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Sistema excretor
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Sistema excretor

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breve descrição do aparelho excretor humano

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  • 1. Biologia Humana e Saúde Educação Básica Docente Responsável: Zélia Anastácio 2013
  • 2. Excreção consiste na remoção do corpo de: ◦ Produtos tóxicos resultantes de reações químicas; ◦ Excesso de sais e água resultantes de alimentos e bebidas; ◦ Hormonas usadas, medicamentos , álcool e drogas abusivas. Zélia Anastácio, 2013 2
  • 3. Órgão excretor Os rins são os Rins principais órgãos de excreção mas os metabolitos também são Pele (glândulas excretados sudoríparas) através da pele, Pulmões dos pulmões e Fígado do fígado. Substância excretada Metabolitos Urina Ureia Excessode águaesais Hormonas, medicamentos, álcool,drogas abusivas Suor Água Sal Ureia(pouca) CO2 Bílis Zélia Anastácio, 2013 Pigmentos biliaresda hemoglobina dosglóbulos vermelhos destruídos 3
  • 4. O sistema renal é constituído por 2 rins e 2 ureteres à que ligam bexiga e uretra. Cada rim tem 1 ureter que conduz a urina desde a zona central do rim – bacinete ou pélvis renal – até à bexiga. Zélia Anastácio, 2013 4
  • 5. Zélia Anastácio, 2013 5
  • 6. Os rins localizam-se sobre a parede posterior do abdómen, fora da cavidade peritoneal. A borda medial de cada rim contém uma região escavada – hilo – através do qual passam a artéria e a veia renais, os vasos linfáticos, o nervo e o ureter. Um corte longitudinal do rim permite observar duas regiões: ◦ O córtex externo; ◦ A medula interna. Zélia Anastácio, 2013 6
  • 7. A medula divide-se em múltiplos cones – pirâmides renais. A base de cada pirâmide origina-se na borda entre o córtex e a medula e termina na papila que se projeta no espaço da pélvis renal, a qual é a continuação em forma de funil da extremidade superior do ureter. A borda externa da pélvis é dividida em sáculos abertos – cálices principais – que se estendem para baixo e se dividem em cálices menores que recolhem a urina proveniente dos túbulos de cada papila. Zélia Anastácio, 2013 7
  • 8. A artéria renal penetra no rim através do hilo ramificando-se até às arteríolas aferentes que desaguam nos capilares glomerulares, onde são filtrados solutos iniciando-se a formação da urina. As extremidades distais dos capilares de cada glomérulo confluem na arteríola eferente, levando à segunda rede capilar – capilares peritubulares que circundam os túbulos renais. Os capilares peritubulares desaguam no sistema venoso, chegando à veia renal que sai do rim ao lado da artéria renal e do ureter. Zélia Anastácio, 2013 8
  • 9. Cada rim tem cerca de 1 milhão de nefrónios, cada um com capacidade para formar urina. O rim é incapaz de regenerar nefrónios. Cada nefrónio é constituído por um tufo de capilares glomerulares – glomérulo – através do qual grandes quantidades de líquido são filtradas do sangue e um túbulo longo no qual o líquido filtrado é convertido em urina durante o seu trajeto até à pélvis renal. Zélia Anastácio, 2013 9
  • 10. é O glomérulo composto por uma rede de capilares. Os capilares são revestidos por células epiteliais e todo o glomérulo é envolvido pela cápsula de Bowman. O líquido filtrado dos capilares glomerulares flui para o interior da cápsula de Bowman e a seguir para o tubo proximal que fica no córtex renal. Zélia Anastácio, 2013 10
  • 11. A partir do tubo proximal o líquido flui para a ansa de Henle que mergulha na medula renal. Cada ansa é constituída pelo ramo descendente (- espesso) e pelo ramo ascendente (+ espesso) Na extremidade do ramo ascendente encontra-se uma placa que é a mácula densa e que controla a função dos nefrónios. Depois da mácula densa o líquido penetra no tubo distal que à semelhança do tubo proximal se situa no córtex renal. Zélia Anastácio, 2013 11
  • 12. O tubo distal é seguido do tubo conector e pelo tubo coletor cortical que leva ao ducto coletor cortical. As porções iniciais de 8 a 10 destes unemse num ducto coletor maior, que desce até à medula e se transforma no ducto coletor medular. Zélia Anastácio, 2013 12
  • 13. Cada rim pesa cerca de 150 gramas e tem o tamanho aproximado de um punho fechado. Contém cerca de um milhão de unidades encarregadas da filtragem (nefrónios). Um nefrónio é constituído por uma estrutura redonda e oca (cápsula de Bowman), que contém uma rede de vasos sanguíneos (o glomérulo). Estas duas estruturas configuram o que se denomina um corpúsculo renal. Zélia Anastácio, 2013 13
  • 14. Por minuto passam cerca de 600 cm3 de sangue através dos rins e eles são tão eficientes que é possível o corpo funcionar com apenas um. Isto pode acontecer quando um rim é removido por doença, acidente ou para doação. Zélia Anastácio, 2013 14
  • 15. A urina chega à bexiga através dos ureteres. A bexiga tem uma parede muscular que vai distendendo à medida que a bexiga vai enchendo. De vez em quando o esfíncter muscular que fecha a bexiga relaxa e a urina corre para a uretra. No homem a uretra tem cerca de 20 cm e abre no final do pénis. Na mulher a uretra tem cerca de 4 cm e abre na vulva. Zélia Anastácio, 2013 15
  • 16. Funções dos rins: ◦ Excreção de produtos de degradação do metabolismo e de substâncias químicas estranhas; ◦ Regulação do equilíbrio hidroeletrolítico; ◦ Regulação da osmolalidade e das concentrações de eletrólitos dos líquidos corporais; ◦ Regulação do equilíbrio ácido-base; ◦ Regulação da pressão arterial; ◦ Secreção, metabolismo e excreção de hormonas ◦ Gliconeogénese. Zélia Anastácio, 2013 16
  • 17. Excreção de metabolitos: ◦ Os rins eliminam os produtos de degradação de metabolismo que não são mais necessários ao corpo: Ureia – proveniente do metabolismo dos aminoácidos; Creatinina – resultante da creatina dos músculos; Ácido úrico – oriundo dos ácidos nucleicos; Produtos finais da degradação da hemoglobina como a bilirrubina; Metabolitos resultantes de diversas hormonas. Estes produtos de degradação têm de ser eliminados do organismo tão rapidamente quanto são produzidos. Os rins também eliminam a maioria das toxinas e outras substâncias estranhas que são produzidas pelo corpo ou que são ingeridas, como pesticidas, fármacos e aditivos alimentares. Zélia Anastácio, 2013 17
  • 18. Regulação do Equilíbrio Eletrolítico: ◦ A excreção de água e de eletrólitos deve ser equivalente ao seu aporte. ◦ Se o aporte de determinada substância exceder a sua eliminação a quantidade dessa substância no corpo irá aumentar; ◦ Se o aporte for menor que a excreção a quantidade de substância no corpo irá diminuir. ◦ A capacidade do rim de alterar a excreção de sódio em resposta a alterações na sua ingestão é enorme, podendo aumentar 10 x o normal ou diminuir para 1/10 do normal. O mesmo acontece para outros eletrólitos, como os iões cloreto, potássio, cálcio, hidrogénio, magnésio, fosfato. Zélia Anastácio, 2013 18
  • 19. Regulação do Equilíbrio Ácido-Base: ◦ Os rins são os únicos órgãos capazes de eliminar do organismo certos tipos de ácidos originados pelo metabolismo das proteínas, como o ácido sulfúrico e o ácido fosfórico. Zélia Anastácio, 2013 19
  • 20. Regulação da produção de eritrócitos: ◦ Os rins segregam eritropoietina, produção de eritrócitos. que estimula a ◦ No indivíduo normal, os rins são responsáveis por quase toda a eritropoietina segregada na circulação. Zélia Anastácio, 2013 20
  • 21. Regulação da produção de vitamina D: ◦ Os rins produzem a forma ativa da vitamina D (calcitriol), através da hidroxilação dessa vitamina. ◦ O calcitriol é essencial para a deposição normal do cálcio nos ossos e para a reabsorção de cálcio pelo trato gastrointestinal. Zélia Anastácio, 2013 21
  • 22. Regulação da Pressão Arterial: ◦ Os rins desempenham um papel importante na regulação da pressão arterial a longo prazo, ao excretarem quantidades variáveis de sódio e água ◦ Os rins contribuem para a regulação da pressão arterial a curto prazo através da secreção de substâncias vasoativas, como a renina que leva à formação de produtos vasoativos (ex: angiotensina II). Zélia Anastácio, 2013 22
  • 23. Gliconeogénese ou síntese de glicose: ◦ Durante o jejum prolongado os rins sintetizam glicose a partir de aminoácidos e de outros precursores através do processo de gliconeogénese. ◦ A capacidade dos rins para adicionarem glicose ao sangue, em prolongados períodos de jejum, rivaliza com a do fígado. Zélia Anastácio, 2013 23

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