Anais - VII Enenge

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Anais - VII Enenge

  1. 1. Anais VI ENCONTRO NACIONAL DEGERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM
  2. 2. TRABALHO 01 PADRONIZAÇÃO DOS CARROS DE EMERGÊNCIA PARA UNIDADES DE ALTA COMPLEXIDADE DE UM HOSPITAL ESCOLA: propostaCARNEIRO, TAIZE MURITIBA; RIBEIRO, ELISA AUXILIADORA DA FRANÇA;SILVA, IRANETE ALMEIDA SOUSACOMPLEXO HOSPITALAR UNIVERSITÁRIO PROESSOR EDGARD SANTOS (COM-HUPES)INTRODUÇÃO: carro de emergência é um móvel com equipamentos, materiais e medicamentos utilizados pelaequipe de saúde em situações críticas que exigem assistência imediata. Deve conter gavetas, ter fácil acesso etransporte. Sua organização promove a assistência segura ao paciente e favorece o equilíbrio da equipe nomomento do uso. Assim, a padronização do tipo e número de materiais, medicamentos, e equipamentos, éimprescindível. Padronizar é um método de redução ou eliminação das variedades sem causar prejuízos à execuçãodo procedimento. Esta proposta justifica-se pela necessidade de uniformizar e desencadeou-se a partir dosquestionamentos da equipe quanto adequação da padronização vigente.OBJETIVO: apresentar nova proposta de padronização dos carros de emergência para unidades de altacomplexidade. METODOLOGIA: trata-se de proposta para padronização de carros de emergência, considerando o perfil dosusuários e a rotina da organização, para unidades de um Complexo Hospitalar público de ensino, da cidade deSalvador-Ba, realizada no período de junho a outubro de 2007, por enfermeiras da unidade de tratamento intensivogeral (UTI) e cardiológica (UTI-C), conforme as recomendações da American Heart Association e Agência Nacionalde Vigilância Sanitária. Para acompanhamento foi elaborado um instrumento de controle.RESULTADOS: a proposta foi elaborada, encontra-se no Centro de Estudo e Pesquisas em Enfermagem paraapreciação, e em teste na UTI-C.CONCLUSÃO: a experiência de elaborar esta proposta possibilitou-nos reflexão sobre a importância da organizaçãoe uniformidade dos carros de emergência para o atendimento nas situações críticas, para favorecer o ensino ereduzir os desperdícios.CARNEIRO TM. Enfermeira Especialista. Supervisora do Serviço de Terapia Intensiva do COM-HUPES – UFBA.Docente da Faculdade de Enfermagem da Universidade Católica do Salvador. taizemuritiba@ufba.brRIBEIRO E.A.F. Enfermeira Especialista. Coordenadora do Serviço de Terapia Intensiva Cardiológica do COM-HUPES – UFBA. elisaenfa@bol.com.brSILVA, I.A.S. Mestre em Enfermagem pela UFBA. Coordenadora do Serviço de Terapia Intensiva do COM-HUPES-UFBA. Docente da Faculdade de Enfermagem São Camilo-BA. iranetealmeida@hotmail.comReceba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile!Crie já o seu!__________ Informação do NOD32 IMON 2993 (20080401) __________Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírushttp://www.eset.com.br
  3. 3. TRABALHO 02CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM RELAÇÃO AOS PREÇOS DOS MATERIAIS E PROCEDIMENTOS. Renata Donato Janeri, Miriam Rodrigues de Medeiros, Sarah Munhoz Hospital Israelita Albert EinsteinIntrodução: Com a abertura da economia nacional, que permitiu a comparação de preços e qualidade dos produtos,os administradores hospitalares passaram a ter maiores preocupações com o custo das atividades, e oconhecimento do desperdício tornou-se fundamental para a competição no mercado. O enfermeiro como participantede uma política de redução de custos, pode contribuir para um controle mais efetivo dos recursos de sua unidade detrabalho propondo medidas que evitem o desperdício e re-trabalho por parte de sua equipe que desempenha umimportante papel com relação ao material de consumo.Objetivo: Verificar o conhecimento dos profissionais de enfermagem no que se refere aos preços dos materiais eprocedimentos.Método: Estudo descritivo, quantitativo desenvolvido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de um hospitalprivado em São Paulo. A população foi composta por profissionais de enfermagem. Para a coleta de dados foiutilizado um roteiro semi-estruturado contendo os materiais mais utilizados na unidade e os procedimentos deenfermagem.Resultados: Participaram da pesquisa 91 colaboradores. Os enfermeiros acertaram 5,6% dos preços de materiais e1,8% dos procedimentos. Os técnicos de enfermagem acertaram, na mesma ordem de apresentação,respectivamente 3,5% e 1,5%.Conclusão: Urge a condição de que o profissional de enfermagem esteja apto a atender às demandas dasOrganizações de Saúde, preocupadas com a elevação crescente de custos, a divulgação dos custos de materiais eprocedimentos, o controle de desperdícios e a otimização de resultados, assumindo assim, um papel efetivo nagestão econômica das instituições de saúde.
  4. 4. TRABALHO 03 MEDIDA DE CARGA DE TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CORONARIANA.Renée Costa Amorim, Márcia Galan PerrocaHospital de Base de São José do Rio PretoIntrodução: Carga de trabalho de enfermagem identifica o tempo gasto pela equipe para realizar as atividades desua responsabilidade, relacionadas direta ou indiretamente ao paciente. Justificativa: Sua mensuração possibilita aadequação do pessoal de enfermagem em unidades hospitalares. Objetivo: Mensurar a carga de trabalho da equipede enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Coronariana mediante a aplicação do Nursing Activities Score(NAS). Método: Estudo descritivo e exploratório, com 143 pacientes internados em uma unidade de terapia intensivacoronariana, em hospital escola, no interior do Estado de São Paulo, no período de setembro a outubro de 2007.Resultados: A idade média dos pacientes foi de 60,8 13 anos e o tempo médio de permanência de 5,7 7,4 dias. Oinstrumento foi aplicado 595 vezes obtendo-se NAS médio total de 67,4 pontos. A atividade mais pontuada foi àreferente à medicação -100%. A carga de trabalho total identificada na unidade foi de 16,3 horas sendo 14,9 horaspara os pacientes clínicos e 18,4 horas para os cirúrgicos (p<0,001). Conclusão: A mensuração da carga de trabalhopossibilita o dimensionamento quantiqualitativo de pessoal de enfermagem e redesenho do processo de trabalho.Relator: enf. Clínica da Unidade Coronariana do Hospital de Base de São José do Rio Preto e aluna do curso deespecialização de gerenciamento de enfermagem da FAMERP.
  5. 5. TRABALHO 04 TENDÊNCIAS DO MOVIMENTO DE UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CARDIOLÓGICA: UM ESTUDO RESTROSPECTIVOBRANDÃO, Kathlene Rocha, CARNEIRO, Taize Muritiba, CRUZ, Enêde Andrade da, RIBEIRO, Elisa Auxiliadora daFrança, SILVA, Iranete Almeida Sousa, SILVA, Jackson Rogério Nascimento COMPLEXO HOSPITALAR UNIVERSITÁRIO PROFESSOR EDGARD SANTOS – UFBAIntrodução: doenças cardiovasculares constituem uma das maiores causas de morbi-mortalidade mundial, situaçãoque agrava-se com a escassez de vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Assim, considera-se relevanteestudar a movimentação de pacientes em uma UTI cardiológica (UTI-C), para oferecer subsídios ao planejamento eimplementação dessas unidades. Objetivo: descrever a movimentação da UTI-C de um complexo hospitalar públicode ensino, de Salvador-Ba, que atende ao Sistema Único de Saúde (SUS). Metodologia: trata-se de estudo de casodescritivo, quantitativo, realizado na organização escolhida considerando variáveis: idade, sexo, procedência,diagnóstico médico, tratamento, tempo de permanência, altas, óbitos, transferências externas e reinternações.Utilizado usuários internados de maio a dezembro de 2007 na UTI-C. Os dados foram extraídos de censos mensais.Tratamento e análise foram efetivados a partir de números absolutos e relativos. Resultados: foram admitidos 203pacientes entre 19 e 89 anos, média de 62; 111(55%) feminino e 92(45%) masculino. Destes, 174(86%) procedentesde unidades do hospital, e 29(14%) da central de leitos do Estado. O que evidencia grande incidência de doençascardiovasculares no Estado. Do total 167(82,26%) obtiveram alta, 21(10,34%) transferência externa e 15(7,40%)evoluíram a óbito; 47(23%) submetidos à cirurgia cardíaca: 17(36%) revascularização do miocárdio, 19(40 %) valvar,6(13 %) congênitos e 5(11 %) outros. O tempo de permanência variou de 01 a 67 dias, média de 3,34, 18(9%)reinternações. Diagnósticos médicos mais freqüentes: Angina, Infarto Agudo do Miocárdio e Arritmias Cardíacas.Conclusão: a movimentação desta UTI-C constitui ferramenta para tomada de decisões e garantia de atendimentoàs demandas do SUS.RIBEIRO, E.A.F. Enfermeira especialista. Formação em Neurolinguistica. Coordenadora da UTI Cardiológica do C-HUPES-UFBA. Rua Plínio Moscoso, 434/602, Chame-Chame, Salvador-Ba, 40155-190. elisaenfa@bol.com.br. (71)3245.5708.
  6. 6. TRABALHO 05 Gerenciamento de gestantes: programa boa hora.Daniela Gonçalves Caseca Salata*, Larissa Kozloff Naves, Renata Trindade Monteiro, Silvia Maria Ribeiro Oyama,Caio Seixas Soares, Roderick Beltrão WilsonOmint Serviços de SaúdeIntrodução: A gestação é um fenômeno fisiológico e sua evolução ocorre normalmente sem intercorrências. Apesardisso, há uma pequena parcela de gestantes que, por terem características específicas, apresentam maiorprobabilidade de evolução desfavorável, tanto para o feto como para a mãe : são as chamadas gestações de altorisco. O objetivo da assistência pré-natal é garantir o bom andamento das gestações de baixo-risco e, também, deidentificar adequada e precocemente quais as gestantes com maior chance de apresentar uma evoluçãodesfavorável.Justificativa: O programa, coordenado por uma enfermeira, foi criado para oferecer um atendimento diferenciado eatender às necessidades de todo acompanhamento pré natal e puerperal.Objetivo: Oferecer à gestante um atendimento personalizado e individualizado a fim de acompanhar todo o períodogestacional, visando minimizar e/ou acompanhar possíveis intercorrências.Método: Visitas domiciliares bimestrais de enfermeira, acompanhamento de equipe multidisciplinar quandonecessário, call center 24 horas e cartilha explicativa para cada fase da gestação. Período de acompanhamento:primeiras semanas até 1 mês após o nascimento, dando ênfase maior ao aleitamento materno.Resultados: Em 18 meses de programa viabilizou-se a detecção precoce da população de gestantes de alto-risco(gestações gemelares, idade acima de 34 anos e antecedentes obstétricos patológicos) e a possibilidade deestabelecer um perfil de 34% do total da população.Conclusão: Esta experiência mostrou-se eficaz e vantajosa, uma vez que podemos acompanhar todos os estágiosde uma gestação, dando todo o suporte necessário para qualquer eventualidade. Além disso, é uma importanteferramenta para mapear e gerenciar uma determinada população.
  7. 7. TRABALHO 06 PERFIL SAÚDE: UM METODO PARA MAPEAMENTO DA POPULAÇÃO NAS EMPRESAS.Silvia Maria Ribeiro Oyama; Larissa Kozloff Naves, Renata Trindade Monteiro, Daniela Golçalves Caseca Salata,Caio Seixas Soares, Roderick Beltão Willson,Omint Serviços de SaúdeIntrodução: Atualmente já estão comprovados os benefícios dos programas de promoção da saúde e qualidade devida no trabalho. No âmbito empresarial pode-se atuar em diversas áreas, desde a promoção de saúde com oestímulo à adoção de hábitos saudáveis, como prática de atividades físicas, controle do peso e tabagismo, até oacompanhamento de portadores de doenças crônicas, como os programas de gerenciamento de crônicos.Justificativa: Para planejar um programa de qualidade de vida adequado para uma empresa, é necessário conheceras suas necessidades e particularidades.Objetivo: Apresentar método de elaboração do perfil de saúde.Método: A identificação do perfil da população da empresa é realizada através da aplicação de um questionário paratodos os funcionários, onde são abordados algumas características epidemiológicas, tas como: estado de saúde,identificação de comportamentos de riscos para desenvolvimento de doenças crônicas (tabagismo, sedentarismo,obesidade, estresse), freqüência da realização de exames preventivos, vacinas, entre outros. As respostas doquestionário são em múltipla escolha. O preenchimento pode ser realizado pela internet ou meio físico (papel). Apóso recebimento dos questionários, os dados são colocados em sistema, possibilitando análise dos dados paraelaboração do relatório gerencial.Neste relatório, é possível direcionar as ações prioritárias na empresa, identificando suas reais necessidades econseqüentemente maximizando os custos com programas de qualidade de vida.Resultado: A metodologia descrita tem se mostrado uma ferramenta eficaz no direcionamento dos programas dequalidade de vida nas empresas, proporcionando um diagnóstico da população, possibilitando implementar ações depromoção de saúde e prevenção de doenças.
  8. 8. TRABALHO 07 Gerenciamento de portadores de doenças crônicas: análise estatística dos indicadores de performance.Larissa Kozloff Naves*, Renata Trindade Monteiro, Daniela Golçalves Caseca Salata, Silvia Maria Ribeiro Oyama,Caio Seixas Soares, Roderick Beltrão Wilson. Omint Serviços de SaúdeIntrodução: As doenças crônicas representarem cerca de 60% das mortes, em todo o mundo. Os programas degerenciamentos de crônicos tem como objetivo restabelecer o estado de saúde em ambiente domiciliar através doatendimento multidisciplinar promovendo orientação do manejo da doença. As informações do cliente sãocentralizadas em um profissional, o qual direciona para toda equipe multiprofissional que o acompanha, diminuindoos riscos de possíveis descompensações.Justificativa: O gerenciamento de portadores de doenças crônicas pode ser uma alternativa para melhoria doatendimento ao cliente junto com uma redução dos custos da assistência médica.Objetivo: Analisar indicadores de performance de um programa de gerenciamento de doenças crônicas.Método: Todos os clientes gerenciados, recebem visitas de uma enfermeira, de acordo com o seu grau de riscoclínico, call center 24 horas, coleta domiciliar de exames laboratoriais e oxigenioterapia. Para medir a eficácia doGerenciamento de pacientes crônicos foram usados três indicadores de performance: Média de internação, Médiade diárias consumidas e Média de diárias por internação por paciente, pelo período de 1 ano antes e 1 a 3 anospós programa.Resultado: A análise dos indicadores apontou uma média de 2,05 internações por paciente pré-programa e a médiade consumo de diárias hospitalares. Após o início nos programas de gerenciamento, esse número caiu para 0,96internações por paciente e destes 6,7 diárias hospitalares.Conclusão: Os indicadores utilizados demonstraram a eficácia e efetividade do programa e seu custo-benefício,sugerindo que o controle da doença diminui as hospitalizações e o tempo de permanência hospitalar.
  9. 9. TRABALHO 08INOVAÇÃO NA ASSISTÊNCIA INTEGRAL AO PACIENTE CLÍNICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL ESTADUAL DO IPIRANGA.Tereza Hidemi Hassegawa1, Geny Cândida de Jesus2, Sandra Cristina Perez Tavares3, Eliane da Silva Grazziano4Hospital Ipiranga – São PauloINTRODUÇÃO: Os indivíduos acometidos por infecções crônicas necessitam de cuidados constantes. A enfermeira,neste contexto, busca desenvolver uma assistência globalizada visualizando o cuidar nas dimensões físicas,emocional e espiritual (Shimizu, Guitierrez, 2007). Com a terceira revolução industrial, novos modelos deorganização do trabalho e relações sociais influenciam as atividades profissionais levando a maior integração entreas funções (Martins e Dal Poz, 1998;Peduzzi, 2002).OBJETIVO: O estudo relata a experiência de um grupo deenfermeiras do Hospital Ipiranga (SES) na implantação de um modelo de gestão da assistência baseado no modeloAssistência Integral. DISCUSSÃO: O modelo visa aproximar a equipe de enfermagem do paciente e diminuir odesgaste físico dos mesmos. Para tanto, foi determinado um espaço físico para o profissional e garantia da prontadisponibilidade dos insumos necessários à execução da assistência de enfermagem. Após aprovação do projetopela Diretoria Clínica e de Enfermagem, as reformas de área física, redimensionamento de pessoal, treinamento daequipe e orientação dos pacientes e familiares foram iniciadas. Foi estabelecido que para cada enfermaria (04 leitos)haveria um profissional de enfermagem designado para assisti-los durante o período de trabalho. CONCLUSÕES: Omodelo trouxe vários benefícios para o cliente, a saber: assistência integral e imediata, melhora da confiança entreos paciente, enfermagem e acompanhantes, maior tempo de contato pessoal entre o profissional e pacientereduzindo a ocorrência de eventos adversos. Para o profissional, pode-se perceber a alteração do humor, maiordisposição e motivação no trabalho. Para a instituição, houve ganho com redução de custos.REFERÊNCIASMartins MIC, Dal Poz MR. A qualificação de trabalhadores de saúde e as mudanças tecnológicas. Physis1998;8(2):125-146.Peduzzi M. Mudanças tecnológicas e seu impacto no processo de trabalho em saúde. Trabalho, Educação e Saúde,2002;1(1):75-91.Shimizu HE, Guitierrez BAO. Participação de enfermeiros na implantação e desenvolvimento de um grupomultidisciplinar de assistência a pacientes crônicos e terminais. Disponível em:http://www.ee.usp.br/REEUSP/upload/html/414/body/v31n2a07.htm
  10. 10. TRABALHO 09 A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTA DO CICLO PDCA – GRÁFICO DE ISHIKAWA NA EVIDÊNCIA DOS CASOS DE INCIDENCIA DE ÚLCERAS POR PRESSÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA.Autoras: Clodine Pepes, Martha Rejane Silva Augusto, Renata Carolina Ishikawa.Introdução: A úlcera por pressão (UPP) é uma complicação comum em pacientes críticos hospitalizados, tornando-se um problema sério para os mesmos. A prevenção deste tipo de complicação é um desafio para a assistência deenfermagem (FERNANDES, 2000). O gerenciamento para a qualidade adota técnicas de resolução de problemas,conhecidas genericamente como “Ferramentas da Qualidade”, que possuem notável aplicação na identificação e nodiagnóstico de falha no processo e mediação das melhorias alcançadas.Objetivo: Elaboração da ferramenta - Gráfico de Ishikawa, para identificação de problemas relacionados àsUlceras Por pressão em unidade de Terapia Intensiva e apoio na adoção de medidas preventivas.Método: Para a realização do Gráfico de Ishikawa dividimos a incidência dos casos de UPP em duas partes: ascausas deste problema e os efeitos do problema, visualizando medidas para sanar o problema, atuando na causa ouno efeito. Resultados: Com a elaboração deste instrumento conseguimos evidenciar falha no processo e conseqüentesincidências de UPP. Conseguimos focar quais fatores influenciavam intrínseca e extrinsecamente na presença denovos casos, lembrando que o custo do tratamento de um paciente portador de UPP é caro comparado com osbenefícios da prevenção.Conclusão : Adotar um programa de qualidade é buscar melhorias contínuas no atendimento, na redução doscustos, na diminuição dos prazos e de desperdício. O comprometimento de todos é essencial, pois sem estes osistema não funciona.Em longo prazo as medidas de prevenção, a satisfação do cliente e a gratificação profissional impulsionam acategoria a novos estudos através da enfermagem baseada em evidencias.Referencias BibliográficasDANTAS, S.R; JORGE, S.A, Abordagem Multiprofissional do Tratamento de Feridas – Ed. AtheneuPEDROSA, T.M.G; COUTO, R.C; Hospital: Acreditação e Gestão em Saúde, 2ªedição, Ed. Guanabara Koogan, RJTAJRA,S.F; Gestão Estratégica Na Saúde: Reflexões e Praticas para uma administração voltada para excelência,Ed. Iatria, São Paulo, 2006TENÓRIO, E. B.; BRÁZ, M. A intervenção do Enfermeiro como diferencial de qualidade no tratamento de feridas.Rio de Janeiro: Pronep, 2002Relator: Clodine Pepes – Enfermeira Especialista em Dermatologia Unifesp – Coordenadora Comissão deCurativos – Unimed Paulistana – Hospital Santa HelenaEnd: Rua Tupi 103 apto 103BFone: 7667 3083Email: clodine.pepes@unimedpaulistana.com.br clodinepepes@hotmail.com
  11. 11. TRABALHO 10 A IMPORTÂNCIA DA INSERÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE ACOLHIMENTO DO HOSPITAL MUNICIPAL SALLES NETTO: FACILIDADES X DIFICULDADES ANETE PATITUCCI LAGE*Trata-se de um estudo cujo objeto de análise é “a importância da inserção da equipe de enfermagem no processo deacolhimento do Hospital Municipal Salles Netto: facilidades e dificuldades”. O interesse em desenvolver estapesquisa surgiu a partir da observação e relatos da equipe de enfermagem, onde percebeu-se a desmotivação, bemcomo o desacolhimento do grupo. Baseado nisso, os objetivos traçados foram: identificar o nível de conhecimentodos profissionais de enfermagem do HMSN acerca do acolhimento e de fatores relacionados à motivação notrabalho, bem como, descrever a relação profissional x cliente x acompanhante e suas implicações O estudorealizado teve uma natureza exploratória e a sondagem do problema foi realizada mediante análise quanti-qualitativa. O universo deste estudo foi composto de cinqüenta profissionais de enfermagem lotados na Seção deEnfermagem do Hospital Municipal Salles Netto. O instrumento utilizado foi um questionário, composto de questõesfechadas, semi-abertas e abertas.A coleta de dados foi feita mediante a aplicação do instrumento (questionário) e osdados foram coletados pela autora nas enfermarias, ambulatório, sala de procedimentos e na sala de vacinação. Aanálise dos dados foi realizada mediante quadros e gráficos. De acordo com os resultados obtidos, percebemos queos profissionais relacionam o acolhimento, principalmente, às relações interpessoais, metade destes relataramsentir-se desmotivados, enquanto a metade restante, alegaram estar motivados em seu local de trabalho.Valeressaltar que, no aspecto desacolhimento, apesar de a maioria dos profissionais relatarem sentir-se acolhidos, háuma contradição com as percepções da autora, a qual observa na prática diária o desacolhimento. No que dizrespeito ao trinômio profissional x cliente x acompanhante, notamos que a relação profissional x acompanhanteprecisa ser repensada, uma vez que recebeu a classificação de irregular por parte dos profissionais. Espera-se comesta pesquisa, contribuir, no sentido de propor uma reflexão acerca das implicações do acolhimento nas relaçõeshumanas dentro do contexto da saúde.
  12. 12. TRABALHO 11 PERFIL DOS PROFISSIONAIS DA CENTRAL DE DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DO HOSPITAL SÃO PAULORita Marina Ribeiro Melo de Queiroz, Lilian Lestingi Labbadia, Elisabeth Niglio de FigueredoInstituição - Hospital São Paulo / UNIFESPRESUMOA Central de Desinfecção e Esterilização do Hospital São Paulo (CDE) processa aproximadamente 80 mil itens pormês. Considerando-se a introdução de novas tecnologias e a complexidade dos materiais, faz-se necessário oinvestimento em capacitação.Quanto maior conhecimento o profissional apresenta, mais forte e ao mesmo tempo mais flexível ele se apresentarápara enfrentar as mudanças e rupturas que podem surgir no dia-a-dia de uma organização (Ruthes e Cunha, 2008).A gerência de enfermagem da CDE preocupada com a valorização e capacitação dos profissionais que atuam nestaunidade, buscou conhecer o perfil do trabalhador da Central de Desinfecção e Esterilização, sua qualificação para aexecução das tarefas específicas do setor e o grau de satisfação na função exercida.Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, sendo a população composta por 79 profissionais que atuam naCDE do Hospital São Paulo.Dos 42 (53,2%) profissionais que responderam ao questionário, seis (14,3 %) são especialistas. Dos 28 técnicos eauxiliares, 17,5% são graduados ou graduandos. Dos 28 auxiliares e atendentes, 27% têm nível médio. 99,6% estãosatisfeitos na função e setor que atuam e continuam em busca de aperfeiçoamento e especialização.Este trabalho subsidiará a elaboração de propostas para melhoria no setor, atendendo às expectativas dosprofissionais e objetivos da instituição.Enfermeira. Especialista em Nefrologia / Unifesp. Gerente do Serviço de Enfermagem em Central de Desinfecção eEsterilização do Hospital São Paulo.R. Napoleão de Barros, 715 – 1º SS. Vila Clementino. Cep 04020-002. Fone 55764081 / 55764550Mail para contato – ritacde@denf.epm.br
  13. 13. TRABALHO 12ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: PADRÕES DE QUALIDADE PARA OS SERVIÇOS DE SAÚDE LEITÃO, Elena Rodrigues Leitão*, MACHADO, Simone Cruz ** UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF Resumo - Este estudo tem por objeto o processo de Acreditação nas instituições de saúde, de acordo com as diretrizes do ONA – Organização Nacional de Acreditação, que estabelece padrões de qualidade para as empresas em geral. Objetivo – a investigação teve como objetivo conhecer os elementos que compõem o processo de Acreditação. Justificativa - nas duas últimas décadas, a busca da qualidade dos serviços de saúde deixou de ser uma atitude isolada, tornando-se uma necessidade técnica e social, num contexto de dificuldades político-econômicas, no mundo globalizado, principalmente, em países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil. Oficialmente o enfermeiro integra a comissão de Acreditação Hospitalar, quando instalada nas instituições. Metodologia - Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa. Os dados foram coletados no período de 2006/2007 De acordo com Leopardi (2002, p. 131) a pesquisa bibliográfica “è utilizada quando o tema implica na análise de publicações para reconhecer sua freqüência, regularidade, tipos, assuntos examinados, métodos empregados, em textos. Requer o acesso à bibliografia prevista para a análise do tema, e preocupações sobre a uniformidade de registros”.. Resultados - Após o período de avaliação, a equipe elabora um relatório detalhado dos resultados encontrados e o certificado pode ser classificado como simples, referente ao nível 1, pleno, referente ao nível 2 e de excelência, relativo ao nível 3. Conclui-se que a instituição que não atinge os padrões mínimos exigidos pelas normas pré-estabelecidas, não é acreditada. As instituições que recebem certificação do nível 3, podem se inscrever para concorrer ao Prêmio Nacional da Qualidade. _______________ * Doutora em Enfermagem da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da Universidade Federam Fluminense/RJ. E-mail: rosaleitao@uol.com.br – R. Gavião Peixoto,13/901 –Icaraí – Niterói – RJ. CEP- 24230-090. (21) 27179535 ** Doutora em Enfermagem da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da Universidade Federam Fluminense. Tel. (21) 27179535 – (21) 9634-5020
  14. 14. TRABALHO 13 CONFLITO ORGANIZACIONAL SOB A ÓTICA DOS TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO.Carla Aparecida Spagnol, Bruna Mendes de Oliveira Campos, Gislene Rodrigues Santiago, Maria Tereza MeloBadaró, Jackeline Soares Vieira, Ana Paula de Oliveira Silveira.Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais.O estudo em foco apresenta dados preliminares de uma pesquisa qualitativa desenvolvida com a equipe deenfermagem do Hospital das Clínicas-UFMG. Buscamos nesse estudo exploratório, analisar as situações de conflitono contexto hospitalar na ótica dos técnicos/auxiliares de enfermagem. Objetivos: conhecer as diferentespercepções de conflito; identificar os mais comuns e os principais fatores que os geram; levantar facilidades edificuldades que o enfermeiro encontra ao lidar com os conflitos e compreender como esse profissional enfrentasituações conflituosas no trabalho. Para a coleta de dados utilizamos um questionário constituído de perguntas deidentificação e questões acerca do tema investigado. Dentre os pesquisados, 27 devolveram o instrumento, sendoque a maioria evidenciou uma visão negativa do conflito, conceituando-o como: divergência de idéias e discórdiaentre pessoas. Identificamos que grande parte dos profissionais respondeu que o enfermeiro está preparado paralidar com conflito, devido à suas características pessoais e suas competências/habilidades gerenciais. Por outrolado, alguns respondentes relataram que esse profissional não está preparado para lidar com essas situações,devido ao seu distanciamento dos demais integrantes da equipe. Os dados demonstraram ainda, que as facilidadesencontradas pelo enfermeiro para lidar com o conflito são: diálogo e liderança. Já as dificuldades incluemcomunicação inadequada e falta de consenso na equipe. Consideramos que a visão dos técnicos/auxiliares deenfermagem pode contribuir para o enfermeiro (re) pensar sua prática gerencial, quando se depara com situaçõesde conflito no trabalho. Sendo assim pretendemos aprofundar o estudo, em uma segunda etapa, realizandoentrevistas com esses profissionais.
  15. 15. TRABALHO 14 UTILIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NAS ATIVIDADES PRÁTICAS DA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEMCarla Aparecida Spagnol, Eliane Marina Palhares Guimarães, Heloisa de Carvalho Torres, Maria Édila AbreuFreitas, Mônica ChavesEscola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas GeraisO planejamento é uma ferramenta fundamental para a gestão dos serviços de saúde e para subsidiar a atuaçãogerencial do enfermeiro. Entretanto, evidenciamos que, na maioria das vezes, este profissional tem dificuldades parasistematizar o processo de trabalho e realiza ações do tipo “apaga incêndio”. Neste contexto, os docentes dadisciplina Administração em Enfermagem II, têm abordado nas aulas teóricas e práticas, a importância doplanejamento estratégico como um instrumento essencial para organizar o processo de trabalho. Nesse estudoobjetivamos analisar a utilização dessa ferramenta gerencial nas atividades práticas da referida disciplina, ministradano 7º período do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais. Os dados foramorganizados segundo a similaridade da natureza dos problemas identificados e categorizados de acordo com asseguintes temáticas: recursos físicos, humanos e materiais, extraídos das propostas de intervenção resultantes dodiagnóstico administrativo realizado nas unidades de ensino clínico, no período de 2006 a 2008. Identificamos quealguns enfermeiros estão implementando diversas ações propostas no plano operacional traçado pelo grupo dealunos, o que evidencia uma efetiva articulação ensino-serviço. No entanto, a cada semestre encontramos umareincidência dos problemas diagnosticados, o que mostra a necessidade de envolvermos ainda mais a equipe deenfermagem nos trabalhos realizados. Para os alunos o ensino clínico demonstrou uma forma possível de planejarações para solucionar problemas. Além disso, puderam articular a teoria à prática, bem como perceber aimportância do planejamento estratégico na tomada de decisão e organização do processo de trabalho.
  16. 16. TRABALHO 15 INDICADORES DE SAÚDE Eliana Bittar, Elaine Aparecida da SilvaInstituto Dante Pazzanese de CardiologiaI - INTRODUÇÃO : Este trabalho foi desenvolvido no Centro Cirúrgico do Hospital Dante Pazzanese de Cardiologia(IDPC), instituição especializada no atendimento a pacientes com afecções cardiovasculares. Os indicadores emuma instituição servem para medir a qualidade do serviço, atuando assim nos resultados levantados, relacionado aestrutura e aos processos. TIPOS DE INDICADORES: Indicador de eventos (alerta) e indicador baseado em taxaII – JUSTIFICATIVA: Identificar os indicadores específicos do Centro Cirúrgico para posterior correção das falhaslevantadas.III – OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é levantar os indicadores específicos do Centro Cirúrgico e do preparopré-operatório dos pacientes.IV – MATERIAL E MÉTODO : Este trabalho se trata de uma pesquisa quantitativa.V – RESULTADOS: Foram levantados os seguintes indicadores no Centro Cirúrgico1 - Indicadores de produtividade:Índice de Suspensão de cirurgiaÍndice de Cirurgias realizadasÍndice de percentual de emergência/urgênciaÍndice de óbito em salaÍndice de reoperação2 - Indicadores de qualidadeÍndice de queimaduraÍndice de infecção de sítio cirúrgicoPerda de instrumentalErro na cobrança de materiaisTempo de rodada de sala3. Indicadores de não conformidade no preparo pré-operatório realizado no setor de internação -Tricotomia inadequada-Banho inadequado-Uso de adornos e prótese dentária-Uso de esmalte-Uso de peças íntimasVI – CONCLUSÃO : Podemos perceber com este trabalho a suma importância em medir as não-conformidadesocorridas em nosso setor, pois somente a partir da mensuração podemos traçar um plano de ação para melhoria doprocesso.Enfermeira Diretora do Centro Cirúrgico e Central de Materiais – email: centrocirurgicoidpc@ig.com.br - Tel. 5085-6153 – 5085-6188
  17. 17. TRABALHO 16 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA PARA MINIMIZAÇÃO DE ERROS DE MEDICAÇÃOAutoras: Juliana Nogueira Franco, Brícia Pompeo Amaral BarrosHospital VivalleIntrodução: FMEA – Failure Mode and Effects Analysis, é uma ferramenta que possibilita analisar e prevenir falhasde forma estruturada e lógica e a identificar o índice de risco do processo. A abordagem sistêmica dos erros demedicação poderá revelar as falhas, sendo possível implementar melhorias, diminuindo assim a ocorrência desseseventos.Justificativa: Em relação ao uso de medicamentos, uma mudança de paradigma é necessária, pois não basta ummedicamento ter qualidade garantida, mas o seu processo de utilização também deve ser seguro.Objetivo: Identificar, delimitar e descrever os possíveis modos de falha do processo de administraçãomedicamentosa para criar condições organizacionais de minimização dos mesmos.Métodos: Estudo de natureza qualitativa realizado em um hospital de pequeno porte. Foram levantados todos ostipos de erros de medicação que poderiam ocorrer, e os processos relacionados, descrevendo para cada tipo de errosuas possíveis causas, os efeitos e os possíveis meios de detecção. Verificou-se os índices de riscos,hierarquizando-os por meio de pesos atribuídos aos índices de ocorrência da causa, gravidade do efeito e detecçãoda falha.Resultados e Conclusão: A utilização deste método estruturado e formalmente documentado permitiu evidenciar asfragilidades dos processos envolvidos, o que possibilitou vislumbrar uma redução real dos erros de medicação, quesomente será alcançada por meio de uma análise sistêmica, a detecção de seus pontos vulneráveis e aimplementação de medidas para diminuir as taxas dos eventos adversos relacionados aos erros de medicação.
  18. 18. TRABALHO 17 DESDOBRAMENTO ESTRATÉGICO E SUA APLICAÇÃO NO SERVIÇO DE ENFERMAGEM.Autoras: Juliana Nogueira Franco, Brícia Pompeo Amaral BarrosHospital VivalleIntrodução: Administrar estrategicamente é um processo continuo e interativo, e que pretende buscar o envolvimentoe compromisso dos profissionais da equipe de saúde nas ações desenvolvidas.Justificativa: Sob a ótica gerencial é preciso identificar alternativas para estruturar os problemas e pensar soluçõesem diferentes cenários, o que tem levado as organizações a desenvolver um novo perfil de atuação.Objetivo: Sistematizar planos de ação do serviço de enfermagem, visando seu alinhamento à estratégia institucional.Método: Essa pesquisa caracteriza-se como aplicada por gerar conhecimentos para aplicação prática, objetivandosoluções de problemas específicos. O seu caráter qualitativo advém do fato de não requerer a utilização de métodose técnicas estatísticas e de se tornar o ambiente natural como fonte direta para coleta de dados.Foi realizado levantamento da literatura na área e consultado fontes de dados da Bireme, USP e SCIELLO. A partirdos objetivos estratégicos foram definidos os prioritários aplicáveis ao serviço de enfermagem, para os quaiselaboramos os planos de ação. Concluída esta fase, foram iniciadas reuniões entre os lideres do serviço e oescritório da qualidade, visando análise crítica e validação da metodologia.Resultados e Conclusão: O desdobramento das diretrizes estratégicas seguiu até o último nível gerencial, até quefinalmente as medidas deixaram de ser desdobradas e sim executadas. A aplicação da metodologia propiciou acriação de um importante instrumento que favoreceu fazer escolhas e a elaboração de planos que ajudou a enfrentaros processos de mudança para o alcance dos objetivos e metas estabelecidas.
  19. 19. TRABALHO 18 AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE ÚLCERA POR PRESSÃO Monteiro, Anderson Martins; Silvestrin, Andreza; Scarpari, Carlos Renato; Nakahara, Erika Cristina; Ferreira, Luciane Ruiz Carmona Hospital Medical de Limeira – Limeira, SPIntrodução: Existem procedimentos que podem ser realizados para alívio da pressão e redução da chance dedesenvolvimento da úlcera, entretanto, mesmo com toda a vigilância da enfermagem, torna-se difícil prevenir seurisco.Justificativa: Devido a úlcera prolongar a hospitalização e aumentar o risco de complicações como infecção,justifica-se a importância da utilização de protocolos.Objetivo: Avaliar a eficácia da utilização de protocolo para prevenção de úlcera de pressão em pacientes internadosem Unidade de Terapia Intensiva, em hospital privado do interior paulista.Método: Estudo retrospectivo, baseado na avaliação dos pacientes internados na UTI, de junho 2006 à julho de2007.Resultados: Dos 302 pacientes avaliados, 48,3% tinham idade entre 19 e 59 anos, 47,4% tinham idade superior à60 anos. O tempo máximo de internação foi de 28 dias, e tempo mínimo de 1 dia. De acordo com a Escala deBraden, 35,76% dos pacientes internados possuíam alto risco para desenvolvimento de úlcera por pressão,enquanto que 18,76% apresentaram risco moderado. Foi observado que 9 pacientes, que correspondem a 3,0% daamostra, desenvolveram úlcera no setor, sendo que 8, que correspondem a 2,6%, eram úlcera estágio I e apenas 1,que corresponde a 0,33%, em estágio II.Conclusão: Observou-se uma amostra com risco de desenvolver úlcera de pressão, porém com a utilização doprotocolo institucional de prevenção foi verificada uma baixa incidência de úlceras, validando medidas para impedirou retardar o desenvolvimento destas lesões.
  20. 20. TRABALHO 19 CONTROLE DO ABSENTEÍSMO POR LOMBALGIA NA EQUIPE DE ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA Monteiro, Anderson Martins; Souza,Andresa C. Medeiros; Silvestrin, Andreza; Nakahara, Érika Cristina; Ferreira, Luciane Ruiz Carmona Hospital Medical de Limeira – Limeira, SPIntrodução: A dor lombar representa um expressivo problema para os trabalhadores de enfermagem, tendo comofatores de risco o transporte e a movimentação de pacientes, a postura inadequada e estática, e a inadequação domobiliário.Justificativa: A motivação pelo estudo se deu considerando que, as faltas ao trabalho acarretam problemas naorganização, prejudicam a assistência de enfermagem e indicam a existência de problemas preocupantes quandorelacionados às condições de saúde.Objetivo: Investigar a causa de absenteísmo-doença entre os trabalhadores de enfermagem, com ênfase nalombalgia e propor medidas de controle dessa patologia.Método: Análise quali-quantitativa dos dados contidos nos atestados apresentados pela equipe de enfermagem, noperíodo de junho à dezembro de 2007, em um hospital privado do interior paulista.Resultados: Através do levantamento do absenteísmo-doença entre os trabalhadores de enfermagem, verificou-seperda de 11,28% das horas esperadas de trabalho nesse período. Os setores com maior ausência do trabalho pordoença foram a Maternidade/Pediatria (30,7%) e Pronto Atendimento (21%). Analisando as horas perdidas no PAobservou-se elevada incidência de lombalgia, relacionada principalmente à postura do colaborador durante aexecução de punção venosa, levando-nos a elaborar e implementar medidas de controle, como a aquisição debanco de altura regulável, e treinamento para adequação da postura durante esse procedimento.Conclusão: A intervenção para controle da lombalgia foi eficaz, tendo sua incidência reduzida a 0% nos 3 mesessubseqüentes à implantação das medidas corretivas.
  21. 21. TRABALHO 20APLICAÇÃO DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE COMPLEXIDADE EM UM HOSPITAL PRIVADO DO INTERIOR PAULISTAMonteiro, Anderson Martins; Silvestrin, Andreza;Nakahara, Erika Cristina;Ferreira, Luciane Ruiz Carmona Hospital Medical de Limeira – Limeira, SPIntrodução: Uma das competências do Enfermeiro Responsável Técnico é garantir os recursos humanosnecessários à assistência de enfermagem e à segurança do paciente, todavia, é necessário a utilização deferramentas que comprovem esta necessidade.Justificativa: Na tentativa de resolver a problemática recursos humanos e distribuição eqüitativa de tarefas a fim denão causar sobrecarga de trabalho a nenhum colaborador, torna-se imprescindível o uso do sistema de avaliação decomplexidade dos pacientes.Objetivo: Avaliar a eficácia da aplicação do sistema de avaliação de complexidade para o dimensionamento deenfermagem e distribuição de tarefas em hospital privado do interior paulista.Método: Estudo retrospectivo, descritivo baseado na análise da avaliação de complexidade dos pacientes a partirdo mês de abril 2007 à maio de 2008.Resultados: Foi observado que após a aplicação do sistema de Avaliação de Complexidade, a equipe deenfermagem foi dimensionada adequadamente havendo necessidade de contratações e remanejamentos.Observou-se também a possibilidade de distribuição adequada de pacientes de acordo com o grau de dependênciapor colaborador de enfermagem além de redução significativa do percentual de absenteísmo da equipe deenfermagem.Conclusão: O estudo nos permitiu alcançar o número de pessoal necessário para cada um dos setores do hospital,o Sistema de Classificação de Pacientes usado é adequado.Dessa forma, a quantificação de pessoal de enfermagem depende não somente do conhecimento da carga detrabalho existente nas unidades como também das necessidades de assistência.
  22. 22. TRABALHO 21IMPLANTAÇÃO DE OUVIDORIA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UM HOSPITAL PRIVADO DO INTERIOR PAULISTAMonteiro, Anderson Martins; Silvestrin, Andreza;Nakahara, Erika Cristina; Ferreira, Luciane Ruiz Carmona Hospital Medical de Limeira – Limeira, SPIntrodução: A utilização da ouvidoria surgiu visando criar um canal condutor de opiniões, reclamações e sugestões,garantindo o princípio da ética e eficiência em nossas relações no ambiente de trabalho.Justificativa: A fim de contemplar o sistema de gestão de qualidade e auxiliar o processo de melhoria contínua foinecessário a implantação da ouvidoria de enfermagem garantindo participação ativa dos colaboradores perante asações corretivas e estratégicas da Instituição.Objetivo: Demonstrar a eficiência e importância da implantação da ouvidoria da equipe de enfermagem em umhospital privado do interior paulista.Método: Estudo retrospectivo e quali-quantitativo dos relatos apresentados pelos colaboradores de enfermagem noano de 2007.Resultados: Participaram da ouvidoria 92% do total de 160 colaboradores de enfermagem, onde os relatos demaior incidência foram: falta de respeito dos familiares com a equipe de enfermagem, maior compreensão da equipena passagem de plantão, dificuldades de relacionamento entre os plantões e adequação da estrutura física do setor.Conclusão: A ouvidoria garantiu aos colaboradores uma resposta satisfatória da hierarquia, bem como um maiorenvolvimento da equipe de enfermagem no feed back contínuo uma vez que o uso dessa ferramenta compartilhadaao resguardo do sigilo, respeito e imparcialidade do condutor esclarece e direciona os resultados obtidos.
  23. 23. TRABALHO 22 AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA MINIMIZAR OS ERROS RELACIONADOS A ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOSMonteiro, Anderson Martins; Silvestrin, Andreza;Lima, Erica Karina Baseggio de; Nakahara, Erika Cristina;Ferreira, Luciane Ruiz CarmonaHospital Medical de Limeira – Limeira, SPIntrodução: Administração de medicamentos é um processo que deve ser realizado com eficiência, segurança equalidade, por uma equipe multidisciplinar, que atua através de aprimoramento de conhecimento técnico-científico afim de promover benefícios ao paciente. Entretanto, erros podem ocorrer, causando graves complicações e até amorte.Justificativa: O presente estudo justifica-se à medida que, identificando e compreendendo as causas dos erros, epropondo ações que objetive minimizá-las ou saná-las, contribua para uma administração segura, eficaz e com nívelde excelência, o que proporcionará benefícios a equipe e aos pacientes.Objetivo: Este estudo teve o objetivo de identificar os erros relacionados a administração de medicamentos edescrever ações estratégicas para preveni-los, melhorando a qualidade da assistência prestada.Método: A pesquisa foi realizada em um hospital privado do interior paulista, através da análise das notificações doserros relacionados a administração de medicamentos, onde foram identificadas as possíveis causas e implantadoações estratégicas.Resultados: Após a análise foram implantadas as seguintes ações estratégicas: elaboração do Protocolo deAdministração de Medicamentos, preparo e dispensação de materiais e medicamentos por plantão, conferência echecagem de armário de acondicionamento, implantação de etiqueta padronizada com os cinco certos, devoluçãode medicamentos após conferência do lote com o impresso dispensado e reforço na notificação dos erros.Conclusão: As ações estratégicas foram utilizadas de forma preventiva sendo eficazes para a redução de erros,oferecendo máxima segurança e qualidade na assistência ao paciente.
  24. 24. TRABALHO 23 GRUPO DE ORIENTAÇÃO DE DOENÇAS DA TIRÓIDE: PACIENTES EM PREPARO PARA IODOTERAPIA. - RELATO DE EXPERIÊNCIA –Priscila Borelli Pereira Leite, Thais Daniela Bacoccina Motta, Eva Aparecida Yamada Yonezawa, Camila GodoyMendes Lindo, Mirian Ikeda Ribeiro, Maria Teresa Aparecida Silva Odierna. Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo, SP, Brasil.INTRODUÇÃO: O presente relato de experiência é a tradução de um trabalho que vem sendo realizado há oitomeses com pacientes em acompanhamento de nódulos tiroidianos em um ambulatório de hospital privado que têmparceria com uma instituição pública, ambos localizados na região sul de São Paulo.O surgimento do grupo de orientação para iodoterapia decorreu da necessidade de se criar um espaço de discussãoe orientação referentes às freqüentes dúvidas que surgiram durante o preparo dos pacientes que seriam submetidosao tratamento com o iodo radioativo e os questionamentos e temores relacionados à internação propriamente dita.JUSTIFICATIVA: Queremos demonstrar tão quanto é importante à tríade: paciente x enfermeiro x médico, narealização de grupo de orientação para pacientes em tratamento de nódulos da tiróide.OBJETIVO: O trabalho desenvolvido visa compartilhar e descrever a experiência de realização de grupo deorientação para pacientes que serão submetidos ao tratamento com iodo radioativo, desmistificando o processo.MÉTODO: Os dados deste estudo serão demonstrados através das informações obtidas nas folhas de satisfação degrupo e convívio com os pacientes e equipe médica durante o acompanhamento do projeto.RESULTADOS:Foram realizados cinco grupos de orientação, com o total de 31 pacientes orientados, a maioria ficou muito satisfeitae expressaram sua opinião positiva em relação ao grupo.CONCLUSÃO: Através do grupo de orientação pode-se perceber uma significativa melhora no entendimento dopreparo para o tratamento, fazendo com que o paciente tenha uma real visão do processo em que ele irá sesubmeter.
  25. 25. TRABALHO 24 AMBULATÓRIO DE CIRURGIA ROBÓTICA: PAPEL DO ENFERMEIRO COMO LÍDER DA ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL - RELATO de EXPERIÊNCIA -Thais Daniela Bacoccina Motta, Priscila Borelli Pereira Leite, Eva Aparecida Yamada Yonezawa, Camila GodoyMendes Lindo, Mirian Ikeda Ribeiro, Maria Teresa Aparecida Silva Odierna. Hospital Israelita Albert Einstein. São Paulo, SP, Brasil.INTRODUÇÃO: O da Vinci Surgical System é uma tecnologia de robótica aplicada em cirurgias minimamenteinvasivas. A aquisição deste recurso tecnológico por um hospital privado da cidade de São Paulo representou umdesafio para equipe multiprofissional. O ambulatório iniciou uma parceria publico/ privado com o atendimento depacientes pela filantropia, provenientes de hospitais públicos da cidade de São Paulo, que necessitavam de cirurgiade prostatectomia radical.Objetivo: Descrever a experiência da equipe de enfermagem do ambulatório de um hospital privado, da cidade deSão Paulo, no preparo e orientação do grupo de pacientes com indicação de prostatectomia radical laparoscópica,via robótica.Método: Cerca de 20 pacientes foram avaliados. Todos os exames pré-cirúrgicos necessários foram realizadospela instituição. Os pacientes e familiares compareceram ao grupo de orientação liderado pelo enfermeiro comauxilio médico no qual foi abordado todo o processo.Resultados: Nos meses abril e maio de 2008 foram realizadas 14 cirurgias. Nenhuma precisou ser convertida paracirurgia laparoscópica convencional ou para cirurgia aberta e todos os casos evoluíram bem. Quando os pacientesretornaram ao ambulatório para a retirada da SVD e/ou dos pontos cirúrgicos, foram atendidos pelo médico e peloenfermeiro do ambulatório e pudemos comprovar os benefícios da orientação pré-cirúrgica e o alto grau desatisfação dos pacientes.Conclusão: Com o treinamento da equipe multidisciplinar da instituição, garantimos a qualidade do atendimento eotimização dos recursos. A integração da equipe multiprofissional propiciou o desenvolvimento de um plano deautocuidado individualizado, reduzindo possíveis complicações e reinternações.
  26. 26. TRABALHO 25 SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES PEDIÁTRICOS: CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE INSTRUMENTO Ariane Polidoro Dini, Edinêis de Brito GuirardelloA classificação de pacientes é essencial para dimensionar pessoal e planejar custos da assistência. Considerando ainexistência de instrumentos específicos para pediatria, o presente estudo teve como objetivos construir uminstrumento para classificação de pacientes pediátricos em categorias de cuidado e avaliar a validade e aconfiabilidade do mesmo. Pesquisa metodológica, fundamentada em bibliografias sobre desenvolvimento infantil esistemas de classificação de pacientes. Para a validade de conteúdo utilizou-se a técnica Delphi. A confiabilidade foiavaliada quanto ao aspecto de equivalência, com a aplicação simultânea do instrumento por dois observadores einterpretada por meio do coeficiente de Kappa. A versão final do Instrumento de Classificação de PacientesPediátricos (ICPP) foi obtida após quatro fases da técnica Delphi e ficou constituída de 11 indicadores. Para cadaindicador estabeleceu-se quatro situações de dependência de cuidados, graduadas de forma crescente quanto àdemanda de enfermagem. O paciente deve ser classificado em todos os indicadores na graduação que melhorcorresponder a sua condição, em seguida somam-se os pontos obtidos e verifica-se a categoria de cuidadocorrespondente (Mínimos, Intermediários, Alta-dependência, Semi-intensivos ou Intensivos). Quanto àconfiabilidade, obteve-se níveis de concordância ótima para os indicadores: Oxigenação, Terapêuticamedicamentosa, Eliminações, Participação do acompanhante, Rede de apoio e suporte; bons para: Higiene corporal;Mobilidade e deambulação, Integridade cutâneo mucosa e Alimentação e hidratação, Intervalo de aferição decontroles; tendo apenas o indicador Atividade com fraco nível de concordância. Recomenda-se o uso do ICPP comoferramenta para tomada de decisão no processo gerencial em unidades de internação pediátrica.
  27. 27. TRABALHO 26 ADAPTAÇÃO DO INSTRUMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES PEDIÁTRICOS EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Ariane Polidoro Dini, Maria Isabel Melo de Paolis, Roseli Higa, Nilza Aparecida Silva, Ricardo Mendes Pereira, Telma Maria,O gerenciamento de recursos humanos e materiais em organizações de saúde é complexo e depende da análise dequestões como custo, demanda, oferta e qualidade pretendida. Empregar indicadores objetivos de avaliação dosclientes, como Sistemas de Classificação de Pacientes, embasam a prática gerencial. Para isso é necessário adotarinstrumentos de classificação que reflitam a realidade de cada serviço. O Instrumento de Classificação de PacientesPediátricos (ICPP), único específico para pediatria, é composto por onze indicadores. A cada indicador sãoatribuídas quatro situações, graduadas de forma crescente quanto a demanda de assistência. Para adotar o ICPPem Hospital universitário, verificou-se a necessidade de adequá-lo às políticas da Instituição. Com isso este trabalhoteve por objetivos adaptar o ICPP e verificar sua validade na assistência e gerência. Trata-se de pesquisametodológica. A adaptação do ICPP foi realizada por meio da utilização da técnica de melhoria contínua, ou seja,ciclos de PDSA (Plan, Do, Study, Act). A versão final do instrumento foi possível após três ciclos de PDSA e ficoucomposta por dez indicadores de demanda de assistência. Cada situação de dependência foi revista e padronizadade forma consensual pela equipe. Os ciclos de PDSA também possibilitaram a escolha do período matutino comomelhor horário para a aplicação do instrumento. A aplicação diária do instrumento tem oferecido dados parafundamentar o cálculo do número de profissionais de enfermagem, bem como sua negociação com a administração.Outras possibilidades vislumbradas com a aplicação do instrumento estão sendo dia-a-dia descobertas e discutidas.
  28. 28. TRABALHO 27REDESENHO DE PROCESSOS DE ASSISTÊNCIA EM ENFERMARIA DE PEDIATRIA DE HOSPITALUNIVERSITÁRIO Maria Isabel Melo de Paolis 1, Ariane Polidoro Dini 2, Cirlene Venturini3, Maria Bernardete Barros Piazzon Barbosa Lima4, Nilza Aparecida Silva5, Ricardo Mendes Pereira6, Roseli Higa7, Telma Maria8A insuficiência de recursos financeiros para investimentos e melhorias, o frágil acolhimento dos usuários e,principalmente a falta de eficácia e efetividade se constituem problemas evidentes dos serviços públicos de saúde.Com isso, tornam-se urgentes intervenções a esta realidade, para corrigir os processos e procedimentosorganizacionais, reduzir custos, eliminar desperdícios e re-trabalho, questões essenciais para melhorar a qualidadeda assistência e aumentar a satisfação de profissionais e usuários. Este trabalho, realizado em uma enfermaria depediatria de um hospital universitário, teve como objetivos identificar os processos de trabalho críticos na enfermariade pediatria, adotar um Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) e rever a logística da distribuição de leitos. Foiutilizada a metodologia de Gestão por Processos, composta por: Identificação do Planejamento estratégico;Entendimento do negócio; Identificação dos processos críticos; Identificação do Perfil dos Clientes; Análise,redesenho, implementação e gerenciamento do Processo. Foi revisto o processo “Cuidar do Paciente Internado”,estabelecido uma diretriz para internar e acomodar pacientes pediátricos e implantado SCP com a função de bancode dados para embasar decisões gerenciais. Destaca-se este trabalho como um avanço na identificação desoluções criativas sem utilizar recursos financeiros e como melhoria na integração interdisciplinar para a resoluçãode problemas de uma instituição pública. Vislumbra-se a continuidade em questões relacionadas adimensionamento de pessoal, formação de banco de competências dos profissionais de enfermagem, certificaçãodas unidades, quantificação e monitoramento de custos da assistência.1 Enfermeira, Diretora do Serviço de Enfermagem Pediátrica (SEP), HC Unicamp, Tel (19) 35217576, e-mail:seped@hc.unicamp.br2 Enfermeira, Mestre em Enfermagem, SEP HC Unicamp. 3 Psicóloga, Divisão de Recursos Humanos Unicamp. 4Coach, Mestre em qualidade, HC Unicamp. 5 Enfemeira do SEP. 6 Professor Doutor, Médico da Enfemaria dePediatria. 7 Enfermeira apoiadora do SEP. 8 Analista de sistemas, HC Unicamp
  29. 29. TRABALHO 28 REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DA IMPLANTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE) EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA REGIÃO SUL DO PAÍSClaudia Rosane Perico Lavich , Salete de Jesus Souza Rizzatti, Cecília Maria Brondani, Beatriz Panciera,Maria Elaine de Oliveira BolzanA Sistematização da Assistência de Enfermagem é a metodologia utilizada pelo enfermeiro para identificarproblemas de saúde do paciente/família/comunidade. Estabelece diagnóstico e intervenção de enfermagembuscando respostas ou resultados de cuidados positivos, constatados a partir da avaliação subjetiva e objetiva dopaciente (CROSSETTI, 2006; BARROS, 2002; LEFEVRE, 2005). Na aplicação deste processo o enfermeiroencontra dificuldades em estabelecer os diagnósticos de enfermagem na diversidade de sintomas apresentados, nasnecessidades humanas básicas alteradas e fatores relacionados a práticas de enfermagem vinculadas a atividadesburocráticas e técnicas, reprodução do modelo biomédico no ensino e assistência dificultando o processo gerencialdo enfermeiro. O objetivo deste estudo é realizar uma reflexão teórico pratica em relação a implantação da SAE emum Hospital Universitário da região sul do Brasil. A metodologia utilizada partiu das vivências dos autores embasadaem um referencial teórico sobre a temática. Desde 2005, um grupo de enfermeiros balizados pelos pressupostosteóricos norteadores da SAE desenvolvem ações de educação e sensibilização da equipe de enfermagem para suaimplantação com a finalidade de gerenciar o cuidado de enfermagem aplicando-a como ferramenta deste processo.A estratégia utilizada foi a criação de grupos de estudos em áreas específicas de atuação com a finalidade dedesenvolver instrumentos para aplicação da metodologia. Assim, conclui-se que a SAE é um processo complexo nasua implementação dependendo de fatores como: o comprometimento e a motivação da equipe de enfermagem,destacando-se sua importância para o planejamento do cuidado, organização do serviço de enfermagem e avisibilidade do papel do enfermeiro.
  30. 30. TRABALHO 29O ENFERMEIRO COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO EM SITUAÇÕES DE URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS NO AMBITO ESCOLAR. JULIANA GIMENEZ AMARAL1, LUCIO MÁRIO MENEZES2 Medilar Emergências Médicas LtdaA experiência descrita no presente texto refere-se a um projeto de inserção do enfermeiro no âmbito pré escolarvisando qualificar os professores da pré-escola para a prevenção e assistência em urgências e emergênciaspediátricas. Após a revolução industrial, muitas mulheres passaram a trabalhar fora e as escolas passam a assumira educação e o cuidar dos filhos, dessa forma, os professores representam as pessoas que mais prestam atenção eassistência às crianças. Estudos demonstram que somente parte dos professores inseridos na educação infantilreceberam treinamento para atendimento dos acidentes da infância. Considera-se que os acidentes na infânciaocorrem de maneira inesperada, podendo variar de simples escoriações a traumas graves, sendo necessário umaintervenção rápida e eficaz com o intuito de minimizar as complicações e diminuir a dor. Elaborou-se um materialeletrônico , contendo orientações de prevenção e assistência imediata a acidentes da infância, com ênfase em:choque elétrico, fraturas, queimaduras, intoxicação exógenas e suporte básico de vida em parada cárdiorespiratória.Os professores participaram das simulações práticas, também oferecidas no treinamento. Os resultados permitemque o professor identifique os perigos ambientais e atuem para diminuí-los ou eliminá-los, e relacionar aprobabilidade de acidentes oferecendo um cuidado adequado. O enfermeiro desenvolve o papel de cuidador,educador, consultor e conselheiro em saúde.1- Gerente de Enfermagem da Medilar Emergências Médicas LtdaMestranda da Universidade de GuarulhosRua Emilio Ribas, 1121 – Vila Velosa – Araraquara/SP – CEP: 14806-055Tel: 16- 21092066juliana@medilar.com.br2- Coordenador de Enfermagem da Medilar Emergências Médicas Ltda – filial AraraquaraRua Tupi, 18 – Centro – Araraquara/SP – CEP: 14.801-307Tel: 16- 21092066lucitho28@yahoo.com.br
  31. 31. TRABALHO 30 GERENCIAMENTO DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS: O PAPEL DO ENFERMEIRO EM UM NOVO MODELO DE ATENÇÃO. JULIANA GIMENEZ AMARAL Medilar Emergências Médicas LtdaO presente relato descreve o modelo de assistência de uma empresa privada por meio de uma equipemultiprofissional que gerencia o portador de doença crônica. No processo, o enfermeiro é peça chave, pois é quemtem o contato direto com o cliente, através de visitas domiciliares e teleacompanhamento. O Brasil vem vivenciandoum aumento significativo da população idosa. Os idosos apresentam mais problemas de saúde que a população emgeral, com ênfase nas doenças crônicas, que apresentam uma evolução de longa duração e são na sua maioriaincuráveis. Neste cenário é necessário atentar para a necessidade de reorganização dos modelos assistenciaisvoltados ao idoso, que gera custos relativamente altos às redes assistenciais. A atenção à saúde prestada à essapopulação precisa estar voltada à prevenção e promoção da saúde, visando a manutenção da qualidade de vida. Oobjetivo é conquistar por meio do relacionamento enfermeiro-paciente mudanças de hábitos para a promoção dasaúde e prevenção de agravos. A atuação do enfermeiro deve ser centrada na educação para a saúde, tendo comobase o retorno da capacidade funcional para a realização das suas atividades, com objetivo de atender às suasnecessidades básicas e alcançar sua independência e felicidade. O resultado desse modelo de atenção nos fornecediretrizes únicas e ricas para uma assistência personalizada, enriquecendo o planejamento da ação e da atenção.Gerente de Enfermagem da Medilar Emergências MédicasMestranda da Universidade de GuarulhosRua Emilio Ribas, 1121- Vila Velosa – Araraquara/ SP – Tel: 16- 21092066Email: juliana@medilar.com.br
  32. 32. TRABALHO 31DIMENSIONAMENTO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBASuelene Machado Santana*, Nilvânia Carzola Iecks dos Anjos, Raquel Zaicaner, Haryson Guanaes LimaSecretaria da Saúde – Prefeitura Municipal de Santana de ParnaíbaIntrodução: O dimensionamento de recursos humanos tem sido considerado um desafio em qualquer organização.Os enfermeiros responsáveis pela administração dos serviços de enfermagem devem avaliar as implicações que odimensionamento causa sobre o resultado da qualidade da assistência.Justificativa: Estabelecer parâmetros para realizar o dimensionamento de pessoal de enfermagem em rede públicacom contratação de vínculo efetivo.Objetivo: Melhorar a qualidade da assistência integral e humanizada, que depende diretamente da previsão daquantidade e qualidade de pessoal por categoria.Método: Estabelecer parâmetros necessários, de acordo com a realidade de cada unidade. A substituição dosauxiliares de enfermagem por técnicos de enfermagem só foi possível mediante ao pedido de demissão dosauxiliares e criação de novas vagas.Resultados: No período de 2004 a 2007 o quadro efetivo dos profissionais de enfermagem passou de 109 para 132profissionais, totalizado um crescimento de 21%. O quadro efetivo de enfermeiro passou de 26 para 37, crescimentode 42%, o de técnicos passou de 5 para 46 profissionais, crescimento de 820% e o de auxiliares passou de 82 para49, redução de 40%.Conclusão: O dimensionamento de recursos humanos na rede pública é complexo e dinâmico, sofre interferênciasde muitos fatores, refletindo diretamente na qualidade da assistência. O método utilizado para realizar odimensionamento deve ser de acordo com as experiências práticas implantadas correlacionando-se com osrecursos humanos disponíveis, dentro da realidade de cada unidade do município.*Admistração Hospitalar – R. Tupinambás, nº 40, Condomínio Tarumã, Santana de Parnaíba, SP, CEP 06500-000,nilcia@ajato.com.br, Fone: (11) 4151-1034 / (11) 9682-8164
  33. 33. TRABALHO 32 AVALIAÇÃO DO NÚMERO DE PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM DE UM PRONTO ATENDIMENTO MÉDICO DO MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBANilvânia Carzola Iecks dos Anjos*, Suelene Machado Santana, Raquel Zaicaner, Haryson Guanaes LimaPronto Atendimento Médico Fazendinha – Prefeitura Municipal de Santana de ParnaíbaIntrodução: Uma das queixas mais freqüentes da equipe de enfermagem é a sobrecarga de trabalho devido aoaumento do número de procedimentos realizados durante o ano. Em conseqüência, temos a desmotivação destesprofissionais, refletindo na qualidade da assistência prestada.Justificativa: Descrever e quantificar os procedimentos realizados pelos profissionais de enfermagem nos dáembasamento quanto à produtividade da equipe, ajudando a diagnosticar as características do serviço.Objetivo: Quantificar os procedimentos realizados pela equipe de enfermagem no decorrer de um ano.Método: Listados 25 procedimentos realizados com maior freqüência pela enfermagem e distribuídos em impressosespecíficos e de uso diário para os setores. Cada profissional foi orientado a marcar a quantidade de vezes querealizou cada um dos procedimentos listados. Estes dados foram fechados diariamente, gerando planilhas mensaise anual.Resultados: Os procedimentos mais realizados pela equipe foram a administração de medicações (150.337procedimentos/ano), seguida de inalações (53.773 procedimentos/ano). Durante o período de janeiro a dezembro de2007 a equipe realizou 353.135 procedimentos, com uma média mensal de 29.428 procedimentos, e diária de 980procedimentos. Contamos com 14 profissionais trabalhando nas 24 horas, sendo que cada um realizaaproximadamente 70 procedimentos/dia.Conclusão: Os dados mostram que a enfermagem tem uma grande sobrecarga de trabalho diário, sendo aadministração de medicamentos o item mais realizado. Os períodos de descanso devem ser estimulados com afinalidade de tirar o funcionário da rotina. O rodízio entre os setores também é benéfico à equipe, pois evita repetiçãode procedimentos, diminuindo assim o desgaste do profissional.*Enfermeira Obstetra – Av. Franz Voegelli, nº501, bl.1, apto. 63, Osasco, SP, CEP 06020-190, nilcia@ajato.com.br, Fone: (11) 3699-0594 / (11) 9482-0349
  34. 34. TRABALHO 33Efeito da implantação do protocolo assistencial de Sepse Grave e Choque Séptico em um hospital privado.Kátia de Souza,enfermeira.HUSH-Hospital Unimed Santa Helenakatia.souza@unimedpaulistana.com.br RESUMOIntrodução: A sepse grave e sua evolução para choque séptico têm sido a causa mais freqüente de óbito nasUnidades de Terapia Intensiva (UTI”s) do Brasil.Os esforços da equipe multidisciplinar devem ser voltados para a detecção e instituição precoce das medidasterapêuticas.Justificativa: A importância da implantação de protocolos rigorosos de medidas para redução da mortalidade.Objetivo: Avaliar o efeito da implantação de um protocolo assistencial de sepse grave/choque séptico em umhospital privado de São Paulo-SP.Método: Estudo transversal, antes e após a implantação do protocolo assistencial de sepse grave/choque sépticoem pacientes adultos (> 12 anos) do referido serviço, avaliando o efeito das recomendações sobre a identificaçãoprecoce e o uso da terapêutica recomendada.Resultados: Foram analisados 32 pacientes na fase pré-implantação do protocolo e 29 pacientes na fase pós-implantação. A mortalidade na fase pré-protocolo é de 59% contra 27% após a implantação. A média de tempo paraa introdução do antibiótico foi de 180 minutos na fase pré-protocolo e após implantação foi de 67 minutos, comredução estatisticamente significante, mantendo-se abaixo do preconizado pelas diretrizes internacionais(DELLINGER, R.F et al. ,2008).Quanto à coleta de hemoculturas antes da introdução do antibiótico na fase pré-protocolo a porcentagem foi de 78% em 11 meses enquanto que, após a implantação, a porcentagem foi de 81% emapenas três meses de coleta dos dados.Conclusion: The implementation of the Protocol care of severe sepsis / septic shock received positive effect, withgreater use of objective measures in the early diagnosis of guidelines recommended therapies.Descritores: Protocolos clínicos. Sepse Grave.Choque Séptico.
  35. 35. TRABALHO 34 ASPECTOS MOTIVACIONAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Autores: Beatriz Ângelo Rosa, Claudete da Silva, Ariane Caetano de Morais,Telma Barbosa de LimaInstituição: Universidade Paulista – UNIP/JundiaíE-mail para contato: professora_clau@hotmail.com, enfermagemjundiai@unip.brIntrodução: As Unidades de Terapia Intensiva (UTI) têm investido muito em tecnologia garantindo um tratamentoadequado e sofisticado ao cliente. Porém, investem pouco em aspectos relacionados à humanização,principalmente, em relação à equipe de enfermagem, que fica exposta a um ambiente complexo, que contribui paraum desgaste físico-mental. Esta equipe têm que ser eficiente, obter resultados quantitativos e qualitativos, que sãoesperados pela instituição. Cada membro dessa equipe deve estar satisfeito para produzir melhor. Justificativa:Neste contexto que a motivação é relevante, viabilizar resultados positivos, não somente para o cliente, mas para aequipe e instituição. Existem muitos aspectos a serem explorados em relação à motivação. Sendo assim, investigaros enfermeiros, auxiliares e técnicos em relação aos aspectos motivacionais e estabelecer uma relação teórico-prático á luz da literatura científica se faz necessário. Objetivo: Verificar se a motivação no trabalho é um fator queinfluência no desempenho e no comportamento da equipe de enfermagem e apontar os fatores que o enfermeiropode utilizar para motivar sua equipe. Método: Este é um estudo descritivo, exploratório. Realizado em uma UTI deadultos em uma Instituição Pública. O instrumento utilizado é um questionário fechado com 10 questões extraído daliteratura. Os sujeitos da pesquisa são enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem que concordarem empreencher o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).Resultados esperados: Que o enfermeiroconheça os fatores que motivam sua equipe, para que possa estabelecer intervenções. Conclusão: A motivação notrabalho influencia o desempenho e o comportamento da equipe de enfermagem.
  36. 36. TRABALHO 35 EDUCAÇÃO CONTINUADA: PROGRAMAS DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTOGislene Aparecida da Silva , Silvia Ricci Tonelli BartolomeiFaculdade de Enfermagem - PUC CampinasA Educação Continuada tem se mostrado cada vez mais necessária nas instituições de saúde, compreendida comoum processo que impulsiona a transformação da organização, tendo como desafio promover a mudança decomportamento das pessoas, buscando a melhoria da qualidade. O planejamento na elaboração de programas detreinamento e desenvolvimento fornece subsídios para suprir o desafio de coordenar um Serviço de EducaçãoContinuada, direcionando suas ações com vistas à mudança de comportamento organizacional. O objetivo desteestudo foi desenvolver um programa de orientação inicial, um de treinamento e outro de aprimoramento, juntamentecom seus sistemas de avaliação. Foi realizado levantamento das necessidades e intenções para cada programa,além do levantamento bibliográfico na LILACS e em livros sobre a temática. O planejamento estratégico situacionalfoi o referencial que embasou a elaboração do projeto contemplando três programas: 1) Programa de orientaçãoinicial - consiste na criação de um programa de integração institucional voltado aos recém-admitidos e notreinamento prático em local de trabalho, visando a integração e capacitação dos profissionais; 2) O programa detreinamento é voltado ao preparo do profissional para assumir um cargo/função com o objetivo de desenvolveralgumas competências, sendo preciso identificar quais as habilidades necessárias à função; 3) O programa deaperfeiçoamento, atualização ou aprimoramento, busca proporcionar informações para ampliar e melhorarcompetências, e é elaborado conforme demanda espontânea, em parceira com os supervisores de área. Esteprojeto ressalta a importância do trabalho educativo e direciona algumas ações imprescindíveis, como a criação deuma política educativa institucional.
  37. 37. TRABALHO 36 OS PRINCIPAIS FATORES ESTRESSANTES CAUSADORES DE DESGASTE MENTAL E EMOCIONAL NA EQUIPE DE ENFERMAGEM HOSPITALAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICOGislene Aparecida da Silva , Elizabete Aparecida de Almeida de Siqueira Franco, Márcia do Nascimento VieiraFaculdade de Enfermagem - PUC CampinasO estresse ocupacional é resultado da incapacidade de lidar com as fontes de pressão no trabalho, provocandoproblemas na saúde física e mental, comprometendo o indivíduo e as organizações. Em estudo realizado com 92enfermeiras, 82% apresentaram problemas psicológicos, 12% tentativas de suicídio e 50% absenteísmo, o queaponta a gravidade da situação. Este estudo teve como objetivo identificar os fatores estressantes, a importânciadestes no desgaste mental e emocional, o impacto na atuação profissional e as estratégias para minimizá-los. Foirealizado levantamento bibliográfico no período de 2000 a 2005, na base de dados LILACS, utilizando os descritores:enfermagem, saúde ocupacional e estresse. Os principais fatores estressantes são as relações interpessoais e asobrecarga de trabalho, destacando-se também a violência, recursos inadequados, modelo gerencial e baixaremuneração. Estes promovem desgaste mental e emocional, manifestados por raiva, tristeza, insatisfação notrabalho, depressão, distúrbios do sono, cardiovasculares, gastrintestinais e restrições das atividades sociais.Resultando em impacto negativo no desempenho do trabalho, absenteísmo, queda na produtividade, redução daqualidade da assistência e acidentes de trabalho. As estratégias encontradas foram: cursos alternativos, atividadeseducacionais e terapêuticas, transformação do modelo gerencial, maior investimento em educação continuada,formação de grupos de apoio e equipe adequada em quantidade e qualidade. Os estressores identificados nesteestudo ocasionam diminuição do desempenho profissional, levando a uma sobrecarga de trabalho ao restante daequipe, acarretando sofrimento ao grupo e prejuízo na qualidade da assistência, o que demonstra a necessidade deintervenções.
  38. 38. TRABALHO 37CUIDADOS DE ENFERMAGEM A PACIENTES EM USO DE SUPORTE VENTILATÓRIO INVASIVO NA UNIDADE CORONARIANA Rafaela Sandes de Albuquerque, Taize Muritiba Carneiro UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR INTRODUÇÃO: A ventilação mecânica invasiva é considerada um método de suporte de vida aplicado através de um equipamento, bastante utilizado nas Unidades de Cuidados Críticos, como Unidade Coronariana (UCO), por usuários cuja atividade respiratória encontra-se ausente ou ineficaz. Este suporte encontra-se associado a complicações específicas. Desse modo, requer atuação contínua da equipe multidisciplinar de saúde no intuito de evitar danos ao paciente. Nesse contexto, o enfermeiro possui papel relevante no que se refere aos cuidados para manutenção e recuperação de função respiratória. Estes cuidados deverão ser implementados a partir da identificação das necessidades humanas afetadas. OBJETIVO: Conhecer os cuidados de enfermagem dispensados a pacientes com suporte ventilatório invasivo na UCO. METODOLOGIA: trata-se de uma investigação descritiva com abordagem qualitativa, cujo instrumento será entrevista semi-estruturada. Os sujeitos serão enfermeiros que prestam cuidados na UCO desta organização de saúde, com mais de seis meses de experiência e que concordarem em participar da pesquisa assinando o termo de consentimento livre e esclarecido. O instrumento contém as seguintes perguntas semi-estruturadas: Para você o que significa Cuidado?/ Quais os cuidados de enfermagem você aplica a pacientes em uso de suporte ventilatório invasivo na UCO?/ Que facilidades e dificuldades que você encontra para cuidar de pacientes com suporte ventilatório invasivo na UCO? A pesquisa contará com aprovação ética e consentimento livre e esclarecido dos envolvidos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: este estudo encontra-se em andamento. Pretende favorecer reflexão e embasamento, aos discentes e profissionais de enfermagem, para o cuidado de pacientes em uso de suporte ventilatório invasivo na UCO. CARNEIRO, Taize Muritiba. Orientadora. Especialista em Cardiologia. Enfermeira da Unidade de Tratamento Intensivo do Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos -UFBA. Docente da Faculdade de Enfermagem da Universidade Católica do Salvador. taizemuritiba@ufba.br . (071) 8782.9695.
  39. 39. TRABALHO 38AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DA AGENDA SP-21 COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO: RELATO DE EXPERIÊNCIAMarisa Ferreira da Silva Lima, *Sandra Regina Araújo RivaldoA Agenda SP-21 nasceu da necessidade do governo paulista acompanhar os programas e projetos prioritários e dedemanda direta do governador. Este trabalho teve como objetivo a avaliação da utilização deste instrumento porgerentes de enfermagem de uma unidade hospitalar. A metodologia foi aplicada através da utilização de Planilhaselaboradas pelo programa Microsoft Office Excel. Os diretores de serviço e os supervisores de cada área receberamtreinamento através do “Programa de Desenvolvimento Gerencial” pela FUNDAP, onde se familiarizaram com oinstrumento. A Agenda SP-21 foi implantada em dezembro de 2004 na Divisão de Enfermagem do HGVP, com oobjetivo de planejar as ações gerenciais de enfermagem para 2005. A implantação ocorreu em 100% das unidadesda Divisão. As principais metas das equipes estavam vinculadas a treinamento, implantação da SAE eimplementação da Humanização nas ações do serviço. As unidades de CO, CC, CME, Queimados, Pediatria,Berçário e Alojamento Conjunto atingiram em 2006 um maior percentual das metas que no ano anterior, revelandomelhor monitoramento das ações. As unidades de Clínica Médica e Clínica Cirúrgica apresentaram percentualmenor nas metas, pelos motivos: não continuidade da SAE e a rotatividade de enfermeiros. A utilização desteinstrumento viabiliza à gerência o acompanhamento das ações e resoluções dos problemas relevantes de cadaunidade, tornando-o uma ferramenta importante no processo decisório. Promove controle necessário sobre osfatores que podem tornar o programa inviável, avaliando-o em qualquer fase do processo, oferecendo ao gestor aoportunidade de tomar ações preventivas para que as metas sejam alcançadas.* Enfermeira, Diretora de Divisão de Enfermagem do Hospital Geral “Dr. José Pangella” de Vila Penteado,Especialista em Administração de Serviços de Saúde.Contato: Tel: (11)39769911 R: 259; (11) 30227654e-mail: sandra.rivaldo@uol.com.br
  40. 40. TRABALHO 39 APLICAÇÃO DE INDICADORES PARA ANÁLISE DE DESEMPENHO DO CENTRO CIRÚRGICO Cristina Silva Sousa, Janete Akamine Hospital Santa CatarinaO bom desempenho de um centro cirúrgico está diretamente relacionado com a qualidade de seus própriosprocessos e com os processos dos serviços que o apóiam1. Para avaliar o desempenho desta unidade, visando àgestão, melhorias, desenvolvimento de novos processos, torna-se necessário desenvolver aplicação de indicadores.O objetivo deste é monitorar a produtividade do centro cirúrgico. A aplicação destes indicadores iniciou-se emjaneiro de 2008, através do mapa cirúrgico (movimento cirúrgico, cancelamentos, atrasos, taxa de mortalidade intra-operatória, número de reoperação); recuperação anestésica (tempo médio de permanência na RA); dadosgerenciais (banco de horas, número de colaboradores na instituição com mais de 18 meses); incidência de queda eincidência de lesões de pele no intra-operatório. Analisando dados de janeiro a abril de 2008 todos com valoresmédios; o movimento cirúrgico apresentou 997 cirurgias agendadas; 1026 realizadas; 117 cancelamentos, sendo amaior causa a desistência do paciente. O atraso cirúrgico com 55 minutos, sendo a maior causa atraso da equipemédica. A taxa de mortalidade permanece em 0,05% e número de reoperação em 2,25. A permanência na RA é de47 minutos. O banco de horas com 344h e 62 colaboradores possuem mais de 18 meses na instituição. A incidênciade queda é zero e lesões de pele no intra-operatório são de 0,09. Conclui-se que a avaliação de desempenho dasatividades do centro cirúrgico através de indicadores, abre caminho para a revisão critica nos principais processos,possibilitando a intervenção nos processos falhos e desenvolvimento de melhorias.
  41. 41. TRABALHO 40 CONHECIMENTO DO GRUPO EXECUTIVO EM SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (GESAE) NO EXAME CLÍNICO DE ENFERMAGEMFlávia Bortolazzi ,Amélia da Silva Andrade, Cleusa Mutsumi Kimoto, Vera Lúcia Regina Maria.Esta pesquisa objetivou avaliar a aprendizagem do GESAE do Hospital Bandeirantes no Módulo de Exame Clínicodo Curso de Capacitação do Programa de realinhamento da SAE, implementado com consultoria externa. O cenárioé um hospital particular de médio porte com 163 leitos, que atende pacientes adultos, com 98 enfermeiros no seuquadro. A amostra foi constituída por 19 enfermeiros que concordaram em participar do Módulo com 24 horas,sendo 17 para teoria e prática em sala e 7 horas para prática supervisionada na Unidade Coronária. Após aprovaçãodo Comitê de Ética em Pesquisa foram aplicados quatro instrumentos, todos centrados nos focos de atençãoadaptados da Teoria das Necessidades Humanas Básicas: um questionário pré e pós prática na clínica, umHistórico de Enfermagem completo, no modelo proposto pelo grupo e impressos das avaliações da supervisora e daentrevista final com Educação Corporativa. A análise dos dados foi baseada em freqüência considerando as notasno questionário e o agrupamento das informações da supervisora e da entrevista. Os resultados mostraram umamédia de crescimento no conhecimento do grupo de 18%. No desempenho por focos de atenção e na avaliação dasupervisora, observou-se que as questões com percentual de acerto abaixo de 50% estavam relacionadas a seisfocos, destacando-se Regulação cardiovascular (50%). Nas entrevistas constatou-se tendência de flexibilização,com maior aceitação do modelo de enfermagem. Conclui-se que o processo resultou em melhoria do conhecimentodas enfermeiras sobre exame clínico, que sustentou uma nova visão do modelo assistencial e consolidação do papelclínico da enfermeira.
  42. 42. TRABALHO 41 PERFIL DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DA CLIENTELA EM UMA UNIDADE CLÍNICA CIRÚRGICA.Flavia Bortolazzi, Amélia da Silva Andrade , Ana Claudia de Arruda Coelho, Márcia Cristina Amaro, Vera LúciaRegina Maria.Estudo descritivo realizado no Hospital Bandeirantes em fase de realinhamento do modelo assistencial informatizadocom apoio de consultoria externa, objetivando traçar o perfil diagnóstico de enfermagem da clientela da clinica piloto.Método: pesquisa descritiva, em uma Instituição particular, médio porte, 163 leitos, que presta atendimento apacientes adultos , clínico e cirúrgico, quadro de enfermagem de 98 enfermeiros, 158 técnicos e 213 auxiliares deenfermagem. Amostra composta por 31 Históricos de Enfermagem elaborados por quatro enfermeiras da clinicapiloto no período de novembro a dezembro de 2007,capacitadas internamente (196 horas).Após aprovação doComitê de Ética em Pesquisa este processo foi conduzido por uma Professora Doutora Consultora emSistematização de Enfermagem e por quatro enfermeiras com experiência, média 3 anos na instituição,especializadas em enfermagem e com capacitação interna. Realizada leitura dos históricos, listagem dos dadossignificativos, agrupamento em focos, elaboração e validação da hipótese pela orientadora e posteriormente pelasclassificações North American Nursing Diagnosis Association. Os dados foram analisados em termos de freqüência.Resultados: foram elaboradas 10 categorias diagnósticas consideradas prevalentes e 22 consideradas específicas.As mais freqüentes foram: “Padrão respiratório eficaz” (93%), “ Débito cardíaco adequado” (90%), Disposição paranutrição melhorada (84%) e Disposição para eliminação urinaria melhorada (83%).Conclusão: dentre os 10diagnósticos elaborados para o perfil, 6 foram construídos preliminarmente com base no olhar clínico das autorassem apoio de termo padronizado nas classificações, que mostra necessidade de validação.
  43. 43. TRABALHO 42 Percepção dos enfermeiros sobre o processo de avaliação de desempenhoAdriano Rogério Baldacin Rodrigues, Vera Lucia Mira Gonçalves, Jurema da Silva Herbas Palomo, LucimarAparecida Barrense Nogueira Sampaio, Maria Madalena Januário Leite.O processo de avaliação de desempenho é uma ferramenta importante para o desenvolvimento de seusprofissionais dentro das instituições hospitalares. A presente pesquisa norteou-se pelos objetivos: conhecer a visãodos enfermeiros sobre o processo de avaliação de desempenho, as dificuldades e facilidades para desenvolver oprocesso e identificar contribuições para a implantação do processo de avaliação para a equipe de enfermagem.Este estudo apoiou-se numa investigação exploratória de caráter qualitativo. Os sujeitos do estudo constituíram-sede quatro enfermeiras, diretoras de serviço de enfermagem, que consentiram à participação no estudo. Para a coletade dados foi utilizada a entrevista semi-estruturada, com três questões norteadoras, que após analise interpretativapermitiram a construção de categorias temáticas relacionadas ao processo. Os dados foram analisados através doprocesso de análise de conteúdo, segundo Bardin (1977), que denomina este tipo de análise como categorial.Depreendeu-se do estudo que o processo de avaliação de desempenho apresenta-se como um instrumentofundamental para a prática gerencial cotidiana, permite refletir em pares o desempenho profissional. É ainda, umaferramenta facilitadora de analise de atuação profissional em relação a objetivos, cultura e diretrizes institucionais.Destacaram a carga de trabalho diária do enfermeiro, como elemento dificultador para a implantação do processo.Quantos as contribuições relataram a necessidade de envolver a equipe de enfermagem para implantação doprocesso.Instituto do Coração – HCFMUSPRua: Drº. Enéas de Carvalho Aguiar, 44Cerqueira Cezar – São Paulo – SPCEP: 05403 – 000Telefone – (11) – 3069 – 5654 e-mail: adriano.rogerio@incor.usp.br
  44. 44. TRABALHO 43 COMPETÊNCIAS NA VISÃO DO GRADUANDO EM ENFERMAGEMClaudia FerrazIntrodução: Desenvolver as competências necessárias ao enfermeiro é um grande desafio dos órgãos formadores,tornando-se responsabilidade de todos estes atores: professores e aprendiz. Portanto, estes órgãos precisamelaborar planos de ações para capacitarem seus discentes adequadamente para atuarem no mercado de trabalho,com competência que a função requer.Objetivo: Identificar as competências para ser enfermeiro na visão do discente do 8º semestre em enfermagem.Método: Trata-se de um estudo qualitativo, mediante a aplicação de um questionário com duas perguntas abertaspara 10 discentes em uma Universidade Privada no Município de São Paulo. A análise baseou-se na técnica deanálise temática contemplando as fases de preparação e categorização temática.Categorização: O que significa competência.· Conhecimento....saber fazer algo.(E3).· Realizar os cuidados com qualidade....proporcionar excelência no cuidado.(A1).· Cumprir as tarefas com eficácia e eficiência....realizar os deveres tendo eficácia e eficiência.(A2).· Responsabilidade....ter responsabilidade com o cliente.(A1). Quais as competências necessárias para ser enfermeiro.· Conhecimento....embasamento cientifico.(E4).· Liderança.....saber liderar. (E4).· Empatia.... compreender o comportamento do cliente.(A4).· Gostar da profissão....Gostar da profissão e executá-la com amor.(A4).Conclusão: Concluiu-se que não há profundidade nas respostas dos discentes, entretanto os mesmos souberamdescrever algumas competências indispensáveis ao enfermeiro, porém não souberam relatar o que é competência,mas, vale lembrar, este tema foi abordado na disciplina de Administração em Enfermagem.Portanto, é relevante recordar outras competências específicas do enfermeiro: comunicação, trabalho em equipe,gestão de recursos, flexibilidade, criatividade, empreendedorismo, tomada de decisão e humanização.
  45. 45. TRABALHO 44A PRÁTICA DIÁRIA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS ENTRE FUNCIONÁRIOS DE UM HOSPITAL PEDIÁTRICO DA REDE PÚBLICA DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO Flávia Gomes de Aguiar Canatto Anete Patitucci Lage Sarah Menezes da Costa,As mãos representam importante instrumento de transmissão de microorganismos e por esta razão, a prática dahigienização deve se caracterizar como um hábito constante entre os indivíduos. Neste sentido, o objeto desteestudo consiste na prática da higienização das mãos entre os vários profissionais lotados em uma Unidade deSaúde Pediátrica, com objetivo de identificar a prevalência da prática da higienização das mãos antes do evento daalimentação e constatar a prevalência desta mesma prática após a intervenção educativa. Estudo exploratório,descritivo, do tipo quantitativo, realizado em um refeitório de um Hospital Pediátrico da Rede Pública Municipal deSaúde do Rio de Janeiro, durante o mês de abril e maio de 2007, no qual o evento da higienização das mãos foisistematicamente observado pelas pesquisadoras, obedecendo-se um roteiro pré-estabelecido, em dois momentos.Os resultados apontam 60 eventos de higienização das mãos antes da refeição na primeira etapa, e 61 na segunda.Apenas 20 eventos de higienização das mãos após servirem-se do alimento na primeira etapa, com elevação para30 na segunda. Com destaque para esta situação, uma vez que os funcionários necessitam identificar-se em livropróprio do serviço de nutrição e utilizam para isso uma caneta comunitária e os profissionais entenderam que denada adiantava a higienização das mãos ao entrarem no refeitório, pois necessitam utilizar este objeto. Nestesentido, entendemos que a ação educativa realmente caracteriza-se como importante aliada do profissionalcontrolador de infecção hospitalar, uma vez que a prevalência da prática de higienização das mãos aumentouconsideravelmente após sua realização.

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