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Acompanhamento Conjuntural - Setembro/2011

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O relatório mensal de Acompanhamento Conjuntural acompanha aspectos conjunturais da economia brasileira, focando em quatro áreas temáticas: PIB, Política Monetária, Política Fiscal e Contas Externas. …

O relatório mensal de Acompanhamento Conjuntural acompanha aspectos conjunturais da economia brasileira, focando em quatro áreas temáticas: PIB, Política Monetária, Política Fiscal e Contas Externas. É realizado pela Superintendência de Desenvolvimento Industrial da Federaçao das Indústrias do Estado da Bahia.

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  • 1. Acompanhamento FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA Diretoria ExecutivaConjuntural – 9/2011 Superintendência de Desenvolvimento Industrial Data de fechamento: 16/09/2011PIB Política MonetáriaNo 2º trimestre de 2011, a economia brasileira apresentou O Copom surpreendeu o mercado ao reduzir os juros em 0,5 p.p nacrescimento de 0,8% frente ao trimestre imediatamente anterior, reunião de agosto. A decisão foi motivada pela substancial piora dorefletindo o desempenho positivo dos setores Serviços (0,8%) e cenário internacional, por conta do rebaixamento da nota da dívidaIndústria (0,2%), enquanto a Agropecuária registrou queda (-0,1%). norte-americana e pelas previsões pessimistas que apontam para aNo caso específico da Indústria, as maiores contribuições foram das queda acentuada no crescimento dos principais paísesatividades: Extrativa Mineral (2,2%) e Eletricidade, Gás, Água, desenvolvidos. Esse processo deverá intensificar a desaceleraçãoEsgoto e Limpeza Urbana (1,5%). Do lado da demanda, o da atividade doméstica, que já se manifesta no recuo das projeçõesinvestimento (Formação Bruta de Capital Fixo) registrou expansão para o crescimento da economia brasileira.de 1,7%, ante alta de apenas 1% no trimestre anterior. Asimportações de bens e serviços aumentaram 6,1% e as exportações Com a reversão da postura do Copom, o cenário prospectivo para acresceram 2,3%. O Consumo das Famílias cresceu 1%, ficando taxa básica de juros tornou-se incerto e deve seguir os indicadoresabaixo do incremento das despesas públicas (1,2%) no 2º trimestre do cenário exterior, bem como dos índices de inflação. Em caso dede 2011, mostrando que a demanda doméstica não sofreu deterioração do cenário mundial, economistas esperam que oarrefecimento expressivo, apesar das medidas de contenção do Governo volte a apresentar uma resposta rápida via políticaBanco Central. monetária, com novo corte de juros e redução dos depósitos compulsórios dos bancos. No entanto, o novo repique de inflaçãoNo entanto, na comparação do acumulado nos quatro trimestres até em agosto deve adicionar novos elementos para a próxima reuniãoo 2º trimestre deste ano com o período anterior (taxa anualizada, do Copom, marcada para o dia 18 de outubro.que sinaliza tendência), o PIB brasileiro registrou expansão de4,7%, ficando abaixo da taxa de 7,5% verificada nos últimos dois A inflação medida pelo IPCA voltou a acelerar em agosto,trimestres de 2010 (ver gráfico em anexo). Com a desaceleração apresentando alta de 0,37% ante alta de 0,16% em julho,verificada, a expectativa é que o PIB brasileiro feche o ano com um decorrente da elevação dos alimentos e do item Habitação. Nocrescimento inferior a 4%, em função da alta da inflação, que reduz acumulado dos primeiros oito meses de 2011, o IPCA contabilizao rendimento real dos trabalhadores, do corte dos investimentos e alta de 4,42%, ficando acima da variação de 3,14% registrada emgastos públicos (ajuste fiscal), das medidas governamentais de igual período de 2010. Em 12 meses o IPCA alcançou 7,23%,contenção do crédito e do enfraquecimento da economia mundial. O situando-se acima do intervalo superior da meta de inflação.Relatório de Mercado do Banco Central projeta uma expansão de3,56% do PIB brasileiro em 2011, bem abaixo das previsões doinício do ano (entre 4% e 5%).
  • 2. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 As reservas internacionais em julho totalizaram US$ 346,1 bilhões,Política Fiscal registrando incremento de US$ 10,4 bilhões em relação ao verificado em junho, resultado da compra líquida de US$ 6,6 bilhões realizadaA situação das contas públicas nos primeiros sete meses deste ano é pelo Banco Central no mercado doméstico de câmbio. A despeito daspositiva, tendo o governo cumprido 78% da meta original para este recorrentes intervenções do Banco Central no mercado cambial e daano. O déficit nominal de 12 meses é o menor desde novembro de deterioração do cenário internacional, a moeda brasileira continua2008. Por conta do ingresso líquido de mais de R$ 10 bilhões em valorizada. Segundo o Relatório de Mercado do Banco Central, oreceitas extraordinárias nos últimos dois meses, o governo decidiu mercado espera que o dólar termine o ano cotado em R$ 1,60.elevar a meta do superávit primário de R$ 117,8 bilhões para R$ 127,8bilhões. O cenário externo preocupa e deve atingir a economiabrasileira. O governo, no entanto, manteve projeções otimistas paraorçamento do setor público de 2012, baseadas em um maiorcrescimento econômico, impulsionado pela demanda doméstica, comaumento da taxa de investimento, e pela recuperação do comérciointernacional. As principais estimativas usadas no orçamento de 2012foram: (i) IPCA, 4,8%; (ii) PIB real, 5%; (iii) Taxa de Câmbio médiaR$/US$, 1,64; (iv) Salário Mínimo, R$ 619,21 e (vi) Selic, 12,5%.Contas ExternasNo acumulado dos primeiros sete meses deste ano, o saldo em contacorrente, que compreende os resultados da balança comercial e dascontas serviços, rendas e transferências unilaterais, foi deficitário emUS$ 28,9 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o déficitalcançou US$ 47,9 bilhões (2,1% do PIB), confirmando a tendência dedeterioração das contas externas após o estopim da crise de 2008,porém num ritmo menos intenso nos últimos meses. O crescimento dosdéficits nas contas serviços e rendas, em função, respectivamente, daexpansão das remessas de lucros e dividendos e das maioresdespesas com viagens internacionais, explica a evolução negativa dosaldo em conta corrente. A expectativa do mercado é de aumento dodéficit em conta corrente nos próximos meses, alcançando US$ 57,9bilhões no final do ano. 2
  • 3. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 anterior, enquanto o setor de Serviços incrementou sua participação no PIB de 66,1% para 66,5%, na mesma comparação intertemporal. Quanto aoPIB desdobramento do PIB pelos componentes da demanda a preços de mercado (inclusive impostos), o Consumo das Famílias totalizou R$ 612,5Sob a ótica da demanda (ver gráfico em anexo), a análise da taxa bilhões, o Consumo do Governo R$ 207,3 bilhões e a FBCF R$ 182,4anualizada mostra que, no 2º trimestre deste ano, o Consumo das Famílias bilhões (17,8% do PIB, contra 18,2% no 2º trimestre de 2010). Ascresceu 6,2%, ante 6,6% no mesmo trimestre do ano anterior, ainda Exportações e as Importações de Bens e Serviços alcançaram R$ 121,5refletindo a elevação da massa salarial real e a expansão do crédito com bilhões e R$ 126,1 bilhões, respectivamente, enquanto a Variação derecursos livres para as pessoas físicas. O Consumo do Governo (Despesa Estoques foi positiva em R$ 24,1 bilhões.de Consumo da Administração Pública) também cresceu a uma taxa inferiorà verificada no ano anterior (2,4%, contra 4,1%), enquanto a Formação Os dados do Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e EmpregoBruta de Capital Fixo (FBCF) registrou alta de 11,9%, bastante relevante no (MTE), apontam uma geração líquida de 140,6 mil empregos formais emcontexto atual, em função principalmente pela maior importação de julho, contra 215,4 mil no mês anterior, o que pode indicar um esfriamentomáquinas e equipamentos. As Exportações de Bens e Serviços cresceram do mercado de trabalho. Os setores responsáveis pelo desempenho no mês8,8% enquanto as Importações de Bens e Serviços aumentaram 23,2%, foram: Serviços (45,9 mil), Comércio (28,5 mil), Construção Civil (25,6 mil) eevidenciando a conjuntura de valorização cambial observada no período. Indústria de Transformação (23,6 mil). Nos primeiros sete meses do ano, o país gerou um saldo de 1,41 milhão de postos de trabalho. No acumuladoDo lado da oferta, o resultado da taxa anualizada no 2º trimestre de 2011 de 12 meses, o saldo registrado foi de 1,89 milhão de empregos gerados.reflete o desempenho positivo dos setores Indústria (4,4%), Serviços (4,2%) Os dados apontam para uma geração de empregos inferior à registrada noe Agropecuária (2,6%). Todas as atividades industriais registraram ano passado, refletindo a desaceleração da economia.expansão: Extrativa Mineral (9,3%), Construção Civil (5,7%), Eletricidade,Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana (5,3%), e a Indústria deTransformação (3,3%). No setor de Serviços, as maiores elevações Política Monetáriaocorreram nas atividades de Intermediação Financeira e Seguros (8,4%),Comércio (6,7%) e Transporte, Armazenagem e Correio (5,2%). Ver gráfico O Copom decidiu em reunião no final de agosto reduzir a taxa Selic deem anexo. 12,50% para 12% ao ano. Muitos analistas ficaram surpresos com o tamanho do corte dos juros (-0,5p.p) e também por ter sido a primeira vez,O PIB medido a preços de mercado alcançou R$ 1,02 trilhão no 2º trimestre desde o fim do regime de câmbio fixo em 1999, que o Copom reverteu odeste ano, sendo R$ 873,1 bilhões referentes ao valor adicionado a preços sinal de uma reunião para a outra, sem passar, como de costume, por umbásicos e R$ 148,6 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de período de estabilidade. De acordo com o Banco Central, a decisão (por 5 votos a 2) foi motivada pela reavaliação do cenário internacional, quesubsídios. Considerando o valor adicionado, nota-se que a Agropecuária apresentou uma substancial deterioração, com reduções generalizadas e deaumentou sua participação no PIB, passando de 6,9% no 2º trimestre de grande magnitude nas projeções de crescimento para os principais países2010 para 7,1% em igual período deste ano. A Indústria respondeu por desenvolvidos. A redução da atividade mundial deve intensificar o processo26,5% do PIB no 2º trimestre de 2011, contra 26,9% no 2º trimestre do ano 3
  • 4. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011em curso de esfriamento da atividade doméstica, que já se manifesta, porexemplo, no recuo das projeções para o crescimento da economia A inflação medida pelo IPCA voltou a acelerar em agosto, apresentando altabrasileira. O Copom também considerou a revisão do cenário para a política de 0,37% ante alta de 0,16% em julho. De acordo com o IBGE, a elevaçãofiscal, que aumentou o superávit primário para 2011. dos preços no mês decorreu da elevação dos alimentos, que haviam apresentado queda de 0,34% em julho. Neste mês, os alimentos voltaram aDe acordo com a ata da reunião, divulgada no dia 08/09, um cenário subir de forma significativa (+0,72%), causando impacto de 0,17 p.p. (cercaanalisado pelos Membros do Comitê admite que a atual deterioração do de 45% do índice do mês). O principal item de aumento foi carnes, quecenário internacional cause um impacto sobre a economia brasileira subiu 1,84%. Outro grupo que pressionou o IPCA em agosto foi Habitação,equivalente a um quarto do impacto observado durante a crise internacional que registrou alta de 0,32% no mês, com destaque para os itens de aluguelde 2008/2009. Além disso, supõe que seja mais persistente do que a residencial e taxa de água e esgoto. Já as despesas com transportes severificada naquele período, porém menos aguda, sem observância de destacaram pela deflação de 0,11%, por conta da redução de preços daseventos extremos. Nesse cenário, a atividade econômica doméstica deverá tarifas aéreas, automóveis novos, tarifas de ônibus interestaduais, dosdesacelerar e a taxa de inflação se posicionará em patamar inferior ao que seguros de veículos e da gasolina. No acumulado dos primeiros oito mesesseria observado caso não fosse considerado o efeito da crise internacional. deste ano, o IPCA contabiliza alta 4,42%, ficando acima dos 3,14%Esse cenário, que considera sinais favoráveis para a inflação, levou o registrados em igual período de 2010. Em 12 meses o IPCA alcançouComitê a decidir pela redução da taxa de juros. 7,23%, o mais alto valor desde junho de 2005, situando-se acima do intervalo superior da meta de inflação.A maior queixa de alguns economistas não foi por conta da redução da taxade juros de 12,5% para 12%, que não tem o poder de alterar A partir de abril deste ano, o IBGE passou a divulgar mensalmente o Índicesubstancialmente a trajetória da inflação, muito menos o rumo da economia. de Preço ao Produtor (IPP), que mede a evolução dos preços de produtosA maior parte das críticas à decisão do Banco Central diz respeito à “na porta da fábrica”, sem impostos e sem frete, de 23 setores da indústriapossível perda de autonomia da Instituição, que pode ter posto em xeque de transformação. O período de divulgação tem defasagem de dois meses.sua credibilidade e independência ao ceder às pressões do Executivo. No Em julho de 2011, o IPP registrou alta de 0,07%, ante deflação de 0,65%entanto, é preciso refletir melhor sobre as condições de autonomia do em junho. As quatro maiores variações observadas em julho se deram entreBanco Central, bem como a respeito da necessidade perene de auto- os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: fabricaçãoafirmação da Instituição. No início do ano, quando a inflação deu sinais de de couros e calçados (+2,65%), fabricação de bebidas (+1,89%), produtosalta, o Banco Central promoveu a elevação da taxa básica de juros, com alimentícios (+1,35%) e máquinas e aparelhos elétricos (+0,91%). No ano, oalta de 0,5 p.p na reunião de janeiro, após ter ficado mais de quatro meses IPP registra alta de 0,63% e no acumulado de 12 meses até julho, 4,87%.estável. Na reunião seguinte, em março, mais uma vez o Banco Centralaumentou os juros em 0,5 p.p. Agora, com a percepção do agravamento dacrise mundial e seus possíveis reflexos sobre a economia doméstica, adecisão de reduzir os juros reais parece ser correta, mesmo que se Política Fiscalsacrifique, temporariamente, o cumprimento do centro da meta da inflação O superávit primário do setor público em julho alcançou R$ 13,8 bilhões,para 2011 ou 2012. Em suma, não parece correto ganhar credibilidade valor muito superior ao registrado em igual mês do ano passado, que foi deapenas quando se age de forma contracionista, no caso do Banco Central, R$ 1,5 bilhão (ver tabela 1 no anexo). O pagamento de juros no mês foi deaumentando os juros. 4
  • 5. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011R$ 18,8 bilhões contra R$ 17 bilhões em igual mês do ano passado. Por No final do mês de agosto, o Ministério do Planejamento enviou aoconta do elevado superávit primário, o déficit nominal no mês caiu para Congresso a proposta de orçamento para 2012. A meta de superávitapenas 1,5% do PIB. A dívida líquida do setor público alcançou R$ 1,54 primário do setor público foi fixada em 3,1% do PIB, com a possibilidade detrilhão, equivalente a 39,4% do PIB (redução de 0,3 p.p. em relação ao mês abatimento de 0,6% para as obras do PAC. Em valores, a meta será de R$anterior). A dívida bruta, variável utilizada nas comparações internacionais, 139,8 bilhões, com o PAC respondendo por R$ 25,6 bilhões. O governoalcançou R$ 2,2 trilhões em julho de 2011 (56,2% do PIB, com alta de 0,2 federal terá uma folga muito grande para cumprir a meta do orçamento emp.p em relação a junho). 2012: caso use o expediente de abater os gastos com o PAC, a meta de superávit primário será cumprida com um esforço 22% menor do que oNo ano, a economia do setor público resultou do esforço de todas as estimado para 2011. As projeções do Ministério do Planejamento sãoinstâncias: governo central, governos regionais e estatais (ver tabela 2 no otimistas, pois estão baseadas num maior crescimento econômico paraanexo). Cumpre registrar a redução de 14,3% do déficit da Previdência na 2012, que será alcançado pelo dinamismo da demanda doméstica, comcomparação dos primeiros sete meses do ano de 2011 com igual período aumento da taxa de investimento, e pela recuperação do comérciode 2010. internacional. Em adição, o Ministério espera que a continuidade do programa de redução do déficit nominal, da dívida pública, da taxa real deEm 12 meses, o superávit primário alcança 3,8% do PIB, ficando 0,7 p.p. juros e da inflação, que deverá convergir para o centro da meta no próximo ano. Os principais parâmetros macroeconômicos usados para o orçamentoacima da meta fixada para este ano. O déficit nominal em 12 meses caiu de 2012 foram: (i) IPCA, 4,8%; (ii) PIB real, 5%; (iii) Taxa de Câmbio médiapara 1,9% do PIB, sendo o menor valor desde novembro de 2008 (ver R$/US$, 1,64; (iv) Salário Mínimo, R$ 619,21 e (vi) Selic, 12,5%.tabela 3 no anexo).Os resultados consolidados das contas públicas nos primeiros sete meses No início de setembro, o governo enviou ao Congresso um adendo à proposta original do orçamento de 2012, incluindo um reajuste maior para odeste ano são altamente positivos, na medida em que a economia realizada Judiciário e o Ministério Público. A estimativa é que essa nova propostapelo governo atingiu 78% dos R$ 117,8 bilhões da meta original deste ano. tenha um impacto adicional de R$ 7,7 bilhões, por conta de aumentos deA melhora substancial do resultado nos últimos dois meses veio da salários. O governo espera que a aprovação desse novo reajuste leve emarrecadação extra da Secretaria da Receita Federal, que adicionou quaseR$ 15 bilhões aos cofres públicos nos meses de junho e julho, por conta da conta o atual quadro de incerteza econômica mundial, que exige umaantecipação de pagamentos feitos por empresas ao Refis da Crise e do responsabilidade fiscal maior para o Brasil enfrentar eventuais situações de risco.pagamento feito pela Vale, no montante de R$ 5,8 bilhões. O resultadolíquido no período, descontado o aumento de gastos, aumentou em mais deR$ 10 bilhões do previsto e o governo decidiu utilizar integralmente esseincremento para elevar a meta do superávit primário para R$ 127,8 bilhões. Contas ExternasEmbora a situação fiscal esteja evoluindo positivamente, o agravamento dacrise mundial, com o rebaixamento da nota da dívida de longo prazo dos O déficit em conta corrente de US$ 28,9 bilhões no acumulado dosEstados Unidos pela Standard & Poor’s, preocupa e poderá provocar a primeiros sete meses deste ano pode ser explicado pelo saldo negativo dodesaceleração da economia brasileira. agregado serviços e rendas, que passou de -US$ 39,4 bilhões em 2010 para -US$ 46,8 bilhões em igual período de 2011, em virtude das maiores 5
  • 6. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011remessas de lucros e dividendos, despesas com viagens internacionais, entrada de dólares no acumulado dos primeiros oito meses do ano superoualuguel de equipamentos, transporte, dentre outros. A balança comercial o de saída em US$ 59,8 bilhões, contra US$ 3,4 bilhões em igual períodoapresentou superávit de US$ 16,1 bilhões e o saldo das transferências de 2010, reflexo da entrada de US$ 30,7 bilhões no mercado financeiro e deunilaterais alcançou US$ 1,7 bilhão. US$ 29,1 bilhões no mercado comercial. Além da forte entrada de recursos, a cotação da moeda americana tem sido afetada pela especulação dosA entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País alcançou US$ bancos no mercado de câmbio, cuja posição vendida em Dólar, que reflete38,4 bilhões, contra US$ 14,7 bilhões no acumulado entre janeiro e julho de uma aposta na valorização do Real ficou em US$ 6,3 bilhões em julho e2010, destinados principalmente para as seguintes atividades: agosto. A política de acumulação de reservas tem o objetivo de constituirtelecomunicações; extração de petróleo e gás natural; metalurgia; comércio, um seguro maior para combater os efeitos de eventuais crisesexceto veículos; eletricidade, gás e outras utilidades; bebidas; serviços internacionais, além de retirar do mercado parte dos dólares que entram nofinanceiros e atividades auxiliares; extração de minerais metálicos; produtos País, diminuindo as pressões de maior valorização cambial. Porém, talminerais não-metálicos; e produtos alimentícios. Em seminário sobre política gera alto custo: segundo o balanço do Banco Central, o custo deregulação financeira realizado no final de agosto na sede do BNDES, o manutenção das reservas internacionais alcançou R$ 44,5 bilhões no 1ºIPEA alertou que o aumento do IED pode indicar que bancos e empresas semestre deste ano, refletindo a desvalorização do dólar e a diferença entreestão registrando como investimento recursos para aplicações de curto o custo de captação do Banco Central e a rentabilidade das reservas. Aprazo. Tal expediente, chamado de “arbitragem regulatória”, estaria sendo título comparativo, em todo o ano de 2010, o custo de manutenção dasutilizado para burlar o aumento da alíquota de IOF cobrado dos reservas foi de R$ 26,5 bilhões.empréstimos de até dois anos tomados do exterior. A dívida externa total brasileira alcançou US$ 297,1 bilhões em julho, tendoO último Relatório de Mercado do BC apresenta as seguintes projeções a dívida de longo prazo atingido US$ 247,6 bilhões e a de curto prazopara o ano de 2011: saldo de US$ 23,8 bilhões na balança comercial, déficit totalizado US$ 49,5 bilhões. O BC tem demonstrado preocupação quantode US$ 57,9 bilhões na conta corrente e fluxo de US$ 55 bilhões em ao grande volume de recursos captado por empresas brasileiras no exteriorinvestimentos estrangeiros diretos. e seus possíveis impactos, no caso de uma eventual mudança no cenário internacional.A despeito das intervenções do Banco Central no mercado de câmbio, cujascompras de dólares totalizaram US$ 49,8 bilhões no acumulado dos O valor das exportações brasileiras alcançou US$ 26,2 bilhões em agosto,primeiros oito meses deste ano, a moeda brasileira segue valorizada como contra importações de US$ 22,3 bilhões, gerando um saldo comercial deresultado do forte fluxo de entrada de recursos externos. Nos primeiros oito US$ 3,9 bilhões, contra US$ 3,1 bilhões no mês anterior. Assim, nomeses de 2011, a taxa de câmbio R$/US$ comercial (compra) oscilou entre acumulado dos primeiros oito meses deste ano, as exportações alcançaram1,53 e 1,69, com o dólar alcançando R$ 1,59 no final de agosto, contra R$ US$ 166,7 bilhões, um aumento de 32,2% em relação ao mesmo período1,76 em igual período do ano anterior. Após a redução do fluxo de entrada do ano anterior, e as importações, US$ 146,8 bilhões, uma alta de 28,2%de dólares no País no 2º trimestre deste ano, os meses de julho (US$ 15,8 em relação ao mesmo período do ano anterior. O superávit comercial nobilhões), agosto (US$ 4,2 bilhões) e os dois primeiros dias de setembro acumulado do ano foi da ordem de US$ 19,6 bilhões, valor US$ 8,3 bilhões(US$ 5,3 bilhões) registraram forte entrada líquida de recursos. O fluxo de superior ao de igual período do ano passado. No período acumulado de 12 6
  • 7. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011meses até agosto, as exportações alcançaram US$ 242,5 bilhões e asimportações US$ 214 bilhões. Tanto as exportações, quanto as importações Front Externoregistraram recorde para o período de 12 meses. No início de setembro, oMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) elevou Os cortes de produção anunciados por diferentes unidades industriais aoa meta de exportações para 2011 de US$ 245 bilhões para US$ 257 redor do mundo sinalizam um maior risco de uma nova recessão mundial. Obilhões, alta de 27,2% em relação ao total exportado em 2010 (US$ 202 setor industrial norte-americano praticamente não expandiu as operaçõesbilhões). em agosto, pois as empresas tentam se adaptar à queda da confiança e à estagnação do mercado de trabalho. O setor industrial asiático também apresenta desaceleração: Coréia do Sul e Taiwan registram retração e aPetróleo China cresce em ritmo fraco. Na Europa, o desaquecimento da Grécia e da Irlanda ameaça economias de maior porte como a Itália e a França.Nos últimos trinta dias, o mercado internacional do petróleo registrou altanos preços, após a expressiva queda verificada no mês anterior. O Levantamentos de diferentes instituições sugerem que a desaceleração emmovimento de alta foi influenciado pela crise na Líbia, que praticamente diversas partes do mundo está interligada. A economia da Ásia foi atingidainterrompeu as exportações de petróleo daquele país. Além disso, as pela fraqueza dos mercados avançados, que são grandes compradores derefinarias dos Estados Unidos realizaram paradas não programadas, em suas exportações. Da mesma forma, empresas nos Estados Unidos e emfunção da temporada de furacões. No entanto, o pano de fundo permanece: outras economias avançadas dependem da expansão em paíseso mundo observa o alastramento de uma crise que pode chegar a uma emergentes para compensar a demanda mais fraca nos seus mercadosrecessão global. A crise de gerenciamento das dívidas na Europa continua domésticos. O governo dos Estados Unidos projeta um crescimento do PIBafetando agora países maiores como a Espanha e a Itália. Os Estados de apenas 2,6% em 2012, com a expectativa de melhora limitada do nívelUnidos continuam patinando com uma economia enfraquecida, de emprego, o que é motivo de grande preocupação.apresentando números elevados de desemprego e endividamento. Dessemodo, no médio prazo, não há perspectiva de grandes repiques nos preços O índice de atividade industrial dos Estados Unidos, medido pelo Institutodo petróleo, devido à desaceleração do crescimento ou à possível recessão para a Gestão do Suprimento (ISM, na sigla em inglês), baixou para omundial e seus impactos sobre a demanda de energia. Na segunda semana menor nível desde maio de 2009. Um indicador do baixo nível de confiançade setembro, o petróleo WTI (mercado spot) alcançou US$ 86/barril (contra é que as empresas norte-americanas não estão acelerando asUS$ 80/barril, em igual período do mês anterior), enquanto a cesta OPEP foi contratações. O Departamento de Trabalho informou que os novos pedidoscotada a US$ 108/barril (contra US$ 101/barril, em igual período do mês de seguro-desemprego diminuíram em 12.000 na semana passada, paraanterior). 409.000. Ao mesmo tempo, um relatório do Departamento de Comércio revelou que os gastos em construção tiveram queda de 1,3% em julho na comparação mensal, com uma baixa ainda mais acentuada em obras públicas. 7
  • 8. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011Segundo a segunda estimativa do BEA (Bureau of Economic Analysis), o fixo. Houve também reduções significativas das exportações (principalmentePIB norte-americano cresceu 1% no 2º trimestre de 2011, contra uma dos países fora da zona do euro) e das importações.expansão de 0,4% no 1º trimestre de 2011, em termos anualizados. Arevisão ficou abaixo da previsão de alta de 1,1% do mercado. Os dados Em agosto, o índice de preços ao consumidor da zona do euro manteve-sedivulgados mostram que o crescimento foi sustentado principalmente pelo em 2,5%, enquanto a taxa de desemprego aumentou para 10%.investimento das empresas e pelas exportações. Em julho, o nível dedesemprego nos Estados Unidos alcançou 9,1%, enquanto o índice de A crise na zona euro segue grave. Os principais formuladores de políticaspreços ao consumidor (CPI) manteve-se em 3,6% em termos anualizados. públicas da União Européia esperavam que um acordo sobre o segundo grande pacote de resgate para a Grécia, juntamente com as alterações aoSegundo dados divulgados pelo National Bureau of Statistics of China, a Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), anunciado em julho,produção industrial da China apresentou, em julho, expansão de 4% em restaurariam a confiança, mas isso não se verificou. A taxa de juros dosrelação ao registrado em igual mês do ano anterior e de 14,3% no títulos da dívida pública dos governos italiano e espanhol para o prazo deacumulado dos últimos 12 meses. 10 anos subiu em julho e no início de agosto, elevando-se acima de 6%. Isso levou o Banco Central Europeu (BCE) a reavivar seu programa deÉ grande a preocupação com o setor de alimentos na China, uma vez que Mercado de Valores Mobiliários (SMP, na sigla em inglês), de forma que aos estoques de grãos estão baixos e a oferta mundial é restringida por compra de títulos do governo no mercado secundário desse suporte aosproblemas climáticos. No meio-oeste americano, por exemplo, a seca está preços. O SMP produziu o resultado esperado, reduzindo os juros da dívidaafetando a produção de algodão, de soja e de milho. Os problemas de 10 anos dos governos italiano e espanhol para cerca de 5%. No entanto,ambientais desequilibram sensivelmente a oferta de produtos do mundo o BCE está relutante em realizar novas compras, pois elas sãointeiro, elevam os preços e afetam a inflação chinesa, que em julho foi de insustentáveis no longo prazo, dada a dimensão das dívidas desses países.6,5%, sendo que a inflação dos alimentos registrada no mesmo períodoalcançou 15%. A inflação da China é vista como um complicador, pois O mercado tem mostrado preocupação em relação à exposição dos bancosdeverá exigir que o país reduza o ritmo do crescimento para conter a alta de franceses a títulos italianos e há o temor de que a França, assim comopreços. aconteceu com os Estados Unidos, perca sua nota AAA.A Eurosat (agência oficial de estatísticas da Europa) divulgou a segunda Segundo dados divulgados pelo METI (Ministério da Economia, Comercio eestimativa do desempenho da economia da zona do euro e da comunidade Indústria), em julho, a produção industrial japonesa cresceu 0,6% emeuropéia do 2º trimestre de 2011. O PIB da zona do euro cresceu 0,2% em relação ao registrado no mês anterior e caiu 2,8% em relação ao verificadorelação ao trimestre anterior e 1,6% em relação ao mesmo trimestre do ano em igual mês de 2010. Os segmentos industriais que mais contribuíramanterior, enquanto a comunidade européia cresceu 0,2% e 1,7% nas para o crescimento foram os de equipamentos de transporte, equipamentosmesmas comparações intertemporais. Tais dados apontam para uma eletrônicos de informação e comunicação e máquinas em geral. Em julho, adesaceleração da economia da Europa, em função sobretudo da redução taxa de desemprego ficou em 4,7%, enquanto o índice de preços aodo consumo das famílias e da desaceleração da formação bruta de capital consumidor registrou alta de 0,5%. 8
  • 9. Acompanhamento Conjuntural –9/2011 enfrentado elevação de custos salariais, escassez de mão de obra,O cenário internacional desfavorável sobretudo nas categorias mais qualificadas, e crescimento reduzido da produtividade. Outro lado dessa concorrência desleal é o enorme diferencialdeverá prejudicar o desempenho do do custo do capital. Enquanto se observa nos países concorrentes juros reais nulos ou mesmo negativos, o Brasil pratica juros reais da ordem desetor industrial nacional 4,5%.Com a crescente degradação do ambiente econômico internacional, Observando a conjuntura com foco no setor industrial, observam-se efeitosinclusive com o maior risco de recessão global, o cenário previsível para a diferenciados, de acordo com o perfil setorial. Os fabricantes de bens deeconomia brasileira é a de desaceleração mais forte do que anteriormente consumo, a exemplo de calçados, têxteis e alimentos e bebidas, tendem aprevisto. Nesse sentido, o Governo Federal, num aparente trabalho registrar redução no ritmo de crescimento de suas vendas, em função docoordenado entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central, anunciou impacto negativo da inflação sobre o poder de compra da população. Essesmedidas adicionais de contenção fiscal e uma inesperada redução da taxa segmentos trabalho-intensivos têm sofrido com o processo de valorizaçãoSelic em 0,5 p.p. A tentativa sinalizada é a de minimizar os danos ao cambial que, juntamente ao problema dos elevados encargos trabalhistas,crescimento econômico provocados pela crise e colocar o controle da reduz significativamente a competitividade das empresas locais em relaçãoinflação pela via monetária num plano secundário, já que a própria redução aos concorrentes asiáticos.da atividade econômica tende a conter as pressões inflacionárias. Dessemodo, a atividade industrial continuará relativamente estagnada, com Por outro lado, os setores industriais capital-intensivos, produtores de benspossibilidade de queda, a depender do nível de sucesso das medidas de tradable, ainda se beneficiam dos preços das commodities, queincentivo do governo, contidas no Plano Brasil Maior. impulsionam as receitas de segmentos como refino, petroquímico, metalurgia e celulose. Além disso, as empresas que possuem dívidasEm relação ao câmbio, com o enfraquecimento das economias avançadas, denominadas em dólares ou que possuem elevados coeficientes dea tendência é de continuidade do processo de valorização do Real. As importação se beneficiam da conjuntura atual do Real valorizado.medidas do Governo Federal e as constantes intervenções do BC nãodeverão mudar a trajetória do câmbio num horizonte previsível. O câmbio Tendo em conta os setores industriais locais, observemos as perspectivasvalorizado traz forte impacto negativo sobre a competitividade da indústria do segmento de celulose e papel. Apesar do seu alto grau denacional. Nesse momento de crise internacional, a questão do câmbio é competitividade, o segmento vive hoje momento de apreensão com a criseainda mais crucial, pois a nossa grande força, que é o tamanho do nosso internacional, que afeta a demanda em grandes mercados (como Estadosmercado interno, tem atraído a entrada dos produtores internacionais que Unidos e Europa). Por conta de seu viés exportador, durante a crise devêem seus mercados nacionais deprimidos. Nesse cenário, a indústria 2008, vários projetos de produção foram postergados. Agora, diante danacional se depara com uma concorrência verdadeiramente desleal, com a possibilidade de recessão mundial, o segmento volta a falar que osentrada facilitada (câmbio valorizado) de produtos importados e o investimentos serão melhor distribuídos no tempo. Os maiores players doencolhimento das margens, pela dificuldade de repasse do aumento dos setor – Fibria e Suzano – não confirmam o adiamento de projetos, mascustos de seus insumos. Adicionalmente, a indústria nacional tem admitem que os planos de novas operações possam ser revisados, caso o 9
  • 10. Acompanhamento Conjuntural –9/2011cenário macroeconômico seja pior do que o esperado. Um agravante para aviabilização dos novos projetos é que o valor de investimento necessáriopara se produzir uma tonelada de celulose está cerca de 60% mais alto doque o necessário à época da construção da Veracel Celulose no sul daBahia. 10
  • 11. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011Compõem o presente Anexo os seguintes documentos:(i) Gráficos do PIB no 2º trimestre de 2011 (págs. 12 a 14);(ii) Tabelas de Política Fiscal (págs. 15 a 17);(ii) Brasil e Bahia: Evolução Mensal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos pela CLT, no período 2010-julho 2011 (págs. 18 a 21);(iii) Indicadores de Economias Avançadas (08/09/2011) (pág. 22);(iv) Indicadores Econômicos de Países Emergentes (08/09/2011) (pág. 23); e(vi Relatório de Mercado do Banco Central/GERIN Expectativas de Mercado (02/09/2011) (pág. 24 a 27). 11
  • 12. -4 -2 0 2 4 6 8 10 95-I 95-II 95-III 95-IV 96-I 4,4 96-II 96-III 2,2 96-IV 97-I FHC I 97-II 97-III 97-IV 3,4 98-I 98-II 98-III 98-IV 0,0 99-I 99-II 99-III 0,3 99-IV 00-I 00-II 00-III 4,3 00-IV 01-I FHC II 01-II 01-III 01-IV 02-I 1,3 02-II 02-III 2,7 02-IV 03-I 03-II 03-III 03-IV 1,1 04-I 04-II 04-III 5,7 04-IV 05-I LULA I 05-II PIB a preços de mercado (1995 - 2011) 05-III 05-IV 3,2 06-I 06-II 06-III 4,0 06-IV 07-I 07-II 07-III 6,1 07-IV 08-I Taxa (%) acumulada em 4 trimestres, em relação aos 4 trimestres imediatamente anteriores 08-II 08-III 08-IV 5,1 09-I LULA II 09-II 09-III 09-IV -0,6 10-I 10-II 10-III 10-IV 7,5 6,2 11-I 11-II DILMA 4,7 Acompanhamento Conjuntural – 9/201112
  • 13. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 PIB e os componentes da demanda (2010 - 2011) Taxa (%) acumulada nos últimos 4 trimestres (terminados em junho de 2011 e 2010), em relação aos 4 trimestres imediatamente anteriores25 23,22015 13,0 11,9 10,010 8,8 6,6 5,3 4,7 6,25 4,1 2,4 0,50 PIB Consumo das Consumo do FBCF Exportação Importação Famílias Governo 2010-II 2011-II 13
  • 14. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 PIB por setores e subsetores (2010 - 2011) Taxa (%) acumulada nos últimos 4 trimestres (terminados em junho de 2011 e 2010), em relação aos 4 trimestres imediatamente anteriores10 9,3 9 8,5 8 7,5 7 6,7 5,3 5,6 5,6 5,6 5,7 6 4,7 5,3 4,8 5 4,4 4,2 3,7 4 3,3 2,6 3 1,9 2 1 0 Ext. Mineral Comércio PIB SIUP Agropecuária Indústria Transformação Construção Serviços 2010-II 2011-II 14
  • 15. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Tabela 1 - Necessidade de financiamento do setor público consolidado (NFSP) (Fluxos mensais, em R$ bilhões e em % do PIB*) 2010 2011Discriminação jul (%) dez (%) fev (%) mar (%) abr (%) mai (%) jun (%) jul (%)Primário 1,53 0,5 10,85 3,3 7,91 2,6 13,60 4,2 18,05 5,5 7,51 2,2 13,37 3,8 13,79 4,0Juros nominais -16,95 -5,5 -19,54 -6,0 -19,12 -6,3 -20,55 -6,3 -19,64 -6,0 -22,17 -6,4 -18,99 -5,4 -18,80 -5,5Nominal -15,42 -5,0 -8,68 -2,7 -11,20 -3,7 -6,95 -2,1 -1,59 -0,5 -14,67 -4,3 -5,62 -1,6 -5,01 -1,5Fonte: Banco Central; elaboração FIEB/SDI 15
  • 16. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Tabela 2 - Necessidade de financiamento do setor público (NFSP) (Valores acumulados, em R$ bilhões e em % do PIB) Primário Juros Nominal Contas públicas Janeiro a Julho R$ bi % R$ bi % R$ bi % 2010 25,38 1,24 -71,32 -3,48 -45,94 -2,24a. Governo central 2011 66,31 2,88 -105,78 -4,60 -39,47 -1,72 2010 16,71 0,81 -36,21 -1,76 -19,51 -0,95b. Governos regionais 2011 23,76 1,03 -30,88 -1,34 -7,12 -0,31 2010 1,50 0,07 -1,62 -0,08 -0,12 -0,01c. Empresas estatais 2011 1,91 0,08 -1,89 -0,08 0,02 0,00 2010 43,59 2,12 -109,15 -5,32 -65,56 -3,19 Total (a + b + c) 2011 91,98 4,00 -138,54 -6,02 -46,57 -2,02Fonte: Banco Central; elaboração FIEB/SDI(*) Governo Federal (R$ 50,9 bilhões) + Banco Central (-R$ 332 milhões) + INSS (-R$ 25,2 bilhões).(**) Governo Federal (R$ 88,4 bilhões) + Banco Central (-R$ 441 milhões) + INSS (-R$ 21,6 bilhões). 16
  • 17. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Tabela 3 - Necessidade de financiamento do setor público consolidado (NFSP) (Fluxos de 12 meses, em R$ bilhões e em % do PIB) 2010 2011Discriminação jul (%) dez (%) fev % mar % abr % mai % jun (%) jul (%)Primário 69,85 2,0 101,70 2,8 108,10 2,9 121,86 3,2 119,62 3,1 126,64 3,3 137,83 3,5 150,09 3,8Juros nominais -183,92 -5,3 -195,37 -5,4 -205,37 -5,5 -208,91 -5,5 -213,94 -5,6 -219,77 -5,7 -222,91 -5,7 -224,76 -5,7Nominal -114,07 -3,3 -93,67 -2,6 -97,27 -2,6 -87,05 -2,3 -94,32 -2,5 -93,13 -2,4 -85,08 -2,2 -74,67 -1,9Fonte: Banco Central; elaboração FIEB/SDI 17
  • 18. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Brasil - Evolução Mensal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos pela CLT (2010 - 2011) Total 2010 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 m ai/10 jun/10 jul/10 ago/10 40422 o ut/10 n ov/10 dez/10 T otal 2010 (MTE)1TOTAL 181.419 209.425 266.415 305.068 298.041 212.952 181.796 299.415 246.875 204.804 138.247 -407.510 2.136.947 2.555.4211.EXTRAT MINERAL 1.192 1.463 1.423 1.323 1.959 1.441 1.631 1.704 1.970 1.239 1.253 -255 16.343 17.715 68.920 63.024 72.440 83.059 62.220 44.485 41.530 70.393 94.205 46.923 -9.193 -152.978 485.028 544.3672.IND.TRANSFORMAÇÃOMIN. NÃO METÁLICOS 3.758 2.107 2.207 3.358 2.538 3.377 2.653 3.958 3.028 3.035 2.009 -2.836 29.192 34.456MET ALÚRGICA 11.614 10.104 10.111 8.759 6.879 5.779 5.289 6.894 4.945 6.361 2.664 -5.330 74.069 80.712MEC ÂN ICA 8.622 6.694 5.634 4.864 4.110 1.786 3.701 4.513 6.283 3.958 2.710 -3.375 49.500 53.016MAT. EL ÉT RICO COMUM. 4.926 2.925 3.975 2.052 3.033 1.625 2.235 2.262 2.502 3.060 920 -3.798 25.717 27.476MAT. DE T RANSPOR TE 5.917 5.096 6.579 6.777 7.285 5.591 4.209 5.606 4.033 2.609 1.954 -2.036 53.620 55.489MADEIRA E MOBILIÁRIO 4.619 2.457 2.702 4.870 2.563 2.373 1.438 4.642 4.099 4.016 2.006 -8.535 27.250 32.212PAP., PAPELÃO, EDIT. 2.265 1.058 1.134 1.520 2.073 1.488 1.479 2.738 2.070 2.590 1.080 -3.361 16.134 17.700BOR., FUMO, COUROS 5.048 7.153 9.695 4.962 3.716 3 -2.497 -2.912 -23 561 -1.336 -5.872 18.498 21.164QUIM.,PROD. FARM., VET. 7.637 5.128 5.872 5.704 5.355 2.696 3.958 5.129 5.385 7.057 1.789 -7.841 47.869 51.134TÊXTIL, VESTUARIO 8.156 6.428 11.485 10.092 9.209 6.107 5.904 8.269 8.166 6.793 -429 -24.956 55.224 63.165CALÇADOS 7.766 10.026 9.254 5.716 1.548 3.206 4.820 7.710 4.148 1.993 -5.089 -23.096 28.002 30.034PROD. ALIMENT., BEBIDAS -1.408 3.848 3.792 24.385 13.911 10.454 8.341 21.584 49.569 4.890 -17.471 -61.942 59.953 77.8093.SERV. IND. UT. PÚBL ICA 2.538 1.830 1.593 1.804 958 1.139 1.313 2.626 987 1.354 1.155 557 17.854 20.0344.CONSTRUÇÃO C IVIL 54.330 34.735 38.629 38.418 39.082 24.825 38.382 40.138 21.676 11.412 -7.851 -79.598 254.178 334.3115.TOT AL IN DÚST RIA 126.980 101.052 114.085 124.604 104.219 71.890 82.856 114.861 118.838 60.928 -14.636 -232.274 773.403 916.4276.COMÉRCIO -6.787 10.682 29.419 40.725 43.465 26.631 28.250 65.083 55.051 81.347 131.336 14.411 519.613 611.9007.SERVIÇOS 57.889 85.607 106.395 96.583 86.104 57.450 61.606 128.232 94.202 86.207 79.173 -75.198 864.250 1.018.0528.ADM PÚBLICA -806 8.108 6.150 4.205 2.006 1.614 1.324 2.498 1.721 938 155 -22.286 5.627 10.4179.AGRIC., SIL VICUL T. 4.143 3.976 10.366 38.951 62.247 55.367 7.760 -11.259 -22.937 - 24.616 -57.781 -92.163 -25.946 -1.375Fon te: MTE - C a da stro Gera l d e E mp re ga do s e D e se mp reg a do s; Ela b ora çã o FIEB /SD I(1 ) Em j an ei ro de 20 11 , o Mi ni sté rio do Tra ba lh o e Emp re go (MTE ) mu do u a m eto do l og ia de ap u raç ão do s da d os d a C AGE D, a lte ran do os v al o res d o p e ríod o d e j an ei ro a no ve mb ro d e 2 0 10 . No en tan to , nã o fo i di sp o ni bi li za da a no va sé rie , oq ue r esu lto u n a d ife ren ça en tr e o to tal ap re sen tad o n es ta p la ni lh a e o d ivu lg a do MTE. N o ca so do acu mu la d o d o a no , o s re sul tad o s fora m a cre sci do s d e a ju stes e a va ri aç ão rel a ti va to ma co mo refe rên ci a o esto qu e d o m ês a tua l a cu mu la nd oo s aj uste s e o mê s de de ze mb ro d o a no t-1. 18
  • 19. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Brasil - Evolução Mensal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos pela CLT (2010 - 2011) Acumulado no ano Acumulado 12 meses jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 Acumulado no ano Acumulado 12 meses 1 1 (MTE) (MTE)TOTAL 152.091 280.799 92.675 272.225 252.067 215.393 140.563 1.405.813 1.887.644 1.405.813 1.887.644 1.571 1.713 1.845 2.043 1.634 1.752 2.033 12.591 18.502 12.591 18.5021.EXTRAT MINERAL2.IND.TRANSFORMAÇÃO 53.207 60.098 14.448 51.313 42.301 22.618 23.610 267.595 316.945 267.595 316.945MIN. NÃO METÁLICOS 2.823 2.789 683 3.270 2.141 2.147 2.473 16.326 25.520 16.326 25.520METALÚRGICA 6.592 6.919 3.065 3.551 5.050 2.629 993 28.799 44.333 28.799 44.333MECÂNICA 8.673 5.407 3.841 -407 2.634 1.085 2.021 23.254 37.343 23.254 37.343MAT. ELÉTRICO COMUM. 5.160 2.303 2.502 2.143 2.503 3.149 2.717 20.477 25.423 20.477 25.423MAT. DE TRANSPORTE 5.230 3.793 3.102 4.033 3.397 725 2.479 22.759 34.925 22.759 34.925MADEIRA E MOBILIÁRIO 2.677 1.471 -1.692 2.990 612 685 1.262 8.005 14.233 8.005 14.233PAP., PAPELÃO, EDIT. 1.513 658 -627 1.251 620 905 758 5.078 10.195 5.078 10.195BOR., FUMO, COUROS 3.928 4.912 7.754 4.074 3.449 -241 -3.308 20.568 10.986 20.568 10.986QUIM.,PROD. FARM., VET. 4.550 7.087 1.715 14.886 7.933 5.673 4.006 45.850 57.369 44.610 56.129TÊXTIL, VESTUARIO 6.008 4.944 -566 4.893 -354 -296 334 14.963 12.806 14.963 12.806CALÇADOS 7.036 6.683 3.564 2.376 -3.417 -1.715 3.738 18.265 3.931 18.265 3.931PROD. ALIMENT., BEBIDAS -983 13.132 -8.893 8.253 17.733 7.872 6.137 43.251 39.881 44.491 41.1213.SERV. IND. UT. PÚBLICA 1.572 693 907 1.801 1.381 309 1.129 7.792 14.471 7.792 14.4714.CONSTRUÇÃO CIVIL 33.358 30.701 3.315 29.881 28.922 30.531 25.632 182.340 168.117 182.340 168.1175.TOTA INDÚSTRIA L 89.708 93.205 20.515 85.038 74.238 55.210 52.404 470.318 518.035 470.318 518.0356.COMÉRCIO -18.130 17.394 -3.817 41.587 25.309 29.967 28.538 120.848 468.076 120.848 468.0767.SERVIÇOS 73.231 134.342 60.309 114.439 71.246 53.543 45.961 553.071 865.687 553.071 865.6878.ADM PÚBLICA -1.042 15.021 4.268 3.028 1.690 1.446 13 24.424 7.450 24.424 7.4509.AGRIC., SILVICULT. 8.324 20.837 11.400 28.133 79.584 75.227 13.647 237.152 28.396 237.152 28.396Fonte: MTE - Cadastro Geral de E mpregados e Desempregados; Elabor aç ão FIE B/SDI(1) Em janeiro de 2011, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mudou a metodologia de apuração dos dados da CA GED, alterando os valores do período de janeir o a novembr o de 2010. 19
  • 20. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Bahia - Evo lução Men sal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos p ela CL T (2010 - 2011) Total 2010 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun /10 jul/10 ago/10 set /10 out /10 nov/10 dez/10 T otal 2010 (MTE )1 14.424 6.088 10.226 10.590 16.301 3.705 8.137 11.207 10.287 7.059 10.681 -17.303 91.402 123.947TO TAL1.EXTRAT MINERAL 186 93 59 167 128 52 229 93 456 44 21 -97 1.431 1.386 2.418 1.505 3.146 2.341 2.663 -343 1.080 2.313 2.060 1.184 390 -4.015 14.742 17.1832.IND.TRANSFORMAÇÃOMIN. NÃO METÁLICOS 223 225 188 106 172 167 23 19 -13 26 94 57 1.287 1.773MET ALÚRGICA 191 -111 175 241 66 58 170 228 168 101 237 -437 1.087 1.253MEC ÂN ICA 289 350 632 304 579 -1.392 - 137 77 209 233 130 -451 823 1.051MAT. EL ÉT RICO COMUM. 64 61 59 68 57 -9 56 31 15 22 97 -24 497 528MAT. DE T RANSPOR TE 124 13 43 67 41 18 37 7 9 8 26 -52 341 366MADEIRA E MOBILIÁRIO 58 12 27 -10 -55 -36 -2 164 99 90 71 -28 390 631PAP., PAPELÃO , EDIT. 174 -60 71 53 67 19 76 43 99 96 99 -81 656 794BOR., FUMO , COUROS 326 175 52 59 41 4 56 41 48 -83 67 -45 741 697QUIM.,PROD. FARM., VET. 140 24 275 84 201 98 287 152 185 32 156 -324 1.310 1.401TÊXTIL, VESTUARIO - 50 22 200 227 206 305 412 234 217 9 142 -307 1.617 1.980CALÇADO S 993 776 424 322 58 426 136 907 305 342 -49 -925 3.715 3.831PROD. ALIMENT., BEBIDAS -114 18 1.000 820 1.230 -1 -34 410 719 308 -680 -1.398 2.278 2.878 - 37 35 166 -29 -21 -91 118 138 33 76 52 72 512 9873.SERV. IND. UT. PÚBL ICA4.CONSTRUÇÃO C IVIL 4.029 2.766 4.348 2.600 2.620 1.184 4.385 3.591 1.591 -351 2.830 -9.108 20.485 28.2555.TOT AL IN DÚST RIA 6.596 4.399 7.719 5.079 5.390 802 5.812 6.135 4.140 953 3.293 -13.148 37.170 47.811 1.578 1.324 -723 518 1.659 775 - 856 1.070 2.223 3.756 5.240 1.416 17.980 24.4096.COMÉRCIO7.SERVIÇOS 3.972 1.198 2.033 1.436 3.855 961 3.104 5.657 3.962 3.858 4.189 -2.027 32.198 44.8698.ADM PÚBLICA - 79 77 76 47 9 8 66 88 10 -8 -27 -85 182 4729.AGRIC., SIL VICUL T. 2.357 -910 1.121 3.510 5.388 1.159 11 - 1.743 -48 -1.500 - 2.014 -3.459 3.872 6.386Fon te: MTE - C a da stro Gera l d e E mp re ga do s e D e se mp reg a do s; Ela b ora çã o FIEB /SD I(1 ) Em j an ei ro de 20 11 , o Mi ni sté rio do Tra ba lh o e Emp re go (MTE ) mu do u a m eto do l og ia de ap u raç ão do s da d os d a C AGE D, a lte ran do os v al o res d o p e ríod o d e j an ei ro a no ve mb ro d e 2 0 10 . No en tan to , nã o fo i di sp o ni bi li za da a no vasé rie , o q ue res ul to u n a d ife re nça en tre o to tal ap re se nta do ne sta p la ni lh a e o d iv ul ga do MTE . N o c aso do ac um ul ad o d o a no , os re su lta do s fora m a cre sci d os d e a ju ste s e a v ari a ção re la tiva tom a co mo refe rê nci a o es to q ue do mê s atu ala cum ul an do os a j uste s e o mê s de de ze mb ro d o a no t-1. 20
  • 21. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Bahia - Evolução Mensal dos Saldos das Admissões menos Desligamentos de Trabalhadores regidos pela CLT (2010 - 2011) Acumulado no Acumulado 12 Acumulado no ano Acumulado 12 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ano meses (MTE) 1 meses (MTE)1TOTAL 7.438 3.127 2.758 10.623 11.710 11.767 2.033 49.456 71.387 49.456 71.3871.EXTRAT MINERAL 124 43 93 190 35 108 104 697 1.214 697 1.2142.IND.TRANSFORMAÇÃO 995 4 510 1.065 1.314 1.764 1.449 7.101 9.033 7.101 9.033MIN. NÃO METÁLICOS 236 86 56 76 166 169 102 891 1.074 891 1.074METALÚRGICA 198 -351 48 -13 347 236 51 516 813 516 813MECÂN IC A 74 122 -66 -42 -34 146 81 281 479 281 479MAT. ELÉTRICO COMUM. 81 49 28 91 58 30 -32 305 446 305 446MAT. DE TRANSPORTE -6 -40 -35 15 13 27 40 14 12 14 12MADEIRA E MOBILIÁRIO 102 99 -32 144 -64 -27 -31 191 587 191 587PAP., PAPELÃO, EDIT. 71 39 34 -14 -45 78 6 169 425 169 425BOR., FUMO, COUROS 219 159 186 89 145 5 53 856 884 856 884QUIM.,PROD. FARM., VET. 350 -498 72 80 126 226 421 777 978 821 1.022TÊXTIL, VESTUARIO -81 41 -154 171 -90 348 112 347 642 347 642CALÇADOS -110 277 400 -294 -349 -506 497 -85 495 -85 495PROD. ALIMENT., BEBIDAS -139 21 -27 762 1.041 1.032 149 2.839 2.198 2.795 2.154 204 -128 89 103 -27 132 279 652 1.023 652 1.0233.SERV. IND. UT. PÚBLICA4.CONSTRUÇÃO CIVIL 820 -445 1.222 2.831 2.751 1.586 -3.833 4.932 3.485 4.932 3.485 2.143 -526 1.914 4.189 4.073 3.590 -2.001 13.382 14.755 13.382 14.7555.TOTAL INDÚSTRIA6.COMÉRCIO 671 160 -1.518 882 1.484 716 381 2.776 16.481 2.776 16.4817.SERVIÇOS 2.852 2.733 684 4.065 2.021 2.644 2.088 17.087 32.726 17.087 32.726 -29 147 30 184 0 -73 121 380 358 380 3588.ADM PÚBLICA9.AGRIC., SILVICULT. 1.801 613 1.648 1.303 4.132 4.890 1.444 15.831 7.067 15.831 7.067Fonte: MTE - Cada stro Gera l de E mprega dos e Dese mprega dos; El ab or aç ão FIE B/SDI(1 ) Em janeiro de 2011 , o M inistério do Trabalho e Em preg o (M TE) mu dou a me to dol ogia de apura ção dos d ado s da CA GED, a lterando os valores do período de ja neir o a novem br o d e 201 0. 21
  • 22. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Indicadores de economias avançadas CC/PIB , PIB previsões (%) , Juros % a.a. Balança comercial Conta corrente previsão (%) Produção T de axa Países PIB* (%) IPC** (%) Industrial* (%) desemprego** (%) 2011 2012 (3 meses) (10 anos) (Ú 12 meses, U bilhões) lt. S$ 2011Austrália 1,4 Q2 2,1 3,8 -3,3 Q2 5,3 Ago 3,6 Q2 4,86 4,33 29,2 Jun -33,5 Q2 -2,3Áustria 4,1 Q2 2,8 1,6 5,5 Jun 3,7 Jul 3,5 Jul 1,53 2,69 -7,5 Jun 10,7 Q1 1,4Bélgica 2,5 Q2 2,4 1,6 11,9 Mai 7,5 Jul 3,6 Ago 1,53 4,04 15,4 Jun 2,7 Mar 1,6Inglaterra 0,7 Q2 1,2 1,6 -0,7 Jul 7,9 Jun 4,4 Jul 0,90 2,56 -158,7 Jun -70,4 Q1 -2,0Canadá 2,2 Q2 2,5 2,4 nil Jun 7,2 Jul 2,7 Jul 0,91 2,28 -7,8 Jun -53,4 Q2 -2,7Noruega -0,4 Q2 1,2 1,6 -4,3 Jul 3,3 Jun 1,6 Jul 3,17 2,38 63,4 Jul 54,1 Q2 11,9Dinamarca 2,0 Q2 1,3 1,5 1,1 Jul 4,1 Jul 2,9 Jul 1,50 2,12 13,7 Jul 20,4 Jul 5,6França 1,6 Q2 1,7 1,3 2,3 Jun 9,9 Jul 1,9 Jul 1,53 2,68 -92,7 Jul -63,4 Jun -2,6Alemanha 2,8 Q2 3,0 1,6 10,3 Jul 7,0 Ago 2,3 Ago 1,53 1,92 197,3 Jun 189,2 Jul 5,0Itália 0,8 Q2 0,7 0,4 0,2 Jun 8,0 Jul 2,8 Ago 1,53 5,23 -49,4 Jun -83,3 Jun -3,7Japão -1,0 Q2 -0,4 2,5 -2,8 Jul 4,7 Jul 0,5 Jul 0,15 0,99 31,6 Jul 161,2 Jul 2,3Holanda 1,5 Q2 1,9 1,3 3,1 Jul 5,3 Jul 2,6 Ago 1,53 2,38 58,2 Jun 61,8 Q1 7,3Espanha 0,7 Q2 0,7 0,6 -5,7 Jul 21,2 Jul 2,9 Ago 1,53 4,98 -68,1 Jun -61,6 Jun -4,4Suécia 5,3 Q2 4,4 2,3 6,4 Jun 6,9 Jul 3,3 Jul 2,58 1,89 12,6 Jul 35,0 Q2 6,4Suíça 2,3 Q2 2,0 1,5 4,9 Q1 3,0 Ago 0,2 Ago 0,01 0,93 23,5 Jul 78,8 Q1 13,5EUA 1,5 Q2 1,6 2,0 3,7 Jul 9,1 Ago 3,6 Jul 0,16 2,03 -565,5 Jun -471,9 Q1 -3,3Zona do Euro (15) 1,6 Q2 1,7 1,0 2,9 Jun 10,0 Jul 2,5 Ago 1,53 1,84 -27,6 Jun -87,8 Jun -0,5Fonte: The Economist (08/09/2011) IPC = índice de preços ao consumidor CC = conta corrente do balanço de pagamentos* Variação % sobre igual período do ano anterior.** Variação % em 12 meses. 22
  • 23. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Ind icad ores eco nômicos d e pa ís es emergentes PIB, prev isõe s (%) Produç ão i ndus trial * J ur os c . pra zo % Bal ança com erc ial C onta c orrente Re ser vas c ambi ais Pa ís es PIB* (%) IP C** (%) (%) a .a . (US $ bi lhões ) 2 01 1 2 01 2 (Ú lt. 1 2 m es es , U S$ bil hõe s)China 9,5 Q2 9,0 8,6 14,0 J ul 6,5 J ul 5,66 177,5 Jul 303,2 Q2 3197,5 JunHong K ong 5,1 Q2 5,2 4,8 3,6 Q1 7,9 J ul 0,28 -46,4 Jul 14,1 Q1 278,8 J ulÍndia 7,7 Q2 7,9 8,2 8,8 J un 8,4 J ul 8,39 -107,8 Jul -44,3 Q1 290,8 J ulIndonésia 6,5 Q2 6,5 6,3 4,9 J un 4,8 A go 9,42 29,1 Jul 4,6 Q2 118,9 J ulMalásia 4,0 Q2 4,5 4,4 1,0 J un 3,4 J ul 3,27 35,7 Jul 30,3 Q2 133,7 J ulP aquistão 2,4 2011 2,4 4,9 - 3,0 J un 13,8 J ul 13,05 -15,3 Jul 0,6 Q2 16,8 J ulFilipinas 3,4 Q2 4,7 5,0 - 0,2 J un 4,3 A go 0,94 - 6,5 J un 8,2 Mar 63,3 J ulCingapura 0,9 Q2 5,0 4,9 7,4 J ul 5,4 J ul 0,34 48,3 Jul 51,3 Q2 249,2 J ulCoréia do S ul 3,4 Q2 4,2 4,0 3,8 J ul 5,3 A go 3,57 40,3 Ago 27,7 J ul 311,0 J ulTaiwan 4,9 Q2 4,4 4,5 3,9 J ul 1,3 A go 1,13 8,1 Jul 38,3 Q2 400,8 J ulTailândia 2,6 Q2 4,3 4,6 - 1,1 J ul 4,3 A go 3,60 15,4 Jul 20,8 J ul 181,0 J ulA rgentina 9,9 Q1 8,3 5,4 2,3 J un 9,7 J ul 12,50 9,9 Jul 3,2 Q1 49,1 J ulB rasil 3,1 Q2 3,6 3,8 - 0,3 J ul 7,2 A go 11,91 28,6 Ago -42,2 J ul 344,4 J ulChile 6,8 Q2 6,2 5,0 0,7 J ul 2,9 J ul 5,52 16,1 Ago 1,4 Q2 34,5 J ulColômbia 5,1 Q1 5,0 5,0 2,2 J un 3,3 A go 4,50 - 1,0 J un - 9,7 Q1 31,3 J ulMéx ic o 3,3 Q2 3,4 3,1 3,7 J un 3,3 J ul 4,17 - 0,1 Jul - 8,9 Q2 133,0 J ulP er u 5,3 Jun 6,5 5,0 2,2 J un 3,3 A go 4,20 7,4 J un - 3,4 Q2 46,3 J ulV enez uela 2,5 Q2 2,8 3,7 3,7 J un 26,5 A go 14,50 36,6 Q2 22,4 Q2 10,6 JunE gito - 4,2 Q1 1,2 3,5 - 5,2 Q1 10,4 J ul 9,10 -25,0 Q1 - 4,1 Q1 22,1 J ulIsr ael 3,4 Q2 4,7 3,5 - 3,9 J un 3,4 J ul 3,04 -13,6 Jul 5,2 Q1 77,9 J ulA rábia S audita 3,8 2010 6,7 5,3 na na 4,9 J ul 0,60 149,5 2010 75,3 2010 516,6 J ulÁ fric a do S ul 3,0 Q2 3,1 3,8 0,9 J un 5,3 J ul 5,58 1,1 Jul - 9,9 Q1 43,6 J ulRep. Tchec a 2,4 Q2 2,2 2,3 4,4 J un 1,7 J ul 1,16 8,4 Jul - 7,6 Q2 42,6 J ulHungria 1,5 Q2 2,8 2,5 2,7 J ul 3,1 J ul 6,08 9,0 J un 2,9 Q1 51,7 J ulP olônia 4,3 Q2 4,2 4,2 1,8 J ul 4,1 J ul 4,63 -14,3 J un -22,4 Jun 101,3 JunRúss ia 3,4 Q2 4,3 4,5 5,2 J ul 8,2 A go 4,73 176,0 Jul 76,1 Q2 490,2 J ulTurquia 11,0 Q1 5,7 3,5 6,7 J un 6,7 A go 8,12 -99,5 Jul -72,5 Jun 93,0 J ulF o nte: T he Eco n om ist (0 8/0 9/2 01 1 ) IPC = índ i ce d e p re ço s ao con su mi do r* V ari a ção % s ob re i g ua l p erío do do a no a n te ri or.** Va ria çã o % e m 12 me se s. 23
  • 24. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011 Relatório de Mercado do Banco Central: Expectativas de Mercado (02/09/2011) IPCA(%)6,50 6,386,00 5,325,505,004,504,00 jul- 10 jan- 11 f ev-11 ma - 10 ago- 10 set -10 ou t-10 nov-10 dez-1 0 mar -11 abr -11 m ai-11 ju n-11 j - 11 ago -11 j n-10 i ul u 24
  • 25. 1,50 1,70 1,90 (%) m ai-10 1 ,00 3 ,00 5 ,00 7 ,00 9 ,00 ma i-10 11 ,00 ju n-10 R$/ US $ jun- 10 jul-10 jul- 10 ago -10 ag o-1 0 set- 10 set -10 out-1 0 out- 10 nov-10 n ov- 10 de z-10 de z-1 0 jan- 11 IGP-M jan -11 fev- 11 fev -11 m ar-1 1 ma r- 11 Ta xa de c âm bio ( m édi a) ab r-11 abr -1 1 mai- 11 m ai- 11 jun-1 1 ju n-1 1 j - 11 ul jul- 11 a go-11 ago -11 1,60 1,63 5 ,02 5,6 1 8 ,00 9 ,00 10 ,00 11 ,00 12 ,00 13 ,00 m ai-10 1,5 0 1,6 0 1,7 0 1,8 0 1,9 0 2,0 0 (% ) ma - 10 i jun- 10 jun-10 jul-10 R$/US$ jul-1 0 ago-1 0 ago- 10 se t-10 set-10 out- 10 out- 10 nov-1 0 nov-10 de z-10 dez- 10 jan- 11 j n-11 a fev- 11 fev -11 mar -11 ma r-11 abr- 11 abr- 11 m ai-11 m ai-11 Taxa de Câmbio (fim de perí odo) Meta Taxa Selic (fim de período) jun- 11 jun-1 1 j - 11 ul jul-1 1 ago-1 1 ago- 11 1 2,38 1 1,88 1,6 0 1,6 5 Acompanhamento Conjuntural – 9/201125
  • 26. 3,0 4,0 5,0 7,90 8,90 9,90 10,90 11,90 12,90 13,90 mai-1 0 (%) mai-1 0 (%) jun-10 j n-10 u jul-10 jul-1 0 ago- 10 ag o-10 set- 10 set- 10 out- 10 out-1 0 nov- 10 nov-1 0 dez-1 0 de z-10 jan-1 1 jan- 11 fev- 11 fev- 11 m ar- 11 m ar-11 Crescimento do PIB abr- 11 Meta Taxa Selic (médi a) abr -11 m ai-11 mai-1 1 jun -11 j n-11 u jul- 11 jul-1 1 ago-1 1 ago -11 3,67 3,84 12,06 11,69 0,0 2,0 4,0 6,0 37,0 38,5 40,0 41,5 ma i-10 mai-10 (%) jun -10 jun -10 % do P IB jul- 10 jul-10 a go- 10 ago- 10 s et-1 0 set-10 o ut- 10 ou t-10 n ov- 10 nov -10 d ez- 10 dez-1 0 ja n-11 DLSP j n-1 1 a fe v-11 fev- 11 m ar- 11 ma r- 11 Produçã o Industrial ab r-11 ab r- 11 mai- 11 m ai-11 jun-11 ju n-1 1 jul-1 1 jul- 11 ago -11 a go- 11 3 8,00 3 9,20 2,63 4,30 Acompanhamento Conjuntural – 9/201126
  • 27. -9 0,00 -8 0,00 -7 0,00 -6 0,00 -5 0,00 -4 0,00 -3 0,00 -2 0,00 -1 0,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00 50,00 55,00 60,00 mai-10 mai-10 US $ b ilh õ es jun- 10 U S$ b il hõ e s jun-10 jul- 10 jul-10 ago- 10 ago-10 set-10 set-10 out- 10 out- 10 n ov 10 - n ov-10 dez-10 dez-10 jan-11 jan- 11 IED fe v 11 - fev-1 1 mar- 11 m ar- 11 C o n ta Co r re nte abr -11 abr -11 20 12 20 11 m ai 11 - m ai-11 jun-11 jun-11 jul-11 jul-11 ago -11 ago-1 1 -58,2 5 -68, 51 50,00 55,00 0,00 5,00 1 0,00 1 5,00 2 0,00 2 5,00 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 mai-10 m ai-1 0 (% ) j n-10 u j n-1 0 u U S$ b ilh õ e s jul- 10 jul-10 ag o-1 0 a go-10 se t-1 0 se t-10 o ut- 10 out -10 nov- 10 nov- 10 dez -10 dez-1 0 jan -11 jan-11 f ev- 11 fev-11 ma r- 11 B al a n ça C o me rc i al mar -11 P r e ço s Ad m in i s tr ad o s a br- 11 abr- 11 m ai-1 1 m ai-11 jun- 11 jun -11 jul-1 1 jul-11 ag o-1 1 23,0 0 11,60 4,50 5,35 Acompanhamento Conjuntural – 9/201127
  • 28. Acompanhamento Conjuntural – 9/2011Acompanhamento Conjuntural (AC) é uma publicação mensal daFederação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), produzida pelaSuperintendência de Desenvolvimento Industrial (SDI).Presidente: José de F. Mascarenhas Críticas e sugestões serão bem recebidas.Diretor Executivo: Roberto de Miranda Musser Endereço Internet: http://www.fieb.org.brSuperintendente: E-mail: sdi@fieb.org.brJoão Marcelo Alves Reprodução permitida, desde que citada a fonte.(Economista, Mestre em Administração pela UFBA/ISEG-UTL,Especialista em Finanças Corporativas pela New York University)Equipe Técnica:Marcus Emerson Verhine(Mestre em Economia e Finanças pela Universidade da Califórnia)Carlos Danilo Peres Almeida(Mestre em Economia pela UFBA)Ricardo Menezes Kawabe(Mestre em Administração Pública pela UFBA)Mauricio West Pedrão(Mestre em Análise Regional pela UNIFACS)Everaldo Guedes(Bacharel em Ciências Estatísticas – ESEB)