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Atlas de uroanálise

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Atlas de Uroanálise com fotos dos sedimentos urinários.

Atlas de Uroanálise com fotos dos sedimentos urinários.

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Transcript

  • 1. Sedimentoscopia Uroanálise Tamara Coutinho
  • 2.  
  • 3. Hemácias
  • 4. Hemácias <ul><li>Hemácia anular </li></ul><ul><li>Hemácia polidivercular </li></ul><ul><li>Hemácia espiculada </li></ul>
  • 5. Leucócitos Aglomerado de leucócitos
  • 6. Células escamosas
  • 7. Células transicionais
  • 8. Células tubulares
  • 9. Células
  • 10. Células neoplásicas
  • 11. Cilindros <ul><li>Únicos elementos exclusivamente renais </li></ul><ul><li>Formação: interior da luz do túbulo contorcido distal e ducto coletor </li></ul><ul><li>Formas: lados paralelos e extremidades arredondadas </li></ul><ul><ul><li>Podem ser enrrugados ou contorcidos </li></ul></ul><ul><li>Cilindros largos: distensão tubular/extrema estase </li></ul><ul><li>Aparência influenciada por: </li></ul><ul><ul><li>Materiais presentes no filtrado </li></ul></ul><ul><ul><li>Período de tempo em que permanecem no túbulo </li></ul></ul><ul><li>Principal componente: proteína de Tamm-Horsfall </li></ul><ul><ul><li>Proteção imunológica contra infecções </li></ul></ul>
  • 12. <ul><li>Contagem: </li></ul><ul><ul><li>Contar 10 campos no aumento de 100x, identificando cada cilindro no aumento de 400x, e calcular a média por campo, no aumento de 100x </li></ul></ul><ul><li>Formação dos cilindros: </li></ul><ul><ul><li>1. agregação da proteína de Tamm-Horsfall, formando fibrilas protéicas individuais </li></ul></ul><ul><ul><li>2. ligação das fibrilas à superfície das células do epitélio tubular para evitar a sua retirada pelo fluxo </li></ul></ul><ul><ul><li>3. entrelaçamento das fibrilas, formando uma rede fibrilar frouxa (nesse momento os componentes podem emaranhar) </li></ul></ul><ul><ul><li>4. maior entrelaçamento das fibrilas, formando estrutura sólida </li></ul></ul><ul><ul><li>5. possível ligação dos componentes urinários à matriz sólida </li></ul></ul><ul><ul><li>6. desligamento das fibrilas das células epiteliais </li></ul></ul><ul><ul><li>7. excreção do cilindro </li></ul></ul>
  • 13. Extrema estase do fluxo urinário Formação nos ductos coletores ou em túbulo distais distendidos Largo Síndrome nefrótica Lipidúria Corpos adiposos ovais Adiposo Estase do fluxo urinário Cilindros hialinos e granulares Céreo Glomerulonefrite Pielonefrite Estresse e exercício físico Desintegração de cilindros leucocitários Lisossomos das células tubulares Agregados protéicos Granular Lesão de túbulo renal Células tubulares que permanecem ligadas às fibrilas da proteína de Tamm-Horsfall Epiteliais Pielonefrite Bactérias presas à matriz da proteína de Tamm-Horsfall Bacterianos Pielonefrite Nefrite intersticial aguda Leucócitos emaranhados ou ligadas à matriz das proteínas de Tamm-Horsfall Leucocitário Glomerulonefrite Exercício físico intenso Hemácias emaranhadas ou ligadas à matriz das proteínas de Tamm-Horsfall Hemático Gromerulonefrite Pielonefrite Doença renal crônica Insuficiência cardíaca congestiva Estresse e exercicio físico Normal 0-2/cpa Secreção tubular de proteína de Tamm-Horsfall que se agrega as fibrilas Hialino Significado clínico Origem Tipo
  • 14. Cilindros Hialinos <ul><li>São os mais frequentes </li></ul><ul><li>Constituição: quase inteiramente de Tamm-Horsfall </li></ul><ul><li>Assumem significado clínico quando o nº é elevado </li></ul><ul><ul><li><2 por campo </li></ul></ul><ul><li>São incolores e possuem índice de refringência semelhante ao da urina </li></ul><ul><ul><li>Examinar com pouca luminosidade </li></ul></ul><ul><li>Morfologia variável: </li></ul><ul><ul><li>Formas normais </li></ul></ul><ul><ul><li>Enrrugados ou contorcidos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Envelhecimento do cilindro </li></ul></ul></ul>
  • 15. Cilindro Hialino
  • 16. Cilindros Hialinos
  • 17. Cilindros Hemáticos <ul><li>Presença geralmente indica grave doença renal </li></ul><ul><li>Indica sangramento no interior do néfron </li></ul><ul><li>São refringentes e possuem cor amarela/marrom </li></ul><ul><li>À medida que envelhece, tem inicio a lise celular e o cilindro torna-se mais homogêneo </li></ul><ul><ul><li>A hemoglobina liberada mantem a caracteristica cor marrom-amarelada </li></ul></ul>
  • 18. Cilindros Hemáticos
  • 19. Cilindros Hemáticos
  • 20. Cilindros Leucocitários <ul><li>Infecção ou inflamação no interior dos néfrons </li></ul><ul><li>São refringentes, contem grânulos e podem conter núcleos multilobulados </li></ul><ul><li>Indica a necessidade de realizar culturas microb. </li></ul><ul><li>Diferenciação: cilindros de bactérias (contém bacilos revestidos com anticorpos) </li></ul><ul><ul><li>Identificação pela coloração de Gram </li></ul></ul>
  • 21. Cilindro leucocitário
  • 22. Cilindros Epiteliais <ul><li>Em presença de lesão tubular, as céls saem facilmente durante o desligamento do cilindro </li></ul><ul><li>Podem ser distinguidos dos leucocitários pela existência de núcleo redondo </li></ul>
  • 23. Cilindros Epiteliais
  • 24. Cilindros Granulares <ul><li>Origem não-patológica: </li></ul><ul><ul><li>Lisossomos excretados pelas cels. dos túbulos renais durante metabolismo normal </li></ul></ul><ul><li>Origem patológica: </li></ul><ul><ul><li>Desintegração de cilindros celulares e de cels. tubulares </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Necessário estase e que os cilindros estejam no túbulo para que sua desintegração produza grânulos </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Agregados protéicos filtrados pelo glomérulos </li></ul></ul>
  • 25. Cilindros Granulares
  • 26. Cilindros Granulares
  • 27. Cilindros Céreos <ul><li>Cilindros refringentes de textura rígida </li></ul><ul><ul><li>Por isso fragmentam-se ao passar pelos túbulos </li></ul></ul><ul><li>Estrutura: placas rompidas de proteína superficial </li></ul>
  • 28. Cilindro Céreo
  • 29. Cilindros Adiposos <ul><li>Encontrados juntamente com corpos adiposos ovais em distúrbios que provocam lipidúria (ex. Sínd. Nefrótica) </li></ul><ul><li>Ligeiramente refringentes e contém gotículas gordurosas de cor marrom-amarelada </li></ul>
  • 30. Cilindros Adiposos
  • 31. Diversos cilindros A. hialino B. hemático C. hemático D. epitelial E. leucocitário F. hemático G. granular H. granular I. céreo
  • 32. Cristais <ul><li>Formados pela precipitação dos sais da urina submetidos a alterações de pH, temperatura, ou concentração -> afeta solubilidade </li></ul><ul><li>Urina normal recém-eliminada: formados no túbulos ou, com menor frequência, na bexiga </li></ul><ul><li>A maior parte ocorre em amostras que foram deixadas em temperatura ambiente ou refrigeradas </li></ul><ul><ul><li>Alguns dissolvem-se quando a amostra é aquecida </li></ul></ul><ul><li>Identificação: detectar a presença de alguns tipos anormais que podem representar: </li></ul><ul><ul><li>Doença hepática </li></ul></ul><ul><ul><li>Erros inatos do metabolismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Lesão renal causada pela cristalização dos metabolitos de drogas nos túbulos </li></ul></ul>
  • 33. Principais Características dos Cristais Urinários Normais Gás do ácido acético Incolor (halteres) Alcalino Carbonato de cálcio Ácido acético com calor Marrom-amarelado (maçãs espinhosas) Alcalino Biurato de amônio Ácido acético diluído Incolor (tampa de caixão) Alcalino Fosfato tripo Ácido acético diluído Incolor Alcalino Neutro Fosfato de cálcio Ácido acético diluído Branco-incolor Alcalino Neutro Fosfatos amorfos HCL diluído Incolor (envelope) Ácido/neutro (alcalino) Oxalato de cálcio Álcalis e calor Cor de tijolo ou marrom-amarelado Ácido Uratos amorfos Álcalis Marrom-amarelado Ácido Ácido úrico Aparência Solubilidade Cor pH Cristal
  • 34. Principais Características dos Cristais Urinários Normais Em refrigeração, forma feixes Incolor Ácido/neutro Ampicilina 10% de NaOH Incolor Ácido Corante radiográfico Acetona Verde Ácido/neutro Sulfonamidas Ácido acético, HCL, NaOH, éter, clorofórmio Amarela Ácido Bilirrubina Álcali ou calor Incolor/amarela Ácido/neutro Tirosina Álcali quente ou álcool Amarela Ácido/neutro Leucina Clorofórmio Incolor (placas chanfradas) Ácido Colesterol Amônia, HCL diluído Incolor Ácido Cistina Aparência Solubilidade Cor pH Cristal
  • 35. Cristal Urato/Fosfato Amorfo
  • 36. Cristais Biurato de Amônio
  • 37. Cristais Ácido Úrico
  • 38. Cristais de Ácido Úrico
  • 39. Cristais de Ácido Úrico
  • 40. Oxalato de Cálcio
  • 41. Oxalato de Cálcio
  • 42. Cristal de Fosfato Triplo
  • 43. Cristais de Fosfato de Amônio e Magnésio Cristalizado
  • 44. Fosfato de Cálcio
  • 45. Carbonato de Cálcio
  • 46. Cistina
  • 47. Miscelânea de Cristais
  • 48. Cristais
  • 49.  
  • 50.  
  • 51. A represents the residue of normal human urine, as seen under the microscope. In division B is represented oxalate of urea . An excess of this element indicates indigestion, and is also characteristic of a plethoric, or full habit of the body. Nitrate of urea is represented in division C. A deficiency of urea in the renal secretion is a certain indication of anæmia. In Fig. 2 (divisions A and B), highly magnified urinary deposits, which indicate different degrees of impairment of the digestive functions are represented. The crystals seen in division C indicate the same debility accompanied with derangement of the mental faculties. Those in divisions D and E indicate still more aggravated forms of the same disorder.
  • 52. In division A is represented pus and mucus, the presence of which indicates suppuration of the kidneys (Bright's disease). In B pus globules are alone represented. In the division marked C are shown blood corpuscles as they are arranged in blood drawn from a vein or artery. D represents the same separated, as they always are when present in the urine. In E highly magnified oil globules are represented. If present in the urine, they indicate disease of the kidneys. In the division marked F are represented epithelial cells, the presnce of which in large numbers is indicative of diseaes of the mucous lining of the urinary organs. In division A are presented urinary crystals, which indicate an irritable state of the nervous system. The crystals shown in division B are of the same character as the preceding, but bear evidence of greater mental debility. In division C are represented crystalling deposits indicating malassimilation of food and a tendency to hypochondria. Division D contains a representation of the mixed phosphates. They are indicative of severe diseases attended with hypochondria and general nervous prostration.
  • 53. In division A are represented the mixed urates as they appear durin idiopathic fevers, as intermittent, remittent, etc. When appearing as seen in division B, a less violent affection of the same character is indicated. Division C represents urate of ammonia, occasionally observed when there is a tendency towards albuminuria, or dropsy, resulting from granular degeneration of the kidneys, as in incipient Bright's disease. In division D is represented urate of soda, which is present in the urine of persons suffering from gout. The crystals shown in division E consist of the same salt. In division A, Fig. 6, is represented purulent matter as it appears in the urine. The absorption of pus from abscesses in different parts of the system is frequently followed by the appearance of pus globules in the urine. When fat globules, represented in division B, are found in the urine, they indicate fatty degeneration. In division C are representations of the cells found in the urine of persons suffering from consumption or other scrofulous diseases.
  • 54.   In division A, Fig. 8, are represented the caudated cells characteristic of hard cancer. The cells represented in division B are concentric, and characteristic of the soft varieties of cancer. Fig. 7 represents the different forms of cystine found in the urine of scrofulous and consumptive persons. In division A it is represented as seen in an amorphous (non-crystallized) form, and in B it appears in crystals. In division C is a representation of the deposits seen in the urine of those who are greatly debilitated. In division D are seen epithelial cells mixed with mucus.                                    
  • 55. Filamento de Muco

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