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1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho                                  Volume Útil de Sob...
1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012)                                Consumo de Energia Elétrica - Brasil...
1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012)                             Consumo de Energia Elétrica - Nordest...
2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012)                                          Preço Méd...
2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012)                                                    Preço Spot do Petróleo WTI ...
2.5 Importação Nacional de Petróleo (2011 – 2012)                             Importação Nacional de Petróleo (2011-2012) ...
2.7 Dependência Externa de Petróleo – Brasil (2011 – 2012)Em fevereiro de 2012, o Brasil realizou uma importação líquida (...
3A oferta de gás natural no Brasil alcançou a média de 66,3 milhões m /dia em janeiro de 2012, contabilizandoaumento de 8,...
3. LOGÍSTICA3.1 Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador-BA (2011-2012)           Bahia: Movimen...
3.3 Movimentação de Contêineres no Porto de Salvador-BA (2011-2012)                         Bahia: Movimentação de Contêin...
3.5 Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu-BA (2011-2012)                  Bahia: Movimentação de Carga Líquida n...
3.7 Movimentação de Carga nos Terminais de Uso Privativo da Bahia (2011-2012)                   Bahia: Movimentação de Car...
4. ANEXOS4.1 Brasil: Previsão para Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de Geração4.2 Brasil: Adição de Capacidade...
4.3 Brasil: Rede de Transmissão Licitada Anualmente                      Fonte: Aneel, Apud jornal Valor Econômico de 05 d...
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Relatório de Infraestrutura - Março - 2012

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O Relatório de Infraestrutura do Estado da Bahia é uma publicação mensal da FIEB, que destaca o monitoramento de indicadores de energia elétrica, petróleo e gás, e das principais obras de infraestrutura na Bahia, particularmente o monitoramento quadrimestral das obras do PAC no Estado.

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Relatório de Infraestrutura - Março - 2012

  1. 1. F d rço a I ú ta d E t o a a i e eaã d sn s i o s d d B h d rs a aDroa xcta S IS prt dnid D sno ietI ut l itiE euv / D - uen nêc e eevl n n si er i ie a vm o d ra
  2. 2. Relatório de Infraestrutura é uma publicação mensal da Federação das Indústrias do Estado daBahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Leone Peter Correia AndradeSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Carlos Danilo Peres Almeida (Mestre em Economia pela UFBA) Ricardo Menezes Kawabe (Mestre em Administração Pública pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas – ESEB)Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação InstitucionalData de Fechamento: 23 de março de 2012 Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: sdi@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte.
  3. 3. SUMÁRIO Pág.DESTAQUES DO MÊS 31. ENERGIA ELÉTRICA 72. PETRÓLEO E GÁS 103. LOGÍSTICA 154. ANEXOS 19
  4. 4. NOTA AO LEITORA Superintendência de Desenvolvimento Industrial da FIEB não apresentará nesta edição doRelatório de Infraestrutura a seção “Acompanhamento das Obras do PAC no Estado da Bahia”. OGoverno Federal não divulgou a cartilha estadual de acompanhamento do PAC 2011 até a data defechamento desta publicação.DESTAQUES DO MÊSNovo Terminal Marítimo de TurismoA população soteropolitana vai ganhar um novo terminal marítimo de turismo no Porto de Salvador com áreade contemplação para a Baía de Todos-os-Santos. O projeto-conceito foi desenvolvido pela Fundação MárioLeal Ferreira (FMLF), vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e MeioAmbiente (Sedham). O projeto é conjunto com os governos estadual e federal, com investimentos de R$ 36milhões, recursos do PAC da Copa e contempla ainda intervenções viárias e paisagísticas na Avenida daFrança.O terminal será construído nas áreas dos atuais armazéns 1 e 2 do Porto de Salvador e terá as obras iniciadasem 2012, com inauguração prevista para o aniversário de cem anos do porto, em 2013. O projeto seguetodos os trâmites de segurança, como os adotados nos aeroportos para a vistoria de passageiros e bagagens,praça de alimentação, área de contemplação da Baía de Todos-os-Santos e para trânsito de veículos comovans e ônibus de turismo, nos embarques e desembarques de passageiros.Além da requalificação da área do porto, a FMLF colocou no planejamento intervenções viárias na Avenida daFrança com a construção de um mergulho nos dois sentidos, a retirada do terminal de ônibus do canteirocentral e a construção de uma praça que centralizaria o Mercado Modelo. O escritório da Receita Federal,que ficará ao lado do terminal, deve ser transferido para o prédio da antiga agência central dos Correios, naPraça da Inglaterra. (Tribuna da Bahia, 21/03/2012).Após investimento de R$ 100 milhões, portos baianos aguardam homologação para validardragagensDesde dezembro de 2010, os portos de Salvador, Aratu e Ilhéus estão, em tese, aptos a receber navios demaior porte, graças a um investimento de R$ 100 milhões na dragagem desses terminais com financiamentodo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O calado desses portos aumentou para 15 metros,permitindo a atracação das maiores embarcações do mundo.No entanto, um ano e três meses depois, isso ainda não pode acontecer. Falta a homologação da dragagem -uma espécie de atestado pelo qual a Marinha oficializa as novas condições do porto, depois de umaminuciosa verificação das obras realizadas. Somente com a homologação, o novo calado e outras mudançasrealizadas serão registradas nas cartas náuticas das companhias de navegação, levando-as a incluir os portosbaianos em suas escalas.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 3
  5. 5. O diretor de Desenvolvimento de Negócios da Codeba, Antônio Carlos Tramm, afirma que o órgão já estáconversando com a Marinha para liberar a homologação da dragagem o mais rápido possível. "As conversasestão em andamento", assegura.Outro projeto anunciado pela Codeba foi o da ampliação do quebra-mar. O processo já se encontra na fasefinal de revisão do edital, a ser publicado em 45 dias. O quebra-mar norte é fundamental para o porto,porque propiciará a construção de um segundo terminal de contêineres. Ainda segundo Tramm, este anodevem ser lançados quatro editais para a ampliação dos terminais de líquidos e sólidos do Porto de Aratu,para a criação de um pátio para sólidos e uma nova área para estacionamentos de caminhões.Todos esses projetos são vistos com bons olhos pela iniciativa privada, que tem interesse em participar. Oproblema é que a área de portos é gerida no Brasil pelo governo federal e a legislação ainda tem muitosentraves quando se trata das parcerias público-privadas.Em agosto e setembro de 2011, na ocasião do Agenda Bahia, ciclo de palestras realizado pelo jornal CORREIO,rádio CBN e Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), o próprio governador Jaques Wagnerafirmou que é preciso unir governo e empresários para as ações nos portos brasileiros caminharem maisdepressa. Ele também prometeu que iria intervir, com o governo federal, para ajudar os portos baianos, quesão considerados um entrave à economia local.O diretor da Associação de Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa, observa que, desde então,nada mudou. Com a recentemente anunciada negociação com a montadora chinesa JAC Motors, para escoaros carros pelo Porto de Salvador, os empresários ficaram um pouco mais animados. “Isso pode ajudar aacelerar algumas mudanças, já que eles vão precisar de muita infraestrutura”, acredita Marconi Oliveira,presidente do Conselho da Usuport. (Correio da Bahia, 16/03/2012).Codeba, Usuport e Tecon construirão “agenda positiva” para os portosOs anos de desentendimentos e troca de farpas entre a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), aAssociação de Usuários dos Portos (Usuport) e a Wilson, Sons Terminais (empresa que explora o Terminal deContêineres (Tecon) de Salvador) parecem ter acabado. Ontem, 15, ao final do debate “Porto de Salvador:panorama e perspectivas”, organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) emSalvador, esses três agentes se comprometeram em construir uma agenda positiva para os portos deSalvador, Aratu e Ilhéus.De acordo com o diretor de desenvolvimento de negócios da Codeba, Antônio Carlos Tramm, querepresentou o presidente da Codeba, José Rebouças, no evento, a proposta de construção da agenda partiudo presidente do grupo Paranapanema, Luiz Antônio Ferraz. Tramm disse que teria ficado acertado que aCodeba é quem irá coordenar inicialmente as reuniões do grupo. “A Bahia precisa se unir em torno dos seus interesses. Não adianta fomentar briga, mas ações acertadasentre o governo e a iniciativa privada que apontem para soluções. Só vamos conseguir isso com pressão, comforça política. É por isso que Pernambuco tem obtido sucesso com Suape e o Ceará, com Pecém”,argumentou.TMS - O diretor informou que a liberação da ordem de serviço do Terminal Marítimo de Salvador (TMS)depende da resposta da Codeba a um recurso de uma das empresas concorrentes da licitação, mas que aprevisão é que ela seja publicada até o final do mês de março.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 4
  6. 6. Ele disse também que está sendo concluído o projeto de ampliação do quebra-mar de Salvador, no valor deR$ 120 milhões e que, nos próximos 45 dias, deve ser publicada a licitação para um novo terminal decontêineres na ponta norte de Água de Meninos.Com relação ao Porto de Aratu, ele disse que estão em fase de estudo de viabilidade técnica e econômica(EVTE) os arrendamentos para os terminais de granéis sólidos I e II, a ampliação do número de tanques doterminal de granéis líquidos, um novo terminal de granéis líquidos, um armazém e um pátio para minério eum pátio para carretas.Tecon – O diretor executivo do Tecon no Porto de Salvador, Demir Lourenço Filho, explicou que a burocraciae as questões políticas – que resultaram em uma sucessão de novas administrações da Codeba – teriamprejudicado a modernização do Porto de Salvador e a resolução de questões como a acessibilidadehidroviária (aumento do calado) e a acessibilidade rodoviária, que estaria sendo resolvida com a obra da ViaExpressa Baía de Todos os Santos.“Desde 2005, Salvador está fora da rota dos grandes navios e já poderíamos ter resolvido isso em 2007. A boanotícia é que com a liberação do novo calado de 15 metros e a entrada em operação dos novosequipamentos – três portêineres e seis guindastes do tipo RTG – no segundo semestre, Salvador vai estarnovamente na rota dos grandes navios com até 9 mil TEUs (unidade de contêineres de 20 pés)”, afirmou.Segundo ele, o Tecon já possui solicitações de operações de três grandes armadores – MCS, Hamburg Sud eCMA-CGM – e de operadores de cabotagem como a Aliança, Log-in e Mercosul Line.Presidente da Usuport, Marconi Oliveira disse que até então a autoridade portuária e a iniciativa privada nãotinham um projeto comum para a gestão dos portos baianos. “Tramm foi muito feliz ao colocar a necessidadede união para uma maior inserção política da Bahia”, assinalou. (Gente & Mercado, 16/03/2012).Maior parte dos aeroportos brasileiros está em situação crítica, diz IpeaUm estudo apontou nesta quarta-feira que 17 dos 20 principais aeroportos brasileiros estão em uma situação"crítica" ou "preocupante" devido ao excesso de passageiros e 12 deles operam acima do limite de suacapacidade.O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou que só os aeroportos das cidades de Porto Alegre,Salvador e Manaus funcionam em condições "adequadas"."O crescimento da demanda foi muito significativo nos últimos nove anos, e a estrutura dos terminaisaeroportuários pouco se alterou, provocando estrangulamento em 17 dos 20 maiores aeroportos", apontouo relatório.O estudo assinala que os investimentos nos aeroportos do país foram inferiores à necessidade e por isso osterminais atendem um número de passageiros que está acima de sua capacidade total.A pesquisa cita como exemplo o aeroporto internacional de São Paulo, o maior do país, que tem capacidadepara atender 24,9 milhões de passageiros por ano e em 2011 recebeu 30 milhões, o que representa uma taxade ocupação de 121%.O mesmo ocorre no aeroporto de Congonhas, também em São Paulo, pelo qual circularam 16,8 milhões depassageiros no ano passado, ou seja, quatro milhões mais do que permite sua capacidade, configurando umataxa de ocupação de 141 %.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 5
  7. 7. O relatório foi elaborado em janeiro passado, um mês antes da concessão a administradores privadas dosaeroportos de Brasília, São Paulo e Campinas.A situação torna-se mais preocupante com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas doRio de Janeiro, em 2016, eventos esportivos que levarão a um aumento significativo do número de pessoascirculando nos aeroportos, cujas reformas ainda estão em fase inicial na maioria deles, apontou o Ipea.A entidade também questionou o fato de apenas 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) ter sido destinado aosetor de transportes. (Folha de São Paulo, 15/03/2012).FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 6
  8. 8. 1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho Volume Útil de Sobradinho (2011-2012) (em % do volume máximo)100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.O reservatório de Sobradinho alcançou o volume de 88% de sua capacidade máxima em fevereiro de 2012,este valor é 27,6% maior do que o registrado em janeiro e bastante superior ao registrado em igual mês doano anterior, quando o volume alcançou 53,7%. Tendo em conta o nível de chuvas na região sudeste, o níveldo reservatório em fevereiro está em valor bastante confortável, passado o período seco na região Nordeste,que vai até o mês de novembro.1.2 Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco (2012) – Nordeste Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco - Região Nordeste (2011 - 2012) (em % do volume máximo)100,00 80,00 60,00 40,00 20,00 ,00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Risco 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.Na comparação da curva de energia armazenada, que engloba todos os reservatórios da região Nordeste, vê-se que o nível acumulado em fevereiro de 2012 alcançou 85,2% do volume máximo, 39,6% acima doregistrado em igual mês do ano anterior. O atual nível de energia armazenada situa-se 75,2% acima da curvade risco calculada pelo ONS, o que indica um nível relativamente confortável dos reservatórios.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 7
  9. 9. 1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Brasil (2011-2012) (em GWh)37.00036.00035.00034.00033.00032.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo nacional de energia elétrica em janeiro de 2012 apresentou alta de 1,6% em relação ao registradoem igual mês do ano anterior. Em 12 meses, totaliza aumento de 3,1%. A alta do consumo de energia elétricase deve à classe comercial (+3,6%), já que a classe industrial apresentou crescimento inferior, puxando parabaixo a média nacional.1.4 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Brasil (2011 - 2012) (em GWh) 16.500 16.000 15.500 15.000 14.500 14.000 13.500 13.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em janeiro, o consumo industrial foi praticamente o mesmo apresentado em igual período do ano anterior.Em 12 meses, apresenta alta de 1,7%. O comportamento do consumo de energia elétrica reflete o nível daatividade industrial, que tem registrado apenas ligeiro incremento no período recente.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 8
  10. 10. 1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 6.400 6.200 6.000 5.800 5.600 5.400 5.200 5.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em janeiro de 2012 o consumo de energia elétrica na região Nordeste apresentou alta de 4,8% nacomparação com igual período de 2011. Em 12 meses, o incremento verificado foi de 0,9%. O aumento doconsumo total da região neste ano está sendo puxado pelo consumo comercial, que registrou alta de 7,8%,contra aumento de 3,7% do consumo residencial e de 3,5% no consumo industrial.1.6 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 2.600 2.500 2.400 2.300 2.200 2.100 2.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo industrial de energia elétrica na região Nordeste apresentou alta de 3,5% em janeiro de2012 na comparação com igual mês do ano anterior. Em 12 meses, acumula queda de 2,3%.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 9
  11. 11. 2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012) Preço Médio do Petróleo - Cesta OPEP (1999 - 2012) 150 117 120 107 94 90 77 US$/barril 69 61 61 60 51 36 28 24 28 30 17 23 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de 2012 calculada com dados até a data 20/03/2012.Os preços dos petróleos da cesta OPEP apresentaram forte aceleração entre 2004 e 2008, resultadoda forte elevação na demanda dos países em desenvolvimento, notadamente China e Índia. Essemovimento foi interrompido após meados de 2008, quando a crise econômica global provocou umforte recuo dos preços. A partir de 2009, no entanto, iniciou-se um processo de recuperação. Comdados atualizados até 20/03/2012, a média dos preços no ano alcançou US$ 116,7/barril.2.2 Preço médio mensal do petróleo – Cesta OPEP Preço Médio Mensal do Petróleo - Cesta OPEP 130 117,5 110 100 90 US$/barril 73 70 50 41 30 jul/09 set/09 jul/10 set/10 nov/10 jul/11 set/11 jun/09 ago/09 jun/10 ago/10 jun/11 ago/11 fev/12 fev/09 fev/11 mar/09 mai/09 out/09 nov/09 fev/10 mar/10 mai/10 out/10 mar/11 mai/11 out/11 nov/11 dez/09 jan/10 dez/10 jan/11 dez/11 jan/12 abr/09 abr/10 abr/11 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de janeiro de 2012 calculada com dados até o dia 17/01/2012.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 10
  12. 12. 2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012) Preço Spot do Petróleo WTI (2006 - 2012) 160 140 120 100 80 US$/barril 60 40 20 0 ago-06 ago-07 ago-08 ago-09 ago-10 fev-11 ago-11 fev-06 jun-06 fev-07 fev-08 out-06 jun-07 out-07 jun-08 fev-09 out-08 jun-09 fev-10 out-09 jun-10 out-10 jun-11 fev-12 out-11 dez-07 abr-06 dez-06 abr-07 abr-08 dez-08 abr-09 dez-09 abr-10 dez-10 abr-11 dez-11 Fonte: EIA (Energy Information Administration); elaboração FIEB/SDI. Média de fevereiro/2012 calculada com dados até 13/03/2012.Analogamente, o preço do petróleo WTI (West Texas Intermediate) no mercado spot apresentoutrajetória de contínuo crescimento no período 2003-2008, decorrente da forte demanda dos paísesem desenvolvimento. Tal como no caso dos petróleos da cesta OPEP, os preços do WTI tambémdespencaram de US$ 147,27 em julho de 2008 para cerca de US$ 33/barril em dezembro do mesmoano. Ao longo de 2010, a commodity registrou uma trajetória de crescimento progressivo, alcançandocotação máxima de US$ 113,4/barril, em 29/04/2011. Por conta do agravamento da crise europeia, opreço do petróleo WTI recuou gradativamente até o início de outubro de 2011 (US$ 75,40/barril), apartir de então, observa-se uma nova tendência de crescimento, alcançando, em 13/03/2012, acotação de US$ 106,7/barril sob a influência das tensões geopolíticas relacionadas ao programanuclear do Irã.2.4 Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 71.000 66.000 61.000 56.000 51.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.A produção nacional de petróleo alcançou em janeiro de 2012 o volume de 69,1 milhões de barris,equivalentes a 2,2 milhões de barris/dia, valor 5,1% superior ao de igual mês de 2011. A produção de petróleoda Bahia representou apenas 1,9% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 43,1mil barris/dia.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 11
  13. 13. 2.5 Importação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Importação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Em janeiro de 2012, a importação de petróleo apresentou forte alta de 49, 7% em comparação com igual mêsde 2010. A tendência, no longo prazo, é de queda nas importações por conta do aumento da produção dosnovos campos, como os das bacias de Campos e Santos e nos campos do pré-sal. Em 2011, por exemplo, oBrasil importou 121,1 milhões de barris de petróleo, contra 123,6 milhões de barris em 2010.2.6 Exportação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Exportação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Em janeiro de 2012, o Brasil exportou 15,3 milhões de barris, registrando alta de 6,3% em relação aoregistrado em igual mês do ano anterior. No médio prazo, a tendência é de aumento das exportações, porconta do incremento na produção nacional de óleo pesado. O petróleo exportado foi do tipo pesado (extraídode campos marítimos), sendo no momento pouco aproveitado nas refinarias nacionais, que foram projetadaspara processar óleo leve (de grau API maior que 31,1). Em 2014, esse percentual exportado deverá diminuircom o processamento de óleo pesado da Bacia de Campos pela refinaria da Petrobras integrada ao COMPERJ,que terá capacidade para processar 165 mil barris/dia.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 12
  14. 14. 2.7 Dependência Externa de Petróleo – Brasil (2011 – 2012)Em fevereiro de 2012, o Brasil realizou uma importação líquida (exportações menos importações) de 7milhões de barris de petróleo, equivalente a 9,7% da produção nacional. No mesmo período, a dependênciaexterna foi negativa, sinalizando, um superávit de 4 milhões de barris, equivalentes a 5% do consumonacional de petróleo.2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m3) 2.400 2.200 2.000 1.800 1.600 1.400 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 13
  15. 15. 3A oferta de gás natural no Brasil alcançou a média de 66,3 milhões m /dia em janeiro de 2012, contabilizandoaumento de 8,6% em relação ao registrado em igual período de 2011. Vê-se que a produção nacional líquidaé bastante superior a do ano passado (+16,9%), o que proporcionou uma redução de 5,3% nas importações.2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m3) 270 240 210 180 150 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI. 3O volume de gás produzido na Bahia em janeiro de 2012 alcançou 240 milhões de m (ou 7,7 milhões de 3m /dia), com queda de 4,1% em comparação com igual mês de 2011. A produção baiana respondeu por10,9% da produção nacional de gás natural em janeiro de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 14
  16. 16. 3. LOGÍSTICA3.1 Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador (2011 -2012) (em mil) 1.000 900 800 700 600 500 400 300 200 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: Infraero; elaboração FIEB/SDI.Em fevereiro de 2012, a movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador cresceu 4,2%na comparação com o registrado em igual período de 2011. No primeiro bimestre de 2012, registra queda de4,4% em relação a igual período de 2011, alcançando o montante de 1,5 milhões de passageiros, equivalentea 4,7% do movimento nos aeroportos do país.3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil toneladas) 350 300 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em fevereiro de 2012, a movimentação de cargas no porto de Salvador apresentou alta de 6,2% em relaçãoao registrado em igual período do ano anterior. No acumulado dos primeiros dois meses de 2012, verifica-seincremento de 4,9% na comparação com mesmo período de 2011, alcançando o montante de 573 miltoneladas sendo (7,6 %) carga geral; (8,6%) granel sólido; (81,9 %) carga conteinerizada e (1,9 %) produtoslíquidos.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 15
  17. 17. 3.3 Movimentação de Contêineres no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Contêiner no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil TEUs) 28 24 20 16 12 8 4 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de contêineres no porto de Salvador em fevereiro de 2012 registrou crescimento de 12,1%,na comparação com igual período do ano anterior. No primeiro bimestre de 2012, acumula um montante de38,7 mil contêineres contra 36,1 mil contêineres movimentados no período de 2011.3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Granel Sólido no Porto de Aratu (2011-2012) (em mil toneladas) 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em fevereiro de 2012, a movimentação de granel sólido no porto de Aratu registrou queda de 38,5% nacomparação com o mesmo mês de 2011. No acumulado dos dois primeiros meses de 2012, alcançoumovimentação de 151,3 mil toneladas, registrando decréscimo de 53,4% em comparação com o mesmoperíodo de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 16
  18. 18. 3.5 Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 400 300 200 100 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de carga líquida no porto de Aratu registrou, em fevereiro de 2012, expressiva alta de 75,7%na comparação com igual mês de 2011. No acumulado dos dois primeiros meses de 2012, alcançoumovimentação de 596 mil toneladas, registrando queda de 66% em comparação com o mesmo período de2011.3.6 Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 60 50 40 30 20 10 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em fevereiro de 2012, a movimentação de carga gasosa no porto de Aratu registrou crescimento de 113,7%em comparação com igual período do ano anterior. No acumulado dos dois primeiros meses de 2012, alcançao montante de 69,2 mil toneladas contra 33,9 mil toneladas registradas em 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 17
  19. 19. 3.7 Movimentação de Carga nos Terminais de Uso Privativo da Bahia (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas nos Terminais de Uso Privativo(2011-2012) (em milhões toneladas) 03 02 02 01 01 00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em referência à movimentação de carga nos terminais de uso privativo (TUPs), em fevereiro de 2012,registrou-se alta de 4,1% em comparação com o mês igual mês do ano anterior. No acumulado dos doisprimeiros meses de 2012, alcançou movimentação de 3,1 milhões toneladas, registrando queda de 6% emcomparação com o mesmo período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 18
  20. 20. 4. ANEXOS4.1 Brasil: Previsão para Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de Geração4.2 Brasil: Adição de Capacidade de Geração Elétrica em 2012 UHE-Usinas Hidroelétricas UTE-Usinas Termoelétricas PCH-Pequenas Centrais Hidroelétricas EOL-Usinas Eólicas Fonte: ANEEL, elaboração; FIEB/SDI.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 19
  21. 21. 4.3 Brasil: Rede de Transmissão Licitada Anualmente Fonte: Aneel, Apud jornal Valor Econômico de 05 de janeiro de 20124.4 Brasil: Previsão de Investimento em Redes de Transmissão Fonte: Aneel, Apud jornal Valor Econômico de 05 de janeiro de 2012FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | MARÇO 2012 20

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