Trem Mineiro
O trem é elemento constituinte da história cultural do povo mineiro, sendo fator comum
no imaginário, na linguagem, na est...
Atualmente há apenas 5 linhas para transporte ferroviário de passageiros
em Minas Gerais:
- Estrada de Ferro Vitória a Min...
Estrada de Ferro Vitória a Minas
( Belo Horizonte – Vitória )
A Estrada de Ferro Vitória a Minas foi aberta em 1904 num pe...
Estação em Belo Horizonte
Classe Econômica
Classe Executiva (com ar condicionado)
Vagão Refeitório
Vagão para cadeirantes
Trem das Águas
( São Lourenço – Soledade de Minas )
Trem turístico a vapor que corre num percurso de 10 quilômetros da ant...
Trem da Serra da Mantiqueira
( Passa Quatro – Coronel Fungêncio )
Trem turístico a vapor que corre num percurso de 10 quil...
Trem da Vale
( Mariana – Ouro Preto )
Inaugurado em 05 de maio de 2006, o Trem da Vale é um trem turístico-cultural que li...
Estrada de Ferro Oeste de Minas
( São João del-Rei – Tiradentes )
Trem turístico a vapor que corre num percurso de 12 quil...
Sylvio Bazote
Junho de 2011
O trenzinho do caipira
Interpretação de Adriana
Calcanhoto
Música:
Formatação:
... o cais é a lembrança de pedra ...
... o sino é o chamado de bronze ...
... o trem é a esperança de ferro ...
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O trem é elemento constituinte da história cultural do povo mineiro, sendo fator comum no imaginário, na linguagem, na estética e na música.
Na era de realizações do progresso tecnológico no final do século XIX e início do XX, os trilhos costuraram redes de convivência entre cidades e pessoas, diminuindo distâncias e aumentando a comunicação. A chegada da ferrovia em uma cidade era garantia de desenvolvimento econômico e cultural. Trem era possibilidade, prosperidade.
O trem cruza por montanhas e vidas, desfila diante de olhares e realidades diversas. Há o trem que, com seus vagões, otimiza o transporte de cargas pelo país, gera empregos, agiliza entregas e move grandes empresas. Mas é o trem de passageiros, com seu ritmo lento que permite namorar as pessoas e paisagens, que carrega imagens e desejos, sendo o elo que por décadas uniu e formou amizades e famílias.

Não sair da linha é seguir nos trilhos! Mineiro se identifica com o jeito contido e forte das locomotivas, com o ritmo tranquilo e confiável de fazer seu trajeto, com a possibilidade de conforto e privacidade que os restaurantes e cabines oferecem. Na segurança e calma oferecidas pelo trem, o mineiro viaja sentindo-se dentro de casa.
É este trem que se tornou íntimo, espécie de amigo com quem se pode contar, que se sabe onde e quando procurar com a certeza de encontrar. É ele que carrega o mineiro que, escondido entre as montanhas, conheceu o mundo, abriu suas terras e seus olhos quando o trem cruzou seu caminho.

O “trem mineiro” é, antes de tudo, um estado de espírito.

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Trem Mineiro

  1. 1. Trem Mineiro
  2. 2. O trem é elemento constituinte da história cultural do povo mineiro, sendo fator comum no imaginário, na linguagem, na estética e na música. Na era de realizações do progresso tecnológico no final do século XIX e início do XX, os trilhos costuraram redes de convivência entre cidades e pessoas, diminuindo distâncias e aumentando a comunicação. A chegada da ferrovia em uma cidade era garantia de desenvolvimento econômico e cultural. Trem era possibilidade, prosperidade. O trem cruza por montanhas e vidas, desfila diante de olhares e realidades diversas. Há o trem que, com seus vagões, otimiza o transporte de cargas pelo país, gera empregos, agiliza entregas e move grandes empresas. Mas é o trem de passageiros, com seu ritmo lento que permite namorar as pessoas e paisagens, que carrega imagens e desejos, sendo o elo que por décadas uniu e formou amizades e famílias. Não sair da linha é seguir nos trilhos! Mineiro se identifica com o jeito contido e forte das locomotivas, com o ritmo tranquilo e confiável de fazer seu trajeto, com a possibilidade de conforto e privacidade que os restaurantes e cabines oferecem. Na segurança e calma oferecidas pelo trem, o mineiro viaja sentindo-se dentro de casa. É este trem que se tornou íntimo, espécie de amigo com quem se pode contar, que se sabe onde e quando procurar com a certeza de encontrar. É ele que carrega o mineiro que, escondido entre as montanhas, conheceu o mundo, abriu suas terras e seus olhos quando o trem cruzou seu caminho. O “trem mineiro” é, antes de tudo, um estado de espírito.
  3. 3. Atualmente há apenas 5 linhas para transporte ferroviário de passageiros em Minas Gerais: - Estrada de Ferro Vitória a Minas (Belo Horizonte - Vitória) - Estrada de Ferro Oeste de Minas (São João del-Rei - Tiradentes) - Trem da Vale (Mariana - Ouro Preto) - Trem das Águas (São Lourenço - Soledade de Minas) - Trem da Serra da Mantiqueira (Passa Quatro - Coronel Fulgêncio)
  4. 4. Estrada de Ferro Vitória a Minas ( Belo Horizonte – Vitória ) A Estrada de Ferro Vitória a Minas foi aberta em 1904 num pequeno trecho a partir do porto de Vitória e tinha como objetivo principal transportar as culturas da região ao longo do Rio Doce, especialmente a produção de café. Com 905 quilômetros de extensão e bitola métrica, é atualmente uma das mais modernas e produtivas ferrovias do Brasil, sendo administrada pela Vale S. A., antiga Companhia Vale do Rio Doce. Transporta 37% de toda a carga ferroviária nacional. Além de cargas, existe diariamente um trem de passageiros que liga a cidade de Belo Horizonte (MG) à Cariacica, na região metropolitana de Vitória (ES), passando pela região de mineração de Itabira em Minas Gerais. Em 2002 entrou em circulação o trem de 320 vagões, o que equivale a uma extensão de quase três quilômetros. Além de ser utilizada para escoar o minério de ferro, esta ferrovia também é utilizada para o transporte de ferro-gusa, aço, carvão, calcário, granito, contêineres, produtos agrícolas, madeira, celulose, combustíveis e cargas diversas de Minas Gerais para o exterior. Também foi muito importante para construção de cidades de médio porte no interior de Minas e Espírito Santo, como no Vale do Aço, cujo crescimento industrial só foi possível pela existência da ferrovia. Com cerca de 300 clientes é uma das poucas ferrovias brasileiras a manter o transporte contínuo de passageiros, com cerca de 2.800 usuários diariamente, o que lhe confere uma grande importância turística.
  5. 5. Estação em Belo Horizonte
  6. 6. Classe Econômica
  7. 7. Classe Executiva (com ar condicionado)
  8. 8. Vagão Refeitório
  9. 9. Vagão para cadeirantes
  10. 10. Trem das Águas ( São Lourenço – Soledade de Minas ) Trem turístico a vapor que corre num percurso de 10 quilômetros da antiga linha da Rede Mineira de Viação, ligando as cidades de São Lourenço e Soledade de Minas em fins de semana e feriados. Com máquinas a vapor da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e bitola métrica, a linha foi inaugurada em 2000, utilizando locomotivas e carros de passageiros originários de diversas ferrovias antigas de bitola métrica (Leopoldina, Rede Mineira de Viação e outras) e que hoje pertencem ao acervo da ABPF. Parte da estação de São Lourenço, passando pela Parada Ramon, chegando até a estação de Soledade de Minas, antigo entroncamento ferroviário, hoje desaparecido, com a linha da Estrada de Ferro Sapucaí que ligava a cidade, por um lado, a Sapucaí, na Mogiana, e por outro, a Barra do Piraí e Passa-Três, na Central do Brasil. Acompanham os viajantes uma dupla de cantores que, com roupas características de caipiras, animam o passeio com suas músicas ao som de sanfona e violão. Na estação de São Lourenço há barracas com artesanato, doces e produtos caseiros. Na estação de Soledade de Minas, enquanto a locomotiva faz a manobra para o retorno à São Lourenço, se pode visitar um pequeno museu que conta a história da ferrovia e da cidade, além de comprar comida e produtos artesanais nas barracas da feira que segue a linha ferroviária. Viajar no Trem das Águas é conhecer uma antiga ferrovia projetada e construída pelos ingleses há 115 anos e trilhar o caminho de ferro percorrido por Dom Pedro II e toda sua comitiva imperial, quando estes buscavam o ameno clima mineiro e a salubridade das águas da região.
  11. 11. Trem da Serra da Mantiqueira ( Passa Quatro – Coronel Fungêncio ) Trem turístico a vapor que corre num percurso de 10 quilômetros da antiga linha da Rede Mineira de Viação, ligando a cidade de Passa Quatro à estação de Coronel Fulgêncio, na Serra da Mantiqueira, em fins de semana e feriados. Com máquinas a vapor da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e bitola métrica, a linha foi inaugurada em janeiro de 2004, utilizando locomotivas a vapor e carros de passageiros originários de diversas ferrovias antigas e que hoje pertencem ao acervo da ABPF. Conta com um carro de passageiros e um carro aberto, partindo da estação de Passa-Quatro, onde os passageiros podem visitar uma exposição fotográfica no hall da estação ao som de música típica regional, com sanfona, pandeiro e violão. Após a partida, o trem se dirige à estação Manacá, onde é feita uma breve parada para que os turistas possam visitar uma feira de artesanato e guloseimas enquanto a locomotiva é preparada para subida da serra. Partindo da estação Manacá o trem inicia a subida da serra, passando pelas corredeiras do Manacá e a ponte Estrela. Chegando na estação Coronel Fulgêncio, a 1085 metros de altura, o trem realiza uma nova parada. Os passageiros podem então conhecer a exposição fotográfica de máquinas e carros recuperados pela ABPF e das minisséries Mad Maria e JK, da Rede Globo, filmadas no local. No local existe um túnel ferroviário que passa sob a serra da Mantiqueira, na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo, que desempenhou importante papel estratégico na Revolução Constitucionalista de 1932. Também é oferecido um passeio cortesia ao túnel. Após as manobras, o trem parte de volta à Passa Quatro, fazendo uma breve parada na ponte Estrela para fotografias.
  12. 12. Trem da Vale ( Mariana – Ouro Preto ) Inaugurado em 05 de maio de 2006, o Trem da Vale é um trem turístico-cultural que liga as cidades de Mariana e Ouro Preto. O projeto é resultado de parcerias entre a Vale S. A., a Ferrovia Centro-Atlântica e a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), que recolocaram os trilhos do trecho e reformaram as estações de Mariana, Ouro Preto, Vitorino Dias e Passagem de Mariana. De quinta-feira a domingo, além dos feriados, o trem corre num percurso de 18 quilômetros em linha de bitola métrica, sendo composto por uma locomotiva a diesel ou uma a vapor e vagões de aço que mantém o mesmo desenho dos antigos trens, sendo quatro com interiores em madeira e um panorâmico com ar condicionado que permite, por meio da sua estrutura transparente, uma melhor visualização da paisagem. O Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale oferece bibliotecas, maquetes, informações sobre a história da ferrovia no Brasil e das cidades sedes em murais, terminais de computador, vídeos e parques musicais nas estações ferroviárias das duas cidades para turistas e habitantes. Vagões foram adaptados para servirem como biblioteca, café, oficina de instrumentos sonoros, estúdio para gravação e tratamento de vídeo onde são gravados depoimentos de moradores para preservação da história local. Em Mariana há um vagão sensorial onde diversas telas mostram simultaneamente ou de forma aleatória vídeos em sincronia com sons, mostrando a dinâmica da população, do folclore e dos sinos. O programa promove também passeios semanais gratuitos para escolas públicas da região e atividades culturais como teatro, música e palestras. A construção da ferrovia foi iniciada em 1883 e seu prolongamento até Mariana foi concluído somente em 1914, após prodigiosas obras de engenharia como túneis, pontes e reforço de encostas, para transpor as barreiras naturais da região.
  13. 13. Estrada de Ferro Oeste de Minas ( São João del-Rei – Tiradentes ) Trem turístico a vapor que corre num percurso de 12 quilômetros da antiga linha da Estrada de Ferro Oeste de Minas, ligando as cidades de São João del-Rei e Tiradentes, parando na estação de Chagas Dória e passando pela estação da Casa de Pedra. Funciona às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados. Os trens a vapor desta linha são os únicos do mundo de bitola de 0,76 metro, o que lhe conferiu o carinhoso apelido de “Bitolinha” pelos habitantes da região. É um dos poucos lugares no Brasil onde houve o uso contínuo de locomotivas a vapor desde 1881. A parceria entre a população local e a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) fez com que a ferrovia, juntamente com o complexo composto pelo museu ferroviário, oficinas de manutenção e rotunda situados em São João del-Rei e a estação e rotunda situadas em Tiradentes fossem tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1989. O museu reúne equipamentos, peças, painéis didáticos e fotografias que contam a história da ferrovia no mundo, Brasil e região. Além disso, estão expostas a primeira locomotiva da ferrovia e um vagão de luxo que era para uso da administração. Na rotunda estão expostas uma coleção de sete locomotivas a vapor Baldwin de bitola de 0,762m, três de bitola de 1,00m, oriundas da Rede Mineira de Viação e uma locomotiva elétrica de bitola de 1,00m, além de carros e vagões de carga. A estação de São João del-Rei oferece também um vagão com roupas do século XIX e início do XX para que os turistas sejam fotografados nestes trajes. A ferrovia original foi inaugurada pelo imperador Dom Pedro II em 28 de agosto de 1881 e administrada então pela Estrada de Ferro Oeste de Minas para ajudar na desenvolvimento do oeste de Minas Gerais. Atualmente a Ferrovia Centro-Atlântica opera a linha, onde circulam quatro locomotivas a vapor com fins turísticos-culturais.
  14. 14. Sylvio Bazote Junho de 2011 O trenzinho do caipira Interpretação de Adriana Calcanhoto Música: Formatação:
  15. 15. ... o cais é a lembrança de pedra ... ... o sino é o chamado de bronze ... ... o trem é a esperança de ferro ...

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