Bahia                                                                    ISSN 1679-2645   Federação das Indústrias do Esta...
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mento e se comprometeu a continuar atuando como                                                                          i...
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SALVE TERRALixo ou luxo   A Salve Terra é uma pequena empresae concorreu com um projeto que consisteem transformar materia...
Julgadora do Prêmio FIEB, Arlin-                                                                                         d...
VERACEL                                                         Se eu Fosse uma FlorestaErnandes Alcântara /Divulgação    ...
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Revista Bahia Indústria - Agosto/Setembro/Outubro 2012- Ano XIX Nº 222
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  1. 1. Bahia ISSN 1679-2645 Federação das Indústrias do Estado da Bahia Sistema FIEB Ano XVIII nº 222 ago/set/out 2012EconomiasustentávelSistema FIEB reconheceexperiências bem sucedidasno Prêmio de DesempenhoAmbiental 2012
  2. 2. AQUI, TODO MUNDO SAI GANHANDO. PARTICIPE. Para o SESI, apoiar o esporte é garantir mais qualidade de vida para os trabalhadores e melhores resultados para seu negócio. Inscreva sua empresa nos Jogos do SESI e participe. PROCURE A UNIDADE DO SESI MAIS PRÓXIMA OU ACESSE O SITE: WWW.FIEB.ORG.BR/SESI E S C O L H A U M A M O D A L I D A D E E P A R T I C I P E .FUTEBOL DE SETE MASTER FUTSAL NATAÇÃO VÔLEI XADREZ FUTEBOL ATLETISMO TÊNIS TÊNIS DE MESA VÔLEI DE PRAIA 2  Bahia Indústria
  3. 3. EDITORIALSustentabilidade ecomprometimento ambientalA questão ambiental há muito deixou de ser mera coadjuvante narotina e prática das empresas industriais para se tornar atividade--fim, quando não faz parte de todo o processo produtivo visando aeconomia de recursos naturais e/ou o gerenciamento dos resíduos.Para enfrentar estes problemas, as indústrias colocam em práticaações de gerenciamento ambiental e de responsabilidade socialcom o propósito de transformar rotinas ou gerar valores, visandoum comportamento mais conservacionista de seus colaboradores. O Sistema FIEB, atento a esta necessidade de repensar a equa-ção entre prática produtiva e redução das emissões de resíduostóxicos, implantou o Prêmio de Desempenho Ambiental, que esteano completou 10 anos. Na edição de 2012, quatro iniciativas de grandes empresas fo-ram premiadas dentro do tema Economia Verde – Braskem, Deten,Veracel e Coelba – e uma pequena empresa – a Salve Terra –, queproduz usando material reciclado. Os prêmios foram entregues nodia 16 de agosto e mostraram que existe espaço para a produção debens e serviços ambientais de baixo impacto. Da mesma forma, asiniciativas premiadas demonstram uma preocupação em semeara conscientização ambiental, seja no ambiente corporativo ou nascomunidades nas quais estão inseridas, por meio de iniciativaspedagógicas ou lúdicas, prova de que há vários caminhos a serem Ampliar a produção, gerando menorpercorridos. impacto ambiental, graças a um A temática ambiental, longe de ser algo distante e alheio à rea- monitoramento minucioso doslidade da indústria, passou a fazer parte das rotinas corporativas processos e emissões, tem sido ae preocupação primordial em um cenário onde a competitividade tônica do setor industrialpassa também pela conquista de padrões internacionais de ge-renciamento das emissões e pela disseminação de uma culturaempresarial que preza pela responsabilidade de suas ações e umcomprometimento com a sustentabilidade. Durante a Rio +20, realizada em junho deste ano, no Rio de Ja-neiro, a indústria assumiu uma postura protagonista em relaçãoaos destinos do setor em relação à questão ambiental. O Sistema O Sistema FIEB caminha alinhadoFIEB caminha alinhado com as diretrizes da indústria nacional ao com as diretrizes da indústriaassumir seu papel de estimular seus associados a se compromete- nacional ao assumir seu papel derem na adoção de práticas socioambientais saudáveis por meio de estimular seus associados a seações como o Prêmio de Desempenho Ambiental, que convida asempresas industriais baianas a desenvolverem tecnologias limpas comprometerem na adoção dee a adotarem posturas ambientalmente responsáveis. práticas socioambientais responsáveis
  4. 4. Unidades do Sistema FIEB Para informações sobre a FIEB CIEB Bahia Presidente José de Freitas Mascarenhas. 1º Vice- Diretor-Presidente José de Freitas Mascarenhas. atuação e os serviços presidente: Victor Fernando Ollero Ventin. Vice- Vice-Presidentes José Carlos Boulhosa Baqueiro; oferecidos pelas entidades do presidentes Carlos Gilberto Cavalcante Farias; Irundi Sampaio Edelweiss; Carlos Antônio Borges Emmanuel Silva Maluf; Reinaldo Dantas Sampaio; Cohim Silva. Diretores Titulares Clovis Torres Ju- Editada pela Superintendência Sistema FIEB, entre em contato Vicente Mário Visco Mattos. Diretores Titulares nior; Fernando Elias Salamoni Cassis; João de Tei- de Comunicação Institucional Alberto Cânovas Ruiz; Antonio Ricardo Alvarez Al- ve e Argollo; João Ricardo Aquino; Luís Fernando do Sistema Fieb ban; André Régis Andrade; Carlos Henrique Jorge Galvão de Almeida; Luiz Antunes Athayde Andrade Conselho Editorial Irundi Ede- Gantois; Claudio Murilo Micheli Xavier; Eduardo Ca- Nery; Marconi Andraos Oliveira; Roberto Fiamen- SESI – Serviço Social lweiss, Maurício Castro, Cleber tharino Gordilho; Josair Santos Bastos; Leovegildo ghi; Rogelio Golfarb; Ronaldo Marquez Alcântara; Borges e Patrícia Moreira. Coor- da Indústria Oliveira De Souza; Luiz Antonio de Oliveira; Manuel Diretores Suplentes Davidson de Magalhães San- denação editorial Cleber Borges. Ventin Ventin; Maria Eunice de Souza Habibe; Re- tos; Erwin Reis Coelho de Araujo; Givaldo Alves Editora Patrícia Moreira. repor- Sede: 3343-1301 ginaldo Rossi; Sérgio Pedreira de Oliveira Souza; Sobrinho; Heitor Morais Lima; Jorge Robledo de tagem Patrícia Moreira, Carolina @Educação de Jovens e Adultos – RMS: (71) Wilson Galvão Andrade. Diretores Suplentes Adal- Oliveira Chiachio; José Luiz Poças Leitão Filho; Mendonça e Fábio Bito Teles. 3343-1429 berto de Souza Coelho; Alexi Pelagio Gonçalves Mauricio Lassmann Diretor regional oeste Pedro fotografia João Alvarez. Projeto @Responsabilidade Social: (71) 3343-1490 Portela Júnior; Carlos Alberto Matos Vieira Lima; Ovídio Tassi Gráfico e Diagramação Ana Clélia Juan José Rosário Lorenzo; Marcos Galindo Pereira Rebouças. Ilustração e Infografia @Camaçari: (71) 3205 1801 / 3205 1805 Lopes; Mário Augusto Rocha Pithon; Noêmia Pinto SESI Murilo Gomes. @Candeias: (71) 3601-2013 / 3601-1513 de Almeida Daltro; Paulo José Cintra Santos; Ricar- Presidente do Conselho e Diretor Regional José @Itapagipe: (71) 3254-9930 do de Agostini Lagoeiro de Freitas Mascarenhas. Impressão Stilo Gráfica e Editora @Itaigara: (71) 3444-4250 / 4251 / 4253 Superintendente José Wagner Fernandes @Lucaia: (71) 3205-1801 conselhos FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS @Piatã: (71) 3503 7401 Conselho de Economia e desenvolvimento in- SENAI DO ESTADO DA BAHIA @Retiro: (71) 3234 8200 / 3234 8221 dustrial Antônio Sérgio Alípio; Conselho de Presidente do Conselho José de Freitas Rua Edístio Pondé, 342 – @Rio Vermelho: (71) 3616 7080 / 3616 7081 Assuntos Fiscais e Tributários Cláudio Murilo Mascarenhas. Stiep, CEP.: 41770-395 / Fone: 71 Micheli Xavier; Conselho de Comércio Exterior Diretor Regional: Leone Peter Andrade 3343-1280 / @Simões Filho: (71) 3296-9300 / 3296-9330 Reinaldo Dantas Sampaio; Conselho da Micro w w w.f ieb.or g.br/ b ahia _ indu s- @Eunápolis: (73) 8822-1125 e Pequena Empresa Industrial Carlos Henrique IEL tria_online @Feira de Santana: (75) 3602 9762 Jorge Gantois; Conselho de Infraestrutura Presidente do Conselho e Diretor Regional @Sul: (73) 3639 9331 / 3639 9326 Marcos Galindo Pereira Lopes; Conselho de Meio José de Freitas Mascarenhas. As opiniões contidas em artigos @Jequié: (73) 3526-5518 Ambiente Irundi Sampaio Edelweiss; Comitê de Superintendente Armando da Costa Neto assinados não refletem necessa- @Norte: (74) 2102-7114 / 2102 7133 Petróleo e Gás Eduardo Rappel; Conselho de riamente o pensamento da FIEB. @Valença: (75) 3641 3040 inovação e Tecnologia José Luís Gonçalves de Diretor Executivo do Sistema FIEB Filiada à @Sudoeste: (77) 3422-2939 Almeida; Conselho de Responsabilidade Social Alexandre Beduschi Empresarial Marconi Andraos Oliveira; Conse- @Oeste: (77) 3628-2080 lho de Relações Trabalhistas Homero Ruben Rocha Arandas; Comitê de Portos Reinaldo Dan- SENAI – Serviço Nacional de tas Sampaio Aprendizagem Industrial Sede: 71 3343-8090 Sindicatos filiados à FIEB @Cimatec: (71) 3534-8090 Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado da Bahia, sindacucarba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem no Estado da Bahia, sindfiacaoba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria do tabaco no Estado da Bahia, sinditabaco@ @Dendezeiros: (71) 3534-8090 fieb.org.br / Sindicato da Indústria do Curtimento de Couros e Peles no Estado da Bahia,sindicouroba@fieb.org.br / Sindicato da @Cetind: (71) 3534-8090 Indústria do Vestuário de Salvador, Lauro de Freitas, Simões Filho, Candeias, Camaçari, Dias D’ávila e Santo Amaro, sindvest@ @Feira de Santana: (73) 3639-9302 fieb.org.br / Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado da Bahia, sigeb@terra.com.br / Sindicato da Indústria de Extração de @Ilhéus: (73) 3639-9302 Óleos Vegetais e Animais e de Produtos de Cacau e Balas no Estado da Bahia, sindioleosba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria da @Luís Eduardo Magalhães: (77) 3628-5609 Cerveja e de Bebidas em Geral no Estado da Bahia, sindcerbe@bol.com.br / Sindicato das Indústrias do Papel, Celulose, Papelão, @Barreiras: (77) 3612-2188 Pasta de Madeira para Papel e Artefatos de Papel e Papelão no Estado da Bahia, sindpacel@hotmail.com / Sindicato das Indús- trias do Trigo, Milho, Mandioca e de Massas Alimentícias e de Biscoitos no Estado da Bahia, sindtrigoba@fieb.org.br / Sindicato IEL – Instituto da Indústria de Mineração de Calcário, Cal e Gesso do Estado da Bahia, sindicalba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria da Cons- trução do Estado da Bahia, secretaria@sinduscon-ba.com.br / Sindicato da Indústria de Calçados, seus Componentes e Artefatos Euvaldo Lodi no Estado da Bahia, sindcalcadosba@fieb.org.br / Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado da Bahia, simmeb@uol.com.br / Sindicato das Indústrias de Cerâmica e Olaria do Estado da Bahia, sindicerba@ig.com.br / Sede: 71 3343-1384/1328/1256 Sindicato das Indústrias de Sabões, Detergentes e Produtos de Limpeza em geral e Velas do Estado da Bahia, sindisaboesba@ @Barreiras: (77) 3611-6136 fieb.org.br / Sindicato das Indústrias de Serrarias, Carpintarias, Tanoarias e Marcenarias de Salvador, Simões Filho, Lauro @Camaçari: (71) 3621- 0774 de Freitas, Camaçari, Dias D’ávila, Sto. Antônio de Jesus, Feira de Santana e Valença, sindiscamba@fieb.org.br / Sindicato das @Eunápolis: (73) 3281- 7954 Indústrias de Fibras Vegetais no Estado da Bahia, sindifibrasba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria @Feira de Santana: (75) 3229- 9150 da Cidade do Salvador, sindpanssa@uol.com.br / Sindicato da Indústria de Produtos Químicos, Petroquímicos e Resinas Sintéti- @Ilhéus: (73) 3639-1720 cas do Estado da Bahia, sinpeq@coficpolo.com.br / Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado da Bahia, sindiplasba@ sindiplasba.org.br / Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento no Estado da Bahia, sinprocimba@fieb.org.br / Sindicato da @Itabuna: 3613-5805 Indústria de Mineração de Pedra Britada do Estado da Bahia, sindbrit@svn.com.br / Sindicato das Indústrias de Produtos Quími- @Jacobina: (74) 3621-3502 cos para Fins Industriais e de Produtos Farmacêuticos do Estado da Bahia, adm@quimbahia.com.br / Sindicato da Indústria de @Juazeiro: (74) 3611-0155 Mármores, Granitos e Similares do Estado da Bahia, simagranba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria Alimentar de Congelados, @Teixeira de Freitas: (73) 3291-0621 Sorvetes, Sucos, Concentrados e Liofilizados do Estado da Bahia, sindsucosba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria de Carnes @Vitória da Conquista: (77) 3424-2558 e Derivados do Estado da Bahia, sincarba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria do Vestuário da Região de Feira de Santana, sind- vestfeira@fbter.org.br / Sindicato da Indústria do Mobiliário do Estado da Bahia, moveba@fieb.org.br / Sindicato da Indústria CIEB - Centro das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado da Bahia, sindratar@gmail.com.br / Sindicato das Indústrias de do Estado da Bahia Construção Civil de Itabuna e Ilhéus, valmirsb@yahoo.com.br / Sindicato das Indústrias de Café do Estado da Bahia, sincafeba@ fieb.org.br / Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Estado da Bahia, sindileite@fieb.org.br / Sindica- to das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, Computadores, Informática e Similares dos Municípios de Ilhéus e Sede: (71) 3343-1214 Itabuna, sinec@sinec.org.br / Sindicato das Indústrias de Construção de Sistemas de Telecomunicações do Estado da Bahia, anaelisabete@telenge.com.br / Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Feira de Santana, simmefs@simmefs.com.br / Sindicato das Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado da Bahia, sindirepaba@sistema fieb nas mídias sociais sindirepabahia.com.br / Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores, sindipecas@sindipecas. org.br / Sindicato das Indústrias de Fibras Vegetais no Estado da Bahia, sindifibrasba@fieb.org.br / Sindicato das Indústrias de Cosméticos e de Perfumaria do Estado da Bahia, sindcosmetic@fieb.org.br / Sindicato das Indústrias de Artefatos de Plásticos, Borrachas, Têxteis, Produtos Médicos Hospitalares, sindiplast@gmail.com 4  Bahia Indústria
  5. 5. sumário ago/set/out 2012 16 Desempenho ambiental Prêmio destaca boas iniciativas desenvolvidas pela indústria baiana para reduzir o impacto ambiental Unidade da Deten Química, no Polo de Camaçari Foto: João Alvarez 6 10 14 24SESI planeja ações para Sistema FIEB amplia sua Institutos Melhoresrepensar o futuro presença no interior de Inovação práticasGestores do Serviço Social da Indústria O presidente do Sistema FIEB, José de Presidentes da IEL Bahia premiada Bahia (SESI Bahia) estão realizando Freitas Mascarenhas, lançou o Programa CNI e de 19 empresas porseminários para repensar os serviços de Interiorização em Feira de Santana, federações desenvolveremoferecidos à comunidade e preparar a em 21 de agosto, para ampliar a oferta de conheceram o boas iniciativasinstituição para os desafios do futuro. serviços oferecidos ao setor industrial. SENAI Cimatec. de estágio.
  6. 6. Projetandoo amanhãSESI realiza planejamento estratégicopara repensar seu modelo de gestãopara os próximos 15 anos em um paísque sofrerá profundas transformaçõespor patrícia moreira Fotos João AlvarezA sociedade se transforma a roda”, observou o superinten- a passos largos e o SESI dente do SESI, Wagner Fernandes. quer estar afinado para Os primeiros diagnósticos si- acompanhar estas trans- nalizam para a necessidade de seformações no campo da educação implantar um centro de pesquisae da qualidade de vida, sem perder do SESI e de firmar parcerias pa-de vista a sua visão e fundamen- ra dar mais capilaridade aos ser-tos. É por esta razão que está em viços prestados pela instituição.curso, desde março, o programa “Já identificamos que não temos paradigmas em termos de gestão, considerações emde Planejamento Estratégico do braços nem recursos para atender relação à educação e qualidade de vida.SESI, que projeta ações para a ins- todas as indústrias com serviços Além destas colaborações, o coordenador do Nú-tituição para os próximos 15 anos. próprios, vamos precisar de alia- cleo Estratégico do SENAI, Luís Breda, falou do pro- De 31 de julho a 2 de agosto, o dos”, explica o superintendente, cesso de planejamento adotado pela instituição. Aprograma realizou o primeiro se- adiantando algumas ideias que já ideia foi mostrar como o SENAI vem trabalhando, jáminário, quando a equipe de con- começam a despontar dos primei- que a proposta é que cada vez mais as duas unidadessultores da Fundação Politécnica ros diagnósticos técnicos. trabalhem aliadas, em modelo de sistema, especial-da Universidade Federal da Bahia No seminário, que reuniu co- mente por conta da questão de qualificação e das de-(Ufba), sob a coordenação do pro- mo palestrantes o professor José mandas comuns às duas casas.fessor e ex-reitor Naomar Almeida, Pastore, que falou sobre Educaçãoque auxilia o SESI neste trabalho, Básica como fator de competitivi- CENÁRIOSapresentou o primeiro diagnósti- dade para a indústria e a coorde- O I Seminário de Planejamento Estratégico – SESIco para a equipe de gestores. Foi nadora do Instituto Ayrton Senna, 15 anos funcionou como um encontro de aglutinação,o primeiro de um total de quatro Inês Kisil Miskalo (ver entrevista), após um período de reflexão e troca de experiências,encontros, que acontecem até no- que falou sobre a experiência do iniciado em outubro de 2011. A julgar pelos cenáriosvembro. “Ainda tem um percurso Instituto com um modelo de resul- apresentados pelo professor Rogério Quintella, quea se percorrer e entendo que é um tados em escala, os consultores da traçou um panorama da evolução tecno-econômicamomento importantíssimo que Ufba apresentaram um amplo es- da humanidade e abordou as mudanças de paradig-pode fazer com que a gente altere tudo sobre o panorama industrial, ma que marcaram esta evolução, as lideranças doa velocidade da roda ou até altere as perspectivas de mudanças de SESI têm pela frente grandes desafios.6  Bahia Indústria
  7. 7. “Pensar em escala é uma opção para otimizar recursos” Inês Kisil Miskalo, coordenadora da área de educação formal do Instituto Ayrton Senna, falou sobre as experiências bem-sucedidas da entidade na área de educação O SESI está repensando seu pro- grama de educação e qualidade de vida e a senhora trouxe para o úl- timo encontro do Planejamento Es- tratégico SESI 15 anos a experiên- cia de 18 anos do Instituto Ayrton Senna, que mensagem o instituto trouxe para os gestores do SESI? Inês Kisil Miskalo – O instituto se caracteriza por desenhar soluções para o país. Quando começou es- te trabalho, a ideia era recuperar No cenário traçado para o Bra- flexível. Vai desaparecer a figu- Naomar o fluxo escolar de crianças quesil em 2027, ano para o qual está ra do industriário que orientou o Almeida estavam atrasadas na escola porsendo pensado o novo formato do modo como o sistema “S” da in- coordena meio do programa Acelera Brasil.SESI, a realidade será bem dife- dústria se estruturou. Trata-se de equipe que Depois, percebemos que era im-rente da atual. Segundo Quintella, um paradigma tecno-econômico ajuda a pensar portante formar os educadores, oso país deixará de ser um país de totalmente distinto, de forma que o SESI do profissionais, então, fomos crian-analfabetos, terá um padrão eu- se as instituições não se anteci- futuro do para evitar chegar no Aceleraropeu de renda per capita e dois parem estarão funcionando em Brasil. A criança que não está alfa-terços de sua população na clas- dissonância com a realidade que betizada, mais cedo ou mais tardese C. No campo da produção e da a cerca”, explica Naomar Almeida. vai ficar com distorção, então, nósgestão, ele aponta que os padrões Em relação ao SESI, ele explicou começamos a investir em outrasmundiais estarão fortemente re- que o encontro é uma primeira fa- ações que pudesse ajudar o país,lacionados à sustentabilidade de se de diagnóstico interno. “O foco os estados, os municípios a evitargestão de processos. que a instituição tem utilizado com aquela situação. Hoje a gente tra- Do ponto de vista laboral, Na- trabalhador/indústria e empresa/ balha mais na gestão do processoomar Almeida sinaliza mudanças empresário não permite esta mu- educacional no sentido de que seainda mais profundas. “Em 2027, dança de escala que precisa ser fei- você adotar práticas gestoras, vo-o perfil do trabalhador na indús- ta. Algumas possibilidades estão cê terá uma eficiência maior natria será muito diferente do que abertas e são oportunidades para o educação. O instituto tem mostra-é agora, mais especializado para SESI pensar como vai-se organizar do para as redes e para as pessoasatuar numa estrutura muito mais daqui a 15 anos”, acrescentou. que é importante avaliar, usar a Bahia Indústria  7
  8. 8. Quais são os grandes desafios que a educação brasi- leira ainda tem pela frente? IKM – A gente fala muito da falta de qualidade, só que a falta de qualidade é consequência da falta de ações ou de um processo onde a educação nunca foi olhada com a devida atenção. Pensar educação para muitos é pensar de forma organizada, planejada, sistemati- zada, e a educação no país fica muito à deriva das pessoas que estão lá na frente e não exatamente como uma política educacional. Acho que falta para o país um projeto de nação, onde as ações não vão morrer como ações, vão ter que existir como políticas públi- cas educacionais para todos e não para poucos. No Brasil, nós ouvimos falar de um projeto de nação desde que se decretou a Independência. Será que ainda vamos ouvir falar por muito tempo da necessi- dade de um projeto de nação? IKM – Espero que não. Eu acho que a gente já cami- nhou bastante. A educação, agora, é um assunto que está dominando muito as conversas populares, não é uma coisa só de educador. A gente tem muita gente pensando e querendo fazer a educação. O que a gen- te não pode é ficar fazendo uma discussão teórica da educação, precisa sair da teoria e por o pé no chão. Como é que aquelas teorias educacionais, aquelas discussões metodológicas acontecem de fato na esco- la e garantem que a criança aprenda. Elas precisam ter gestão e isso não é uma cultura da educação do país, fazer o gerenciamento. Se a gente conseguir im- plantar isso, fazer os educadores se comprometeremavaliação como um diagnóstico, trabalhar de forma Inês Miskalo com o resultado, com um pacto nacional de compro-planejada, estabelecer metas, avaliar o processo e fa- defende que misso com a criança, a gente vai sair do discurso ezer as correções necessárias. o foco deve fazer com que as coisas se desloquem. Só que não vai estar na gestão poder ser muito demorado; às vezes as coisas andamEm que aspecto o Instituto Ayrton Senna pode cola- pedagógica muito devagar.borar com a experiência do SESI?IKM – A solicitação foi para que a gente pensasse na Na sua palestra, a sra. fala da dificuldade de traba-questão de escala, ou seja, como equacionar neces- lhar com os governos. Como transformar isso?sidades com recursos. E a escala é uma solução para IKM – Quando a gente trabalha com governos, a gentese otimizar recursos. Fazer um trabalho para poucos, tem que trabalhar não como projeto de uma gestão,não é o que o país precisa pois custa mais caro. Pen- daquele secretário, daquele governo, mas do estado,sar escala, que é o que o SESI está atualmente fazen- do município, e fazer com que as pessoas se sintamdo, é pensar ações em educação, em modelos, que também donas do projeto. Essa mobilização social épossam ser replicáveis e o instituto foi convidado, que vai fazer com que a educação mude e deixe deporque nossa escala é sempre pensar em ações para ter ações isoladas e passe a ser uma ação em formao país e nunca para um único local. Aí é que houve de política pública. A educação tem dado certo ondeesse casamento entre o planejamento estratégico do a sociedade se empenha mais e cobra a solução doSesi com o que o instituto pode contribuir. poder público. [bi]8  Bahia Indústria
  9. 9. circuito por cleber borgesMinistra diz que o ViraVida é modelo Uma vitória do Burocracia afeta“O principal programa que o Brasil tem de construção empresariado 90% das indústriasde oportunidades para meninos e meninas em O secretário da Fazenda do Nove em cada dez indústriassituação de exploração sexual não é organizado pelo Estado, Luiz Alberto Petitinga, brasileiras são prejudicadas pelogoverno brasileiro, é organizado pelo SESI.” A retirou o caráter de urgência do excesso de burocracia, comafirmação é da ministra de Direitos Humanos, Maria Projeto de Lei nº 19.825/2012, que elevação de custos, desvio dedo Rosário, em referência ao projeto ViraVida. Para tramitava na Assembleia recursos das atividades produtivasela, é um exemplo de boa prática para o governo Legislativa, atendendo à demanda e menos investimentos. Asfederal no enfrentamento da exploração sexual de do Fórum Empresarial da Bahia. O informações são da Sondagemadolescentes e jovens. “Queremos que o ViraVida projeto institui o arrolamento de Especial Burocracia, feita pelainspire iniciativas do governo para que possamos bens e direitos de grandes Confederação Nacional daestender o projeto com a tecnologia que ele produziu”, devedores para assegurar o Indústria. A pesquisa ouviudestacou. A ministra quer desenvolver um plano de patrimônio necessário ao 2.388 industriais: 1.835 do setoração de proteção a crianças e adolescentes com foco pagamento de crédito tributário. O de transformação, 116 dono Mundial de 2014. Estado passaria a ter o poder de extrativo e 437 da construção. arrolar o bem de um devedor, Para 85% dos empresários, o mesmo que a ação ainda número excessivo de obrigações tramitasse na esfera legais é o que mais atrapalha. Em administrativa. O projeto define o segundo lugar (56%), vem a valor de R$ 500 mil a partir do complexidade das obrigações qual o devedor será passível do legais e, em terceiro (41%), a alta arrolamento. A legislação federal frequência das mudanças. A estabelece um limite quatro vezes burocracia também prejudica a maior, de R$ 2 milhões. obtenção de licenças e alvarás. “Se a culpa é minha, eu coloco em quem eu quiser.” Homer Simpson, personagem de sitcom americana, “autor” da frase que se presta ao ambiente corporativo. Cozinha Brasil em Moçambique A experiência do programa de educação alimentar Cozinha Brasil, desenvolvido pelo SESI, será aproveitada no treinamento de merendeiras em Moçambique, conforme acordo de cooperação técnica que o governo brasileiro está formalizando com aquele país. Técnicos do SESI, da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), ligada ao Ministério das Relações Exteriores, e do Programa Mundial de Alimentação da ONU discutirão as bases do acordo para implantar o programa em Moçambique, um dos países mais pobres do mundo. O Cozinha Brasil, que orienta famílias sobre como evitar desperdícios e obter alimentação saudável, se adequa ao programa de alimentação escolar, observou o técnico da ABC, Armando Cardoso. Bahia Indústria 9
  10. 10. FIEB amplia presença em Feira Programa deF ortalecer a representativida- Centro das Indústrias do Estado Interiorização vai melhorar de e ampliar a presença do da Bahia (CIEB), que será condu- Sistema FIEB e de seus ser- zida localmente por João Batista o atendimento e a oferta viços na região que detém o Ferreira, que foi apresentado du- de serviços na regiãoquarto maior PIB (Produto Interno rante o lançamento do programa.Bruto) do estado estão entre as ra- Seu papel será o de atuar como ar- por Patrícia Moreira Fotos João Alvarezzões que levaram o Sistema FIEB ticulador das demandas da regiãoa implantar seu Programa de In- com a Federação das Indústrias,teriorização na região de Feira de que trabalhará em parceria com oSantana. Esta foi a terceira região Centro das Indústrias de Feira dedo estado a receber o programa, Santana (CIFS), presidido por An- da unidade do SENAI Feira e de R$ 15 milhões na im-que já fincou bases no oeste da dré Régis. plantação de uma unidade da escola de EducaçãoBahia, em 15 de abril de 2011, e na Na prática, o programa lançado Básica articulada com Educação Profissional (Ebep),região sul, em 1º de dezembro de no dia 21 de agosto pelo presidente que vai reunir sob uma mesma proposta pedagógica2011. Além das unidades do SENAI do Sistema FIEB, José de Freitas o ensino convencional e tecnológico, fruto de umae do SESI, já existentes na região, Mascarenhas, traduz-se, no curto afinada parceria entre SESI e SENAI.Feira de Santana passará a contar e médio prazos, por investimentos Com mais de 550 mil habitantes e um PIB da ordemagora com uma representação do de R$ 6 milhões na requalificação de US$ 6,4 bilhões, Feira de Santana é um dos muni-10 Bahia Indústria
  11. 11. mento e se comprometeu a continuar atuando como interlocutor para tentar atendê-las. Ele visitou, pela manhã, o Centro Industrial do Subaé e constatou as condições infraestruturais. Ele defendeu que o estado faça a sua parte para assegurar o bom fun- cionamento do distrito industrial, lembrando que a situação se repete em outras regiões. “A situação é a mesma em Aratu, em Ilhéus. O industrial tem que contribuir com impostos, mas o estado tem que asse- gurar a infraestrutura.” CADEIA AUTOMOTIVA O presidente da FIEB, que também visitou pela manhã a fábrica de pneus sólidos Standard Tyres, sediada no CIS, maior fabricante de pneus especiais da América Latina, citou a empresa como exemplo pela excelência dos serviços. A Tyres é uma empresa 100% nacional que exporta para vários países. Para José Mascarenhas, este é um referencial a ser segui- do: “Quem puder exportar, exporte, não somente por- que é um mercado que não tem limites, mas porque é também um caminho para se buscar a excelência na produção”, destacou. Entre as áreas que vão merecer especial atenção por parte da FIEB está o apoio à indústria de pneus, plás- tico e automotiva, conforme destacou o presidente. A ideia é fortalecer a cadeia automotiva na Bahia. “Que- remos baianizar a produção de automóveis”, frisou Mascarenhas. Para que isso aconteça, a FIEB estará auxiliando as empresas interessadas em se qualificar para ingressar nesta cadeia por meio das atividadescípios que mais crescem no estado. Sua economia é Presidente desenvolvidas pelo IEL, que atua na capacitação ecaracterizada pelo setor de serviços, especialmente o visitou fábrica qualificação de fornecedores para grandes indústriascomércio, mas o setor industrial participa com 24% de pneus da do setor e apoio à inovação, além da intermediação dedo PIB do município. As perspectivas para a região Tyres, antes da estágio/formação de talentos; e pelo SENAI e SESI.são otimistas: entre 2002 e 2009, a economia local solenidade com O SESI Feira atendeu, de janeiro a julho destecresceu à taxa média anual de 7,2%, superior ao cres- empresários ano, 343 empresas, nas áreas de Segurança e Saúdecimento médio da economia baiana. Parte da expli- do Trabalhador, Lazer, Educação e Responsabilida-cação para o crescimento feirense está na atração de de Social, beneficiando um total de 57.775 trabalha-empresas industriais de porte, como a planta da Nes- dores. Com uma área superior a 16 mil m², o SENAItlé e a fábrica da Belgo Bekaert, além da ampliação Feira, por sua vez, possui 24 laboratórios, 11 salas deda Pirelli Pneus. aula e matricula mais de 1.200 alunos/ano em cursos O lançamento do Programa de Interiorização da de Aprendizagem Industrial e de Qualificação Profis-FIEB reuniu empresários e lideranças do setor produ- sional, básica e gratuita, preferencialmente em áreastivo da região, vice-presidentes e diretores da FIEB, transversais (como usinagem, logística, automação,além de superintendentes. Durante a permanência manutenção mecânica e tecnologia da informação).em Feira de Santana, o presidente José Mascarenhas Com a requalificação da unidade, a capacidade seráesteve em contato com os empresários e industriais ampliada. O projeto de ampliação deverá ser concluí-feirenses e ouviu as principais demandas do seg- do este ano, com início de obra previsto para 2013. [bi] Bahia Indústria  11
  12. 12. sindicatos ABic/Divulgação Rumos e perspectivas O Sindileite realizou, dias 28, 29 e 30 de setembro, o 3º Encontro das Indústrias Baia- nas do Setor de Leite e Deri- vados, no Hotel Catussaba, em Stella Maris. O objetivo foi discutir os rumos e perspecti- vas do setor, abordando temas como sustentabilidade, trata- mento dos resíduos líquidos industriais, desafios e opor- tunidades de mercado, design e inovação. No encerramento do evento, Paulo Cintra, que foi reconduzido à presidência por mais um mandato, tomou posse para o exercício 2012- 2015, juntamente com a novaAbic quer mais diretoria. O sindicato comemo- rou o aumento do número decrédito para o café associados de 67 para 108 nos últimos três anos. Menos rigor na concessão de crédito para os pequenos e médios pro- Melhorar adutores e políticas de fomento à inovação foram temas discutidos du- qualidade do Convenção coletivarante a Reunião Regional Bahia da Associação Brasileira da Indústria café nacional As empresas que desejaremde Café (Abic), dia 30 de agosto, na sede da Federação das Indústrias e investir na obter mais informações e co-da Bahia. O evento foi uma oportunidade para se discutir demandas e inovação foram nhecer a Convenção Coletiva dealternativas para o aumento da competitividade do segmento. De acordo temas tratados Trabalho (CCT) 2012/2013, assi-com o presidente da ABIC, Américo Sato, as condições de competitivida- na reunião nada entre o Sindicato das In-de mudaram com a desoneração do PIS/COFINS, criando novos desafios da Abic dústrias de Fibras Vegetais nopara o setor. Na Bahia, o setor enfrenta um fator a mais, que é a estia- Estado da Bahia (Sindifibras) egem. De acordo com o presidente do Sincafé, Antônio Almeida, houve o Sindicato dos Trabalhadoresuma redução da produção, encarecendo o preço do café local. Durante na Indústria de Fiação, Tecela-o evento, o SENAI apresentou seus serviços de apoio à inovação. O setor gem e Similares do Estado davolta a se reunir durante o 20º Encontro Nacional das Indústrias de Café Bahia (Sinditextil), já podem(Encafé), o maior evento do setor no Brasil, no Iberostar Bahia, de 28 de acessar o documento no site donovembro a 2 de dezembro. Mas informações www.abic.com.br. sindicato (www.sindifibrasba. com.br). A convenção tem vi- gência até 30 de abril de 2013.Sindibrita promove palestras técnicas O Sindicato da Indústria de Mineração de Pedra Britada do Estado Eleição no Sindicalda Bahia (Sindibrita) realizou, na FIEB, duas palestras técnicas sobre Sérgio Pedreira foi recondu-o uso de agregados em revestimentos asfálticos e as mudanças nas leis zido à presidência do Sindica-ambientais do estado. “A evolução do conhecimento faz com que os em- to da Indústria de Mineração,presários acompanhem as mudanças, se atualizem quanto às novidades Calcário, Cal e Gesso (Sindical-nesta área e melhorem os produtos e a forma de atuar”, disse o presiden- -BA), no dia 20 de setembro. Ate do Sindibrita Fernando Jorge Carneiro. posse será dia 6 de novembro.12  Bahia Indústria
  13. 13. FIEB defende a política deincentivos fiscais da BahiaFederação ingressou como amicus curiae nas ações de inconstitucionalidademovidas pelo Governo de São Paulo contra legislação estadualA Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) in- gressou no Supremo Tribu-nal Federal (STF), na qualidade deamicus curiae, nas Ações Diretasde Inconstitucionalidade (Adin)movidas pelo governo de São Pau-lo, que tenta derrubar a política deincentivos fiscais oferecida pelaBahia. A FIEB representa o interesseda indústria, um dos principaissegmentos atingidos, caso a CorteFederal reconheça a inconstitu-cionalidade da política de incen-tivos com base na desoneraçãodo ICMS, praticada pelo estadoda Bahia há mais de dez anos. Naopinião do presidente da FIEB, Jo-sé de Freitas Mascarenhas, o ques-tionamento pode criar um climade insegurança jurídica, a partirdo momento em que muitas indús-trias beneficiam-se destes incenti-vos fiscais. Murilo Xavier verno de São Paulo alega que a 8.205/02 foram de grande impor- As ações, que foram impetra- explica que concessão de crédito presumido tância para ampliar e diversificardas no dia 10 de agosto, atingem a Bahia pode e o diferimento do recolhimento a matriz industrial do estado.não apenas a Bahia, mas também ser bastante do ICMS contrariam as normas do O instrumento de amicusos estados do Amazonas, Santa afetada pela Conselho de Política Fazendária curiae ("amigo da corte") é a in-Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio medida (Confaz), que prevê aprovação por tervenção assistencial em proces-de Janeiro. Em relação à Bahia, unanimidade para validar políti- sos de controle de constituciona-estão sendo questionados a Lei cas de incentivos fiscais, confor- lidade por entidades representati-7.980/01 e o Decreto 8.205/02, que me previsto na Lei Complementar vas para se manifestar nos autosinstituem o Programa de Desen- 24, de 1975. sobre questão de direito pertinen-volvimento Industrial (Desenvol- Murilo Xavier, diretor e coor- te à controvérsia constitucional.ve) e estabelecem possibilidades denador do Conselho de Assuntos Não são partes dos processos;de crédito presumido de ICMS e Fiscais e Tributários da FIEB ex- atuam apenas como interessadosde tratamento diferenciado. O go- plica que a Lei 7.980/01 e o Decreto na causa. [bi] Bahia Indústria  13
  14. 14. FIEB recebeu presidenteda CNI e de 19 federaçõesEncontro discutiu aimplantação de institutos detecnologia e inovação nasunidades do SENAI Bahiapor carol mendonçafotos joão alvarezO SENAI projeta realizar investimentos de R$ 1,2 bilhão na construção de pelo menos 43 institutos de tecnologia e 23 institutos de inovação em todo o país, nos próximoscinco anos. Considerado a mais avançada unidade doSENAI no país, o Centro Integrado de Manufatura eTecnologia (SENAI Cimatec), que se destaca pelo mo-delo de integração entre formação profissional, ofer- Presidentes foram recebidos pelo presidente da Federação dasta de serviços tecnológicos e realização de pesquisa de federações Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), José de Frei-aplicada, foi escolhido para sediar o encontro, que de indústrias tas Mascarenhas, que ressaltou o compromisso quereuniu 19 presidentes de federações de indústrias, no vieram à Bahia esta iniciativa representa. “Este é um programa dedia 6 de agosto, em Salvador. conhecer o extrema importância para o Brasil, que está atrasa- O encontro dos presidentes contou com a presença Cimatec do em inovação, e agora nossa responsabilidade édo presidente da Confederação Nacional da Indústria enorme, pois o governo federal nos deu a confiança(CNI), Robson Braga de Andrade, que reconheceu a e escolheu o SENAI para desenvolvê-lo”, afirmou oexcelência do trabalho desenvolvido na unidade do presidente da FIEB.SENAI Bahia. “Não conhecia de perto o Cimatec; agente fica empolgado com o trabalho que se faz aqui, INVESTIMENTOSé o sonho que a gente persegue para a indústria na- Do montante de R$ 1,2 bilhão de investimento des-cional”, declarou o presidente da CNI, ao final de tinado ao sistema SENAI, a Bahia receberá R$ 200 mi-uma visita guiada aos laboratórios, salas de aula e lhões, sendo R$ 120 milhões do SENAI nacional e R$núcleos de pesquisa da unidade. 80 milhões de investimentos próprios, que serão apli- O presidente da Federação das Indústrias do Cea- cados no Cimatec e em sete institutos de tecnologia erá, Roberto Macêdo, declarou que estava aguardan- inovação. Isso tornará possível a implantação de du-do a visita ao Cimatec antes de pensar em implantar as novas unidades no oeste da Bahia (Barreiras e emqualquer projeto de centro tecnológico no seu esta- Luís Eduardo Magalhães); uma no sul, entre Ilhéus edo. “Conhecer o modelo de funcionamento do Cima- Itabuna; uma no sudoeste; além de uma nova unidadetec foi fundamental”, explicou. Os representantes em Juazeiro e da ampliação da agência de Camaçari.14  Bahia Indústria
  15. 15. Também estão sendo projetadasuma unidade para atender ao PoloNaval e uma outra, ainda em estu-do, para o extremo sul do estado. Parte do Programa SENAI deApoio à Competitividade da In-dústria, os institutos de inova-ção e tecnologia vão atender àsdemandas do setor industrial,oferecendo serviços tecnológicosde alto valor agregado e desen-volvendo pesquisa aplicada deprodutos e processos em áreas deconhecimentos transversais. “Oscentros vão atuar em rede com asempresas, universidades e outrosinstitutos tecnológicos, criandozonas de inovação e incentivandoa retenção de talentos na indús-tria”, disse o diretor nacional doSENAI, Rafael Lucchesi. [bi] Bahia Indústria  15
  16. 16. Economiaverde,fonte Renovável 10ª edição do Prêmio de Desempenho Ambiental destacou-se por premiar iniciativas voltadas para a educação e a redução do impacto ambiental POR Patrícia Moreira Fotos João Alvarez heque Verde, Se eu Fosse uma Flores- A Deten destina parte dos seus resíduos para en- ta, Lixo ou Luxo. Estes são os títulos volver seus colaboradores em um trabalho de respon- de três dos quatro projetos vencedo- sabilidade social e de conscientização ambiental, res da 10ª edição do Prêmio de De- que se reverte em doação de recursos para institui- sempenho Ambiental, que elegeu co- ções sociais. A Veracel apostou na reprodução do am- mo tema deste ano Economia Verde. biente da Mata Atlântica para despertar o sentimento Despertar a sensibilidade e promover de preservação das florestas ao trazê-la para maisa conscientização de quem vive no entorno das fá- perto das pessoas. E a Coelba não hesitou em colocarbricas ou simplesmente consome os produtos que suas fichas no seu maior projeto de geração de ener-a indústria produz está por traz deste conceito, que gia solar, o Projeto Pituaçu Solar, que foi destacadoampliou o leque de possibilidades e abriu caminho com uma Menção Honrosa.para novas iniciativas. Com enfoque mais tradicional, a Braskem apre- O princípio não sugere grandes revoluções. Ba- sentou um amplo programa de gerenciamento de Márcia eseia-se no conceito de que nada se perde, tudo se emissões atmosféricas com resultados animadores e Guilhermerecicla, mas agrega a certeza de que um pouco de com benefícios extensivos à sua cadeia de fornecedo- Menezes estãocriatividade pode ajudar – e muito – a superar certos res. Embora batizado com um nome mais técnico, o por trás dodesafios. A Salve Terra, por exemplo, vencedora na Projeto Gestão de Emissões Atmosféricas na Unidade projeto quecategoria pequena empresa, utiliza materiais reciclá- de Insumos Básicos da Bahia também prevê ações de resultou naveis na confecção de seus produtos. reciclagem e reaproveitamento de materiais já utili- Salve Terra16  Bahia Indústria
  17. 17. SALVE TERRALixo ou luxo A Salve Terra é uma pequena empresae concorreu com um projeto que consisteem transformar material reciclável emroupas, bijuterias, objetos de decoração eembalagens, dando um novo significadoa materiais que, após o primeiro uso, se-riam devolvidos ao lixo. Assim, garrafasPET são transformadas em bijuterias, vi-ram embalagens para presentes ou trans-formam-se em flores. A empresa tambémtem ações de conscientização ambientale atua desenvolvendo oficinas de recicla-gem em comunidades de baixa renda. Bahia Indústria  17
  18. 18. Julgadora do Prêmio FIEB, Arlin- da Coelho, a agenda de desenvol- vimento sustentável da indústria baiana apresenta grandes desa- fios e numerosas oportunidades. “O Prêmio FIEB é uma dessas oportunidades de assumir a li- derança na mobilização do setor produtivo, visando demonstrar os avanços alcançados pela in- dústria baiana na área de susten- tabilidade econômica/ambiental/ social”, destacou, ressaltando que a escolha do tema economia verde teve por objetivo estar em sintonia com aquilo que a ONU define co- mo uma economia “que resulta em melhoria do bem-estar das pesso- as, promovendo a equidade social e reduzindo significativamente os DETEN riscos ambientais, bem como a es- Cheque Verde cassez dos recursos naturais”. A Deten concorreu com uma iniciativa que direciona parte dos resíduos destinados à reciclagem – a sucata metálica e o óleo lubri- Angel Fator de competitividade ficante – para um programa social gerido pelos trabalhadores da fá- Fernandez, Coordenador de Estudos de brica, o Cheque Verde. A renda apurada com a venda dos resíduos Ana Serra Regulação do Instituto de Pesqui- é revertida para até quatro entidades sociais a cada ano. Em 2012, e Carlos sa Econômica Aplicada (Ipea) no o projeto conseguiu R$ 16 mil, que foi rateado entre quatro institui- Pessoa, Rio de Janeiro, Ronaldo Seroa da ções. A ideia de concorrer com o projeto teve por objetivo disseminar da Deten Motta, que foi um dos palestran- a ideia que se reverte em benefício para as equipes envolvidas que Química S.A. tes na solenidade de entrega do envolvem numa atividade de cunho social, com impacto sobre as co- prêmio, destaca que a indústria munidades que encontram-se no entorno da fábrica. do século 21 precisa produzir de forma responsável e, mais que is- so, ser protagonista na condução das ações de preservação e cons-zados, gerando grandes benefí- cuidados com o meio ambiente e cientização ambiental, seja na suacios ao meio ambiente. reconhecer e premiar as empresas postura interna quanto externa- O prêmio foi entregue no dia que se destacaram com projetos mente, adotando práticas e formas16 de agosto, em solenidade rea- específicos, este ano destacaria de gestão dos recursos naturaislizada na sede da Federação das a preocupação com a questão da sustentáveis. “Não há dúvida queIndústrias do Estado da Bahia. nova lei de resíduos sólidos com o setor empresarial está muito ati-Para Irundi Edelweiss, presidente reflexos no papel da indústria na vo numa agenda ambiental. A suado Conselho de Meio Ambiente da logística reversa de seus produ- participação, por exemplo, na RioFIEB, responsável pela promo- tos, isto é, uma preocupação por + 20, foi forte e protagonista. Hojeção do Prêmio de Desempenho gerar produtos quer possam ser é uma questão de competitivida-Ambiental, os ganhos vão além reciclados e reaproveitados.” de e reputação”, explica Ronaldoda simples premiação. “Além Para a gerente de Desenvol- Seroa da Motta, que é doutor emdo papel tradicional da missão vimento Sustentável do Sistema Economia pela University Collegedesse evento, que é difundir os FIEB e presidente da Comissão London.18  Bahia Indústria
  19. 19. VERACEL Se eu Fosse uma FlorestaErnandes Alcântara /Divulgação A Veracel Celulose concorreu com a expo- sição itinerante Se eu Fosse uma Floresta, que Na avaliação de Seroa, a realização de premiações reproduz o ambiente da Mata Atlântica, inspira- Comunidadecomo a que a FIEB realiza e que este ano completou da no tema escolhido pela ONU (Organismo das visita auma década deve ser estimulada, pois gera bene- Nações Unidas) para 2011, Ano Internacional da exposiçãofícios para as empresas e para a sociedade. O espe- Floresta. A mostra, que percorre a cada seis me- no Núcleocialista observa que a questão ambiental pode repre- ses unidades da Veracel, fica montada durante Florestal dasentar oportunidades: “Há um espaço produtivo para dois anos, aberta à visitação pública, tendo im- Veracel, ema produção de bens e serviços ambientais de baixa pacto sobre os dez municípios do extremo-sul Eunápolisescala. O prêmio da FIEB mostra isto com seus pre- na conscientização sobre a importância de semiados”, avalia. preservar a floresta nativa. Atualmente a expo- Mas para quem promove ações de sustentabili- sição está montada no Núcleo Florestal da Vera-dade, os ganhos são vivenciados na prática. A con- cel em Eunápolis, onde ficará até abril do pró-sultora interna de Proteção Ambiental, Segurança e ximo ano. A equipe trabalha com a consultoriaQualidade da Deten e membro do comitê do projeto da Árvore da Vida, de Minas Gerais. A propostadesde 1998, Ana Serra, explica que o principal méri- é uma exposição interativa e que promova sen-to da iniciativa é firmar um pilar de sustentabilidade sações nos visitantes, despertando sua consci-que envolve o trabalhador e o torna mais comprome- ência ambiental. Ela já recebeu 2.700 visitantestido. “O trabalhador tem orgulho da empresa na qual e graças à participação da comunidade e cola-trabalha, por isso a gente pede que ele participe do boradores envolvidos foi possível minimizar osprojeto e indique as instituições que serão beneficia- impactos socioambientais, gerando mudançadas”, revela. de valores e de comportamento nos visitantes e Ana Serra explica que o objetivo de partidipar do na comunidade. Fazem parte da ação resgatar oPrêmio FIEB foi também divulgar o projeto para ou- sentimento de pertencimento e de preservação.tras empresas. “Porque é muito fácil para elas ade- A mostra apresenta réplicas de animais da Matarirem. Se uma Braskem ou uma Dow resolver doar Atlântica e espécies da floresta. Bahia Indústria  19
  20. 20. Manu Dias / Secom CASES PREMIADOS CATEGORIA GRANDE E MÉDIA EMPRESA »Produção Mais Limpa »Braskem S/A »Projeto Gestão de Emissões Atmosféricas na Unidade de Insumos Básicos Responsável pelo projeto: Sérgio Hortélio, engenheiro de meio ambiente Menção honrosa: Coelba »Projeto Pituaçu Solar - Geração de energia fotovoltaica em estádio de futebol. Responsável pelo projeto: Coelba Ana Christiná Romano Pituaçu Solar Mascarenhas, assessora de O Projeto Pituaçu Solar visa estimular o uso eficiência energética de fontes de energia renováveis, em especial a »Projetos Cooperativos energia solar, além de estimular o mercado na Projeto que utiliza a energia de Responsabilidade produção de novas tecnologias. O projeto consis- solar em Pituaçu recebeu Socioambiental te na implantação do sistema fotovoltaico insta- menção honrosa »Deten Química S/A lado no Estádio Governador Roberto Santos, res- »Projeto Cheque Verde peitando as características de uso e estrutura do Responsável pelo projeto: local. A usina fotovoltaica possibilita a geração 2011 e percorreu quatro unidades Carlos Luís Pellegrini Pessoa, de crédito de energia ativa, injetando 272MWh/ da Veracel no extremo-sul do esta- coordenador de proteção ambiental, segurança e ano na rede, o que poderá abastecer 301 casas do. Ela é desmontada a cada dois qualidade populares com energia pelo período de um ano. anos para dar espaço a um novo tema. Este último foi escolhido em »Educação Ambiental função de o ano de 2011 ter sido »Veracel Celulose S.A. parte do que reciclam, isso pode se reverter em be- escolhido pela ONU como Ano In- »Exposição Itinerante de nefício para muito mais pessoas”, acredita Ana, que ternacional da Floresta. A mostra Educação Ambiental Temática contabiliza 48 instituições já atendidas pelo projeto foi montada no dia 21 de setembro Se eu Fosse uma Floresta da Deten, que utiliza os recursos obtidos com a reci- no Núcleo Florestal da Veracel, em Responsável pelo projeto: clagem de óleo lubrificante e sucata. Eunápolis, e permanecerá em car- Virgínia Londe de Camargo e Lígia Gallozzi Mendes, taz até março de 2013. Desde que especialista ambiental e Emoção e interação foi aberta, a exposição recebeu especialista em educação No caso da experiência da Veracel, a grande con- mais de 2.700 pessoas. ambiental e RPPN quista é poder despertar certas emoções nas pessoas. Mas quem levou mesmo um “Nosso propósito é fazer com que elas se coloquem susto por ter sido escolhido como CATEGORIA MICRO E PEQUENA EMPRESA no lugar da floresta. Toda a exposição é montada de vencedor na categoria Pequena forma interativa, com réplicas de animais, caixas Empresa deste ano foi Guilherme »Salve Terra para experiências táteis e sensoriais e algumas pro- Menezes, proprietário da Salve Ter- »Projeto Lixo ou Luxo – Modalidade Educação vocações que levam as pessoas a refletirem”, explica ra. “Foi um susto porque com um Ambiental a bióloga Virgínia Londe de Camargos, especialista ano e meio de loja não imaginava. Responsável pelo projeto: ambiental da Veracel e que coordena o Programa de O mais importante é que isso nos Guilherme Menezes, diretor Educação Ambiental. motiva a continuar este trabalho O projeto Se eu Fosse uma Floresta começou em e, a partir do Prêmio de Desempe-20  Bahia Indústria
  21. 21. BRASKEM Programa de Gestão de Emissões Atmosféricas da Unidade de Insumos Básicos A Braskem concorreu com o Programa de Gestão de Emissões Atmosféricas na Unidade de Insumos Unidade da Básicos, que busca a redução de perdas de recursos naturais, produtos e energia. O projeto tem ainda por Braskem em objetivo minimizar os efeitos do impacto ambiental da indústria química, contribuindo para a transfor- Camaçari mação e evolução do segmento com vista à liderança global da química sustentável. O projeto prevê a re- alização de verificações diárias, decenais e mensais, com as respectivas análises críticas de identificação de desvios e ações de correção. O programa é analisado e submetido ao fomento contínuo das ações. O trabalho de monitoramento envolve toda a planta da Braskem e seus fornecedores.nho Ambiental, recebemos contatos para futuras par-cerias”, conta Menezes. Ele, que é técnico ambiental,explica que a ideia de criar uma loja que produzisse apartir de materiais reciclados surgiu de uma conversaem família. Daí, ele chamou a mãe, Márcia Maria Me-nezes, que é artista plástica, para assumir a parte decriação e hoje ele já estuda colocar em prática algunsprojetos de educação ambiental e de geração de rendaenvolvendo comunidades de baixa renda. monitoramento Principal premiada pelo trabalho no desempenhoe controle das emissões atmosféricas industriais, aBraskem venceu a 10ª edição do prêmio na categoriaProdução Mais Limpa com uma iniciativa que redu-ziu em 62% a emissão de COV (composto orgânicovolátil) desde 2002; em 22%, na média, a emissão deGEE (gases de efeito estufa), desde 2005; em 25%, ovolume de NOx (número de oxidação) de poluentesconvencionais liberados na atmosfera, desde 2002; eem 48%, as emissões fugitivas. De acordo com Sérgio Hortélio, coordenador técnicode meio ambiente da Braskem, o Projeto de Gestão deEmissões Atmosféricas insere-se na meta que a empre-sa traçou para 2020 e que prevê alcançar o padrão dasmelhores empresas do mundo em relação ao controlede emissão de gases que provocam o efeito estufa, queé de 600 kg por tonelada de produto. “Montamos ummodelo de gestão que monitora vários indicadores eprogramas. Cada unidade e fornecedores externos dãoa sua contribuição”, explica Sérgio Hortélio. Para o coordenador do programa, a conquista doPrêmio FIEB de Desempenho Ambiental é uma sina-lização de que as equipes estão trabalhando no cami-nho certo, revela Hortélio, que lembra a conquista doBenchMais Ambiental Brasileiro com uma parte doprojeto vencedor da FIEB. [bi] Bahia Indústria  21
  22. 22. Polo Acrílico abrenovas oportunidadesRepresentantes da Basf e da Kimberly-Clark garantem que a perspectivaé trabalhar com fornecedores baianos e 90% de mão de obra local C om a perspectiva de produ- jeto do Complexo Acrílico da Basf, zir, a partir de 2013, ácido Holger Herbst, também falou do acrílico, acrilato de butila interesse do grupo em trabalhar e polímeros superabsorventes, o com fornecedores baianos e 90% projeto do Polo Acrílico de Cama- de mão de obra local. “Até por çari, liderado pela Basf, estimula- questões de logística, segurança e rá a atração de pelo menos outras custos”, explicou o executivo. seis indústrias, entre elas, a Kim- Entusiasmados com as possi- berly-Clark e a Braskem. bilidades de negócio, dezenas de Mas a contratação de empresas empresários baianos presentes ao e trabalhadores baianos na cons- evento propuseram a realização trução e operação do Polo Acrí- de uma rodada de negócios – in- lico já é uma realidade, tanto na termediada pelo Instituto Euvaldo construção das plantas como na Lodi (IEL) regional – para que as operação das fábricas oferecendo multinacionais conheçam os pro- oportunidades para fornecedores dutos e serviços oferecidos pelos de bens e serviços (matérias-pri- fornecedores do estado. mas, transporte, jardinagem, por De acordo com o vice-presiden- exemplo) e mão de obra (opera- te da FIEB, Reinaldo Sampaio, o dores de logística, engenheiros, Polo Acrílico coloca a Bahia nu- função administrativa, estágio, ma posição de vanguarda das entre outros). indústrias de transformação e de O cenário de oportunidades foi base. “A implantação do empre- apresentado pelos diretores du- endimento e seus desdobramen- rante o Seminário Oportunidades tos podem contribuir para alterar do Polo Acrílico da Bahia, realiza- a matriz industrial do estado”, do no dia 1º de agosto, na sede da avaliou. Federação das Indústrias do Esta- O superintendente de Desen- do da Bahia (FIEB). volvimento Econômico da Secre-Marcelo Zenni, da “A engenharia é nossa, mas taria de Indústria Comércio e Mi-Kimberly-Clark, a construção da planta indus- neração (Sicm), Paulo Guimarães,apresentou o cronograma trial já está sendo realizada com enfatizou que a atuação do gover-das obras da unidade 100% de empresas e mão de obra no estadual está focada no aden- da Bahia”, garantiu o gerente de samento de cadeias produtivas. planta Kimberly-Clark, Marcelo “Nosso objetivo é que as empre- Zenni, durante a apresentação do sas baianas possam fornecer para cronograma de obras da unidade. mais de uma cadeia, atendendo a O diretor de operações do pro- outros mercados”, disse. [bi]22  Bahia Indústria
  23. 23. conselhos Esclarecimento da Sefaz Em razão de denúncias feitas por contribuintes, que teriam sido abordados, por meio de telefonemas, para tratar de julgamentos de processos administrativos fiscais, o Conselho de Assuntos Fiscais e Tributários da FIEB informa que a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) divulgou comunicado esclarecendo que seus servidores não efetuam Encontro reuniu ligações telefônicas com esta finalidade e que o Oportunidade de representantes da FIEB e de entidades como o contato com os contribuintes é realizado pessoalmente, crédito para as MPE Sebrae no auditório da FIEB pelos Correios (com aviso de Representantes do Banco do Brasil, Caixa Econô- recebimento) ou por edital mica Federal, Desenbahia e Banco do Nordeste par- ag enda publicado no Diário Oficial ticiparam do seminário O Momento Financeiro das do Estado. Micro e Pequenas Empresas – Oportunidades e De- 06 Comitê de Petróleo e A Sefaz/BA informou safios, dia 18 de agosto, no auditório da FIEB, quando 07 Gás nov Road Show e Rodada ainda que os julgamentos apresentaram as linhas de crédito e deram orienta- do Conselho da Fazenda ção com atendimento individual aos empresários. de Negócios sobre Navipeças (para (Consef) são realizados “É fundamental que os empresários saibam de que embarcações e em sessões públicas, forma obter esses aportes de capital que se tornam plataformas offshore) por órgãos colegiados, imperiosos para a sobrevivência e o crescimento no Manhã e tarde contando, na 2ª Instância, mercado”, afirmou o coordenador do Conselho da Local: FIEB – auditório e com a participação paritária Micro e Pequena Empresa Industrial da FIEB, Carlos salas de reunião de representantes dos Henrique Gantois. Realização FIEB e ONIP contribuintes e com a Os empresários também participaram de um de- assessoria da Procuradoria bate sobre o cenário econômico atual, as ameaças e 04 1º Seminário Geral do Estado (PGE). oportunidades para as MPE. De acordo com o supe- dez “Reservatórios Não Esclareceu, por fim, que rintendente do Sebrae Bahia, Edival Passos, o mar- Convencionais: o acesso aos processos é co legal brasileiro para o setor criou um ambiente Oportunidades em facultado às partes, em favorável. No entanto, para ele, é preciso avançar Shale Gas e Shale Oil qualquer estágio, e que a no acesso ao crédito, baixando ainda mais os juros e nas Bacias do consulta à tramitação e desburocratizando as relações entre os empresários e Recôncavo e Tucano os acórdãos já publicados as instituições financeiras. Sul” Manhã e tarde estão disponíveis em seu Também participaram do evento o superintendente Local: FIEB – auditório site www.sefaz.ba.gov. de Comércio e Serviços da Secretária Estadual de In- Realização FIEB, MME, br, no canal: Legislação e dústria e Comércio, Advan Furtado, que recomendou ANP, Governo do Estado Contencioso/Julgamentos/ como ferramenta de consulta e apoio disponível na in- da Bahia, IBP e Jurisprudência (Acórdãos). ternet, o Guia Prático para acesso ao Crédito Bancário Petrobras (www.forumregionalmpe.ba.gov.br/publicacoes). Bahia Indústria  23
  24. 24. Melhores Práticasde Estágio 2012Vencedores do prêmio promovido pelo InstitutoEuvaldo Lodi são reconhecidos pelos exemplosde formação profissional produtivaPOR Carolina Mendonça FOTOs joão alvarezA Lacerta Consultoria Pro- Na categoria grande empre- jetos e Assessoria Am- sa, a escolhida foi a Braskem, de biental, a Braskem, a Camaçari. Já a média empresa Cromex e a Escola Kenne- contemplada foi a Cromex, de Si-dy foram as grandes vencedoras mões Filho. E a Escola Kennedy,da 9ª edição do Prêmio Melhores do município de Eunápolis, foi aPráticas de Estágio, promovido vencedora entre as empresas de Armando Neto, ressaltou que opelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) pequeno porte. As finalistas de principal objetivo do prêmio é,regional e pelo Fórum de Estágio cada categoria e os estagiários de por meio do reconhecimento dasda Bahia. A premiação foi realiza- destaque nos projetos inscritos no Armando Neto melhores práticas, contribuir parada no dia 18 de julho, na sede da prêmio também foram anunciados destaca a a mudança da cultura de estágioFederação das Indústrias do Esta- durante a solenidade. importância da dentro das empresas. “É uma ma-do da Bahia (FIEB). O superintendente do IEL, premiação neira de reforçar que a verdadeira Sintetizando o sentimento dos essência do estágio é o ato de edu-que foram escolhidos pelos melho- car, de contribuir para a formaçãores programas de estágio na Bahia, profissional e cidadã de jovens,o diretor de Projetos da Lacerta, que não podem ser vistos comoHenrique Ribeiro, falou sobre a im- mão de obra barata”, disse.portância do prêmio: “É uma gran-de motivação para as empresas inovaçãoaprimorarem seus programas de De acordo com o diretor geralestágio, visando ampliar o poten- da Fundação de Amparo à Pesqui-cial dos estudantes que integram sa do Estado da Bahia (Fapesb),sua equipe e que, possivelmente, Roberto Lopes, o prêmio é umaserão seus futuros empregados”, ação que concorre para o esforçoafirmou o representante da empre- de incorporar a inovação nos pro-sa contemplada com o Troféu Eu- cessos produtivos. “O estágio abrevaldo Lodi, destinado às que já fo- portas para a inserção de novasram premiadas nos anos anteriores tecnologias, ideias e mudançase atingiram pontuações mais altas. de atitude, mudando padrões de24  Bahia Indústria

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