Palestra: “Como a Internet pode Mudar o Mundo Líquido”: Café Digital, na UCP, em 18.01.2012
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    Palestra: “Como a Internet pode Mudar o Mundo Líquido”: Café Digital, na UCP, em 18.01.2012 Palestra: “Como a Internet pode Mudar o Mundo Líquido”: Café Digital, na UCP, em 18.01.2012 Presentation Transcript

    • “ Como a Internet pode Mudar o Mundo Líquido” : 18.01.2012 Sérgio Costa Taldo Engenheiro Mecânico, formado na UCP, em dez/1986, com especialização em Engª Térmica e Engª de Produção. Experiência de 9 anos, em revisão de turbinas de avião (turbinas GE/CFMI), nas empresas GE CELMA e GE VARIG. Possui um SOHO - Small Office Home Office, sendo Consultor em Tecnologia da Informação e Internet, desde 2000. Realizou os Cursos de Extensão: (1)- Marketing Digital , com  Carol Hoffmann , na UCP, no período de abril/maio, 2011 (36 horas/aula); (2)  Os 8Ps do Marketing Digital , com  Conrado Adolpho , no Rio de Janeiro, em 01-02.07.2011 (14 horas presenciais e 16 horas online). É um Consultor Certificado 8Ps do Marketing Digital (Turma 2 – RJ); (3) Curso Marketing na Era Digital , com Martha Gabriel (em São Paulo, em 18-19.11.2011). Também podemos nos encontrar aqui :  Blog:  aconscienciaeabusca.blogspot.com Facebook:  facebook.com/sergiotaldo Twitter:  twitter.com/sergiotaldo Google+:  gplus.to/sergiotaldo Slideshare:  slideshare.net/sergiocostataldo Foursquare:  foursquare.com/sergiotaldo LinkedIn:  br.linkedin.com/in/sergiocostataldo YouTube: youtube.com/sergiocostataldo1 Para trocar informações :  [email_address]
    • Twitter, iPod, Facebook, sexo virtual, cele-bridades, moda, cartões de crédito, indús-tria cosmética, remédios, crise da educa-ção, filmes, livros, Barack Obama, telefo-nes celulares, proliferação de doenças ner-vosas, solidão e isolamento, terceirização do trabalho – estes são alguns dos temas que marcam o itinerário da viagem de Zygmunt Bauman pelo mundo líquido moderno. Ao longo do caminho, nos envia cartas es-clarecedoras sobre nossa condição atual, alertando para que não nos percamos nos meandros criados pela sociedade de con-sumidores e, sobretudo, para que resista-mos ao “ canto da sereia ” do apelo à indi-vidualização. Zygmunt Bauman: 44 Cartas do Mundo Líquido Moderno
    • 1) 44 Cartas do Mundo Líquido Moderno. 2) Amor Líquido. 3) Aprendendo a Pensar com a Sociologia. 4) A Arte da Vida. 5) Bauman sobre Bauman. 6) Capitalismo Parasitário. 7) Comunidade. 8) Confiança e Medo na Cidade. 9) Em Busca da Política. 10) Europa. 11) Globalização: As Consequências Humanas. 12) Identidade. 13) Legisladores e Intérpretes. 14) O Mal-estar da Pós-modernidade. 15) Vida para Consumo. 16) Medo Líquido. 17) Modernidade e Ambivalência. 18) Tempos Líquidos. 19) Modernidade e Holocausto. 20) Vida à Crédito. 21) Vida em Fragmentos. 22) Modernidade Líquida. 23)A Sociedade Individualizada. 24) Vida Líquida. 25) Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman nasceu na Polônia e mora na Inglaterra, des-de 1971. Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, é autor de vasta obra que analisa as transformações socioculturais e políticas de nosso tempo. Obras de Zigmunt Bauman
    • Zigmunt Bauman foi convidado (2008), pela revista italiana La Repubblica delle Donne , para escrever cartas comen-tando aspectos do que chama de “ mundo moderno ”. Por quase dois anos, publicou, quinzenalmente, sua contribui-ção – temas atuais da cultura, política e cotidiano. No mundo líquido moderno , em que padecemos de exces-so de informações , como filtrar as notícias que importam em meio a tanto lixo inútil? Como captar mensagens sig-nificativas entre o alarido sem nexo? Como nosso mundo líquido está em constante movimento, somos sempre ar-rastados em suas ondas . Poucos eventos escapam ao olhar atento de Bauman. Sur-preende a capacidade que ele tem de descobrir significa-dos sob atos simples – uma chamada no smartphone, a lis-ta de gastos do cartão de crédito, a exposição de uma foto no Facebook, um outdoor, o relacionamento nas redes so-ciais. Encontra-se aqui a aflição do homem no mundo líqui-do : um indivíduo em busca de sua identidade . Disso tudo, restam um alerta e uma mensagem: se não re-sistirmos à sociedade de consumidores , se nos fecharmos no individualismo imposto , só cabe nos preparar para nos-sa biodegradação e reciclagem . Apenas juntos poderemos travar essa luta contra os “ males sociais ” – do contrário, perderemos... Historiando...
    • Sobre escrever cartas... de um Mundo Líquido Moderno! Cartas que vêm do “ Mundo Líquido Moderno ”: o mundo que eu, o autor das missivas, e vocês, possíveis, prová-veis, esperados leitores, compartilhamos. O mundo que chamo de “ líquido ”, porque, como todos os líquidos, ele jamais se imobiliza nem conserva sua forma por muito tempo. Tudo ou quase tudo está sempre em um-dança: as modas que seguimos e os objetos que desper-tam nossa atenção – uma atenção, aliás, em constante mu-dança de foco, que hoje se afasta das coisas e dos aconte-cimentos que nos atraíam ontem, que amanhã se distancia-rá das coisas e dos acontecimentos que nos instigam hoje; as coisas que sonhamos e que tememos, aquelas que de-sejamos e odiamos, as que nos enchem de esperanças e as que nos enchem de aflição . As circunstâncias que nos cercam – oportunidades de ale-gria e ameaças de novos sofrimentos – fluem ou flutuam no ar, vêm, voltam e mudam de lugar. Fazem isso com ta-manha rapidez e agilidade, que não conseguimos tomar uma providência sensata e eficaz, para direcioná-las, para conservá-las ou interceptá-las. Para resumir a história: nosso mundo líquido moderno sempre nos surpreende; o que hoje parede correto e apro-priado, amanhã, pode muito bem se tornar fútil, fantasioso ou lamentavelmente equivocado. Todos precisamos ser, como diz a palavra da moda: “Flexíveis” .
    • Ansiamos por mais informações sobre o que ocorre e o que poderá ocorrer. Felizmente , dispomos hoje de algo que nossos pais nunca puderam imaginar: a Internet e a Web Mundial , as “ autoestradas de informação ” que nos conec-tam, de imediato, “ em tempo real ”, a todo e qualquer canto remoto da Terra. E, tudo isso dentro de pequenos celulares ou iPods, que carregamos conosco no bolso, dia e noite, para onde quer que nos desloquemos. Felizmente ? Bem, talvez nem tanto, pois o pesadelo da informação insuficiente que fez nossos pais sofrerem foi substituído pelo pesadelo ainda mais terrível da enxurrada de informação, que ameaça nos afogar, nos impede de na-dar ou mergulhar – coisas diferentes de flutuar ou surfar. Na balbúrdia de opiniões/sugestões contraditórias, parece que nos falta uma máquina de debulhar , para separar o joio do trigo, na montanha de mentiras, ilusões, refugo e lixo. Walter Benjamin, filósofo com um olhar especialmente ar-guto para qualquer indício de lógica e sistemática, nas ter-pidações culturais em aparência mais difusas e aleatórias, costumava distinguir dois tipos de narrativa: as histórias de marinheiro e as histórias de camponês . As 1ªs são narrativas de ações bizarras e inauditas, que se passam em lugares distantes. As 2ªs são narrativas de a-contecimentos próximos, familiares e tarefas cotidianas. Ainda escrevendo cartas...
    • + Zigmunt Bauman! As histórias de marinheiro falam de monstros, feiticeiros, cavaleiros galantes e cruéis malfeitores. As histórias de camponês mostram tarefas da terra e da lavoura e de casa. Estas últimas, aparentemente familiares , nos dão a sensa-ção ilusória de as conhecermos bem e de confiarmos que nada de novo há a aprender com elas – consequência de serem esses eventos próximos demais de nossos olhos, para podermos enxergá-los com a devida nitidez. Hoje, marinheiros não têm mais o monopólio de visitar ter-ras estranhas. Num mundo globalizado, onde lugar algum está de fato isolado e a salvo do impacto de qualquer outro lugar, deve ser difícil até distinguir as histórias narradas por um camponês daquelas contadas por um marinheiro . Se quisermos tornar, verdadeiramente, familiares coisas que parecem familiares, é preciso antes de mais nada fazê-las estranhas . A missão é bem difícil. O sucesso não é ga-rantido, e o êxito completo, para dizer o mínimo, é bastante duvidoso. Por que, exatamente, 44 cartas? Será que a escolha desse número tem um significado especial, ou é fruto do acaso, de uma decisão arbitrária, de uma escolha aleatória? Adam Mickiewicz, maior poeta romântico polonês, evocou uma fi-gura misteriosa, mistura ou híbrido de embaixador da liber-dade, seu porta-voz e procurador-legal, de um lado, e go-vernador ou vice-regente na Terra, de outro.
    • As 44 Cartas do Mundo Líquido Moderno “ O nome dele é Quarenta e Quatro ”. Seu número foi esco-lhido arbitrariamente. Por que 44 e não outro qualquer? Porque 44, graças à Adam Mickiewicz, representa o respei-to e a esperança, pela chegada da liberdade . A maioria dos leitores se faria a pergunta – todos, à exceção dos polone-ses. O espectro da liberdade está presente nas 44 cartas, cujos temas são variados – mesmo que de maneira invisí-vel, como é da natureza dos espectros dignos deste nome. Vamos assistir ao vídeo “Modernidade Líquida”: http :// www.youtube.com/watch?v=4kga8RlKsSk Baseado no livro “Amor Líquido”, de Zigmunt Bauman ( percebe-se uma crítica ao posicionamento de muitos relacionamentos): “ A modernidade líquida em que vive-mos traz consigo uma misteriosa fragilidade de laços humanos, um amor líquido. Bauman investiga de que forma as relações tornam-se cada vez mais ‘flexíveis’, gerando níveis de insegurança sempre maiores. A prioridade a relacionamentos em ‘redes’, às quais po-dem ser tecidos ou desmanchados com facilidade (sem que isso envolva nenhum contato além do virtual), faz com que não saibamos mais manter laços a longo pra-zo. Mais que uma mera e triste constatação, é um aler-ta – não apenas as relações amorosas e os vínculos fa-miliares são afetados, mas também a capacidade de tratar um estranho com humanidade é prejudicada ”.
    • Interrupção, incoerência, surpresa “ Essas são as condições comuns da vida humana. Elas se tornaram mesmo necessidades reais para muitas pessoas, cujas mentes deixaram de ser alimentadas... por outra coi-as que não mudanças repentinas e estímulos constante-mente renovados... Não podemos mais tolerar o que dura. Não sabemos mais fazer com que o tédio dê frutos. Assim, toda a questão se reduz a isto: pode a mente humana do-minar o que a mente humana criou? ” – Paul Valéry. Se essas tendências entrelaçadas se desenvolvessem sem freios, homens e mulheres seriam reformulados no padrão da “ toupeira eletrônica ” – a orgulhosa invenção dos tem-pos pioneiros da cibernética, imediatamente aclamada co-mo arauto do porvir: um plugue em castores atarantados na desesperada busca de tomadas a que se ligar . Na individualidade , podemos citar Lewis Carroll: “ Agora, aqui, veja, é preciso correr o máximo que você puder para permanecer no mesmo lugar. Se quiser ir a algum outro lu-gar, deve correr pelo menos duas vezes mais depressa do que isso! ”. Há não mais de 50 anos, a disputa sobre a essência dos prognósticos populares, sobre o que se deveria temer e que tipos de horrores o futuro estava fadado a trazer, se não fosse parado a tempo, se travava entre o Brave New World , de Aldous Huxley, e o 1984 , de George Orwell.
    • “ Fluidez ” é a qualidade dos líquidos e ga-ses. Sendo uma variedade dos fluidos, têm suas “ moléculas mantidas num arranjo ordenado que atinge poucos diâmetros moleculares ”. Os líquidos, diferentemente dos sólidos, não mantém sua forma com facilidade. Em relação aos tempos atuais, ditos “ modernos ”, a situação presente e-mergiu do derretimento radical dos grilhões e das algemas que, certo ou errado, eram suspeitos de limitar a liberdade individual de escolher e de agir. A rigidez da ordem é o artefato e o sedi-mento da liberdade dos agentes hu-manos . O que está acontecendo hoje é a redistribuição e realocação dos “ poderes de derretimento ” da modernidade.. Ser leve e líquido
    • “ Vida líquida ” e “ Modernidade líquida ”: estão intimamente ligadas. “ Vida líquida ” é uma forma de vida que tende a ser levada adiante numa sociedade líquido-moderna. “ Líquido-moderna ” é uma sociedade em que as condições sob as quais agem seus membros mudam num tempo mais curto do que aquele necessário para a consoli-dação, em hábitos e rotinas, das formas de agir. A liquidez da vida e da sociedade se alimentam e se revigoram mutuamente. A vida líquida, como a sociedade líquido-moderna, não pode manter a forma ou permanecer por muito tempo. As realiza-ções individuais não podem solidificar-se em posses permanentes, porque, em um piscar de olhos, ativos se tornam passivos. Sobre a vida num mundo líquido moderno
    • É claro que há crianças, meus filhos, nos-sos filhos. Mas, mesmo a paternidade e a maternidade, o núcleo da vida familiar, es-tão começando a se desintegrar no divór-cio – avós e avôs são incluídos e excluí-dos sem meios de participar nas decisões de seus filhos e filhas. Do ponto de vista de seus netos, o significado das avós e avôs tem que ser determinado por decisões e escolhas individuais. Configurações, constelações, padrões de dependência e interação – tudo isso foi posto de lado a “ derreter no cadinho ”, para ser depois, novamente, moldado e re-feito. Essa foi a fase de “ quebrar a forma ” na história da modernidade inerentemente transgressiva, rompedora de fronteiras e capaz de tudo desmoronar. O que é e o que significa uma família, hoje em dia?
    • Seria imprudente negar, ou mesmo subes-timar, a profunda mudança que o advento da “ modernidade fluida ” produziu na con-dição humana: necessidade de repensar velhos conceitos, que, hoje, são como zumbis ou mortos-vivos . A modernidade significa: “ a diferença faz a diferença ”, como atributo crucial que todas as demais características seguem. A modernidade começa quando o espaço e o tempo são separados na prática da vida e são teorizados como categorias distintas e independentes da estratégia e da ação. Na modernidade, o tempo tem história –por causa de sua “ capacidade de carga ”, perpetuamente em expansão. Modernidade fluida
    • A ideia de velocidade e aceleração , em relação ao tempo-espaço, supõe a varia-bilidade e, dificilmente, teria significado se não fosse uma relação variável. Quando a distância percorrida numa unida-de de tempo passou a depender da tec-nologia , de meios artificiais de transporte, todos os limites à velocidade do movimen-to, existentes ou herdados, poderiam, em princípio, ser transgredidos. A desintegração da rede social, a derroca-da das agências efetivas de ação coletiva, é recebida com grande ansiedade e la-mentada como efeito “colateral” , não previsto da nova leveza e fluidez do poder cada vez mais móvel, escorregadio, evasi-vo e fugitivo. A ideia de velocidade e aceleração
    • A desintegração social é tanto uma con-dição quanto um resultado da nova técni-ca do poder, que tem como ferramentas principais: o desengajamento e a arte da fuga . Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barri-cadas . Qualquer rede densa de laços sociais e, em particular, esteja territorialmente enrai-zada, é um obstáculo a ser eliminado . Os poderes globais se inclinam a desman-telar tais redes, em proveito de sua contí-nua e crescente fluidez – principal fonte de sua força e garantia de sua invencibilidade. Esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, são o imediato dos laços e redes humanos. Desintegração social
    • Sozinhos no meio da multidão O prof. Jonathan Zimmerman, da New York University, ob-servou que: três entre quatro adolescentes dos EUA gas-tam todos os minutos de seu tempo útil em bate-papos no Facebook ou no MySpace . É possível citar muitas razões para conceber a solidão co-mo uma situação extremamente incômoda, ameaçadora e aterrorizante. Esquecidas ou jamais aprendidas as habili-dades da interação face a face, tudo ou quase tudo que se poderia lamentar como insuficiência da conexão virtual on-line, foi saldado como vantajoso. O que o Facebook, o MySpace e similares ofereciam foi recebido, alegremente, como o melhor dos mundos. Para começo de conversa, nunca mais precisaremos estar sós. O dia inteiro, sete dias por semana, basta apertar um botão para fazer aparecer uma companhia do meio de uma coleção de solitários . Se você está sempre “conectado”, pode ser que nunca es-teja verdadeira e completamente só. Se nunca está só, em-tão, segundo Zimmerman: “ Tem menos chance de ler um livro por prazer, de desenhar um retrato, de contemplar a paisagem pela janela e imaginar outros mundos diferen-tes do seu. É menos provável que você estabeleça comunica-ção com pessoas reais em seu meio imediato. Quem vai querer conversar com parentes, quando os amigos estão a um clique do teclado? Há cerca de 500 ou mais, no Facebook... ”.
    • On-line, off-line Numa vida de contínuas emergências, as relações vir-tuais derrotam, facilmente, a “ vida real ”. As relações virtuais contam com teclas de “ excluir ” e de “ remover spams ”, que protegem contra as consequências incon-venientes – e, principalmente, consumidores de tempo. Em sua versão eletrônica, é a quantidade de conexões e não sua qualidade que faz toda a diferença – para as chances de sucesso ou fracasso. Músicas mais ouvidas, camisetas da moda, últimas a-venturas das celebridades, festas mais badaladas, fes-tivais e eventos comentados – é isso que possibilita manter-se “ au courant ” do que “ todo mundo está fa-lando ” e das escolhas indispensáveis do momento. A Internet facilita, incentiva e impõe o exercício inces-sante da reinvenção – numa extensão inalcançável na vida off-line. Essa é uma das explicações para o tempo que a “ geração eletrônica ” gasta no universo virtual: o tempo gradual e crescente, no mundo virtual, em detri-mento do tempo passado no mundo “real” e off-line. O mundo do dia-a-dia, onde o jovem tem experiência pessoal , está sendo gradual e continuamente trans-plantado do espeço off-line para o on-line: “contato”, “encontro”, “reunião”, “comunidade” e “amizade”.
    • Conversas de pais e filhos Há uma longa história de incompreensão recí-proca entre gerações, entre os “velhos” e os “jo-vens”, de consequente desconfiança mútua. Sin-tomas desse descompasso já foram percebidos em épocas remotas. Essa desconfiança tornou-se mais visível em nossa era moderna , marcada por profundas, contínuas e aceleradas mudanças nas condições de vida. “ Mais velhos” temem que “recém-chegados” ao mundo acabem estragando e destruindo a “nor-malidade” que conhecem e lhes parece con-fortável e decente, mas que custaram tanto a construir e preservar com carinho. Os “mais jovens”, ao contrário, têm uma enorme urgência de consertar o que os “mais velhos” estragaram. O estado de felicidade, otimismo e confiança que o jovem pensava ser o estado “natural” do mun-do, pode não durar muito tempo.
    • Sexo virtual Emily Dubberley, autora de Brief Encounters: The Women’s Guide to Casual Sex , escreveu que, hoje: “ Obter sexo é como pedir pizza... Você conecta-se à Internet e encomen-da genitália ”. Não há mais necessidade de flertar, empe-nhar energias para obter aprovação do(a) parceiro(a), nem merecer e conquistar o consentimento do outro – é dispen-sável insinuar-se aos olhos dele(a) e esperar um tempo, para que todos esforços deem resultados. Não há ganhos nem perdas . O sexo pela Internet não é ex-ceção a essa regra melancólica. Os ganhos são: - Conveniência : redução do esforço a um mínimo; - Velocidade : encurtamento da distância desejo-satisfação; - Garantia contra as consequências : nem sempre seguem o roteiro estabelecido e desejado. A publicidade de um site que vende sexo rápido e seguro (“sexo sem compromisso”) e se vangloria de ter 2,5 mi-lhões de assinantes, diz: “ Encontre parceiros sexuais de verdade esta noite mesmo! ” Outro site, especializado em satisfazer o espírito aventureiro de parte do público gay, diz: “ O que você quiser, quando quiser! ”. A sabedoria popular antiga e atemporal adverte-nos que: “ Não se deve contar com os ovos antes de serem postos ”. Ganhou-se em quantidade o que se perdeu em qualidade . Escolher seu parceiro sexual num catálogo de traços pecu-liares e usos desejáveis, perpetua o mito que o ato origina.
    • Como fazem os pássaros “ Twitter ” (gorjear) é o que os pássaros fazem quando tweet (gorjeiam). Não sei se Jack Dorsey (criador do Twitter , em 2006), quando era estudante universitário, inspirou-se ou não no hábito milenar dos pássaros. Os 55 milhões de visitantes mensais, do Twitter , parecem ter seguido esse hábito – sabedores disso ou não. “ Twitter é um serviço para a comunicação entre amigos, parentes e colegas de trabalho, pela troca rápida de res-postas a uma pergunta: ‘ O que você está fazendo? ’ ”. Con-cisas e curtas – como a melodia do gorjeio do pássaro – nunca excedem 140 caracteres: “ Estou comendo pizza 4 queijos ”, “ Estou olhando pela janela ” ou “ Morto de tédio ”. Não há importância saber porque fazemos tal coisa, o que estamos pensando, desejando, o que nos alegra ou entris-tece, ou outras razões que nos inspiraram a usar o Twitter, além de manifestar nossa presença . Depois do Twitter , a “prova da existência” de Descartes: “ Penso, logo existo ”, tem sido substituída pela versão a-tualizada: “ Sou visto, logo existo ”. O padrão é estabelecido por celebridades: “ A celebridade é uma pessoa famosa por ser famosa ”. O Twitter é para nós, pessoas comuns: “ O substituto da igualdade para os destituídos ”.
    • Consumismo é mais que consumo Todos nós somos consumidores, é óbvio... Em-quanto vivermos. Não pode ser de outro modo, porque, se pararmos de consumir, morremos. A única dúvida é quantos dias vai du-rar o des-fecho fatal. O consumo – “comer”, “ingerir” (líquido ou comi-da), “gastar”, “dilapidar”, “exaurir” – é uma ne-cessidade. O “consumismo”, a tendência a situar a preocupação com o consumo no centro de to-dos os demais focos de interesse e quase sem-pre como aquilo que distingue o foco último des-ses interesses, não é. O consumismo é um pro-duto social e não o veredicto inegociável da evolução biológica . Entendendo a questão do consumo, vemos a 1ª mensagem do Pres. George W. Bush aos ameri-canos, chocados e estupefatos, diante da visão do desmoronamento das Torres Gêmeas – em-blemáticas da supremacia mundial dos EUA – a-travessadas por aviões pilotados por terroristas: “ Voltem às compras! ”. Mensagem: “ Americanos, retornem à vida normal... ” (?).
    • O falso alvorecer da liberdade Vida à crédito : as empresa de crédito vivem dos lucros gerados pelos tomadores de em-préstimos; os que resistem a viver de crédi-to e se recusam a pedir dinheiro empresta-do, não têm para elas qualquer utilidade. Já as pessoas que se endividam, pesada-mente, e contraem empréstimos “acima de suas posses”, são recebidas com efusão – são essas as fontes constantes de lucro das empresas de crédito, porque as pessoas se mantém como eternas pagadoras de juros. Uma vez que o jovem se inicia nessa roda-viva de “ viver de empréstimos ”, o hábito de pedir novos financiamentos para pagar o anterior parece-lhe, perfeitamente, normal. Na realidade, ele entrou num círculo vicioso: esses círculos não podem ser desfeitos, so-mente cortados.
    • O fenômeno Barack Obama Obama teve o cuidado de não se candidatar ao governo em nome das massas “oprimidas e subjugadas”, que, exata-mente, por essa razão, são consideradas inferiores e, cuja inépcia e infâmia, forçada e esteriotipada, se transmitiria ao candidato graças à sua herança étnica e racial. Obama também não chegou ao poder impulsionado pela onda de rebeliões lideradas pelos “oprimidos e subjuga-dos”, ou pelo “movimento político ou social” do qual fosse porta-voz, representante e vingador. A intenção do êxito/ascensão foi provar que indivíduos provenientes de categorias oprimidas e discriminadas pos-suem qualidades que “sobrepujam” sua participação numa categoria coletiva da inferioridade. O fenômeno pode ser entendido como uma reafirmação a-berrante desse pressuposto: eis aqui um indvíduo que, quase no estilo do Barão de Münchausen, subiu, por seus próprios esforços, com seu talento e forças individuais, e não graças a participação num grupo étnico ou racial. Os negros e latinos não ligados à elite estão perdendo ter-reno, significativamente, à medida que suas casas e seus empregos lhes escapam das mãos, em taxa muito mais al-ta que no caso dos brancos. Até agora, Obama tem reluta-do em adotar políticas específicas orientadas para superar essa distância crescente
    • Fantasmas de Ano-Novo: do que passou e dos que virão Ano-Novo ? O que celebramos na véspera do Ano-Novo, no 1º dia do ano e no momento mágico separando as 2 datas, aquela meia-noite diferente das outras do ano que acaba e é diferente das que estão por vir, no ano que chega? Pergunta difícil! 2 dias – 31/12 e 1º/01 – são semelhantes, indistinguíveis, com 24 horas ou 1440 minutos cada um, separados pela distância que não é nem 1s. maior que a que desune quaisquer outros dias consecutivos. O que existe para celebrar no dia 1º? Nada demais, exceto a sensação de ter cumprido uma coisa que sentimos ne-cessidade de cumprir: a sensação de fechar um capítulo e abrir outro, talvez completamente diferente do anterior; a sensação de virar a página de velhos problemas e preo-cupações, coisas que já são parte do passado, consolida-das demais para se mexer nelas agora, melhor enterrá-las ou esquecê-las; também, um sentimento de começar um novo tempo diferente do que passou – um futuro ainda ten-ro, flexível e obediente à nossa vontade, um tempo no qual nada ainda se perdeu e tudo ainda está por conquistar . Celebramos a possibilidade de minimizar perdas e come-çar de novo . O Ano-Novo é a festa anual da ressurreição das esperanças . Todos sabem o que nossas resoluções deveriam conter: a última hora para tomá-las e sustentá-las em bons e maus momentos . Estes são meus votos de Ano-Novo para vocês, para os meus e os vossos filhos e netos. E, para mim mesmo! .
    • Obsolescência e vida precária As condições de ação e as estratégias de reação envelhe-cem rapidamente e se tornam obsoletas, antes dos atores terem uma chance de aprendê-las efetivamente. Aprender com a experiência, a fim de se basear em movi-mentos táticos empregados com sucesso no passado, é pouco recomendável: testes anteriores, quase sempre, não podem dar conta das rápidas e quase imprevistas mudan-ças de circunstâncias . Prever tendências futuras, a partir de eventos passados, torna-se cada vez mais arriscado e enganoso. É cada vez mais difícil fazer cálculos exatos, uma vez que os prognósticos seguros são inimagináveis: a maioria das variáveis das equações (se não todas) é desconhecida e nenhuma estimativa de suas possíveis tendências pode ser considerada plena e verdadeiramente confiável . Em suma: a vida líquida é uma vida precária, vivida em condições de incerteza constante. As preocupações mais intensas e obstinadas, que assombram este tipo de vida, são: os temores de ser pego tirando uma soneca, não con-seguir acompanhar a rapidez dos eventos, ficar para trás, deixar passar as datas de vencimento, ficar sobrecarrega-do de bens agora indesejáveis, perder o momento que pe-de mudança e mudar de rumo antes de tomar um caminho sem volta . A vida líquida é uma sucessão de reinícios, onde os finais rápidos e indolores tendem a ser momentos mais desafiadores e as dores de cabeça mais inquietantes.
    • Como escapar da crise? Um leitor de La Repubblica , David Bernardi, perguntou o que podemos fazer para escapar da situação em que nos encontramos, após a crise do crédito, e como evitar as consequências. Como nos comportar e viver? Quais pos-sibilidades de que outras pessoas sigam o bom exemplo? Nossa confiança nas estratégias de vida, modos de agir, padrões de sucesso e ideal de felicidade que, nos últimos anos, nos disseram que valia a pena seguir, foi abalado e perdeu parte de sua autoridade e poder de atração. Como observou Mark Furlong, da La Trove University, Michigan: “ Acabou, foi tudo ralo abaixo... ”. “ Os melhores e brilhantes ” e “ os caras mais inteligentes da turma ”, fizeram tudo, espetacularmente, errado . Haverá um caminho de volta ao passado – caminhos para percor-rer na vida real, como nos filmes de Hollywood? Que depressão? Reação à perda de ilusões e à evaporação de sonhos, sentimento de que o mundo ao redor “ está indo para o brejo ”, nos levando junto. Não podemos fazer gran-de coisa para resistir ao fracasso ou mudar sua direção. O terremoto que afetou o crédito e sacudiu o mundo, após o ataque terrorista ao World Trade Center, talvez venha a ter efeitos similares. Segundo Mark Furlong, é a “ militariza-ção do eu ”. É o que vão fazer os produtores e comercian-tes interessados em capitalizar a catástrofe, transforman-do-a em lucro acionário, como de hábito.
    • Robert Greene, em “ 33 Estratégias de Guerra ”, temos: PARTE 1: GUERRA AUTODIRIGIDA: Estratégias: 1) Polaridade : declare guerra a seus inimigos. 2) Guerrilha mental : não combata a guerra que já passou. 3) Contrapeso : não perca a presença de espírito. 4) Zona de morte : crie uma sensação de urgência e desespero. PARTE 2: GUERRA ORGANIZACIONAL (de equipe): Estratégias: 5) Comando-e-controle : evite armadilha do pensamento em grupo. 6) Caos controlado : segmente suas forças. 7) Levantar o moral : transforma sua guerra em uma cruzada. PARTE 3: GUERRA DEFENSIVA: Estratégias: 8) Economia perfeita : escolha suas batalhas com cuidado. 9) Contra-ataque : vire a mesa. 10) Dissuasão : crie uma presença ameaçadora. 11) Não compromisso : troque espaço por tempo. PARTE 4: GUERRA OFENSIVA: Estratégias: 12) A grande estratégia : perca batalhas, mas ganhe a guerra. 13) Inteligência : conheça seu inimigo. 14) Blitzkrieg : vença a resistência com movimentos imprevisíveis. 15) Forçando estratégias : controle a dinâmica. 16) Centro de gravidade : atinja-os onde dói. 17) Dividir-e-conquistar : derrote-o em detalhes. Modernidade, Holocausto e Estratégias de Guerra
    • 18) Crucial : exponha/ataque o lado frágil dos adversários. 19) Aniquilação : cerque o inimigo. 20) Amadurecimento-para-a-foice : manobre-os em direção à fraqueza. 21) Guerra diplomática : negocie enquanto avança. 22) Saída : saiba como terminar as coisas. PARTE 5: GUERRA (SUJA) NÃO CONVENCIONAL: Estra-tégias: 23) Percepções erradas : teça uma mescla imperceptível de fato e de ficção. 24) Ordinário-extraordinário : o mínimo de expectativas. 25) Justa : ocupe o terreno elevado da moral. 26) Vazio : negue-lhes alvos. 27) Aliança : faça de conta que está trabalhando pelos inte-resses alheios, enquanto promove os seus. 28) Manobra para ganhar vantagem : dê a seus inimigos corda para se enforcarem. 29) Fait accompli : morda aos bocadinhos. 30) Comunicação : penetre em suas mentes. 31) Fronte-interior : destrua de dentro para fora. 32) Agressão passiva : domine enquanto parece se submeter. 33) Reação em cadeia : semeie incerteza e pânico com atos de terror. “ A vida do homem na Terra é uma guerra. ” – Jó, 7:1. Modernidade, Holocausto e Estratégias de Guerra
    • Com Al Ries & Jack Trout , temos: 1) A Lei da Liderança. 2) A Lei da Categoria. 3) A Lei da Mente. 4) A Lei da Percepção. 5) A Lei do Foco. 6) A Lei da Exclusividade. 7) A Lei da Escada. 8) A Lei da Dualidade. 9) A Lei do Oposto. 10) A Lei da Divisão 40. 11) A Lei da Perspectiva. 12) A Lei da Extensão de Linha. 13) A Lei do Sacrifício. 14) A Lei de Atributos. 15) A Lei da Sinceridade. 16) A Lei da Singularidade. 17) A Lei da Imprevisibilidade. 18) A Lei do Sucesso. 19) A Lei do Fracasso. 20) A Lei do Alarde. 21) A Lei da Aceleração. 22) A Lei de Recursos. “ As 22 Consagradas Leis do Marketing”
    • 7 innovative ways to get your customers to Check In Wherever They Are . 1) C onnect your Brand. 2) Connection Superstars. 3) H arness New Fans. 4) Newbie Ringleaders. 5) E ngage your Followers. 6) Superusers. 7) C reate Rewards. 8) Super Mayors. 9) K nock Out the Competition. 10) Swarm Masters. 11) I ncentive your Customers. 12) Local Heroes. 13) N ever Stop Entertaining. 14) Crunked Kings. 15) 10 Pitfalls to Avoid. 16) Foursquare Founders in their Own Words: “ Don’t let people tell you that your ideas can’t work. ” – Dennis Crowley, Cofounder, foursquare. “ The Power of Foursquare”, de Carmine Gallo
    • E, Polo disse: “ O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o in-ferno no qual vivemos todos os dias, que forma-mos ao estar juntos. Existem duas maneiras de não sofrer: (1) É fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte dele até deixar de percebê-lo; (2) É arriscada: exige atenção e aprendizagem contínuas. Tentar saber reconhe-cer quem e o que, no meio do inferno, não é in-ferno, e preservá-lo, abrir espaço para ele ”. Italo Calvino, em As Cidades Invisíveis . “ Era da pós-modernidade ”: aquela em que a postu-ra pós-moderna veio a se conhecer e “conhecer-se” significa perceber que o trabalho crítico não tem limi-tes e não poderia jamais alcançar seu ponto termi-nal – o “ projeto da modernidade ” não está apenas “ inacabado ”, mas é inacabável e essa “ inacababili-dade ” constitui a essência da era moderna. Em outras palavras, o que o Criador determinou foi a indeterminação humana , não a autossuficiência . A modernidade é um longo e contínuo esforço para chegar a essa autossuficiência . A ambivalência da modernidade
    • O futurista, inventor e empreendedor americano convoca gestores e empresas a preparar-se para o cenário de uma economia explosiva, com um sistema de produção e uma força de trabalho reinventados pela tecnologia acessível. A descentralização é característica do novo cenário, no mundo moderno. A revolução tecnológica ocorrerá também nos países em desenvolvimento. Creio que nem tudo terá patente, haverá muitas tecnologias de código aberto tam-bém, em alimentação, vestuário, etc. A maior das inovações não fracassa por falta de P&D ou modelo de negócio: elas poderiam vingar se seu timing es-tivesse certo. No século 21, não teremos 100 anos de progresso, mas 20 mil, por conta do crescimento exponencial. Ray Kurzweil fundou a Singularity University (SU) , dentro do Campus da NASA, em Mountain View, no Vale do Silício, Califórnia. Lá, ele auxilia na criação do futuro. A avatar de computador, Ramona – fusão de Ray com Monalisa, – inspirou o filme Simone , com Al Pacino. Agora, estrela sua própria película no cinema: “ The Singularity is Near ”. Conheça mais, em http://www.kurzweilai.net . A Era do Crescimento Exponencial, por Ray Kurzweil
    • “ United Breaks Guitars”: A United quebra violões Ilustrando o Mundo Líquido Moderno , citado por Zigmunt Bauman. O consumidor não aceita um "não" como resposta e usa sua inteligência e novas tecnolo-gias para expressar seu sentimento. Dave Carroll teve seu violão danificado durante um vôo da United Airlines e usou sua habilidade de músico para expressar sua in-dignação com a forma como foi tratado pela United. A a-titude se transformou num hit da Internet. Você também pode fazer valer seus direitos! O vídeo pode ser visto em: http://goo.gl/Mble : 463.373 de acessos para o vídeo legendado e 11.194.882 de acessos para o vídeo origi-nal (inglês)! Acesse http://www.davecarrollmusic.com .
    • Para ler, estudar e pesquisar – “de forma circular”: 50 Livros da Biblioteca Básica de Marketing Digital (texto adaptado): http://goo.gl/nW6eV Marketing na Era Digital, da Martha Gabriel: http://www.slideshare.net/marthagabriel/marketing-na-era-digital-por-martha-gabriel Google: Nossa Filosofia – Dez verdades em que acreditamos: http://goo.gl/KkJeE Download do livro-beta colaborativo: Para entender a Internet
    • Mudanças rápidas à vista... “ Um clique só não basta: Ser a empresa mais focada no cliente da face da Terra, onde as pessoas possam encontrar e descobrir tudo o que querem comprar online.” – Jeff Bezos, missão da Amazon.com .
    • ... sempre para melhor!  “ Mercados são conversações, paranóia aca-ba com elas e a comunidade do discurso é o mercado.” – “ 95 Theses ”, em “ The Cluetrain Manifesto: The End of Business as Usual ”.
    • Consegue perceber o grau da mudança? Branding, Inovação, Inteligência de Mer-cado, Estratégias e Reposicionamento, Planejamento e Marketing.
    • Bill Gates: “ Kurzweil oferece um olhar para um futuro no qual as capacidades do computador e da espécie que o criou ficarão mais próximas uma da outra ”. O local virtual fundindo-se ao local físico...
    • “ Quando se patina sobre o gelo fino, a segurança está na velocidade.” – Ralph Waldo Emerson, Sobre a prudência . Relatividade Tempo-Espaço
    • "Concentre-se nos  pontos fortes , reconheça as  fraquezas , agarre as  oportunidades e proteja-se contra as  ameaças ." -  Sun Tzu, 500 a.C. Sem a intenção de colocar um “ponto final”!
    • Sérgio Costa Taldo Engenheiro Mecânico, formado na UCP, em dez/1986, com especialização em Engª Térmica e Engª de Produção. Experiência de 9 anos, em revisão de turbinas de avião (turbinas GE/CFMI), nas empresas GE CELMA e GE VARIG. Possui um SOHO - Small Office Home Office, sendo Consultor em Tecnologia da Informação e Internet, desde 2000. Realizou os Cursos de Extensão: (1)- Marketing Digital , com  Carol Hoffmann , na UCP, no período de abril/maio, 2011 (36 horas/aula); (2)  Os 8Ps do Marketing Digital , com  Conrado Adolpho , no Rio de Janeiro, em 01-02.07.2011 (14 horas presenciais e 16 horas online). É um Consultor Certificado 8Ps do Marketing Digital (Turma 2 – RJ); (3) Curso Marketing na Era Digital , com Martha Gabriel (em São Paulo, em 18-19.11.2011). Também podemos nos encontrar aqui   Blog:  aconscienciaeabusca.blogspot.com Facebook:  facebook.com/sergiotaldo Twitter:  twitter.com/sergiotaldo Google+:  gplus.to/sergiotaldo Slideshare:  slideshare.net/sergiocostataldo Foursquare:  foursquare.com/sergiotaldo LinkedIn:  br.linkedin.com/in/sergiocostataldo YouTube: youtube.com/sergiocostataldo1 Para trocar informações :  [email_address] Obrigado pela sua presença e participação!  "Como a Internet pode Mudar o Mundo Líquido“: 18.01.2012