><ul><li>         Têm como exemplo esta documentação: </li></ul><ul><ul><li>Livros de actas de reuniões do executivo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros de actas do conselho municipal; </li></ul></ul><ul><ul><li>Serviços de águas e saneamentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Notariado privativo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Licenciamentos sanitários; </li></ul></ul><ul><ul><li>Documentação histórica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recenseamento militar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recenseamento eleitoral; </li></ul></ul><ul><ul><li>Entre outros. </li></ul></ul>PAREDES (2/3)
    22. 22. <ul><li>Casos Práticos: </li></ul>PAREDES (3/3) PARAM A Câmara Municipal de Paredes, nunca aderiu ao PARAM.   Este arquivo conta somente com: 1 Assistente técnico (Arquivo); 1 Assistente operacional (fiel de armazém) que colabora na organização do mesmo.
    23. 23. PENAFIEL (1/3) <ul><li>Percurso Histórico   </li></ul><ul><li>Até meados de 1996 , a documentação do Arquivo Municipal encontrava-se nas águas furtadas da Câmara Municipal de Penafiel. </li></ul><ul><li>Em Setembro deste ano, foi verificado o risco em que os documentos se encontravam. Toda a documentação histórica (1405-1974) foi transferida para a Biblioteca Municipal e sendo aí depositada. </li></ul><ul><li>A partir de 1997 , o Arquivo Municipal passou a ter na Biblioteca um espaço próprio composto. </li></ul><ul><li>Desde 3 de Março de 2003, o Arquivo Municipal encontra-se definitivamente instalado na zona histórica da cidade de Penafiel, devidamente equipado (estanterias). </li></ul>
    24. 24. <ul><li>Tipologia Documental </li></ul><ul><li>Este arquivo contém sob sua responsabilidade, toda a documentação produzida ou reunida pelos diferentes órgãos e serviços, como resultado da actividade municipal e que se conserva para servir de testemunho, prova ou informação, assim como, documentação doada e depositada ao longo dos tempos na Câmara Municipal de Penafiel devido, à extinção dos órgãos produtores ou a contratos de depósito de documentos. </li></ul><ul><li>Instrumentos de Acesso </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Penafiel tem publicado Inventários/Documentação . </li></ul><ul><li>  </li></ul>PENAFIEL (2/3)
    25. 25. <ul><li>Casos Práticos : </li></ul><ul><ul><li>Guia de remessa de incorporação de documentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Requisição de documentação interna. </li></ul></ul><ul><li>PARAM (Programa de Apoio à Rede de Arquivos Municipais) </li></ul><ul><ul><li>Em 1999 , o Arquivo Municipal concorreu ao PARAM 2 (Programa de Apoio à instalação do Arquivo Municipal), para recuperação de um edifício já existente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 2001 , tornou a candidatar-se, mas desta vez ao PARAM 5 (Programa de Apoio à gestão de arquivos e tratamento arquivístico), para aquisição de estanteria e mobiliário para o Arquivo . </li></ul></ul><ul><ul><li>Foi graças a estes dois programas que conseguiram 50% do valor final para a recuperação do edifício para o Arquivo Municipal e aquisição da estanteria e mobiliário, pois sem estes o Arquivo não seria uma realidade. </li></ul></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Penafiel possui um técnico superior de Arquivo e 4 técnicos profissionais de arquivo. </li></ul>PENAFIEL (3/3)
    26. 26. Informação fornecida por Joana Ribeiro via correio electrónico [email_address]
    27. 27. ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO (1/5) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal do Porto, tal como noutras cidades do país e do estrangeiro, surge pela necessidade de conservar e proteger o conjunto de documentos produzidos e recebidos pela Câmara no exercício das suas actividades. </li></ul><ul><li>Compete-lhe receber , organizar e criar instrumentos de acesso à documentação; criar condições de acessibilidade do público aos documentos; promover a divulgação do seu acervo e de temas de História da Cidade. </li></ul><ul><li>Em 6 de Julho de 1925 , em sessão da Câmara Municipal do Porto, foi aprovada uma proposta no sentido de transformar o Arquivo Municipal num serviço autónomo, que passaria a designar-se Arquivo Histórico do Porto </li></ul><ul><li>A criação do Gabinete de História da Cidade, em 1936 , não representou uma quebra absoluta na tradição arquivística da Câmara. </li></ul><ul><li>1980 - Foi extinto o Gabinete de História da Cidade sendo criada em sua substituição a Divisão do Arquivo Histórico com atribuições técnicas mais explícitas. </li></ul><ul><li>Em 1983 foi nela integrado o Arquivo Geral da Câmara, para uma melhor coordenação dos sistemas de tratamento dos núcleos documentais do município.   </li></ul>
    28. 28. <ul><li>Tipologia Documental </li></ul><ul><li>O acervo deste Arquivo inclui numerosas séries manuscritas, pergaminhos, códices iluminados, desenhos, fotografias, etc. Como complemento informativo, o serviço dispõe de uma biblioteca auxiliar com cerca de 5000 publicações impressas e, ainda, colecções de postais antigos, gravuras, cartazes, etc., sobre temas portuenses. </li></ul><ul><li>1513 – Surge a primeira notícia do encargo de fazer um “registo e sumário” de todas as escrituras e privilégios. </li></ul><ul><li>Toda a documentação, depois de seleccionada e organizada, irá ser transferida para o Arquivo Histórico. </li></ul><ul><li>Possui uma grande variedade de suportes documentais. </li></ul><ul><li>O número de séries documentais que o compõem foi aumentando ao longo do tempo, reflectindo o alargamento das funções da Câmara Municipal do Porto. </li></ul><ul><li>O Arquivo Histórico possui diversos fundos de origem particular - arquivos familiares e pessoais. </li></ul><ul><li>O original camarário mais antigo é, como se disse, um pergaminho do século XIII, sendo o Arquivo Histórico particularmente rico em documentação do período medieval. Conserva-se também um manuscrito musical dos fins do século XI. </li></ul>ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO (2/5)
    29. 29. <ul><li>Instrumentos de Acesso </li></ul><ul><li>Catálogos; </li></ul><ul><li>Inventários; </li></ul><ul><ul><li>Inventários do Arquivo Histórico Municipal de Faro; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventários da Documentação de Turismo do AHMC; </li></ul></ul><ul><ul><li>Etc. </li></ul></ul><ul><li>Guias. </li></ul><ul><li>Informação fornecida pela Funcionária do Arquivo Municipal do Porto, Dr.ª Rosário. </li></ul><ul><li>Casos Práticos </li></ul><ul><li>Marcação de Visita / Actividade; </li></ul><ul><li>Pedido de Reprodução de Documentos; </li></ul><ul><li>Empréstimo de materiais culturais. </li></ul>ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO (3/5)
    30. 30. <ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não aderiram. Chegaram a usar o termo Demodé. </li></ul>ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO (4/5)
    31. 31. <ul><li>Organograma/Mapa de Pessoal </li></ul>ARQUIVO MUNICIPAL DO PORTO (5/5) Informação fornecida pela Dr.ª Maria Helena Gil Braga e Dr. Pedro Silva, funcionários do Arquivo Municipal do Porto.
    32. 32. PÓVOA DE VARZIM (1/3) <ul><li>Percurso histórico </li></ul><ul><li>No século XVI toda a memória de livros perdidos e herança de muitos outros, encontravam-se na antiga Casa do Concelho. </li></ul><ul><li>Foral de 1514 onde D. Manuel I confirma a autonomia municipal já definida em 1308. </li></ul><ul><li>Em 1807 todo o fundo foi colocado nos armários do cartório da nova Casa da Câmara. </li></ul><ul><li>1893 “Regulamento Interno das Repartições da Câmara Municipal”, este documento refere já a existência do arquivo e estrutura. </li></ul><ul><li>1909 dois projectos de reforma dos Paços do Concelho – arquivo funciona em sala independente. </li></ul><ul><li>Na década de 60 o arquivo passou para junto do Salão Nobre. </li></ul><ul><li>Em 1986 o Arquivo é trasladado novamente para uma instalação provisória da Biblioteca Municipal. </li></ul><ul><li>Desde 2001 todo este fundo passou a ter um edifício próprio conhecido como a “casas das limas” que foi recuperado no âmbito do PARAM. </li></ul><ul><li>Em 18 de Dezembro de 2008 passa possuir um regulamento próprio aprovado nessa mesma data em reunião de Assembleia Municipal e entrou em vigor me 1 de Janeiro de 2009. </li></ul>
    33. 33. PÓVOA DE VARZIM (2/3) <ul><li>Tipologia Documental </li></ul><ul><li> Foral Manuelino de 1514. </li></ul><ul><li>A partir do séc. XVII o arquivo detém: Fundos públicos e privados. </li></ul><ul><li>Tipo de documentos: Actas de Vereação, Posturas, Regulamentos, </li></ul><ul><li>Correspondência, Livros de Registo, Microfilmes de registos, </li></ul><ul><li>Projectos de Obras, forais, actas, tombos, Estatutos, registos de sócios, planificações de peças, sinopses, fotografias, livros de contas, e outros. </li></ul>
    34. 34. PÓVOA DE VARZIM (3/3) <ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Guia do Arquivo </li></ul><ul><li>Inventário </li></ul><ul><li>Catálogos </li></ul>O organograma é da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
    35. 35. SANTO TIRSO (1/2) <ul><li>Percurso histórico </li></ul><ul><li>O arquivo de Santo Tirso encontra-se dividido em três partes. O arquivo histórico, o intermédio e o corrente. </li></ul><ul><li>O arquivo histórico encontra-se na Biblioteca Municipal de Santo Tirso, o arquivo corrente está ao cargo de uma empresa, (Papiro) e o arquivo corrente encontra-se na Câmara Municipal. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>Quanto à tipologia documental ambos os arquivos contêm escrituras, testamentos, acórdãos… </li></ul><ul><li>No arquivo corrente encontramos principalmente documentação relativamente a processos de obras públicas e processos de obras Privadas. </li></ul>
    36. 36. <ul><li>Instrumentos de acesso   </li></ul><ul><li>Relativamente aos instrumentos de acesso podemos encontrar um catálogo da Cultura, tanto na Biblioteca como no Museu Municipal, onde são referidos todos os tipos de documentos que incorporam estes arquivos. </li></ul><ul><li>Casos práticos </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul><ul><li>Organograma </li></ul><ul><li>O Organograma que existe na Câmara Municipal de Santo Tirso apenas podemos visualizar, não é permitido fornecerem-nos o documento. Desta forma concluímos que o arquivo não se encontra referido em nenhuma parte. </li></ul><ul><li>Desta forma temos apenas a informação que quem trabalha no arquivo corrente é apenas uma funcionária , onde não possui qualquer tipo de formação na área. </li></ul>SANTO TIRSO (2/2)
    37. 37. TROFA (1/2) <ul><li>Percurso histórico </li></ul><ul><li>O arquivo municipal da Trofa encontra-se sediado na Casa da Cultura da Trofa, (arquivo corrente) sendo criado para implementar um sistema de Gestão Documental que agilize e uniformize os procedimentos administrativos que surgem no seguimento do desempenho das funções e competências da Câmara Municipal da Trofa. Este sistema traz vantagens para os funcionários como para os residentes da Trofa. </li></ul><ul><li>O arquivo municipal, pretende disponibilizar um serviço em que seja acessível aos munícipes procurarem documentação pertinente como (consultas a processos de obras, ou iniciados pelos mais variados requerimentos, certidões, actas, obtenção de respostas rápidas às suas interpelações à Câmara, entre outros). Parte deste arquivo (histórico) encontra-se na câmara municipal de Santo Tirso. </li></ul><ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul>
    38. 38. <ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Relativamente ao arquivo corrente não existem instrumentos de acesso pois não é possível aceder aos documentos. </li></ul><ul><li>Quanto ao arquivo histórico… </li></ul><ul><li>Casos Práticos </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>Não foi encontrada informação. </li></ul><ul><li>Organograma Não foi encontrada informação. </li></ul>TROFA (2/2)
    39. 39. VALONGO (1/5) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>Desde 1874 , este arquivo está situado em pleno centro da cidade, ocupa o Edifício dos Antigos Paços do Concelho. </li></ul><ul><li>1989 - Beneficia de intervenção técnica, iniciando-se nesse período a organização do serviço. </li></ul><ul><li>Actualmente, desenvolve a sua actividade em prol da comunidade nas áreas da: gestão, organização e tratamento documental; investigação histórica; acesso à informação; protecção, preservação e divulgação do património arquivístico do Concelho. </li></ul><ul><li>2003 - Regulamento aprovado pelos órgãos competentes, definindo toda a actividade do serviço e, institucionalizando as suas atribuições no contexto dos serviços camarários, bem como perante a comunidade local. </li></ul>
    40. 40. <ul><li>Tipologia Documental   </li></ul><ul><li>Este acervo documental está dividido entre Arquivos Públicos – Administração do Concelho, Câmara Municipal, Junta de Freguesia de Valongo e Junta de Freguesia de Sobrado – e Privados – Empresa das Lousas de Valongo, Paupério & Companhia, João Marques Saldanha, Família Castro e Padre Tomás Gonçalves Pereira – conserva um vasto e diversificado conjunto de fundos documentais. </li></ul><ul><li>O documento mais antigo da Administração do Concelho foi datado em 1836 . </li></ul><ul><li>Em 1835 foi criada a Administração do Concelho e extinta em 1936 . </li></ul><ul><li>Deste fundo, destaca-se a série – Registos de Testamentos . </li></ul><ul><li>Este Arquivo possui: </li></ul><ul><li>Documentação relativa à Câmara Municipal de Valongo; </li></ul><ul><li>Documentação referente à Junta de Freguesia de Valongo ; </li></ul><ul><li>Documentação da Junta de Freguesia de Sobrado; </li></ul><ul><li>Nos Arquivos privados integram-se fundos da Empresa das Lousas , do Paupério & Companhia , de João Marques Saldanha , Família Castro e do Padre Tomás Gonçalves Pereira , com documentos do século XVII a XX. </li></ul>VALONGO (2/5)
    41. 41. <ul><li>Instrumentos de Acesso </li></ul><ul><li>O Arquivo Municipal de Valongo possui instrumentos de acesso à informação de Arquivos Públicos e Arquivos Privados, tais como: </li></ul><ul><li>Arquivos Públicos: </li></ul><ul><ul><li>Inventário da Administração do Concelho de Valongo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventário do Arquivo da Junta de Freguesia de Valongo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventário da Junta de Freguesia do Sobrado. </li></ul></ul><ul><li>Arquivos Privados: </li></ul><ul><ul><li>Inventário do Arquivo Empresa das Lousas de Valongo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventário Fábrica de Biscoitos “Paupério & Companhia, LDA.”; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventário João Marques Saldanha Catálogo de um arquivo (1875-1936 ). </li></ul></ul>VALONGO (3/5)
    42. 42. <ul><li>Casos Práticos </li></ul><ul><ul><li>Requisição/Consulta Documental; </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação Documental. </li></ul></ul><ul><li>PARAM </li></ul><ul><li>O Arquivo procurou sempre a modernização. </li></ul><ul><li>A Câmara Municipal de Valongo, como estava decidida a transformar os Antigos Paços do Concelho num espaço também destinado ao Arquivo Histórico, procurou executar uma necessária renovação das suas estruturas e equipamentos, através de uma candidatura efectuada em 1999, ao PARAM . Com a sua inauguração em 2001, iniciou-se uma nova fase na comunicação desta instituição com o público em geral. </li></ul><ul><li>A adesão ao PARAM refere-se somente à instalação física do Arquivo . </li></ul>VALONGO (4/5)
    43. 43. <ul><li>Organograma da </li></ul><ul><li>Câmara Municipal </li></ul><ul><li>de Valongo </li></ul>VALONGO (5/5) O Arquivo Municipal de Valongo é composto por um Técnico Superior e quatro Assistentes Técnicos.
    44. 44. VILA DO CONDE (1/3) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><ul><li>Em 1840 O arquivo estava ao cuidado do Padre Luís de Sousa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Séc. XX O paleógrafo Fernando. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1958 Foram criadas medidas preventivas para protecção do arquivo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1976 O arquivo Municipal encontra-se localizado nos Paços do Concelho, mais tarde foi transferido para Casa de S. Sebastião. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1991 Uma equipa de docentes e investigadores publicam o inventário (parcial) do Arquivo. </li></ul></ul><ul><li>Em 1998 Dá-se inicio ao projecto de gestão integrada de informação/arquivo, no âmbito do PARAM – , é restaurada a Casa de S. Sebastião. </li></ul><ul><li>Com este projecto conseguiu-se juntar as valências Arquivo Municipal e do Núcleo Central do Museu, num só centro designado actualmente como o Centro da Memória. </li></ul>
    45. 45. VILA DO CONDE (2/3) <ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O acervo do arquivo Municipal é formado por 2.500m de documentos originários de vários acervos públicos e privados (que eram adquiridos, ou doados). </li></ul><ul><li>Centro de Documentação dos Portos Marítimos Quinhentistas - é uma extensão especializada do Arquivo Municipal de Vila do Conde, que integra um importante acervo digital, referente á história dos burgos marítimos portugueses - destacando-se como primeiro núcleo “Vila do Conde Quinhentista” -, da construção naval, navegações e do comércio ultramarino no período quinhentista. </li></ul>
    46. 46. VILA DO CONDE (3/3) <ul><li>Tipologia documental - continuação </li></ul><ul><li>Tipo de documentos : Sumários de documentos soltos, Actas da Vereação; Livros do Registo Geral; Documentos inscritos em pergaminho; Documentos em suporte digital; Documentos registados em suportes fílmicos; 40 Mil variedades fotográficas, colados numa grande diversidade de suportes; 570 Espécies fílmicas, Reproduções digitais de documentos escritos e iconográficos tutelados por diversas instituições do país e estrangeiras. </li></ul><ul><li>Organização: Está organizado, numa perspectiva integrada </li></ul><ul><ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul></ul><ul><ul><li>Inventários. </li></ul></ul>
    47. 47. VILA NOVA DE GAIA (1/2) <ul><li>Percurso Histórico </li></ul><ul><li>O arquivo Municipal de Vila Nova de Gaia denominado “Sophia de Mello Breyner” surge em 14 de Abril de 2009 , sendo construído de raiz nas traseiras do antigo tribunal de Gaia, com o apoio e orientação do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) </li></ul><ul><li>A divisão Municipal do Arquivo encontra-se certificado segundo NP EN ISO 9001:2008. </li></ul><ul><li>Dele fazem parte os arquivos da Câmara e da Administração do Concelho de Vila Nova de Gaia desde 1837 a 1936 e ainda espólios privados dos fotógrafos, de Camilo José de Macedo, Casa Foto Neves e Casa Alegres, o acervo do Jornal &quot;O Comércio do Porto&quot;, espólio da Real Vinícola e da Real Companhia Velha. </li></ul><ul><li>A actividade é realizada segundo a legislação relacionada com a sua actividade. </li></ul>
    48. 48. VILA NOVA DE GAIA (2/3) <ul><li>Tipologia documental </li></ul><ul><li>O Dado a tipologia deste arquivo ser muito variada e vasta apenas vou mencionar os mais importantes: Abaixo-assinados, Actas, Alçados, Alvarás, Autos, Aviso, Boletins, cadernos de encargos, certidões, circulares, contratos, despachos, editais, diploma, escrituras, fotografias, guias, licenças, mapas, normas, memória descritiva, petições, plantas, processos, registo, projectos, termos e outros. </li></ul><ul><li>Fundos: </li></ul><ul><li>Públicos – os Inventários do Arquivo e da Administração do Concelho da Câmara Municipal de Gaia; </li></ul><ul><li>Privados – os arquivo fotográficos de :Camilo José de Macedo, Casa Foto Neves e Casa Alegre, o acervo do Jornal &quot;O Comércio do Porto&quot;, espólio da Real Vinícola e da Real Companhia Velha. </li></ul>
    49. 49. VILA NOVA DE GAIA (3/3) <ul><li>Instrumentos de acesso </li></ul><ul><li>Inventários </li></ul><ul><li>Pesquisa on-line, na aplicação GISAINTERNET </li></ul><ul><li>Organograma/Mapa de Pessoal </li></ul><ul><li>É formado por: </li></ul><ul><ul><li>4 TÉCNICOS SUPERIORES DE ARQUIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>2 TÉCNICOS SUPERIORES DE HISTÓRIA </li></ul></ul><ul><ul><li>1 ESPECIALISTA DE INFORMÁTICA </li></ul></ul><ul><ul><li>3 TÉCNICOS PROFISSIONAIS DE ARQUIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>4 ASSISTENTES ADMINISTRATIVOS </li></ul></ul><ul><ul><li>2 APOIO ADMINISTRATIVO </li></ul></ul><ul><li>. </li></ul>
    50. 50. CONCLUSÃO: A concepção deste trabalho teve por base questões orientadoras fornecidas pelo docente desta disciplina. O objectivo era fazer uma descrição e caracterização do arquivo distrital do Porto e dos seus municípios. Para obter estas informações utilizamos recursos como a Internet, mas deparamo-nos com algumas dificuldades na medida em que não foi possível encontrar alguma informação. Para alguns municípios enviamos mensagens por correio electrónico para as câmaras municipais, utilizamos o contacto telefónico para esclarecermos algumas dúvidas e houve mesmo alguns em que foi necessária uma visita. O grupo é então unânime em afirmar que foi um trabalho elaborado com total empenho e trabalho esforçado de grupo. Consideramos que foi um trabalho exaustivo de muita pesquisa e dedicação das intervenientes, onde quem sabe poderá ser bastante útil para um futuro próximo.
    51. 51. BIBLIOGRAFIA: <ul><li>Arquivo distrital do Porto [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://www.adporto.pt > </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: http://www.mun-trofa.pt/Site/Frontoffice/default.aspx?module=Article/Article&ID=92 > </li></ul><ul><li>PEIXOTO, António Maranhão - Os arquivos municipais no dealbar do século XXI [Em Linha]. [Consult 4 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://badinfo.apbad.pt/Congresso9/COM103.pdf > </li></ul><ul><li>Ministério da Cultura - Despacho anexo ao mapa de pessoal do Arquivo Distrital do Porto para 2010 [Em Linha]. [Consult 4 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.adporto.pt/ficheiros_a_descarregar/Mapa_de_Pessoal_2010_Aprovado.pdf> </li></ul><ul><li>Historial [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/AccaoMunicipal/ArquivoMunicipal/arquivohistorial.htm> </li></ul><ul><li>Serviços de Arquivística [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/AccaoMunicipal/ArquivoMunicipal/ServiçosdeArquivistica/> </li></ul><ul><li>Documentação [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/AccaoMunicipal/ArquivoMunicipal/documentacao.htm> </li></ul><ul><li>Inventários e Documentação Publicada [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/AccaoMunicipal/ArquivoMunicipal/inventariospublicadosarqmun.htm> </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://www.cm-lousada.pt/VSD/Lousada/vPT/Publica/InformacaoOficial/ArquivoMunicipal/ > </li></ul><ul><li>Casa do Infante/Arquivo Histórico Municipal [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=cmp.stories/620 > </li></ul><ul><li>Organograma CM Lousada [Em Linha]. [Consult 4 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://www.cm-lousada.pt/NR/rdonlyres/DFE52E0A-506E-49A1-8E24-C2B395678C0D/17448/Organigrama.pdf > </li></ul><ul><li>Mapa de Pessoal 2010 [Em Linha]. [Consult 4 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://www.cm-lousada.pt/NR/rdonlyres/2D470D95-99A1-4C5A-976F-055E931C2C12/32244/Mapa2010.pdf > </li></ul><ul><li>Arquivo Histórico Municipal [Em Linha]. [Consult 4 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-valongo.pt/pelouros/cultura/arquivo-municipal/> </li></ul><ul><li>Organigrama [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-valongo.pt/municipio/camara-municipal/organigrama/> </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal Póvoa de Varzim [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http:// www.cm-pvarzim.pt/groups/staff/conteudo/noticias/inventario-do-arquivo-municipal-disponivel-ao-publico > </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal Póvoa de Varzim [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://arquivomunpvarzim.web.simplesnet.pt/Historia.htm > </li></ul><ul><li>Câmara Municipal da Póvoa de Varzim [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.cm-pvarzim.pt/povoa-cultural/arquivo-municipal-pv> </li></ul><ul><li>REAL, Manuel Luís – Arquivos Municipais em Portugal: Porto O sistema de Arquivos da Câmara Municipal do Porto . Braga, 1996. </li></ul><ul><li>RIBEIRO, Fernanda; REAL, Manuel Luís; MEIRELES, Maria Adelaide – Arquivística e Documentação de História Local . Porto, 1986 </li></ul><ul><li>Marcação de Visita / Actividade [Em Linha]. [Consult 5 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://balcaovirtual.cm-porto.pt/PT/cidadaos/guiatematico/cul_tur_dpt/arqs/arq_mun/arq_hist/vst_ori_arq_hist/Paginas/actividade.aspx?Lic=703 > </li></ul><ul><li>Empréstimo de materiais culturais [Em Linha]. [Consult 5 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://balcaovirtual.cm-porto.pt/PT/cidadaos/guiatematico/cul_tur_dpt/arqs/arq_mun/arq_hist/emp_mat_cult/Paginas/actividade.aspx?Lic=1276 > </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://balcaovirtual.cm-porto.pt/PT/cultura/arquivos/arquivomunicipal/Paginas/arquivomunicipal.aspx > </li></ul><ul><li>Guia de colecções [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: < http://balcaovirtual.cm-porto.pt/PT/cultura/arquivos/arquivomunicipal/coleccoes/Paginas/guiacoleccoes.aspx > </li></ul><ul><li>Felgueiras [Em Linha]. [Consult 6 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: <http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_bb1mP48ossc/S6vnjC5OGWI/AAAAAAAATFM/REFiz5iUAgY/s1600/FLG1.gif&imgrefurl=http://turbogal.blogspot.com/2010/03/comunicado-camara-municipal-de.html&usg=__TmM7-Sj5NFC8j_5KkP1P23HD7FU=&h=433&w=368&sz=52&hl=pt-pt&start=1&zoom=1&tbnid=O4yYGhRvsQkH8M:&tbnh=126&tbnw=107&prev=/images%3Fq%3Dcamara%2Bmunicipal%2Bde%2Bfelgueiras%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26sa%3DN%26biw%3D1366%26bih%3D667%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1 > </li></ul><ul><li>Póvoa de Varzim [Em Linha]. [Consult 6 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: http://www.cm-pvarzim.pt/cidades-geminadas/as-cidades-geminadas/ </li></ul><ul><li>Arquivo Municipal [Em Linha]. [Consult 2 Nov 2010] Disponível em WWW: URL: http://www.cm-viladoconde.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=29008 </li></ul>
    52. 52. FIM Trabalho realizado por: Cristiana Sofia Silva Ribeiro nº 9080101 Márcio Monteiro nº 9070131 Maria José Silva Marques nº9080316 Tânia Duarte Nunes nº 9080140 OBRIGADA PELA ATENÇÃO

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