III ENGENHARIA - Slides de Aulas

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III ENGENHARIA - Slides de Aulas

  1. 1. C d C M ãa m p u s e a m p o o u r o INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Professora Msc. THAYS PERASSOLI BOIKO III ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  2. 2. EMENTA: III A ENGENHARIA 3.1 DEFINIÇÃO 3.2 PERFIL E COMPETÊNCIAS E HABILIDADE DO EGRESSO 3.3 PROCESSO DE FORMAÇÃO 3.3.1 Aspectos Gerais 3.3.2 Tópicos de estudo e conteúdos 3.3.2.1 Núcleo de Conteúdos Básicos 3.3.2.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes 3.3.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos da Modalidade: Extensões e Aprofundamentos da Modalidade 3.3.3 Estágios Curriculares 3.4 DEFINIÇÕES UTILIZADAS NAS ATRIBUIÇÕES DE TÍTULOS PROFISSIONAIS PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  3. 3. 3.5 NÍVEIS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM ENGENHARIA 3.6 MODALIDADES DA ENGENHARIA DESCRIMINADAS PELO CONFEA E SUAS COMPETÊNCIAS 3.7 OUTRAS MODALIDADES DE ENGENHARIA EXISTENTES E SUAS ÊNFASES 3.8 ENTIDADES DE CLASSE 3.8.1 Sistema CONFEA/CREA 3.8.1.1 CONFEA 3.8.1.1.1 Definição 3.8.1.1.2 Início 3.8.1.2 CREA 3.8.1.3 Objetivos do Sistema 3.8.1.4 Competências 3.8.1.4.1 Competências de Natureza Normativas 3.8.1.4.2 Competências de Natureza Recursal 3.8.1.4.3 Competências de Natureza Administrativa 3.8.1.5 Legislação sobre o Exercício Profissional Pertinente ao Sistema CONFEA/CREA 3.8.2 SENGE PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  4. 4. 3.1 DEFINIÇÃO PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  5. 5. Engenharia é a atividade em que os conhecimentos científicos e técnicos e a experiência prática são aplicados para a exploração dos recursos naturais, para o projeto, construção e operação de objetos úteis e para o planejamento urbano e ambiental. OU SEJA: Engenharia é a atividade em que os conhecimentos científicos e técnicos e a experiência prática são aplicados para ATENDER AS DEMANDAS DA SOCIEDADE. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  6. 6. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  7. 7. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  8. 8. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  9. 9. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  10. 10. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  11. 11. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  12. 12. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  13. 13. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação (CNE), Câmara de Educação Superior (CES). Resolução CNE/CES 11/2002 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Engenharia PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  14. 14. 3.2 PERFIL, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO EGRESSO DE UM CURSO DE ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  15. 15. • Os Artigos 3 e 4º da Resolução CNE/CES 11/2002 tratam do perfil, competências e habilidades gerais do egresso de um Curso de Engenharia. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  16. 16. o O Artigo 3º coloca qual deve ser o perfil que um Curso de Graduação em Engenharia deve proporcionar ao formado/egresso/profissional: “Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.” PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  17. 17. Perfil do formado/egresso/profissional em Engenharia:• Formação generalista;• Formação humanista;• Formação crítica e reflexiva;• Capacidade de absorver e desenvolver novas tecnologias;• Atuação crítica e criativa na identificação e ATENDIMENTO AS resolução de problemas; DEMANDAS DA• Consideração de aspectos políticos; SOCIEDADE• Consideração de aspectos econômicos;• Consideração de aspectos sociais;• Consideração de aspectos ambientais;• Consideração de aspectos culturais;• Visão ética e humanística. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  18. 18. • PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DA PROFISSÃO DE ENGENHARIA: o ATENDIMENTO ÀS DEMANDAS DA SOCIEDADE!!! PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  19. 19. o Artigo 4º coloca quais devem ser as competências e habilidades gerais que um Curso de Graduação em Engenharia deve proporcionar ao seu egresso: “Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais...” PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  20. 20. Competências e Habilidades Gerais do formado/egresso/profissional em Engenharia: :I- aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  21. 21. VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;IX - atuar em equipes multidisciplinares;X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  22. 22. XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  23. 23. 3.3 PROCESSO DE FORMAÇÃO EM ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  24. 24. • Os Artigos 5º ao 7º da Resolução CNE/CES 11/2002 estabelecem como deve ser o processo de formação em Curso de Graduação em Engenharia. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  25. 25. • Artigos 5º - Aspectos gerais; • Artigo 6º - Tópicos de estudos e conteúdos: núcleo de conteúdos básicos; núcleo de conteúdos profissionalizantes; núcleo de Conteúdos Específicos da Modalidade: Extensões e Aprofundamentos; • Artigo 7º - o Estágios Curriculares; o Trabalho de Conclusão de Curso. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  26. 26. 3.3.1 Aspectos Gerais dos Cursos de Engenharia PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  27. 27. • Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico (também chamado de projeto político pedagógico); • O projeto pedagógico deve demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso; • O projeto pedagógico deve demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas; • PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  28. 28. • Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes; • Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso – PESQUISA E PROJETOS DESENVOLVIDOS EM DISCIPLINAS E MULTIDISCIPLINARES; • Pelo menos, um dos os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação – TRABALHO DE GRADUAÇÃO ou TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  29. 29. • Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como: o trabalhos de iniciação científica; o projetos multidisciplinares; o visitas teóricas; o trabalhos em equipe; o desenvolvimento de protótipos; o monitorias; o participação em empresas juniores, e; o outras atividades empreendedoras. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  30. 30. 3.3.2 Tópicos de Estudos e Conteúdos dos Cursos de Engenharia PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  31. 31. NÚCLEO CARGA HORÁRIA MÍNIMA Núcleo de Conteúdos Cerca de 30% Básicos Núcleo de Conteúdos Cerca de 15% Profissionalizantes; Núcleo de Conteúdos Restante da carga Específicos da Modalidade: horária total Extensões e Aprofundamentos PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  32. 32. 3.3.2.1 Núcleo de Conteúdos Básicos PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  33. 33. I - Metodologia Científica e Tecnológica;II - Comunicação e Expressão;III - Informática; - Laboratório.IV - Expressão Gráfica;V - Matemática;VI - Física; - Laboratório.VII - Fenômenos de Transporte;VIII - Mecânica dos Sólidos;IX - Eletricidade Aplicada;X - Química; - Laboratório.XI - Ciência e Tecnologia dos Materiais;XII - Administração;XIII - Economia;XIV - Ciências do Ambiente;XV - Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  34. 34. 3.3.2.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  35. 35. I - Algoritmos e Estruturas de Dados;II - Bioquímica;III - Ciência dos Materiais;IV - Circuitos Elétricos;V - Circuitos Lógicos;VI -Compiladores;VII - Construção Civil;VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos;IX - Conversão de Energia;X - Eletromagnetismo;XI - Eletrônica Analógica e Digital;XII - Engenharia do Produto;XIII - Ergonomia e Segurança do Trabalho;XIV - Estratégia e Organização;XV - Físico-química; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  36. 36. XVI - Geoprocessamento;XVII - Geotecnia;XVIII - Gerência de Produção;XIX - Gestão Ambiental;XX - Gestão Econômica;XXI - Gestão de Tecnologia;XXII - Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico;XXIII - Instrumentação;XXIV - Máquinas de fluxo;XXV - Matemática discreta;XXVI - Materiais de Construção Civil;XXVII - Materiais de Construção Mecânica;XXVIII - Materiais Elétricos;XXIX - Mecânica Aplicada;XXX - Métodos Numéricos; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  37. 37. XXXI - Microbiologia;XXXII - Mineralogia e Tratamento de Minérios;XXXIII - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas;XXXIV - Operações Unitárias;XXXV - Organização de computadores;XXXVI - Paradigmas de Programação;XXXVI - Paradigmas de Programação;XXXVII - Pesquisa Operacional;XXXVIII - Processos de Fabricação;XXXIX - Processos Químicos e Bioquímicos;XL - Qualidade;XLI - Química Analítica;XLII - Química Orgânica;XLIII - Reatores Químicos e Bioquímicos;XLIV - Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  38. 38. XLV - Sistemas de Informação;XLVI - Sistemas Mecânicos;XLVII - Sistemas operacionais;XLVIII - Sistemas Térmicos;XLIX - Tecnologia Mecânica;L - Telecomunicações;LI - Termodinâmica Aplicada;LII - Topografia e Geodésia;LIII - Transporte e Logística. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  39. 39. 3.3.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos da Modalidade: Extensões e Aprofundamentos da Modalidade PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  40. 40. • Extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes; • Outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades; • Conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de engenharia; • Propostos exclusivamente pela IES. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  41. 41. OBSERVAÇÕES: • Os tópicos de estudo e seus conteúdos, de ambos os núcleos, varia, conforme a modalidade da Engenharia a que diz respeito; • e conforme o enfoque e a intensidade adotados pela instituição de ensino superior para o curso; • O ordenamento dos conteúdos não representa sequência imposta na estruturação do currículo; • Os tópicos não correspondem necessariamente a disciplinas individuais. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  42. 42. 3.3.3 Estágios Curriculares nos Cursos de Engenharia PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  43. 43. • Etapa integrante da graduação; • Obrigatório; • Realizados sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade; • A carga horária mínima: 160 (cento e sessenta) horas. • Além disso, é obrigatório o trabalho de conclusão de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento.” PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  44. 44. 3.4 DEFINIÇÕES UTILIZADAS NAS ATRIBUIÇÕES DE TÍTULOS PROFISSIONAIS EM ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  45. 45. CONFEA. Resolução nº 1010, de 22 ago 2005. Disponível em: <http://normativos.confea.org.br/downloads/1010-05.pdf>. Acesso em: 20 de março de 2009 às 13 hs 47. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  46. 46. • atribuição: ato geral de consignar direitos e responsabilidades dentro do ordenamento jurídico que rege a comunidade;• atribuição profissional: ato específico de consignar direitos e responsabilidades para o exercício da profissão, em reconhecimento de competências e habilidades derivadas de formação profissional obtida em cursos regulares;• título profissional: título atribuído pelo Sistema Confea/Crea a portador de diploma expedido por instituições de ensino para egressos de cursos regulares, correlacionado com o(s) respectivo(s) campo(s) de atuação profissional, em função do perfil de formação do egresso, e do projeto pedagógico do curso; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  47. 47. • atividade profissional: ação característica da profissão, exercida regularmente;• campo de atuação profissional: área em que o profissional exerce sua profissão, em função de competências adquiridas na sua formação;• formação profissional: processo de aquisição de competências e habilidades para o exercício responsável da profissão;• competência profissional: capacidade de utilização de conhecimentos, habilidades e atitudes necessários ao desempenho de atividades em campos profissionais específicos, obedecendo a padrões de qualidade e produtividade; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  48. 48. • modalidade profissional: conjunto de campos de atuação profissional da Engenharia correspondentes a formações básicas afins, estabelecido em termos genéricos pelo Confea;• categoria (ou grupo) profissional: cada uma das três profissões regulamentadas (Engenharia, Arquitetura e Agronomia);• curso regular: curso técnico ou de graduação reconhecido, de pós-graduação credenciado, ou de pós- graduação senso lato considerado válido, em consonância com as disposições legais que disciplinam o sistema educacional, e devidamente registrado no Sistema Confea/Crea. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  49. 49. 3.5 NÍVEIS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  50. 50. NÍVEL PROFISSIONAL TÍTULO I - técnico; TécnicoII – graduação superior tecnológica; Tecnólogo III – graduação superior plena; Conforme Formação: - Engenheiro; - Arquiteto e urbanista; - Engenheiro agrônomo; -Geólogo; - Geógrafo - Meteorologista. Curso de Especialização - I e III: Especializado; IV - pós-graduação no senso lato - II e III: “Título Profissional” + Especialista; (especialização); Especialização em Engenharia de -“Título Profissional” + Engenheiro de Segurança SegurançaV - pós-graduação no senso estrito MSC. THAYS “Título Profissional” + Mestre ou PROFA. II e III: (mestrado ou doutorado). PERASSOLI BOIKO Doutor em “Área”.
  51. 51. 3.6 MODALIDADES DA ENGENHARIA DESCRIMINADAS PELO CONFEA E SUAS COMPETÊNCIAS PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  52. 52. POR QUE EXISTEM TANTAS MODALIDADES DE ENGENHARIA? PORQUE: 1) PARA ATENDER AS DEMANDAS DA SOCIEDADE; 2) “É impossível que uma pessoa seja capaz de dominar todos estes assuntos, numa profundidade tal que a permita trabalhar com desenvoltura em todos eles. Por isso existem as várias engenharias, para que os profissionais formados em cada uma delas possam dominar adequadamente os conhecimentos de cada área” (BAZZO; PEREIRA, 1997, p. 210); PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  53. 53. • Resolução nº 218, de 29 jun 1973, do CONFEA; III ENGENHARIA - Hiperlink i • “Art. 25 - Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem...” PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  54. 54. 3.7 OUTRAS MODALIDADES DE ENGENHARIA E SUAS ÊNFASES PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  55. 55. OLIVEIRA, V. F. de. Crescimento do número de cursos e de modalidades de engenharia: principais causas e conseqüências. In: COBENGE 2005: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia, XXXIII, 2005, Campina Grande/Pb. Anais... PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  56. 56. • RESUMO: o Ler o artigo de Oliveira (2005) e fazer um resumo de, no máximo, 1 página, digitada em letra times 12, espaçamento 1,5; o Entregar na data marcada, nos 15 primeiros minutos da aula. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  57. 57. • PESQUISA E DEBATE: o Pesquisar 3 modalidades de Engenharia diferentes das descritas pelo CONFEA, através da Resolução nº 218, de 29 jun 1973: competências; instituição de ensino superior que oferece o curso; o Apresentar, na data marcada, em debate, a ser realizado em sala, as 3 modalidade pesquisadas. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  58. 58. 3.8 ENTIDADES DE CLASSE DA ENGENHARIA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  59. 59. 3.8.1 Sistema COFEA/CREA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  60. 60. • O CONFEA e os CREAS são pessoas jurídicas (BATISTA, 2007): o de direito público – autarquias: serviços autônomos, criados por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receitas próprios, executam atividades típicas da administração pública com gestão administrativa e financeira descentralizadas; o poder de polícia: aplicam sanções - multas; censuras; advertências; suspensão e limitação de direitos profissionais (suspensão e cancelamento de registros). PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  61. 61. 3.8.1.1 CONFEA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  62. 62. 3.8.1.1.1 Definição PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  63. 63. O CONFEA É: “... é a instância máxima à qual um profissional pode recorrer no que se refere ao regulamento do exercício profissional” (CONFEA) PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  64. 64. • Profissionais representados: Engenharia, Arquitetura, Agronomia e os da Geografia, Geologia, Meteorologia, os tecnólogos dessas modalidades, técnicos industriais e agrícolas e suas especializações; • Foro: Brasília/DF; • Jurisdição: em todo o território nacional; • Papel Institucional no Sistema Confea/Crea: última instância. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  65. 65. 3.8.1.1.2 Início PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  66. 66. • Decreto nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, promulgado por Getúlio Vargas, Presidente da República; • Atualmente: Lei 5.194 de 1966. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  67. 67. Site CONFEA: http://www.confea.org.br/ PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  68. 68. 3.8.1.2 CREA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  69. 69. • DEFINIÇÃO: o Os Creas são órgãos de fiscalização, orientação e aprimoramento profissional, instituídos com a finalidade de defender a sociedade da prática do exercício ilegal das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea (CREA-RJ); PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  70. 70. • Funções: o FISCALIZAR; o EDUCAR/ORIENTAR; o NOTIFICAR; o AUTUAR; o JULGAR; o APRIMORAMENTO PROFISSIONAL; • Finalidade: defender a sociedade da prática do exercício ilegal das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  71. 71. • Jurisdição: estadual; • Papel Institucional no Sistema Confea/Crea: primeira e segunda instâncias; • CREAJr-Pr: O que é? Quem participa? Como funciona? Atividades? Benefício? http://www.creajr-pr.org.br/ PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  72. 72. Site CREA/PR: http://www.crea-pr.org.br/ PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  73. 73. 3.8.1.3 Objetivos do Sistema CONFEA/CREA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  74. 74. • Preservar o cumprimento ético;• Garantir a efetiva participação do profissional habilitado nas obras e serviços;• Defesa da sociedade. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  75. 75. 3.8.1.4. Competências do Sistema CONFEA/CREA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  76. 76. • NORMATIZA/CRIAR NORMAS: o responsabilidade do Confea;• JULGAR: o 1ª e 2ª instâncias – responsabilidade dos Creas; o 3ª instância – responsabilidade do Confea;• ADMINISTRAR/FISCALIZAR. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  77. 77. 3.8.1.4.1 Competências de Natureza Normativa3.8.1.4.2 Competências de Natureza Recursal3.8.1.4.3 Competências de Natureza Administrativa PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO
  78. 78. 3.8.1.4.1 Competências de Natureza Normativa PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  79. 79. • Estabelecer as normas que regulamentam ou disciplinam a aplicação das leis e decretos pertinentes ao exercício profissional. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  80. 80. 3.8.1.4.2 Competências de Natureza Recursal PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  81. 81. • Apreciar e decidir em terceira e última instância, de responsabilidade do CONFEA, sobre os recursos relativos à regulamentação profissional e às penalidades impostas pelos CREAS e por eles julgados em primeira e segunda instância. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  82. 82. 3.8.1.4.3 Competências de Natureza Administrativa PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  83. 83. • Fiscalizar o exercício profissional, sob a responsabilidade dos CREAS, no âmbito de suas respectivas jurisdições. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  84. 84. 3.8.1.5 Legislação sobre o exercício profissional pertinente ao Sistema CONFEA/CREA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  85. 85. • Decretos: Ato do Presidente da República para estabelecer e aprovar o regulamento de lei, facilitando a sua execução; • Decretos-Lei: Norma baixada pelo Presidente da República que se restringia a certas matérias e está sujeita ao controle do Congresso Nacional; • Resoluções: Ato normativo de competência exclusiva do Plenário do Confea, destinado a explicitar a lei, para sua correta execução e para disciplinar os casos omissos; PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  86. 86. • Decisões Normativas: Ato de caráter imperativo, de exclusiva competência do Plenário do Confea, destinado a fixar entendimentos ou a determinar procedimentos a serem seguidos pelos Creas, visando à uniformidade de ação; • Decisões Plenárias: Ato de competência dos Plenários dos Conselhos para instrumentar sua manifestação em casos concretos. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  87. 87. 3.8.2 Senge PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  88. 88. • DEFINIÇÃO: o Sindicato dos Engenheiros (Senge); • Divisão: o Por estado; • Objetivos: o Representar a categoria dos engenheiros perante os três poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e instituições da sociedade civil organizada; o Representar politicamente a categoria dos engenheiros perante outras organizações sindicais; o Organizar a participação dos engenheiros nas questões de grande interesse social. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  89. 89. Site SENGE/PR: http://www.senge-pr.org.br/ PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  90. 90. REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA UTILIZADA PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  91. 91. BATISTA, O. E. O Sistema Confea/Crea. In: Congresso Nacional de Profissionais (CEP), 6º, 2007, Porto Velho/RO. Palestras. Disponível em:< http://www.crearo.org.br/cep/Paletra_SistemaRO_otaviano.ppt>. Acesso em 20 de outubro de 2008 às 15 hs. BAZZO; PEREIRA. Introdução à Engenharia. 5 ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 1997. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares para os Cursos de Engenharia: Versão do dia 05.05.1999. Disponível em: <http://www.dimap.ufrn.br/~cccc/reforma/engenharia.doc>. Acesso em 10 de maio de 2007 às 16 hs 45. CNE. Resolução CNE/CES 11/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 32. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/1102Engenharia.pdf >. Acesso em: 20 de março de 2009 às 14 hs 40. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  92. 92. CONFEA (a) O Confea: Histórico: Um puco de história. Disponível em: < http://normativos.confea.org.br/apresentacao/apresentacao.asp>. Acesso em: 13 de outubro de 2008 às 19 hs 50. _____ (b). Legislação: Apresentação. Disponível em: < http://normativos.confea.org.br/apresentacao/apresentacao.asp>. Acesso em: 13 de outubro de 2008 às 19 hs 50. _____. Resolução nº 218, de 29 jun 1973. Disponível em: <http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1561&pai= 8&sid=193>. Acesso em: 10 de maio de 2007 às 17 hs 30. _____. Resolução nº 1010, de 22 ago 2005. Disponível em: <http://normativos.confea.org.br/downloads/1010-05.pdf>. Acesso em: 20 de março de 2009 às 13 hs 47. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  93. 93. CREA-RJ. Confea & Creas. Disponível em:< http://app.crea- rj.org.br/portalcreav2/CMS?idSecao=8ACFFE94-2533-C67C-9918- 16CAE934FFB0>. Acesso em 20 de outubro de 2008 as 15 hs 10. OLIVEIRA, V. F. de. Crescimento do número de cursos e de modalidades de engenharia: principais causas e conseqüências. In: COBENGE 2005: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia, XXXIII, 2005, Campina Grande/Pb. Anais... Disponível em:< http://www.proengprod.ufjf.br/SiteEducengMg/CrescEng.pdf>. Acesso em 10 de maio de 2007 às 18 hs. PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  94. 94. C d C M ãa m p u s e a m p o o u r o INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Professora Mestre THAYS PERASSOLI BOIKO thaysperassoli@bol.com.br PROFA. MSC. THAYS PERASSOLI BOIKO

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