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Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos
 

Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos

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    Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos Document Transcript

    • 0 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FACULDADES INTEGRADAS DE FERNANDÓPOLIS ALINE VIEIRA BATISTA JOÃO ANTONIO RUIZ LAUANA FONSECA AGUIAR PATRÍCIA MENEGOTTO DE OLIVEIRA Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos do últimosemestre noturno do curso de Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis- SP FERNANDÓPOLIS 2012
    • 1 ALINE VIEIRA BATISTA JOÃO ANTONIO RUIZ LAUANA FONSECA AGUIAR PATRÍCIA MENEGOTTO DE OLIVEIRA Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos do últimosemestre noturno do curso de Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis- SP Trabalho de conclusão de curso apresentado à Banca Examinadora do Curso de Graduação em Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em Farmácia. Orientadora: Profa. Esp Vanessa M. Rizzato Silveira FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS FERNANDÓPOLIS – SP 2012
    • 2 ALINE VIEIRA BATISTA JOÃO ANTONIO RUIZ LAUANA FONSECA AGUIAR PATRÍCIA MENEGOTTO DE OLIVEIRA Análise do grau de sobrepeso e obesidade em alunos do últimosemestre noturno do curso de Farmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis- SP Trabalho de conclusão de curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de bacharel em farmácia. Aprovado em: ____ de novembro de 20_____.Banca examinadora Assinatura ConceitoProfa. Esp. Vanessa M.Rizzato SilveiraProfo. Esp.Marcelo Teodoro dosSantosProfa. Esp. Rosana M. K. Motta Profa. Esp. Vanessa M. Rizzato Silveira Presidente da Banca Examinadora
    • 3Primeiramente a DEUS, que através daforça do seu espírito, me fez superartodas as dificuldades encontradas nocaminho. Por ter me dado a chance deser aquilo que escolhi, por me ampararnos momentos difíceis, me dar forçainterior para superar as dificuldades emostrar o caminho nas horas incertas.Aos meus pais João e Niura, por teremacreditado em mim, por toda a força,confiança e dedicação nessa longacaminhada, por terem me apoiado e pormuitas vezes terem se sacrificado parame dar tudo o que eu precisei, creia- nos,a vitória também é de vocês.Continuaremos até o dia em quepossamos juntos, de mãos dadas, sermosao mesmo tempo pais e filha dos nossossonhos, das nossas realizações, do quesentimos. A minha irmã Taisa que tantoamo, respeito e admiro e pelo seucuidado que tem por mim, semprequerendo o meu melhor, e por me fazerlembrar, depois de crescidas, do risoespontâneo de quando éramos criançasao me dar como o melhor presente minhaafilhada Ana Julia, que além de memostrar o sentido da palavra amor, renovao meu riso a cada dia e pelo amorincondicional. Aos meus inestimáveisavós, por acreditar que sou capaz. AMOVOCÊS. Aline Vieira Batista
    • 4Ao meu pai Wilson e a minha mãeRosilaine, por ter permanecido ao meulado, me incentivando a percorrer estecaminho, por compartilhar angústias edúvidas estendendo sua mão amiga emmomentos difíceis. A minha irmã Paulaque se manteve incansável em suamanifestação de apoio e carinho. Lauana Fonseca Aguiar
    • 5Aos nossos filhos, Caio e Beatriz, que nosmomentos de nossa ausência dedicadaao estudo, sempre fizeram entender que ofuturo, é feito a partir da constantededicação no presente. João Antonio Ruiz e Patrícia Menegotto de Oliveira
    • 6 AGRADECIMENTOS Agradecemos inicialmente Deus por ter nos dado ânimos e iluminado nossoscaminhos para que pudéssemos concluir mais uma etapa de nossas vidas. Aos nossos familiares e amigos que fizemos durante o curso, pelaverdadeira amizade que construímos. Em especial a nossa Profa Esp. Vanessa M.Rizzato Silveira que nos orientou para realização desse trabalho, e pela dedicação epaciência que teve conosco durante essa jornada. E a todos os professores do Curso de Farmácia pelos ensinamentosproporcionados nas aulas, cada um de forma especial contribuiu para a conclusãodeste trabalho.
    • 7“Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Mahatma Gandhi
    • 8 RESUMOA obesidade é uma situação clínica preocupante que necessita de tratamentoapropriado, almejando a obtenção de um peso saudável e a diminuição dos riscos àsaúde. O maior desafio incide em impedir que o paciente readquira o peso inicial eas morbidades que o induziram a buscar um tratamento. Para controlar a obesidadecomo uma condição crônica, os agentes farmacológicos, associados à terapêuticadietética, estímulo à atividade física têm sido empregada na tentativa de melhorar aresposta dos pacientes em longo prazo. É preciso que os indivíduos tenham tempopara exercer atividade física. Os dados apresentados na revisão bibliográfica desteestudo destacam o crescimento histórico na prevalência desta enfermidade no Brasile no mundo. Este trabalho tem como objetivo analisar a prevalência de pessoasobesas do curso noturno no último semestre de Farmácia da cidade deFernandópolis- SP. Foram entrevistados 100 estudantes. Dos dados levantados,11% do universo de entrevistados foram considerados portadores de Obesidade deGrau I, apenas 3% dos entrevistados, por sua vez, foram considerados comObesidade de Grau II, a incidência de Obesidade III foi irrelevante. Conclui-se que aperda de peso se torna complicada, pois acomete a quatro laços que se unem emprol de sua competência: elementos psicológicos, comportamentais, de fisiologia eendócrinos. Caso não haja uma interação correta entre eles, e não seja cumprida àrisca sua execução, o caminho para a perda de peso se torna inútil.Palavras – chave: Obesidade. Saúde. Atividades Físicas. Alimentação.Medicamentos.
    • 9 ABSTRACTObesity is a medical condition that requires proper treatment, aiming to reach ahealthy weight and diminution of the risks to healthy. The biggest challenge focuseson preventing the patient regains the initial weight and the morbidities that led toseek, treatment, to control obesity as chronic condition, Pharmacologic agentsassociated with therapeutic diets, physical activity stimulation has been used in aattempt to improve the response of patients in the long term. That individuals need tohave time to do physical activity. The data presented in the literature review of thisstudy high light the historical growth in the prevalence of this disease in Brazil andworldwide. This study aims to analyze the prevalence of obese people‟s night courselast semester of pharmacy in the city of Fernandópolis- SP 100 students wereinterviewed. The data collected 11% of respondents were considered obese patientswith grade I, only 3% of respondents, in turn, were considered obese grade II, theincidence of grade III obesity was irrelevant. Concluded that weight loss becomescomplicated since it affects fours ties that unite in support of its competence:Psychological factors, behavioral, and endocrine physiological. If not there is aproper interaction between them, and do not be fulfilled scratching his execution, thepath to weight los becomes useless.Keywords: Obesity. Health. Activities. Feeding and drugs.
    • 10 LISTA DE FIGURASFigura 1 – Esquema mostrando os padrões de distribuição da gordura: A) Tipo andróide ou maçã. . . . . . 21 B) Tipo ginóide ou pêra. . . . . . . 21Figura 2 – Obesidade e Graus de Morbidade. . . . . . 22Figura 3 – Sexo . . . . . . . . . 30Figura 4 – Faixa Etária . . . . . . . . 31Figura 5 – Índice De Massa Corporal . . . . . . 32Figura 6 – Prática De Atividades Físicas . . . . . 33Figura 7 – Freqüência De Atividade Física Semanalmente . . . 34Figura 8 – Alteração Menstrual . . . . . . . 35Figura 9 – Tentativa De Redução Alimentar . . . . . 36Figura 10 – Freqüência Diária De Refeições . . . . . 37Figura 11 – Estado Nutricional Do Pai . . . . . . 38Figura 12 – Estado Nutricional Da Mãe . . . . . . 39Figura 13 – Utilização De Medicamentos Para Emagrecer . . . 40Figura 14 – Dieta . . . . . . . . . 41
    • 11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLASANVISA Agência Nacional de Vigilância SanitáriaDMNID Diabetes Mellitus Não - Insulino DependentesDCNT Doenças crônicas não transmissíveisECNT Enfermidades Crônicas não TransmissíveisENDEF Estudo Nacional da Despesa FamiliarIBGE Instituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaIMC Índice de Massa CorporalOMS Organização Mundial da SaúdePPV Pesquisa sobre Padrão de VidaPC Perímetro da CinturaSBC Sociedade Brasileira de CardiologiaVLCD Very Low Calorie DietsWHO World Health Organization
    • 12 SUMÁRIOINTRODUÇÃO . . . . . . . . . 131 REVISÃO DA LITERATURA . . . . . . . 161.1 OBESIDADE . . . . . . . . . 161.2 ÍNDICES DE OBESIDADE NO MUNDO . . . . . 161.3 ÍNDICES DE OBESIDADE NO BRASIL . . . . . 181.4 IMC . . . . . . . . . . 191.5 TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DE OBESIDADE . . . . 201.6 DOENÇAS ASSOCIADAS À OBESIDADE . . . . . 221.7 TRATAMENTOS . . . . . . . . 231.7.1 Tratamento Farmacológico . . . . . . 231.7.1.1 Sibutramina . . . . . . . . . 241.7.1.2 Orlistat . . . . . . . . . 251.7.1.3 Medicamentos Alternativos . . . . . . 251.7.2 Tratamento não Farmacológico . . . . . . 251.7.2.1 Comportamento Alimentar . . . . . . 251.7.2.2 Atividades Físicas . . . . . . . . 272 OBJETIVO. . . . . . . . . . 282.1 OBJETIVO . . . . . . . . . 282.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS . . . . . . . 283 MATERIAIS E MÉTODOS . . . . . . . 294 RESULTADOS E DISCUSSÕES . . . . . . 305 CONCLUSÃO. . . . . . . . . . 426 CONSIDERAÇÕES FINAIS . . . . . . . 43REFERÊNCIAS . . . . . . . . . 44APÊNDICE . . . . . . . . . . 54
    • 13 INTRODUÇÃO Obesidade é um mal, que assola milhões de pessoas ao redor do mundo eocupa um grande espaço na mente de muitos cientistas, ávidos por descobrir comodefini-la, como é a sua “cara”. Alguns destes cientistas apontam para ahereditariedade, outros apostam no estudo dos hormônios e enzimas como aleptina, a adipocectina, a grelina e a pYY, responsáveis pela regulação do nossoorganismo. Há também estudiosos que acreditam que a frequência de atividadesfísicas no cotidiano pessoal, o tipo de dieta ingerida, ou mesmo a influência do pesono nascimento e o tempo em que se gasta em frente a uma televisão são osresponsáveis pelo crescimento da taxa de pessoas obesas em todos os cantos domundo. A busca pela “obesidade em detalhes” é ininterrupta e cobiçada(EBBELING; PAWLAK; LUDWIG, 2002). Estudos realizados no fim da primeira década apontam a obesidade, deacordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma doença severa doséculo 21 que necessita ser afrontada com mais rigor tendo em vista o alto númerode casos já na população infantil e os riscos para a saúde da pessoa obesa que adoença gera. A situação de obesidade propicia em grande número o temor deaparecimento e agravamento de doenças crônicas e de sofrimentos neurológicos(OMS, 2010). Em todo o mundo há revoluções de âmbito científico e político envolvidopara a solução desses mal. De tal modo que, no começo de 2011, com a presençado corpo diretor da OMS, integrantes dos Ministros da Saúde de diversos países docontinente americano, reuniram-se no México durante a Consulta Regional de AltoNível das Américas Contra as Enfermidades Crônicas não Transmissíveis (ECNT), eassinaram uma declaração sugerindo o desenvolvimento de políticas públicas com ofim de combater a obesidade nas respectivas nações (CASTRO, 2011). O crescimento da obesidade no continente europeu é alertado como um dosmaiores desafios para a saúde pública, pois tem sua origem na alteração apressadade certos fatores sociais, econômicos e ambientais do modo de vida das pessoasem geral (OPAS, 2003). De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, a quantidade de pessoasanalisadas em que o Índice de Massa Corporal (IMC) é igual ou maior que 30kg/m²,
    • 14reconhecidas como obesas, elevou-se de 11,4% para 13,9% entre 2006 e 2009. E orisco é o aumento constante, visto que a cada dia mais pessoas entram na faixa daobesidade. Considera-se que por volta de 4 milhões de brasileiros já integram oíndice de obesidade mórbida, a mais severa, e isso acontece quando o IMC chega a40kg/m² (BRASIL, 2005). A obesidade mórbida em alguns casos pode serirreversível para o combate sem que haja intervenção cirúrgica. O aumento do número de pessoas obesas já é avaliado como um distúrbiode saúde de âmbito público, sendo que esse mal está inflando o serviço público desaúde, no processo de combate do excesso de peso e das enfermidadesrelacionadas a esse problema. O que ocorre é que a obesidade é uma doença queestá ligada a diversos aspectos, desde aqueles de origem genética até os de sentidosocioambiental, podendo-se analisar que 95% ou mais dos casos estãointensamente atrelados ao modo de vida (SEGAL; FANDIÑO, 2002). A obesidade mórbida está atrelada a uma série de complicações que põeem risco a saúde de maneira geral e prejudica a vida da pessoa que convive comesse mal. Entre os distúrbios que a obesidade causa está os problemas de âmbitocardiovascular, ortopédico, digestivo, endócrino, dermatológico e respiratório(JUNIOR GARRIDO et al., 2002; JUNIOR SABISTON, 1999). Os sistemas de amparo à saúde têm apresentado planejamentos de atuaçãoque focam no estímulo ao interesse das pessoas por exercícios físicos, ingestão dealimentos saudáveis, assim como tem havido crescimento na terapêutica depessoas que padecem de obesidade mórbida, precavendo-se diversos problemas eo que eles acarretam. Apesar das várias intervenções para combater a obesidade,há também um aumento da sua gravidade, em razão da utilização de métodosinadequados por parte das pessoas obesas. Estas, além de comprometerem ofuncionamento do organismo, são geralmente ineficazes e facilitam a recuperaçãodo peso perdido, tornando o tratamento ainda mais difícil (SUPLICY, 2005). A questão é a intensidade da obesidade que se firma sobre quem a possui.Por ser um problema intimamente relacionado ao modo comportamental, o foco dealcançar um peso que esteja dentro dos padrões saudáveis passou a exigiralterações nos hábitos alimentares, na prática de atividades físicas e no cuidado àsaúde mental. Essa mesma meta, para o obeso mórbido, é ainda mais complexa,muitas vezes é considerada “impossível”, devido à gravidade do seu tipo de
    • 15obesidade e da dimensão, exigindo medidas mais firmes de terapia (SUPLICY,2005). A situação da dimensão e penetração da obesidade na população, e o fatodas pessoas não conseguirem acompanhar o tratamento correto e terem resultadospositivos com ele, deu ânimo a ciência médica no desenvolvimento de umtratamento via intervenção cirúrgica (REPETTO; RIZZOLLI; BONATTO, 2003). A obesidade ultimamente obteve índices de epidemia e se torna umproblema de saúde pública, neste contexto nos sentimos motivados a investigarqual o índice de sobrepeso e obesidade no último semestre do Curso de Farmácia,onde são alunos conhecedores dos prejuízos que essa patologia pode causarameaça a qualidade de vida e desencadear diversas doenças degenerativas.
    • 161 REVISÃO DA LITERATURA1.1 OBESIDADE A obesidade pode ser explicada como uma exagerada concentração detecido adiposo no organismo. Diversos sistemas têm sido desenvolvidos paradimensionar a gordura corporal, como a densitometria, a ultra sonografia, atomografia computadorizada, a ressonância magnética, a medição dos coeficientesde potássio no organismo, a de creatinina e a da quantidade de água corpórea. Emgeral são métodos muito caros, trabalhosos e demorados, que cobram pessoalespecializado e que não estão amplamente disponíveis (ZLOCHEVSKY, 1996). A obesidade pode ser também definida, de forma mais simples, como umadoença que ocorre devido ao amontoado exagerado de gordura corporal, sendoconseqüência da quantidade energética positiva e gera danos à saúde, com perdainjustificável na qualidade e no prolongamento da vida (WHO, 2000b; FONTAINE etal., 2003). A obesidade é participante do grupo de doenças crônicas não transmissíveis(DCNT). As DCNTs podem ser definidas pela sua trajetória natural delongada,diversos elementos que causam risco, alongado curso assintomático e em geraldevagar e fixo, com períodos de calmaria e de exaltação, lesões celulares incuráveise alteração para diferentes graus de incapacidade ou para a morte (LESSA, 1998).1.2 ÍNDICES DE OBESIDADE NO MUNDO A instituição mundial mais respeitada da área da saúde, a OrganizaçãoMundial da Saúde (OMS) já alertou no sentido de que já existem no mundo mais deum bilhão de pessoas com excesso de peso e por volta de trezentos milhões deadultos com problemas como a obesidade, sendo que cerca de 60% da populaçãomundial, em breve, irá ter algum distúrbio de saúde ligado à obesidade (OMS, 2010).O índice é alarmante, visto que a cada dia cresce o número de obesosconsideravelmente. A obesidade está sendo vista como o mais importante distúrbio relacionadoà nutrição nos países ricos, devido ao crescimento de sua penetração na sociedade
    • 17e do agravamento da saúde de quem a carrega. De acordo com Francischi ecolaborações (2000), é plausível que a obesidade aborde 10% da população destespaíses e que por volta de um terço da população norte-americana esteja emsituação de desordem metabólica. A obesidade ainda tem baixa incidência em países da África e da Ásia, e suapenetração é maior nas populações do meio urbano do que rural. Em regiões ricas,os padrões de incidência podem ser tão altos quanto em países industrializados(WHO, 1998c). Dados do World Health Organization indicam seu ganho de espaço nasdiversas regiões africanas, em confronto com os países altamente industriais, ondeo objetivo mais importante tem sido o combate a desnutrição e a qualidade daalimentação. Praticamente em todos os países, o padrão de obesidade vemcrescendo tanto no sexo masculino quanto no feminino. Para tanto, na Europa,observou-se em 10 anos um aumento entre 10% e 40% de obesidade em váriospaíses, predominando a Inglaterra, com um aumento superior ao dobro, entre osanos 80 e 90. A Região Oeste do Pacífico, compreendendo a Austrália, o Japão,Samoa e China, houve aumento do predomínio de sobrepesos; porém, vale destacarque China e Japão, apesar do aumento de sobrepesos em comparação com outrospaíses desenvolvidos, apresentam os mais baixos predomínios: na China, 0,36%para mulheres e 0,86% para homens de 20 a 45 anos em 1991; no Japão, 1,8%para homens e 2,6% para mulheres maiores de 20 anos, em 1993 (WHO, 1998c). Análises rigorosas sobre o caminho do crescimento nesse século do IMC deadultos são encontradas em constância nos países ricos. Dados abrangentes sãooriginados de averiguações nacionais sobre saúde e nutrição feitas nos EstadosUnidos de 1960 e 1994. Estas pesquisas informaram um crescimento gradativo naincidência de adultos obesos, sendo que no período de 1976 a 1994, observou-se oaumento da obesidade, entre homens, 12,3% para 19,9%, e entre mulheres, de16,9% para 24,9% (MONTEIRO; CONDE, 1999). Os indícios mais detalhados de presença da obesidade em nível mundialsão encontrados no estudo WHO (Monitoring of Trends and Determinants inCardiovascular Diseases). De acordo com esse documento, os índices de IMC entre25kg/m² e 30kg/m² são os culpados por grande parte do choque do sobrepeso sobrecertas doenças ligadas à obesidade. Exemplo disso é que, por volta de 64% doshomens e 77% das mulheres com Diabetes Mellitus Não-Insulino Dependentes
    • 18(DMNID) seriam capazes, em tese, de precaver a enfermidade caso possuíssem umIMC menor ou igual a 25kg/m². Na população de 35 a 64 anos, encontrou-seprevalência de 50%-75% de sobrepeso e obesidade, com maior quantidade napopulação feminina (WHO, 1998c).1.3 ÍNDICES DE OBESIDADE NO BRASIL Dados do Ministério da Saúde do Brasil torna público que a pessoa maisvelha vem apresentando crescimento e tornando-se protagonistas da obesidade ataxas preocupantes. De acordo com o conteúdo do documento nacional, (PesquisaNacional sobre Saúde e Nutrição, 1989) por volta de 32% dos adultos no Brasil temalgum grau de sobrepeso. Destes, 6,8 milhões de indivíduos (8%) tem obesidade,com forte presença das mulheres (70%). A prevalência ainda cresce em paralelo aidade, alcançando um valor maior na faixa de 45 a 54 anos (37% entre homens e55% entre mulheres). (COUTINHO et al., 1991). Quando analisados em conjunto com o Estudo Nacional da DespesaFamiliar (ENDEF), uma avaliação inquietante é mostrada, pois no tempo ocorridoentre as duas averiguações nacionais (1975-1989), houve um crescimento de 100%na incidência de pessoas com excesso de peso entre os homens e de 70% entre asmulheres, em todas as faixas etárias (COUTINHO et al., 1991). Em todas as regiões do país, partes importantes da população mais velhamostram excesso de peso e obesidade. Em dados percentuais, a conjuntura maisalarmante é encontrada na Região Sul do país, onde 34% dos homens e 43% dasmulheres mostraram algum grau de peso exagerado, indicando por volta de 5milhões de pessoas. No entanto, ao verificar dados absolutos, situa-se na RegiãoSudeste do país, a maior quantidade de adultos com peso excessivo, indicando maisde 10 milhões de pessoas nesta situação e cerca de 3,5 milhões com obesidade(PINHEIRO; FREITAS; CORSO, 2004). O crescimento da incidência da obesidade no Brasil encontra-se ainda maispreocupante, ao pressupor-se que este acréscimo, apesar de estar difundido emtodas as localidades do país e nos diferentes níveis socioeconômicos dacomunidade, é proporcionalmente maior entre as famílias mais pobres (MONTEIROet al., 1995).
    • 19 A Pesquisa sobre Padrões de Vida (PPV), realizada pelo IBGE, foi limitadaapenas às regiões Sudeste e a Nordeste, localidades onde está fincada a maiorparcela da população brasileira. Estas duas regiões ocupam núcleos opostos -acima e abaixo, respectivamente, com ligação à classificação regional deindicadores socioeconômicos, (geração de bens e serviços, dimensão dos salários,renda per capita) e índices sociais, taxa de mortalidade infantil, esperança de vida eescolaridade (MONTEIRO, 2001). Ainda segundo o autor acima, foi analisado as incidências do excesso depeso, específicas por gênero e faixa etária, aferidas pelos estudos realizados em1974/75, 1989 e a Pesquisa sobre Padrão de Vida (PPV) de 1997. Para ser possíveleste diálogo com o estudo mais recente, considerou-se, nos inquéritos anteriores,apenas a amostra relativa às Regiões Nordeste e Sudeste. Alterações nas incidências da obesidade entre 1989 e 1997 mostraram que,em relação aos homens, embora a prevalência do índice de obesos continuealargando nas duas regiões, está em crescimento de modo mais claro na RegiãoNordeste, fazendo o índice de obesidade masculina, nesta região, se torna próximodo encontrado na Região Sudeste. Nas mulheres, a incidência da obesidade crescede forma considerável na Região Nordeste, mas mantém estável, ou pode diminuirem algumas idades, da Região Sudeste. As diferenças no padrão regional deevolução evidenciam que o risco de obesidade feminina na Região Nordeste, em1997, pode se estabilizar ou ultrapassar o risco da doença na Região Sudeste(MONTEIRO, 2001).1.4 IMC O uso do Índice de Massa Corporal (IMC) tem criado forte concordância porparte do grupo científico ligado ao estudo da disseminação dos obesos, devido a suasimples utilização e da relação matemática com a taxa de excesso de tecido adiposocorporal total em populações jovens (TADDEI, 2000); (KOCHI, 2004). Entretanto várias averiguações sobre a doença da obesidade e apontamentodo caso de espalhamento de gordura pelo corpo utilizam, de forma conjunta ou não,os meios antropométricos: Índice de massa corpórea (IMC), Relação cintura quadril(RCQ) e Perímetro da Cintura (PC), meios estes, reconhecidos de grande relevânciana predição de doenças cardiovasculares. (DASGUPTA; HAZRA, 1999; BOOTH et
    • 20al., 2000; DOBBELSTEYN et al., 2001; SEIDELL et al., 2001; MAFFEIS et al., 2001;VISSCHER et al., 2001). Desse modo, o meio relação cintura quadril está sendo usado de maneirasignificativa na população adulta, mas em alguns casos é sugerido o uso da nota doperímetro da cintura por ser uma medida mais eficaz e verificada em adultos(RANKINEN, 1999) e na população infantil (TAYLOR, 2000) por ser uma maneira útilpara determinar adiposidade central. De fato, a cintura é fortemente associada como tecido adiposo visceral que, por sua vez, associa-se com concentrações de glicosee insulina.1.5 TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DE OBESIDADE Existem diversos casos de obesidade e que nem sempre a pessoa queestiver acima do seu peso, vai se encontrar nos sete diversos casos de obesidade: acontínua, ocorrida pela vasta alimentação. A do período da puberdade, pormudanças nos hormônios; da gestação, por elementos mentais ou orgânicos; porsuspensão das práticas físicas; pelo consumo de entorpecentes; a abstinência docigarro; e a endócrina (GIUGLIANO et al., 2002). A concentração de tecido adiposo ou gordura corporal no organismo revela-se em quatro tópicos: Tipo I, descrita pelo exagero de tecido adiposo corporal semconcentração específica. Considerada a mais usual; a gordura Tipo II é o exageradotecido adiposo na parte subcutânea da pele, na região abdominal e tronco, tambémconhecida como obesidade do tipo “maçã”, propiciando o aparecimento de distúrbioscardiovasculares e a aversão à ação da insulina; o Tipo III caracteriza-se pelagrande concentração de gordura víscera-abdominal que também está ligada adistúrbios cardiovasculares e a resistência à ação da insulina; e o Tipo IV,caracteriza-se pelo excesso de gordura glúteo, femoral, também chamada deobesidade tipo “pêra”, estando mais suscetível a mudanças nos momentos degestação (LEITE, 1996; DÂMASCO, 2001).
    • 21 Figura 1 – Esquema mostrando os padrões de distribuição da gordura: A) Tipo andróide ou maçã. B) Tipo ginóide ou pêra. A B Fonte: A Nutricionista. Com - Cristiane Mara Cedra – CRN- 19470. Aumenta a quantidade de tecido adiposo no corpo de duas maneiras:primeiro, pelo enchimento da célula gordurosa, gerada por mais gordura, sistemapelo qual chamamos de hipertrofia das células adiposas, ou pela soma do valor totalde células adiposas no qual conhecemos como hiperplasia das células adiposas(MCARDELE; KATCH F; KATCH V, 1996). A dimensão e a quantidade das células adiposas de acordo com Dãmasco(2001), Krause e Malaban (1998), podem diferenciar a obesidade em: hipertrófica,quando há um crescimento da dimensão das células; e hiperplásica, quando ocorreum crescimento no número de células, sendo que ambas são capazes de ocorrer aomesmo tempo. A OMS notifica uma situação de obesidade quando o IMC ultrapassa os30kg/m². Para estimar a seriedade e a dimensão dos casos de obesidade, a OMScatalogou faixas de sobrepeso e fixou a seguinte classificação: obesidade decoeficiente I, quando o IMC está entre 30kg/m² e 34,9 kg/m²; obesidade decoeficiente II, quando o IMC está entre 35kg/m² e 39,9 kg/m²; e obesidade decoeficiente III, quando o IMC vai além de 40 kg/m² (BRASIL, 2005). De acordo com Krause, Malaban (1998) e Stumer (2001) e Dãmasco (2001),na classificação da obesidade de acordo com o índice de mobilidade, empregam-seo IMC, de acordo com a Figura 2. O índice de massa corporal é melhor método paradiagnosticar a população e a mais usada para estudos epidemiológicos.
    • 22FIGURA 2 – Obesidade e Grau de Morbidade IMC CLASSIFICAÇÃODesnutrição < 18,5Eutrófico 18,5 – 24,9Sobrepeso 25 – 29,9Obeso 30 – 34,9 Grau I: Obesidade leve.Extremamente obeso 35 – 39,9 Grau II:Obesidade moderadaObeso (mórbido) >40 Grau III: Obesidade graveFonte: Dãmasco (2001, p. 231)1.6 DOENÇAS ASSOCIADAS À OBESIDADE Desde o século passado, aglomerou-se um acúmulo de fatos quecomprovam que a obesidade era uma enfermidade prejudicial ao bem-estar pessoal.Atualmente, já é verídica a relação da obesidade com o surgimento de outrasdoenças, como hipertensão, diabetes tipo II e problemas cardiovasculares. Ao passoem que a obesidade se tornava conhecida e consequentemente temida, nos últimos50 anos foi observado um crescimento da incidência da doença, que crescia calada,imune a precauções, até se tornar, de acordo com a OMS (Organização Mundial deSaúde), uma epidemia global (WHO, 1998d). Com explosão mais tardia e menos potencial, o crescimento da prevalênciade obesidade está ocorrendo em crianças e jovens, não ficando restrito apenas aospaíses desenvolvidos, mas igualmente nos países em desenvolvimento (STYNE,2001). No Brasil, ao passo que a desnutrição e a taxa de mortalidade diminuíam oíndice de obesos não parou de aumentar (WANG; MONTEIRO; POPKIN, 2002). Mesmo que o índice de obesos não seja prevalente desde a infância, já é deconhecimento das autoridades públicas que a probabilidade de uma criança oujovem obeso sustentar essa condição no resto da vida é grande. Nesse sentido, asdoenças que vem de anexo a obesidade já se infiltram na infância e com maisincidência na adolescência, antes restritas aos adultos (STRAUSS, 2002). Distúrbios no sistema metabólico de crianças já são percebidos, e além deser motivo de preocupação para os pais e as entidades de saúde, podem causaroutros problemas como a hipertensão, a diabetes, o aumento do colesterol ecomplicações cardiovasculares (STRAUSS, 2002).
    • 23 Algumas outras enfermidades têm sido diagnosticadas em crianças obesas,como a dislipidemia, tíbia vara, alergia a insulina, síndrome do ovário policístico,cálculo biliar, hepatite, apnéia do sono dentre outras, além dos distúrbiospsicológicos sofridos por crianças e adolescentes por conta do preconceito sofridoem todos os setores da sociedade, principalmente pelos colegas de escola e amigosmais próximos (STRAUSS, 2002). Buscando a compreensão da razão da veloz disseminação da obesidade emtodas as faixas etárias, cientistas tentam de todas as formas obterem respostas paraessa indagação, e cada dia mais encontram retornos importantes, com base emestudos sobre a constituição molecular do organismo, as análises epidemiológicas,psicológicas, sociais e clínicas, chegando até a relacioná-las com as teorias deevolução (FRIEDMAN, 2003).1.7 TRATAMENTOS1.7.1 Tratamento Farmacológico A indicação do tratamento farmacológico da obesidade ocorre quando apessoa portadora da doença possui IMC (Índice de Massa Corpórea) maior que 30Kg/m², ou quando o indivíduo torna evidente a existência de enfermidades ligadasao problema do excesso de peso, com IMC superior a 25 Kg/m², em que comcerteza outros meios de solução do problema como a imposição da atividade física,uma dieta séria e equilibrada e mudanças na conduta não obtiveram êxito (WHO,1998a). A utilização do tratamento farmacológico para a cura da obesidade utilizacondutores relacionados com a captação de energia ou com a deficiência nadestinação dos nutrientes metabolizados, além daqueles associados com a perda deenergia (MANCINI; HALPERN, 2006). Os agentes que lutam contra a obesidademais freqüentemente utilizados são a sibutramina e o orlistat, disponibilizados para aatividade clínica por aproximadamente uma década (COUTINHO, 2OO9). Os medicamentos empregados no impulso à perda de peso são, em grandeparte, controlados (anorexígenos). Eles realizam a cooperação ao emagrecimentode duas maneiras: auxiliando a pessoa a controlar a ingestão de alimentos, ou areduzir a assimilação de nutrientes (WEINTRAUB, 1992).
    • 24 Outro conjunto de medicamentos são bloqueadores intimamente ligadoscom a lípase pancreática, e reduzem à parcela de um terço da captação de gordurasda dieta, mas suas conseqüências são a desordem fecal e distúrbios vitamínicoslipossolúveis A, D, E, K (DRENT et al., 1993). Os medicamentos conhecidos comotermogênicos agem em diversos processos do sistema metabólico, com o objetivode acrescentar o consumo energético como à cafeína, hormônios da tireóide eefedrina. Os impactos colaterais mais sérios são: perda muscular e distúrbioscardíacos. Outras composições medicamentosas muito empregadas são ossacienógenos, que agem diretamente no sistema nervoso central proporcionando asensação de saciedade, levando a pessoa a controlar a ingestão de alimentos,sentindo-se saciada. Seus impactos colaterais são idênticos aos anorexígenos(MCNEELY, 1998). A ingestão mútua de medicamentos relacionados ao emagrecimento deveser amplamente ignorada. Hormônio da tireóide, diuréticos, laxantes e calmantesnão tem utilização definida na terapêutica medicamentosa, mesmo sendo receitadospor médicos e usados sem consciência pelas pessoas afetadas (WEINTRAUB,1992). Em vista do significado epidemiológico com a alta taxa de incidência deexcesso de peso e que hoje o que é considerado beleza se resume a um corpomagro e estatura elevada (MASSUIA; BRUNO; SILVA, 2008), tem ocorrido, desde adécada de 1980, uma ingestão exacerbada de anorexígenos no país, tendo comoestimativa a ingestão de dez doses diárias por 1 mil habitantes (BRASIL, 1993).1.7.1.1 Sibutramina Sibutramina é uma droga inibidora da reabsorção da serotonina e danorapinefrina, o que proporciona a redução da ingestão alimentar e aumenta atermogênese. Em vários casos clínicos, a sibutramina geriu a reduçãoestatisticamente adequada do peso, da concentração de colesterol total,triglicerídeos, LDL, colesterol e hemoglobina glicada de pacientes obesos diabéticosou não. É uma droga com adequada aceitação (MANCINI, 2002); porém, comoimpacta o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso central, e não érecomendada em alguns casos especiais (ALI, 2002); (KORMAN, 2002).
    • 251.7.1.2 Orlistat Orlistat é um importante e irreversível inibidor das lípases gástricas epancreáticas e foi avaliado positivamente para a terapia de longa duração. A droganão possui efeitos sobre sistemas neuronais reguladores do apetite (MANCINI;HALPERN, 2002). Sua atuação consiste na imposição de uma barreira na digestãode aproximadamente 30% dos triglicerídeos dietéticos ingeridos (NAMMI et al.,2004), sendo a perda de peso muitas vezes submissa à dose. A cura com a drogafoi relacionada com a diminuição do LDL-c, colesterol total e da concentraçãoplasmática de insulina (POSTON; FOREYT, 2000); (MCDUFFIE; YANOVSKI, 2004). O orlistat é um equivalente mais constante e menos hidrolisado da enzimalipstatina, tem seu emprego no bloqueio das lípases gastrintestinais com o auxíliodas conexões no sítio ativo de ligação covalente (ALI, 2002); (MANCINI, 2002).1.7.1.3 Medicamentos Alternativos A busca por recursos alternativos para arriscar emagrecer aumentou, entreelas estão os remédios fitoterápicos que de acordo com a teoria podem ter ação notratamento, mas ainda precisam ter a sua eficácia confirmada como a alcachofra(Cynara scollimus), um fitoterápico estimulante da função hepática, e que auxilia ametabolização e eliminação de gorduras. Opção empregada recentemente é o óleode coco, induzido pelos meios de comunicação social, pois além de não tercomprovação de efeito, não possui fundamentação cientifica para ser usado naterapêutica de obesidade. Outros vão além, passam a utilizar antidepressivos, comopor exemplo, a fluoxetina e a paroxetina (RANG et al., 2008).1.7.2 Tratamento não Farmacológico1.7.2.1 Comportamento Alimentar A alimentação é uma relevante peça na eficácia da prevenção e na cura daobesidade e de diversas outras enfermidades de alta incidência na população. Astendências de mudança nutricional ocorridas neste século em distintas regiões do
    • 26mundo direcionam para uma dieta mais equilibrada e saudável, rica em gorduras(particularmente as de origem animal), carboidratos e alimentos purificados(MONTEIRO et al., 1995). O autor citado acima trata da importância da alimentação no sentido de seruma personagem atuante na prevenção de doenças advindas da obesidade. Alémdisso, expõe que há uma convergência mundial para a alimentação balanceada,altamente rica em gorduras, carboidratos e alimentos refinados. Essa alteração doshábitos de alimentação se funda nas mudanças na forma de se alimentar ocorridasno mundo recentemente. Mudanças no comportamento alimentar agrupam métodos ativos querepresentam uma exigência de empenho e consciência que deve ser delegada apessoas que necessitam de uma alteração nos hábitos freqüentes e reconhecidoscomo inapropriados. Ao elaborar uma dieta, é indispensável estipular um meio quese torna um exemplo para a manutenção do peso indicado. O programa dietéticobaseia-se na imposição de costumes e ações relacionadas à seleção dos alimentos,hábitos alimentares, adequados ao consumo metabólico e redução da absorçãoenergética que precisam ser unidos em longo prazo (BERNARDI; CICHELERO;VITOLO, 2005). A construção da dieta representa grande impacto no caminho da perda depeso. A constituição apropriada de dieta é ainda motivo de discussão. Afirma-se, noentanto, que dietas consideravelmente alteradas nas grandezas dos nutrientespodem ser perigosas e não são mais necessárias a médio e longo prazo nacontinuidade de perda de peso (SPEECHLY; ROGERS; BUFFENSTEIN, 1999). Como método de tratamento, pode-se confirmar que o domínio da melhorforma de se alimentar é o mais importante passo a ser creditado à luta contra aobesidade. As estratégias de manipulação dietética geralmente agrupam mudançasno saldo energético absorvido e/ou na constituição dietética. Em relação ao totalenergético, duas estratégias geralmente empregadas são o uso das VLCD (“VeryLow Calorie Diets”, Dietas de Muito Baixas Calorias), com um consumo energéticomais baixo que 800 kcal/dia, e as advertências energéticas moderadas, com umaingestão de 1200 kcal/dia (COWBURN; HILLSON; HANKEY, 1997). No âmbito das VLCD, a perda de peso é mais acelerada, em volta de 1,5-2,5kg por semana, enquanto que na restrição regulada a diminuição é de 0,5-0,6kg/semana (COWBURN; HILLSON; HANKEY, 1997).
    • 271.7.2.2 Atividades Físicas A energia despejada durante as práticas de atividades físicas se prende àintensidade e a constância desta, correspondendo ao maior impacto sobre o gastoenergético humano. Em pessoas muito acomodadas, a energia consumida pelaatividade física consegue ser mais baixa que 100 kcal/dia, ao passo que em umapessoa ávida pela atividade física, esse gasto pode ultrapassar 3000 kcal/dia(POEHLMAN, 1992). Dados obtidos pelo IBGE apontam que 19,2% dos adultos brasileiros sãopraticamente inativos (efetuam exercícios uma vez por semana) e somente 7,9%exercem algum tipo de atividade física três vezes por semana (SBC, 1999a). Particularmente para a perda de peso, a prática de exercícios é umarelevante ação terapêutica na obesidade por meio da elaboração de um saldoenergético em déficit (MELBY et al., 1993). Entretanto, alcançar alto consumo energético durante a ação física pede quea competência do indivíduo se exercite por longos períodos em intensidadespróximas ao limiar metabólico seja satisfatória, o que somente é possível parapessoas acostumadas ao ato (SARIS, 1995). O limiar metabólico pode ser interpretado como a magnitude de exercícioque ocorre dominação das vias anaeróbias para sustentação da necessidadeenergética pleiteada. Assim sendo, a dieta, sozinha, é mais competente em gerar umdéficit energético do que o exercício físico isolado (BJÖRNTORP, 1995; SARIS,1995).
    • 282 OBJETIVO2.1 OBJETIVO GERAL - Averiguar se há ou não a prevalência de sobrepeso ou obesidade emalunos do último semestre do curso noturno de Farmácia da Fundação Educacionalde Fernandópolis.2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS - Verificar se houve uso de anorexígenos e quais foram os mais utilizados; - Avaliar a importância de uma dieta saudável na redução de peso.
    • 293 MATERIAL E MÉTODO Foi realizado um questionário contendo 12 perguntas as quais foramdistribuídas entre 100 alunos do último semestre do curso de Farmácia de formaanônima e voluntária. A coleta de dados compreendeu o período de 20 de Setembro a 03 deOutubro de 2012.
    • 304 RESULTADOS E DISCUSSÕES Foram entrevistados 100 alunos do último semestre do curso noturno deFarmácia da Fundação Educacional de Fernandópolis, com a faixa etária de 20 anose acima 40 anos de idade. Obtendo o seguinte resultado, conforme gráficos a seguir: Figura 03 – Sexo Fonte: Elaboração própria A Figura acima pode mostrar que a maioria dos alunos entrevistados docurso no turno de Farmácia é do sexo feminino 74%, já 26% são do sexo masculino,esta maioria feminina pode ser explicada pelo fato de que a maioria dos alunos doúltimo semestre noturno do curso de Farmácia é do sexo feminino.
    • 31 Figura 04 – Faixa Etária Fonte: Elaboração própria A figura 04 mostra que apenas 3% dos entrevistados, possuem idade até 20anos, 75% dos entrevistados tem idade compreendida entre os 20 e 30 anos, 15%entre 30 a 40 anos e 7% possuem idade e acima de 40 anos. Pode ser explicado devido à faixa etária compreendida de universitários.
    • 32 Figura 05 – Índice de Massa Corporal Fonte: Elaboração própria A Figura 05 nos mostra que 2% dos entrevistados estão abaixo do pesoideal; 42% de todos entrevistados, foram considerados com peso ideal; 42% foramconsiderados com sobrepeso; 11% dos entrevistados foram considerados comobesidade de grau I; apenas 3% dos entrevistados, foram considerados comObesidade de Grau II; nenhum entrevistado foi considerado com Obesidade de GrauIII. Embora a porcentagem de peso ideal encontrado tenha sido igual à desobrepeso, encontramos 14% dos entrevistados já em patamar de obesidade;evidenciando então que a maioria dos entrevistados não possui peso ideal para suaestatura, conforme a tabela do Indicie de Massa Corpórea (IMC) conforme a página22.
    • 33 Figura 06 – Prática de Atividades Físicas Fonte: Elaboração própria A Figura 06 mostra que 51% dos entrevistados não fazem prática deatividades físicas regularmente, 30% disseram não praticar e 19% mostrarampraticar frequentemente. Podemos verificar através dos gráficos que somente umaminoria possui o habito de praticar exercícios regularmente. De acordo com Anjos (2001) a redução do nível de atividade física e suarelação com a ascensão na prevalência da obesidade referem-se às mudanças nadistribuição das ocupações por setores (exemplo: da agricultura para a indústria) enos processos de trabalho com redução do esforço físico ocupacional; dasalterações nas atividades de lazer, que passam de atividades de gasto acentuado,como práticas esportivas, para longas horas diante da televisão ou do computador; edo uso crescente de equipamentos domésticos com redução do gasto energético daatividade, como por exemplo, lavar roupa à máquina ao invés de fazê-lomanualmente.
    • 34 Figura 07 – Freqüência de Atividades Físicas Fonte: Elaboração própria Como pode ser visto na Figura 07, 53% dos entrevistados praticamatividades físicas até duas vezes na semana, 11% praticam até 3 vezes, 2%praticam de 4 a 5 vezes, 3% praticam mais de 5 vezes na semana e 31% dosentrevistados não praticam atividade física semanalmente. Praticam exercícios regularmente, ao menos duas vezes na semana, 53%dos entrevistados, o que se nota certa incoerência com o gráfico nº 4, que expõeque 51% dos entrevistados não fazem prática de atividade física regularmente, issopode ser explicado por uma falta de comprometimento das respostas fornecidaspelos entrevistados. O resultado pode ser comparado com os dados do IBGE onde indicam que19,2% dos adultos brasileiros são pouco ativos, realizam exercícios apenas uma vezpor semana, e somente 7,9% tem atividade regular três vezes por semana(Sociedade Brasileira de Cardiologia, 1999b).
    • 35 Figura 08 – Alteração Menstrual Fonte: Elaboração própria Das mulheres entrevistadas, quando indagas se houve alguma mudança noperíodo de sua menstruação quando fizeram uso de anorexígenos, 95% delas,disseram não haver nenhuma alteração, já 5% disseram sofrerem alterações com ouso de anorexígenos. Segundo Ruud (1996) uma dieta pode desencadear alterações das funçõesmenstruais e da massa óssea, que dependem da produção hormonal das célulasadiposas. Isso explicaria as alterações relatadas pelas entrevistadas, uma vez que nãohá relatos de alterações por anorexígenos.
    • 36 Figura 09 – Tentativa de Reeducação Alimentar Fonte: Elaboração própria Como pode ser visto na Figura 09, quando perguntados se antes de tomar ainiciativa de fazer o uso de algum medicamento, tentou-se fazer uma reeducaçãoalimentar, 63% dos entrevistados disseram não tentar e 37% disseram tentar umaredução na alimentação. A reeducação alimentar envolve não somente o que se come, mas ela seinicia na escolha do alimento, no ambiente em que se come e como se come. De acordo com Rotenberg e Vargas (2004), a educação alimentar tem umpapel importante em relação ao processo de transformação e mudanças, „à recuperação e promoção de hábitos alimentares saudáveis, que podemproporcionar conhecimentos necessários à tomada de decisão de formar atitudes,hábitos e praticas alimentares sadias e variadas.
    • 37 Figura- 10 – Freqüência Diária de Refeições Fonte: Elaboração própria Como pode ser visto na Figura 10, 82% dos entrevistados disseram que sealimentam diariamente mais de 3 vezes, e apenas 18% não se alimentam com tantafrequência, mostrando-se alimentarem menos de 3 vezes ao dia. De acordo com Peres (2008) o ideal seria que um indivíduo se alimentasseem uma média de 5 a 7 vezes ao dia, com intervalos de 2,5 a 3 horas, contribuindoassim para o aumento da taxa metabólica e uma maior perda de peso. O que nos leva a uma conclusão precisa acerca da freqüência correta; poisem nossa pesquisa não especificamos quantas vezes ao certo seria a freqüênciadas refeições.
    • 38 Figura 11 – Estado Nutricional do Pai Fonte: Elaboração própria A Figura 11 apresenta que 21% dos entrevistados disseram ter o pai magro,50% disseram que o estado nutricional paterno é normal, 28% gordo e apenas 1%disseram o pai ser muito gordo. Segundo Escrivão e colaboradores (2000); o fator de risco mais importantepara o aparecimento de obesidade na criança é a presença de obesidade em seuspais, pela soma da influência genética e do ambiente. A percepção de peso normal varia de pessoa para pessoa. É difícilestabelecer um parâmetro fixo nesse sentido, visto que uma pessoa com sobrepesopode para algumas pessoas, serem taxadas como normal, e para outras, comoobesa. Por isso, é preciso ter certo cuidado com definições a respeito, pois não éuma noção fixa.
    • 39 Figura 12 – Estado Nutricional da Mãe Fonte: Elaboração própria A Figura 12 mostra que 25% dos entrevistados, disseram ter a mãe magra,44% disseram que o estado nutricional materno é normal, 30% gorda e apenas 1%disseram a mãe ser muito gorda. Crianças que tem pais obesos têm 80% de chance de se tornar obesa,enquanto diminui para 40% quando somente o pai ou a mãe é obeso. Estudoscomparando o peso corporal de crianças adotadas com os pais adotivos e biológicossugerem um maior componente energético na incidência da influência da obesidade.Portanto, apesar dessa indiscutível evidência da influência genética nodesenvolvimento da obesidade, influências ambientais também têm sido bemdocumentadas. (CYSNEIROS; TERSHAKOVEC; MARTINS; MICHELETTI, 1996).
    • 40 Figura 13 – Utilização de Medicamentos para Emagrecer Fonte: Elaboração própria A Figura 13 mostra que 86% dos entrevistados não utilizaram remédios paraemagrecer e 14% já utilizaram remédios como método para emagrecimento, dentreestes, citaram remédios mais utilizados como sibutramina e orlistat, e algunsprodutos de origem natural indagaram, porém não conseguiram manter a formaobtida. Dois dos entrevistados disseram ter reações adversas ao fazerem autilização do medicamento, como taquicardia. A maioria disse ainda, que compraramo remédio com a utilização de receita médica, alguns por conta própria e indicaçãode outros. Os estudantes usuários de medicamentos para emagrecer nãoconseguiram chegar à forma desejada. Deve-se ressaltar que a farmacoterapia dever ser oferecida apenas para ospacientes obesos que não conseguem reduzir peso por meio de dieta e atividadefísica ou quando há alguma patologia associada ao quadro de obesidade (NUNES etal., 2006).
    • 41 Figura 14 – Dieta Fonte: Elaboração própria Como se pode analisar na Figura 14, 75% dos entrevistados disseram terrealizado algum tipo de dieta e apenas 25% nunca fizeram, dentre os que fizeram,disseram ter sido recomendo por nutricionistas, por conta própria, porendocrinologista e por dietas de sites, conseguindo emagrecer uma média de 5 a 10kg. Entre os estudantes houve uma tentativa para emagrecer através da dieta.Se observarmos a figura nº9 nota-se uma discrepância com o resultado da figuran°14 quanto à reeducação. Essa discrepância se baseia ao fato que na figura 9 aresposta dos entrevistados que 37% deles já iniciaram uma dieta se apóia namudança de hábitos alimentares que ensina o modo de se alimentar corretamentede acordo com as necessidades do corpo, já na figura 14, o tratamento é dado comoregime, em que consiste em uma restrição da qual se persegue um resultado emcurto prazo e nem sempre se leva em conta a saúde.
    • 425 CONCLUSÃO Foi encontrado um número considerável de alunos acima do peso, grandeparte desses fizeram uso de anorexígenos, porém sem sucesso na manutenção dopeso. Embora uma dieta saudável seja imprescindível para a redução e manutençãodo peso, verificamos que não é prioridade no estilo de vida das pessoasentrevistadas. Apesar das inúmeras tentativas para emagrecer, seja através de dieta oumedicamentos, não há uma efetividade no tratamento, pois este esbarra no fato denão conseguirem manter a forma física (peso) após cessarem o tratamento. Fatores como hábitos alimentares e de atividade física, são determinantespara o emagrecimento e a manutenção do peso, e são extremamente difíceis demudar, o que acarreta em um aumento de peso novamente. Manter a perda do peso obtida depende de uma interação de aspectospsicológicos, comportamentais, fisiológicos e endócrinos.
    • 436 CONSISERAÇÕES FINAIS Entendemos que alguns pontos desta investigação necessitam seraprofundados, dentre eles destacamos a importância do papel da família nesseprocesso, compreendendo- a como suporte social para quem vivencia a obesidade. Dessa forma, a elaboração de uma dieta deve englobar diversos fatores, seraltamente bem formulada e sua imposição precisam estar acompanhados de umapoio por parte de pessoas próximas ao individuo em utilização destesmedicamentos. A obesidade não deve ser avaliada de forma isolada e sim com umcomprometimento multiprofissional, onde cada profissional (nutricionista, médico,farmacêutico, psicólogo) deve interagir dentro da sua especialidade para umcomprometimento e uma maior eficácia da obesidade.
    • 44 REFERÊNCIASALI, O. Get to grips with obesity pharmacotheray. The pharmaceutical Journal2002; 268: 687-689. Disponível em:<http://crn1.org.br/images/teses/orlistat_sibutramina.pdf>. Acesso em: 20 out. 2012.ANJOS, L. A. Obesidade nas sociedades contemporâneas: o papel da dieta e dainatividade física. In: Anais do 3o Congresso Brasileiro de AtividadeFísica e Saúde. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2001. p. 33-4. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/csp/v20n3/06.pdf>. Acesso em: 15nov. 2012.BERNARDI, F.; CICHELERO, C.; VITOLO, M. R. Comportamento de restriçãoalimentar e obesidade. Revista de Nutrição 2005; 18:85-93. Disponível em: <http://www.ucg.br/ucg/eventos/Obesidade_Curso_Capacitacao_Ambulatorial/material_consulta/material_educacao_fisica/tratamento%20clinico%20da%20obesidade.pdf>. Acesso em 29 out. 2012.BJÖRNTORP, P. Evolution of the understanding of the role of exercise in obesity andits complications. International Journal of Obesity and Related MetabolicDisorders, London, v.19, p.S1-S4, 1995. Disponível em: <http://www.portalsaudebrasil.com/artigospsb/obes166.pdf>. Acesso em: 26 out.2012.BOOTH, M. L. et al. The relationship between body mass index and waistcircumference: implications for estimates of the population prevalence ofoverweight. Int J Obes Relat Metab Disord 2000; 24:1058-61. Disponível em:<http://coralx.ufsm.br/ppgecqv/Docs/Dissertacoes/Karoline_Goulart.pdf>. Acessoem: 14 set. 2012.BRASIL. ANVISA - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Parecer daCâmara Técnica de Medicamentos (CATEME), Brasília, Julho de 2002. Disponívelem: < http://crn1.org.br/images/teses/orlistat_sibutramina.pdf>. Acesso em: 20 out.2012.BRASIL. Ministério da Saúde (MS). A vigilância, o controle e a prevenção dasdoenças crônicas não-transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único deSaúde brasileiro. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS),Organização Mundial de Saúde (OMS); 2005. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-1232011001300025&script=sci_arttext>.Acesso em: 11 ago. 2012.
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    • 54APÊNDICEEste formulário tem como objetivo exclusivo de coletar dados para estudomonográfico.Nossos agradecimentos pela colaboração.1. Sexo:( ) Masculino ( ) Feminino2. Faixa Etária:( ) Até 20 anos ( ) De 20 a 30 anos ( ) De 30 a 40 anos ( ) Acima de 40 anos3. Qual o seu pesa e altura?Peso: ________ Altura:________4. Atividade FísicaVocê pratica atividades físicas?( ) Sim ( ) Não ( ) Às vezes5. Qual a sua frequência de atividade física?( ) Até duas vezes por semana ( ) 3 vezes ( ) 4 a 5 vezes ( ) mais de 5 vezes6. AlimentaçãoSe mulher, teve alterações no ciclo menstrual?( ) Sim ( ) Não7. Se antes de tomar a iniciativa de fazer uso do medicamento, tentou fazer umareeducação alimentar?( ) Sim ( ) Não8. Qual a frequência diária das refeições( ) Menos de 3 vezes ( ) Mais de 3 vezes9. Estado nutricionalQual o estado nutricional de seu pai?( ) Magro ( ) Normal ( ) Gordo ( ) Muito gordo
    • 5510. E de sua mãe?( ) Magra ( ) Normal ( ) Gorda ( ) Muito gorda11. MedicamentosJá utilizou medicamentos para perda de peso?( ) Sim ( ) NãoQual? _________________________Emagreceu quantos quilos? ________Manteve: ______Teve alguma reação adversa ao fazer uso do medicamento?( ) Sim ( ) NãoQual? ___________________________Como foi comprado este medicamento?( ) Receita ( ) Conta própria ( ) Indicação de outros12- DietaVocê já fez alguma dieta?( ) Sim ( ) NãoFoi recomendada por:( ) Nutricionista ( ) Por conta própria ( ) Endocrinologista ( ) Dieta de sites( ) OutrosQual foi o resultado obtido?( ) 2 Kg ( ) 5 kg a 10 kg ( ) Mais