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DESTAQUES DO MÊSProjeto de porto de R$ 3,5 bi na Bahia recebe licença, mas pode ficar no papelForam cinco anos de elaboraç...
passaram a 1,8 mil hectares). Na quarta-feira, o porto recebeu a licença prévia do Ibama. "Isso significa que,do ponto de ...
Caetité, na Bahia. O segundo trecho da Fiol, entre Caetité e Barreiras, teve sua execução classificada como"preocupante". ...
1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho                                    Volume Útil de S...
curva de risco calculada pelo ONS, o que ainda indica um nível/reserva suficiente nos reservatórios, mas queexige atenção....
1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012)                            Consumo de Energia Elétrica - Nordeste...
2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012)                                          Preço Méd...
2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012)                                              Preço Spot do Petróleo WTI (2006 ...
Bahia representou apenas 2,3% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 43,4 milbarris/dia.2.5 Importa...
leve (de grau API maior que 31,1). Em 2014, o percentual exportado deverá diminuir com o processamentode óleo pesado da Ba...
2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012)                                          Produção Nacional de Gás Natural...
2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012)                                 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) ...
3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012)                       Bahia: Movimentação de Cargas no Port...
3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012)                   Bahia: Movimentação de Granel Sólido n...
3.6 Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu-BA (2011-2012)               Bahia: Movimentação de Carga Gasosa no Por...
4. ACOMPANHAMENTO DAS CONCESSÕES RODOVIÁRIAS NA BAHIABR 116/BR 324 - 680 km – investimento previsto da ordem de R$ 2,2 bil...
         100 quilômetros de acostamentos pavimentados, sendo 61,46 quilômetros na BR -324;                   300 quilôme...
-         Iluminação: 10 km na BR-324 e 65 km na BR-116.Duplicações Condicionadas:BR-324         -         VDM = 70.000: i...
Sistema BA 093 - 125 km – investimento previsto de R$ 1,7 bilhão, num prazo de concessão de25 anos. Será realizada a cobra...
AGERBA - Programa de Exploração da Rodovia (PER)                                                                          ...
3 - Implantação de Acostamentos      Rodovia Subtrecho                        Delimitação                     Início (km) ...
Sistema Estrada do Coco / Linha Verde BA-099 - 217 Km de concessão segmentados da      seguinte forma:               a) da...
5. ANEXOS5.1 Brasil: Evolução do Transporte de Carga por Ferrovia                                                Carga Tra...
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  1. 1. F d rço a I ú ta d E t o a a i e eaã d sn s i o s d d B h d rs a aDroa xcta S IS prt dnid D sno ietI ut l itiE euv / D - uen nêc e eevl n n si er i ie a vm o d ra
  2. 2. Relatório de Infraestrutura é uma publicação mensal da Federação das Indústrias do Estado daBahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Alexandre BeduschiSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Ricardo Menezes Kawabe (Mestre em Administração Pública pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas – ESEB)Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação InstitucionalData de Fechamento: 23 de Novembro de 2012 Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: sdi@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte.
  3. 3. SUMÁRIO Pág.DESTAQUES DO MÊS 31. ENERGIA ELÉTRICA 62. PETRÓLEO E GÁS 93. LOGÍSTICA 144. ACOMPANHAMENTO DAS CONCESSÕES RODOVIÁRIAS NA BAHIA 185. ANEXOS 25
  4. 4. DESTAQUES DO MÊSProjeto de porto de R$ 3,5 bi na Bahia recebe licença, mas pode ficar no papelForam cinco anos de elaboração e readequação de projetos, 60 horas de audiências públicas em setemunicípios e dezenas de estudos geográficos e de impactos socioambientais até que o Instituto Brasileiro doMeio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedesse a licença prévia para o controversoprojeto do Porto Sul, na Bahia, na última quarta-feira. Agora, é a falta de capital para investimentos que podeatrasar a construção do porto, orçado em R$ 3,5 bilhões.A maior investidora privada do projeto, a Bahia Mineração (Bamin), que responde por R$ 1 bilhão da obra,sofre com a crise financeira vivida por sua controladora, a Eurasian Natural Resources (ENRC), do Casaquistão,que este mês anunciou o adiamento por tempo indeterminado de "todos os projetos de expansão, incluindoo desenvolvimento dos projetos de minério de ferro no Brasil"."A hipótese de a Bamin suspender o investimento no porto não existe", afirma o governador da Bahia, JaquesWagner. "Estive com os CEOs da empresa, o do Brasil e o mundial, e eles reafirmaram o interesse em fazerparte do porto. Estou contando com a carga da Bamin para a evolução do projeto."A Bamin ainda não se pronunciou sobre a concessão da licença prévia do Ibama para o Porto Sul, nem sobre oadiamento de investimentos de sua controladora ENRC no Brasil. Segundo a assessoria da empresa, opresidente José Francisco Viveiros ainda está estudando os termos da licença, e só depois deverá falar sobreos temas.A discussão em torno da instalação do Porto Sul começou em 2007, quando o governo anunciou a intençãode construir uma estrutura intermodal no litoral sul da Bahia para escoar minério e grãos provenientes dasregiões oeste e sul do Estado.A ideia surgiu de uma consulta da Bamin ao governo, sobre a possibilidade de construir um porto privadopara escoar o minério de ferro da mina que a empresa possui em Caetité, no semiárido baiano, para oexterior. A ideia da empresa, inicialmente, era construir um mineroduto até o ponto mais próximo no litoral -nos arredores de Ilhéus, 458 quilômetros ao sul de Salvador - e operar um porto offshore próprio. A partir daconsulta, o governo uniu outros interesses ao projeto.Planejou um complexo intermodal, com a inclusão de um aeroporto e a interligação do porto à Ferrovia deIntegração Oeste-Leste (Fiol). Além disso, previu a construção de um porto público, com a instalação deestruturas para armazenamento de grãos, líquidos (como etanol) e outros minérios. Apresentadooficialmente em 2008, o projeto tinha orçamento previsto de R$ 4 bilhões e previsão de inauguração em2012.Inicialmente planejado para ser instalado em uma área de preservação ambiental, a Ponta do Tulha, o projetoenfrentou forte resistência de ativistas ambientais e empresários de turismo, que afirmavam que o projetotraria mais prejuízos que benefícios à região. O Ibama também pressionou, exigindo uma série de adaptaçõesnas propostas e a realização de audiências públicas em todos os municípios impactados pelo porto.O governo cedeu. Elaborou novo projeto, mudando o porto de lugar - passou para a localidade de Aritaguá,cinco quilômetros ao sul da Ponta do Tulha - e reduzindo suas dimensões (os 4,8 mil hectares de área iniciaisFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 3
  5. 5. passaram a 1,8 mil hectares). Na quarta-feira, o porto recebeu a licença prévia do Ibama. "Isso significa que,do ponto de vista ambiental, o projeto foi aceito", diz o secretário da Casa Civil, Rui Costa.Pelo projeto atual, o porto terá capacidade para embarcar 100 milhões de toneladas de carga por ano, dosquais 25 milhões de toneladas de minério de ferro da Bamin. Na mais otimista previsão, a construção começano primeiro semestre do ano que vem, depois de o Ibama conceder a licença de instalação - para isso, osenvolvidos na construção devem obedecer a uma lista de 39 condicionantes feitas pelo órgão. As obrasdevem durar 24 meses até o início da operação."Já temos 18 empresas, entre elas outras mineradoras, interessadas em operar no porto", afirma Wagner."Com a licença prévia, o porto deixa de ser um projeto e começa a virar realidade - e isso atrai a atenção dosempresários." A modelagem do porto público, porém, ainda não foi iniciada - o governo baiano aguardaposição do governo federal sobre a nova regra para a operação de portos no País, que deve ser definida naspróximas semanas. (O Estado de S. Paulo, 20/11/2012)Ritmo de investimentos no PAC 2 desacelera no anoEm um ano em que a equipe econômica se ocupou em alavancar os investimentos, a execução do Programade Aceleração do Crescimento (PAC 2) desacelerou ao longo dos meses. No primeiro semestre, R$ 119,9bilhões foram executados, avanço de 39% em relação ao registrado nos seis primeiros meses de 2011 - inícioda segunda etapa do programa.Dados divulgados ontem mostram que esse ritmo caiu para 26% no acumulado até setembro emcomparação com igual período do ano passado. A execução nos nove primeiros meses deste ano foi de R$181,5 bilhões.Com os R$ 61,6 bilhões que entraram na conta de execução do PAC 2 de julho a setembro, o governo federalatingiu a marca de R$ 385,9 bilhões executados na segunda fase do programa, iniciada em janeiro de 2011.Isso representa 40,4% dos R$ 955 bilhões previstos para serem desembolsados até 2014. Até junho, essa taxaera de 34%."Do nosso ponto de vista, estamos conseguindo dar conta do que é necessário, mas nunca estamossatisfeitos, não", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante a apresentação do quintobalanço do PAC 2. "A nossa expectativa é sempre superior."Para justificar atrasos, Miriam disse que problemas judiciais e greves em obras são "algumas dificuldades" doPAC. Diante disso, uma equipe da Advocacia-Geral da União (AGU) está focada em contornar estes desafios."Toda vez que um projeto tem problema no Judiciário, a gente tem conseguido resolver isso rapidamentepara que as obras sigam no ritmo necessário", afirmou.Até setembro deste ano, a União desembolsou R$ 26,6 bilhões, com 16% das ações do programa em estadode "atenção" e "preocupante". Até abril, este percentual era de 14%.No segundo ano de programa, foram realizados R$ 26,8 bilhões no eixo de transportes. Esse montante foiaplicado em 1,1 mil km de rodovias, 459 km de ferrovias, 16 empreendimentos em aeroportos, 14 projetosde portos e aquisição de 1,2 mil retroescavadeiras, equipamentos usados em obras de estradas.O balanço do programa aponta que os principais empreendimentos do setor ferroviário enfrentamproblemas de atraso nas obras. Dois trechos da ferrovia Norte-Sul, por exemplo, receberam selo de"atenção", mesma situação encontrada na primeira etapa da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), entre Ilhéus eFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 4
  6. 6. Caetité, na Bahia. O segundo trecho da Fiol, entre Caetité e Barreiras, teve sua execução classificada como"preocupante". O governo considera que outros projetos, como o trem-bala, que interligará as cidades do Riode Janeiro, São Paulo e Campinas, e a construção da Nova Transnordestina, estariam em ritmo adequado.No eixo de energia, foram realizados R$ 87,6 bilhões entre 2011 e 2012. Estes recursos foram aplicados em4,2 mil megawatts (MW) de potência em geração de energia elétrica, 3,3 mil km de linhas de transmissão, 13subestações e 17 projetos de exploração e produção de petróleo e gás, além de empreendimentos de refino,fertilizantes e indústria naval.Entre os projetos considerados "preocupantes", está a hidrelétrica de São Manoel, prevista para serconstruída no rio Teles Pires (PA-MT), que ficou pelo segundo ano seguido fora do leilão de geração, por faltade licença ambiental. Com o mesmo selo está o programa de modernização e expansão de frota do EstaleiroSuperpesa (RJ) de responsabilidade da Petrobras, que pode ser levado a nova licitação, prevista para fimdeste mês.No programa Cidade Melhor, foram gastos R$ 869,3 milhões, entre 2011 e 2012. No mesmo período, oMinha Casa, Minha Vida aplicou R$ 155 bilhões e o Água e Luz para Todos, outros R$ 2,3 bilhões.Após o balanço, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que ainda não háprevisão de definição sobre o anúncio do pacote para o setor de aeroportos. No entanto, a ministra doPlanejamento havia dito anteriormente que as medidas para as áreas de portos e aeroportos estão "saindo".(Valor Econômico, 20/11/2012)FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 5
  7. 7. 1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho Volume Útil de Sobradinho (2011-2012) (em % do volume máximo) 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.O reservatório de Sobradinho alcançou o volume de 24% de sua capacidade máxima em outubro de 2012. Talvalor é 19,1% menor do que o registrado em setembro e bem inferior ao registrado em igual mês do anoanterior, quando alcançou 41,4% do volume máximo. O regime hidrológico da Região Nordeste este ano estáfora do padrão, provocando expressiva redução na afluência de água ao reservatório.1.2 Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco (2012) – Nordeste Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco - Região Nordeste (2011 - 2012) (em % do volume máximo) 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Risco 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.Na comparação da curva de energia armazenada, que engloba todos os reservatórios da região Nordeste,vê-se que o nível acumulado em outubro de 2012 alcançou 33,9% do volume máximo, 34,1% abaixo doregistrado em igual período do ano anterior. O atual nível de energia armazenada situa-se 22,9% acima daFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 6
  8. 8. curva de risco calculada pelo ONS, o que ainda indica um nível/reserva suficiente nos reservatórios, mas queexige atenção.1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Brasil (2011-2012) (em GWh) 39.000 38.000 37.000 36.000 35.000 34.000 33.000 32.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo nacional de energia elétrica apresentou alta de 1,8% em setembro de 2012, na comparação comigual mês do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2012, registrou-se alta de 3,4% em relação aomesmo período do ano anterior e, em 12 meses, o incremento foi da ordem de 3,4%. A alta do consumo deenergia elétrica se deve às classes comercial (7,2%) e residencial (4,3%), já que a classe industrial apresentoucrescimento inferior no período analisado.1.4 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Brasil (2011 - 2012) (em GWh) 16.000 15.500 15.000 14.500 14.000 13.500 13.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em setembro de 2012, o consumo industrial apresentou leve queda de 1,3% na comparação com igualperíodo do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2012 acumula alta de 0,4% e, em 12 meses, apresentaincremento de 0,6%. O comportamento do consumo de energia elétrica reflete o fraco desempenho daatividade industrial no corrente ano.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 7
  9. 9. 1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 6.600 6.400 6.200 6.000 5.800 5.600 5.400 5.200 5.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo de energia elétrica na região Nordeste apresentou alta de 2,8% em setembro de 2012, nacomparação com igual período de 2011. Nos primeiros nove meses do ano, acumula alta de 5,1% e, em 12meses, o incremento verificado foi de 4,1%. O aumento do consumo total da região no acumulado deste anoestá sendo puxado pelo consumo comercial, que registrou alta de 8,6%, contra aumento de 5,7% doconsumo residencial e incremento de apenas 0,5% do consumo industrial.1.6 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 2.600 2.500 2.400 2.300 2.200 2.100 2.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em setembro de 2012, o consumo industrial de energia elétrica na região Nordeste foi praticamente omesmo em comparação com igual mês de 2011. Nos primeiros nove meses de 2012, acumula ligeira alta de0,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior, por conta da base de comparação deprimidarelacionada ao “apagão” da CHESF ocorrido em fevereiro de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 8
  10. 10. 2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012) Preço Médio do Petróleo - Cesta OPEP (1999 - 2012) 125 107 110 100 94 77 US$/barril 75 69 61 61 51 50 36 28 28 23 24 25 17 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de 2012 calculada com dados até 19/11/2012.Os preços dos petróleos da cesta OPEP apresentaram forte aceleração entre 2004 e 2008, resultado da forteelevação na demanda dos países em desenvolvimento, notadamente China e Índia. Esse movimento foiinterrompido após meados de 2008, quando a crise econômica global provocou um forte recuo dos preços. Apartir de 2009, no entanto, iniciou-se um processo de recuperação. Com dados atualizados até 19/11/2012, amédia dos preços no ano alcançou US$ 109,8/barril, patamar ligeiramente acima do verificado no anopassado.2.2 Preço médio mensal do petróleo – Cesta OPEP Preço Médio Mensal do Petróleo - Cesta OPEP 130 106 108 110 90 80 US$/barril 73 70 50 30 jul/10 set/10 jul/11 set/11 jul/12 set/12 fev/10 jun/10 ago/10 out/09 nov/09 mar/10 mai/10 out/10 nov/10 fev/11 mar/11 mai/11 jun/11 ago/11 fev/12 out/11 nov/11 mar/12 mai/12 jun/12 ago/12 out/12 jan/10 jan/11 jan/12 dez/09 abr/10 dez/10 abr/11 dez/11 abr/12 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de outubro de 2012 calculada com dados até 19/11/2012.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 9
  11. 11. 2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012) Preço Spot do Petróleo WTI (2006 - 2012) 160 140 120 100 US$/barril 80 60 40 20 0 nov-07 jul-07 set-07 jul-08 set-08 jul-09 set-09 jul-10 set-10 jul-11 set-11 jul-12 set-12 nov-06 mar-07 mai-07 mar-08 mai-08 nov-08 mar-09 mai-09 nov-09 mar-10 mai-10 nov-10 mar-11 mai-11 nov-11 mar-12 mai-12 nov-12 jan-07 jan-08 jan-09 jan-10 jan-11 jan-12 Fonte: EIA - Energy Information Administration. Elaboração FIEB/SDI. Calculada com dados até 19/11/2012.Analogamente, o preço do petróleo WTI (West Texas Intermediate) no mercado spot apresentou trajetóriade contínuo crescimento no período 2003-2008, decorrente da forte demanda dos países emdesenvolvimento. Tal como no caso dos petróleos da cesta OPEP, os preços do WTI também despencaram deUS$ 147,27 em julho de 2008 para cerca de US$ 33/barril em dezembro do mesmo ano. Ao longo de 2010, acommodity registrou uma trajetória de crescimento progressivo, alcançando cotação máxima de US$113,4/barril, em 29/04/2011. Por conta do agravamento da crise europeia, o preço do petróleo WTI recuougradativamente até o início de outubro de 2011 (US$ 75,40/barril), a partir de então, observou-se umarecuperação dos preços, alcançando, em 01/05/2012, a cotação de US$ 106,2/barril sob a influência dastensões geopolíticas no Oriente Médio. Desde então, a commodity sofreu queda nas cotações, abaladas pelafragilidade econômica dos países desenvolvidos, especialmente da Zona do Euro. Nos últimos dias houveelevação das cotações por conta de otimismo de que o governo dos EUA irá alcançar um acordo para reduziro chamado "abismo fiscal". Além disso, o agravamento da violência no Oriente Médio também contribuiupara a alta.2.4 Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 71.000 66.000 61.000 56.000 51.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.A produção nacional de petróleo em setembro de 2012 apresentou queda de 8,4% em comparação com igualmês de 2011. Registrou-se um volume de 57,7 milhões de barris, equivalentes a 1,9 milhões de barris/dia.Nos primeiros nove meses de 2012, a produção acumula leve queda de 0,6%. A produção de petróleo daFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 10
  12. 12. Bahia representou apenas 2,3% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 43,4 milbarris/dia.2.5 Importação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Importação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Em setembro de 2012, a importação de petróleo apresentou queda de 0,9% em comparação com setembrode 2011. Nos primeiros nove meses de 2012, acumula queda de 4,4% em relação ao mesmo período do anoanterior. A tendência, no médio-longo prazo, é de queda nas importações por conta do aumento daprodução das bacias de Campos e Santos e nos campos do pré-sal. Em 2011, por exemplo, o Brasil importou121,1 milhões de barris de petróleo, contra 123,6 milhões de barris em 2010.2.6 Exportação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Exportação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.O Brasil exportou 15,5 milhões de barris em setembro de 2012, registrando alta de 2,5% em comparação comagosto do ano anterior. Nos primeiros nove meses deste ano, registra-se uma retração de 5,8% emcomparação com igual período de 2011. No médio-longo prazo, a tendência é de aumento das exportações,por conta do esperado incremento na produção nacional. O petróleo exportado foi do tipo pesado (extraídode campos marítimos), pouco aproveitado nas refinarias nacionais, que foram projetadas para processar óleoFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 11
  13. 13. leve (de grau API maior que 31,1). Em 2014, o percentual exportado deverá diminuir com o processamentode óleo pesado da Bacia de Campos pela refinaria da Petrobras integrada ao COMPERJ, que terá capacidadepara processar 165 mil barris/dia.2.7 Dependência Externa de Petróleo – Brasil (2011 – 2012) Dependência Externa de Petróleo e Derivados (milhões bep) set/11 Jan-set/11 set/12 Jan-set/12 Produção de Petróleo (a) 65 589 60 585 Imp. Líq. de Petróleo (b) -7 -83 -7 -77 Imp. Líq. de Derivados (c) 14 57 3 39 Consumo Aparente (d) = (a+b+c) 73 563 56 547 Dependência Externa (e) = (d-a) 7 -26 -4 -38 Dependência Externa (%) (e)/(d) 10 -5 -7 -7 Fo nte: A NP , elabo ração FIEB /SDINo acumulado de janeiro a setembro de 2012, o Brasil realizou importação líquida (exportações menosimportações) de -77 milhões de barris de petróleo, equivalente a 13,2% da produção nacional. No mesmoperíodo, a dependência externa foi negativa, sinalizando um superávit de 38 milhões de barris, equivalentes a7% do consumo nacional de petróleo.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 12
  14. 14. 2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 2.400 2.200 2.000 1.800 1.600 1.400 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI. Balanço do Gás Natural no Brasil (mil m³/dia) Média do Média do Média em Média em período período Set/2011 Set/2012 jan-set/2011 jan-set/2012 Produção Nacional¹ 65.261 65.097 71.741 69.629 - Reinjeção 9.381 11.406 9.151 10.095 - Queimas e Perdas 5.445 4.561 4.561 3.791 - Consumo Próprio 10.017 10.108 10.463 10.583 = Produção Nac. Líquida 40.418 39.022 47.566 45.159 + Importação 31.316 28.857 41.725 33.008 = Oferta 71.734 67.879 89.291 78.167 ¹ Não inclui Gás Natural Liquefeito Fonte: ANP, elaboração FIEB/SDIA produção brasileira de gás natural tem progressivamente crescido durante o ano de 2012, em comparaçãocom o ano anterior (vide o gráfico acima). Tendo em conta o balanço do gás natural no país, verifica-se que a 3sua oferta no Brasil alcançou a média de 89,3 milhões m /dia em setembro de 2012, contabilizandoincremento de 24,5% em relação ao registrado em igual mês do ano anterior. No acumulado dos primeirosnove meses de 2012, vê-se que a oferta média diária de gás natural cresceu 15,2% em relação ao verificadoem igual período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 13
  15. 15. 2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 300 270 240 210 180 150 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Após continuado período de declínio, o volume de gás produzido na Bahia em setembro de 2012 alcançou 3 3284,6 milhões de m (ou 9,5 milhões de m /dia), registrando alta de 40,9% em comparação com setembro de2011. Nos primeiros nove meses de 2012, a produção acumula alta de 27,1% em relação a igual período doano anterior. A produção baiana respondeu por 13,2% da produção brasileira de gás natural em setembro de2012.3. LOGÍSTICA3.1 Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador (2011-2012) (em mil) 1.000 900 800 700 600 500 400 300 200 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: Infraero; elaboração FIEB/SDI.Em setembro de 2012, a movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador cresceu14,1% em comparação com o registrado em igual mês de 2011. Nos primeiros nove meses de 2012, alcançouo montante de 6,5 milhões de passageiros, equivalentes a 4,5% do movimento nos aeroportos do país.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 14
  16. 16. 3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil toneladas) 350 300 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em outubro de 2012, a movimentação de cargas no porto de Salvador apresentou alta de 13,5% emcomparação com igual período do ano anterior. Nos primeiros dez meses de 2012, verificou-se um acréscimode 1% em comparação com o mesmo período de 2011, alcançando o montante de 3,1 milhões de toneladas,sendo: 5,8% de carga geral, 8,6% de granel sólido, 83,8% de carga conteinerizada, e 1,8% de produtoslíquidos.3.3 Movimentação de Contêineres no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Contêiner no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil TEUs) 28 24 20 16 12 8 4 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de contêineres no porto de Salvador, em outubro de 2012, registrou alta de 12,4%, emcomparação com igual período do ano anterior. Nos primeiros dez meses de 2012, acumulou o montante de214,2 mil contêineres, contra 207 mil contêineres movimentados no mesmo período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 15
  17. 17. 3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Granel Sólido no Porto de Aratu (2011-2012) (em mil toneladas) 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em outubro de 2012, a movimentação de granel sólido no porto de Aratu registrou alta de 53,9%, emcomparação com o mesmo mês de 2011. Nos primeiros dez meses de 2012, alcançou a movimentação de 1,4milhão de toneladas, registrando queda de 8,6% em comparação com o igual período de 2011. Segundo aCodeba, a redução em 2012 se deve: (i) à forte importação de fertilizantes verificada em 2011, quando asempresas formaram estoques, aproveitando-se da baixa do dólar; e (ii) do menor nível de atividade no setoragrícola baiano em 2012, em função da seca. De outro lado, as empresas fabricantes de fertilizantes alegamenfrentar dificuldades em relação à logística e aos custos portuários em Aratu.3.5 Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 400 300 200 100 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de carga líquida no porto de Aratu, em outubro de 2012, registrou alta de 11,4%, emcomparação com igual mês de 2011. Nos primeiros dez meses de 2012, alcançou a movimentação de 3,1milhões de toneladas, registrando incremento de 22,3% em relação ao mesmo período de 2011. Tal resultadosofre influência da base deprimida do ano anterior, por conta da expressiva redução nas importações denafta, decorrente da interrupção do fornecimento de energia elétrica que afetou a produção do PoloIndustrial de Camaçari em 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 16
  18. 18. 3.6 Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 60 50 40 30 20 10 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em outubro de 2012, a movimentação de carga gasosa no porto de Aratu caiu 0,8% em comparação comigual período do ano anterior. Nos primeiros dez meses de 2012, alcançou o montante de 433,8 miltoneladas, contra 356,6 mil toneladas registradas em 2011. As movimentações expressivas de carga gasosatambém podem ser explicadas pela base de comparação deprimida da primeira metade do ano anterior,quando a produção do segmento petroquímico foi impactada pela interrupção do fornecimento de energiaelétrica.3.7 Movimentação de Carga nos Terminais de Uso Privativo da Bahia (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas nos Terminais de Uso Privativo(2011-2012) (em milhões toneladas) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em referência à movimentação de carga nos terminais de uso privativo (TUPs), em outubro de 2012,registrou-se alta de 2,2% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Nos primeiros dez meses de2012, alcançou movimentação de 19,1 milhões toneladas, registrando queda de 3,7% em comparação comigual período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 17
  19. 19. 4. ACOMPANHAMENTO DAS CONCESSÕES RODOVIÁRIAS NA BAHIABR 116/BR 324 - 680 km – investimento previsto da ordem de R$ 2,2 bilhões, num prazo deconcessão de 25 anos. A cobrança do pedágio nas 5 praças de pedágio da BR -116 foi iniciada em07/12/2010 e em 28/12/2010 na praça de pedágio de Amélia Rodrigues (BR 324). A última praçade pedágio, Simões Filho (BR 324), teve as operações autorizadas pela Resolução Nº 3.697/11, daANTT, de 20 de julho de 2011. De acordo com o consórcio ViaBahia, os investimentos realizadosaté outubro de 2012 somam o montante de aproximadamente R$ 520 milhões, tendo cumprido aetapa contratual dos Trabalhos Iniciais, cujas obras focaram a restauração do pavimento,proteção e segurança, obras-de-arte especiais, drenagem/obras-de-arte correntes, terraplenos eestruturas de contenção, canteiro central e faixa de domínio, sistemas elétricos e de iluminação.Iniciada a etapa de Recuperação, cujas obras e serviços têm por objetivo o restabelecimento dascaracterísticas originais existentes nos diversos elementos do sistema rodoviário. Os trabalhosdesta fase deverão estender-se até o 5º ano do prazo da concessão (2014). Em 2011, verificou-seuma forte cobrança por parte da sociedade baiana, através dos representantes no poderlegislativo, além da atuação do Ministério Público Federal, no sentido da melhoria dos serviç osprestados pela concessionária. Na avaliação do MPF, embora a ANTT tenha aprovado ostrabalhos iniciais e autorizado a cobrança do pedágio, irregularidades evidenciadas na períciatécnica demonstraram o não cumprimento do contrato pela concessionária, ta is como:imperfeições no pavimento, buracos no acostamento e na rodovia, canais de drenagemobstruídos com lixo, passarelas sem coberturas e meio fio deteriorado. Em decorrência, após operíodo de chuvas no Estado, a ViaBahia promoveu um trabalho mais intenso, conseguindomelhorar a condição de tráfego das rodovias.Uma questão estrutural a ser considerada é que, embora a ANTT e o Consórcio ViaBahiaconsiderem que a capacidade de tráfego do trecho Salvador-Feira da BR 324 esteja adequada aoatual fluxo de veículos, verificam-se grandes congestionamentos na via, especialmente emferiados prolongados. Pelo contrato de concessão, o trecho entre Salvador e Feira da BR 324(108 km) só terá faixas adicionais quando alcançar uma média diária de 70 mil veículos (gat ilho).Segundo informe da ANTT, a média atual seria de cerca 40 mil veículos/dia. No entanto, aagência reguladora ressalta que é possível haver alteração no contrato com inclusão de novasobras/ampliações, desde que se promova um reequilíbrio econômico -financeiro do contrato, oque certamente encareceria pedágio cobrado.Resumo da concessão BR324/116 para o período de outubro de 2009 a outubro de 2012,segundo informações da ViaBahia:  40.217,74 m³ de fresagem;  298.001 t. de asfalto;  2.298.082 m² de microrrevestimento a frio com polímero;  Implantação de 36.161 metros de drenos de pavimento;  Reciclagem de 147.634,37m2 de acostamentos;  60.896 metros lineares de defensas metálicas instaladas;  6.861 m² de novas placas de sinalização instaladas;  1.000 metros quadrados de placas de sinalização recuperadas;  726.592 metros de sinalização horizontal (pintura de faixas);FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 18
  20. 20.  100 quilômetros de acostamentos pavimentados, sendo 61,46 quilômetros na BR -324;  300 quilômetros de rodovias recuperadas até dezembro de 2012;  Construção de 15 Bases de Atendimento aos Usuários (Bases SAU);  Construção de 01 Centro de Controle Operacional (CCO);  Construção de 01 Prédio Administrativo / Posto de fiscalização da ANTT;  16 viaturas de inspeção de tráfego; 11 guinchos leves; 04 guincho s pesados; 02 unidades de suporte avançado (ambulâncias UTI); 13 unidades de resgate; 03 caminhões -pipa para combate a incêndio; 03 caminhões de captura de animais;  18 viaturas entre carros e motos entregues à PRF; e  ISSQN (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza) pago aos municípios: R$ 17 milhões até outubro de 2012. Concessão das BRs 324-116 Prazo: 25 anos Data de assunção das rodovias pela ViaBahia: 20/10/2009 Etapas Descrição - objetivos Prazo Status Precisa eliminar problemas emergenciais que impliquem riscos pessoais e Até o 6º (sexto) mês do Prazo da Trabalhos considerados 1 Trabalhos Iniciais materiais iminentes, equipando o Sistema Rodoviário com requisitos mínimos Concessão, mas depende de concluídos pela ANTT de segurança e conforto aos usuários. vistoria e aceitação pela ANTT. Após a conclusão dos Trabalhos Tem por objetivo o restabelecimento das características originalmente 2 Recuperação Iniciais até o final do 5º (quinto) ano Em curso existentes nos diversos elementos do Sistema Rodoviário. do Prazo da Concessão. Intervenções com o objetivo de recompor e aprimorar as características técnicas e operacionais da rodovia, ou prevenir que sejam alcançados níveis Após a fase de Recuperação até o 3 Manutenção Em curso indesejados, podendo envolver ações de reabilitação ou restauração de partes final do Prazo da Concessão da rodovia. Operações rotineiras e de emergência realizadas com o objetivo de preservar Após a conclusão dos Trabalhos 4 Conservação as características técnicas e físico-operacionais da rodovia e das instalações Iniciais até o final do Prazo da Em curso da concessionária. Concessão. Atuará em nível gerencial, especialmente sobre as atividades de Manutenção de seus elementos físicos e as ações de gerenciamento operacional e Após a conclusão dos Trabalhos 5 Monitoração administrativo, permitindo a definição de programação das intervenções Iniciais até o final do Prazo da Em curso necessárias, de modo a manter as condições do Sistema Rodoviário dentro Concessão. dos padrões estabelecidos.Fonte: ANTTObservação: a inclusão de obra nova ou melhorias não previstas inicialmente no PER ensejarão reequilíbrio do contrato. Obras previstas no PER (Programa de Exploração Rodoviária) - Edital de Concessão nº 001/2008 Passarelas BR-324 e BR-116: 41 passarelas Melhorias BR 324 e BR 116: - Implantação de Vias Laterais: 10,0 km. - Implantação Acesso: 34 unidades. - Interseção Tipo Trevo: 32 unidades. - Duplicação: 83,7 km (BR-116 – Feira de Santana – Rio Paraguaçu). - Interseção com Linha Ferroviária no Município de Itatim. - Recuperação da Ponte Cândido Sales. FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 19
  21. 21. - Iluminação: 10 km na BR-324 e 65 km na BR-116.Duplicações Condicionadas:BR-324 - VDM = 70.000: implantação de 3ª. Faixa no segmento correspondente. - VDM = 105.000: implantação de 4ª. Faixa no segmento correspondente.BR-116 - VDM = 6.500: duplicação do segmento correspondente.7 praças de pedágio2 BR-324 - (tarifa básica = R$ 1,60)5 BR-116 - (tarifa básica = R$ 2,80)FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 20
  22. 22. Sistema BA 093 - 125 km – investimento previsto de R$ 1,7 bilhão, num prazo de concessão de25 anos. Será realizada a cobrança em cinco praças de pedágio, sendo duas na BA-093 (Mata deSão João e Simões Filho), uma na BA-524 (Canal de Tráfego) em Candeias, outra na BA-535 (ViaParafuso) em Camaçari, e a última em Salvador, na BA-526 (CIA-Aeroporto). A ConcessionáriaBahia Norte (Consórcio Invepar-Odebrecht) declara ter realizado investimentos superiores aR$ 380 milhões, em obras de restauração e ampliação, e na operação das rodovias.A concessionária realiza neste momento as obras de restauração definitiva das rodovias , quecontempla a duplicação de 53 km de estradas e a restauração definitiva do pavimento. Uma dasobras que se encontra em estágio avançado é a duplicação da CIA/Aeroporto, que possibilita oacesso à RMS. A previsão de entrega desse trecho é fevereiro de 2013, conforme p revê oContrato de Concessão.A BA-093 já passou por obras de recuperação emergencial, com serviços de tapa -buracos,recuperação e complementação da sinalização e da drenagem. Hoje são realizadas as obras paraa construção da terceira faixa em alguns pontos da rodovia. Na via Canal de Tráfego, arestauração dos 24 km da rodovia que liga o Polo de Camaçari ao Porto de Aratu também estáadiantada e os serviços estão concentrados na implantação da sinalização definitiva.Outra rodovia que está em obras de duplicação é a Via Parafuso (BA-535). Os trabalhos na viainiciaram em março deste ano e têm previsão de conclusão para agosto de 2013.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 21
  23. 23. AGERBA - Programa de Exploração da Rodovia (PER) Concessão do Sistema BA 093 Prazo: 25 anos Data de assunção das rodovias pela Bahia Norte: 17/08/2010 Etapas Descrição - objetivos Prazo Status Precisa eliminar problemas emergenciais que impliquem riscos pessoais e materiais iminentes, equipando o Sistema Rodoviário com requisitos mínimos Até o 6º (sexto) mês do Prazo da Considerada concluída pela AGERBA. A 1 Trabalhos Iniciais de segurança e conforto aos usuários. A cobrança da Tarifa de Pedágio Concessão, mas depende de concessionária iniciou a cobrança de pedágio somente poderá ter início simultaneamente em todas as praças de pedágio vistoria e aceitação pela AGERBA. em 16/04/2011. após a conclusão dos Trabalhos Iniciais no Sistema Rodoviário. Previsto para 2011: i) duplicação de trecho de 6 km que vai da Rótula do Ceasa até a Rótula do Após a conclusão dos Trabalhos Tem por objetivo o restabelecimento das características originalmente CIA, na BA-526; ii) restauração do pavimento da 2 Recuperação Iniciais até o final do 5º (quinto) ano existentes nos diversos elementos do Sistema Rodoviário. rodovia Canal de Tráfego (BA-524); iii) conclusão do Prazo da Concessão. da construção de um sistema viário sobre a rótula da CEASA. Intervenções com o objetivo de recompor e aprimorar as características técnicas e operacionais da rodovia, ou prevenir que sejam alcançados níveis Após a fase de Recuperação até o 3 Manutenção Em curso. indesejados, podendo envolver ações de reabilitação ou restauração de partes final do Prazo da Concessão. da rodovia. Operações rotineiras e de emergência realizadas com o objetivo de preservar Após a conclusão dos Trabalhos 4 Conservação as características técnicas e físico-operacionais da rodovia e das instalações Iniciais até o final do Prazo da Em curso. da concessionária. Concessão. Atuará em nível gerencial, especialmente sobre as atividades de Manutenção de seus elementos físicos e as ações de gerenciamento operacional e Após a conclusão dos Trabalhos 5 Monitoração administrativo, permitindo a definição de programação das intervenções Iniciais até o final do Prazo da Em curso. necessárias, de modo a manter as condições do Sistema Rodoviário dentro Concessão. dos padrões estabelecidos.Fonte: AGERBA e Bahia Norte.Observação: Toda a inclusão de obra nova ou melhorias não previstas inicialmente no PER ensejarão reequilíbrio do contrato. Obras previstas no PER (Programa de Exploração Rodoviária) - Edital de Concessão nº 01/2010 1 - Implantação de Terceiras Faixas Rodovia Subtrecho Delimitação Início (km) Fim (km) Sentido Extensão Prazo Entroncamento BA-519 (Dias Dávila) - BA- 28,2 29,8 crescente 1,6 BA-093 4 Final do 1º ano 505 (Mata de São João) 30,75 29,35 decrescente 1,4 Fonte: Agerba Status das duplicações previstas: BA-526 (Cia/Aeroporto)  Duplicação com extensão de 14,1 km.  Prazo contratual para conclusão das obras é de 2 anos e 6 meses da assinatura do contrato (março/2013).  Obras adiantadas e com previsão de entrega para o segundo semestre de 2012. BA-535 (Via Parafuso)  Duplicação com extensão de 25 km.  Prazo contratual para conclusão das obras é de 3 anos da assinatura do contrato (agosto/2013). BA-093  Duplicação com extensão de 14,1 km (trecho Simões Filho até a entrada de Camaçari).  Prazo contratual para conclusão das obras é de 3 anos da assinatura do contrato (agosto/2013). FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 22
  24. 24. 3 - Implantação de Acostamentos Rodovia Subtrecho Delimitação Início (km) Fim (km) Extensão Prazo Entroncamento BR-324 (Simões Filho) - BA-093 1 0,00 14,13 14,13 BA-512 (Camaçari) Entroncamento BA-512 (Camaçari) - BA- BA-093 2 14,13 18,29 4,16 512 (Dias DÁvila) Entroncamento BA-512 (Dias DÁvila) - BA- BA-093 3 18,29 23,72 5,43 519 (Dias DÁvila) Entroncamento BA-535 (rótula do CEASA - BA-526 15 9,13 14,65 5,52 Salvador) - BR-324 (CIA - Simões Filho) 1 ano Entroncamento rótula do Aeroporto BA-526 14 Internacional (Salvador) - BA-535 (rótula do 14,65 23,27 8,62 CEASA - Salvador) Entroncamento BR-524 (rótula COPEC - BA-535 17 Camaçari) - BA-526 (rótula do CEASA - 0,00 28,00 28,00 Salvador) Entroncamento BA-535 (Camaçari) - BA- BA-512 6 46,33 51,83 5,50 093 (km 14,2 - Camaçari) Entroncamento BA-519 (Dias DÁvila) - BA- BA-093 4 23,72 32,38 8,66 505 (Mata de São João) Entroncamento BA-505 (Mata de São João) BA-093 5 32,38 45,95 13,57 - BR-110 (Pojuca) 2 anos Entroncamento BA-522 (próx. A Cova de BA-521 9 0,00 7,00 7,00 Defunto - Candeias) - BA-524 (Candeias) Porto de Aratu (Candeias) - BR-324 (próx. BA-524 12 16,05 24,76 8,71 A Cova de Defunto - Candeias) Fonte: Agerba 4 - Implantação de Passarelas para Pedestres Rodovia Subtrecho Delimitação Início (km) Fim (km) Qtd. Entroncamento BR-324 (Simões Filho) - BA-093 1 0,00 14,10 1 BA-512 (Camaçari) Entroncamento BA-512 (Camaçari) - BA- BA-093 2 14,10 18,30 1 512 (Dias DÁvila) Entroncamento BA-512 (Dias DÁvila) - BA- BA-093 3 18,30 23,70 1 519 (Dias DÁvila) Entroncamento rótula do Aeroporto BA-526 14 Internacional (Salvador) - BA-535 (rótula do 14,65 23,27 1 CEASA - Salvador) Fonte: AgerbaObs. Agosto de 2015 é o prazo para entrega de todas as obras e melhorias do Sistema BA-093.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 23
  25. 25. Sistema Estrada do Coco / Linha Verde BA-099 - 217 Km de concessão segmentados da seguinte forma: a) da rodovia BA-099, desde a ponte sobre o Rio Joanes até o acesso à Praia do Forte, com extensão de 46,3 km (a ser duplicado); b) da rodovia BA-099, desde o acesso à Praia do Forte até a Divisa BA/SE, com extensão de 136,2 km (somente conservação); c) acessos à Praia de Arembepe (1,39 km), à Praia do Forte (2,72 km), a Porto Sauípe (4,56 km), a Subaúma (8 km), a Palame (8 km), e a Sítio do Conde (10 km), com extensão total de 34,67 km (somente conservação). 1. Contrato de Concessão assinado em 21/02/2000 entre o Derba e a CLN – Concessionária Litoral Norte, válido pelo prazo de 25 anos. 2. Termo de Transferência do Contrato de Concessão com cláusula de subrogação Nº 01/04 – Derba assinado em 13/01/2004, transferindo o contrato em sua totalidade para a AGERBA. 3. Termo Aditivo de Re-Ratificação do Contrato de Concessão, assinado em 27/04/2005 entre AGERBA e CLN, com reajuste no contrato original: 4. Novo prazo de concessão: 35 anos (até março de 2035). 5. Status das obras previstas: - Concluído trecho da ponte sobre o Rio Joanes até a entrada de Guarajuba. - 4ª etapa: Trecho de Guarajuba até a ponte sobre o rio Pojuca. - 5ª e 6ª etapa: Construção da ponte sobre o rio Pojuca e do trecho da citada ponte até a entrada da Praia do Forte.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 24
  26. 26. 5. ANEXOS5.1 Brasil: Evolução do Transporte de Carga por Ferrovia Carga Transportada (em milhares de TU) Concessionárias 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* ALLMN 5.047 5.583 6.380 5.551 6.928 8.232 10.072 10.498 11.611 6.385 ALLMO 2.229 2.709 3.497 3.355 2.690 3.235 2.778 4.430 4.421 1.787 ALLMP 23.411 20.545 4.438 4.221 3.473 5.229 4.917 6.719 7.490 2.567 ALLMS 19.556 20.088 21.677 28.942 26.536 26.763 26.073 25.975 27.067 11.459 EFC 63.259 74.268 80.633 92.591 100.361 103.670 96.267 104.949 113.748 54.130 FERROESTE 1.752 1.458 1.483 1.511 862 996 646 471 400 186 EFVM 118.512 126.069 130.962 131.620 136.604 133.211 104.317 131.755 132.865 64.102 FCA 21.601 25.384 27.557 15.177 18.957 19.280 17.455 21.242 19.209 11.275 FNS - - - - - 1.424 1.639 2.012 2.562 1.281 FTC 2.302 2.459 2.403 2.627 2.635 3.038 2.856 2.637 2.448 1.349 MRS 86.178 97.952 108.142 101.998 114.064 119.799 110.954 123.030 130.009 64.897 TLSA 1.264 1.261 1.420 1.519 1.814 1.643 1.467 1.529 1.431 715 TOTAL 345.111 377.776 388.592 389.113 414.925 426.520 379.441 435.248 453.260 220.133 Fonte: ANTT, elaboração; FIEB/SDI. (*) dados até junho de 2012FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | NOVEMBRO 2012 25

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