O Modal Ferroviário na Bahia - Jose Mascarenhas - FIEB
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O Modal Ferroviário na Bahia - Jose Mascarenhas - FIEB

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Apresentação de José Mascarenhas, presidente da FIEB durante Seminário Desenvolvimento e Ferrovias – Região Nordeste, realizado em 23/09, e que abordou as estratégias de melhoria do modal na região......

Apresentação de José Mascarenhas, presidente da FIEB durante Seminário Desenvolvimento e Ferrovias – Região Nordeste, realizado em 23/09, e que abordou as estratégias de melhoria do modal na região e o que está sendo executado e planejado pelos estados. Participaram do evento, promovido pela Frente Parlamentar Mista das Ferrovias do Congresso Nacional, com o apoio do governo da Bahia, o governador Jaques Wagner, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, o presidente da FIEB, José Mascarenhas, o presidente da Frente Parlamentar de Ferrovias, deputado federal Pedro Uczai, e outras autoridades.

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  • 1. O Modal Ferroviário na BahiaFederação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB José de F. Mascarenhas Presidente Salvador, 23 de setembro de 2011
  • 2. Ferrovia na Bahia• A malha ferroviária da Região Nordeste apresenta quadro de carência, inclusive por omissão, até recentemente, da concessionária.• A baixa oferta de infraestrutura ferroviária prejudica a competitividade da economia local e regional.• A malha ferroviária da Bahia segue padrões construtivos e traçado antigos (parte com origem no século XIX). Isso explica, em parte, a baixa velocidade de transporte e eficiência do modal.• A indústria baiana não vem utilizando a linha férrea para transferência de cargas, pois a mesma não tem oferecido qualidade, prazo de entrega e custo competitivo.
  • 3. Trecho Concedido à FCA Na Bahia Total de 1.769 km
  • 4. Atual movimentação da FCA e restriçõesFCA – Movimentação na Bahia RestriçõesMil toneladas Portos (1) Restrição de acesso ferroviário (TPC, Salvador, Ilhéus) (2) Limitações de capacidade e Crise integração ferroviária (Aratu) mundial Ferrovias (3) Interferências urbanas na malha do Recôncavo Baiano: contornos de Cachoeira – São Félix e variante de Camaçari. (4) Trecho Alagoinhas-BA – Propriá-SE encontra-se sem manutenção, inativo.
  • 5. Investimentos Prioritários FCA/Parceiros1 Obra Valor (R$)Recuperação do Trecho Mapele-Paripe ( acesso a Aratu e TPC) 4,3 milhõesAcesso ao Terminal Portuário de Cotegipe (nova linha) 26,4 milhõesRecuperação do Trecho Brumado-Mapele (capacitação da malha) 68,8 milhões Governo Federal2 Obra Valor (R$)Variante Camaçari-Aratu (escoamento do Polo de Camaçari/ 123 milhõesem curso)Contorno de Cachoeira-São Félix (novo projeto/em elaboração) 7,1 milhõesFIOL (escoamento de commodities agrícolas e minerais/em curso) 4,8 bilhões1 Fonte: FCA, 20112 Divulgação: Casa Civil, 2011. Recursos oriundos do PAC 1
  • 6. Projetos da FCA para viabilizar o acesso ao Porto de Aratu e ao Terminal Portuário de CotegipeAratu – acessado por ferrovia e apto para operar com granéis minerais, mas requerinvestimentos no aumento da capacidade portuáriaCotegipe – terminal portuárioprivado eficiente, com foco em granéis agrícolas, mas semligação ferroviária (projeto em andamento) Trecho em recuperação Trecho em implantação
  • 7. Novo Sistema Ferroviário: FIOL e o modelo de integração nacionalProjeto importante eestruturante é a ligaçãoferroviária da FIOL do oestedo Estado com o Porto Sul.Posteriormente, está previstaa conexão com a Norte-Sulem Figueirópolis/TO, e com aTranscontinental, chegandoaos portos do Peru (trechoainda em estudo)
  • 8. A FCA poderá complementar a FIOL GRÃOS ALGODÃO A colocação de terceiro trilho para bitola mista no trecho Brumado-Ilhéus, pode criar mais FIOL uma alternativa de logística para a economia baiana MINEIRAIS GRÃOS FCA FNS FIOL MINEIRAISFonte: Valec
  • 9. Apoio à Nova Regulamentação• As novas Resoluções da ANTT devem atuar no sentido de ampliar a competitividade do País e modernizar a gestão do sistema ferroviário.• Esse novo marco regulatório é importante para o desenvolvimento da indústria baiana e tem o apoio da CNI e da FIEB.
  • 10. Projeto Nordeste Competitivo O Projeto Nordeste Competitivo, patrocinado pela CNI, em início de execução, propiciará uma importante ferramenta de planejamento estratégico da infraestrutura de transporte e logística de cargas da região. Seus objetivos são:1. Integrar física e economicamente os estados da Região Nordeste;2. Identificar e selecionar os Sistemas Logísticos de menor custo, voltados para os mercados interno e externo, formados pela infraestrutura de transporte de cargas da região e torná-los mais competitivos;3. Complementar esses Sistemas de Logística com energia, telemática e capital humano de forma a transformá-los em Eixos Integrados de Desenvolvimento;4. Liderar o processo de reconstrução e melhoria da infraestrutura, com a participação da iniciativa privada.