José de F. Mascarenhas       Presidente                 5 de janeiro de 2012
O SISTEMA FIEB•  Vinculado ao Sistema Indústria, liderado pela CNI.•  Formado por cinco Casas:
SENAI                                                   SESIEducação profissional,                                         ...
Fatos relevantes em 2011 •    Conclusão da reestruturação do modelo de gestão (iniciada em 2010):      Criação da Superint...
Macro Estrutura Sistema Integrado FIEB    Mante-                                            Diretoria                Con  ...
Fatos relevantes em 2011Programa de Interiorização da Indústria: lançado inicialmente nas regiões                         ...
Fundamentos gerais do planejamento         do Sistema FIEB         A indústria perde         competitividade
A relevância da indústria      Representatividade da Indústria de Transformação no Brasil (% PIB)4035     33,930          ...
A relevância da indústria            Brasil: Composição Anual das Exportações (1980-2011)      70%      60%             45...
A relevância da indústriaFaturamento real e produção da indústria de transformaçãoJaneiro de 2010 = 100
A PALAVRA CHAVE PARA A INDÚSTRIA É AUMENTO DA                 COMPETITIVIDADEO foco do Sistema FIEB é aumentar a competiti...
DirecionadoresTemas prioritários para a promoção da indústria baiana              EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO                 ...
Prioridades e Ações 2012         Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                        EDUCAÇÃO E QUALIFIC...
Prioridades e Ações 2012           Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                                QUALIFICA...
Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                             INOVAÇÃO    Coordenar o Programa de Inovação pa...
Prioridades e Ações 2012       Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                            INTERIORIZAÇÃO•  ...
Prioridades e Ações 2012          Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                        INTERIORIZAÇÃO - P...
Prioridades e Ações 2012       Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                           INFRAESTRUTURA•  P...
Prioridades e Ações 2012      Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL•  ...
Prioridades e Ações 2012       Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB                       INTERNACIONALIZAÇÃO•  ...
Orçamento 2012 - Sistema FIEB                     Principais Projetos e Investimentos                      Projeto        ...
Orçamento 2012 - Sistema FIEB               Principais Projetos e Investimentos (cont.)                      Projeto      ...
Orçamento 2012 - Sistema FIEB                               Receitas Correntes (R$ mil)                         Outras Rec...
Orçamento 2012 - Sistema FIEB                              Fontes (R$ mil)Outros (Petrobras, Finep          etc)          ...
Orçamento 2012 - Sistema FIEB                                Despesas Correntes (R$ mil)                         Outras De...
Perspectivas para2012
Fonte: FMI, CNIO Brasil cresce abaixo da média global e 3 p.p. abaixo da média daseconomias emergentes em 2012.
Fonte: FMI  A taxa de crescimento das economias avançadas aumentará devido a  retomada do crescimento no Japão e do maior ...
Fonte: FMI, CNIA queda projetada para o crescimento do bloco emergente é resultado doarrefecimento do crescimento chinês, ...
Fonte: CNIA baixa atividade industrial limitou a expansão do PIB em 2011. Ocrescimento de comércio e serviços, em função d...
Fonte: CNISegundo a CNI, em 2012 o Real valorizado deve manter as importaçõesde insumos industriais e produtos acabados em...
Condicionantes ao Crescimento                                  ConjunturaisNEGATIVOS•    Redução da demanda internacional ...
Condicionantes ao Crescimento                                    ConjunturaisPOSITIVOS•    Mercado interno em crescimento:...
Condicionantes ao Crescimento                                     EstruturaisNEGATIVOS•    Baixo investimento em infraestr...
Condicionantes ao Crescimento                                    EstruturaisPOSITIVOS•    Ascensão da classe média. Contin...
Consumo do Governo, Carga e investimentos, 1997-2008
Cenário Bahia•  PIB: a economia baiana corre abaixo da   brasileira em 2011. Segundo a SEI, o PIB   estadual deve fechar o...
Produção Física                                                Indústria de transformação baiana Fonte: PIM-PF/IBGE, Extra...
Cenários para a indústria baianaConstrução Civil (7,5% PIB)•  Aumento das obras de infraestrutura previstas no PAC e nas  ...
Cenários para a indústria baianaQuímico/Petroquímico (2,5% PIB)•  Apesar da expectativa de maior demanda interna por plást...
Cenários para a indústria baianaCelulose e Papel (1,1% PIB)•  Cenário adverso, com preços e demanda internacionais em qued...
Desempenho do Sistema FIEB e Perspectivas para 2012 - José Mascarenhas
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Desempenho do Sistema FIEB e Perspectivas para 2012 - José Mascarenhas

1,488 views

Published on

Apresentação realizada no dia 05/01/12 pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, José Mascarenhas, em coletiva de imprensa com jornalistas baianos.

Published in: Business
1 Comment
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,488
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
10
Actions
Shares
0
Downloads
29
Comments
1
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Desempenho do Sistema FIEB e Perspectivas para 2012 - José Mascarenhas

  1. 1. José de F. Mascarenhas Presidente 5 de janeiro de 2012
  2. 2. O SISTEMA FIEB•  Vinculado ao Sistema Indústria, liderado pela CNI.•  Formado por cinco Casas:
  3. 3. SENAI SESIEducação profissional, Educação, saúde, lazer serviços técnicos e e responsabilidadetecnológicos, pesquisa social aplicada e consultoria FIEB Associação patronal criada em 1948, é o fórum de articulação do empresariado industtrial baiano para a defesa dos seus interesses. IEL CIEBInovação, capacitação Associação empresarial empresarial, estágio e da indústria orientada formação de talentos principalmente para a interiorização
  4. 4. Fatos relevantes em 2011 •  Conclusão da reestruturação do modelo de gestão (iniciada em 2010): Criação da Superintendência de Gestão de Pessoas, com foco na retenção, atração e valorização de pessoas Criação da Superintendência de Operações, voltada para suprimentos, contratações, controladoria e área financeiraNovas atribuições estabelecidas para a Superintendência de Planejamento e Monitoramento, de modo a reforçar a visão sistêmica Criação da Gerência de Engenharia Criação da Gerência de Desenvolvimento SustentávelReestruturação das superintendências de Relações Institucionais e Desenvolvimento Industrial com nova área para comércio exterior Reordenamento dos Conselhos Temáticos
  5. 5. Macro Estrutura Sistema Integrado FIEB Mante- Diretoria Con ESTRUTURA OPERACIONAL Atividades sulti Coordenação e Serviços e Clientes nedores Administração va Integração Apoios Fins SESI Marketing Ouvidoria SENAISINDICATOS Des. Sustentável TEMÁTICOS Comunicação Engenharia IEL CONSELHOS REPRESENTANTES CONSELHOS REGIONAIS Cerimonial Planejamento DIRETOR EXECUTIVO Planejam. e CIEB Qualidade INDUSTRIÁRIOS Monitoramento PRESIDENTE INDÚSTRIAS SINDICATOS DIRETORIA Orçamento Desenvolv. Industrial CONSELHOS Rel. Pessoas Gestão de Pessoas Estudos Des. Pessoas Industriais GabineteINDÚSTRIAS Suprimentos Com. Exter. Jurídico Relações Tesouraria Institucionais Operações Controladoria Rel. c/ Sindicatos Informática Legislativo Serv. Adm. Executivo
  6. 6. Fatos relevantes em 2011Programa de Interiorização da Indústria: lançado inicialmente nas regiões oeste e sul do EstadoSistema de Fórum de Inovação: Fórum, MEI, Núcleo de Inovação e Grupos Temáticos Projeto Aliança Política para Industrialização da Bahia PronatecReconhecimento do SENAI Cimatec como instituição de referência no País (Pronatec e Embrapii) e as obras de expansão da unidade
  7. 7. Fundamentos gerais do planejamento do Sistema FIEB A indústria perde competitividade
  8. 8. A relevância da indústria Representatividade da Indústria de Transformação no Brasil (% PIB)4035 33,930 26,825 19,22015 15,810 5 0 1985 1986 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1995 1996 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2005 2006 2008 2009 2010 1984 1994 2004 1987 1997 2007Fonte: Ipeadata, atualização anual  Dados preliminares do PIB 2009 e 2010
  9. 9. A relevância da indústria Brasil: Composição Anual das Exportações (1980-2011) 70% 60% 45% 48% 50% 40% 42%(%) 36% 30% 20% 10% 00% 1980 1981 1982 1983 1985 1986 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1995 1996 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2005 2006 2008 2009 2010 2011* 1987 1997 2007 1984 1994 2004 Básicos Manufaturados Fonte: Ipeadata, elaboração FIEB/SDI. Nota: (*) dados disponíveis até novembro
  10. 10. A relevância da indústriaFaturamento real e produção da indústria de transformaçãoJaneiro de 2010 = 100
  11. 11. A PALAVRA CHAVE PARA A INDÚSTRIA É AUMENTO DA COMPETITIVIDADEO foco do Sistema FIEB é aumentar a competitividade da indústria baiana etambém promover e desenvolver ações para construção de um novo ciclo dedesenvolvimento sustentável. Para superar esses desafios impostos à indústria da Bahia, o Sistema FIEB estabeleceu o Plano Estratégico 2012-2016.
  12. 12. DirecionadoresTemas prioritários para a promoção da indústria baiana EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO INOVAÇÃO INTERIORIZAÇÃO INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL INTERNACIONALIZAÇÃO
  13. 13. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO•  Garantir excelência na educação básica, profissional e superior, através de metodologias e práticas educacionais inovadoras;•  Prover soluções para a educação do trabalhador da indústria. EDUCAÇÃO – PRINCIPAIS PROJETOS
  14. 14. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB QUALIFICAÇÃO - PRINCIPAIS PROJETOS Centro Universitário SENAI Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Novas Unidades no interior Pronatec Projeto de Estágio NÚMEROS EM DESTAQUE alunos matriculados em turmas de matrículas em educação profissional, incluindo estagiárioselevação da escolaridade, educação 18 mil no Pronatec e 19 mil de gratuidade alocados continuada e educação regular
  15. 15. Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB INOVAÇÃO Coordenar o Programa de Inovação para a indústria baiana PRINCIPAIS PROJETOS1.  Fórum de Inovação2.  Campus do SENAI (expansão do Cimatec, ampliação do Cetind e reforma do Dendezeiros)3.  Unidade Sul (Polo de Informática)4.  Projeto Aliança5.  Embrapii6.  Indústria Ecoeficiente7.  Projetos ligados à MEI (apoio à gestão da inovação na empresa)
  16. 16. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB INTERIORIZAÇÃO•  Escalonar a execução do Programa Integrado de Interiorização para as diversas regiões•  Intensificar a atuação do Sistema FIEB no interior do Estado•  Liderança do CIEB nas relações com o Sistema. Identificar lideranças regionais
  17. 17. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB INTERIORIZAÇÃO - PRINCIPAIS PROJETOS UNIDADE NORTE UNIDADEUNIDADE OESTE FEIRA DE SANTANA(LEM E BARREIRAS) UNIDADE SUL UNIDADE SUDESTE
  18. 18. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB INFRAESTRUTURA•  Promover discussões e proposições para obras de infraestrutura no Estado, visando colaborar com as políticas públicas FOCO1.  Projeto Nordeste Competitivo (Sistemas de Transporte) da CNI2.  Portos – Visando modernizar os portos da Bahia: estimativa da Usuport, em 2011, mostra que a espera anual para atracação de navios nos portos públicos da Bahia totalizou 2.578 dias, gerando custo adicional da ordem de US$ 62 milhões3.  Mobilidade Urbana - A RMS sofre a falta de um planejamento metropolitano, visando ao seu desenvolvimento urbano4.  Energia e outros
  19. 19. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL•  Prover o desenvolvimento, atentando à execução de uma política sustentável FOCO1.  Meio ambiente: atenção e desburocratização2.  Apoio do SESI a empresas na área de Responsabilidade Social Empresarial
  20. 20. Prioridades e Ações 2012 Áreas de atuação das entidades do Sistema FIEB INTERNACIONALIZAÇÃO•  Promover a inserção da indústria nos mercados internacionais PRINCIPAIS MECANISMOS•  CIN – Centro Internacional de Negócios•  Apex
  21. 21. Orçamento 2012 - Sistema FIEB Principais Projetos e Investimentos Projeto R$ (milhões)  2012 Valor TotalUnidade Cimatec 54,1 78,0Unidade Cetind 13,0 13,0Unidade Feira de Santana 6,3 17,9Unidade Dendezeiros 2,3 2,3Unidade Simões Filho 3,3 3,3Unidade Retiro 6,0 13,8Unidade Valença 2,6 2,6Unidade Piatã 3,5 3,5Unidade Norte (Juazeiro) 3,6 3,6Unidade Itapagipe 5,9 5,9Unidade Candeias 2,0 9,4Unidade Oeste (LEM e Barreiras) 3,7 15,8
  22. 22. Orçamento 2012 - Sistema FIEB Principais Projetos e Investimentos (cont.) Projeto R$ (milhões)  2012 Valor TotalUnidade Sul (Ilhéus e Itabuna) 3,9 17,9Unidade Sudoeste (Vitória da Conquista) 3,1 10,0Unidade Camaçari 0,535 15,9Pronatec 41,2 41,2Programa Nacional de SST para Indústria da 8,1 8,1ConstruçãoNovo Posto SST na RMS 4,4 4,4Projeto Aliança 2,7 2,7Progredir (Serviços Técnicos e Tecnológicos) 2,5 2,5Projeto Indústria Ecoeficiente 1,8 1,8Sibratec (Extensionismo Tecnológico) 1,6 1,6TOTAL 176,1 275,2
  23. 23. Orçamento 2012 - Sistema FIEB Receitas Correntes (R$ mil) Outras Receitas* Receitas de Convênios 50.526 Contribuições 41.454 8% 214.691 7% 36% 24%Receitas de Capital 142.843 25% Receitas de Serviços 146.080 Total* Exclui Resultados doIEL e do CIEB R$ 595.594
  24. 24. Orçamento 2012 - Sistema FIEB Fontes (R$ mil)Outros (Petrobras, Finep etc) BNDES CNI/DN 45.989 22.291 106.568 8% 4% 8% 4% 18% 18% 70% 70% Recursos próprios Sistema FIEB, 422.089
  25. 25. Orçamento 2012 - Sistema FIEB Despesas Correntes (R$ mil) Outras Despesas 63.764 PessoalEstudos e Projetos 193.377 57.440 9% 11% 32% 29% 3% 16% Materiais Investimentos 17.109 170.368 Serv. Terceiros 93.536 Total R$ 595.594
  26. 26. Perspectivas para2012
  27. 27. Fonte: FMI, CNIO Brasil cresce abaixo da média global e 3 p.p. abaixo da média daseconomias emergentes em 2012.
  28. 28. Fonte: FMI A taxa de crescimento das economias avançadas aumentará devido a retomada do crescimento no Japão e do maior crescimento dos EUA em 2012.
  29. 29. Fonte: FMI, CNIA queda projetada para o crescimento do bloco emergente é resultado doarrefecimento do crescimento chinês, dadas as medidas de contenção dosurto inflacionário no país, e do impacto da crise na zona do euro sobre aseconomias periféricas da europa.
  30. 30. Fonte: CNIA baixa atividade industrial limitou a expansão do PIB em 2011. Ocrescimento de comércio e serviços, em função da baixa taxa dedesemprego e elevação da renda real, seguido por uma moderadarecuperação da indústria, irá liderar a alta do PIB nacional.
  31. 31. Fonte: CNISegundo a CNI, em 2012 o Real valorizado deve manter as importaçõesde insumos industriais e produtos acabados em alta. Após um 1o semestrede ajuste nos estoques, a indústria de transformação deve liderar ocrescimento do setor.
  32. 32. Condicionantes ao Crescimento ConjunturaisNEGATIVOS•  Redução da demanda internacional por bens industriais e commodities minerais e agrícolas, resultante da crise européia e da desaceleração da economia chinesa.•  Câmbio valorizado. Segundo a CNI, a taxa de câmbio próxima a R$ 1,80/US$ inibe as exportações e facilita a entrada de importados. Descolamento entre produção e faturamento real da indústria permanece.•  Importações predatórias. Pelo menos 10 estados brasileiros dão incentivo fiscal à importadores que usam suas instalações portuárias. A “guerra dos portos” leva a uma menor arrecadação tributária e à exportação de empregos e renda para os países que competem com o Brasil no mercado internacional. A FIESP estima um prejuízo para o PIB nacional em 2010 de R$ 18,7 bilhões, com 771 mil empregos exportados.•  A Sobeet estima redução do IED - Investimento Estrangeiro Direto de US$ 60 bilhões em 2011 para US$ 45 bilhões em 2012, dado o cenário de incerteza provocado pela crise na zona do euro.
  33. 33. Condicionantes ao Crescimento ConjunturaisPOSITIVOS•  Mercado interno em crescimento: ü  A CNI estima uma taxa de desemprego próxima a 6%. ü  Crescimento da renda real em ritmo menor que em 2011 – O Dieese projeta que o reajuste do salário mínimo injetará em torno de R$ 47 bilhões na economia. ü  Política Fiscal expansionista – aumento das despesas de custeio (salário mínimo) e investimento (PAC 2), eleições municipais.•  Menos inflação. Segundo a CNI, o IPCA deve fechar o ano em torno de 5%.•  Juros em queda. A CNI também projeta que a selic seguirá em trajetória de queda, levando os juros reais para menos de 4% ao ano.•  Mais crédito. Segundo a Serasa Experian, o volume de crédito ao consumidor deve aumentar em 15%.
  34. 34. Condicionantes ao Crescimento EstruturaisNEGATIVOS•  Baixo investimento em infraestrutura. Apesar do maior crescimento da FBCF em 2012 (> 5%), chegando a, aproximadamente, 20% do PIB (CNI), a taxa ainda corre muito abaixo do necessário para sustentar o crescimento econômico almejado. Na China, os investimentos equivalem a 45% do PIB. Na Índia, a 30%.•  Alta Carga tributária: ü  Segundo o Banco Mundial, os 85 tributos existentes no Brasil chegam a consumir 69% do lucro das empresas.•  Baixa Produtividade: ü  Entre os países que compõe o BRIC, a produtividade do trabalho brasileira é a que menos cresce. Entre 1995 e 2010 aumentou apenas 2,6%, enquanto na China, Índia e Rússia, cresceu, respectivamente, 17,3%, 10,5% e 7% (Penn World Table e Conference Board, PPP - US$ de 2005).
  35. 35. Condicionantes ao Crescimento EstruturaisPOSITIVOS•  Ascensão da classe média. Continuidade da migração da população de baixa renda para a classe média, criando um mercado consumidor mais robusto. Segundo o IPEA, entre os anos de 2004 e 2008, 11,5 milhões de brasileiros foram alçados ao estrato superior de renda (> R$ 465/mês per capita).•  Compromisso com a estabilidade fiscal e monetária: ü  Apesar da expectativa de aumento do gasto público com investimento e custeio em 2012, a CNI projeta que o superávit primário ficará acima de 3% do PIB e a dívida pública continuará em trajetória de queda. ü  O Banco Central segue com compromisso à estabilidade da moeda.
  36. 36. Consumo do Governo, Carga e investimentos, 1997-2008
  37. 37. Cenário Bahia•  PIB: a economia baiana corre abaixo da brasileira em 2011. Segundo a SEI, o PIB estadual deve fechar o ano com crescimento de 2,5%, contra 2,8% do País.
  38. 38. Produção Física Indústria de transformação baiana Fonte: PIM-PF/IBGE, Extrapolação FIEB em vermelho.Nos 10 primeiros meses de 2011, a produção industrial nacional cresceu apenas0,7%, quando comparada com o mesmo período do ano anterior.Na Bahia, a produção da indústria de transformação deve encolher 4,1% em 2011,influenciada pela conjuntura internacional e pelo “apagão” ocorrido em fevereiro de2011, que paralisou a produção do Polo de Camaçari.
  39. 39. Cenários para a indústria baianaConstrução Civil (7,5% PIB)•  Aumento das obras de infraestrutura previstas no PAC e nas concessões, além dos investimentos preparativos à Copa de 2014.•  Retomada das obras do Programa “Minha Casa, Minha Vida”.Refino de Petróleo e Produção de Álcool (4,1% PIB)•  Em 2012, o investimento na modernização da RLAM não estará concluído e os demais investimentos previstos no plano de negócios da Petrobras, no valor de US$ 9,4 bilhões até 2015, estarão se iniciando.
  40. 40. Cenários para a indústria baianaQuímico/Petroquímico (2,5% PIB)•  Apesar da expectativa de maior demanda interna por plásticos, o preço internacional das resinas deve cair com a continuidade da crise européia. O câmbio valorizado também favorece as importações de petroquímicos, inclusive as predatórias.•  Em função da base de comparação deprimida (efeito apagão), a produção deverá crescer.Metalurgia Básica (1,9% PIB)•  A queda na demanda por commodities metálicas, deve ser parcialmente compensada pela manutenção dos preços internacionais do cobre (escassez), de grande peso no setor.Automotivo (1,7% PIB)•  No caso da Bahia, o lançamento de um novo modelo global deve impulsionar as vendas.
  41. 41. Cenários para a indústria baianaCelulose e Papel (1,1% PIB)•  Cenário adverso, com preços e demanda internacionais em queda, por conta do agravamento da crise internacional.Alimentos e Bebidas (1,1% PIB)•  Produtor de bens finais básicos, destinados ao atendimento do mercado interno, deve manter trajetória de crescimento nas vendas.•  Setor tem sido favorecido pelo acesso e incremento da renda das classes mais baixas, especialmente na região Nordeste.

×