RELATÓRIO DEACOMPANHAMENTODO COMÉRCIO EXTERIORDA BAHIAAGOSTO 2012
Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Destaques1) As exportações brasileiras caíram 0,9%, ...
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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Neste cenário pouco favorável ao setor exportador,  ...
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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Exportações BaianasA análise das exportações baianas...
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Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012As importações de nafta petroquímica somaram US$ 870...
Variação do Preço e Quantidade dos principais produtos exportados pela Bahia                                              ...
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RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA - Agosto

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RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA.

O Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) é uma publicação trimestral da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).

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RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA - Agosto

  1. 1. RELATÓRIO DEACOMPANHAMENTODO COMÉRCIO EXTERIORDA BAHIAAGOSTO 2012
  2. 2. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Destaques1) As exportações brasileiras caíram 0,9%, registrando a primeira estima crescimento de 3%, mas há projeções mais pessimistasqueda para o período desde 2009; como é caso da Associação Brasileira de Comércio Exterior, que prevê redução de 7,4% em relação ao ano de 2011.2) As importações brasileiras cresceram 4,6% e alcançaram valorrecorde para o período; 6) As exportações baianas totalizaram US$ 5,134 bilhões, com alta de 4,7%;3) O crescimento das importações frente à contração dasexportações fez com que o saldo da balança comercial registrasse 7) As importações baianas alcançaram US$ 3,953 bilhões, comqueda expressiva de 45,4% em relação ao mesmo período de expansão de 7,7%;2011; 8) O resultado superior das exportações baianas em comparação4) A brusca interrupção da trajetória de crescimento das ao desempenho do das exportações brasileiras deve serexportações está ligada ao agravamento da crise mundial, relativizado, por conta da base de comparação deprimida noespecialmente nas economias mais desenvolvidas. primeiro semestre de 2011, quando ocorreu uma interrupção do fornecimento de energia elétrica, o que reduziu o ritmo de5) As recentes projeções para as exportações brasileiras em crescimento das exportações.2012 apontam para um cenário de baixo crescimento. A Funcex FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  3. 3. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/20121. Desempenho do Comércio Exterior Brasileiro (Janeiro a Junho 2012)A tabela abaixo resume o desempenho do comércio exterior brasileiro no continuam crescendo, mas em ritmo menor do que o verificado no primeiroprimeiro semestre de 2012, em relação a igual período do ano anterior. trimestre de 2012, quando crescia a uma taxa de 9,5%. A corrente deVê-se que as exportações apresentaram queda, enquanto as importações comércio acusou crescimento de 1,7% sobre igual período do ano anterior. Comércio Exterior no Brasil Em US$ milhões fob Var.(%) Jan - Jun 2011 Jan - Jun 2012 (b/a) Exportações 118.303,5 117.213,7 -0,9 Importações 105.344,5 110.144,3 4,6 Balança Comercial (saldo) 12.959,0 7.069,4 -45,4 Corrente de Comércio 223.648,0 227.358,0 1,7 Fonte: SECEX; Elaboração FIEB/SDIAs exportações brasileiras alcançaram US$ 117,2 bilhões no evolução da corrente de comércio e a trajetória do saldoprimeiro semestre de 2012, registrando queda de 0,9% em comercial.relação ao mesmo período de 2011. As importações alcançaram Da observação da corrente de comércio brasileira em 12 meses,US$ 110,1 bilhões, com crescimento de 4,6% em relação ao verifica-se uma trajetória consistente de crescimento até maio, amesmo período de 2011. Os valores das importações são partir de junho registrou-se o primeiro declínio da série. Quantorecordes para o período. O crescimento das importações frente ao saldo comercial em 12 meses, verificou-se queda a partir deà contração das exportações fez com que o saldo da balança dezembro de 2011, em virtude da recuperação das importaçõescomercial registrasse queda expressiva de 45,4% em relação vis-à-vis as exportações. Em junho de 2012, o saldo comercialao mesmo período de 2011. Os gráficos a seguir mostram a em 12 meses ficou bem abaixo do verificado em maio. Brasil: evolução da corrente de comércio em 12 meses (em US$ bilhões) 505 490,7 490,5 491,0 485,8 487,9 486,0 482,3 485 478,3 470,5 463,5 465 456,6 444,2 445 436,8 425 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  4. 4. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012 Brasil: evolução do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ bilhões) Brasil:  evolucão  do  saldo  da  balança  comercial  em  12  meses  (em  US$  bilhões)   32   31,325   31,038   30,510   29,796   30   29,082   28,509   28,614   28,099   28,102   27,530   28   27,021   26   25,227   23,906   24   22   jun/11   jul/11   ago/11   set/11   out/11   nov/11   dez/11   jan/12   fev/12   mar/12   abr/12   mai/12   jun/12  O desempenho do comércio exterior brasileiro neste primeiro França apontam queda no 3º trimestre deste ano, indicandosemestre reverteu a tendência de crescimento verificada nos o início de uma recessão. Na zona do euro, o desempregoúltimos anos, registrando a primeira queda desde o primeiro atingiu o recorde de 11,2% em junho. Nos Estados Unidos,semestre de 2009. A queda foi generalizada nas categorias a sustentabilidade da recuperação da economia não é certa,de fator agregado: produtos básicos (-0,6%), produtos pois o PIB anualizado caiu para 1,9% no primeiro trimestre,semimanufaturados (-5,8%) e manufaturados (-0,2%). O ante alta de 3,9% no último trimestre de 2011. O mercadograu de concentração permanece acentuado. Os dez produtos de trabalho norte-americano também está em ritmo maismais exportados responderam por mais de 45% do total baixo de recuperação do que o esperado. Em resumo, osdo valor exportado pelo País. Os três principais produtos - efeitos da crise de 2008-2009 ainda persistem na maioriaminério de ferro, óleos brutos de petróleo e soja – foram das economias desenvolvidas. Os governos desses países nãoresponsáveis por 31,6% do valor exportado, sendo que o conseguem reverter as altas taxas de desemprego (presentesminério de ferro respondeu sozinho por 12,7% do valor total por um período longo), nem tampouco resolver por completoexportado pelo País no primeiro semestre deste ano. Deve- os ajustes fiscais e financeiros. Agrava-se o fato de que háse destacar que houve queda das exportações de minério pouco espaço para políticas anticíclicas, seja por conta dosde ferro (-19,1%), impulsionada pela redução de preços e já elevados déficits fiscais, seja pelas baixas taxas de jurosquantidades (-18,7% e -0,54%, respectivamente). No caso atuais (próximas de zero).dos produtos industrializados, destacaram-se as exportaçõesde açúcar de cana em bruto, celulose, ferro ou aço, ouro, óleo A China, responsável por 18,1% das exportações brasileiras ecombustível, aviões e automóveis. nosso maior parceiro comercial, já sente os efeitos da crise,As recentes projeções para as exportações brasileiras em registrando desaceleração da produção industrial em julho,2012 apontam para um cenário de baixo crescimento. A quando atingiu o nível mais baixo em três anos. Por contaFuncex projeta crescimento de 3% e a Associação Brasileira disso, o governo chinês revisou para baixo a estimativa dode Comércio Exterior estima queda de 7,4% em relação ao PIB, para 7,5% neste ano, que, se confirmada, será a menorano de 2011. taxa de crescimento dos últimos nove anos. Na Argentina, cuja participação nas exportações brasileiras alcançou 7,6%,A brusca interrupção da trajetória de crescimento das permanece a ameaça da desvalorização do peso, manifestadaexportações está ligada ao agravamento da crise mundial, na elevada diferença entre a cotação oficial e o mercadoespecialmente nas economias mais desenvolvidas. Os paralelo. Para reter moeda no país, o governo argentinoúltimos indicadores da zona do euro e dos Estados Unidos tem impostos limites a saques em dólar e restrições àsnão são animadores. Os números preliminares do PIB da importações, que já afetam o comércio como o Brasil. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  5. 5. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Neste cenário pouco favorável ao setor exportador, são reconhecidamente competitivas, mas a produção paratorna-se imprescindível buscar medidas que aumentem a chegar até o navio sofre com custos adicionais, certamentecompetitividade dos produtos brasileiros, sobretudo nos dos maiores do mundo. Sem alterar essas condições, o Paísaspectos pós-produção, ou seja, nas condições que estão fora deverá se contentar em um longo período de exportações nodas fábricas e fazendas. A indústria e a agropecuária brasileira patamar de US$ 250 bilhões.2. Desempenho do Comércio Exterior Baiano (Janeiro a Junho 2012)No primeiro semestre de 2012, as exportações baianas quando ocorreu uma redução do ritmo de crescimento dastotalizaram US$ 5,13 bilhões, com aumento de 4,7% em exportações (sobretudo da seção petroquímica) causada pelorelação ao verificado em igual período do ano anterior, e as impacto negativo da interrupção do fornecimento de energiaimportações US$ 4 bilhões, registrando expansão de 7,7% em elétrica.relação ao verificado no primeiro semestre de 2011. O crescimento de US$ 229 milhões das vendas externas baianasO desempenho superior das importações em relação às no acumulado entre janeiro e junho de 2012, na comparaçãoexportações resultou numa queda de 4,4% do saldo comercial com igual período do ano anterior, resultou principalmente dasno primeiro semestre de 2012 na comparação com igual maiores vendas de soja, algodão, óleo combustível, bulhãoperíodo do ano anterior, mas levou a um crescimento de 6% dourado (para uso não monetário), hidrocarbonetos acíclicos,na corrente de comércio baiana em relação ao registrado em níquel, polietileno, fios de cobre, benzeno e para-xileno. Aigual período do ano anterior. No primeiro semestre de 2012, expansão de US$ 283 milhões das importações baianas, naas exportações baianas alcançaram 4,4% do valor total das mesma comparação intertemporal, pode ser creditada aoexportações brasileiras e as importações 3,6% do valor total acréscimo das compras de nafta petroquímica, catodos dedas importações brasileiras. cobre, cacau, resíduos de cobre, inseticida, pasta de cacau e placas de microprocessadores, dentre outros.O resultado superior do comércio baiano em comparação aodesempenho do comércio exterior brasileiro no primeiro A tabela a seguir resume o desempenho do comércio exteriorsemestre de 2012 deve ser relativizado, por conta da base baiano no primeiro semestre de 2012, em comparação comde comparação deprimida de igual período do ano anterior, igual período do ano anterior. Comércio Exterior baiano Em US$ milhões fob Var.(%) Jan - Jun 2011 Jan - Jun 2012 (b/a) Exportações 4.905,8 5.134,8 4,7 Importações 3.670,6 3.953,4 7,7 Balança Comercial (saldo) 1.235,2 1.181,4 -4,4 Corrente de Comércio 8.576,4 9.088,2 6,0 Fonte: SECEX; Elaboração FIEB/SDI FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  6. 6. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Os gráficos a seguir mostram a evolução da corrente de comércio e a últimos meses da série. O saldo da balança comercial baiana em 12trajetória do saldo comercial em 12 meses. Nota-se que a corrente de meses alcançou US$ 3,2 bilhões em junho, retomando a tendência decomércio baiana, após longo período de alta, apresentou queda nos crescimento da série apresentada. Bahia: evolução da corrente de comércio em 12 meses (em US$ bilhões) 19.799 19.806 19.634 20.000 19.432 19.293 19.105 18.784 19.000 18.578 18.230 17.734 17.905 18.000 17.143 16.793 17.000 16.000 15.000 14.000 13.000 12.000 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 Bahia: evolução do saldo da balança comercial em 12 meses (em US$ bilhões) 3.600 3.497 3.353 3.264 3.249 3.189 3.197 3.300 3.173 3.112 3.000 2.864 2.899 2.786 2.713 2.700 2.504 2.400 2.100 1.800 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 A Bahia foi responsável por 56,2% do valor total exportado pela Região Nordeste no primeiro semestre de 2012 e por 31,1% das importações da Região no período. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  7. 7. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012Exportações BaianasA análise das exportações baianas indica o predomínio de de importantes bens tradable. O gráfico a seguir mostra que asnegócios capital-intensivos, a exemplo de refino, petroquímica, sete principais seções NCM foram responsáveis por 82% do valorautomóveis, celulose e papel, e metalurgia básica, produtores total das exportações baianas no primeiro semestre de 2012. Exportações da Bahia por seção NCM - Janeiro a Junho 2012 Demais Seções NCM 18% Produtos Minerais 22% Alimentares, Bebidas e Fumo 6% Celulose e Papel Plástico e Borracha 16% 6% Metais Comuns 6% Produtos do Reino Vegetal Indústrias Químicas 12% 14%As exportações da seção Produtos Minerais alcançaram US$ os maiores embarques de soja (+56,6%), para os mercados da1.104,9 milhões no período, contabilizando alta de 15% em China, Espanha, Alemanha e outros. Já as exportações de Metaisrelação ao registrado em igual período de 2011, influenciadas Comuns e suas Obras apresentaram queda de 32% em função,pela expansão das vendas externas de óleo combustível (que sobretudo, das menores vendas de catodos de cobre refinado.representa 87,2% da seção), para Antilhas Holandesas, Holanda,Argentina, Cingapura, Uruguai e Chipre. As exportações da seção A concentração do valor das exportações num pequenoCelulose e Papel e suas Obras apresentaram queda de 10,2%, número de segmentos é uma das características que distingueem virtude das menores vendas de celulose de madeira não a pauta baiana da brasileira, sobretudo pela presença maciçaconífera para os principais mercados (China, Estados Unidos, de produtos industrializados (76,5%, contra a média brasileiraHolanda, Itália, França e Alemanha). No caso específico da de 50%). Analisando as exportações baianas por setores dasseção Produtos das Indústrias Químicas, houve queda de 2,8% contas nacionais, na comparação entre o verificado no primeiropor conta das reduções nos embarques de produtos à base de semestre de 2012 com igual período do ano anterior, vê-se quecompostos orgânicos (-91,7%), ésteres de metila (-81,7%), houve aumento das vendas de bens intermediários (4,5%),acrilonitrila (-78,2%), propilenoglicol (-46,4%), propeno combustíveis e lubrificantes (12,4%) e bens de capital (5,7%),(-18,8%), dentre outros. As exportações da seção Produtos contrabalançadas pela queda nas exportações de bens dedo Reino Vegetal cresceram 38,8%, refletindo principalmente consumo (-10,8%). FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  8. 8. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012 Exportações da Bahia por países - Janeiro a Junho 2012 Estados Unidos 14% Argentina 12% Demais 46% Antilhas Holandesas 11% China Holanda 10% 7%Estados Unidos, Argentina, Antilhas Holandesas, China e Holanda cacau em pó e agentes orgânicos de superfície, dentre outros.responderam por mais da metade das exportações baianas no As exportações para as Antilhas Holandesas foram quaseprimeiro semestre de 2012. As vendas externas para as Estados exclusivamente de óleo combustível (96% do total exportadoUnidos cresceram 39,7% e foram concentradas principalmente para o país), mas também ocorreram exportações de petróleo,nas vendas de celulose, para-xileno, pneus e benzeno, as quais óleo diesel e papel kraft. As vendas para a China cresceramresponderam por mais de 63,6% das exportações para este 5,2%, com vendas concentradas em celulose, soja, catodos demercado. As vendas externas para a Argentina caíram 10,6% e cobre e algodão (cerca de 90,5% do total). Os principais produtosforam concentradas em automóveis, óleo combustível (principal exportados para a Holanda foram óleo combustível, celulose,responsável pela queda das vendas), fios de cobre, metiloxirano, éteres acíclicos, catodos de cobre refinado, dentre outros.Importações BaianasOs produtos nafta petroquímica, automóveis, sulfetos de foram responsáveis por 50% das importações baianas nominério de cobre, catodos de cobre e cacau inteiro ou partido primeiro semestre deste ano. Principais Produtos Importados pela Bahia - Janeiro a Junho 2012 Demais Produtos Nafta 50% 22% Automóveis 14% Cacau inteiro 3% Sulfetos de cobre Catodos de cobre 8% 3% FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  9. 9. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012As importações de nafta petroquímica somaram US$ 870,4 principalmente da Argentina, México e Canadá. As importaçõesmilhões, com alta de 39,8% na comparação com igual período de sulfetos de minério de cobre somaram US$ 309 milhões node 2011, refletindo a maior atividade da produção nas plantas da primeiro semestre de 2012, provenientes de Chile e Canadá. AsBraskem, em comparação com igual período de 2011, quando foi compras externas de cacau inteiro ou partido vieram de Costa doverificada a paralisação da produção provocada pela interrupção Marfim, Gana e Indonésia. As importações de catados de cobredo fornecimento de energia elétrica em fevereiro. As importações alcançaram US$ 135,7 milhões e foram provenientes do Chilede nafta petroquímica foram oriundas da Argélia, Venezuela, e Alemanha. A análise das importações baianas por setores deMarrocos, Arábia Saudita e outros. As compras externas de contas nacionais indica a predominância de bens intermediáriosautomóveis totalizaram US$ 567,8 milhões (contra US$ 552 (43,1%), seguidos por combustíveis e lubrificantes (25,7%), bensmilhões no primeiro semestre do ano anterior), procedentes de consumo (16,7%) e bens de capital (14,5%). Importações da Bahia por países - Janeiro a Junho 2012 Argentina 12% Argélia 11% Demais 50% Estados Unidos 10% Chile 9% China 8%As importações baianas foram procedentes, principalmente, O Chile vende para a Bahia basicamente sulfetos de minérioda Argentina, Argélia, Estados Unidos, Chile e China. A de cobre, matéria-prima para a produção de fios e vergalhõesArgentina é o maior fornecedor para a Bahia, com vendas de de cobre refinado. As importações da China cresceram 13,4%,automóveis, nafta petroquímica, trigo, fios de alta tenacidade, na comparação do registrado no primeiro semestre de 2012dentre outros. A posição de destaque da Argélia na pauta de com igual período do ano anterior, sendo bem diversificadasimportações da Bahia é explicada pelas compras de nafta em muitos produtos, a exemplo de guindastes de pórtico,petroquímica. As importações dos Estados Unidos são bem ferramentas de metais comuns, aparelhos videofônicos paradiversificadas, destacando-se óleos brutos de petróleo, naftas gravação, aparelhos de telefonia, motores elétricos, partes depara petroquímica, inseticidas, fósforo branco, dentre outras. aparelhos de recepção/televisão, lâmpadas fluorescentes, etc. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  10. 10. Variação do Preço e Quantidade dos principais produtos exportados pela Bahia Jan  -­‐  Jun  2011 Jan  -­‐  Jun  2012 Var.  Quant.   NCM Produto Quantidade                         Preço                     Quantidade                         Preço                       Var.  Preço  (%) (%) (t) (US$/t) (t) (US$/t) 27101922 "Fuel-­‐oil" 1.453.230 608 1.363.746 694 14,2 -­‐6,2 47032900 Pasta  quim.madeira  de  n/conif.a  soda/sulfato,semi/branq 1.180.982 558 1.172.010 496 -­‐11,0 -­‐0,8 12019000 Soja,  mesmo  triturada,  exceto  para  semeadura N/A N/A 951.266 535 N/A N/A 87032310 Automóveis  c/motor  explosao,1500<cm3<=3000,ate  6  passag 24.920 9.282 23.329 9.464 2,0 -­‐6,4 47020000 Pasta  química  de  madeira,para  dissolução 195.267 966 195.236 990 2,5 0,0 52010020 Algodão  simplesmente  debulhado,  não  cardado  nem  penteado 21.394 1.753 88.166 2.004 14,3 312,1 23040090 Balaços  e  outs.resíduos  sólidos,  da  extr.do  óleo  de  soja 387.754 395 407.200 383 -­‐3,1 5,0 40111000 Pneus  novos  para  automóveis  de  passageiros 21.458 4.919 20.859 5.633 14,5 -­‐2,8 29024300 P-­‐xileno 58.605 1.582 75.031 1.493 -­‐5,6 28,0 71081310 Ouro  em  barras,fios,perfis  de  sec.  maciça,  bulhão  dourado 2,9 45.750.729 2,0 54.018.380 18,1 -­‐30,2 74081100 Fios  de  cobre  refinado,maior  dimensão  da  sec.transv>6mm 7.066 10.107 12.261 8.251 -­‐18,4 73,5 29012200 Propeno  (propileno)  não  saturado 72.789 1.529 76.512 1.182 -­‐22,7 5,1 29022000 Benzeno 52.863 1.140 73.282 1.142 0,1 38,6 09011110 Café  não  torrado,  não  descafeinado,em  grão 16.311 4.314 15.537 4.271 -­‐1,0 -­‐4,7 18050000 Cacau  em  pó,  sem  adição  de  açúcar  ou  outros  edulcorantes 13.054 4.994 10.953 5.981 19,8 -­‐16,1 26040000 Minérios  de  níquel  e  seus  concentrados 11.987 2.852 32.854 1.980 -­‐30,6 174,1 29091990 Outs.  éteres  acíclicos  e  seus  derivados  halogenados,etc. 61.612 1.168 53.862 1.188 1,8 -­‐12,6 CIN - Centro Internacional de Negócios 71081210 Bulhão  dourado,para  uso  não  monetário 0,01 41.914.286 1,19 52.115.867 24,3 (*) 74031100 Catodos  de  cobre  refinado/seus  elementos,  em  forma  bruta 29.604 9.467 7.320 8.156 -­‐13,8 -­‐75,3 41071220 Outs.couros/peles,int.bovinos,prepars.etc. 2.285 20.324 2.525 21.590 6,2 10,5FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial Fonte:  Secex;  elaboração  FIEB/SDI Nota:  estes  produtos  representam  75%  do  valor  exportado  pela  Bahia  em  janeiro  a  junho  de  2012.                                                                                      (*)  Praticamente  N/A  (Não  Aplicável).   Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012
  11. 11. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012O Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior da Bahia (RACEB) é uma publicação trimestral da Federaçãodas Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), produzida pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. MascarenhasDiretor Executivo: Alexandre BeduschiSuperintendente: João Marcelo Alves (Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL, Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica: Marcus Emerson Verhine (Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia) Carlos Danilo Peres Almeida (Mestre em Economia pela UFBA) Everaldo Guedes (Bacharel em Ciências Estatísticas - ESEB) Layout e Diagramação: SCI - Superintendência de Comunicação Institucional Críticas e sugestões serão bem recebidas. Endereço Internet: http://www.fieb.org.br E-mail: cin-fieb@fieb.org.br Reprodução permitida, desde que citada a fonte. FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios
  12. 12. Relatório de Acompanhamento do Comércio Exterior | RACEB - AGOSTO/2012 FIEB - Superintendência de Desenvolvimento Industrial CIN - Centro Internacional de Negócios

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