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SISTEMA DE GESTÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
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SISTEMA DE GESTÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

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Apresentação realizada durante o Fórum Normas de Responsabilidade Social, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB

Apresentação realizada durante o Fórum Normas de Responsabilidade Social, realizado na Federação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB

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  • 1. FÓRUM NORMAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ISO26000 / NBR 16001 SISTEMA DE GESTÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
  • 2. 2 O Investimento Social & a Sustentabilidade Pre-2000 2006 2007 2008 2009+2000 2001 2003 2004 20052002 Investimento Social Individual & Familiar Investimento Social Corporativo Sustentabilidade + + Instituto Arruda Botelho, Instituto de Cidadania Empresarial, Childhood Brasil. Instituto Camargo Corrêa; Instituto Alpargatas; Fundação Loma Negra. Introduzida a visão e os valores da sustentabilidade corporativa no Grupo. Modelo de crescimento com sustentabilidade. Corporativa Valores da Família
  • 3. 3 Onde tudo começou? 2006 Criação de 3 grupos de trabalho, com acionistas + executivos GT Filosofia GT Metodologia GT Implantação Carta da Sustentabilidade “O Desafio da Inovação”
  • 4. 4
  • 5. 5 Desenvolvimento Sustentável na Construtora Posicionar as obras da Construtora como geradora de valor compartilhado entre clientes, profissionais, comunidades, parceiros, acionistas, agregando valor ao negócio e promovendo as bases para o desenvolvimento comunitário e o respeito ao meio ambiente. • Entregando produtos responsáveis e inovadores dentro do prazo e valores estabelecidos • Priorizando recursos humanos e materiais disponíveis nas localidades onde atuamos • Proporcionando formação integral e geração de renda para as comunidades do entorno • Valorizando e garantindo os direitos para nossos profissionais • Garantindo o equilíbrio ambiental através da gestão de carbono, resíduos e água • Articulando todas as partes interessadas na gestão sustentável
  • 6. 6 2Integração 1Desdobramento daEstratégia 15 Garantiade Resultados SIGO Baseado em: O SIGO (Sistema Integrado de Gestão de Obra) é o conjunto de requisitos mínimos, organizados em 15 processos, aplicáveis a todas às obras da Camargo Corrêa e necessários para garantir os resultados esperados pela empresa
  • 7. 7 Aprimora o relacionamento com as partes interessadas – Foco no profissional e nas comunidades do entorno, além da formação e qualificação da mão de obra. Responsabilidade Social PROCESSO 8 – GESTÃO SOCIAL PROGRAMA GRANDES OBRAS TREINAMENTO E VALORIZAÇÃO DE ENCARREGADOS PROGRAMA VOLUNTARIADO PROGRAMA FUTURO IDEAL RESPEITO ÀS COMUNIDADES DO ENTORNO DA OBRA RESPEITO COM OS NOSSOS OS FUNCIONÁRIOS GARANTIA DAS MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO
  • 8. 8 Desenvolvimento Socioeconômico Público Interno Relações Necessidades / Expectativas do Stakeholder Aspecto da Responsabilidade Social Impacto Social P r o b S e v I m p P a r t S i g n Controles Operacionais Requisitos legais e outros Funcionários e familiares Falta de transparência na Falta de confiança 2 2 4 N Não Significativo Código de Conduta NA Interesses financeiros Corrupção 1 3 4 N Significativo Código de Conduta Plano de Contingência Dec. Lei Federal 2.848/1940 Falta de critérios de seleção e admissão Discriminação 1 3 4 N Significativo Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Plano de Contingência Decreto Federal129/91 Decreto Federal3.298/99 Decreto Federal4.377/02 Decreto Federal 62.150/68 Decreto Federal 65.810/69 Dec. Lei Federal41.721/57 Lei Estadual10.849/01 Lei Estadual12.548/07 Lei Federal 1.390/51 Lei Federal 9.029/95 LeiFederal 10.741/03 Contratação de aprendiz / estagiários Desenvolvimento profissional Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Decreto Federal5.598/05 Lei Federal10097/00 Decreto Federal 87.497/82 Lei Federal 6.494/77 Portaria Federal702/01 Contratação de funcionários da terceira idade Inclusão social Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Lei Estadual12.548/07 LeiFederal 10.741/03 Inclusão social Promoção da diversidade Contratação de portadores de deficiência Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Decreto Federal 129/91 Decreto Federal3.298/99 LeiFederal 11.126/05 Portaria Fed. SEDH170/04 Crítérios justos de seleção e contratação Inclusão social Cumprimento das leis trabalhistas Contratação de funcionários Relações Necessidades / Expectativas do Stakeholder Aspecto da Responsabilidade Social Impacto Social P r o b S e v I m p P a r t S i g n Controles Operacionais Requisitos legais e outros Funcionários e familiares Falta de transparência na Falta de confiança 2 2 4 N Não Significativo Código de Conduta NA Interesses financeiros Corrupção 1 3 4 N Significativo Código de Conduta Plano de Contingência Dec. Lei Federal 2.848/1940 Falta de critérios de seleção e admissão Discriminação 1 3 4 N Significativo Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Plano de Contingência Decreto Federal129/91 Decreto Federal3.298/99 Decreto Federal4.377/02 Decreto Federal 62.150/68 Decreto Federal 65.810/69 Dec. Lei Federal41.721/57 Lei Estadual10.849/01 Lei Estadual12.548/07 Lei Federal 1.390/51 Lei Federal 9.029/95 LeiFederal 10.741/03 Contratação de aprendiz / estagiários Desenvolvimento profissional Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Decreto Federal5.598/05 Lei Federal10097/00 Decreto Federal 87.497/82 Lei Federal 6.494/77 Portaria Federal702/01 Contratação de funcionários da terceira idade Inclusão social Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Lei Estadual12.548/07 LeiFederal 10.741/03 Inclusão social Promoção da diversidade Contratação de portadores de deficiência Procedimento de Recrutamento e Seleção Planilha de Medição e Monitoramento de Responsabilidade Social Decreto Federal 129/91 Decreto Federal3.298/99 LeiFederal 11.126/05 Portaria Fed. SEDH170/04 Crítérios justos de seleção e contratação Inclusão social Cumprimento das leis trabalhistas Contratação de funcionários Identificação de Aspecto e Impacto Sociais •Planejamento da Gestão Social •Matriz de Partes Interessadas •Programa de Gestão de Partes Interessadas Integração •Treinamento e orientações •Informações para segurança do trabalhador Guia do Comportamento e Relacionamento do Profissional •Distribuição para todos os funcionários •Alinhado ao Código de Conduta •Abrangência: Profissional, Fornecedores, Parceiros, Clientes, Comunidades e Sociedade Manual do Encarregado •Preparação e treinamento da Liderança •Reconhecimento e valorização do encarregado •Passaporte do conhecimento
  • 9. 9 Desenvolvimento Socioeconômico Pesquisa de Clima Organizacional •Condições de Trabalho •Reconhecimento profissional •Avaliação da liderança •Oportunidades de melhorias Linha Ética e Ouvidoria •Comunicação interna •Canal de comunicação 24 horas Programa de Capacitação •Geração Sustentável •Geração Digital •Geração Aprendiz BIP (Boletins Informativos de Responsabilidade Social) •Comunicação interna •Temas relevantes e atuais Público Interno
  • 10. 10 Programa Parcerias para Sustentabilidade •Programa de Capacitação de Fornecedores •Parceria entre as áreas de Sustentabilidade, Suprimentos e Diretoria de Operações Desenvolvimento Socioeconômico Programa Ideal Voluntário • Atividades nas escolas • Palestras educativas • Inclusão social • Educação ambiental Programa Na Mão Certa – Grandes Obras •Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no •entorno de Obras •Apoio na Implantação: Childhood Brasil e Instituto Camargo Corrêa Projetos Sociais em parceria com ICC •Infância Ideal •Escola ideal •Futuro ideal Programa Conviver com as Diferenças • Programa que visa garantir a diversidade na CCCC Programas e Projetos
  • 11. 11 Divulgação da obra porta a porta e 0800 •Relacionamento com as comunidades do entorno da obra. •Preocupação com a segurança da população. •Divulgação das etapas da obra, medidas de meio ambiente e segurança adotadas •0800 e distribuição de jornal Palestras Educativas •Escolas •Instituições •Comunidades Palestras de Educação Ambiental •Coleta Seletiva •Plantio de Mudas •Reciclagem Público Externo Dia de Lazer e Cidadania •Ações de responsabilidade social: emissão de carteiras de identidade, aferição de pressão arterial, dicas de saúde, apresentações teatrais, sorteio de brindes, entretenimento Desenvolvimento Socioeconômico
  • 12. 12 Segurança do Trabalho Define os requisitos e ferramentas e fazer a gestão de saúde e segurança do trabalho nas obras. PROCESSO 14 A – SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Relato de desvios de segurança para prevenção de acidentes Diálogos de Segurança Cuidados com as Pessoas Análises Prevencionistas Riscos Críticos Relatórios de Segurança Orientação das equipes sobre os riscos de execução de atividades e serviços da obra. Utilização obrigatória dos EPIs necessários para a realização das atividades. Serviços analisados previamente e realizados apenas em condições seguras. Análise periódica de riscos críticos
  • 13. 13 Define os requisitos e ferramentas e fazer a gestão ambiental das obras. Meio Ambiente PROCESSO 14 B – MEIO AMBIENTE CONTROLE DO ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DESEMPENHO AMBIENTAL PLANO DE GESTÃO DE CARBONO PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE DO AR GESTÃO DO RECURSO ÁGUA E TRATAMENTO DE EFLUENTES ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS
  • 14. 14 Preservação da qualidade do ar •Controle de Fumaça Preta •Quantificação dos Gases – Opacímetro •Despoeiramento das centrais britagem •Despoeiramento dos acessos internos e externos Preservação Ambiental Preservação da qualidade do solo e qualidade da água •Proteção de Várzea •Proteção de Taludes •Contenção de erosão •Execução de drenagens Reaproveitamento e tratamento da água •Captação superficial e subterrânea •Tratamento da água para consumo humano •Reaproveitamento água pluvial •Sistema de Separação de Água e Óleo das rampas de lavagem Tratamento dos Resíduos Líquidos e Efluentes •Central de Concreto - Sistema de Decantação e Bate-Lastro de Betoneira •Oficina Mecânica - Tratamento do Efluente com Separadoras água/óleo •Tratamento de Efluentes Sanitários •ETE para efluente da lavanderia – Reaproveitamento do efluente tratado
  • 15. 15 Gerenciamento de resíduos sólidos •Coleta seletiva •Central de resíduos recicláveis – triagem e compostagem •Resíduos Perigosos •Resíduos de Saúde Reaproveitamento de resíduos sólidos – Madeira •Madeira para aquecimento da água dos alojamentos e refeitório – Caldeira à Biomassa •Reutilização de madeira na obra (Almoxarifados, Áreas de vivência e Estacionamentos) •Picotador de Madeira - Utilização como Top Soil para recuperação de áreas •Doação de resíduos de madeira à Comunidade Reaproveitamento de resíduos sólidos – Concreto •Britador de resíduos de concreto •Reutilização do concreto britado com agregado no próprio processo produtivo •Reutilização como forração de pista •Utilização dentro da obra Preservação Ambiental Incineração de resíduos sólidos – Resíduos Perigosos •Transformação de resíduos perigoso em inerte •Economia na destinação •Diminuição do volume de resíduos (95%) •Operação diária
  • 16. 16 Proteção e preservação da fauna •Resgate de peixes (0% de mortandade de peixes) •Resgate e afugentamento de animais silvestres •Atendimentos clínicos •Passagem fauna Atendimento a emergências ambientais •Proteção do solo - Kits de emergência PAE •Proteção da água •Simulado em solo •Simulado na água Proteção e preservação da flora •Preservação - Árvores são mantidas e preservadas •Resgate de flora •Viveiro de mudas •Viveiros de espera Preservação Ambiental
  • 17. 17 Preservação Ambiental Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa •A obra será inventariada conforme Norma ISO 14064 através do Sistema Online de Gestão de Carbono www.atapart.com.br/camargo •Serão implantadas ações de redução e compensação de emissões conforme Guia para Gestão de Carbono • Geração de Crédito de Carbono - A redução das emissões de gases de efeito estufa deverá ocorrer devido ao uso de uma fonte renovável limpa geradora de energia que, se comparada à prática comum da matriz energética, é menos poluente. Bolsa de Resíduos •Sistema de negociação e comercialização online de resíduos •Otimização do coprocessamento de resíduos •www.dr2c4.drresiduo.com.br Plano Água - Gestão Estratégica do Recurso Água •Plano para Gestão Estratégica do Recurso Água •Realização do inventário de água conforme metodologia Water Footprint Network •Reuso e reaproveitamento de água no canteiro Canteiro Padrão •Acomodações e estruturas com iluminação natural •Conforto térmico e acústico aos trabalhadores •Economia de água e energia •Adequação ás pessoas com deficiência
  • 18. 18 Certificações e Reconhecimentos Prêmio Fritz Müller Fundação do Meio Ambiente FATMA / SC Prêmio de Segurança, Meio Ambiente e Saúde para fornecedores da PETROBRAS Obras de Hidrelétricas, Obras Industriais e Obras de Dutos ISO 14.001 NBR 16.001 Entre as 50 Empresas do BEM no Brasil (ISTOÉ) 2011 OSHAS 18.001 6°°°°Premio Brasil Ambiental Prêmio SuperEcolog ia 2003 Prêmio Expressão Ecologia 2003 Premio Chico Mendes 2010 ISO 9.001 Reconhecimento Internacional pela ONU 2012 – Gestão de Carbono Empresa Verde 2012 Categoria Mudanças Climática Entre as 20 Empresas Verdes do Brasil Prêmio Chico Mendes 2012 Plano de Gestão de Carbono Prêmio Instituto Pró-Cidadania Inclusão Social Excelência em Parceria
  • 19. 19 Padrão Camargo Corrêa
  • 20. 20 Por que Certificar na ABNT NBR 16001? Responsabilidade Social trata-se de uma evolução natural, exatamente como foram a produtividade, depois a era da Qualidade e a ISO 9000. Em seguida a preocupação com o meio ambiente (ISO 14000) e, a Responsabilidade Social Empresarial que, em síntese, é a gestão voltada para o engajamento das partes interessadas e a aplicação efetiva dos direitos humanos nas suas atividades.
  • 21. 21 Benefícios da Certificação e Principais Resultados • São inúmeros os benefícios obtidos através das Certificações, no entanto a implantação do sistema deve ser realizada corretamente. Primeiramente é essencial que os integrantes da organização, de todos os níveis, sejam sensibilizados, que percebam os reais benefícios que irão ter; que não se sintam objetos da mudança e sim, seus autores ou coautores. Outro fator a ser considerado é que ao ser elaborado o cronograma para a implantação do Sistema haja uma concordância entre os profissionais quanto a cada etapa e, por conseguinte, quanto aos prazos; • Resultados positivos principalmente no relacionamento com grandes clientes; • Maior engajamento com as demais partes interessadas; • Os Sistemas de Gestão, quando bem empregados, trazem inúmeras vantagens para os clientes, para a empresa e seus proprietários e acionistas, para os profissionais, para os fornecedores, para o governo e, para a própria comunidade.
  • 22. 22 Principais Resultados • Melhoria no ambiente • Receptividade a mudanças • Integração de equipes • Diminuição no distanciamento das lideranças
  • 23. 23 Melhoria do Relacionamento com as Partes Interessadas • As metodologias para melhorar o relacionamento com as partes interessadas identificadas auxiliam no desenvolvimento dos projetos, na contingência de riscos, podendo-se destacar: • Certificação de Ouvidores Internos (ABO) • Implantação de ferramenta (Linha Direta E&C (0800), a Linha Ética e o Fale Conosco. Sistema Integrado de Ouvidoria que visa melhorar a gestão das manifestações recebidas na organização, para tomada de ações sistêmicas, cada vez menos reativas e mais proativas, no âmbito das obras e da companhia como um todo; • Comitê de Ética Corporativo; • Pesquisas de clima qualitativas.
  • 24. 24 Dicas Gerais • Comprometimento da alta direção no processo de implantação e certificação; • Representatividade do responsável pela área de Responsabilidade Social; • Integração das demais áreas constituindo Comitê Interdisciplinar desde a identificação das partes interessadas até a consulta das partes interessadas.
  • 25. 25 Migração ABNT NBR 16001:2012 Fase 1 • Grupo de Estudos, mapeando material que possuímos e necessidade de adaptação ou criação; • Inicio de auditorias internas com foco na ABNT NBR 16001:2012. Fase 2 • Verificação das necessidades de adaptação ferramentas corporativas.
  • 26. 26 Expectativas Futuras • Aprofundar estudos de melhores formas de medir resultados, analisar e tomar ações de melhoria para alguns objetivos e programas, como Ações Sociais de Interesse Público • Melhor posicionamento de organismos reguladores para verificações de conformidade legal (cadastro socioeconômico) • Efetivar a responsabilidade social em cada processo do sistema, não como um processo à parte.
  • 27. 27 Muito Obrigada!!! Elba Cristina Maciel de Moraes Gerência de Sustentabilidade e Comunicação Externa Tel.: (+55 11) 2787-4034 Cel.: (+55 11) 97200-2419 elba.moraes@camargocorrea.com

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