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Relatório de Infraestrutura do Estado da Bahia - Agosto 2012
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Relatório de Infraestrutura do Estado da Bahia - Agosto 2012

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Relatório de Infraestrutura do Estado da Bahia - Agosto 2012

O Relatório de Infraestrutura do Estado da Bahia é uma publicação mensal da FIEB, que destaca o monitoramento de indicadores de energia elétrica, petróleo e gás, e das principais obras de infraestrutura na Bahia, particularmente o monitoramento quadrimestral das obras do PAC no Estado.

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  • 1. F d rço a I ú ta d E t o a a i e eaã d sn s i o s d d B h d rs a aDroa xcta S IS prt dnid D sno ietI ut l itiE euv / D - uen nêc e eevl n n si er i ie a vm o d ra
  • 2. Relatório de Infraestrutura é uma publicação mensal da Federação das Indústrias do Estado daBahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Alexandre BeduschiSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Carlos Danilo Peres Almeida (Mestre em Economia pela UFBA) Ricardo Menezes Kawabe (Mestre em Administração Pública pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas – ESEB)Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação InstitucionalData de Fechamento: 24 de agosto de 2012 Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: sdi@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte.
  • 3. SUMÁRIO Pág.DESTAQUES DO MÊS 31. ENERGIA ELÉTRICA 42. PETRÓLEO E GÁS 73. LOGÍSTICA 124. ANEXOS 16
  • 4. DESTAQUES DO MÊSGoverno Federal lançou o Programa de Investimentos em Logística: Rodovias e FerroviasO Governo Federal anunciou o Programa de Investimentos em Logística: Rodovias e Ferrovias em 15 deagosto. Lançado como uma nova fase do PAC, o programa de investimentos em logística pretenderestabelecer a capacidade de planejamento integrado do sistema de transportes, promover a integraçãoentre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, e articular o sistema logístico com as cadeiasprodutivas. Para implementar esse programa, o governo criou a Empresa de Planejamento e Logística (EPL),que estará sob o comando de Bernardo Figueiredo, em substituição à Empresa de Transporte Ferroviário deAlta Velocidade (ETAV).Tendo em conta essa primeira etapa, que se refere às rodovias e ferrovias, os objetivos são: (i) duplicar osprincipais eixos rodoviários do País; (ii) reestruturar o modelo de investimento e exploração das ferrovias; e(iii) expandir a capacidade da malha ferroviária. Está prevista a duplicação de 5.700 quilômetros de rodovias ea construção de 10 mil quilômetros de ferrovias, passando ao setor privado concessões estimadas em R$ 133bilhões, ao longo de 30 anos, dos quais R$ 42 bilhões se referem às rodovias e R$ 91 bilhões às ferrovias.Outros 1.800 quilômetros de estradas que já foram duplicadas pelo governo também serão concedidos àiniciativa privada. Dos R$ 133 bilhões, R$ 79,5 bilhões serão investidos em cinco anos, após a assinatura doscontratos, sendo R$ 23,5 bilhões em rodovias e R$ 56 bilhões em ferrovias. A previsão é que os contratos deconcessão estejam todos assinados até setembro de 2013. Em seguida, serão investidos mais R$ 18,5 bilhões,em 20 anos, na manutenção das rodovias e R$ 35 bilhões, em até 25 anos, na manutenção das ferrovias.Aguarda-se, para as próximas semanas, o anúncio da etapa que contempla os aeroportos e portos do País.As concessões rodoviárias observarão as seguintes premissas: (i) investimentos concentrados nos primeiroscinco anos de concessão: duplicações, contornos, travessias e obras de arte; (ii) concessionário selecionadopela menor tarifa de pedágio; (iii) o tráfego urbano não será pedagiado; e (iv) o pedágio só será cobradoquando 10% das obras estiverem concluídas.Já em relação às ferrovias, o objetivo é quebrar o monopólio na oferta de serviços ferroviários. Osinvestimentos serão realizados na modalidade de Parceria Público-Privada (PPP), em que o governocontratará a construção, manutenção e operação da ferrovia. A Valec comprará a capacidade integral detransporte da ferrovia e, em seguida, fará a oferta pública da capacidade, assegurando o direito de passagemdos trens em todas as malhas, buscando modicidade tarifária.Entre os projetos anunciados, do ponto de vista local, destacam-se a duplicação da BR-101 entre Mucuri eSalvador e as ligações ferroviárias entre Belo Horizonte/MG e Salvador e entre Salvador e Recife/PE, passandopor Aracaju/SE e Maceió/AL.(Texto elaborado pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial da FIEB)FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 3
  • 5. 1. ENERGIA ELÉTRICA1.1 Nível dos Reservatórios do Nordeste: Sobradinho Volume Útil de Sobradinho (2011-2012) (em % do volume máximo) 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.O reservatório de Sobradinho alcançou o volume de 48,1% de sua capacidade máxima em julho de 2012. Talvalor é 12% menor do que o registrado em junho e bem inferior ao registrado em igual mês do ano anterior,quando alcançou 75,1% do volume máximo. O regime hidrológico da Região Nordeste este ano está fora dopadrão, provocando redução na afluência de água ao reservatório.1.2 Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco (2012) – Nordeste Energia Armazenada e Curva de Aversão ao Risco - Região Nordeste (2011 - 2012) (em % do volume máximo) 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Risco 2012 Fonte: ONS; elaboração FIEB/SDI.Na comparação da curva de energia armazenada, que engloba todos os reservatórios da região Nordeste, vê-se que o nível acumulado em julho de 2012 alcançou 60,4% do volume máximo, 24,2% abaixo do registradoem igual período do ano anterior. O atual nível de energia armazenada situa-se 38,4% acima da curva de riscocalculada pelo ONS, o que indica um nível/reserva ainda confortável nos reservatórios.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 4
  • 6. 1.3 Consumo de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Brasil (2011-2012) (em GWh) 39.000 38.000 37.000 36.000 35.000 34.000 33.000 32.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo nacional de energia elétrica apresentou alta de 3,8% em junho de 2012, na comparação com igualmês do ano anterior. No primeiro semestre do ano, registrou-se alta de 4,2% em relação ao mesmo períododo ano anterior e, em 12 meses, o incremento foi da ordem de 4,1%. A alta do consumo de energia elétrica sedeve às classes comercial (+9,6%) e residencial (+8,1%), já que a classe industrial apresentou decréscimo operíodo analisado.1.4 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Brasil (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Brasil (2011 - 2012) (em GWh) 16.000 15.500 15.000 14.500 14.000 13.500 13.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em junho de 2012, o consumo industrial apresentou queda de 1,4% na comparação com igual período do anoanterior. No primeiro semestre de 2012 acumula alta de 1,4% e, em 12 meses, apresenta incremento de1,4%. O comportamento do consumo de energia elétrica reflete o fraco desempenho da atividade industrialno corrente ano.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 5
  • 7. 1.5 Consumo de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 6.600 6.400 6.200 6.000 5.800 5.600 5.400 5.200 5.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.O consumo de energia elétrica na região Nordeste apresentou alta de 4,8% em junho de 2012, nacomparação com igual período de 2011. No primeiro semestre do ano, acumula alta de 6,3% e, em 12 meses,o incremento verificado foi de 4,1%. O aumento do consumo total da região este ano está sendo puxado peloconsumo comercial, que registrou alta de 11,8%, contra aumento de 9,9% do consumo residencial e de quedade 5,2% no consumo industrial.1.6 Consumo Industrial de Energia Elétrica – Nordeste (2011 – 2012) Consumo Industrial de Energia Elétrica - Nordeste (2011-2012) (em GWh) 2.600 2.500 2.400 2.300 2.200 2.100 2.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: EPE; elaboração FIEB/SDI.Em junho de 2012, o consumo industrial de energia elétrica na região Nordeste apresentou queda de5,2% em comparação com igual mês de 2011. No primeiro semestre de 2012, acumula alta de 2%, emrelação ao mesmo período do ano anterior, por conta da base de comparação deprimida relacionadaao “apagão” da CHESF ocorrido em fevereiro de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 6
  • 8. 2. PETRÓLEO E GÁS2.1 Preço médio dos petróleos – Cesta OPEP (1999-2012) Preço Médio do Petróleo - Cesta OPEP (1999 - 2012) 125 107 110 100 94 77 75 69US$/barril 61 61 51 50 36 28 28 23 24 25 17 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de 2012 calculada com dados até 23/08/2012.Os preços dos petróleos da cesta OPEP apresentaram forte aceleração entre 2004 e 2008, resultadoda forte elevação na demanda dos países em desenvolvimento, notadamente China e Índia. Essemovimento foi interrompido após meados de 2008, quando a crise econômica global provocou umforte recuo dos preços. A partir de 2009, no entanto, iniciou-se um processo de recuperação. Comdados atualizados até 23/08/2012, a média dos preços no ano alcançou US$ 110,07/barril.2.2 Preço médio mensal do petróleo – Cesta OPEP Preço Médio Mensal do Petróleo - Cesta OPEP 130 106 109 110 90 US$/barril 71 74 70 50 30 set/09 jul/10 ago/10 set/10 jul/11 set/11 jul/12 ago/09 jun/10 jun/11 ago/11 fev/10 mar/10 fev/11 mar/11 mar/12 jun/12 ago/12 out/09 mai/10 mai/11 nov/09 out/10 nov/10 out/11 jan/12 fev/12 mai/12 nov/11 dez/09 jan/10 dez/10 jan/11 dez/11 abr/10 abr/11 abr/12 Fonte: OPEP; elaboração FIEB/SDI. Média de agosto de 2012 calculada com dados até 23/08/2012.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 7
  • 9. 2.3 Preço médio do Petróleo WTI (2006-2012) Preço Spot do Petróleo WTI (2006 - 2012) 160 140 120 100US$/barril 80 60 40 20 0 nov-07 jul-06 set-06 jul-07 set-07 jul-08 set-08 jul-09 set-09 jul-10 set-10 jul-11 set-11 jul-12 mar-07 nov-06 mai-08 mar-08 nov-08 nov-09 nov-10 mar-12 mai-07 jan-09 mar-09 mar-10 mar-11 nov-11 mai-09 mai-10 mai-11 mai-12 jan-07 jan-08 jan-10 jan-11 jan-12 Fonte: EIA - Energy Information Administration. Elaboração FIEB/SDI. Calculada com dados até 21/08/2012.Analogamente, o preço do petróleo WTI (West Texas Intermediate) no mercado spot apresentoutrajetória de contínuo crescimento no período 2003-2008, decorrente da forte demanda dos paísesem desenvolvimento. Tal como no caso dos petróleos da cesta OPEP, os preços do WTI tambémdespencaram de US$ 147,27 em julho de 2008 para cerca de US$ 33/barril em dezembro do mesmoano. Ao longo de 2010, a commodity registrou uma trajetória de crescimento progressivo, alcançandocotação máxima de US$ 113,4/barril, em 29/04/2011. Por conta do agravamento da crise europeia, opreço do petróleo WTI recuou gradativamente até o início de outubro de 2011 (US$ 75,40/barril), apartir de então, observou-se uma recuperação dos preços, alcançando, em 01/05/2012, a cotação deUS$ 106,2/barril sob a influência das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Desde então, acommodity sofreu forte queda nas cotações, abaladas pela fragilidade econômica dos paísesdesenvolvidos, especialmente da Zona do Euro, mas com recente recuperação nos preços, decorrentedos conflitos na Síria e de ameaças em relação ao Irã.2.4 Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) Produção Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 71.000 66.000 61.000 56.000 51.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.A produção nacional de petróleo em junho de 2012 apresentou queda de 4,9% em comparação com igualmês de 2011. Registrou-se um volume de 61 milhões de barris, equivalentes a 2 milhões de barris/dia. NoFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 8
  • 10. primeiro semestre de 2012, a produção acumula alta de 1,3%. A produção de petróleo da Bahia representouapenas 2,2% da produção nacional no mês, contribuindo com aproximadamente 45,2 mil barris/dia.2.5 Importação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Importação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Em junho de 2012, a importação de petróleo apresentou forte alta de 34,5% em comparação com junho de2011. No primeiro semestre de 2012, acumula queda de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Atendência, no médio-longo prazo, é de queda nas importações por conta do aumento da produção das baciasde Campos e Santos e nos campos do pré-sal. Em 2011, por exemplo, o Brasil importou 121,1 milhões debarris de petróleo, contra 123,6 milhões de barris em 2010.2.6 Exportação Nacional de Petróleo (2011 – 2012) Exportação Nacional de Petróleo (2011-2012) (em mil barris de petróleo) 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.O Brasil exportou 10,5 milhões de barris em junho de 2012, registrando forte queda de 40% em comparaçãocom junho do ano anterior. No primeiro semestre deste ano, registra-se uma retração de 6,2% emcomparação com igual período de 2011. No médio-longo prazo, a tendência é de aumento das exportações,FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 9
  • 11. por conta do averiguado incremento na produção nacional. O petróleo exportado foi do tipo pesado (extraídode campos marítimos), pouco aproveitado nas refinarias nacionais, que foram projetadas para processar óleoleve (de grau API maior que 31,1). Em 2014, o percentual exportado deverá diminuir com o processamentode óleo pesado da Bacia de Campos pela refinaria da Petrobras integrada ao COMPERJ, que terá capacidadepara processar 165 mil barris/dia.2.7 Dependência Externa de Petróleo – Brasil (2011 – 2012)No acumulado de janeiro a junho de 2012, o Brasil realizou importação líquida (exportações menosimportações) de -43 milhões de barris de petróleo, equivalente a 10,9% da produção nacional. No mesmoperíodo, a dependência externa foi negativa, sinalizando um superávit de 10 milhões de barris, equivalentes a2% do consumo nacional de petróleo.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 10
  • 12. 2.8 Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) Produção Nacional de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 2.400 2.200 2.000 1.800 1.600 1.400 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI. 3A oferta de gás natural no Brasil alcançou a média de 84,9 milhões m /dia em junho de 2012, contabilizandoaumento de 16,6% em relação ao registrado em igual mês do ano anterior. No acumulado do primeirosemestre de 2012, vê-se que a oferta de gás natural cresceu 18,4% em relação ao verificado em igual períodode 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 11
  • 13. 2.9 Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) Produção Baiana de Gás Natural (2011-2012) (em milhões m³) 300 270 240 210 180 150 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: ANP; elaboração FIEB/SDI.Após continuado período de declínio, o volume de gás produzido na Bahia em junho de 2012 alcançou 282,2 3 3milhões de m (ou 9,4 milhões de m /dia), registrando forte alta de 32,4% em comparação com junho de2011. No primeiro semestre de 2012, a produção acumula alta de 24,7% em relação a igual período do anoanterior. A produção baiana respondeu por 13,1% da produção brasileira de gás natural em junho de 2012.3. LOGÍSTICA3.1 Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador (2011-2012) (em mil) 1.000 900 800 700 600 500 400 300 200 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: Infraero; elaboração FIEB/SDI.Em julho de 2012, a movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador cresceu 4,5% nacomparação com o registrado em igual mês de 2011. Nos primeiros sete meses de 2012, alcançou omontante de 5 milhões de passageiros, equivalentes a 4,5% do movimento nos aeroportos do país.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 12
  • 14. 3.2 Movimentação de Cargas no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil toneladas) 350 300 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em julho de 2012, a movimentação de cargas no porto de Salvador apresentou queda de 8,2% emcomparação com igual período do ano anterior. Nos primeiros sete meses de 2012, verificou-se umdecréscimo de 2,4% em comparação com o mesmo período de 2011, alcançando o montante de 2 milhõesde toneladas, sendo: 6,5% de carga geral; 8,8% de granel sólido; 82,6 % de carga conteinerizada; e 2,1% deprodutos líquidos.3.3 Movimentação de Contêineres no Porto de Salvador-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Contêiner no Porto de Salvador (2011-2012) (em mil TEUs) 28 24 20 16 12 8 4 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de contêineres no porto de Salvador, em julho de 2012, registrou queda de 8,7%, emcomparação com igual período do ano anterior. Nos primeiros sete meses de 2012, acumulou o montante de139 mil contêineres, contra 135,4 mil contêineres movimentados no mesmo período de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 13
  • 15. 3.4 Movimentação de Carga Sólida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Granel Sólido no Porto de Aratu (2011-2012) (em mil toneladas) 250 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em julho de 2012, a movimentação de granel sólido no porto de Aratu registrou queda de 1,7%, emcomparação com o mesmo mês de 2011. Nos primeiros sete meses de 2012, alcançou a movimentação de882 mil toneladas, registrando queda de 19,7% em comparação com o igual período de 2011. Segundo aCodeba, a redução em 2012 se deve: (i) à forte importação de fertilizantes verificada em 2011, quando asempresas formaram estoques, aproveitando-se da baixa do dólar; e (ii) do menor nível de atividade no setoragrícola baiano em 2012, em função da seca. De outro lado, as empresas fabricantes de fertilizantes alegamenfrentar dificuldades em relação à logística e aos custos portuários em Aratu.3.5 Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Líquida no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 400 300 200 100 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.A movimentação de carga líquida no porto de Aratu registrou, em julho de 2012, queda de 8,7% emcomparação com igual mês de 2011. Nos primeiros sete meses de 2012, alcançou a movimentação de 2milhões de toneladas, registrando incremento de 24,1% em comparação com o mesmo período de 2011. Talresultado sofre forte influência da base deprimida do ano anterior, por conta da expressiva redução nasimportações de nafta, decorrente da interrupção do fornecimento de energia elétrica que afetou fortementea produção do Polo Industrial de Camaçari.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 14
  • 16. 3.6 Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu-BA (2011-2012) Bahia: Movimentação de Carga Gasosa no Porto de Aratu - Bahia (2011-2012) (em mil toneladas) 60 50 40 30 20 10 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em julho de 2012, a movimentação de carga gasosa no porto de Aratu foi praticamente a mesma emcomparação com igual período do ano anterior. Nos primeiros sete meses de 2012, alcançou o montante de292 mil toneladas, contra 231,9 mil toneladas registradas em 2011. As altas variações de carga gasosatambém podem ser explicadas pela base de comparação deprimida da primeira metade do ano anterior,quando a produção do segmento petroquímico foi impactada pela interrupção do fornecimento de energiaelétrica.3.7 Movimentação de Carga nos Terminais de Uso Privativo da Bahia (2011-2012) Bahia: Movimentação de Cargas nos Terminais de Uso Privativo(2011-2012) (em milhões toneladas) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2011 2012 Fonte: CODEBA; elaboração FIEB/SDI.Em referência à movimentação de carga nos terminais de uso privativo (TUPs), em junho de 2012, registrou-se queda de 3,5% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. No primeiro semestre de 2012,alcançou movimentação de 11,4 milhões toneladas, registrando queda de 2,1% em comparação com igualperíodo de 2011.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 15
  • 17. 4. ANEXOS4.1 Brasil: Previsão para Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de GeraçãoFIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 16
  • 18. 4.2 Brasil: Adição de Capacidade de Geração Elétrica em 2012 UHE-Usinas Hidroelétricas UTE-Usinas Termoelétricas PCH-Pequenas Centrais Hidroelétricas EOL-Usinas Eólicas Fonte: ANEEL, elaboração; FIEB/SDI.FIEB – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL | AGOSTO 2012 17

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