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Unidade 4   rumo a uma educação humanista
 

Unidade 4 rumo a uma educação humanista

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    Unidade 4   rumo a uma educação humanista Unidade 4 rumo a uma educação humanista Document Transcript

    • SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE GESTÃO EDUCACIONAL DEPARTAMENTO DE GESTÃO EDUCACIONAL Centro Municipal de Ensino Infantil MADRE ELISIA Ato de criação – Lei nº 338/96 – Manaus - AmazonasGestora: Wanderluci Almeida de SouzaPedagoga: Samuelly AguiarProfessoras do turno matutino:MaternalMaielly dos Santos CoelhoMárcia Cristina Costa de A. SampaioSimone Helen Drumond de Carvalho1º PeríodoAlcinéia da Silva CostaElen Cristina Cavalcante B. dos SantosMarciléia Briglia Alves2º PeríodoAna Mary dos Santos MartinsFrancisca Ângela Cavalcante AraújoLeusimar Macedo da SilvaEducação Especial (Sala de Recursos)Keila Gleicy Rocha de Assis http://simonehelendrumond.blogspot.com
    • UNIDADE 4 RUMO A UMA EDUCAÇÃO HUMANISTAAtividade 1 – Qual a relação entre Educação Humanista e Temas Transversais?A relação entre Educação Humanista e Temas Transversais, procurou-se demonstrar que o processo doensino-aprendizagem tem sido tão importante para a preservação dos costumes e da moral quantofundamental para a evolução do conhecimento e o progresso. São muitas as teorias pedagógicas e científicas,mas optamos por aquelas centradas no aluno. Da mesma forma nos aplicamos à análise da aprendizagem nãolimitada ao processo educacional proposto pelo currículo oficial, porque acreditamos envolver o indivíduoem sua socialização, em sua inteligência e a própria epistemologia do conhecimento.O conceito de transversalidade aplicado ao ensino foi discutido, buscando em diversos autores conceituadosa demonstração que é um útil instrumento para temas sociais, de saúde e éticos, não implicando na criaçãode novas disciplinas e, conseqüentemente, não fragmentando ainda mais o conhecimento. O ensinotransversal talvez seja a forma mais próxima do ideal para os temas que constituem a mentalidade cidadã.O ensino transversal das bases humanísticas da escolar é fator primordial ao desenvolvimento doseducandos. Para tanto, é necessário reconhecer saber que a educação que visa transmitir conhecimentos sejacega quanto ao que é o conhecimento humano, seus dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências aoerro e à ilusão, e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer.Não há uma linha do tempo entre estes pensadores, nem há – no meu entender – o totalmente certo ouerrado, assim como não há uma nítida passagem de uma teoria para outra. Talvez, como o vento misturandoas folhas que caem das árvores, as teorias da educação devam ser amalgamadas, sem perder o foco naqualidade, e ressaltando a complexidade da questão, pois, afinal “educar nos eixos transversais é educar nacomplexidade” humanista de cada ser.A educação democrática centrada no estudante, acompanhada da reflexão ética e bioética e embasada nasciências humanísticas não pode ser feita aplicando uma fórmula igual para todos. A própria conceituação deaceitar cada aluno como ser único implica que o processo de ensino e aprendizagem é individual, comcaracterísticas pessoais específicas. Múltiplos fatores estarão presentes, como já anunciado – símbolos,mitos, vivências etc. Mas outro fator igualmente importante está presente: a maturidade do aluno.É o vento que conduz a criação do Eixo Transversal de Bases Humanísticas na educação. Vento quetransforma o aluno, mudado de receptor de conhecimentos para agente da própria educação – isto éevolução.IMPORTANTE!A essência desta carta é fator primordial ao texto de todo projeto de EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO.
    • Carta da Transdisciplinaridade de acordo com os Eixos Transversais de Bases HumanísticasConsiderando que a proliferação atual das disciplinas acadêmicas e não acadêmicas leva a um crescimentoexponencial do saber, o que torna impossível qualquer visão global do ser humano.Considerando que somente uma inteligência capaz de abarcar a dimensão planetária dos conflitos atuaispoderá enfrentar a complexidade de nosso mundo e o desafio contemporâneo da autodestruição material eespiritual de nossa espécie.Considerando que a vida está fortemente ameaçada por uma tecnociência triunfante, que obedece apenas àlógica assustadora da eficácia pela eficácia.Considerando que a ruptura contemporânea entre um saber cada vez mais acumulativo e um ser interior cadavez mais empobrecido leva a uma ascensão de um novo obscurantismo, cujas conseqüências sãoincalculáveis.Considerando que o crescimento dos saberes, sem precedente na história, aumenta a desigualdade entreaqueles que os possuem e aqueles que deles são desprovidos, gerando assim desigualdades crescentes noseio dos povos e entre as nações de nosso planeta.Considerando ao mesmo tempo que todos os desafios têm sua contrapartida de esperança e que ocrescimento extraordinário dos saberes pode levar, a longo prazo, a uma mutação comparável à passagemdos hominídeos à espécie humana.Artigo 1: Qualquer tentativa de reduzir o ser humano a uma definição e de dissolvê-lo em estruturasformais, quaisquer que sejam, é incompatível com a visão transdisciplinar.Artigo 2: O reconhecimento da existência de diferentes níveis de Realidade, regidos por lógicas diferentes, éinerente à atitude transdisciplinar. Toda tentativa de reduzir a Realidade a um único nível, regido por umaúnica lógica, não se situa no campo da transdisciplinaridade.Artigo 3: A transdisciplinaridade é complementar à abordagem disciplinar; ela faz emergir do confronto dasdisciplinas novos dados que as articulam entre si; e ela nos oferece uma nova visão da Natureza e daRealidade. A transdisciplinaridade não busca o domínio de várias disciplinas, mas a abertura de todas elasàquilo que as atravessa e as ultrapassa.Artigo 4: O ponto de sustentação da transdisciplinaridade reside na unificação semântica e operativa dasacepções através e além das disciplinas. Ela pressupõe uma racionalidade aberta, mediante um novo olharsobre a relatividade das noções de “definição” e de “objetividade”. O formalismo excessivo, a rigidez dasdefinições e o exagero da objetividade, incluindo a exclusão do sujeito, levam ao empobrecimento.Artigo 5: A visão transdisciplinar é resolutamente aberta na medida que ultrapassa o campo das ciênciasexatas devido ao seu diálogo e sua reconciliação, não apenas com as ciências humanas, mas também com aarte, a literatura, a poesia e a experiência interior.Artigo 6: Com relação à interdisciplinaridade e à multidisciplinaridade, a transdisciplinaridade émultirefencial e multidimensional. Embora levando em conta os conceitos de tempo e de História, atransdisciplinaridade não exclui a existência de um horizonte transhistórico.Artigo 7: A transdisciplinaridade não constitui nem uma nova religião, nem uma nova filosofia, nem umanova metafísica, nem uma ciência das ciências.Artigo 8: A dignidade do ser humano é também de ordem cósmica e planetária. O aparecimento do serhumano sobre a Terra é uma das etapas da história do Universo. O reconhecimento da Terra como pátria éum dos imperativos da transdisciplinaridade. Todo ser humano tem direito a uma nacionalidade, mas, a título
    • de habitante da Terra, ele é ao mesmo tempo um ser transnacional. O reconhecimento pelo direitointernacional da dupla cidadania – referente a uma nação e a Terra – constitui um dos objetivos da pesquisatransdisciplinar.Artigo 9: A transdisciplinaridade conduz a uma atitude aberta em relação aos mitos e religiões e àqueles queos respeitam num espírito transdisciplinar.Artigo 10: Não existe um lugar cultural privilegiado de onde se possa julgar as outras culturas. Aabordagem transdisciplinar é ela própria transcultural.Artigo 11: Uma educação autêntica não pode privilegiar a abstração no conhecimento. Ela deve ensinar acontextualizar, concretizar e globalizar. A educação transdisciplinar reavalia o papel da instituição, doimaginário, da sensibilidade e do corpo na transmissão dos conhecimentos.Artigo 12: A elaboração de uma economia transdisciplinar está baseada no postulado de que a economiadeve estar a serviço do ser humano e não do inverso.Artigo 13: A ética transdisciplinar recusa toda atitude que se negue ao diálogo e à discussão, qualquer queseja sua origem – de ordem ideológica, cientificista, religiosa, econômica, política, filosófica. O sabercompartilhado deveria levar a uma compreensão compartilhada, baseada no respeito absoluto das alteridadesunidas pela vida em comum numa única e mesma Terra.Artigo 14: Rigor, abertura e tolerância são as características fundamentais da atitude e da visãotransdisciplinares. O rigor na argumentação que leva em conta todos os dados é a melhor barreira em relaçãoaos possíveis desvios. A abertura comporta a aceitação do desconhecido, do inesperado e do imprevisível. Atolerância é do reconhecimento do direito às idéias e verdades contrárias às nossas.Artigo final: A presente Carta da Transdisciplinaridade foi adotada pelos participantes do PrimeiroCongresso Mundial de Transdisciplinaridade e não reivindica nenhuma outra autoridade além de sua obra esua atividade. Segundo os procedimentos que serão definidos de acordo com as mentes transdisciplinares detodos os países, esta Carta está aberta à assinatura de qualquer ser humano interessado em promovernacional, internacional e transnacionalmente as medidas progressivas para a aplicação destes artigos na vidacotidiana. (NICOLESCU, 1999, pp.147-151)Atividades 2 – Em sua opinião, há a necessidade da inclusão de algum tema nos PCN? Qual? Se aresposta for positiva, faça a defesa da sua inclusão do tema no currículo escolar.Ética e Cidadania na Prática Educacional não tem a pretensão de ensinar aos profissionais da educaçãocomo fazer educação para a cidadania. A intenção é apresentar reflexões, exemplos, sugestões de se pensaruma prática educacional diferenciada pela preocupação ética e cidadã. Neste sentido, ressaltamos osParâmetros Curriculares Nacionais, como uma proposta a ser pensada com carinho por todos que queremfazer educação para a cidadania e ter na escola um convívio mais ético.Acreditamos, por fim que ele é um instrumento, uma, espécie de manual, que pode auxiliar aos técnicoseducacionais e professores nas suas atividades. Mas não é uma receita de bolo que dispense os profissionaisda reflexão e da criação. Nesse caminho somos todos aprendizes onde o, caminho vai sendo feito pelopróprio caminhar.Na formação do educador nada é visto sobre a história da criança e do adolescente. A falta de uma visãohistórica/ da realidade de crianças e adolescentes, entre outros fatores, dificulta a compreensão doseducadores com relação à cidadania de crianças e adolescentes. É preciso resgatarmos esta história que nãofoi contada, para compreendermos como desde a colonização, sistematicamente as crianças e os adolescentesvêm sendo desrespeitados e tratados como não cidadãos. Basta lembrarmos alguns episódios da nossa
    • história como a catequese das crianças indígenas, a escravidão das crianças negras, a roda dos expostos, oCódigo de Menores e as Febens.Este quadro de desrespeito prossegue nos nossos dias. Os jornais constantemente nos trazem matériaschocantes sobre exploração da mão-de-obra. infantil, prostituição infantil, violência doméstica contracrianças e adolescentes,crianças de rua. São os frutos de uma história de exclusão e autoritarismo, da qual aescola não pode esquivar-se, pois também contribuiu para isso ao reproduzir dentro de suas quatro paredes oque era vivenciado fora. A escola também "foi" autoritária e excludente.O Brasil deu um passo importante na conquista da cidadania infanto-adolescente, ao promulgar em 13 dejulho de.1990 a Lei 8.069/90(Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA). O Estatuto representa um novoparadigma com relação ao tratamento dispensado à infância e adolescência brasileira para compreendermosesta conquista da sociedade brasileira, é necessário conhecermos um pouco do que existia antes do ECA, ouseja, o Código de Menores.O primeiro Código de Menores foi criando em 1927, tendo a autoria do juiz de menores Mello Maltos. Esseprimeiro Código de Menores teve como objetivo cuidar das questões de higiene da infância e dadelinqüência. estabelecia a vigilância pública sobre a infância e a vigilância sobre a amamentação, osexpostos, os abandonados, os maltratados (podendo, inclusive, retirar o Pátrio Poder). Se a criança fossemaior de 16 anos e menor de 18 anos, caso cometesse algum crime iria para uma prisão de adultos. Caberiaao juiz buscar a regeneração.Em 1964, ocorre o golpe de Estado e os militares assumem o poder, implantando um regime ditatorial comrelação à po1ítica de atendimento a crianças e adolescentes foram instituídas duas leis: A Lei. 4.5l3/64 queestabelecia a Política Nacional de Bem-Estar do Menor (PNBEM) e, Lei 6.697/79 (Código de Menores) quetratava da proteção e vigilância aos menores em situação irregular.A escola não vai resolver os seus problemas fechando-se sobre si, pois os seus problemas não são apenasseus, são da sociedade como um todo. O problema é que no dia-a-dia da: escola, quando ocorrem asadversidades e os confrontos, não se sabe o que fazer, como agir. Apela-se para o autoritarismo, toma-semedidas repressivas, mas nada educativas. É a suspensão, o "cala a boca", o bilhetinho para os pais, o deixarde castigo, reprovação. Impõem-se as sanções, mas não se esclarece as normas nem as razões do porquêdeve-se observá-las. Isso porque falta à maioria das escolas um projeto pedagógico comum, cada professortoma as medidas que considera mais apropriadas. Mas a escola não dá uma resposta institucional para osproblemas. “Deixo claro que não estou generalizando, mas revelando o que ocorre em muitas instituições emuitas estão retratadas nos diversos meios de comunicação do país”. (Simone Helen Drumond Ischkanian)Tem muito professor com saudades da palmatória, pois naquele tempo os papéis estavam bem definidos e oque fazer era bastante claro: aluno obedece, professor manda, do contrário palmatória nele. Só que essetempo passou, hoje sabemos que o professor é o senhor do processo educacional. Sem o aluno não existesentido para a existência do professor, nem mesmo da educação. Hoje, devemos partir de uma realidade defato crianças e adolescentes (alunos) são sujeitos de direito, são cidadãos.Os limites e as sanções impostos aos alunos devem buscar a realização da justiça e ter um fim pedagógico.Nesse sentido, o ECA oferece à escola um indicativo, quando propõe a aplicação de medidas sócio-educativas para os adolescentes que cometem algum ato infracional. As medidas sócio-educativas não sãomeras punições, não é punir por punir para ver o outro sofrer e pagar pelos seus erros. As medidas são sócio-educativas justamente porque intencionam a sociabiliade e a formação do adolescente. O mesmo deveria serpensado na instituição escolar, os educadores, diante da indisciplina dos alunos, deveriam tomar medidasque visem a formação e a socialização do educando, isto é, medidas que visem o crescimento pessoal esocial.Se o educando comete um erro, o educador deve ajudá-lo assumir, ter consciência do erro e buscar reparar odano cometido. O educador não deve ser conivente e passivo diante das possíveis injustiças cometidas na
    • sala de aula. O que o educador não deveria fazer é impor uma sanção que seja superior à falta cometida,perseguir e ameaçar o aluno como fantasma da reprovação, humilhar, culpar a turma inteira pelo erro de um.Tudo isso, não é nem justo, nem ético, nem educativo. E se queremos uma educação para a cidadania, temosque começar com o exemplo, buscando ser justos, éticos e educativos nas nossas relações e ações.Atividade 3 – Quais são as formas mais adequadas, mais recomendadas para se trabalhar com ostemas transversais?O professor deve trabalhar com os temas transversais como partes integrantes das áreas e não como algoestanque. Os temas transversais não são aulas especiais, nem tão pouco áreas de ensino. A proposta contidanos PCNs não é dar aulas de Ética, Pluralidade cultural, entre outros, mas transpassar (passar por) todas asdisciplinas do currículo.Pluralidade CulturalNossa sociedade é formada por etnias, com imigrantes de diferentes países. Assim faz-se necessário buscarcaminhos para uma convivência harmoniosa, na qual todos são iguais em direitos e deveres. O preconceitovelado existente em nossa sociedade, a discriminação e a exclusão social precisam ser superados para aconsolidação de um mundo viável. Precisamos fomentar em nossas escolas a valorização do homem,independentemente de cor, etnia, religião, sexo e idade.ÉticaA vida social é repleta de relações contraditórias que muitas vezes são responsáveis pelas desigualdadessociais que tem como filha a violência. A violência invadiu todas as esferas da nossa vida no nossocotidiano, ela está presente nas relações com as pessoas, em nosso corpo e em nossa mente. Na rua, nasescolas, nas famílias, na mídia. É um produto humano que deteriora a vida social e contamina toda asociedade. Caminhamos rumo à destruição do “outro” e de nós mesmos. Assim propiciar a reflexão,discussão para a aquisição de novas atitudes para a construção de um mundo melhor por meio de cadadisciplina, é dever de todos educadores.Meio AmbienteSão grandes os desafios a enfrentar quando se procura direcionar as ações para a melhoria das condições devida no mundo. Um deles é relativo à mudança de atitudes na interação com o patrimônio básico para a vidahumana: o meio ambiente.Os alunos podem ter nota 10 nas provas, mas, ainda assim, jogar lixo na rua, pescar peixes-fêmeas prontaspara reproduzir, atear fogo no mato indiscriminadamente, ou realizar outro tipo de ação danosa, seja por nãoperceberem a extensão dessas ações ou por não se sentirem responsáveis pelo mundo em que vivem.Como é possível, dentro das condições concretas da escola, contribuir para que os jovens e adolescentes dehoje percebam e entendam as conseqüências ambientais de suas ações nos locais onde trabalham, jogambola, enfim, onde vivem.Como eles podem estar contribuindo para a reconstrução e gestão coletiva de alternativas de produção dasubsistência de maneira que minimize os impactos negativos no meio ambiente? Quais os espaços quepossibilitam essa participação? Enfim, essas e outras questões estão cada vez mais presentes nas reflexões.Educação para o TrânsitoEste tema tem por objetivo trazer a tona, em sala de aula, questões sociais que possibilitem a construção dademocracia e da cidadania.Pense-se, por exemplo, o direito ao transporte associado à qualidade do meio ambiente; ou a convivência noespaço público e o desrespeito às regras de trânsito, ou ainda, a segurança de motoristas e pedestres (Otrânsito brasileiro é um dos que, no mundo, causa maior número de mortes). Assim, de forma ampla, o tematrânsito nos remete a refletir sobre as características de nossos modos de vida e nossas relações sociais.
    • Orientação SexualAo tratar do tema Orientação Sexual, busca-se considerar a sexualidade como algo inerente à vida e à saúde,que se expressa no ser humano, do nascimento até a morte.Relaciona-se com o direito ao prazer e ao exercício da sexualidade com responsabilidade.Engloba as relações de gênero, o respeito a si mesmo e ao outro e à diversidade de crenças, valores eexpressões culturais existentes numa sociedade democrática e pluralista.Inclui a importância da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis/Aids e da gravidez indesejada naadolescência, entre outras questões polêmicas. Pretende contribuir para a superação de tabus e preconceitosainda arraigados no contexto sociocultural brasileiro.Trabalho e ConsumoEste tema incorpora no currículo escolar demandas sociais urgentes, de abrangência nacional, passíveis deensino e aprendizagem no ensino fundamental e com importante papel na promoção da participação social epolítica. Seus pressupostos são os seguintes: em todo produto ou serviço consumido existe trabalho social;este trabalho é realizado segundo determinadas relações de trabalho que não são naturais e sim construídashistoricamente, sendo, portanto, passíveis de crítica, intervenção e transformação.Busca-se, portanto, pela análise do trabalho e do consumo na atualidade, explicitar as relações sociais nasquais se produzem as necessidades, os desejos e os produtos e serviços que irão satisfazê-los. Participar dosdebates sobre as formas de realização e organização do trabalho e do consumo, compreendendo suasrelações, dependências, dilemas e direitos vinculados, assim como os valores que lhe são associados,subsidiará uma atitude crítica, na perspectiva da valorização de formas de ação que favoreçam uma melhordistribuição da riqueza produzida socialmente.SaúdeSaúde constitui um dos temas transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/MEC) e,antes de tudo, é um direito fundamental do cidadão. Nesse sentido, a escola tem a função de orientar oestudante com as noções básicas de higiene e saúde, lembrando-lhe que cada indivíduo deve ser responsávelpelo seu próprio bem-estar.Temas complexos como uso de drogas, Aids e gravidez na adolescência também se inserem nesta seção.Referências:Curso de programa de educação de trânsito. Manaustrans. Manaus. 2011DRUMOND, Simone Helen Ischkanian, Educação para o Trânsito, Disponível emhttp://simonehelendrumond.blogspot.com.