Planejamento e avaliação na educação

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  • 1. Planejamento e Avaliação Educacional Simone Helen Drumond de Carvalho simone_drumond@hotmail.com http://simonehelendrumond.blogspot.com (92) 8813-9525 / 8808-2372 Quem quer que seja que avalie revela o seu projeto ou o que lhe impuseram os seus preconceitos, as preocupações, a sua intuição. Ao avaliar o que vejo, digo o que procuro e, se não estiver consciente disso, não posso pretender ser aquilo que hoje se chama de ator social e que antigamente se chamava de homem livre. Phelippe Meirieu1) A atual prática da Avaliação Escolar viabiliza um processo de democratização doensino? Justifique.A avaliação da aprendizagem deve ser entendida como um dos aspectos do ensino pelo qualo professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio trabalho, logo, uminstrumento de acompanhamento e aperfeiçoamento do processo de aprendizagem do alunoe, bem como diagnosticar seus resultados e atribuir-lhe o valor. A avaliação da aprendizagemdeve está relacionada a uma concepção de formação de homem reflexivo, crítico e compostura cidadã. Buscamos com este texto contribuir para uma análise reflexiva levando-os àcompreensão e à superação da discrepância entre a teoria e a prática observada no contextoescolar. Nossos propósitos visam uma perspectiva de avaliação da aprendizagem “[...] aserviço de uma pedagogia que entenda e esteja preocupada com a educação comomecanismo de transformação social”. (LUCKESI, 2002, p.28), contribuindo para oaperfeiçoamento e a tomada de consciência do professor como agente histórico socialtransformador da realidade social.
  • 2. 2) Discorra sobre as avaliações diagnóstica, formativa e classificatória.A principal função da forma de avaliação é verificar o que o aluno aprendeu e tomar uma basede decisão para aperfeiçoar subseqüentemente o processo ensino-aprendizagem na buscade melhores resultados. A avaliação do processo ensino-aprendizagem, apresenta três tiposde funções: diagnóstica (analítica), formativa (controladora) e somativa (classificatória).a) A avaliação diagnóstica geralmente é realizada inicialmente pelo educador paradiagnosticar os pontos fracos e fortes do aluno na área de conhecimento em que sedesenvolverá o processo de ensino-aprendizagem. O processo de ensino é um processo deconstrução de conhecimento e diagnosticar no início é como verificar se a fundação da casaestá boa para se iniciar a construção, ou seja, se o aluno domina todos os pré-requisitos. Porexemplo, antes de ensinar as operações de multiplicação, é interessante saber se alunodomina bem o processo de soma. Assim, o resultado da avaliação diagnóstica pode apontaruma necessidade de revisão de um assunto que servirá de base para os seguintes, quepoderá ser trabalhada individualmente ou coletivamenteFunção da avaliação diagnóstica: A avaliação diagnóstica possui uma importância elevadano processo de ensino-aprendizagem. Luckesi argumenta que a avaliação deve serdiagnóstica, voltada para autocompreensão e participação do aluno.Luckesi defende que a avaliação deva ser um instrumento auxiliar de aprendizagem (maisdiagnóstica) e não para aprovação/reprovação de alunos (menos somativa): "...que (aavaliação) ela seja um instrumento auxiliar da aprendizagem e não um instrumento deaprovação ou reprovação dos alunos... Este é o princípio básico e fundamental para que elavenha a ser diagnóstica. Assim como é constitutivo do diagnóstico médico estar preocupadocom a melhoria de saúde do cliente, também é constitutivo da avaliação da aprendizagemestar atentamente preocupada com o crescimento do educando. Caso contrário, nunca serádiagnóstica" .Outro aspecto interessante é sobre a idéia de Luckesi da função da avaliação, comoinstrumento de autocompreensão do professor, aluno e sistema de ensino, permitindodescobrir os desvios: No que se refere à proposição da avaliação e suas funções, há que sepensar na avaliação como um instrumento de diagnóstico para o avanço e, para tanto, eleterá as funções de autocompreensão do sistema de ensino, de autocompreensão doprofessor e autocompreensão do aluno. O professor, na medida em que está atento ao
  • 3. andamento dos seus alunos, poderá, através da avaliação da aprendizagem, verificar oquanto o seu trabalho está sendo eficiente, e que desvios está tendo. O aluno, por sua vez,poderá estar permanentemente descobrindo em que nível de aprendizagem se encontra,dentro de sua atividade escolar, adquirindo consciência do seu limite e das necessidades deavanço.Para Luckesi a avaliação funciona como ferramenta de autocompreensão, deve ter um caráterparticipativo: "Para que a avaliação funcione para os alunos como um meio deautocompreensão, importa que tenha, também, o caráter de uma avaliação participativa. Porparticipativo, aqui, não estamos entendendo o espontaneísmo de certas condutas auto-avaliativas, mas sim a conduta segundo a qual o professor, a partir dos instrumentosadequados de avaliação, discute com os alunos o estado de aprendizagem que atingiram."Concluindo, Luckesi defende que a avaliação diagnóstica possui elevado valor didático, umavez que permite uma correção de rumos do sistema de ensino, do professor e do aluno,durante o processo de ensino-aprendizagem por meio da autocompreensão, e que para queesta ocorra, deve ser participativa, através de diálogo adequado com os alunos.b) A avaliação formativa é aquela com a função controladora sendo realizada durante todo odecorrer do período letivo, com o intuito de verificar se os alunos estão atingindo os objetivosprevistos. Logo, a avaliação formativa visa, basicamente, avaliar se o aluno dominagradativamente e hierarquicamente cada etapa da aprendizagem, antes de prosseguir paraoutra etapa subseqüente de ensino-aprendizagem, os objetivos em questão. É através daavaliação formativa que o aluno toma conhecimento dos seus erros e acertos e encontraestimulo para um estudo sistemático. Essa modalidade de avaliação é orientadora, porqueorienta o estudo do aluno ao trabalho do professor. É motivadora porque evita as tensõescausadas pelas avaliações.c) A avaliação somativa tem por função básica a classificação dos alunos, sendo realizadaao final de um curso ou unidade de ensino, classificando os alunos de acordo com os níveisde aproveitamento previamente estabelecidos. No momento atual a classificação do aluno seprocessa segundo o rendimento alcançado, tendo por parâmetro os objetivos previstos. Aavaliação somativa “objetiva avaliar de maneira geral o grau em que os resultados maisamplos têm sido alcançados ao longo e final de um curso”. Essas três formas de avaliaçãodevem ser vinculadas ou conjugadas para se garantir a eficiência do sistema de avaliação e aexcelência do processo ensino-aprendizagem.
  • 4. Por que tanta ênfase nas avaliações somativas?Apesar de Luckesi defender de forma convincente a avaliação diagnóstica, na prática vemosuma tendência elevada pela utilização de avaliações somativas, em detrimento dasavaliações diagnósticas e formativas. A percepção de tal tendência é nítida no predomínio do"modelo vestibular" amplamente utilizado no Brasil e o "modelo prova" na maioria de escolasque seguem um modelo tradicional de ensino. Mas qual seriam os motivos para estapreferência?O produto esperado da avaliação diagnóstica é a detecção de problemas, procurandoidentificar causas e apontar soluções. Este processo deve ser realizado antes e durante todoo processo de ensino-aprendizagem, não no final, onde já não há mais tempo hábil para quese apliquem as devidas correções. Logo percebe-se que a avaliação diagnóstica ou formativagera um esforço maior do professor; este precisa conhecer a deficiência específica de cadaaluno, de forma individualizada, autocompreensiva e participativa. E assim, quando não hápreocupação real com o desenvolvimento do aluno, o professor opta por priorizar a aplicaçãode avaliações somativas. Para agravar o problema, alguns professores jogam a sujeira parabaixo do tapete, afrouxando as exigências da avaliação para que notas baixas não reflitam arealidade.É então necessário reavaliar o processo de avaliação, aplicando avaliações diagnósticas emmomentos estratégicos, e a partir da detecção de doenças aplicar o remédio, mesmo queamargo. Somente assim é que podemos saudavelmente desenvolver um bom nível deeducação.A importância de cada tipo de avaliaçãoOs tipos de avaliações não são excludentes entre si. Uma avaliação pode ter característicasdiagnósticas, formativas e/ou somativas ao mesmo tempo, servindo para dois objetivossimultaneamente.Um bom processo de ensino-aprendizagem consiste em um ciclo iterativo em que sediagnostica forma, classifica e diagnostica novamente. Um educador que negligencia um ououtro tipo de avaliação geralmente provavelmente não deve colher bom resultados.
  • 5. Caso o professor não tenha diagnosticado no início, pode cometer o erro de tentar ensinaralgo que o aluno não é capaz de aprender, por falta de conhecimentos básicos para construirseu conhecimento.O aluno que não teve avaliações formativas ao longo do curso pode não ter um bomdesempenho na avaliação somativa, por falta de autocompreensão dos assuntos enegligenciar um estudo mais aprofundado.3) Reflita e posicione-se acordo com a realidade educacional do nosso Estado:“antes de se avaliar é necessário conhecer a realidade dos alunos, a comunidade queestão inseridos, os problemas sociais locais, entre outras informações. (Turra et al.-1996)Verdadeiramente, “antes de se avaliar é necessário conhecer a realidade dos alunos, acomunidade que estão inseridos, os problemas sociais locais, entre outras informações.(Turra et al.- 1996), porém nas palavras de Vasconcellos (2006), “enquanto o professor nãomudar a forma de trabalhar em sala de aula, dificilmente conseguirá mudar a avaliaçãoformal, decorativa, autoritária, repetitiva e sem sentido” (p. 67). Este é o nosso grande desafio.E ele precisa acontecer o mais breve possível, portanto, não pergunte de quem é a vez, estaé a sua vez de refletir sobre a prática docente. E por meio da reflexão crítica e coletiva buscarsubsídios para saber como atuar no sentido de sua transformação.O importante é estabelecer um diagnóstico adequado para cada aluno e identificar aspossíveis causas de seus fracassos ou dificuldades, visando uma maior qualificação e nãosomente uma quantificação da aprendizagem. A avaliação deve contribuir para odesenvolvimento das capacidades dos alunos, pode-se dizer que ela se converte em umaferramenta pedagógica, em um elemento que melhora a aprendizagem do aluno e aqualidade do ensino.Em minha experiência como educadora, percebo que o cumprimento mecânico da atividadedocente serve muito pouco para uma efetiva aprendizagem e para o desenvolvimento doaluno, que segundo Luckesi (2005) significa a formação de suas convicções afetivas, sociaise políticas. Significa o desenvolvimento de suas capacidades cognitivas e habilidadespsicomotoras, enfim, amplia sua capacidade e seu modo de viver. Portanto, o planejamentoda ação docente, necessita ser precedido de um Projeto Político Pedagógico que definirá osobjetivos políticos da ação com as linhas mestras a serem seguidas e de um Planejamento
  • 6. Curricular Institucional, que dimensionará os conteúdos socioculturais que serão transmitidose assimilados pelos alunos de forma que possibilitem atingir os objetivos pedagógicos que setenha estabelecido.Insisto na importância da mudança da prática do professor não por considerá-lo o granderesponsável pelo fracasso escolar. O fato de apontar para as responsabilidades doseducadores significa que temos um grande poder em mãos, limitado, mas real que pode levara uma transformação da prática educacional na direção de um ensino de qualidade edemocrático.4) Explique e exemplifique a conexão entre avaliação e planejamento.O planejamento é indissociável à prática da avaliação, mesmo que não sistematicamente,todo professor faz uma avaliação do processo. Neste processo de planejar e avaliar, osprimeiros elementos sobre os quais se deve buscar uma explicitação são os objetivos daprática docente, em termos de competências, habilidades e atitudes a se desenvolver e deconceitos e procedimentos a se construir.Planejar exige a explicitação prévia dos objetivos de ensino, com subseqüente reflexãoquanto às expectativas das atividades para o desenvolvimento desejado. A análise daprodução do aluno, também, é um momento essencial para o processo de planejar e avaliar.É estreita e indivisível a relação existente entre a avaliação e os demais elementos doplanejamento no processo de ensinar e aprender, porque da mesma forma que se avalia oque se ensinou, ou o que se aprendeu, avalia-se para ensinar e aprender melhor. Assim, nãohá como dissociar a avaliação dos demais elementos que constituem o planejamento nointuito de alcançar uma prática significativa em sala de aula.Libâneo ( 1994, p.119 ) explicita essa correspondência quando, falando sobre a relação dosconteúdos com os objetivos, naturalmente antecipa a questão da avaliação e da metodologia:“Os objetivos antecipam os resultados e os processos esperados do trabalho conjunto doprofessor e dos alunos, expressando conhecimentos, habilidades e hábitos (conteúdos) aserem assimilados de acordo com as exigências metodológicas [...]”Em geral, a avaliação, como elemento constitutivo do planejamento, é citada como se elativesse um lugar fixo na dinâmica do processo de ensino e aprendizagem. É comum osprofessores colocarem a avaliação como um elemento final desse processo. Porém, sendo
  • 7. diagnóstica, aparecerá tanto no início, para detectar o ponto de partida, como durante oandamento do processo, para perceber o desenvolvimento da caminhada, e por último, aotérmino de um determinado período como ponto de chegada, ainda que provisório, para julgaras possibilidades de avanço ou de recuo, como momento próprio de pontuação dosresultados, mas sempre como diagnóstico para a continuidade. Na prática, como indicaLuckesi (1996, p.150) “a avaliação tem sido executada como se existisse independente doprojeto pedagógico e do processo de ensino e, por isso, tem-se destinado exclusivamente auma atribuição de notas e conceitos aos alunos”.O planejamento não é algo que precisa ser feito. Ele é um processo de racionalização,organização e coordenação. Na escola, no entanto, para que o professor cumpra a sua realfunção, é preciso que esteja fundamentado nas exigências sociais, num projeto definido devisão de mundo, de sociedade e do homem que se quer formar.A ação de planejar, portanto, não se reduz ao simples preenchimento de formulários paracontrole administrativo; é, antes, a atividade consciente de previsão das ações docentes,fundamentadas em opções político-pedagógicas (LIBÂNEO, 1994, p.222).Desde os tempos do curso do magistério, ou nos primeiros dias de aula, o professor sabe queplanejamento é constituído de objetivos, conteúdos metodologia e avaliação. No entanto,muitas vezes não faz a devida, a fundamental e imprescindível, correspondência entre esseselementos.Os elementos interdependentes do planejamento de ensino estão ligados ao para queensinar? O que ensinar? Como ensinar? Estes correspondem respectivamente a objetivos,conteúdos e metodologia, que naturalmente estão todos interligados com a avaliação. Parece-nos tão lógica essa relação que dispensaria maior reflexão sobre o assunto, porém, se oproblema ainda persiste, devem existir também tentativas de clarear a conexão entre oselementos constitutivos do planejamento.Primeiramente é oportuno dizer que, em relação aos objetivos, estes não são quaisquerobjetivos, nem simplesmente os listados a partir de um conteúdo escolhido quase quealeatoriamente. São, sim, aqueles definidos a partir da análise da realidade social, econômica,cultural, que estão pautados na visão de sociedade, acima já colocada, que naturalmente temrelação com o para que ensina, para quem e o que ensinar. Estes que são a linha diretiva dotrabalho do professor, deverão estar muito bem definidos para ele, a fim de que possa
  • 8. transmiti-los aos alunos e ambos possam, juntos, diminuir a distância entre o onde se está e oaonde se quer chegar.Quanto á significação dos objetivos, Libâneo (1994, p.122) deixa-as claros e explicitados demaneira simples, porém contundente, quando a eles se refere: Os objetivos são o ponto departida, as premissas gerais do processo pedagógico. Representam as exigências dasociedade em relação à escola, ao ensino, aos alunos e, ao mesmo tempo, refletem asopções políticas e pedagógicas dos agentes educativos em face das contradições sociaisexistentes na sociedade.Da mesma maneira, os conteúdos e a metodologia a serem adotados, serão coerentes comos objetivos, isto é, se o aonde ir está definido, naturalmente se encontram os melhorescaminhos para chegar lá. Isso se refere ao como ensinar. E, conseqüentemente, se avalia opercurso feito a partir do que se tinha em mente realizar. Se tudo estiver evidente para oprofessor em sala de aula, este esclarecerá aos alunos o sentido do para quer, o que, e ocomo aprender. Além disso, mostrará o significado da avaliação diagnóstica a fim de queadquiram, para toda vida, a autonomia para continuar aprendendo a aprender.5) Por que planejar não é um ato simplesmente técnico?No seu livro Projeto Esperança, Roger GARAUDY nos lembra que, para construir o futuro,não basta estarmos atentos aos meios educativos; temos de estar atentos aos fins. Diz ele: "A função primordial da educação já não pode ser adaptar a criança a uma ordem existente, fazendo com que assimile os conhecimentos e o saber destinados a inseri-la em tal ordem, como procederam gerações anteriores, mas, ao contrário, ajudá-la a viver num mundo que se transforma em ritmo sem precedente histórico, tornando-a, assim, capaz de criar o futuro e de inventar possibilidades inéditas. Que nossos sistemas escolares e universitários atuais não correspondem em absoluto a esse nova necessidade, é uma evidência que as experiências de maio de 1968, nas universidades do mundo inteiro, e nas manifestações de contestação dos estudantes no
  • 9. curso dos anos que se seguiram, foram sintomas brutalmente reveladores. O problema em questão não pode mais ser resolvido simplesmente por uma reforma do ensino, isto é, por uma modificação dos meios que permita atingir melhor os fins até aqui visados, mas por uma verdadeira revolução cultural; que ponha novamente em questão esses fins, e se oriente para a pesquisa e a descoberta de um novo projeto de civilização. ". (GARAUDY. p. 10)Já não basta - e nunca bastou - pensar nos meios, nas técnicas e na sofisticação dosrecursos tecnológicos. Eles são necessários, mas como meios. Toma-se premente aprendera meditar sobre os fins e os valores que devem orientar a Educação. E, então, os meios serãoselecionados tendo em vista os fins. Necessitamos de eficiência; não eficiência para qualquerfinalidade, mas eficiência que nos auxilie a dar conta das perspectivas de vida sadia para osseres humanos.Importa que a prática de planejar em todos os níveis: educacional, curricular e de ensino,ganhe a dimensão de uma decisão política, científica e técnica. É preciso que ultrapasse adimensão técnica, integrando-a numa dimensão político-social. O ato de planejar, assimassumido, deixará de ser um simples estruturar de meios e recursos, para tornar-se omomento de decidir sobre a construção de um futuro. Será o momento de dimensionar anossa mística de trabalho e de vida.Referência:GARAUDY, Roger. O Projeto Esperança, Salamandra, 1976.LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez. Editora, 1994.LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 4. ed. São Paulo : Cortez, 1996.LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. 13º ed. São Paulo: Cortez,2002.VASCONCELOS, Celso dos Santos. Avaliação: Concepção Dialética – libertadora doprocesso de avaliação escolar. 16 ed. São Paulo: Libertad, 2006.