II PROJETOS

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  • 1. C d C M ãa m p u s e a m p o o u r o PROJETO DO PRODUTO Professora Mestre THAYS PERASSOLI BOIKO II PROJETOS PROFA. MSC. THAYS 1 PERASSOLI BOIKO
  • 2. EMENTA: II PROJETOS 2.1 A ÁREA DE PROJETOS NA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.2 PROJETOS EM ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS 2.2.1 Gestão de Projeto - As origens da Gestão de Projetos; - A Emergência da Importância de Projetos. 2.2.2 Objetivos de Projeto 2.3 DEFINIÇÃO DE PROJETOS PROFA. MSC. THAYS 2 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 3. 2.3.1 Atributos característicos dos Projetos 1) Propósito 2) Ciclo de vida 3) Interdependências 4) Singularidade 5) Conflitos 2.4 PROPOSTA DE PROJETO i) Elaboração e Apresentação da Proposta 2.5 DEFINIÇÃO DO GERENTE DO PROJETO 2.6 ORGANIZAÇÃO DO PROJETO 2.6 FORMALIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO i) Relatório escrito ii) Apresentação do Projeto Final – “A venda do Projeto” 2.7 TÓPICOS ESPECIAIS PROFA. MSC. THAYS 3 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 4. 2.1 A ÁREA DE PROJETOS NA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (EP) PROFA. MSC. THAYS 4 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 5. DEFINIÇÃO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO • Elaborada a partir de definições do International Institute of Industrial Engineering e da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO, a): Engenharia responsável pelo “... projeto, a implantação, a operação a melhoria e manutenção de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, materiais, tecnologia, informação e energia.”, bem como pela especificação, prevenção e avaliação dos resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, “(...) recorrendo a conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e métodos de análise e projeto da engenharia.” PROFA. MSC. THAYS 5 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO DA EP → Conforme a ABEPRO (a): “Sólida formação científica e profissional geral que capacite o engenheiro de produção a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços, considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.” PROFA. MSC. THAYS 6 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 7. ATIVIDADE TÍPICAS DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO → Conforme a ABEPRO (a): UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS ORGANIZACIONAIS E TÉCNICAS DE NATUREZA MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA PARA PROJETO, SELEÇÃO, MODELAGEM, 1. Produtos gerados pelos SIMULAÇÃO, ESTRUTURAÇÃO, AVALIAÇÃO, sistemas de produção; QUALIFICAÇÃO, OTIMIZAÇÃO E 2. Agentes e processos de MANUTENÇÃO, BEM COMO PARA A produção. PRODUÇÃO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E AUDITORIA: PROFA. MSC. THAYS 7 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 8. ÁREAS E SUB-ÁREAS DE CONHECIMENTO - EM ROSA - A ÁREA DE PROJETO SE ENQUADRA NESTA ÁREA; - EM AZUL CLARO - A ÁREA DE PROJETO UTILIZA CONHECIMENTOS DESTA ÁREA. → Conforme a ABEPRO (b). PROFA. MSC. THAYS 8 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 9. 1. ENGENHARIA DE OPERAÇÕES E PROCESSOS DA PRODUÇÃO2. LOGÍSTICA3. PESQUISA OPERACIONAL4. ENGENHARIA DA QUALIDADE5. ENGENHARIA DO PRODUTO6. ENGENHARIA ORGANIZACIONAL7. ENGENHARIA ECONÔMICA8. ENGENHARIA DO TRABALHO9. ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE10. EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PROFA. MSC. THAYS 9 PERASSOLI BOIKO
  • 10. 1. ENGENHARIA DE OPERAÇÕES E PROCESSOS DA PRODUÇÃO 1.1. Gestão de Sistemas de Produção e Operações 1.2. Planejamento, Programação e Controle da Produção 1.3. Gestão da Manutenção 1.4. Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais: organização industrial, layout/arranjo físico 1.5. Processos Produtivos Discretos e Contínuos: procedimentos, métodos e seqüências 1.6. Engenharia de Métodos PROFA. MSC. THAYS 10 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 11. 2. LOGÍSTICA 2.1. Gestão da Cadeia de Suprimentos 2.2. Gestão de Estoques 2.3. Projeto e Análise de Sistemas Logísticos 2.4. Logística Empresarial 2.5. Transporte e Distribuição Física 2.6. Logística Reversa PROFA. MSC. THAYS 11 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 12. 3. PESQUISA OPERACIONAL 3.1. Modelagem, Simulação e Otimização 3.2. Programação Matemática 3.3. Processos Decisórios 3.4. Processos Estocásticos 3.5. Teoria dos Jogos 3.6. Análise de Demanda 3.7. Inteligência Computacional PROFA. MSC. THAYS 12 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 13. 4. ENGENHARIA DA QUALIDADE 4.1. Gestão de Sistemas da Qualidade 4.2. Planejamento e Controle da Qualidade 4.3. Normalização, Auditoria e Certificação para a Qualidade 4.4. Organização Metrológica da Qualidade 4.5. Confiabilidade de Processos e Produtos PROFA. MSC. THAYS 13 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 14. 5. ENGENHARIA DO PRODUTO 5.1. Gestão do Desenvolvimento de Produto 5.2. Processo de Desenvolvimento do Produto 5.3. Planejamento e Projeto do Produto PROFA. MSC. THAYS 14 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 15. 6. ENGENHARIA ORGANIZACIONAL 6.1. Gestão Estratégica e Organizacional 6.2. Gestão de Projetos 6.3. Gestão do Desempenho Organizacional 6.4. Gestão da Informação 6.5. Redes de Empresas 6.6. Gestão da Inovação 6.7. Gestão da Tecnologia 6.8. Gestão do Conhecimento PROFA. MSC. THAYS 15 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 16. 7. ENGENHARIA ECONÔMICA 7.1. Gestão Econômica 7.2. Gestão de Custos 7.3. Gestão de Investimentos 7.4. Gestão de Riscos PROFA. MSC. THAYS 16 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 17. 8. ENGENHARIA DO TRABALHO 8.1. Projeto e Organização do Trabalho 8.2. Ergonomia 8.3. Sistemas de Gestão de Higiene e Segurança do Trabalho 8.4. Gestão de Riscos de Acidentes do Trabalho PROFA. MSC. THAYS 17 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 18. 9. ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE 9.1. Gestão Ambiental 9.2. Sistemas de Gestão Ambiental e Certificação 9.3. Gestão de Recursos Naturais e Energéticos 9.4. Gestão de Efluentes e Resíduos Industriais 9.5. Produção mais Limpa e Ecoeficiência 9.6. Responsabilidade Social 9.7. Desenvolvimento Sustentável PROFA. MSC. THAYS 18 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 19. 10. EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 10.1. Estudo da Formação do Engenheiro de Produção 10.2. Estudo do Desenvolvimento e Aplicação da Pesquisa e da Extensão em Engenharia de Produção 10.3. Estudo da Ética e da Prática Profissional em Engenharia de Produção 10.4. Práticas Pedagógicas e Avaliação Processo de Ensino-Aprendizagem em Engenharia de Produção 10.5. Gestão e Avaliação de Sistemas Educacionais de Cursos de Engenharia de Produção PROFA. MSC. THAYS 19 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 20. 2.2 PROJETOS EM ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PROFA. MSC. THAYS 20 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 21. 2.1.1 Gestão de Projetos PROFA. MSC. THAYS 21 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 22. PORQUE GESTÃO DE PROJETOS? mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm ? ? ??? Pq a GP é um ½ das organizações alcançarem seus objetivos. Pq a GP é um ½ das organizações alcançarem seus objetivos? Pq fornece ferramental para: - Planejamento; - Pessoal; - Implementação; - Atividades; - Recursos. - Controle. PROFA. MSC. THAYS 22 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 23. As origens da Gestão de Projetos (CORRÊA; CORRÊA, 2004): 1697 – Livro Essay upon projects, de Daniel Defoe – PROVAVELMENTE UMA DAS PRIMEIRAS DISCUSSÕES DA HISTÓRIA SOBRE GP: DEFOE (1697) relata: 1640 – alguns projetos eram esporadicamente realizados de forma mmmmmsistemática; 1680 – sistematização de projetos se torna mais popular; PROFA. MSC. THAYS 23 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 24. 1914 - 1918 – Durante a I Guerra Mundial Henry Gantt cria a metodologia de gráficos e cronogramas para gerenciar a construção de navios; Anos 1950 – Sistematização das Técnicas de Gestão de Projetos em um sistema único e coerente: DEFINIR PLANEJAR CONTROLAR EXECUTAR PROFA. MSC. THAYS 24 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 25. 1º - Origem militar: Desenvolvimento do míssel Polaris, pelo Departamento de Defesa dos EUA: - execução de centenas de tarefas; Projeto que demandava: - variedade de especialistas; Gráficos de Gantt + PERT + histogramas + diagramas + conceito de ciclo de vida de projetos + Work Breakdown Structure Depois - - indústria cinematográfica; - automobilística; - organizações de engenharia pública e privada. PROFA. MSC. THAYS 25 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 26. A emergência da Importância de Projetos (CORRÊA; CORRÊA, 2004): → Provas da Emergência: − Crescente número de cursos de pós-graduação na áreas de GP; − Número de congregados no Project Management Institute (PMI). POR QUÊ? PROFA. MSC. THAYS 26 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 27. → Motivos: (CORRÊA; CORRÊA, 2004): − Pressões competitivas para reduzir os tempos do ciclo de vida dos produtos; − Necessidade de reagir a mercados globalizados; − Projetos: elo entre os objetivos estratégicos da organização e o trabalho gerencial de distintas funções; − Implementação da gestão de projetos por diversos tipos de empresas: informática; farmacêutica; fotográfica; serviços de consultoria; gestão de recursos naturais; PROFA. MSC. THAYS 27 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 28. − A GP pode ser usada como uma forma de melhor entender e atender as exigências dos consumidores; − O aumento do pré-desenvolvimento – definição e planejamento do projeto – está diretamente relacionado ao aumento da previsibilidade de comercialização de novos produtos e das chances de sucesso de novos produtos; − A GP afeta os resultados das organizações ao ajudar equipes multifuncionais a trabalhar de forma mais inteligente; − A GP é útil em ambientes burocráticos. PROFA. MSC. THAYS 28 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 29. (MEREDITH; MANTEL, 2003): 1) Expansão do conhecimento ↑ Da complexidade humano; dos produtos e processos. 2) Demanda crescente por produtos complexos, sofisticados e sob medida; 3) A evolução de mercados globais. Uso de equipes PROFA. MSC. THAYS 29 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 30. 2.1.2 Objetivos de Projetos PROFA. MSC. THAYS 30 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 31. Fatores comuns aos projetos: − COMPLEXIDADE; − MULTIDISCIPLINARIDADE; − OBJETIVOS GERAIS. PROFA. MSC. THAYS 31 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 32. Objetivos gerais: − Desempenho; META DO PROJETO: Equilibrar 3 diferentes objetivos que estão − Custo; em eixos opostos, ou seja, que são conflitantes. − Prazo; * Expectativa do cliente: parte inerente da especificação do projeto. SUCESSO DO PROJETO PROFA. MSC. THAYS 32 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 33. DESEMPENHO META DO PROJETO Resultado esperado CUSTO Prazo estimado Orçamento estimado PRAZO (PREVISTO) PROFA. MSC. THAYS 33 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 34. CONFLITOS O que é desempenho? PROBLEMAS O que é sucesso? PROFA. MSC. THAYS 34 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 35. 2.3 DEFINIÇÕES DE PROJETO PROFA. MSC. THAYS 35 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 36. (PMI Apud MEREDITH; MANTEL, 2003) → “Um esforço temporário incumbido de criar um único produto ou serviço.” (MEREDITH; MANTEL, 2003) → “No sentido mais amplo, um projeto é uma tarefa específica, limitada a ser realizada. Se é em grande ou em pequena escala ou se é curso longo ou curto não é particularmente relevante.” → “Um projeto é normalmente uma atividade periódica com um conjunto bem definido de almejados resultados finais.” PROFA. MSC. THAYS 36 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 37. NOSSA: PROJETO É UM ESFORÇO TEMPORÁRIO PARA ATINGIR UM RESULTADO ESPECÍFICO, LIMITADO E BEM DEFINIDO. PROFA. MSC. THAYS 37 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 38. PROGRAMA? PROJETO? TAREFA? PACOTES DE TRABALHO? UNIDADES DE TRABALHO? PROFA. MSC. THAYS 38 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 39. 2.3.1 Atributos característicos dos Projetos PROFA. MSC. THAYS 39 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 40. 1) Propósito; 2) Ciclo de vida; 3) Interdependências; 4) Singularidade; 5) Conflitos. PROFA. MSC. THAYS 40 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 41. CICLO DE VIDA DE PROJETOS - FASES DO PROJETO 1) Proposta do Projeto; Etapa de Nascimento 2) Iniciação; Etapas de Elaboração/DesenvolvimentoFases do Projeto 3) Implementação; 4) Formalização e Apresentação do Etapas de Relatório Final do Finalização Projeto. PROFA. MSC. THAYS 41 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 42. 2.4 PROPOSTA DE PROJETO PROFA. MSC. THAYS 42 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 43. II PROJETOS - Hiperlink i - MODELO DE FORMULÁRIO PROPOSTA DE PROJETO PROFA. MSC. THAYS 43 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 44. 2.5 DEFINIÇÃO DO GERENTE DE PROJETO PROFA. MSC. THAYS 44 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 45. Gerentes de Projetos x Gerente Funcional: Gerente Funcional: responsável por um dos departamentos funcionais da organização, tais como marketing, finanças, produção, recursos humanos, sendo especialistas nas áreas que gerenciam; Gerente de Projetos: responsável por projeto (s) da organização, sendo um facilitador e generalista. Pode ser em tempo integral ou não; PROFA. MSC. THAYS 45 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 46. As trajetórias da carreira de um Gerente de Projetos: 1) Trainee; 2) Gerente Funcional; 3) Gerente de Pequenos Projetos; 4) Gerente de Grandes Projetos; 5) Gerente de Programa; PROFA. MSC. THAYS 46 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 47. Conhecimentos e habilidades necessárias: Orientação para problemas; Liderança; Comunicação; Negociação; Habilidades técnicas de alto nível; Sensibilidade política e cultural; Orientação para objetivos; PROFA. MSC. THAYS 47 Auto estima elevada. PERASSOLI BOIKO
  • 48. • RESUMINDO: http://www.youtube.com/watch?v=Pa4pFoM adrE • REPORTAGEM – “Profissão – Gerente de Projetos”: http://www.youtube.com/watch?v=NU5EmJI bDLA&feature=related • VOCÊ É CAPAZ DE GERENCIAR UM PROJETO? PROFA. MSC. THAYS 48 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o http://www.youtube.com/watch?v=DeyjCMr1
  • 49. Orientação para problemas: é preciso analisar os fatos(internos e externos ao projeto), definir precisamente oproblema e tomar decisões:Análise dos Fatos: - Os problemas podem ser de: 1. De natureza técnica; 2. gerencial; 3. relacionamento entre pessoas.Definição dos Problemas: requer a distinção entreefeitos e causas;Tomar decisões: identificar as possíveis soluções eselecionar a melhor de acordo com algum critério; PROFA. MSC. THAYS 49 PERASSOLI BOIKO
  • 50. Liderança: O gerente do projeto deve: - estabelecer uma direção (desenvolver uma visão do futuro e estabelecer estratégias para atingir essa visão) - motivar; - inspirar; - alinhar os esforços das pessoas; PROFA. MSC. THAYS 50 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 51. Comunicação: muitos problemas surgem por deficiências na comunicação; O gerente do projeto deve: - promover entre todos os stakeholders uma troca de informação não ambígua, completa e correta; PROFA. MSC. THAYS 51 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 52. Stakeholders: são todas as pessoas e organizações cujosinteresses são afetados do projeto: Cliente: (quem utilizará os resultados do projeto); Patrocinador do projeto (sponsor): quem provê os recursos financeiros para a execução do projeto; Gerente do projeto: o responsável pela gestão do projeto; Equipe do projeto: as pessoas que irão executar o projeto; Organização executora do projeto; Comunidade direta e indiretamente afetada pelos resultados do projeto. PROFA. MSC. THAYS 52 PERASSOLI BOIKO
  • 53. Negociação:Muitas vezes, as soluções para os problemas envolvemfazer com que diversos stakeholders entrem numacordo;As negociações podem envolver aspectos como:- objetivos;- especificações;- escopo do projeto;- custo;- prazo;- condições contratuais;- alocação de recursos; PROFA. MSC. THAYS 53 PERASSOLI BOIKO
  • 54. 2.7 ORGANIZAÇÃO DO PROJETO PROFA. MSC. THAYS 54 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 55. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: • Forma pela qual as atividades de uma organização são divididas, organizadas e coordenadas; • Representação gráfica ou descritiva das áreas que compõem as unidades de uma organização, distribuídas em níveis hierárquicos; • A estrutura organizacional projeta e organiza os relacionamentos dos níveis hierárquicos e o fluxo das informações essenciais de uma organização. PROFA. MSC. THAYS 55 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 56. Duas questões surgem quando se inicia qualquer projeto: 1) Como alocar o projeto na estrutura organizacional da empresa – ISTO É UMA DECISÃO ESTRATÉGICA TOMADA PELA ALTA GERÊNCIA; 2) Como organizar o próprio projeto - ISTO É UMA DECISÃO TÁTICA TOMADA PELO GERENTE DE PROJETOS; PROFA. MSC. THAYS 56 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 57. ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS NORMALMENTE USADAS PARA ALOCAR PROJETOS NAS ORGANIZAÇÕES: 1) Projetos organizados funcionalmente; 2) Projetos Puros; 3) Organização matriz; 4) Sistemas Organizacionais mistos. PROFA. MSC. THAYS 57 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 58. Fatores a considerar na escolha de uma das formas: • Características das formas: – Forma funcional: para aplicação de uma tecnologia a fundo com grandes investimentos; – Projeto puro: grande número de projetos e tarefas específicas; – Matriz: requer integração das diversas áreas mas não em tempo integral; PROFA. MSC. THAYS 58 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 59. • Decisão intuitiva que depende: – Natureza do projeto; – Características organizacionais; – Vantagens/desvantagens de cada; – Preferências culturais. PROFA. MSC. THAYS 59 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 60. • Características das formas: – Forma funcional: para aplicação de uma tecnologia a fundo com grandes investimentos; – Projeto puro: grande número de projetos e tarefas específicas; – Matriz: requer integração das diversas áreas mas não em tempo integral; PROFA. MSC. THAYS 60 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 61. 1) PROJETOS ORGANIZADOS FUNCIONAMENTE: DEFINIÇÃO: estruturas organizacionais onde os projetos são alocados, temporariamente para a unidade funcional que tenha maior interesse em assegurar seu sucesso ou que possa ser de maior ajuda em sua implementação. A unidade funcional para onde o projeto é alocado passa a ser sua sede administrativa; Exemplo: PRESIDENTE DEP. DEP. DEP. DEP. PRODUÇÃO MARKETING FINANÇAS ADMIN. PROJETO DO PROFA. MSC. THAYS PROJETO DE 61 PROCESSO X QUALIDADE BOIKO PERASSOLI
  • 62. • Vantagens: – Flexibilidade no uso do pessoal; – Especialistas ajudam temporariamente em vários projetos; – Compartilhamento de conhecimento; – Podem dar continuidade tecnológica; – Avanço profissional para os membros;• Desvantagens: – Cliente não é o foco do projeto; – Não é voltado para solução de problemas; – Não tem um responsável total pelo projeto; – Resposta lenta ao cliente; – Ligados somente aos interesses dentro do projeto; – Motivação fraca do pessoal; – Comunicação foraPERASSOLI BOIKO vagarosa e difícil. do projeto é PROFA. MSC. THAYS 62
  • 63. 2) PROJETOS PUROS: DEFINIÇÃO: O projeto é separado do resto do sistema principal, Tornando-se uma unidade independente com seu próprio pessoal técnico, sua própria administração; Exemplo: PRESIDENTE DEP.DE DEP. DE DEP. DE DEP. PROGRAMA MARKETING PRODUÇÃO FINANÇAS PROJETO A PROJETO B PROFA. MSC. THAYS 63 PERASSOLI BOIKO
  • 64. • Vantagens: – Gerente de Projeto (GP) tem total autoridade; – Todos os membros são subordinados ao GP tendo só ele como patrão; – Comunicações + rápidas e com - falhas; – Especialistas permanentes mais hábeis; – > motivação pelo > comprometimento; – Decisões tomadas + rapidamente; – Estrutura simples e flexível; PROFA. MSC. THAYS 64 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 65. • Desvantagens: – Duplicação de esforços em todas as áreas (alto custo); – Técnicos contratados quando disponíveis e não quando necessários (alto custo); – Membros se prendem ao projeto deixando outras habilidades para trás; – Membros criam barreiras para se relacionarem fora do projeto; – “O que fazer no término do projeto”. PROFA. MSC. THAYS 65 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 66. 3) ORGANIZAÇÃO MATRIZ: DEFINIÇÃO: É uma combinação de estruturas organizacionais de projeto puro e funcional, podendo tomar uma grande variedade de formas específicas, ou seja, É uma organização do projeto puro que reveste as divisões funcionais da companhia principal: Indivíduos vem de suas divisões funcionais e ficam no projeto em tempo integral ou parcial; PROFA. MSC. THAYS 66 PERASSOLI BOIKO
  • 67. Exemplo: PRESIDENTE DEP.DE DEP. DE DEP. DE DEP. PROGRAMA MARKETING PRODUÇÃO FINANÇAS PROJETO A PROJETO B PROFA. MSC. THAYS 67 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 68. • Vantagens: – Projeto entregue no tempo, dentro do orçamento e das especificações; – Acesso a tecnologia e MO das divisões funcionais; – Resposta rápida ao cliente; – Tem representantes do administrativo; – Equilíbrio de recursos para todos projetos; – Total flexibilidade; PROFA. MSC. THAYS 68 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 69. • Desvantagens: – Dúvidas sobre o responsável do projeto; – Lutas entre os vários GPs para assegurar sucesso ao seu projeto; – Projetos difíceis de se dissolver; – Divisão de autonomia e responsabilidade é complexa; – Vários chefes (dificuldade de lealdade); PROFA. MSC. THAYS 69 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 70. 4) PROJETOS MISTOS Exemplos: no quadro. PROFA. MSC. THAYS 70 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 71. COMO ORGANIZAR A EQUIPE DE PROJETOS:• Multifuncional e multidisciplinar: – Engenheiro do Projeto: Está encarregado do projeto e desenvolvimento do produto, e é responsável pela análise funcional, especificações, desenhos, estimativa de custo, controle de qualidade/confiabilidade, mudanças na engenharia e documentação; – Administrador de Contrato: Está encarregado de toda a papelada oficial, rastreamento das mudanças dos clientes, faturamento, dúvidas, queixas, aspectos legais, custos e outros assuntos relacionados ao contrato que autorizou; PROFA. MSC. THAYS 71 PERASSOLI BOIKO
  • 72. – Controller do Projeto: Ele mantém a contabilidade diária do projeto, como orçamento, variâncias de custos, encargos trabalhistas, fornecimento de suprimentos, status de equipamento de capital; – Gerente de Serviços de Apoio: Está encarregada de suporte ao produto, subempreiteiros, processamento de dados e funções gerais de suporte ao gerenciamento; – Membros funcionais. PROFA. MSC. THAYS 72 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 73. 2.7 FORMALIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO PROFA. MSC. THAYS 73 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 74. i) Relatório Escrito PROFA. MSC. THAYS 74 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 75. REGRAS: – Deve ser amplo: para atender as necessidades de demanda dos diversos profissionais que irão consultá-lo; – Deve ser profundo: conter todas as especificações que irão possibilitar a avaliação do projeto e sua possível implementação; – Deve seguir as regras de metodologia científica; – Deve seguir as regras usuais de engenharia. PROFA. MSC. THAYS 75 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 76. CRITÉRIOS GERAIS PARA A REDAÇÃO DO RELATÓRIO: – Requer ordem e apresentação; – Deve-se observar os seguintes fatores mínimos: capa; digitação; limpeza gráfica; estética; linguagem objetiva; – Elementos pré e pós-textuais. PROFA. MSC. THAYS 76 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 77. PARTES: – Elementos pré-textuais; – Introdução; ão – Corpo do Texto (do Relatório); – Conclusões; Conclusões – Elementos pós-textuais. PROFA. MSC. THAYS 77 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 78. INTRODUÇÃO I) Ambientalização da área do projeto e do tema/assunto; II) Propósito e objetivos do projeto; III) Justificativa; IV) Metodologia utilizada; V) Estrutura do trabalho. PROFA. MSC. THAYS 78 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 79. CONCLUSÕES – Não deve trazer dados que não foram apresentados no corpo do texto; – Deve fazer sentido mesmo para quem não leu o trabalho; PROFA. MSC. THAYS 79 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 80. – Deve-se fazer conclusões sobre: 1º) PROJETO; 2º) MODELO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETO UTILIZADO: - DISCUSSÃO - relevância dos resultados e suas implicações; - RESUMO dos pontos mais importantes; - CRÍTICA dos aspectos positivos e negativos; - SUGESTÕES; 3º) SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS. PROFA. MSC. THAYS 80 PERASSOLI BOIKO
  • 81. ii) Apresentação do Projeto Final – “A Venda do Projeto” PROFA. MSC. THAYS 81 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 82. 1)POR QUE APRENDER A VENDER IDÉIAS É IMPORTANTE? http://www.youtube.com/watch?v=fudI608QcvA&feature=related 2) O QUE É UM VENDEDOR DE IDÉIAS – DEAL MAKER – FECHADOR DE NEGÓCIOS? http://www.youtube.com/watch?v=kKHK4IVPOLU http://www.youtube.com/watch?v=Yx97VYwSkJ8&feature=related 3) 10 ATITUDES DO VENDEDOR DE SUCESSO: http://www.youtube.com/watch?v=xNYtmkxQ0F4&feature=related PROFA. MSC. THAYS 82 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 83. RESUMINDO: 1) Como escolher o gerente do projeto??? 2) Como escolher a equipe de projeto???? 3) Como realizar a gestão do projeto??? 4) Como planejar, implementar e controlar o projeto???? http://www.youtube.com/watch?v=o9twbRsqOu0 PROFA. MSC. THAYS 83 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 84. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E BIBLIOGRAFIA UTILIZADA PROFA. MSC. THAYS 84 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 85. ABEPRO (a). Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares. _____ (b). Áreas e Sub-áreas de Engenharia de Produção. Disponível em: <http://www.abepro.org.br/interna.asp?p=399&m=424&s=1&c=362>. Acesso em: 15 de junho de 2009 às 13 hs 15. ABEPRO. Referências Curriculares da Engenharia de Produção. Disponível em: http://www.abepro.org.br. Acesso em; 16 de maio de 2007 às 16 hs 20. BAZZO; PEREIRA. Introdução à Engenharia. 5 ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 1997. COPPINI, N. L. Panorama da Engenharia de Produção no Brasil. Palestra apresentada no X SIMPEP, 2003. PROFA. MSC. THAYS 85 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 86. CORRÊA, H. L.; CORRÊA, C. A. Administração de Produções e Operações: Manufatura e Serviços: Uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2004. DEP-UFSCar. Histórico. Disponível em: http://www.dep.ufscar.br/historico.php. Acesso em: 28 de maio de 2007 às 17 hs 30. FERREIRA, Willian de Jesus; GUEDES, Leonardo G Rezende. Aspectos de Gerenciamento de Projetos aplicados à Segurança de Informação. Unisul/UFGO, 2004. Disponível em: http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2919.pdf. Acesso em: 27 fev 2010. PROFA. MSC. THAYS 86 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 87. MEREDITH, J. R.; MANTEL Jr., S. J. Administração de Projetos: Uma abordagem gerencial. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MOURA, D. G. ; BARBOSA, E.F. . Trabalhando com Projetos - Planejamento e Gestão de Projetos Educacionais. 1a Ed. 01. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2006. v. 01. 246 p. PROFA. MSC. THAYS 87 PERASSOLI BOIKO d ãC C Ma m p u s e a m p o o u r o
  • 88. C d C M ãa m p u s e a m p o o u r o PROJETO DO PRODUTO Professora Mestre THAYS PERASSOLI BOIKO thaysperassoli@bol.com.br PROFA. MSC. THAYS 88 PERASSOLI BOIKO