Carta-Programa - Chapa 1 - Jornalistas SP

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Chapa 1 - Jornalistas SP

Carta-Programa da Chapa 1 para eleições no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, em pleito que ocorre nos dias 27, 28 e 29 de março de 2012

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Carta-Programa - Chapa 1 - Jornalistas SP

  1. 1. CHAPA 1 Sindicato Forte » Unidade e Luta Em defesa dos direitos e da profissão de jornalistaT odos sabemos que, nos úl- Chegou agora o momento das elei- timos anos, o “negócio” ções no Sindicato. Na formação de jornalismo cresceu muito nossa chapa, tivemos uma postura em nosso país. Aos poucos, aberta e democrática: nos dirigimos a mídia migra das formas aos companheiros e companheirastradicionais para as novas platafor- com interesse na ação sindical e pro-mas. As empresas ampliam seu fatu- pusemos a constituição de uma di-ramento, os grandes monopólios se reção ampla e plural, comprometidafortalecem. Os jornalistas, porém, com os princípios e práticas da CUT, àsentem suas condições de trabalho – qual o Sindicato é filiado. O resultadoe de vida – piorarem, pois trabalham dessa ação positiva é a formação dapara várias plataformas em jornadas Chapa 1, que reúne uma equipe fortesem fim, sem receber horas-extras, e preparada, que combina experiên-realizando múltiplas tarefas, muitas cia, compromisso e renovação.vezes sem ter o básico, que é o direito Nossa chapa expressa também aao vínculo empregatício. presença cada vez maior das mulheres Ao contrário do que muitos tentam na categoria, pois elas são maioria emfazer crer, a presença de um Sindicato Chapa 1 – Sindicato Forte, Unidade e Luta: experiência na direção da entidade nossa Direção Executiva. Com 25 mu-torna-se uma questão vital e faz a dife- somada à renovação e presença forte nos locais de trabalho em todo o Estado lheres em sua composição, a Chapa 1rença. E mais: é preciso um Sindicato tem a preocupação de trazer para o diaforte, atuante, presente nos locais de goria: não houve perdas, e em alguns Vivemos também o terrível mo- a dia da entidade todas as questões quetrabalho, que enfrente a ofensiva pa- segmentos, obtivemos ganhos reais. mento em que o Supremo cassou a atingem e preocupam as jornalistas, natronal defendendo cada um de nossos Continuamos apostando na unificação obrigatoriedade do diploma de jor- perspectiva da igualdade de gênero.direitos. É esse o Sindicato dos Jor- do piso salarial no Estado, pois os jor- nalista. Nosso Sindicato esteve entre A Chapa 1 – Sindicato Forte, Uni-nalistas que estamos construindo nos nalistas paulistas são uma só categoria os que mais mobilizaram pela defesa dade e Luta é representativa da cate-últimos anos, na linha combativa da e devem ter direitos iguais. Em cam- da regulamentação profissional, com goria, pois conta com profissionais deCUT. Essa é a proposta de continui- panhas unificadas ou por empresas, caravanas a Brasília, e continua na redações e de todos os segmentos dadade feita pela Chapa 1 – Sindicato batalhamos pelo respeito à jornada, batalha, pois o objetivo dos patrões é capital, do litoral e do interior paulis-Forte, Unidade e Luta. contra as demissões, contra o acúmulo desqualificar a profissão. Assim, bus- ta. Não basta apenas ter propostas, é Na atual gestão, intensificamos a de funções, pela contratação em cartei- camos unificar toda a categoria em preciso estar presente nos locais deação sindical em defesa dos salários, ra (contra a fraude do frila-fixo e dos defesa de seus direitos, dos acordos trabalho para implementá-las. Nes-com ida às redações, muita negocia- PJs), pela licença-maternidade de seis coletivos, enquanto brigamos pela tas eleições, a Chapa 1 representa ação, plebiscitos em todo o Estado. As meses, entre tantas reivindicações. É aprovação das PECs que tramitam melhor opção para avançarmos comempresas sentiram a pressão da cate- este trabalho que tem de continuar. no Congresso Nacional. um Sindicato de luta. Vote Chapa 1. VOTE CHAPA 1 ‚ ELEIÇÕES 27, 28 e 29 DE MARÇO chapa 1 » 1
  2. 2. PROGR AM A da Ch apa 1Nossas propostas custas da exploração dos jornalistas. As duas situações são ilegais e podem ser combatidas tanto pela ação sindi- cal direta, como por fiscalizações ofi-Nossa plataforma é fruto das lições aprendidas em anos na ciais e pelo recurso à Justiça. Destacamos nossa firme atuaçãogestão do Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo, na luta para que os portais de inter- net reconheçam como jornalistassomadas à bagagem de luta nas redações pela melhoria das os profissionais que atuam em suas redações. Iniciamos uma campanhacondições de trabalho, com a colaboração da troca de ex- neste sentido e acionamos a Justiça contra várias empresas – como o Igperiências na Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e e o Terra –, e os resultados estão co- meçando a surgir, como na agênciados princípios de ação da CUT. Já estamos colocando-a em Blomberg, que reconheceu seu ca- ráter noticioso e aderiu ao Acordoprática, e nos propomos a prosseguir na próxima gestão. Coletivo dos Jornalistas. Essas ações significam estender a todos direitos como, por exemplo, jornada diferen- ciada e respeito ao piso.Melhoria das os pisos tivessem aumentos reais que, 4. Defesa da jornada de trabalho, no segmento de rádio e TV, chegaram pelo pagamento das horas-extras, a 7,5%. Ou seja, avançamos, mas temos por diárias de viagem e pelo fim de reforçar esta perspectiva. dos pescoções. Pelo fim dos ban-condições de Para isso, temos de ter consciência, cos de horas em primeiro lugar, que, como assa- Um exemplo gritante da explora- lariados e assalariadas, estamos ple- ção crescente sobre os jornalistas é namente integrados à luta geral dos a desregulamentação da jornada detrabalho trabalhadores. Isso é o que dá sentido trabalho. Nossa jornada legal é de 5 à nossa participação na CUT e nos- horas diárias (30 semanais), que as sa inserção nos movimentos sociais empresas já descaracterizaram com (veja adiante). a jornada de 7 horas diárias (5 nor- mais + 2 extras). De qualquer forma,1. Luta em defesa do emprego Trabalho), que restringe as demis- 3. Combate à precarização e de- são duas variações da jornada legal. Nos últimos meses, demissões atin- sões imotivas e arbitrárias. Outro fesa do vínculo empregatício. Con- Agora, boa parte das empresas tentagiram jornalistas de empresas como compromisso é de manter a luta pela tra as fraudes na forma de “frilas implantar a desregulamentação totala Folha, Estado de S. Paulo, Abril e ampliação de vagas, como única saí- fixos”, terceirização e PJs, que su- da jornada, obrigando os jornalistasTV Bandeirantes, mesmo com as em- da para garantir melhores condições primem os direitos trabalhistas. a permanecerem nas redações muitopresas registrando ótimos resultados de trabalho e qualidade de vida. Reconhecimento dos jornalistas além do prazo, sem controle e semeconômicos. Para os patrões, não bas- por todas as empresas pagar hora-extra, ou implantandota lucro de 20%, 30%, querem mais, 2. Defesa dos salários, aumentos Para ampliar a rentabilidade, as uma política de compensação que ose demitem para isso. Pior: como os reais, unificação do piso salarial empresas jornalísticas buscam redu- beneficia, que são os bancos de ho-jornalistas já estão sobrecarregados, Na atual gestão, por meio de muito zir os gastos com os salários e direi- ras. O caso mais grave são os pesco-a carga ainda aumenta. O Sindicato esforço e mobilização, conseguimos tos trabalhistas. A ação permanente ções, nos quais os jornalistas fazemtem ajudado os jornalistas a resisti- defender os salários, em momento de do Sindicato é lutar pela defesa das jornada dupla, muitas horas acimarem, com idas aos locais de trabalho, crise econômica e ofensiva das empre- condições de trabalho. Além do paga- do máximo permitido para qualquerdenúncias, negociações com as em- sas. Nestes últimos três anos, não tive- mento abaixo do piso, imposto pelas categoria no Brasil (10 horas por dia).presas. É preciso aumentar nossa for- mos perdas em nenhum segmento. Em empresas, sobretudo aos mais jovens, A Chapa 1 entende que a jornada éça e organização, buscando a unidade alguns setores, conseguimos aumentos há as tentativas de sonegar o registro um direito legal e como tal deve sercom outras categorias do ramo (grá- reais. Temos consciência, porém, que em carteira: é a situação dos “frilas- defendido pela ação sindical e, emficos, administrativos, radialistas) e isso não basta: é preciso ir além. fixos”, para os quais batalhamos por último caso, por meio judicial. Outrausando todos os meios para defender Uma forma importante de elevar contratação imediata, dos terceiriza- reivindicação é o pagamento de diá-o emprego, contra qualquer demis- nossos ganhos é a luta pela unificação dos e dos PJs, forma de a empresa so- rias e horas-extras quando o jornalis-são, precarização ou pejotização. do piso em todo o Estado, que já leva- negar impostos e direitos trabalhistas ta está viajando, de forma que a em- Na atual gestão, já iniciamos a bri- mos nos últimos anos. Afinal, o traba- (férias, jornada, descanso semanal re- presa arque com os custos relativos àga para incluir nos acordos coletivos lho do jornalista exige a mesma quali- munerado, 13º salário, INSS). Há dife- atividade profissional. A atual gestãoos princípios da Convenção 158 da ficação e empenho. Nossa prioridade renças de caso para caso, mas a inten- trabalha bastante para melhorar esteOIT (Organização Internacional do nessa via fez com que, na atual gestão, ção é a mesma: o aumento do lucro às ponto nos acordos coletivos.2 » chapa 1
  3. 3. 5. Contra o assédio moral tido em acordo coletivo. O Sindicato Tanto nas redações quanto nas as- deve se opor à ação de empresas quesessorias de imprensa, a prática de transformam o estagiário em mão-assédio moral contra os jornalistas de-obra barata para substituir pro-exige uma resposta coletiva. A atual fissionais, estreitando o mercado dedireção do Sindicato levantou o pro- trabalho e precarizando a profissão.blema, começou a discussão, e a Cha-pa 1 pretende dar prioridade a essa 11. Apoio aos jornalistas aposen-luta. O assédio moral se caracteriza tados e à Ajaesp, na luta por umacomo um conjunto de gestos, condu- aposentadoria digna para todos etas constrangedoras e humilhações um sistema público de saúde gra-repetidas, dirigidas a um indivíduo tuito e de boa qualidadeou a um conjunto de trabalhado- A Chapa 1 tem compromisso comres. Exemplos disso são os casos de a defesa de uma vida digna para oschefes que procuram inferiorizar, aposentados, uma questão de soli-amedrontar, difamar ou ridicula- dariedade da classe trabalhadora.rizar funcionários. As direções das Ao defender uma aposentadoria queempresas, interessadas em extrair o Combatividade em defesa dos interesses da categoria: Guto Camargo e diretores garanta um bom padrão de vida, commáximo lucro dos profissionais que do Sindicato durante a paralisação dos jornalistas no jornal A Tribuna, em Santos um sistema de saúde público de qua-empregam, utilizam-se de chefetes lidade, a Chapa 1 continuará engaja-para realizar esse trabalho sujo, com da numa causa que interessa a todoso objetivo de manter os funcionários 7. Pelo direito autoral dos jorna- tamos com cláusulas de creche, algo – jornalistas na ativa e aposentados.sob constante ameaça, inibir reações listas, contra a reprodução gratui- fundamental, mas que as empresas Por isso, a atual gestão implantou oe forçar o aumento do ritmo. Nossa ta do nosso trabalho nas diversas resolvem concedendo apenas o au- atendimento previdenciário, visan-luta deve ser contra todos os assedia- plataformas das empresas de xílio-creche. A implantação das cre- do sobretudo auxiliar os aposenta-dores e as empresas que os estimu- comunicação (o que amplia a ex- ches nos locais de trabalho aproxima dos a ampliarem seus rendimentos,lam, exigindo o fim dessa prática e ploração e o desemprego); apoio à os filhos e permite às jornalistas um com base no tempo de trabalho sobadotando os meios de mobilização e Apijor e à Arfoc trabalho melhor, e a ideia é reforçar o regime da aposentadoria especial.jurídicos para isso. A reprodução gratuita do trabalho esta reivindicação em cada empresa, Damos todo o apoio à Ajaesp (Asso- do jornalista em jornais, revistas, com base no Acordo Coletivo. ciação dos Jornalistas Profissionais6. Defesa da regulamentação pro- ‘sites’, agências de notícias e outros Aposentados no Estado de São Pau-fissional dos jornalistas com base meios aumenta a rentabilidade da 9. Defesa do cargo de jornalista lo), que funciona na sede do Sindica-no diploma, pela aprovação das empresa em prejuízo da própria ca- no setor público to e centraliza as questões de interes-PECs no Congresso Nacional tegoria. O nosso salário é pago em Consideramos que a assessoria de se desse segmento da categoria. Durante a atual gestão, vivemos a troca do uso do trabalho pelo veícu- imprensa nos órgãos públicos é umadesastrosa decisão do STF que aca- lo que contrata o jornalista. Qualquer função de jornalistas, que deve ser 12. Aposentadoria especial parabou com a exigência da formação outro uso demanda o pagamento de prevista em lei. Neste sentido, é im- repórteres fotográficos e cinema-específica em curso de jornalismo direito autoral. Assim, obrigam-se as perativa a exigência de MTb na com- tográficospara o acesso à profissão. A Chapa empresas a remunerar o profissional provação de que o profissional está O Sindicato desenvolve, desde o ano1 entende que, por trás do ataque à pela reutilização de seu trabalho, ou apto para atuar em funções jornalis- passado, ações de apoio à aprovaçãoregulamentação profissional, o que a abrir mais vagas para profissionais tas no setor público. O mesmo deve do projeto de lei 6.781, do deputadoos patrões buscam é ampliar a pre- em outros veículos. Apoiamos a Api- ser exigido nas RTVs ligadas ao setor Marco Maia (PT-RS), que estabelececarização da nossa profissão. A base jor (Associação Brasileira da Pro- público. Durante o último mandato, tempo de serviço especial para a apo-da decisão – defesa da liberdade de priedade Intelectual dos Jornalistas o Sindicato conseguiu reverter várias sentadoria dos jornalistas de imagemexpressão – é falsa, já que se trata so- Profissionais) e Arfoc (Associação de irregularidades e garantir a exigência – repórteres cinematográficos e fo-bretudo de uma questão de relações Repórteres Fotográficos e Cinema- de diploma para a função de jornalis- tográficos. O projeto prevê tambémde trabalho, e de que, por outro lado, tográficos do Estado de São Paulo), ta em diversos concursos públicos. a regulamentação do tempo corridoa garantia da liberdade de expressão com as quais levamos esta luta. de trabalho carregando equipamen-é dada por cláusulas como o direito 10. Participação do Sindicato na to pesado, e a responsabilização dasde consciência, que os patrões se re- 8. Melhores condições de vida gestão do estágio, pois o estudan- empresas em relação a programas decusam a aceitar. Temos convicção de para as mulheres jornalistas te não pode ser usado como mão correção, academias e descanso peri-que, no interesse de toda a socieda- Considerando que nossa categoria de obra barata ódico durante a jornada. É uma lutade, o jornalista precisa ter uma for- é majoritariamente feminina, o Sin- Sabemos da importância do está- pela saúde dos profissionais, pois amação específica. Por isso, estamos dicato já está engajado em colocar gio na formação do estudante como sobrecarga de trabalho culmina emfirmes na defesa da aprovação, pelo nos Acordos Coletivos da categoria jornalista. Por isso, o estágio tem de doenças profissionais que atingem aCongresso Nacional, dos projetos de a licença-maternidade de seis me- ter caráter pedagógico, sob responsa- coluna vertebral, os joelhos, os om-emendas constitucionais (PECs) que ses, que sofre ferrenha oposição pa- bilidade de um profissional no local bros e as mãos.reestabelecem a exigência de forma- tronal. Temos de ampliar a pressão de trabalho e com acompanhamentoção específica para o jornalismo. para conseguir isso. Além disso, con- de professores, o que pode ser garan- Continua na pág. 7 ‚ chapa 1 » 3
  4. 4. C onheça a Ch apa 1 Nosso objetivo é prosseguir na cons-Executiva trução de um Sindicato em defesa dospresidente Rose Nogueira José Augusto direitos dos jornalistas, por melhores TV Brasil Camargo Jornalista da TV Brasil, Diário do Comércio condições de vida e trabalho Rose trabalhou na Edito- Atual presidente do Sin- ra Abril e nas TVs Globo, dicato dos Jornalistas no Bandeirantes e Cultura. Estado de São Paulo e Com mais de 40 anos desecretário-geral da Federação Nacional dos experiência profissional, sempre destacou- ConselhoJornalistas (Fenaj). Guto trabalha no Diário secretária de Sindicalização se pelas firmes posições políticas que a le-do Comércio. É formado em Sociologia pela Márcia Quintanilha varam a ser presa pela ditadura aos 23 anos. de diretoresFaculdade de Sociologia e Política. Câmara de Vereadores de Presidente do Conselho Estadual de Defesa Campinas dos Direitos da Pessoa Humana e membrosecretário-geral Assessora de imprensa, do grupo Tortura Nunca Mais. André Freire Márcia é vice-presidente Alan Rodrigues Repórter-fotográfico da Regional Sudeste da Revista Istoé Alessandro Giannini Ex-secretário de Cultura Fenaj. Foi repórter e redatora nas rádios Jornalista de política da UOL de São José dos Campos, Andorinha FM, Antena 1, Rádio Central Istoé, Alan é funcionário Editor de Entretenimen- André foi repórter-foto- AM e Nova FM (antiga FM Record) de São da Editora Três há mais to do UOL e colaborador gráfico dos jornais Vale- Paulo. de 20 anos, onde come- do Guia da Folha e da re-paraibano e Diário do Grande ABC. Atual- çou como repórter foto- vista Rolling Stone, Ales-mente é secretário-geral do Sindicato. secretário Jurídico e de Assistência gráfico na sucursal de Minas Gerais, com sandro trabalhou como Paulo Zocchi passagem por Brasília. repórter e crítico de cinema no Jornal dasecretária de Finanças Editora Abril Tarde, Veja SP, Istoé Gente, Playboy e SET. Cândida Vieira Editor do Almanaque Luis Lucindo Atuou como tradutor de inglês, francês e Sindicato dos Abril e do Guia do Estu- SBT italiano no jornal O Estado de S. Paulo. Trabalhadores em dante. Paulo Zocchi já Coordenador de rede no Editoras de Livros trabalhou na Folha de SBT, Lucindo trabalhou Cláudio Soares Assessora de imprensa, S. Paulo, Agência Folha e TV Bandeirantes. no Diário de Mogi, Diá- Imprensa Oficial Cândida soma mais de 25 Tradutor, é também autor de livro-reporta- rio do Grande ABC, Diário Editor na Imprensa Ofi-anos de experiência em imprensa sindical. gem sobre o rio Paranapanema. Popular, Folha da Tarde, cial do Estado (Imesp),Já trabalhou nos sindicatos dos Metroviá- TV Record (por nove anos) e Rede TV. É pós- onde está há 13 anos,rios de São Paulo e dos Trabalhadores do secretária de Ação e Formação graduado em Política Internacional pela Fa- Cláudio Soares já traba-Judiciário Federal em São Paulo. Sindical culdade de Sociologia e Política. lhou no jornal O Estado Telé Cardim de S.Paulo, na revista Ipesi e no Shoppingsecretário do Interior e Litoral TV Record José Eduardo de Souza News. Participou por anos da Comissão de Edvaldo Almeida Jornalista da TV Record, Rádio Comunitária Jornalistas da Imesp. Sindicato da Telé Cardim é diretora do Cantareira Construção Civil de sindicato. Nas mais de Jornalista da Rádio Co- Fabiana Caramez São José dos Campos quatro décadas de exer- munitária Cantareira, na Sindicato dos Diretor regional do Vale cício da profissão, já trabalhou nas extintas região da Brasilândia, em Rodoviários de do Paraíba na atual ges- TV Excelsior e Tupi, na TVS (hoje SBT), na TV São Paulo. Faz também Sorocabatão do Sindicato, passou pela assessoria de Bandeirantes e na TV Gazeta. Nos anos 60, assessoria de imprensa para o Sindicato Formada pela Unimepimprensa da Prefeitura de São José dos Cam- fez parte da redação do Última Hora. dos Químicos e Plásticos de São Paulo. É em 1999, atuou na as-pos e de sindicatos locais, como o dos Meta- membro da atual diretoria do Sindicato. sessoria de imprensa dolúrgicos e o dos Servidores Municipais. secretária de Cultura e PT de Sorocaba e do Sinpro. Desde 2006, é Comunicação Wladimir Miranda assessora no Sindicato dos Rodoviários desecretária de Relações Sindicais Lílian Parise Diário do Comércio Sorocaba e Região. e Sociais Assessoria de Imprensa Repórter do Diário do Evany Sessa do Sinergia Comércio, Wladimir é di- Kepler Polamarçuk TV Cultura Coordenadora de Comu- retor da atual gestão no Editora Globo Jornalista da TV Cultu- nicação do Sinergia-SP, Sindicato. Foi repórter Jornalista da Editora Glo- ra, Evany foi professora Lílian é da equipe do no SBT, Gazeta Esporti- bo, Kepler é atualmente de jornalismo na Uni Jornal dos Trabalhadores, programa de va, Diário Popular, Agência Estado e Jornal o secretário de Finanças Sant’Anna, trabalhou na rádio diário produzido pela CUT Campinas da Tarde. Lançou recentemente a biografia do Sindicato. Já traba-Rede Record, na TV Assembleia e no SBT. É e a Abraço, e da Revista do Brasil. Integra O Artilheiro Indomável, sobre o jogador Ser- lhou na TV Capital, dediretora da atual gestão do Sindicato. também a direção estadual da CUT. ginho Chulapa. Brasília, e na TV Cultura.4 » chapa 1
  5. 5. Corfep Conselho RegionaisComissão de Fiscalização e Fiscal Bauru Oeste PaulistaRegistro Profissional Sylvio Micelli Diretor regional Diretora regionalDouglas Mansur Associação dos Angelo Sottovia Tânia Brandão Jornal Brasil de Fato Servidores do TJ-SP Professor da Unesp Sindicato dos Repórter-fotográfico, Diretor de comunicação Professor de Jornalismo Trabalhadores no militante de movimen- da Associação dos Servi- na Unesp em Bauru, editor Serviço Municipal de tos sociais e conselheiro dores do Tribunal de Jus- do jornal Voz de Nicéia, do Presidente Prudente do jornal Brasil de Fato, tiça de SP, exerce o jorna- jornal comunitário Jornal Assessora de imprensa há Douglas trabalhou no lismo no Serviço Público desde 1999. Atua do Ferradura e responsável pela edição do jor- dez anos do Sindicato dos Trabalhadores noDiário Popular, em O São Paulo e no Metro em âmbito estadual e nacional. É fundador nal laboratório Fala Bicho, do Departamento Serviço Municipal de Presidente Prudente.News. Professor de fotojornalismo do Cur- da Associação Nacional dos Servidores do de Comunicação da Faac-Unesp. Atuou na criação da Regional Oeste Paulis-so de Especialização do Núcleo José Reis – Poder Judiciário (ANSJ). ta, em 2008 e 2009, e, na atual gestão, parti-ECA e da Oficina de Projeto da PUC-SP. Rita de Cássia Cornélio cipou como diretora de base na região. James Rúbio Jornal da CidadeVitor Ribeiro Aposentado Priscila Guidio Bachiega Câmara de Vereadores Jornalista em atividade Luiz Victorelli Free-lance de Piracicaba por mais de 50 anos, está Assessor de imprensa da USP Formado pela PUC SP aposentado desde 2008. Geraldo Fernandes Gomes em 1989, onde também Editor-chefe do Jornal Ieda Borges Rádio Presidente Prudente cursou Ciências Sociais. Nacional de 1969 a 1971, Professora universitária, Marília Jornalista da assessoria ocupou a mesma função no Repórter Esso. Altino Oliveira Correada Câmara de Piracicaba, dirige também o Foi também diretor de Jornalismo na TV Luiz Augusto Ribeiro Aposentadowebsite www.ojornalista.com.br. Record, TV Manchete, CNT, TV Assembleia Aposentado e no Sistema Globo de Jornalismo.José Fernandes Piracicaba Imprensa Oficial Raul Varassim Campinas Trabalha na Imprensa TV Brasil Diretor regional Oficial (Imesp) há 26 Jornalista profissional Diretor regional Martim Vieira anos. Foi revisor, noti- desde l967, trabalhou em Agildo Nogueira Câmara de Piracicaba ciarista e hoje é editor O Estado de S. Paulo, No- Secretário de Atua na profissão há mais do Diário Oficial. Forma- tícias Populares e Diário Comunicação do de 20 anos, com experiên-do pela Casper Líbero, já atuou em diversas Popular. Foi diretor da PCdoB Campinas cia em jornalismo sindi-representações, como a Comissão Sindical Central Globo de Jornalismo no Paraná, em Assessor da Câmara de cal, empresarial e em mo-dos Jornalistas da Imesp. Pernambuco e em Minas Gerais, e presiden- Vereadores de Campinas vimentos sociais. Diplomado pela Unimep, te da Rádio e TV Educativa do Paraná. e pesquisador da Fundação Maurício Gra- é pós-graduado pela USP e especialista emJosé Aparecido dos Santos bois, Agildo é o secretário de comunicação do Ações Afirmativas. Desde 1995, é jornalista Jornal Cidade de Jundiaí Manoel Alves dos Santos PCdoB e colaborador do portal Vermelho. na Câmara de Vereadores de Piracicaba. Repórter fotográfico do TvABCD jornal Cidade de Jundiaí, Apresentador da TvABCD Kátia Fonseca Luciana Carnevale José Aparecido atua tam- e assessor de imprensa Rede Anhanguera de Comunicação Gazeta de Piracicaba bém na assessoria de im- da OAB de São Bernardo prensa da Prefeitura de e da Câmara Municipal Hugo Gallo Carlos CastroJundiaí e da concessionária Autoban. Atu- local, foi apresentador Aposentado Jornal de Piracicaba/ FM Municipalalmente, é diretor do Sindicato. do programa de rádio Granada News, em Nova Granada, e repórter da TV OAB/SP. Fernanda de Freitas Poliana Ribeiro PenteadoLuigi Bongiovani Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp TV Claret Tribuna de Santos Karina Fernandes Praça Jornalista da Tribuna de Prefeitura do Guarujá Edna Madolozzo Ubirajara de Toledo Santos, Luigi foi editor Diretora de Comunicação Sindicato dos Médicos Vídeo Brasil de Nacional, chefe de re- da Prefeitura de Guarujá, portagem e atualmente Karina trabalhou no Diá- Marcos Alves Vanderlei Zampaulo é subeditor de fotogra- rio do Litoral, de Santos, Assessor de imprensa do Sindae Sindicato dos Bancáriosfia. É professor de fotojornalismo na Uni- onde foi editora da pági-versidade Católica de Santos e diretor do na de Polícia. Desde 2003, atua na assesso- Djalma Santos Paulo Roberto BotãoSindicato dos Jornalistas. ria de imprensa da Prefeitura de Guarujá. Jornal do Centro Professor da Universidade Metodista chapa 1 » 5
  6. 6. C onheça a Ch apa 1Ribeirão Preto Glauco Braga Fernando Carlos Silva Guimarães Expresso Popular Cruzeiro do Sul Maioria da CHAPA 1 está em redaçõesDiretora regional Integrantes da Chapa 1 por local de trabalho, Aureni Menezes Emerson Chaves Aldo Valério da Silva em % Professores Jornalista free-lance A Tribuna Cruzeiro do Sul 5% Jornal, revista Formada pela Universi- Aposentados e internet 34% dade de Ribeirão Preto Dirceu Fernandes Lopes Emídio Marques 7% (Unaerp) em 1989. Traba- Professor Facos/Unisantos e ECA/USP Cruzeiro do Sul lhou no Diário da Manhã,no jornal O Diário, de Ribeirão Preto, e na Ademir Henrique Marcelo Antunes CauAssociação dos Médicos do HC da cidade. É A Tribuna jornal Bom Dia Assessoriasdiretora regional de Ribeirão Preto na atual de imprensa Rádio e TV 23% 18%gestão. Free-lance São José do Rio Preto Vale do Paraíba 13%Antonio Claret GouveaAposentado Diretor regional Diretora regional Capital, interior e litoral Integrantes da Chapa 1 por local de moradia Harley Pacola Neusa Melo e trabalho, em %David Radesca Rádio Interativa Sindicato da Capital* 25%Repórter-fotográfico, Franca Diretor de jornalismo da Construção Civil de Litoral Rádio Interativa e âncora São José dos Campos 13%José Francisco Pimenta do jornal da manhã Rádio Assessora de imprensa,Repórter-fotográfico da Notícia, Harley Pacola Neusa trabalhou como trabalhou para os jornais Bom Dia e Dhoje repórter e produtora na rádio Metropolita-Ronaldo Augusto Maguetas Interior, em São José do Rio Preto. Depois, na, redatora e secretária de redação do Jor- InteriorAssessor de imprensa, Monte Alto passou para a Rádio Interativa 104,3 FM. nal Sol e Alegria, da Editora Oboré e atuou 62% * inclui Grande São Paulo no Cedeca – Centro de Defesa dos DireitosFábio Lopes Andréia Fuzinelli da Criança e do Adolescente. Experiência e renovaçãojornal O Diário TV Record Integrantes da Chapa 1 por situação, em % Jorge Silva Candidatos que nãoMarco Rogério Duarte José Luis Lançoni TV Univap estão na atual direção 40%Assessor de imprensa, São Carlos Assessor de imprensa Vanessa de PaulaOdila Maria Theodora Netto Sérgio Sampaio Prefeitura de IlhabelaCompanhia Habitacional de Ribeirão Preto Rádio Metrópole Fernanda Soares Andrade Cecília Dionísio Assessoria do SindCTSantos Diário da Região digital Veja mais informações sobre Atuais membros daDiretor regional Marcelo Dias dos Santos a Chapa 1 e seus integrantes no direção do Sindicato Carlos Alberto TV Bandeirantes www.chapa1sjsp.blogspot.com 60% Ratton Diário do Litoral Repórter especial no Sorocaba Diário do Litoral, com fale conosco cobertura em toda a re- Diretor regional Chapa1sjsp@gmail.comgião. Ratton é o atual diretor regional do José Antônio Rosa www.chapa1sjsp.blogspot.comSindicato em Santos e trabalhou como re- Cruzeiro do Sul Facebook: CHAPA 1 JORNALISTAS SPpórter do jornal A Tribuna, diretor do Diário Repórter do jornal Cru-Oficial da Prefeitura do Guarujá e assessor zeiro do Sul, Rosa come- COMITÊ DA CHAPA 1de imprensa da Prefeitura de Mongaguá. çou a carreira no Diário rua Xavier de Toledo, 84, 3º andar de Sorocaba. Foi asses- São Paulo - SPEdison Baraçal sor de imprensa e diretor da Comissão derepórter-fotográfico Relações Públicas da subseção Sorocaba Expediente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Jornal sob responsabilidade da ChapaReynaldo Salgado É autor de dois livros, O Livro de Salomão, 1 - Sindicato Forte, Unidade e Luta,A Tribuna e Guerra, Ato Único. concorrente às eleições 2012 do Sin- dicato dos Jornalistas ProfissionaisEraldo dos Santos Adriane Mendes no Estado de São Paulo.A Tribuna Cruzeiro do Sul6 » chapa 1
  7. 7. PROGR AM A da Ch apa 1 3. Defesa do patrimônio público O serviço público é essencial para CUT apóia a Chapa 1 garantir o bem-estar dos brasileiros A CUT (Central Única dos Trabalhado- e deve ser valorizado do ponto de res) divulgou a seguinte nota: vista material e humano. Em nosso “De 27 a 29 de março, ocorre a eleição Estado, temos a Imprensa Oficial, a do Sindicato dos Jornalistas no Estado Rádio e TV Cultura e a TV Brasil, que de São Paulo, filiado à CUT. são um bem público e para as quais Novamente duas chapas se inscreveram defendemos mais verbas e recursos, para a disputa, apesar dos esforços de planos de carreira e a valorização dos unificação. A CUT apoia a chapa da atu- profissionais. Nos opomos à política al direção, Chapa 1 – Sindicato Forte, do atual governador, Geraldo Alck- Unidade e Luta, encabeçada por José min, que, ao mesmo tempo em que Augusto Carmargo (Guto). terceiriza e privatiza a programação Assim, orientamos os militantes dos sin- da TV Cultura – cedendo espaço para dicatos e ramos cutistas a engajarem-se a Folha e a Abril–, demite centenas nas iniciativas de desenvolvimento da de trabalhadores. A Chapa 1 defen- campanha (...).Presença nas lutas sociais: Rose Nogueira, diretora do Sindicato, participa de a revalorização da TV Cultura, Saudações CUTistas!”de ato em apoio ao Movimento Mães de Maio, no auditório Vladimir Herzog com o fim das demissões, abertura de novos postos de trabalho e fim da terceirização do conteúdo e da gradeAtuação nas de programação. Da mesma forma, 6. Unidade com as demais catego- consideramos as empresas estatais rias das empresas de comunicação um patrimônio público e nos opomos Uma prioridade na próxima gestão a qualquer tipo de privatização. é avançar na construção do Ramo delutas sociais Comunicação da CUT, com as catego- 4. Maior inserção no campo dos rias afins. Do ponto de vista sindical, direitos humanos, no qual já reali- é estratégico para os jornalistas bus- zamos o prêmio Vladimir Herzog carem somar forças com as categorias Nossa entidade teve um papel de presentes nas empresas em que tra-1. Em defesa da democracia 2. Participação na luta pela liber- destaque na luta contra a ditadura balham, como os gráficos, radialistas, Um traço marcante da atual dire- dade de expressão, de imprensa e militar, em defesa da democracia, nos publicitários, funcionários de edito-ção do Sindicato foi a participação pela democratização dos meios de anos 70 e 80. Estamos recuperando ras, administrativos e outros.em ações políticas de defesa da de- comunicação este lugar, integrando o Sindicato nasmocracia e dos interesses sociais. Po- Em nosso país, há um forte mono- grandes lutas nacionais. O prêmio Vla- 7. Defesa e fortalecimento dalítica aqui deve ser entendida como a pólio dos meios de comunicação, e um dimir Herzog é a principal referência CUT e da Fenajexistência de um projeto coletivo que entrelaçamento entre sua posse e as nacional ligando o jornalismo à defesa Boa parte das questões que afetamultrapassa as demandas de cada se- entranhas do poder. O Sindicato dos dos direitos humanos, e ele deve ser os jornalistas são de caráter nacional.tor e alcança o conjunto das relações Jornalistas assume a luta para demo- mantido e fortalecido. Pretendemos Na Fenaj, somamos forças com todossociais e de trabalho, um projeto que cratizar os meios de comunicação, um constituir uma Comissão de Direitos os sindicatos brasileiros de jornalistas,prioriza a igualdade e não a compe- dos pilares para a construção de uma Humanos do Sindicato na próxima debatendo os temas e traçando linhastitividade entre os trabalhadores – o verdadeira democracia. Para a nossa gestão, para ampliar a ação em defesa de ação comum em defesa de nossosque se identifica com os fundamen- categoria, a liberdade de imprensa da dignidade e da cidadania. interesses. Nosso Sindicato é tambémtos da CUT. Construímos, portanto, significa não só a ausência de censu- membro fundador da CUT, entidadeum projeto progressista, de esquerda ra, mas, também, para cada jornalista, 5. Atuar pela criação de uma enti- essencial para defender a classe tra-e democrático. A defesa dos interes- o direito de consciência e de seguir as dade reguladora para a profissão balhadora. Fazemos isso sem negarses dos jornalistas exige essa opção. regras de nosso Código de Ética. de jornalismo como parte de um a unidade de ação com outros sindi- Estivemos presentes na movimento Destacamos nossa participação na tripé: formação (universidade), catos não-cutistas da área, nem compela apuração dos crimes da ditadu- Frentex (Frente Paulista pela Liber- defesa dos direitos trabalhistas e outras correntes sindicais aliadas.ra militar, a exemplo do que vitimou dade de Expressão e Democratização sociais (Sindicato) e regulamenta-Vladimir Herzog, com a exigência de da Comunicação), a constante atua- ção profissional (Conselho) 8. Combate à toda forma de discri-punição dos culpados. Fomos ativos ção no FNDC (Fórum Nacional pela Acreditamos que a criação de um minação e desigualdadenos movimentos relacionados à Co- Democratização da Comunicação) e Conselho de Jornalistas – em nível Por tradição, o Sindicato dos Jor-missão da Verdade. Participamos da o apoio irrestrito às rádios comuni- local e nacional – pode melhorar as nalistas tem compromisso com a lutacampanha pela retirada das tropas tárias. No próximo período, haverá condições do exercício profissional, pela igualdade e pelo fim de qualquerestrangeiras do Haiti, em respeito a formulação e a aprovação de um defendendo a regulamentação e o res- discriminação. Pretendemos prosse-à soberania do país, bem como em novo Marco Regulatório das Comu- peito às prerrogativas dos jornalistas, guir fortalecendo o Coletivo da Mu-solidariedade às vítimas da violenta nicações. Debater, formular e intervir ajudando a garantir à sociedade uma lher Jornalista e a Comissão de Jorna-desocupação do Pinheirinho. nesse debate é tarefa do Sindicato. informação com mais qualidade. listas pela Igualdade Racial (Cojira). chapa 1 » 7
  8. 8. PROGR AM A da Ch apa 1Continuar Começamos também a reconstituir 7. Implantar um amplo programa a Regional ABCD, região que concen- de formação sindical para jornalis- tra grande número de jornalistas. Na tas da capital, interior e litoral Grande São Paulo, os diretores se des- Apostamos no fortalecimento da en-fortalecendo dobraram para atender aos jornalistas tidade representativa dos jornalistas. em Jundiaí, Guarulhos, Mogi das Cru- Por isso, acreditamos na necessidade zes e outros lugares onde sua presença permanente de renovação e formação foi necessária. Com o reforço da nova de jornalistas atuantes no Sindicato,o Sindicato diretoria, o trabalho será ampliado. capacitando-os para organizar a ca- tegoria nos locais de trabalho, para 4. Pela organização no local de participar em negociações coletivas trabalho e outras atividades sindicais. Um dos papéis básicos da dire-1. Ampliar a sindicalização, sobre- reduzir muito o endividamento, mas toria do Sindicato é estar presente 8. Reforçar o Departamento Ju-tudo nos locais de trabalho isso ainda pesa sobre a entidade. Para nos principais locais de trabalho da rídico, ampliando o atendimento Um ponto básico e permanente nós, a sustentação financeira de nos- base. Mas o enfrentamento das ques- trabalhista e previdenciáriode nossa atividade tem sido mostrar sa organização deve ter como base tões trabalhistas pode ser fortalecido Hoje, as questões jurídicas ganhampara a categoria que a existência e o principal a mensalidade do associa- com a criação de comissões de reda- relevância, pois há um questionamen-fortalecimento do Sindicato é funda- do, fundada na adesão espontânea. ção, como a que existia na Imprensa to aos direitos consagrados em lei.mental para uma vida melhor para Estamos de acordo com a cam- Oficial e foi recentemente criada no Na atual gestão, implantamos o aten-todos. Afinal, combatemos a lógica panha da CUT pelo fim do imposto jornal Cidade de Jundiaí. dimento previdenciário, atendendode que um jornalista se assemelha a sindical, que o Sindicato dos Jorna- centenas de jornalistas. Também co-um profissional liberal, pois, nas em- listas devolvia nos anos 90. A dívida 5. Nos órgãos de comunicação da meçamos a implantar nas regionais dopresas, ele é sempre um assalariado. deixada pelo PSS ainda não nos per- entidade – Unidade, Mural e site – Litoral e Interior o plantão de advoga-Tem de ficar claro que as relações mite retomar essa prática, mas nos- vamos priorizar as lutas sindicais e dos para atender a categoria. Preten-de trabalho entre as empresas e a so compromisso é trabalhar nessa problemas dos jornalistas demos prosseguir este trabalho.categoria são guiadas pelas leis tra- direção. Como parte da luta pela in- Outros temas importantes são asbalhistas, pela legislação relativa à dependência sindical, participamos fiscalizações e a presença do Sindica- 9. Debater com a categoria a re-profissão e pelos acordos coletivos. O das iniciativas da CUT pelo fim do to nas redações, dando visibilidade às forma do estatuto do SindicatoSindicato é a entidade que represen- imposto sindical, como o plebiscito ações e explicando seus fundamen- Consideramos que há a necessi-ta os jornalistas e ele deve agir para organizado para março/abril. tos. Queremos renovar e aperfeiçoar dade de uma reforma no estatuto dogarantir os direitos da categoria. a política de comunicação do Sindica- Sindicato, com vistas a torná-lo me- Cabe à diretoria expandir perma- 3. Ampliar a representação dos to, ampliando sua eficiência no conta- lhor, mais claro e mais de acordo comnentemente a sindicalização, sobretu- jornalistas do interior do Esta- to com os filiados e a categoria. os princípios democráticos do sindi-do nos locais de trabalho, nos quais a do, que já vem acontecendo, com calismo cutista. Nosso compromissoação sindical é decisiva para a defesa da maior autonomia às Regionais. 6. Ampliar os serviços, cursos e é preparar uma proposta para abrircategoria. Para reforçar isso, nos pro- Nova Regional no ABCD convênios aos sindicalizados, com uma ampla discussão com a catego-pomos a fazer uma grande campanha A atual gestão trabalhou para for- a extensão ao interior e litoral ria e revitalizar nosso estatuto.de sindicalização em 2013, preparada talecer a presença do Sindicato no li- O Sindicato deve manter a atualem todo o Estado com um seminário toral e no interior do Estado, apesar grade de cursos oferecidos aos jor- 10. Aproximar mais o Sindicatoespecífico sobre o tema em 2012. dos problemas que afetaram o diretor nalistas sindicalizados, buscando da universidade e dos estudantes inicialmente responsável pela área. sua ampliação e a continuidade da Essa proposta visa ajudar na forma-2. Sustentação financeira do Sin- As campanhas salariais atingiram o programação com uma visão crítica ção dos futuros jornalistas, tornandodicato com base na mensalidade Estado todo, ocorreram plebiscitos e sobre o mercado de trabalho e suas o Sindicato presente já durante a for-do associado. Pelo fim do imposto manifestações, e houve uma melhora demandas de natureza sindical e tra- mação do profissional. Como centrosindical nos pisos, sobretudo em rádio e TV. balhista. Os demais serviços serão difusor de conhecimento, a universi- O Sindicato passou os últimos anos Destaque para a paralisação no jornal aperfeiçoados, melhor divulgados e dade é uma parceira estratégica parafocado na recuperação financeira e na A Tribuna, em Santos. Com o Sindi- ampliados, atendendo a reivindica- estimular a reflexão permanente so-reorganização de seu funcionamen- cato Itinerante, diretores se fizeram ções apresentadas pela própria ca- bre os caminhos da profissão.to, após o encerramento do plano de presentes nas empresas para conver- tegoria, incluindo mais convênios esaúde (PSS), que deixou uma grande sar com os jornalistas e encaminhar serviços para jornalistas do interior Veja a íntegra da plataforma:dívida. Nesta gestão, conseguimos a resolução dos problemas. e do litoral. www.chapa1sjsp.blogspot.com Voto por correspondência: VOTE JÁ! Para ser válido, o voto tem de chegar na sede do Sindicato até 29 de março8 » chapa 1

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