Solu%E7%F5es Defini%E7%F5es
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Solu%E7%F5es Defini%E7%F5es

on

  • 18,572 views

 

Statistics

Views

Total Views
18,572
Views on SlideShare
18,462
Embed Views
110

Actions

Likes
4
Downloads
443
Comments
0

4 Embeds 110

http://estudonerd.blogspot.com 62
http://quimicavirtual.blogspot.com 28
http://www.slideshare.net 19
http://estudonerd.blogspot.com.br 1

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Solu%E7%F5es Defini%E7%F5es Solu%E7%F5es Defini%E7%F5es Presentation Transcript

  • Soluções Curvas de solubilidade Conceitos iniciais
  • Soluções
    • Soluções são misturas homogêneas (sempre monofásicas).
    • Podem conter 2 ou mais componentes
    • Meio dispersante – solvente
    • Material disperso – soluto
    • Podem se apresentar com diferentes ´aspectos´ - sólido, líquido ou gasoso
  • Exemplos de soluções
    • solução aquosa (água) de cloreto de sódio
    • solução alcoólica (etanol / álcool etílico) de iodo.
    • Qualquer mistura de gases (ar limpo)
    • Ligas metálicas (aço, bronze, latão)
  • CLASSIFICAÇÃO DAS DISPERSÕES (QUANTO AO TAMANHO DAS PARTÍCULAS DO DISPERSO)
    • Solução verdadeira: menor que 1nm
    • “ Solução” coloidal: 1 a 100 nm
    • Suspensão: maior que 100 nm
    • OBS: 1nm=10 -9 m nm=nanometro
    • 1 A= 10 -10 m A=angstron
  • CARACTERÍSTICAS DAS DISPERSÕES É retido por filtros comuns É retido somente por ultrafiltros Não é retido por nenhum tipo de filtro Retenção do disperso em filtros Sedimenta espontaneamente ou por meio de centífuga comum Sedimenta apenas por meio de ultracentrífuga Não sedimenta Sedimentação do disperso Visível em microscópio comum Visível em ultramicroscópio Não visível em nenhum aparelho Visibilidade do disperso Heterogênea Heterogênea Homogênea Homogeneidade da solução Solução grosseira Solução coloidal Solução verdadeira Características
  • Soluções
    • Coeficiente de Solubilidade - CS
    • Quantidade máxima de soluto solubilizável
    • numa dada quantidade de solvente, a uma
    • dada condição de temperatura
    • Ex: CS(KNO 3 ) = 13,6 g/100 g de H 2 0 a 0 o C
    • Curvas de Solubilidade
    • Indicam a dependência CS vs. temperatura
  • Coeficiente de Solubilidade - CS
    • Em geral é considerada como sendo a massa em gramas possível de ser solubilizada em 100 g de água, em uma dada Temperatura e pressão.
    Obs. Quando a temperatura / pressão não são indicadas, considera-se a temperatura de 25°C e pressão de 1 atm.
  •  
  • SOLUÇÕES Misturas Homogêneas
    • CS do NaCl a 0°C = 35,7 g / 100g de H 2 O
    • CS do NaCl a 25°C = 42,0 g / 100g de H 2 O
    Saturada Saturada com corpo de fundo insaturada 1L de água a 0°C 1L de água a 0°C 1L de água a 0°C 357 g de NaCl 200 g de NaCl 400 g de NaCl
  • SOLUÇÃO SUPERSATURADA Supersaturada
    • A concentração na solução final está acima do CS do NaCl a 0°C.
    1L de água a 0°C 1L de água a 25°C 1L de água a 0°C 400 g de NaCl
  • CURVAS DE SOLUBILIDADE Comportamento normal Comportamento anormal CS 1 T 1 CS (g/100g de água) T°C
  • Exercícios de fixação:
    • A 18°C a solubilidade de uma substância X é de 60g/100mL de água. Nessa temperatura 150g de X foram misturados em 200mL de água . O sistema obtido é:
    • a) Heterogêneo com uma fase.
    • b) Homogêneo com duas fases.
    • c) Uma solução aquosa com corpo de fundo.
    • d) Heterogêneo com três substâncias.
    • e) Apenas uma solução aquosa.
  • 2) 160g de uma solução saturada de sacarose (C 12 H 22 O 11 ) a 30°C é resfriada a 0°C. Qual a massa de açúcar cristalizada? Dados: Exercícios de fixação: 220 30° 180 0° CS da sacarose (g/ 100g de água) Temperatura °C
  • Para responder às questões 3) e 4) considere o gráfico e as informações apresentadas: Exercícios de fixação: CS do KNO 3 (g/100g de água) 0 10 20 30 40 50 60 Temperatura °C 120 100 80 60 40 20 0 20°C Solução aquosa de KNO 3 100g de KNO 3 100g de água
  • 3) Essa mistura heterogênea, inicialmente a 20°C, é aquecida até 60°C. Dessa forma: a) A solução aquosa torna-se insaturada. b) A solução aquosa torna-se saturada e restam 5g de corpo de fundo. c) A solução aquosa continua saturada, sem corpo de fundo. d) A solução aquosa continua saturada e restam 20g de corpo de fundo. e) A massa de KNO 3 dissolvida triplica. Exercícios de fixação:
  • 4) Uma maneira conveniente para se recuperar todo o KNO 3 do sistema e obter o sal sólido e puro é: a) Evaporar toda água, por aquecimento. b) Agitar a mistura e depois filtrá-la. c) Decantar a solução sobrenadante. d) Resfriar a mistura a 0°C. e) Aquecer a mistura a 40°C Exercícios de fixação:
  • Soluções Curvas com ponto (s) de inflexão referem-se a solutos ´hidratados´. Na temperatura da inflexão ocorre um decréscimo (total ou parcial) do número de moléculas de hidratação na fórmula do composto. Curva ascendente – dissolução endotérmica Curva descendente – dissolução exotérmica Curvas de Solubilidade
    • Classificação das Soluções
    • Sol. INSATURADA – aquela em que a
    • quantidade de soluto solubilizada é inferior
    • à quantidade estipulada pelo CS
    • Sol. SATURADA – possui uma quantidade
    • solubilizada de soluto é igual à indicada
    • pelo CS
    • Sol. SUPER-SATURADA – aquela em que a
    • quantidade solubilizada do soluto é maior
    • que a estipulada pelo CS
    Soluções
    • Pontos A, B e C indicam soluções insaturadas
    • Qualquer ponto sobre a curva indica solução saturada
    • O ponto D representa solução super-saturada
    Soluções  Explique a proposta do gráfico, de se sair de A e se chegar em D Curva de Solubilidade Insaturação Supersaturação
    • Concentrações das Soluções
    • Expressam a relação
    Soluções As formas de expressão das concentrações incluem: - as que não utilizam volume de solução - as que utilizam volume de solução
  • Concentrações que não envolvem volume de solução Qde. de soluto / Qde. de solução ou solvente Fração em massa ou título Fração em mols ou Fração em quantidade de matéria Conc. mol/kg (É a “antiga” concentração molal ou molalidade) % em massa ou %(m/m) =  x 100
    • É importante mencionar que, além da % (m/m)
    • ou % em massa [a massa, em gramas, do soluto
    • em 100 g de solução], outras porcentagens ou
    • frações são possíveis, como:
    • % (m/v): massa, em gramas, de soluto em 100
    • mL de solução
    • % em mol ou % molar do soluto: X soluto x 100
    • - raciocínio idêntico se aplica a % em mol do solvente -
    • % em volume ou % (v/v): V soluto /V solução x 100
    Concentrações que não envolvem volume de solução
  • Qde. de soluto / Qde. de solução Conc. g/L Concentração em quantidade de matéria / L ou conc. mol / L É a “antiga” concentração molar ou molaridade Concentrações que envolvem volume de solução n soluto = m soluto / MM soluto  M = m soluto / ( MM soluto x V )
  • Soluções
    • Diluição de Soluções
    • Método experimental que consiste em diminuir a concentração de uma solução original pela introdução de mais solvente à mesma.
    • Em tal procedimento, a massa de soluto presente no meio permanece inalterada.
    • Diz-se que uma solução é “mais diluída” quanto menor for a sua concentração.
  • Soluções
    • Diluição de Soluções
    V 1 – volume da solução inicial V 2 – volume da solução final m 1 – massa da solução inicial m 2 – massa da solução final V 2 = V 1 + V solv. adicionado
  • Soluções
    • Diluição de Soluções
    Tem-se: C 1 = m soluto /V 1  m soluto = C 1 V 1 C 2 = m soluto /V 2  m soluto = C 2 V 2 Como m soluto é mantida durante a diluição, logo: De forma similar podemos obter: M: conc. mol/L  : fração em massa C 1 V 1 = C 2 V 2 M 1 V 1 = M 2 V 2  1 m 1 =  2 m 2
  • Soluções
    • Mistura de Soluções
    • Podemos ter:
    • - mistura de soluções com solutos iguais
    • - mistura de soluções com solutos diferentes
    • e que não reagem entre si
    • - mistura de soluções com solutos diferentes
    • e que reagem entre si
    • O nosso interesse é pelo primeiro caso !!!
  • Soluções
    • Mistura de Soluções c/ Solutos Iguais
    • 1: solução inicial
    • 2: sol. a ser misturada a 1, de mesmo soluto
    • 3: solução resultante da mistura 1 + 2
    • Como m soluto (3) = m soluto (1) + m soluto (2), logo:
    • De forma similar obtemos:
    C 3 V 3 = C 1 V 1 + C 2 V 2 M 3 V 3 = M 1 V 1 + M 2 V 2  3 m 3 =  1 m 1 +  2 m 2
  • Soluções
    • Mistura de Soluções c/ Solutos Iguais
    • É importante observar que, o valor da
    • concentração da solução final representa
    • uma média ponderada das concentrações
    • das soluções misturadas.
    • Ademais, a concentração da solução
    • resultante é, também, intermediária em
    • relação aos valores das concentrações das
    • soluções misturadas.
  • Soluções
    • Mistura de Soluções - c/ Solutos
    • Diferentes que Reagem Entre Si
    • Neste caso trata-se de um problema de
    • Cálculo
    • Estequiométrico
    • .
    • .
    • .
  • Soluções
    • Mistura de Soluções - c/ Solutos
    • Diferentes que Não Reagem Entre Si
    • Quando os solutos não reagem entre si,
    • cada um deles acaba passando por um
    • processo de diluição com a mistura das
    • soluções.
    • Considere o exemplo que é apresentado
    • no próximo slide, para ilustração!
  • Soluções
    • Mistura de Soluções - c/ Solutos
    • Diferentes que Não Reagem Entre Si
    • Exemplo:
    • Sol. 1 – 100 mL, c/ 5 g de NaCl – C 1 = 50 g/L
    • Sol. 2 – 100 mL, c/ 50 g de KCl – C 2 = 50 g/L
    • Com a mistura, tem-se 5 g de NaCl em 200 mL
    • do meio  Conc. para tal soluto na solução final
    • é 25 g/L (< que C 1 ; o NaCl sofreu uma diluição).
    • O mesmo é observado para o KCl!