0
Curso: Capacitação na Aplicação e Biossegurança   Ambiental de Plantas Geneticamente Modificadas               26 a 30 de ...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneti...
Caso (característica, cultura, ambiente receptor)                      Definição do Caso                                  ...
Algodoeiro Bt no Brasil: Grupos funcionais                      selecionados                           Produção ↓         ...
Caso (característica, cultura, ambiente receptor)                      Definição do Caso                                  ...
O que abordaremos:- Processo de seleção de organismos não-alvo para  as ARA (espécies dentro de grupos funcionais)- Rotas ...
Caso (característica, cultura, ambiente receptor)                      Definição do Caso                                  ...
Metodologia para Análise de Risco de Plantas               GM em Organismos não-alvo                                      ...
Critérios para classificar dentro dos grupos funcionais: 1. Associação com a cultura    Distribuição Geográfica    Espec...
Critérios para classificar dentro dos grupos     funcionais: 2. Significância FuncionalQual a significância funcional da e...
Biodiversidade funcional nos         agroecossistemasVegetação natural                       Na cultura-alvo    próxima   ...
Significância Funcional para cada Espécie          ou Grupo de Espécies Grupos Funcionais:  Pragas -        Herbívoros p...
Significância Funcional: critérios de seleção     • Potencial na cultura-alvo     • Potencial em outras culturas     • Pot...
Matriz de Seleção 1Grupo Funcional:          Associação com a        SignificãnciaPredadores                    Cultura   ...
Matriz de Seleção 1Grupo Funcional:          Associação com a        SignificânciaPredadores                    Cultura   ...
Caso (característica, cultura, ambiente receptor)                      Definição do Caso                                  ...
Metodologia para Análise de Risco de Plantas                GM em Organismos não-alvo                                     ...
Metodologia para Análise de Risco de Plantas                GM em Organismos não-alvo                                     ...
Exposição e Efeitos adversos• Essa etapa é realizada somente com as espécies quereceberam as prioridades mais altas na Eta...
Examplo: Algodoeiro Bt no sul dos EUA (Akin et al 2002)             Table 1. Cry1Ac levels (ppm) among plant parts for thr...
Examplo: Algodoeiro Bt no sul dos EUA (Akin et al 2002)    Table 2. Cry2Ab levels (ppm) among plant parts for three locati...
Expressão da ToxinaPlanta GM    Folha   Flor   Estame   Pólen    Fruto   Xilema   Floema   Raiz    Exudados     Autores   ...
O nível de expressão do transgene                 depende:• Variedade da espécie na qual o transgene foi  inserido,• Tecid...
Exposição e efeitos adversos como uma cadeia                 causal hipotéticaO que vocês entendem por Exposição?         ...
Exposição e efeitos adversos como uma cadeia                   causal hipotéticaO que vocês entendem por Exposição?Exposiç...
Exposição e efeitos adversos como uma       cadeia causal hipotética• Análise de exposição:         a) produtos dos transg...
Exemplo: Teia trófica no algodão            Cultura
Cultura + herbívoros(incluindo polinizadores, microrganismos pragas, biota de solo e vetores)
Cultura + herbívoros + parasitóides/parasitas/predadores             (insetos, fungos, bactérias, ácaros, outros)
Cultura + herbívoros + parasitóides/parasitas/predadores +               hiperparasitóides/predadores
Teias Tróficas: Interações bitróficas e tritróficasExemplos: parasitóide/ planta                  polinizador/ planta     ...
Pólen                     Tecidos das         μg/g                        folhas              Floema                      ...
Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotética                               Consumidores em              ...
Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotéticaConsumidores em                 Consumidores emníveis trófic...
A exposição pode ocorrer: • folhas, caules, brotações • raízes, bulbos, rizomas • frutos, sementes • floema • nectários fl...
Matriz 1: Priorização de organismos não-alvo baseado em            princípios ecológicos.Matriz 1    Ponto final: Lista de...
Matriz de Seleção 1Grupo Funcional:            Potencial de            SignificânciaPredadores                   Exposição...
A. Identificar as rotas de exposição (direta eindireta):• Direta: O inseto se alimenta na planta? É possível a exposição à...
B. Classificar as espécies que são mais possíveis  de serem expostas à toxina:• Use dados que possam indicar a possibilida...
Matriz 2  É necessário conhecermos o nível de          expressão da toxina!Classificação: 1 = alta probabilidade de exposi...
Incertezas e Precaução• Preencher as lacunas do conhecimento com respostas que  poderão resultar: alta exposição ou possiv...
Matriz de Seleção 2                      Potencial Máximo de Exposição         Classificação      Espécie                 ...
Metodologia para Análise de Risco de Plantas                GM em Organismos não-alvo                                     ...
Efeitos adversos resultantes   das rotas de exposição
I. Caracterização de Efeito Adverso   • O que é um efeito adverso?
I. Caracterização de Efeito Adverso • O que é um efeito adverso? Mudanças que são consideradas indesejáveis   porque elas ...
I. Caracterização de Efeito Adverso • O que é um efeito adverso? Exemplos:   - decréscimo no controle biológico de   popul...
1. Caracterização do Efeito AdversoO que é caracterização do efeito adverso?Caracterização das consequencias negativaspote...
Consequências do efeito adverso      •   Magnitude      •   Tempo      •   Escala espacial      •   Reversibilidade
Impacto Ambiental de Organismo     Geneticamente Modificado (OGM)Vai depender (entre outros): Da espécie na qual a nova c...
Plantas GM podem afetar            os Inimigos Naturais: Diretamente através da alimentação sobre partes  da planta que e...
Metodologia para Análise de Risco de Plantas                GM em Organismos não-alvo                                     ...
Estressor                                  Planta Bt                             Bt -> afídeos             Polen Bt       ...
Estressor                                  Planta Bt                             Bt -> afídeos             Polen Bt       ...
Caracterização de Efeito Adverso:        Definir um Ponto Final       de Avaliação (“Endpoint”)     O que é um Ponto Final...
Caracterização de Efeito Adverso:        Definir um Ponto Final       de Avaliação (“Endpoint”)     O que é um Ponto Final...
Caracterização de Efeito Adverso:      Definir um Ponto Final     de Avaliação (“Endpoint”)  O que é um Ponto Final de Ava...
Ponto Final de Avaliação =       População de Doru luteipes no milho Bt (entidade ecológica)                  + densidade ...
Estressor                               Planta Bt                          Bt -> afídeos             Polen Bt            R...
Ranqueando as Hipóteses de Risco                               Aumento da adaptabilidade e                                ...
Ranqueando as Hipóteses de Risco                                   Aumento da adaptabilidade e                            ...
Testable hypothesis of risk          Estratégias para testar um grupo de                   hipóteses de risco   Ligações ...
   Ligações causais fracashypothesis of risk                Testable    Ligações causais chaves1) Milho Bt resistente a ...
Hipóteses de Risco Testáveis      Experimentos para testar as hipóteses:   Se assegure que o parasitóide será exposto a t...
Testable hypothesis of risk     2. Ranqueando os testes para as             Hipóteses de Risco   Probabilidade: qual é a ...
Hipóteses de Risco Testáveis      Experimentos para testar as hipóteses:   Avaliar o conteúdo de toxina Bt dentro dos ovo...
Hipóteses de Risco Testáveis      Experimentos para testar as hipóteses:   Avaliar o conteúdo de toxina Bt dentro dos ovo...
Análise de Risco:              Formulação do Problema           Caracterização   Caracterização          Avaliação        ...
A qualidade da           Formulação do Problema        avaliação dependerá               do grau de        Caracterização ...
Fonte: http://www.isaaa.org/resources/publications/briefs/43/executivesummary/default.asp, Páginaconsultada em 11/04/2012.
Plantas Bt liberadas para plantio comercial no Brasil                              Proteína     Cultura Nome comercial    ...
ProteínaCultura     Nome comercial                                        Pragas-alvo                                    e...
Wolfenbarger et al 2008
Wolfenbarger et al 2008 1) Estudos de campo conduzidos entre 1992 e 2006, 2) Culturas GM (algodão, milho e batata) que exp...
Wolfenbarger et al 2008“Predators were less abundant in Bt cotton compared to unsprayed non-Btcontrols. As expected, fewer...
Wolfenbarger et al 2008“Conclusions/Significance: Overall, we find no uniformeffects of Bt cotton, maize and potato on the...
Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306.
Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306.  - 80 estudos de laboratório e CV publicados até meados  de 2007,  ...
Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306.  “This synthesis identifes a continued bias toward studies on a few...
Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008)    Espécie     Toxina C...
Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008)        Espécie     Toxi...
Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008). (...continuação...)   ...
Quadro II - Inibidores de protease testados em abelhas por meio de testesde toxicidade oral. (Lima, MA, 2008)   Espécie In...
Quadro II - Inibidores de protease testados em abelhas por meio de testesde toxicidade oral (Lima, MA, 2008). (... Continu...
Curso: Capacitação na Aplicação e Biossegurança   Ambiental de Plantas Geneticamente Modificadas               26 a 30 de ...
Efeitos organismos não alvo carmen pires
Efeitos organismos não alvo carmen pires
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Efeitos organismos não alvo carmen pires

546

Published on

Published in: Technology
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
546
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
28
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Efeitos organismos não alvo carmen pires"

  1. 1. Curso: Capacitação na Aplicação e Biossegurança Ambiental de Plantas Geneticamente Modificadas 26 a 30 de novembro de 2012 Embrapa Milho e SorgoAnálise de Risco de Plantas GM sobre Organismos não-alvo Carmen Pires* *carmen.pires@embrapa.br Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
  2. 2. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.”Art. 6º. Para efeitos desta Resolução Normativaconsidera-se:I – avaliação de risco: combinação de procedimentos oumétodos, por meio dos quais se avaliam, caso a caso, ospotenciais efeitos da liberação comercial do OGM e seusderivados sobre o ambiente e a saúde humana e animal.II – organismo: toda entidade biológica capaz dereproduzir ou transferir material genético, inclusive víruse outras classes que venham a ser conhecidas;
  3. 3. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.”Art. 6º. Para efeitos desta Resolução Normativaconsidera-se:I – avaliação de risco: combinação de procedimentos oumétodos, por meio dos quais se avaliam, caso a caso,os potenciais efeitos da liberação comercial doOGM e seus derivados sobre o ambiente e a saúdehumana e animal.II – organismo: toda entidade biológica capaz dereproduzir ou transferir material genético, inclusive víruse outras classes que venham a ser conhecidas;
  4. 4. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.” ANEXO IV AVALIAÇÃO DE RISCO AO MEIO AMBIENTE (A)PLANTAS
  5. 5. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.” ANEXO IV AVALIAÇÃO DE RISCO AO MEIO AMBIENTE (A)PLANTAS“3. os possíveis efeitos em organismos indicadores relevantes(simbiontes, predadores, polinizadores, parasitas ou competidoresdo OGM) nos ecossistemas onde se pretende efetuar o seucultivo, em comparação com o organismo parental do OGM em umsistema de produção convencional;”
  6. 6. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.” ANEXO IV AVALIAÇÃO DE RISCO AO MEIO AMBIENTE (A)PLANTAS“3. os possíveis efeitos em organismos indicadores relevantes(simbiontes, predadores, polinizadores, parasitas ou competidoresdo OGM) nos ecossistemas onde se pretende efetuar o seucultivo, em comparação com o organismo parental do OGM em umsistema de produção convencional;” Quais organismos indicadores?
  7. 7. CTNBio, Resolução Normativa nº 5, de 12 de março de 2008:“Dispõe sobre normas para liberação comercial de OrganismosGeneticamente Modificados e seus derivados.” ANEXO IV AVALIAÇÃO DE RISCO AO MEIO AMBIENTE (A)PLANTAS“3. os possíveis efeitos em organismos indicadores relevantes(simbiontes, predadores, polinizadores, parasitas ou competidoresdo OGM) nos ecossistemas onde se pretende efetuar o seucultivo, em comparação com o organismo parental do OGM em umsistema de produção convencional;” Quais organismos indicadores? Como selecionar esses organismos?
  8. 8. Caso (característica, cultura, ambiente receptor) Definição do Caso (levantamentos de informação) Identificação dos possíveis efeitos adversos sobre os Modelo conceitual serviços ambientais no ambiente receptor Formulação do Problema Etapa (Tier) 1 Priorizar Grupos Funcionais Associação Significância funcional no com a cultura sistema de cultivo Metodologia para Etapa (Tier) 2 Priorizar Espécies ou grupos Análise de Risco de Identificação Rotas de Identificação Rotas Efeitos Especificação de medidas do efeito adverso Plantas GM em Exposição Adversos (endpoints) Organismos não-alvo Identificação da cadeia Construção Hipóteses de Risco causal entre o estressor e o efeito adverso Priorizar hipóteses para espécies Etapa (Tier) 3 selecionadas ou processos Planejamento Experimental Selecionar e conduzir Fase de análise Experimentos Tier 4...n Caracterização da Exposição Caracterização do Efeito Adverso DecisãoHipótese pode baseada em Caracterização do Riscoser descartada Dados Hipótese confirmada
  9. 9. Algodoeiro Bt no Brasil: Grupos funcionais selecionados Produção ↓ Solo ↓ Saúde Non-crop Valor Valor Qualidade Doenças econ. ↓ cultural ↓ ambiente ↓ humanas ↑ Conserv.↑Efeitos Adversos →Grupos FuncionaisHerbívoros - praga X X XPredadores/ Parasitóides XPolinizadores de culturas X X XDecompositores de solo X X XEspécies ameaçadas de Extinção XDoenças de plantas X
  10. 10. Caso (característica, cultura, ambiente receptor) Definição do Caso (levantamentos de informação) Identificação dos possíveis efeitos adversos sobre os Modelo conceitual serviços ambientais no ambiente receptor Formulação do Problema Etapa (Tier) 1 Priorizar Grupos Funcionais Associação Significância funcional no com a cultura sistema de cultivo Metodologia para Etapa (Tier) 2 Priorizar Espécies ou grupos Análise de Risco de Identificação Rotas de Identificação Rotas Efeitos Especificação de medidas do efeito adverso Plantas GM em Exposição Adversos (endpoints) Organismos não-alvo Identificação da cadeia Construção Hipóteses de Risco causal entre o estressor e o efeito adverso Priorizar hipóteses para espécies Etapa (Tier) 3 selecionadas ou processos Planejamento Experimental Selecionar e conduzir Fase de análise Experimentos Tier 4...n Caracterização da Exposição Caracterização do Efeito Adverso DecisãoHipótese pode baseada em Caracterização do Riscoser descartada Dados Hipótese confirmada
  11. 11. O que abordaremos:- Processo de seleção de organismos não-alvo para as ARA (espécies dentro de grupos funcionais)- Rotas de Exposição- Efeitos Adversos- Hipóteses de Risco
  12. 12. Caso (característica, cultura, ambiente receptor) Definição do Caso (levantamentos de informação) Identificação dos possíveis efeitos adversos sobre os Modelo conceitual serviços ambientais no ambiente receptor Formulação do Problema Etapa (Tier) 1 Priorizar Grupos Funcionais Associação Significância funcional no com a cultura sistema de cultivo Metodologia para Etapa (Tier) 2 Priorizar Espécies ou grupos Análise de Risco de Identificação Rotas de Identificação Rotas Efeitos Especificação de medidas do efeito adverso Plantas GM em Exposição Adversos (endpoints) Organismos não-alvo Identificação da cadeia Construção Hipóteses de Risco causal entre o estressor e o efeito adverso Priorizar hipóteses para espécies Etapa (Tier) 3 selecionadas ou processos Planejamento Experimental Selecionar e conduzir Fase de análise Experimentos Tier 4...n Caracterização da Exposição Caracterização do Efeito Adverso DecisãoHipótese pode baseada em Caracterização do Riscoser descartada Dados Hipótese confirmada
  13. 13. Metodologia para Análise de Risco de Plantas GM em Organismos não-alvo Etapa (Tier) 1 Associação Significância Funcional no Seleção decom a Cultura Sistema de Cultivo espécies: Matriz 1 Priorizar espécies ou grupos de espécies
  14. 14. Critérios para classificar dentro dos grupos funcionais: 1. Associação com a cultura  Distribuição Geográfica  Especialização de Habitat  Prevalência  Abundância  Fenologia  da cultura  ciclo de vida da espécie ou taxon na culturaObs.: critérios específicos para certosgrupos funcionais !!
  15. 15. Critérios para classificar dentro dos grupos funcionais: 2. Significância FuncionalQual a significância funcional da espécie ou taxon? GMO ERA Project
  16. 16. Biodiversidade funcional nos agroecossistemasVegetação natural Na cultura-alvo próxima Em outras culturas GMO ERA Project
  17. 17. Significância Funcional para cada Espécie ou Grupo de Espécies Grupos Funcionais:  Pragas -  Herbívoros praga  Patógenos praga  Ervas daninhas  Polinizadores  Agentes de Controle Biológico -  Predadores  Parasitas, patógenos e parasitóides GMO ERA Project
  18. 18. Significância Funcional: critérios de seleção • Potencial na cultura-alvo • Potencial em outras culturas • Potencial em áreas naturais • Outros papeis ecológicos GMO ERA Project
  19. 19. Matriz de Seleção 1Grupo Funcional: Associação com a SignificãnciaPredadores Cultura Funcional DG EH P A Fe C OC VN OF ClassificaçãoVespa 3 1 3 2 1 1 1 2 ? 14Polistes spp.Percevejo 3 1 2 2 1 2 2 2 ? 15Podisus nigrispinusJoaninha 3 1 3 3 2 3 3 2 ? 20Cycloneda sanguineaTesourinha 3 1 3 3 1 2 3 ? ? 16Doru luteipesCrisopídeos 3 1 2 2 2 3 1 2 ? 16Chysoperla externaAranhas 3 1 3 3 1 ? 2 2 ? 15Thomisidae
  20. 20. Matriz de Seleção 1Grupo Funcional: Associação com a SignificânciaPredadores Cultura Funcional GD HS P A TL C OC NA OF ClassificaçãoVespa 3 1 3 2 1 1 1 2 ? 14Polistes spp.Percevejo 3 1 2 2 1 2 2 2 ? 15Podisus nigrispinusJoaninha 3 1 3 3 2 3 3 2 ? 20Cycloneda sanguineaTesourinha 3 1 3 3 1 2 3 ? ? 16Doru luteipesCrisopídeos 3 1 2 2 2 3 1 2 ? 16Chysoperla externaAranhas 3 1 3 3 1 ? 2 2 ? 15Thomisidae
  21. 21. Caso (característica, cultura, ambiente receptor) Definição do Caso (levantamentos de informação) Identificação dos possíveis efeitos adversos sobre os Modelo conceitual serviços ambientais no ambiente receptor Formulação do Problema Etapa (Tier) 1 Priorizar Grupos Funcionais Associação Significância funcional no com a cultura sistema de cultivo Metodologia para Etapa (Tier) 2 Priorizar Espécies ou grupos Análise de Risco de Identificação Rotas de Identificação Rotas Efeitos Especificação de medidas do efeito adverso Plantas GM em Exposição Adversos (endpoints) Organismos não-alvo Identificação da cadeia Construção Hipóteses de Risco causal entre o estressor e o efeito adverso Priorizar hipóteses para espécies Etapa (Tier) 3 selecionadas ou processos Planejamento Experimental Selecionar e conduzir Fase de análise Experimentos Tier 4...n Caracterização da Exposição Caracterização do Efeito Adverso DecisãoHipótese pode baseada em Caracterização do Riscoser descartada Dados Hipótese confirmada
  22. 22. Metodologia para Análise de Risco de Plantas GM em Organismos não-alvo Etapa (Tier) 2 Especificação deIdentificação medidas do efeito Identificação Rotas de adverso (endpoints) Rotas Efeitos Exposição Adversos Identificação da cadeia causal entre o estressor e oConstrução Hipóteses de Risco efeito adverso Priorizar hipóteses para Etapa (Tier) 3 espécies selecionadas ou Planejamento processos Experimental
  23. 23. Metodologia para Análise de Risco de Plantas GM em Organismos não-alvo Etapa (Tier) 2 Especificação deIdentificação medidas do efeito Identificação Rotas de adverso (endpoints) Rotas Efeitos Exposição Adversos Identificação da cadeia causal entre o estressor e oConstrução Hipóteses de Risco efeito adverso Priorizar hipóteses para Etapa (Tier) 3 espécies selecionadas ou Planejamento processos Experimental
  24. 24. Exposição e Efeitos adversos• Essa etapa é realizada somente com as espécies quereceberam as prioridades mais altas na Etapa 1.• Essa etapa requer informação sobre o nível deexpressão do transgene específico. GMO ERA Project
  25. 25. Examplo: Algodoeiro Bt no sul dos EUA (Akin et al 2002) Table 1. Cry1Ac levels (ppm) among plant parts for three locations 2000 and 2001. Plant part Concentration [ppm] Terminal leaf 2.4 + 0.15 cd Lower canopy leaf 3.6 + 0.35 a Young square 1.8 + 0.15 ef White flower petal 3.1 + 0.23 b White stamen 2.7 + 0.13 bc Pink petals 2.4 + 0.11 cd Pink stamen 2.2 + 0.13 de Young boll 2.1 + 0.15 de 10-14 d-old boll wall 2.9 + 0.21 b 10-14 d-old boll . internal contents 1.5 + 0.08 f Numbers not followed by a common letter are significantly different (p<0.05, Proc GLM; SAS Institute 1998). GMO ERA Project
  26. 26. Examplo: Algodoeiro Bt no sul dos EUA (Akin et al 2002) Table 2. Cry2Ab levels (ppm) among plant parts for three locations separated by year. Concentration [ppm] Plant part 2000 2001 Terminal leaf 13.5 + 2.07 f 5.5 + 0.80 ef Lower canopy leaf 21.0 + 1.72 bc 14.4 + 0.34 a Young square 15.5 + 1.52 ef 11.2 + 1.52 b White flower petal 20.1 + 2.77 bcd 8.4 + 0.60 cd White stamen 26.2 + 0.69 a 8.8 + 0.70 bcd Pink petals 17.5 + 0.24 de 5.4 + 0.48 f Pink stamen 18.8 + 2.17 cde 5.6 + 0.46 ef Young boll 22.9 + 1.43 ab 8.0 + 1.76 cde 10-14 d-old boll wall 10.0 + 2.27 g 9.0 + 0.99 bc 10-14 d-old boll.internal contents 22.0 + 0.85 bc 6.4 + 0.32 def Numbers not followed by a common letter are significantly different (p<0.05, Proc GLM; SAS Institute 1998). GMO ERA Project
  27. 27. Expressão da ToxinaPlanta GM Folha Flor Estame Pólen Fruto Xilema Floema Raiz Exudados Autores da raizAlgodoeiro Akinet Bt al(Cry1Ac) +++ +++ ++ ++ (2002) Green- plate et al. + (1998)Algodoeiro Akin et Bt al(Cry 2Ab) ++ ++ +++ ++ (2002)Milho Bt ++ Nguyen(Cryi AB) (2004) Saxena & Stotzky +++ + ++ + (2000) GMO ERA Project
  28. 28. O nível de expressão do transgene depende:• Variedade da espécie na qual o transgene foi inserido,• Tecido da planta,• Condições ambientais. GMO ERA Project
  29. 29. Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotéticaO que vocês entendem por Exposição? GMO ERA Project
  30. 30. Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotéticaO que vocês entendem por Exposição?Exposição = condição de estar sendo submetido a umaação ou uma influência (ou: o contato ou a co-ocorrênciade um estressor com um receptor. EPA; USEPA 1998).Estressor = qualquer entidade física, química ou biológica quepossa induzir uma resposta adversa.Resposta Adversa ou Efeitos Adversos = trocas que sãoconsideradas indesejáveis porque elas alteram o valor estrutural oucaracterísticas funcionais dos ecossistemas ou de seuscomponentes. GMO ERA Project
  31. 31. Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotética• Análise de exposição: a) produtos dos transgene, b) metabólitos do transgene, ou c) trocas mediadas pelo transgene na planta GM. GMO ERA Project
  32. 32. Exemplo: Teia trófica no algodão Cultura
  33. 33. Cultura + herbívoros(incluindo polinizadores, microrganismos pragas, biota de solo e vetores)
  34. 34. Cultura + herbívoros + parasitóides/parasitas/predadores (insetos, fungos, bactérias, ácaros, outros)
  35. 35. Cultura + herbívoros + parasitóides/parasitas/predadores + hiperparasitóides/predadores
  36. 36. Teias Tróficas: Interações bitróficas e tritróficasExemplos: parasitóide/ planta polinizador/ planta predador/ planta Néctar, pólen polinizadorparasitóide de larva exudados da planta larva herbívoro larva predador
  37. 37. Pólen Tecidos das μg/g folhas Floema μg/g μg/g Sabugo e palha μg/g Xilema μg/gAcima do Solo Estames μg/gAbaixo no Solo Raízes μg/g Exudados das raizes μg/g
  38. 38. Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotética Consumidores em níveis bitróficos Pólen Tecidos das μg/g folhas Floema μg/g μg/g Sabugo e palha μg/g Xilema μg/g Acima do Solo Estames μg/g Abaixo no Solo Raízes μg/g Exudados das raizes μg/g Consumidores em níveis bitróficos
  39. 39. Exposição e efeitos adversos como uma cadeia causal hipotéticaConsumidores em Consumidores emníveis tróficos mais níveis bitróficoselevados Pólen Tecidos das μg/g folhas Floema μg/g μg/g Sabugo e palha μg/g Xilema μg/g Acima do Solo Estames μg/g Abaixo no Solo Raízes μg/g Exudados das raizes μg/g Consumidores em níveis tróficos mais Consumidores em elevados níveis bitróficos
  40. 40. A exposição pode ocorrer: • folhas, caules, brotações • raízes, bulbos, rizomas • frutos, sementes • floema • nectários florais e extra-florais • exudados, xilema • resíduos da planta, folhas senescentes e raízes • exudados das raízes • espécies herbívoras que se alimentaram na planta • “honeydew” produzidos pelos homópteras • outras excreções dos herbívoros (fezes) • consumidores secundários (predadores, parasitóides e parasitas) GMO ERA Project
  41. 41. Matriz 1: Priorização de organismos não-alvo baseado em princípios ecológicos.Matriz 1 Ponto final: Lista de espécies/organismos classificados de acordo com os riscos potenciais de exposição à cultura. Seleção de espécies ranqueadas com valores mais alto Matriz 2: Avaliação do potencial de exposição direta e indireta ao transgene e/ou aos seus metabólitos.Matriz 2 Ponto final: Lista de espécies classificadas de acordo com o risco de exposição ao trasngene.
  42. 42. Matriz de Seleção 1Grupo Funcional: Potencial de SignificânciaPredadores Exposição Funcional GD HS P A TL C OC NA OF ClassificaçãoVespa 3 1 3 2 1 1 1 2 ? 14Polistes spp.Percevejo 3 1 2 2 1 2 2 2 ? 15Podisus nigrispinusJoaninha 3 1 3 3 2 3 3 2 ? 20Cycloneda sanguineaTesourinha 3 1 3 3 1 2 3 ? ? 16Doru luteipesCrisopídeos 3 1 2 2 2 3 1 2 ? 16Chysoperla externaAranhas 3 1 3 3 1 ? 2 2 ? 15Thomisidae
  43. 43. A. Identificar as rotas de exposição (direta eindireta):• Direta: O inseto se alimenta na planta? É possível a exposição àtoxina ou já se conhece algum caso comprovado? Listar asdiferentes possibilidades.• Indireta: A presa/hospedeiro são expostos à toxina? É possível aexposição à toxina ou já se conhece algum caso? Listar asdiferentes possibilidades.• A exposição altera o comportamento, alterando o nível deexposição?
  44. 44. B. Classificar as espécies que são mais possíveis de serem expostas à toxina:• Use dados que possam indicar a possibilidade de exposição• Podemos classificar as espécies em grupos: - possivelmente serão expostas/ possivelmente Não serãoexpostas OU - probabilidade de exposição alta/ média/ baixa OU 1 = alta probabilidade de exposição 2 = média probabilidade de exposição 3 = baixa probabilidade de exposição GMO ERA Project
  45. 45. Matriz 2 É necessário conhecermos o nível de expressão da toxina!Classificação: 1 = alta probabilidade de exposição 2 = média probabilidade de exposição 3 = baixa probabilidade de exposição Classificações são frequentemente relativas e depende do conhecimento de especialistas !!!
  46. 46. Incertezas e Precaução• Preencher as lacunas do conhecimento com respostas que poderão resultar: alta exposição ou possivelmente será exposta (isso é o “pior cenário possível” de acordo com o Protocolo de Cartagena)• Classificar as espécies assumindo e não assumindo o “pior cenário possível”.• Se o “pior cenário possível” indica que as espécies poderão ser altamente expostas à toxina, então será importante coletar dados para reduzir essas incertezas. GMO ERA Project
  47. 47. Matriz de Seleção 2 Potencial Máximo de Exposição Classificação Espécie Sig ME CE NE Final Percevejo 2 2 1 2 2Podisus nigrispinus Joaninha 2 2 1 1 1Cycloneda sanguinea Crisopídeos MD, CE: 2 2 ou 3 2 ou 3 1 1Chysoperla externa NE: 1 Aranhas 3 3 3 3 3 Thomisidae
  48. 48. Metodologia para Análise de Risco de Plantas GM em Organismos não-alvo Etapa (Tier) 2 Especificação deIdentificação medidas do efeito Identificação Rotas de adverso (endpoints) Rotas Efeitos Exposição Adversos Identificação da cadeia causal entre o estressor e oConstrução Hipóteses de Risco efeito adverso Priorizar hipóteses para Etapa (Tier) 3 espécies selecionadas ou Planejamento processos Experimental
  49. 49. Efeitos adversos resultantes das rotas de exposição
  50. 50. I. Caracterização de Efeito Adverso • O que é um efeito adverso?
  51. 51. I. Caracterização de Efeito Adverso • O que é um efeito adverso? Mudanças que são consideradas indesejáveis porque elas alteram o valor estrutural oucaracterísticas funcionais dos ecossistemas ou de seus componentes.
  52. 52. I. Caracterização de Efeito Adverso • O que é um efeito adverso? Exemplos: - decréscimo no controle biológico de populações de insetos-praga. - redução população de abelhas polinizadoras. - surgimento de novas pragas. - desenvolvimento de resistência ao inseticida Bt. GMO ERA Project
  53. 53. 1. Caracterização do Efeito AdversoO que é caracterização do efeito adverso?Caracterização das consequencias negativaspotenciais de cada efeito adverso. GMO ERA Project
  54. 54. Consequências do efeito adverso • Magnitude • Tempo • Escala espacial • Reversibilidade
  55. 55. Impacto Ambiental de Organismo Geneticamente Modificado (OGM)Vai depender (entre outros): Da espécie na qual a nova característica foi introduzida. Da espécie doadora do gene de interesse. Do produto de expressão do gene. Dos outros genes presentes no “cassete de expressão”. Do ambiente no qual o OGM será introduzido.
  56. 56. Plantas GM podem afetar os Inimigos Naturais: Diretamente através da alimentação sobre partes da planta que expressam a proteína, Indiretamente através da utilização de presas que se alimentam sobre plantas GM, Indiretamente reduzindo as populações de presas (biodiversidade agrícola), Indiretamente através da interferência na comunicação química planta-presa-IN.
  57. 57. Metodologia para Análise de Risco de Plantas GM em Organismos não-alvo Etapa (Tier) 2 Especificação deIdentificação medidas do efeito Identificação Rotas de adverso (endpoints) Rotas Efeitos Exposição Adversos Identificação da cadeia causal entre o estressor e oConstrução Hipóteses de Risco efeito adverso Priorizar hipóteses para Etapa (Tier) 3 espécies selecionadas ou Planejamento processos Experimental
  58. 58. Estressor Planta Bt Bt -> afídeos Polen Bt Rota de alimentando nessa Exposição planta Hipotética Toxina Bt ingerida pela joaninha Seleção do Ponto Final de Mortalidade ou Avaliação redução da Rota dos adaptabilidadeRota Efeitos devido a ingestãoCausal Adversos da toxina Bt Hipótéticos Redução na população do predador Redução no controle Efeitos biológico natural Adversos Aumento de pragasPonto Final secundárias ou outras(“Endpoint”) pragas não-alvo da planta Bt.
  59. 59. Estressor Planta Bt Bt -> afídeos Polen Bt Rota de alimentando nessa Exposição planta Hipotética Toxina Bt ingerida pela joaninha Seleção do Ponto Final de Mortalidade ou Avaliação redução da Rota dos adaptabilidadeRota Efeitos devido a ingestãoCausal Adversos da toxina Bt Hipótéticos Redução na população do predador Redução no controle Efeitos biológico natural Adversos Aumento de pragasPonto Final secundárias ou outras(“Endpoint”) pragas não-alvo da planta Bt.
  60. 60. Caracterização de Efeito Adverso: Definir um Ponto Final de Avaliação (“Endpoint”) O que é um Ponto Final de Avaliação? É definido em Diretrizes para Avaliação de Risco Ecológico (EUA EPA, 1998) como"uma expressão explícita do valor ambiental a ser protegido, operacionalmente definido como uma entidade ecológica e seus atributos.”
  61. 61. Caracterização de Efeito Adverso: Definir um Ponto Final de Avaliação (“Endpoint”) O que é um Ponto Final de Avaliação? É definido em Diretrizes para Avaliação de Risco Ecológico (EUA EPA, 1998) como"uma expressão explícita do valor ambiental a ser protegido, operacionalmente definido como uma entidade ecológica e seus atributos.”
  62. 62. Caracterização de Efeito Adverso: Definir um Ponto Final de Avaliação (“Endpoint”) O que é um Ponto Final de Avaliação? Entidade ecológica(espécie, grupo funcional, população, comunidade,) + Atributo(fecundidade, densidade, número de espécies, etc ) (US EPA 1998)
  63. 63. Ponto Final de Avaliação = População de Doru luteipes no milho Bt (entidade ecológica) + densidade de adultos na área, etc (atributo) - DensidadeFoto: Ivan Cruz populacional de adultos e imaturos no milho Bt Ponto + - Mortalidade Final de quando alimentada Avaliação com lagartas que se alimentaram em Doru luteipes milho Bt. Etc...
  64. 64. Estressor Planta Bt Bt -> afídeos Polen Bt Rota de alimentando nessa Exposição planta Hipotética Toxina Bt ingerida pela joaninha Seleção do Mortalidade ou Ponto Final de redução da Avaliação Rota dos adaptabilidadeRota Efeitos devido a ingestãoCausal Adversos da toxina Bt Hipótéticos Redução na população do predador Redução no controle Efeitos biológico natural Adversos Aumento de pragasEnd point secundárias ou outras pragas não-alvo da planta Bt.
  65. 65. Ranqueando as Hipóteses de Risco Aumento da adaptabilidade e preferência por plantas Toxina Bt hospedeiras GM ingerida pelo pulgão do algodoeiro Redução dos predadores ou parasitóides Algodoeiro Aumento de Bt Redução dos predadores ou herbívoros não-alvo parasitóides Iniciador Toxina Bt ingerida por Ausência ou baixa herbívoro alvo abundância de competidores Novas pragas herbívoros Perda de produção Redução no uso de pesticidas “Endpoint”Probabilidade: qual é a chance de ocorrência de cada hipótese de risco?
  66. 66. Ranqueando as Hipóteses de Risco Aumento da adaptabilidade e preferência por plantas Toxina Bt hospedeiras GM ingerida pelo pulgão do algodoeiro Redução dos predadores ou parasitóidesAlgodoeiro Aumento de Bt Redução dos predadores ou herbívoros não-alvo parasitóidesIniciador Toxina Bt ingerida por Ausência ou baixa herbívoro alvo abundância de competidores Novas pragas herbívoros Perda de produção Redução no uso de pesticidas “Endpoint” Viabilidade: as hipóteses podem ser testadas?
  67. 67. Testable hypothesis of risk Estratégias para testar um grupo de hipóteses de risco Ligações causais fracas Ligações causais chaves Experimentos fácies e difíceis Escalonar os testes “Endpoints” experimentais
  68. 68.  Ligações causais fracashypothesis of risk Testable  Ligações causais chaves1) Milho Bt resistente a lagartas, parasitóide de ovos de lagartas Trichogramma sp. (Hymenoptera: Trichogrammatidae).2) Milho Bt resistente a lagartas, predador de larvas de instar I de S. frugiperda, Doru luteipes (Scudder, 1876) (Dermaptera: Forficulidae).
  69. 69. Hipóteses de Risco Testáveis Experimentos para testar as hipóteses: Se assegure que o parasitóide será exposto a toxina Bt. Considere as características do ciclo de vida e comportamento de alimentação do parasitóde. Considere a biologia e comportamento de alimentação do hospediero. Considere as taxas de mortalidade das larvas do parasitóde. Considere o impacto do parasitóide no controle biológico de pragas: populações naturais X populações liberadas. GMO ERA Project
  70. 70. Testable hypothesis of risk 2. Ranqueando os testes para as Hipóteses de Risco Probabilidade: qual é a chance disso ocorrer? Viabilidade: essa hipótese pode ser testada? GMO ERA Project
  71. 71. Hipóteses de Risco Testáveis Experimentos para testar as hipóteses: Avaliar o conteúdo de toxina Bt dentro dos ovos dos herbívoros (hospedeiro do parasitóide). Determinar se a toxina Bt afeta os imaturos do Trichogramma (desenvolvimento e sobrevivência) Determinar se o comportamento de busca do Trichogramma é afetado pela presença da toxina Bt dentro dos ovos do herbívoro. Avaliar o impacto geral da mortalidade ou redução de adaptabilidade do Trichogramma no controle biológico. Probabilidade GMO ERA Project
  72. 72. Hipóteses de Risco Testáveis Experimentos para testar as hipóteses: Avaliar o conteúdo de toxina Bt dentro dos ovos dos herbívoros (hospedeiro do parasitóide). Determinar se a toxina Bt afeta os imaturos do Trichogramma (desenvolvimento e sobrevivência) Determinar se o comportamento de busca do Trichogramma é afetado pela presença da toxina Bt dentro dos ovos do herbívoro. Avaliar o impacto geral da mortalidade ou redução de adaptabilidade do Trichogramma no controle biológico. Viabilidade GMO ERA Project
  73. 73. Análise de Risco: Formulação do Problema Caracterização Caracterização Avaliação da Exposição dos Efeitos do Risco Caracterização do Risco Estratégias deManejo Manejo de Riscodo Risco Modificado de R.Hill (2005) EPA (1998) Monitoramento EU (2002) e Avaliação
  74. 74. A qualidade da Formulação do Problema avaliação dependerá do grau de Caracterização Caracterização Avaliação conhecimento da Exposição dos Efeitos do Risco existente (sobre o que Caracterização será realizado e sobre do Risco os efeitos esperados). Estratégias deManejo Manejo de Riscodo Risco Modificado de R.Hill (2005) Monitoramento EPA (1998) EU (2002) e Avaliação
  75. 75. Fonte: http://www.isaaa.org/resources/publications/briefs/43/executivesummary/default.asp, Páginaconsultada em 11/04/2012.
  76. 76. Plantas Bt liberadas para plantio comercial no Brasil Proteína Cultura Nome comercial Pragas-alvo expressa Monsanto: Spodoptera frugiperda, Heliothis Milho Mon810 - Cry1Ab virescens, Helicoverpa zea, Yieldgard Diatraea saccharalis. Spodoptera frugiperda, Heliothis Milho Syngenta: Bt11 Cry1Ab virescens, Helicoverpa zea, Diatraea saccharalis. Dow/Pioneer e Dupont: Spodoptera frugiperda, Heliothis Milho Cry1F Herculex - virescens, Helicoverpa zea, TC1507 Diatraea saccharalis. Helicoverpa zea, Spodoptora Syngenta: MIR frugiperda, Agrotis ipsilon, Milho Vip3A 162 Ostrinia nubialis, Striacosta albicosta. Spodoptera frugiperda, Heliothis Monsanto: Cry1A.105 e Milho virescens, Helicoverpa zea, Mon89034 Cry2Ab2 Diatraea saccharalis Monsanto: Milho Cry3Bb1A Larvas de Diabrotica sp. Mon88017
  77. 77. ProteínaCultura Nome comercial Pragas-alvo expressa MON 87701 x Cry1Ac e Soja Lepidopteras e resistência a herbicida MON 89788 CP4 EPSPS Alabama argillacea, Pectinophora Monsanto: BollgardAlgodão Cry1Ac e NPTII gossypiella e Heliothis virescens. Resistência - Evento 531 a herbicida A. argillacea, H. virescens, P. gossypiella e Monsanto: Bollgard II Cry1Ac, Cry2Ab2 Spodoptera frugiperda. Parcial paraAlgodão - evento MON 15985 e NPTII Spodoptera spp. e Helicoverpa zea. Resistência a herbicida. Alabama argillacea, Heliothis virescens, Monsanto: MON Cry1Ac, NPTII eAlgodão Helicoverpa zea e Pectinophora gossypiella. 531 x MON 1445 CP4 EPSPS Resistência a herbicida. Heliothis virescens, Helicoperva zea, Dow AgroSciences: Spodoptera frugiperda, Alabama argillacea, Algodão Widestrike - Cry1Ac, Cry1F e Pectinophora gossypiella, SpodopteraAlgodão evento 281-24-236 x PAT exigua, Spodoptera eridania, Spodoptera 3006-210-23 frugiperda, Pseudoplusia includens, Trichoplusia ni. Resistência a herbicida. Alabama argillacea, Helicoverpa zea, Bayer: Algodão Cry1Ab, Cry2Ae Heliothis virenscens, Spodoptera spp,Algodão TwinLink - evento e PAT Pectinophora gossypiella e Pseudoplusia T304-40 x GHB119 includens. Resistência a herbicida.
  78. 78. Wolfenbarger et al 2008
  79. 79. Wolfenbarger et al 2008 1) Estudos de campo conduzidos entre 1992 e 2006, 2) Culturas GM (algodão, milho e batata) que expressam uma ou mais proteínas de B. thuringiensis, 3) No total, foram analisados 2.981 observações de 131 experimentos relatados em 47 estudos de campo publicados, 4) Estudos que mediram o efeito da cultura GM na abundância de artrópodes não-alvo (predadores, parasitoides, onivoros, detritívoros) em relação a um controle não GM (culturas com aplicação de inseticidas), 5) Estudos que trazem médias acompanhadas de desvio padrão (ou erro padrão), 6) Estudos publicados em inglês,
  80. 80. Wolfenbarger et al 2008“Predators were less abundant in Bt cotton compared to unsprayed non-Btcontrols. As expected, fewer specialist parasitoids of the target pestoccurred in Bt maize fields compared to unsprayed non-Bt controls, but nosignificant reduction was detected for other parasitoids.Numbers of predators and herbivores were higher in Bt crops compared tosprayed non-Bt controls, and type of insecticide influenced the magnitudeof the difference.Omnivores and detritivores were more abundant in insecticide-treatedcontrols and for the latter guild this was associated with reductions of theirpredators in sprayed non-Bt maize. No differences in abundance werefound when both Bt and non-Bt crops were sprayed.Predator-to-prey ratios were unchanged by either Bt crops or the use ofinsecticides; ratios were higher in Bt maize relative to the sprayed non-Btcontrol.”
  81. 81. Wolfenbarger et al 2008“Conclusions/Significance: Overall, we find no uniformeffects of Bt cotton, maize and potato on the functionalguilds of non-target arthropods. Use of and type ofinsecticides influenced the magnitude and direction ofeffects; insecticde effectswere much larger than those of Bt crops.These meta-analyses underscore the importance of usingcontrols not only toisolate the effects of a Bt crop per se but also to reflect thereplacement of existing agricultural practices.”
  82. 82. Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306.
  83. 83. Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306. - 80 estudos de laboratório e CV publicados até meados de 2007, - Estudos que tinham: um controle (não toxina ou a planta não GM), toxina purificada e ativada em dieta artificial, a planta GM ou partes dela, ou extratos da planta GM, - 55 estudos com toxinas Cry, 27 com inibidores de proteinase e 2 com ambas toxinas, - Variáveis: comportamentais (resposta a voláteis, preferencia de alimentação, consumo de presa, tempo até o pouso, ect); ciclo de vida (tempo de desenvolvimento, tx sobrevivência, reprodução, razão sexual, atividade enzimática).
  84. 84. Lovei, et al (2009). Environ. Entomol. 38(2): 293-306. “This synthesis identifes a continued bias toward studies on a few predator species, especially the green lacewing, Chrysoperla carnea Stephens, which may be more sensitive to GM insecticidal plants (16.8% of the quantiÞed parameter responses were signiÞcantly negative) than predators in general (10.9% significantly negative effects without C. carnea). Parasitoids were more susceptible than predators to the effects of both Cry toxins and proteinase inhibitors, with fewer positive effects (18.0%, significant and nonsignificant positive effects combined) than negative ones (66.1%, significant and nonsignificant negative effects combined). GM plants can have a positive effect on natural enemies (4.8% of responses were significantly positive), although significant negative (21.2%) effects were more common. Although there are data on 48 natural enemy species, the database is still far from adequate to predict the effect of a Bt toxin or proteinase inhibitor on natural enemies.”
  85. 85. Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008) Espécie Toxina Concentração Tipo de alimento Resultados Referência testada testada Apis Cry1Ba 0,625mg Pólen misturado a Sobrevivência e massa da Malone et mellifera toxina /g dieta complementos glândula hipofaringeana al., 2004 de pólen alimentares (operárias) inalteradas Apis Cry1Ab 5ng de toxina/ Pólen de milho Bt Sobrevivência e massa da Babendreier mellifera g de pólen e solução de glândula hipofaringeana et al., 2005 seco e 14,4µg açúcar misturada (operárias) inalteradas de toxina/ml à toxina de solução de açúcar Apis Cry1Ac 0,4; 0,2 e 0,1 Pólen de álgodão Mortalidade e atividade da Liu et al., mellifera de pólen/ml de Bt expressando enzima superóxido dismutase 2005 solução de Cry1Ac (operárias) inalteradas açúcar Apis Cry1Ab 1000g Solução de açúcar Mortalidade, taxas de consumo Ramirez- mellifera Cry1Ab/kg do xarope e capacidade de Romero et solução aprendizado inalteradas al., 2005 (operárias). Houve redução na atividade forrageadora durante e depois do tratamento Apis Cry1Ab 0,0014% de Pólen de milho Bt Comunidade bacteriana Babendreier mellifera massa de e solução de intestinal de operárias et al., 2007 toxina em açúcar misturada inalterada solução à toxina Apis Cry1Ab 2,8 ou 6,2ng Pólen de milho Bt Atividade forrageadora, Rose et al., mellifera de puro e misturado à performance da colônia, 2007
  86. 86. Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008) Espécie Toxina Concentraç Tipo de alimento Resultados Referência testada testad ão a Apis Cry1Ba 0,625mg Pólen misturado a Sobrevivência e massa da Malone et mellifera toxina /g complementos glândula hipofaringeana al., 2004 dieta de alimentares (operárias) inalteradas pólen Apis Cry1Ab 5ng de Pólen de milho Bt Sobrevivência e massa da Babendreier mellifera toxina/ g de e solução de glândula hipofaringeana et al., 2005 pólen seco e açúcar misturada (operárias) inalteradas 14,4µg de à toxina toxina/ml de solução de açúcar Apis Cry1Ac 0,4; 0,2 e 0,1 Pólen de álgodão Mortalidade e atividade da Liu et al., mellifera de pólen/ml Bt expressando enzima superóxido dismutase 2005 de solução Cry1Ac (operárias) inalteradas de açúcar Apis Cry1Ab 1000g Solução de Mortalidade, taxas de consumo Ramirez- mellifera Cry1Ab/kg açúcar do xarope e capacidade de Romero et solução aprendizado inalteradas al., 2005 (operárias). Houve redução na atividade forrageadora durante e depois do tratamento Apis Cry1Ab 0,0014% de Pólen de milho Bt Comunidade bacteriana Babendreier mellifera massa de e solução de intestinal de operárias et al., 2007 toxina em açúcar misturada inalterada solução à toxina
  87. 87. Quadro I - Proteínas Bt avaliadas em abelhas por meio de testes de toxicidade oral(Lima, MA, 2008). (...continuação...) Apis Cry1Ab 2,8 ou 6,2ng Pólen de milho Bt Atividade forrageadora, Rose et al., mellifera de puro e misturado performance da colônia, 2007 toxina/abelh à solução de mortalidade e desenvolvimento a açúcar de operárias inalterados Apis Cry1Ab 3 e 5000ppb Solução de açúcar Dose elevada alterou Ramirez- mellifera (parte por comportamento alimentar de Romero et bilhão) de aprendizagem de operárias al., 2008 toxina em solução Apis Cry1Ac 50µg Cry1Ac Dieta larval Sobrevivência e tempo de Lima et al., mellifera /larva artificial desenvolvimento larval no prelo inalterados Bombus Cry1Ac 11ng de Pólen misturado à Consumo de pólen, massa das Morandim & occidentali toxina/ g de solução de açúcar operárias, tamanho da colônia, Winston, se dieta de (2 partes de quantidade de cria e produção 2003 Bombus pólen massa de pólen: 1 de rainhas e machos impatiens parte de massa inalterados de açúcar)
  88. 88. Quadro II - Inibidores de protease testados em abelhas por meio de testesde toxicidade oral. (Lima, MA, 2008) Espécie Inibidor Concentrações Tipo de Resultados Referência testada testado alimento 1 Apis BBI e 0,01; 0,1 e Solução de Aumento da mortalidade, Pham-Delègue et mellifera SBTI 0,1 mg/ml açúcar diminuição da capacidade al., 2000 de aprendizado e da atividade de proteases intestinas de operárias Apis Aprotini 2,5mg/g Pólen misturado Diminuição da longevidade Malone et al., 2001 mellifera na a complementos e voo precoce de operárias alimentares Apis SBTI 0,1 e 1% do Dieta artificial Diminuição da Brodsgaard et al., mellifera total de sobrevivência, tempo de 2003 proteínas desenvolvimento e massa (massa:massa) corporal das larvas Apis Aprotini 2,5 mg/g de Pólen misturado Glândula hipofaringeana de Malone et al., 2004 mellifera na dieta a complementos operárias tratadas alimentares apresentou maior massa; longevidade e taxa de consumo de alimento de operárias inalteradas Apis BBI 100µg.ml-1 Solução de Atividade forrageadora Dechaume- mellifera açúcar inalterada Moncharmont et al., 2005
  89. 89. Quadro II - Inibidores de protease testados em abelhas por meio de testesde toxicidade oral (Lima, MA, 2008). (... Continuação...) Apis BBI 100µg.ml-1 Solução de Atividade forrageadora Dechaume- mellifera açúcar inalterada Moncharmont et al., 2005 Apis SBTI 1%, 0,5% Solução de pólen Redução do teor de Sagili et al., 2005 mellifera e 0,1% da e açúcar proteína da glândula dieta hipofaringeana, da atividade proteolítica intestinal e da sobrevivência de operárias adultas Apis SBTI 0,1% e 1% Solução de Redução da Babendreier et mellifera (massa:vol açúcar sobrevivência e da al., 2007 ume) comunidade bacteriana intestinal de operárias Bombus BPTI 10; 5; 1; Pólen misturado Efeitos na Malone et al., terrestris POT-1 0,1 e a complementos sobrevivência 2000 POT-2 0,001 alimentares (operárias adultas) mg.g-1
  90. 90. Curso: Capacitação na Aplicação e Biossegurança Ambiental de Plantas Geneticamente Modificadas 26 a 30 de novembro de 2012 Embrapa Milho e SorgoAnálise de Risco de Plantas GM sobre Organismos não-alvo Obrigada!!! Carmen Pires* carmen.pires@embrapa.br *carmen.pires@embrapa.br Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×