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DESTAQUES DO MÊSGoverno dará R$ 37 bi a ferrovias: Novo projeto pretende, em oito anos, melhorartransporte de cargas no Pa...
Mato Grosso do Sul, a obra de revitalização de 126 quilômetros da BR-163 foi estimada em R$ 91,9 milhões.Para ter o projet...
realizada a cerimônia simbólica de assinatura da Ordem de Serviço para a construção da nova torre decontrole do local e as...
1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho                                  Volume Útil de Sob...
1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012)                                 Consumo de Energia Elétrica - Brasi...
1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012)                              Consumo de Energia Elétrica - Nordes...
2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012)                                            Preço M...
2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012)                                 Preço Spot do Petróleo WTI (2006 - 2012)      ...
representou apenas 2,1% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 42,3 milbarris/dia.2.5 Importação Na...
O Brasil exportou 20,2 milhões de barris em abril de 2012, registrando forte alta de 27,8% em comparação aigual mês do ano...
2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012)                              Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012)...
2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012)                                 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) ...
3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012)                       Bahia: Movimentação de Cargas no Port...
3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012)                   Bahia: Movimentação de Granel Sólido n...
sofrem forte influência da base deprimida do ano anterior, por conta da expressiva redução nas importaçõesde nafta, decorr...
alcançou movimentação de 7,1 milhões toneladas, registrando queda de 3,7% em comparação com igualperíodo de 2011.4. ANEXOS...
4.2 Brasil: Adição de Capacidade de Geração Elétrica em 2012       UHE-Usinas Hidroelétricas   UTE-Usinas Termoelétricas  ...
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  1. 1. F d rço a I ú ta d E t o a a i e eaã d sn s i o s d d B h d rs a aDroa xcta S IS prt dnid D sno ietI ut l itiE euv / D - uen nêc e eevl n n si er i ie a vm o d ra
  2. 2. Relatório de Infraestrutura é uma publicação mensal da Federação das Indústrias do Estado daBahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Leone Peter Correia da Silva AndradeSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Carlos Danilo Peres Almeida (Mestre em Economia pela UFBA) Ricardo Menezes Kawabe (Mestre em Administração Pública pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas – ESEB)Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação InstitucionalData de Fechamento: 29 de junho de 2012 Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: sdi@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte.
  3. 3. SUMÁRIO Pág.DESTAQUES DO MÊS 31. ENERGIA ELÉTRICA 62. PETRÓLEO E GÁS 93. LOGÍSTICA 144. ANEXOS 18
  4. 4. DESTAQUES DO MÊSGoverno dará R$ 37 bi a ferrovias: Novo projeto pretende, em oito anos, melhorartransporte de cargas no PaísO governo federal planeja investir nos próximos oito anos R$ 37 bilhões na ampliação e melhoria danegligenciada malha ferroviária brasileira. A iniciativa faz parte de um novo projeto do Ministério dosTransportes que visa a estimular a competitividade no transporte de cargas no país. Pelo novo modelo, ogoverno deve conceder ou licitar a empresas privadas a infraestrutura de trilhos, além de criar normas paraassegurar a livre circulação de vagões sobre eles, explicou o presidente da Valec, José Eduardo CastelloBranco.Nesses planos, está a ampliação da malha ferroviária do Sul do país com construção de 2,7 mil quilômetros,além de construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), que corta a Bahia; da Ferrovia de Integraçãodo Centro-Oeste (FICO), que passa pelo coração da produção de soja no país; e da conclusão de trechos daferrovia Norte-Sul. Meta é ampliar malha em 11 mil km até 2020. (O Globo, 20/06/2012).Desapropriações e licença ambiental atrasam Oeste-LesteA Valec trabalha com a expectativa de que, até setembro, o Ibama libere a licença de instalação da Ferroviade Integração Oeste-Leste (FIOL). O empreendimento, que sai de Ilhéus, no litoral baiano, até chegar aomunicípio de Barreiras, no Oeste do Estado, chegou a receber a licença do órgão ambiental no ano passado,mas teve a autorização suspensa, devido a uma série de condicionantes não cumpridas pela estatal. Alémdisso, o traçado da ferrovia precisou ser revisto, por causa da existência de centenas de cavernas no caminho."Hoje, só tenho liberado pelo Ibama 180 quilômetros, dos primeiros 500 previstos, mas já fizemos todas asadequações e concluímos o projeto executivo da Fiol. Acredito que, em três meses, teremos liberado olicenciamento para o total de 1.019 quilômetros da ferrovia, sem nenhuma restrição", diz José EduardoCastello, presidente da Valec.A chancela ambiental, no entanto, só resolve parte dos problemas. Outro obstáculo, talvez bem maiscomplexo, só está no começo: a desapropriação dos imóveis cortados pela ferrovia. O Valor teve acesso a umlevantamento atualizado sobre a situação das desapropriações da ferrovia baiana. No caminho entre Ilhéus eBarreiras existem 2.501 propriedades. Até abril, a Valec já havia realizado o pagamento de R$ 35,2 milhõesem indenizações, com a liberação de 860 propriedades. Outros R$ 7,2 milhões foram desembolsados paraquitar a conta de 136 casos que acabaram convertidos em processos judiciais. (Valor Econômico,15/06/2012).TCU aponta falhas nos estudos de rodovias na BA e MSA péssima qualidade dos projetos de engenharia de obras contratados pelo Departamento Nacional deInfraestrutura de Transportes (Dnit) acaba de fazer mais duas vítimas: a BR-163 no Mato Grosso do Sul e a BR-101 na Bahia, ambas listadas no problemático programa de restauração e manutenção "Crema 2ª etapa". Asfalhas dos estudos foram encontradas por auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). NoFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 3
  5. 5. Mato Grosso do Sul, a obra de revitalização de 126 quilômetros da BR-163 foi estimada em R$ 91,9 milhões.Para ter o projeto de engenharia, o Dnit pagou mais R$ 5,1 milhões pelo estudo. Ao checar as informações, oTCU concluiu que o projeto estava deficiente e desatualizado. Foram encontrados problemas como falta deprevisão de origem de materiais para a obra e de detalhamento sobre alguns insumos previstos. As distorçõeslevavam a um superfaturamento de pelo menos R$ 3,6 milhões. "Esse montante pode ainda ser maior, umavez que não está considerada a economia advinda de possível adoção em projeto de soluções de engenhariade menor custo", diz o relatório. A licitação estava em andamento, mas foi suspensa pelo Dnit devido aosproblemas.Na Bahia, o rombo que acaba de ser encontrado pelo TCU na BR-101 é ainda maior. Estão previstas obras derecuperação e manutenção para 481 quilômetros da estrada. O orçamento para restauração nos trêsprimeiros anos é de R$ 252,7 milhões e de mais R$ 21,6 milhões para conservação do trecho ao longo doscinco anos do contrato, totalizando R$ 274,3 milhões. Para licitar o empreendimento, o Dnit desembolsou R$6,6 milhões em um projeto de engenharia. Ao analisar esse projeto e as necessidades reais da estrada e daobra, o TCU constatou que, caso viesse a ser licitado, o empreendimento já sairia da gaveta com um preçoinicial superfaturado em pelo menos R$ 23,7 milhões, o equivalente a 8,6% do valor total estimado. Entre asfalhas estão problemas básicos, como o preço previsto para o transporte de concreto entre a usina domaterial e a obra. Só nessa operação, a superestimativa do estudo é calculada em R$ 14 milhões. Aprecariedade dos estudos não está restrita aos projetos básicos de engenharia. Apesar de o Dnit enxergar naexigência de projetos executivos - peças mais detalhadas de engenharia - a saída para eliminar os problemas,não é o que se vê na prática.O Dnit informou ao órgão de controle que a empresa responsável pelo projeto da BR-101/BA está corrigindoas falhas e que, devido à lista de problemas, a licitação do trecho também foi suspensa. (Valor Econômico,04/06/2012).Governador lança edital de consulta pública da linha 2 do metrôO governador Jaques Wagner lançou, na manhã do dia 21 de junho, em Salvador, o edital de consulta públicada PPP (Parceria Público-Privada) para a construção, operação e manutenção do Sistema Metroviário deSalvador e Lauro de Freitas (linha 2 do Metrô).O edital ficará em consulta pública por 60 dias e, ao final deste período, as contribuições serão analisadas comvistas ao Edital de Licitação, que será lançado em seguida.“Reafirmamos o nosso compromisso com este projeto de instaurar uma nova forma de ver a mobilidadeurbana, moderna, de alta qualidade, integrada, ambientalmente menos impactante e capaz de conectar aRegião Metropolitana de Salvador”, ressaltou o governador.Com investimento total de R$ 3,5 bilhões, a previsão é que no primeiro trimestre de 2013 sejam iniciadas asobras com prazo total de implantação de 36 meses. A entrega parcial está prevista para 18 meses após oinício das obras. (Bahia Econômica, 21/06/2012).Copa 2014: obras do aeroporto de Salvador já foram iniciadasA um ano do primeiro jogo da Copa das Confederações 2013 em seu território, Salvador comemora um novomarco: o início das obras do Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães. Nesta quarta-feira (20), foiFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 4
  6. 6. realizada a cerimônia simbólica de assinatura da Ordem de Serviço para a construção da nova torre decontrole do local e as obras já foram iniciadas.A construção da nova torre é um dos compromissos assumidos pela cidade para receber a Copa do Mundo daFIFA em 2014. O equipamento será construído junto à área industrial do aeroporto, em um terreno deaproximadamente 2.600 m² e contará com dois elevadores, laboratório de inglês, sala de reuniões e auditóriopara aproximadamente 100 pessoas.A construção da torre pretende melhorar as condições de visibilidade de todo o aeroporto. Segundo osuperintendente do aeroporto de Salvador, Manoel Henrique Bandeira, “a torre possibilitará a visualização dacabeceira de todas as pistas, todo o pátio e estacionamento. Isso irá trazer mais segurança e contribuirá parao aumento do fluxo uma vez que diminuirá o intervalo entre pousos e decolagens”. Esta etapa da obra contacom o investimento de 14,6 milhões de reais e sua conclusão está prevista para o fim do próximo ano.Além da construção da torre de controle, estão previstas outras obras no aeroporto, como a reforma do pátioe do terminal de passageiros (TPS) e, ainda, a ampliação do terminal de cargas (TECA). (Bahia Econômica,20/06/2012).FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 5
  7. 7. 1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho Volume Útil de Sobradinho (2011-2012) (em % do volume máximo) 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.O reservatório de Sobradinho alcançou o volume de 63,8% de sua capacidade máxima em maio de 2012. Talvalor é 12,8% abaixo do que o registrado em abril e inferior ao registrado em igual mês do ano anterior,quando alcançou 85,5% do volume máximo. O regime hidrológico da Região Nordeste este ano está fora dopadrão, provocando redução na afluência de água ao reservatório.1.2 Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco (2012) – Nordeste Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco - Região Nordeste (2011 - 2012) (em % do volume máximo) 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Risco 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.Na comparação da curva de energia armazenada, que engloba todos os reservatórios da região Nordeste, vê-se que o nível acumulado em maio de 2012 alcançou 72,8% do volume máximo, 19,1% abaixo do registradoem maio de 2011. O atual nível de energia armazenada situa-se 46,8% acima da curva de risco calculada peloONS, o que indica um nível/reserva confortável nos reservatórios.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 6
  8. 8. 1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Brasil (2011-2012) (em GWh) 39.000 38.000 37.000 36.000 35.000 34.000 33.000 32.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo nacional de energia elétrica apresentou alta de 5,9% em abril de 2012, na comparação com igualmês do ano anterior. No primeiro quadrimestre do ano, registrou-se alta de 4,4% em relação ao mesmoperíodo do ano anterior e, em 12 meses, o incremento foi da ordem de 4,1%. A alta do consumo de energiaelétrica se deve às classes comercial (+9%) e residencial (+7,3%), já que a classe industrial apresentoucrescimento inferior.1.4 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Brasil (2011 - 2012) (em GWh) 16.000 15.500 15.000 14.500 14.000 13.500 13.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, o consumo industrial apresentou alta de 2,3% na comparação com igual período do anoanterior. No primeiro quadrimestre do ano acumula alta de 2,5% e, em 12 meses, apresenta incremento de1,8%. O comportamento do consumo de energia elétrica reflete o nível da atividade industrial, que temregistrado alguma recuperação no período recente.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 7
  9. 9. 1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 6.400 6.200 6.000 5.800 5.600 5.400 5.200 5.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo de energia elétrica na região Nordeste apresentou alta de 5% em abril de 2012, na comparaçãocom igual período de 2011. No primeiro quadrimestre do ano, acumula alta de 6% e, em 12 meses, oincremento verificado foi de 2,8%. O aumento do consumo total da região este ano está sendo puxado peloconsumo comercial, que registrou alta de 6,9%, contra aumento de 5,3% do consumo residencial e de apenas0,5% no consumo industrial.1.6 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 2.600 2.500 2.400 2.300 2.200 2.100 2.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, o consumo industrial de energia elétrica na região Nordeste foi praticamente omesmo que o de igual mês do ano anterior. No primeiro quadrimestre do ano, acumulou ligeiraqueda de 0,4%.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 8
  10. 10. 2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012) Preço Médio do Petróleo - Cesta OPEP (1999 - 2012) 125 113 107 100 94 77 75 69 US$/barril 61 61 51 50 36 28 28 23 24 25 17 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de 2012 calculada com dados até a data 20/06/2012.Os preços dos petróleos da cesta OPEP apresentaram forte aceleração entre 2004 e 2008, resultadoda forte elevação na demanda dos países em desenvolvimento, notadamente China e Índia. Essemovimento foi interrompido após meados de 2008, quando a crise econômica global provocou umforte recuo dos preços. A partir de 2009, no entanto, iniciou-se um processo de recuperação. Comdados atualizados até 20/06/2012, a média dos preços no ano alcançou US$ 113,48/barril.2.2 Preço médio mensal do petróleo – Cesta OPEP Preço Médio Mensal do Petróleo - Cesta OPEP 130 109 110 96 90US$/barril 73 68 70 50 30 jul/09 set/09 jul/10 set/10 fev/11 jul/11 set/11 jun/09 ago/09 fev/10 ago/10 ago/11 fev/12 out/09 nov/09 mar/10 mai/10 jun/10 out/10 nov/10 mar/11 mai/11 jun/11 out/11 nov/11 mar/12 mai/12 jun/12 dez/09 jan/10 dez/10 jan/11 dez/11 jan/12 abr/10 abr/11 abr/12 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de maio de 2012 calculada com dados até o dia 20/06/2012.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 9
  11. 11. 2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012) Preço Spot do Petróleo WTI (2006 - 2012) 160 140 120 100US$/barril 80 60 40 20 0 jun-06 ago-06 jun-07 ago-07 jun-08 ago-08 jun-09 ago-09 jun-10 ago-10 jun-11 ago-11 jun-12 fev-07 fev-08 fev-09 fev-10 fev-11 fev-12 out-06 out-07 out-08 out-09 out-10 out-11 dez-06 dez-07 dez-08 dez-09 dez-10 dez-11 abr-07 abr-08 abr-09 abr-10 abr-11 abr-12Fonte: EIA (Energy Information Administration); elaboração FIEB/SDI. Média de junho/2012 calculada com dados até 12/06/2012.Analogamente, o preço do petróleo WTI (West Texas Intermediate) no mercado spot apresentoutrajetória de contínuo crescimento no período 2003-2008, decorrente da forte demanda dos paísesem desenvolvimento. Tal como no caso dos petróleos da cesta OPEP, os preços do WTI tambémdespencaram de US$ 147,27 em julho de 2008 para cerca de US$ 33/barril em dezembro do mesmoano. Ao longo de 2010, a commodity registrou uma trajetória de crescimento progressivo, alcançandocotação máxima de US$ 113,4/barril, em 29/04/2011. Por conta do agravamento da crise europeia, opreço do petróleo WTI recuou gradativamente até o início de outubro de 2011 (US$ 75,40/barril), apartir de então, observou-se uma recuperação dos preços, alcançando, em 01/05/2012, a cotação deUS$ 106,2/barril sob a influência das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Desde então, acommodity tem verificado forte queda nas cotações, abaladas pela fragilidade econômica dos paísesdesenvolvidos, especialmente da Zona do Euro.2.4 Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 71.000 66.000 61.000 56.000 51.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.A produção nacional de petróleo em abril de 2012 apresentou leve queda de 1,5% em comparação com igualmês de 2011. Registrou-se um volume de 60,6 milhões de barris, equivalentes a 2 milhões de barris/dia. Noprimeiro quadrimestre de 2012, a produção acumula alta de 3,5%. A produção de petróleo da BahiaFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 10
  12. 12. representou apenas 2,1% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 42,3 milbarris/dia.2.5 Importação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Importação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo)14.00012.00010.000 8.000 6.000 4.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, a importação de petróleo apresentou queda de 5% em comparação com abril de 2011. Noprimeiro quadrimestre de 2012, acumula queda de 14,8% em relação a igual período do ano anterior. Atendência, no médio-longo prazo, é de queda nas importações por conta do aumento da produção dos novoscampos, como os das bacias de Campos e Santos e nos campos do pré-sal. Em 2011, por exemplo, o Brasilimportou 121,1 milhões de barris de petróleo, contra 123,6 milhões de barris em 2010.2.6 Exportação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Exportação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 11
  13. 13. O Brasil exportou 20,2 milhões de barris em abril de 2012, registrando forte alta de 27,8% em comparação aigual mês do ano anterior. No primeiro quadrimestre deste ano, registra-se alta de 14,5% em comparaçãocom igual período de 2011. No médio-longo prazo, a tendência é de aumento das exportações, por conta doaveriguado incremento na produção nacional. O petróleo exportado foi do tipo pesado (extraído de camposmarítimos), pouco aproveitado nas refinarias nacionais, que foram projetadas para processar óleo leve (degrau API maior que 31,1). Em 2014, o percentual exportado deverá diminuir com o processamento de óleopesado da Bacia de Campos pela refinaria da Petrobras integrada ao COMPERJ, que terá capacidade paraprocessar 165 mil barris/dia.2.7 Dependência Externa de Petróleo – Brasil (2011 – 2012)No acumulado de janeiro a abril de 2012, o Brasil realizou importação líquida (exportações menosimportações) de -39 milhões de barris de petróleo, equivalente a 14,6% da produção nacional. No mesmoperíodo, a dependência externa foi negativa, sinalizando, um superávit de 19 milhões de barris, equivalentesa 7% do consumo nacional de petróleo.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 12
  14. 14. 2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 2.400 2.200 2.000 1.800 1.600 1.400 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI. 3A oferta de gás natural no Brasil alcançou a média de 81,1 milhões m /dia em abril de 2012, contabilizandoaumento de 31,9% em relação ao registrado em igual mês do ano anterior. No acumulado do primeiroquadrimestre de 2012, vê-se que a produção nacional líquida é bastante superior a do ano passado (17,0%).FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 13
  15. 15. 2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 270 240 210 180 150 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Após continuado período de declínio, o volume de gás produzido na Bahia em abril de 2012 alcançou 264,5 3 3milhões de m (ou 8,8 milhões de m /dia), registrando alta de 67% em comparação com abril de 2011. Noprimeiro quadrimestre de 2012, a produção acumula alta de 21,1% em relação a igual período do anoanterior. A produção baiana respondeu por 13,5% da produção brasileira de gás natural em abril de 2012.3. LOGÍSTICA3.1 Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador (2011-2012) (em mil ) 1.000 900 800 700 600 500 400 300 200 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: Infraero; elaboração FIEB/SDI.Em maio de 2012, a movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador caiu 8,3% nacomparação com o registrado em igual período de 2011. Nos primeiros cinco meses de 2012, registrou quedade 7,4% em relação a igual período de 2011, alcançando o montante de 3,4 milhões de passageiros,equivalente a 4,2% do movimento nos aeroportos do país.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 14
  16. 16. 3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil toneladas) 350 300 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, a movimentação de cargas no porto de Salvador apresentou queda de 2,7% em relação aigual período do ano anterior. No primeiro quadrimestre de 2012, verificou-se um decréscimo de 1,3% emcomparação com o mesmo período de 2011, alcançando o montante de 1,2 milhões de toneladas, sendo:6,6% de carga geral; 8,7% de granel sólido; 82,9 % de carga conteinerizada; e 1,8% de produtos líquidos.3.3 Movimentação de Contêineres no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Contêiner no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil TEUs) 28 24 20 16 12 8 4 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de contêineres no porto de Salvador, em abril de 2012, registrou queda de 4,5%, emcomparação com igual período do ano anterior. No primeiro quadrimestre de 2012, acumulou o montante de80 mil contêineres, contra 76,9 mil contêineres movimentados no mesmo período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 15
  17. 17. 3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Granel Sólido no Porto de Aratu (2011-2012) (em mil toneladas) 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, a movimentação de granel sólido no porto de Aratu registrou expressiva queda de 27,6%,em comparação com o mesmo mês de 2011. No primeiro quadrimestre de 2012, alcançou a movimentaçãode 306,9 mil toneladas, registrando forte queda de 49,2% em comparação com o igual período de 2011.Segundo a Codeba, a redução em 2012 se deve: (i) à forte importação de fertilizantes verificada em 2011,quando as empresas formaram estoques, aproveitando-se da baixa do dólar; e (ii) do menor nível deatividade no setor agrícola baiano em 2012, em função da seca. Adicionalmente, as empresas fabricantes defertilizantes alegam enfrentar dificuldades em relação à logística e aos custos portuários em Aratu.3.5 Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 400 300 200 100 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de carga líquida no porto de Aratu registrou, em abril de 2012, alta de 6,4% em comparaçãocom igual mês de 2011. No primeiro quadrimestre de 2012, alcançou a movimentação de 1,2 milhão detoneladas, registrando incremento de 44,9% em comparação com o mesmo período de 2011. Tais resultadosFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 16
  18. 18. sofrem forte influência da base deprimida do ano anterior, por conta da expressiva redução nas importaçõesde nafta, decorrente da interrupção do fornecimento de energia elétrica que afetou fortemente a produçãodo Polo Industrial de Camaçari.3.6 Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 60 50 40 30 20 10 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em abril de 2012, a movimentação de carga gasosa no porto de Aratu registrou crescimento de 42,8% emcomparação com igual período do ano anterior. No primeiro quadrimestre de 2012, alcançou o montante de148,2 mil toneladas, contra 87 mil toneladas registradas em 2011. As altas variações de carga gasosa tambémpodem ser explicadas pela base de comparação deprimida da primeira metade do ano anterior, quando aprodução do segmento petroquímico foi impactada pela interrupção do fornecimento de energia elétrica.3.7 Movimentação de Carga nos Terminais de Uso Privativo da Bahia (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas nos Terminais de Uso Privativo(2011-2012) (em milhões toneladas) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em referência à movimentação de carga nos terminais de uso privativo (TUPs), em abril de 2012, registrou-sealta de 5,5% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. No primeiro quadrimestre de 2012,FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 17
  19. 19. alcançou movimentação de 7,1 milhões toneladas, registrando queda de 3,7% em comparação com igualperíodo de 2011.4. ANEXOS4.1 Brasil: Previsão para Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de GeraçãoFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 18
  20. 20. 4.2 Brasil: Adição de Capacidade de Geração Elétrica em 2012 UHE-Usinas Hidroelétricas UTE-Usinas Termoelétricas PCH-Pequenas Centrais Hidroelétricas EOL-Usinas Eólicas Fonte: ANEEL, elaboração; FIEB/SDI.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | JUNHO 2012 19

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