Palestra: EDUCAÇÃO – Construindo relações de Essência e Convivência                                           Manaus – AM ...
1. bullying direto;   2. bullying indireto, também conhecido como agressão socialO bullying direto é a forma mais comum en...
Espalhar rumores negativos sobre a vítima.       Depreciar a vítima sem qualquer motivo.       Fazer com que a vítima faça...
emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta.Vítimas norte-americanas ...
espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamentodeveria desenvolver o es...
Devemos levar nossos educandos, as pessoas que convivem conosco que a brincadeirainconseqüente, transforma-se em fatalidad...
32. Atenção aos especialistas e políticos que só colocam a culpa no educador. Estes devem ter idéiaque a educação envolve ...
Para enfeitar a noite do meu bem                               Ah! como este bem demorou a chegar                         ...
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Palestra gabriel chalita em manaus 210809

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  1. 1. Palestra: EDUCAÇÃO – Construindo relações de Essência e Convivência Manaus – AM Palestrante: Gabriel Chalita Glosas: Simone Helen Drumond Ischkanian http://simonehelendrumond.blogspot.com simone_drumond@hotmail.com1. O educador deve acreditar na grandeza do SER HUMANO. Você deve lapidar o educando.2. Para educar o outro é preciso educar-se constantemente.3. Como educadores, não podemos descartar nossos educandos. NÃO DESCARTE O OUTRO.4. O processo ensino e aprendizagem dar-se em todos os ambientes. Engana-se o educador que achaque o aluno só aprende através de suas mediações.5. Como educadores, não podemos parar de quebrar paradigmas e relacioná-los (adaptá-los) asnossas perspectivas educacionais.6. Infeliz é aquele, que é capaz de colocar-se no lugar do outro.7. Como educadores temos o poder de mediar saberes e destruir sonhos. Devemos ter cuidado comas marcas que deixamos nas pessoas.8. Devemos perceber o contexto de valores de nossos educandos (do ser humano).9. Devemos ter muito cuidado quando formos denunciar um trauma, cada educador deve ter umaholística futurística do contexto da problemática para que seus objetivos sejam alcançados.10. A educação não pode ser 100% burocrática, pois ela é o ato de tocar na alma de nossoseducandos. Devemos convidar nossos educandos a caminhar conosco. Escola e educadorburocrático, caminha em seus próprios objetivos, enquanto seus educandos caminham semperspectivas (sem foco) da real competência do educar.11. Atenção quando os alunos nos testam. Devemos lembrar que somos os parceiros maisexperientes da relação educacional, através da sensibilidade é que se educa o outro.12. BullyingCaracterização do bullyingNo uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descreveruma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer oseu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.O cientista sueco - mas que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus definebullying em três termos essenciais: 1. o comportamento é agressivo e negativo; 2. o comportamento é executado repetidamente; 3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidasO bullying divide-se em duas categorias: simone_drumond@hotmail.com
  2. 2. 1. bullying direto; 2. bullying indireto, também conhecido como agressão socialO bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos.A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e criançaspequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido atravésde uma vasta variedade de técnicas, que incluem: espalhar comentários; recusa em se socializar com a vítima intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local detrabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder étípicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, pareceque o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a maisintimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer oagressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios desubsistência.Características dos bulliesPesquisas indicam que adultos agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com umaforte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um déficit em habilidadessociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco emparticular.Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para aprática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bulliessofram de qualquer déficit de auto-estima.Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimoa comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com aauto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância: "Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullyingfrequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.Tipos de bullyingOs bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar osoutros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying: Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada. Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade. Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os simone_drumond@hotmail.com
  3. 3. Espalhar rumores negativos sobre a vítima. Depreciar a vítima sem qualquer motivo. Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens. Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully. Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência. Isolamento social da vítima. Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc). Chantagem. Expressões ameaçadoras. Grafitagem depreciativa. Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").Locais de bullyingO bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas,universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.EscolasEm escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Elepode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado CurtisTaylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por trêsanos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leiteachocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Marçode 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio".Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, quepodem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matouem 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentroda sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelosatos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy)interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.Nos anos 1990, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o maisnotório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam seremvítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escolahavia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradoresprocessaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas.Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente aprática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bemcomo o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurandouma forma de suporte por parte dos pares.Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estãoagora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimastêm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento simone_drumond@hotmail.com
  4. 4. emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta.Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escolaou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou degênero ou assédio moral.O bullying nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, porexemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação deestudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputaçãode uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de condutanunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditarque seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar apolítica não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não tequeremos aqui". Freqüentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam umprograma de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula deque os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoalno local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulosacadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntascertas e resolvendo problemas.Local de trabalhoO bullying em locais de trabalho (algumas vezes chamado de "Bullying Adulto") é descrito peloCongresso Sindical do Reino Unido como: "Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é freqüentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".VizinhançaEntre vizinhos, o bullying normalmente toma a forma de intimidação por comportamentoinconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais oufazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósitodesta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por semudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como bullying:a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.PolíticaO bullying entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feitonormalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a umpaís menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.MilitarEm 2000 o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o bullying como : "...o uso de forçafísica ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".Todavia, é afirmado que o bullying militar ainda está protegido contra investigações abertas. O casodas Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquéritopúblico completo quanto a uma possível prática de bullying militar.Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consensoacadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se simone_drumond@hotmail.com
  5. 5. espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamentodeveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto.Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados comoum "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o bullyingsistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pelapolítica militar, seja tacitamente ou abertamente (veja dedovschina). Também, as forças armadasrussas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos epontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes.Alcunhas ou apelidos (dar nomes)Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característicaúnica dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer queseja chamada, tal como uma verruga ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casosextremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivoou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítimaconheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tãoembaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).CHALITA 21/08/09Alguns pais são agressores não assumidos.O que é ser macho em nosso século? É bater nos pais, nos amigos, nos professores nas pessoas!Devemos ensinar corretamente a definição do termo macho.13. Devemos fazer eco de nossos saberes aos educandos. Educador que não media saberes atravésde ecos de verdade não permeia por seus objetivos e torna-se somente um mero repassador deconteúdos.14. Diariamente, a cada dialogo e a cada chamada de atenção, coloque-se no lugar do outro.15. Professor não deve assumir papel de conselheiro sobre fatos reais. Isso não dá eco! Devemostrabalhar com fatos (casos) da vida real, mostrando imagens, desfechos e conseqüências. Isso dáECO!16. Não eduque no mundo das ilusões, seja um educador real, pois vivemos em um mundo real!17. Gabriel Chalita indicou para analise pedagógica o filme: CAMA DE GATO. Cristiano, Francisco e Gabriel são três jovens de classe média que moram em São Paulo, com atípica alienação juvenil dos dias de hoje. Todos com muitas frases feitas na cabeça e nenhum sensode realidade. Assim que terminam o ensino médio, saem pela noite paulistana em busca de diversão.Faz um retrato dos dilemas de uma juventude dos anos 90 e focaliza uma geração diante de umdilema: de um lado uma necessidade quase fisiológica de se divertir; de outro, uma preocupaçãocontínua de se estabelecer em uma sociedade que oferece cada vez menos oportunidades. Na noitede horrores na qual os garotos mergulham, o entretenimento confunde-se com a violência, assimcomo a preocupação de se estabelecer na sociedade confunde-se com a tragédia humana. Natentativa de se divertirem a "qualquer custo", acabam estuprando e matando uma adolescente. A partirdaí, eles passam a tentar encobrir os crimes e, quanto mais eles tentam resolver os problemas, maiseles se complicam.Chalita revela que não podemos criar filhos inconseqüentes! simone_drumond@hotmail.com
  6. 6. Devemos levar nossos educandos, as pessoas que convivem conosco que a brincadeirainconseqüente, transforma-se em fatalidades reais.Gabriel diz para ficarmos atentos aos maniqueísmos das respostas dos entrevistados apresentado nofilme.Devemos educar para o NÃO consciente! Os pais devem saber dizer NÃO! As crianças e jovensdevem saber dizer NÃO as inconseqüências diárias da vida.18. Outro filme indicado por Chalita é Meu Nome Não é Johnny João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro.Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e freqüentou osmelhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular,João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmosem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendopreso em 1995. A partir de então passou a freqüentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.O educador deve ficar atento aos erros inconseqüentes da criação falida do pai. EDUCAR É ENSINARLIMITES!18. Quem não é feliz com pequenas coisas. Não será feliz com as grandes coisas! A felicidade estánas conquistas.19. Cada vez que entro em contato com outra pessoa, estou marcando a vida dela!20. Devemos ensinar o que é correto, sem perder a compostura.21. Ser bom não é ser bobo! Não confunda pessoa boa, com pessoa boba!22. O dia em que nos achamos perfeitos em tudo, é o dia em que perdemos a razão de SER e ESTARneste mundo maravilhosos. Pessoas humildes, aprendem diariamente até o dia em que nosso grandemestre nos chama para caminhar no outro plano.23. Em classe devemos ser inteiros, não podemos dá desculpas! Desculpe-me por não ter feito!Desculpe-me por não ter preparado o texto! Desculpe por estar mediando o conteúdo, porémaprendendo AGORA com a leitura em classe!24. Com classes muito lotadas, devemos assumir a postura de palestrantes.25. Tem educador que só enfatiza o que o aluno não sabe! Que tal ensinar!26. Devemos trabalhar com os desbloqueios de aprendizagem. Devemos acreditar que as pessoasacreditem que é capaz. Você já fez isto hoje?27. Devemos despertar a fome de conhecimento.28. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra.29. A leitura nos ajuda a ter um novo repertorio diário a cada dia.30. Devemos perguntar quando não sabemos, pois aprendemos com as experiências dos outros.Cultive a humildade em suas relações de aprendizagem.31. Não destrua o outro, para que Deus não cobre de você o 1º mandamento de sua LEI divina. simone_drumond@hotmail.com
  7. 7. 32. Atenção aos especialistas e políticos que só colocam a culpa no educador. Estes devem ter idéiaque a educação envolve complexidade e que estes que culpam, também estão envolvidos noprocesso. A educação dentro de um escritório com ar condicionado é diferente da educação do mundoreal da sala de aula.33. Na escola todos devem ficar atentos ao seu papel no contexto educacional.34. DISGREÇÃO PEDAGOGICA é a falta de atenção do educador no contexto educacional. Educadortem que ficar atento no desenvolvimento das habilidades.35. O educador deve ter compaixão, competência e simplicidade.36. Aristóteles diz que na simplicidade do educador é que tocamos na alma de nossos educandos. Asimplicidade deixa marcas positivas no SER.37. Não há ser humano melhor que o outro.38. Gestor deve ser líder coeso, embasado em uma postura educacional humilde, afinal, O MESTREDOS MESTRES QUANDO VEIO AO MUNDO, NASCEU, CRIOU-SE E ENSINOU COMSIMPLICIDADE .39. Os pais devem ser a força positiva dos filhos.40. Avalie sempre como você estar tratando os outros.41. Devemos ficar atentos aos racismos.42. Cuide das palavras que saem de sua boca.43. Não vomite a educação. Apenas saiba mediá-la.44. Investir no coração seria um dos patamares para vencer a degradação do ensino.45. Deus está acima das religiões. Não acredite na fé que exclui! Dê testemunhos de sua FÉ a cadadia exerça sua religiosidade. Acredite na fé que você escolheu, sem desdenhar da fé do outro. Afinal,a religião que salva é as boas atitudes de sua vida. Não creia que agindo errado e pertencendo a umareligião, você será escolhido. Quer ser salvo, leia e pratique os ensinamentos da Bíblia.46. Chalita levou os participantes da palestra a cantar e analisar as metáforas da musica de DoloresDuran com seu contexto educacional. Hoje eu quero a rosa mais linda que houver E a primeira estrela que vier Para enfeitar a noite do meu bem Hoje eu quero paz de criança dormindo E abandono de flores se abrindo Para enfeitar a noite do meu bem Quero a alegria de um barco voltando Quero ternura de irmãos se encontrando Para enfeitar a noite do meu bem Ah! eu quero o amor, o amor mais profundo Eu quero toda beleza do mundo simone_drumond@hotmail.com
  8. 8. Para enfeitar a noite do meu bem Ah! como este bem demorou a chegar Eu já nem sei se terei no olhar Toda pureza que eu quero lhe dar.74. Chalita revela que Aristóteles dá uma das belas definições de DEUS.Deus. Aristóteles não estabelece Deus como criador do mundo, o qual é eterno, mas como causaordenadora do mesmo, principalmente como seu primeiro motor. Uma vez que o mundo é eterno eDeus somente comparece como uma peça motora, a divindade de Aristóteles não assume o caráterpomposo que ela usa ter nas religiões. Não obstante, o Deus de Aristóteles tem muito mais coerênciainterna e foi concebido como pensamento de pensamento75. E na simplicidade de ser, estar e observar que alcanço o êxtase do EU e que percebo o outro.76. E no êxodo do meu eu que encontro a felicidade para AMAR o outro.77. Ensinar Inglês não é unicamente estudar verbos. Ninguém fala inglês somente estudando verbos.Pense nisto, pois estudamos Inglês nas escolas e não aprendemos a falar tal língua.78. ESCOLA X DISCIPLINA X APRENDIZAGEM. Para que o aluno transcenda o aluno precisa de disciplina. Escola oba, obra colabora com a degradação do ensino. Devemos ensinar a autodisciplina.79. Nada de gritos nas escolas, mas de respeito aos educandos.80. Devemos ensinar nossos jovens a respeitar os mais velhos. Observem como educadores, o queestes estão fazendo com os mais velhos.81. Não deixe o aluno colar! Não permita este fato! Colar é falta de respeito com aquele que ensina ecom aquele que estuda.82. AVANÇO EDUCACIONAL X FAMÍLIA – A família deve ser estimulada a freqüentar a escola,através de estratégias criativas. Pai não vai para reunião de filho.83. Educador que não sonha, não pode ensinar a sonha.84. Educador com o coração endurecido, não tem emoção no que faz. Imagine como não é suasaulas.85. Devemos mostrar que temos prazer no que fazemos. Isto toca o outro.86. Aprende-se mais com exemplos reais do que com abstrações.87. Não podemos constranger o outro pelo que somos.88. Devemos contagiar o outro com nossos sonhos.89. Pratique e acredite no que faz.90. Educador deve ser ponte. simone_drumond@hotmail.com

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