Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) - 2013

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O Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) é uma publicação trimestral da FIEB, produzida a partir de dados disponibilizados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). Apesar de focalizar o comércio exterior baiano, o RACEB acompanha, de forma sumária, o desempenho do comércio exterior brasileiro.

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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) - 2013

  1. 1. RELATÓRIO DEACOMPANHAMENTODO COMÉRCIO EXTERIORDA BAHIANOVEMBRO2013FEVEREIRO 2012
  2. 2. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012Destaques1) As exportações brasileiras caíram 5,3% em 2012, sobretudo, da queda dos preços (-5%) e, em segundo plano, da redução das quantidades vendidas (-0,3%).2) As importações brasileiras apresentaram queda de 1,4%. 6) As exportações baianas totalizaram US$ 11,3 bilhões, com alta3) A maior queda das exportações frente às importações fez com de 2,3%.que o saldo da balança comercial registrasse queda expressivade 34,8%. 7) As importações baianas alcançaram US$ 7,8 bilhões, com alta de 0,2%.4) O desempenho do comércio exterior brasileiro em 2012mostrou reversão da retomada de crescimento (iniciada em 8) O resultado oposto das exportações baianas em comparação2010), refletindo o novo acirramento da crise nos principais com o desempenho das exportações brasileiras em 2012 devemercados do mundo, que causou impactos sobre os preços das ser relativizado, por conta da base de comparação deprimidaprincipais commodities vendidas pelo País. de igual período do ano anterior, quando ocorreu uma redução do ritmo de crescimento das exportações (sobretudo da seção5) De acordo com dados da Funcex, a redução do valor total petroquímica) causada pelo impacto negativo da interrupção dodas exportações brasileiras no período analisado decorreu, fornecimento de energia elétrica. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  3. 3. Relatório dede Acompanhamento do Comércio ExteriorRACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório Acompanhamento do Comércio Exterior | | RACEB - NOVEMBRO/20121. Desempenho do Comércio Exterior Brasileiro (Janeiro a Dezembro 2012)O prolongamento da crise mundial, com um novo ciclo de baixo crescimento corrente de comércio brasileira encolheu 3,4%. A tabela abaixo resume odas principais economias do mundo, especialmente as da União Europeia, desempenho do comércio exterior brasileiro em 2012 em relação ao anoafetou o comércio exterior brasileiro em 2012, produzindo contração das anterior.exportações (-5,3%) e das importações (-1,4%). Consequentemente, a Comércio Exterior no Brasil Em US$ milhões fob Var.(%) Jan - Dez 2011 Jan - Dez 2012 (b/a) 1. Exportações 256.039,6 242.579,8 -5,3 2. Importações 226.245,9 223.149,1 -1,4 3. Balança Comercial (1-2) 29.793,7 19.430,6 -34,8 4. Corrente de Comércio (1+2) 482.285,5 465.728,9 -3,4 Fonte: SECEX ; elaboração FIEB/ SDIAs exportações brasileiras alcançaram US$ 242,6 bilhões em maio, quando alcançou o maior valor da série (US$ 491 bilhões).2012, registrando queda de 5,3% em relação a 2011, enquantoas importações alcançaram US$ 223,1 bilhões, com redução A partir de junho inicia-se um período de declínio, alcançando ode 1,4% na mesma base de comparação. O saldo da balança menor valor em dezembro de 2012. Quanto ao saldo comercialcomercial foi de US$ 19,4 bilhões, com queda de 34,8%. Os em 12 meses, registra-se queda mais acentuada a partir degráficos a seguir mostram a evolução da corrente de comércio junho de 2012, em virtude da desaceleração das exportaçõese do saldo comercial. frente às importações. Em dezembro de 2012, o saldo em 12 meses comercial alcançou o menor valor da série, situando-seDa observação da corrente de comércio brasileira em 12 meses, num patamar bem abaixo do verificado em igual mês de 2011.vê-se que esta apresenta uma trajetória de crescimento até Brasil: evolução da corrente de comércio em 12 meses (em US$ bilhões) Brasil: evolucão da corrente de comércio em 12 meses (em US$ bilhões) 500 490,7 490,5 491,0 487,9 490 485,8 486,0 483,8 482,3 480 476,9 470,8 470,8 468,9 470 465,7 460 450 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  4. 4. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012 Brasil: evolução do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ bilhões) Brasil: evolucão do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ bilhões) 32 29,796 30 29,071 28,603 28,091 28,090 27,525 28 26 23,899 23,631 24 22,977 22,457 21,762 22 20,997 19,431 20 18 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12Quanto ao desempenho das exportações por fator agregado, Para 2013, as projeções do FMI indicam lenta recuperação dastodas as categorias apresentam queda em 2012: produtos economias avançadas, com taxas de crescimento próximasbásicos (-7,4%), produtos semimanufaturados (-8,4%) e de 1,5%. Somente a partir de 2014, o PIB das principaismanufaturados (-1,7%). Os resultados negativos dessas economias do mundo deve superar o patamar de 2%.categorias (especialmente de produtos básicos) refletem aqueda das principais commodities vendidas pelo País, cuja O Brasil, neste contexto de lento crescimento das economiasparticipação na pauta de exportação brasileira é expressiva. avançadas, deve apresentar ganhos de exportações emOs dez produtos mais vendidos para o exterior em 2012 2013 na comparação com 2012, mas com baixa taxa deresponderam por 46,6% do total do valor exportado pelo crescimento. As principais questões que devem interferir noPaís. Os três principais produtos - minério de ferro, óleos desempenho comércio exterior brasileiro ao longo deste anobrutos de petróleo e soja – contribuíram com 28,3% do valor são: (i) evolução da crise internacional e seus desdobramentosexportado. Responsável por 12,8% do valor total exportado nas economias avançadas a na Argentina; (ii) tendência dospelo País, o minério de ferro apresentou queda de 25,8% no preços das principais commodities internacionais; e (iii)período analisado, em função principalmente da queda dos política cambial brasileira.preços (-24,9%). De acordo com as perspectivas da CNI, o cenário base paraDe acordo com a Funcex, a redução do valor total das 2013 sugere que as exportações de produtos básicos deverãoexportações brasileiras em 2012 decorreu, sobretudo, da variar pouco, com aumentos de volume compensados porqueda dos preços (-5%) e, em segundo plano, da redução das queda nos preços. As exportações de minério de ferro equantidades vendidas (-0,3%). óleos brutos de petróleo não deverão apresentar ganhos significativos. Já para as vendas externas de soja, aO desempenho do comércio exterior brasileiro em 2012 expectativa é de que em 2013 o Brasil colha uma saframostrou uma inflexão da trajetória de crescimento iniciada recorde de soja, com expansão do volume de 25,3% sobreem 2010, refletindo a crise nos principais mercados do mundo, 2012, o que vai favorecer sobremaneira as vendas para oespecialmente nas economias da União Europeia. A retração exterior. Como esses produtos respondem por quase 1/3das exportações brasileiras no ano passado decorreu de um das exportações brasileiras, as expectativas são de que asambiente externo desfavorável, com redução do volume de exportações cresçam 5,6% (alcançando US$ 256,2 bilhões).negócios ocasionado pelo ciclo de baixa, cujos movimentos As importações deverão perder fôlego com menores comprascíclicos de recuperação e contração prolongam-se por mais de bens de capital e pelo câmbio mais elevado. Neste cenário,de quatro anos. a CNI projeta crescimento de 6,8% para as importações em FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  5. 5. Relatório dede Acompanhamento do Comércio ExteriorRACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório Acompanhamento do Comércio Exterior | | RACEB - NOVEMBRO/20122013, totalizando US$ 238,3 bilhões. O saldo da balança A questão que emerge do debate é se, após mais de umacomercial, caso as perspectivas da CNI sejam confirmadas, década crescendo a taxas elevadas, o comércio exterioralcançará cerca de U$ 18 bilhões. brasileiro alcançou um patamar limite, com exportações da ordem de US$ 250 bilhões e crescimento vegetativo, sem umEmbora apresente alguma melhora neste ano de 2013, aumento da participação brasileira no comércio internacional.o atual cenário internacional mostra ainda um ambiente Portanto, é preciso deflagrar novas iniciativas para aadverso ao setor exportador, que impõe a busca por medidas promoção do comércio exterior brasileiro, seja no sentido deque aumentem a competitividade dos produtos brasileiros, recuperar a trajetória de ganhos de produtividade nos setoressobretudo nos aspectos que estão fora das fábricas e das da economia, por meio da inovação e modernização, seja naunidades produtivas. Nesse sentido, a economia brasileira vem retomada da agenda de reformas permanentes, notadamentepassando por um processo inverso ao que aconteceu ao longo da reforma tributária, e na resolução dos problemas deda última década, com perda acentuada de competitividade. logística.2. Desempenho do Comércio Exterior Baiano (Janeiro a Dezembro 2012)Em 2012, as exportações baianas totalizaram US$ 11,3 petroquímica) causada pelo impacto negativo da interrupçãobilhões, com alta de 2,3% em relação ao verificado em igual do fornecimento de energia elétrica.período do ano anterior, e as importações US$ 7,8 bilhões,registrando aumento de 0,2% em relação ao verificado em O aumento de US$ 251,5 milhões das vendas externas baianas2011. O desempenho inferior das importações em relação às em 2012, na comparação com 2011, resultou principalmenteexportações resultou numa alta de 7,2% do saldo comercial no das maiores vendas de soja em grãos, plataformas deperíodo analisado, mas levou a um crescimento de apenas 1,4% perfuração (vendas inéditas), bagaços de soja, bulhãona corrente de comércio baiana em relação ao registrado em dourado, óleo combustível, mates de cobre, milho, algodão,igual período do ano anterior. Em 2012, as exportações baianas polietileno, dentre outros. O aumento de US$ 16,2 milhões dasalcançaram 4,6% do valor total das exportações brasileiras e as importações baianas, na mesma comparação intertemporal,importações 3,5% do valor total das importações brasileiras. pode ser creditado às maiores compras de catodos de cobre, automóveis, desperdícios de cobre, minério de titânio, dentreO resultado oposto das exportações baianas em comparação outros.com o desempenho das exportações brasileiras em 2012 deveser relativizado, por conta da base de comparação deprimida A tabela a seguir resume o desempenho do comércio exteriorde igual período do ano anterior, quando ocorreu uma redução baiano em 2012, na comparação com 2011.do ritmo de crescimento das exportações (sobretudo da seção Comércio Exterior Baiano Valor (em US$ milhões) Var. (%) Jan - Dez 11(a) Jan - Dez 12(b) (b/a) 1. Exportações 11.016,3 11.267,8 2,3 2. Importações 7.745,1 7.761,3 0,2 3. Balança Comercial (1-2) 3.271,2 3.506,5 7,2 4. Corrente de Comércio (1+2) 18.761,5 19.029,1 1,4 Fonte: SECEX ; elaboração FIEB/ SDI FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  6. 6. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012Os gráficos a seguir mostram a evolução da corrente de comércio e recuperação, encerrando o ano mesmo patamar de janeiro de 2012.a trajetória do saldo comercial em 12 meses. Nota-se que a corrente O saldo da balança comercial baiana em dezembro de 2012 alcançoude comércio baiana inverteu a trajetória de crescimento em maio US$ 3,5 bilhões, ficando acima do registrado em dezembro de 2011.de 2012, apresentando queda até outubro, em seguida apresentou Bahia: evolução da corrente de comércio em 12 meses (em US$ bilhões) Bahia: evolucão da corrente de comércio em 12 meses (em US$ milhões) 20.000 19.796 19.803 19.620 19.438 19.280 19.258 19.108 19.049 19.092 19.029 18.784 18.854 19.000 18.692 18.000 17.000 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 Bahia: evolução do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ bilhões) Bahia: evolucão do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ milhões) 3.800 3.698 3.627 3.491 3.506 3.500 3.350 3.340 3.310 3.249 3.267 3.278 3.192 3.211 3.200 3.126 2.900 2.600 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 A Bahia foi responsável por cerca 60% do valor total exportado pela Região Nordeste em 2012 e por 32% das importações da Região no período. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  7. 7. Relatório dede Acompanhamento do Comércio ExteriorRACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório Acompanhamento do Comércio Exterior | | RACEB - NOVEMBRO/2012Exportações BaianasA análise das exportações baianas indica o predomínio de O gráfico a seguir mostra que as cinco principais seções NCMnegócios capital-intensivos, a exemplo de refino, petroquímica, foram responsáveis por 67,4% do valor total das exportaçõesautomóveis, celulose e papel, e metalurgia básica, produtores baianas em 2012.de importantes bens tradable. Exportações da Bahia por seção NCM - Janeiro a Dezembro 2012 Exportações Baianas por Seção NCM - Janeiro a Dezembro 2012 Produtos Minerais 20,3% Demais Seções NCM 32,6% Celulose e Papel e suas Obras 14,9% Matérias Têxteis e suas Obras Produtos das Indústrias 7,3% Produtos do Reino Químicas ou das Indústrias Vegetal Conexas 11,5% 13,4%As exportações da seção Produtos Minerais alcançaram US$ Marrocos, Tunísia, Cuba, Japão, dentre outros (as exportações de2.016 milhões no período, contabilizando alta de 7,7% em soja, principal produto da seção, apresentaram queda de 1,5%).relação ao registrado em 2011, influenciadas pela expansão das As exportações de Matérias Têxteis e suas Obras apresentaramvendas externas de óleo combustível (que representam 88,1% crescimento de 6,3% em função, sobretudo, das maiores vendasda seção), para Antilhas Holandesas (59%), Holanda, Cingapura, de algodão (representa 86,6% da seção) principalmente paraArgentina, Uruguai, Chipre e Bahamas. As exportações da seção mercados asiáticos: China, Indonésia, Coréia do Sul e Vietnã.Celulose e Papel e suas Obras apresentaram queda de 6,9%, A concentração do valor das exportações num pequeno númeroem virtude das menores vendas de celulose de madeira não de segmentos é uma das características que distingue a pautaconífera para os principais mercados (China, Estados Unidos, baiana da brasileira, especialmente pela presença maciça deHolanda, Itália, França e Alemanha). No caso específico da seção produtos industrializados (74%, contra a média brasileira deProdutos das Indústrias Químicas, houve queda de 1,1% por 51,1%). Analisando as exportações baianas por setores dasconta das reduções nos embarques de diversos produtos, tais contas nacionais, na comparação de 2012 com o ano anterior,como: produtos à base de compostos orgânicos (-88%), ésteres vê-se que houve aumento das vendas de bens de capitalde metila (-78,7%), acrilonitrila (-68,8%), propilenoglicol (+527,9%) e combustíveis e lubrificantes (+8,9%), enquanto(-22,2%), propeno (-7,6%), éteres acíclicos (-7%), dentre os setores de bens intermediários (-2,6%) e bens de consumooutros. As exportações da seção Produtos do Reino Vegetal (-9,9%) apresentaram retração.cresceram 0,5%, refletindo principalmente os embarquesinéditos de milho (+US$ 61,2 milhões) para os mercados do FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  8. 8. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012 Exportações da Bahia por países - Janeiro a Dezembro 2012 Exportações da Bahia por Países - Janeiro a Dezembro de 2012 China 14% Estados Unidos Outros 12% 43% Holanda 11% Antilhas Argentina Holandesas 9% 11%China, Estados Unidos, Antilhas Holandesas, Argentina e Antilhas Holandesas em 2012 (também ocorreram exportaçõesHolanda responderam (nesta ordem) por mais da metade das de petróleo, óleo diesel e papel kraft). As vendas externas para aexportações baianas em 2012. As vendas para a China cresceram Argentina caíram 28,8% e foram concentradas em automóveis,5%, tornando esse mercado o principal parceiro comercial da óleo combustível (principal responsável pela queda das vendas),Bahia. As vendas de celulose, soja, algodão e catodos de cobre fios de cobre, metiloxirano, cacau em pó e agentes orgânicosrefinado foram responsáveis por 85,7% do total exportado de superfície, dentre outros. As exportações para a Holandapela Bahia para o mercado chinês. As vendas externas para os cresceram 37,3%, sendo os principais produtos exportados:Estados Unidos caíram 5,1%, tendo como principais produtos: plataformas de perfuração, óleo combustível, celulose, éterescelulose, para-xileno, pneus e benzeno, os quais responderam acíclicos, tubos de plástico e bagaços da extração do óleo depor mais de 64,1% das exportações para aquele mercado. O óleo soja.combustível foi o principal produto baiano exportado para asImportações BaianasOs produtos nafta petroquímica, automóveis, sulfetos de inteiro ou partido foram responsáveis por 45% das importaçõesminério de cobre, catodos de cobre refinado, trigo e cacau baianas em 2012. Principais Produtos Importados pela Bahia - Janeiro a Dezembro 2012 Principais Importados pela Bahia - Janeiro a Dezembro de 2012 Nafta 17% Automóveis 15% Demais 55% Sulfetos de cobre 7% Catodos de Cobre Trigo 4% 2% FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  9. 9. Relatório dede Acompanhamento do Comércio ExteriorRACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório Acompanhamento do Comércio Exterior | | RACEB - NOVEMBRO/2012As importações de nafta petroquímica somaram US$ 1,3 bilhão 329 milhões, sendo oriundas do Chile e da Alemanha. As comprasem 2012, com alta de cerca de 3% na comparação com 2011, externas de trigo foram provenientes principalmente da Argentinaoriundas da Argélia, Venezuela, Marrocos, Arábia Saudita, dentre e Uruguai, e, em menor escala, dos Estados Unidos e Paraguai. Aoutros. As compras externas de automóveis de passageiros análise das importações baianas por setores de contas nacionaistotalizaram US$ 1,1 bilhão (contra US$ 937,7 milhões do ano indica a predominância de bens intermediários (43,8%), seguidosanterior), procedentes principalmente de Argentina, México e por combustíveis e lubrificantes (20,9%), bens de consumo (18%)Canadá. As importações de sulfetos de minério de cobre somaram e bens de capital (17,2%).US$ 565 milhões em 2012, provenientes do Chile, Canadá e Peru.As importações de catodos de cobre refinado alcançaram US$ Importações da Bahia por países - Janeiro a Dezembro 2012 Importações da Bahia por Países - Janeiro a Dezembro de 2012 Argentina 15% Chile 10% Outros 49% China 9% Estados Unidos 9% Argélia 8%As importações baianas foram procedentes, principalmente, da de petróleo e nafta petroquímica. As importações da ChinaArgentina, Chile, China, Estados Unidos e Argélia. A Argentina também são diversificadas em muitos produtos, a exemplo deé o maior fornecedor para a Bahia, com vendas de automóveis, automóveis, aparelhos videofônicos para gravação, guindastestrigo, fios de alta tenacidade, nafta petroquímica, dentre de pórtico, partes de aparelhos de recepção/televisão,outros. O Chile vendeu para a Bahia sulfetos de minério de ferramentas de metais comuns, roteadores, motores elétricos,cobre, matéria-prima para a produção de fios e vergalhões etc. A posição de destaque da Argélia na pauta de importaçõesde cobre refinado, catodos de cobre refinado, dentre outros. da Bahia é explicada pelas compras de nafta petroquímica.As importações dos Estados Unidos são bem diversificadas,com destaque para: inseticidas, fósforo branco, óleos brutos FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  10. 10. Variação do Preço e Quantidade dos principais produtos exportados pela Bahia Jan - Dez 2011 Jan - Dez 2012 Var. Preço Var. Quant. NCM Produto Quantidade Preço Quantidade Preço (%) (%) (t) (US$/t) (t) (US$/t) 27101922 "fuel-oil" 3.035.445 634 3.034.077 665 4,8 0,0 47032900 pasta quim.madeira de n/conif.a soda/sulfato,semi/branq 2.412.498 542 2.481.542 491 -9,3 2,9 12019000 soja, mesmo triturada, exceto para semeadura - - 1.732.593 542 N/A N/A 52010020 algodao simplesmente debulhado,nao cardado nem penteado 299.715 2.164 346.110 2.044 -5,5 15,5 23040090 bagacos e outs.residuos solidos,da extr.do oleo de soja 843.701 380 1.007.950 487 28,2 19,5 89052000 plataformas de perfuracao/exploracao,flutuantes,etc. - - 11.500 33.198 N/A N/A 87032310 automoveis c/motor explosao,1500<cm3<=3000,ate 6 passag 45.576 9.410 37.710 9.972 6,0 -17,3 47020000 pasta quimica de madeira,para dissolucao 402.129 932 397.866 939 0,7 -1,1 40111000 pneus novos para automoveis de passageiros 46.601 5.071 41.886 5.692 12,2 -10,1 29024300 p-xileno 141.565 1.543 155.808 1.442 -6,5 10,1 29012200 propeno (propileno) nao saturado 158.380 1.383 191.671 1.055 -23,7 21,0 71081310 ouro em barras,fios,perfis de sec.macica,bulhao dourado 5 49.017.078 3 53.714.415 9,6 -38,6 CIN - Centro Internacional de Negócios 74081100 fios de cobre refinado,maior dimensao da sec.transv>6mm 15.508 9.441 20.435 8.196 -13,2 31,8 71081210 bulhao dourado,para uso nao monetario 0 41.914.286 3 52.427.949 25,1 (*) 29091990 outs.eteres aciclicos e seus derivados halogenados,etc. 137.261 1.187 129.202 1.172 -1,2 -5,9FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial 29022000 benzeno 102.606 1.069 121.183 1.227 14,8 18,1 09011110 cafe nao torrado,nao descafeinado,em grao 34.776 4.627 38.246 3.865 -16,5 10,0 18050000 cacau em po,sem adicao de acucar ou outros edulcorantes 25.122 5.223 22.333 5.766 10,4 -11,1 74031100 catodos de cobre refinado/seus elementos,em forma bruta 55.889 9.187 15.793 8.098 -11,9 -71,7 26040000 minerios de niquel e seus concentrados 45.733 2.268 64.523 1.892 -16,6 41,1 Fonte: Secex; elaboração FIEB/SDI Nota: estes produtos representam 76% do valor exportado pela Bahia em janeiro a setmbro de 2012. (*) Praticamente N/A (Não Aplicável). Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012
  11. 11. Relatório dede Acompanhamento do Comércio ExteriorRACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório Acompanhamento do Comércio Exterior | | RACEB - NOVEMBRO/2012O Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) é uma publicação trimestral da Federaçãodas Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Alexandre BeduschiSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Carlos Danilo Peres Almeida (Mestre em Economia pela UFBA) Ricardo Menezes Kawabe (Mestre em Administração Pública pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas - ESEB) Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação Institucional Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: cin-fieb@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  12. 12. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - FEVEREIRO/2013 Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - NOVEMBRO/2012 FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios

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