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  • 1. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianA proposta pedagógica paraesses alunos deve serdiscutida pela comunidadeescolar(gestores , professores,todos os profissionais daescola, pais e opróprio aluno).
  • 2. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianA Instituição escolar inclusiva deveestar preparada para atender atodos os alunos que a procuram.Dentre os alunos com necessidadeseducativas especiais, encontram-seos alunos com deficiências.condutas típicas e altashabilidades,mas também menores de rua.
  • 3. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianO currículo escolardeve ser aberto,flexível e colado aocontexto socioculturaldo meio onde a escolase encontra.
  • 4. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianPara garantir a inclusãocom respostaeducacional exitosa, énecessário se fazeradequaçõescurricularesindividualizadas.
  • 5. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianAdequações curriculares envolvemavaliação psicopedagógica inicial ealterações no planejamento,desenvolvimento e avaliação dasatividades realizadas em sala deaula, priorização de elementoscurriculares, adaptação ao ritmodo aluno, utilização deinstrumentos ou equipamentos,professor de apoio e professorespecializado.
  • 6. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianQue visões de futuroocupam as mentes e oimagináriocoletivo através dasescolas, dos meios decomunicação ede nossa capacidade decriar valores?
  • 7. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianPARA DEBATERQuem são ossujeitos coletivos gestadores denova civilização?São principalmente os insatisfeitos com oatual modo de viver, de trabalhar, desofrer, de alegrar-se e de morrer, emparticular, os excluídos, os oprimidos e osmarginalizados.
  • 8. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianPARA DEBATERQuem são ossujeitos coletivos gestadores de novacivilização?São aqueles que ousam organizar-seao redor de certas buscas, valores,práticas e de certos sonhos que irradiamuma nova vitalidade emtudo que pensam, projetam, fazem ecelebram.
  • 9. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianAlunos surdos podem precisar de horários mais longos fora daclasse regular, necessitando de reforço em conceitos de LínguaPortuguesa e Matemática, preferencialmente em Língua deSinais. Estes conceitos devem ser ensinados por professor deapoio ou educador surdo (Kelman, 1999), antes de seremapresentados à turma da classe regular. Uma vez garantida asua compreensão, fica mais fácil para os alunos surdosacompanharem a aula.Crianças com condutas típicas ouretardo mental podem precisar permanecer em classeespecial. Ainda assim, deve ser evitada a separação em tempointegral dos demais alunos da escola. Apesar da dificuldade, estesalunos precisam conviver com os seus pares em idade. Cabe àescola descobrir as estratégias para que esse momento seconcretize. Por último, lembramos que as adequaçõescurriculares também envolvem a utilização de diferentesestratégias de trabalho em sala de aula, alternando o trabalhoindividual com o competitivo e, sobretudo, com o trabalhocooperativo, que ainda é a maneira mais eficaz do aluno comnecessidades educativas especiais aprender com seus pares.
  • 10. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianCertos alunos com necessidades educativas especiais podem manter-se em classe regular o maior tempo possível, bastando que ocurrículo sofra alguma modificação. Alunos cegos, incluídos, estãonessa categoria. Para que ele aprenda o Braille, no início da suaalfabetização, precisará ser retirado da sala de aula em certoshorários, para adquirir esse conteúdo específico com o professorespecializado. Já nas séries seguintes, com o domínio e uso do Braille,ele não mais precisará sair da classe regular, desde que o professorespecializado faça a transcrição dos trabalhos solicitados para oBraille, em visitas esporádicas à classe regular. É preciso se adaptaraos recursos e serviços que o sistema educacional oferece. Setodos os alunos cegos da região ou do bairro puderem estudar namesma escola, o atendimento especializado dirigido a eles fica maiseficiente, bem como a otimização na alocação de recursos. Se estaescola possuísse softwares adaptados, aperfeiçoaria o atendimentoeducacional.
  • 11. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianO conceito de escola inclusivaredimensiona o conjunto de ações queocorrem no interior desta nova escola eisso passa necessariamente pelasadequações curriculares voltadas para osalunos com necessidades educativasespeciais. Este grupo se constitui noconjunto de alunos com deficiência, altashabilidades e , condutas típicas, mastambém, entre outros, de alunos oriundosde minorias étnicas (como os índios),linguísticas (filhos de recém imigrantes),menores de rua,menores trabalhadores rurais, etc.
  • 12. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianA inclusão teve sua origem nomovimento da sociedadeinclusiva, explicitado emAssembleia Geral da ONU,em 1990.O termo expressa um modelode sociedade que devecontemplar as necessidades decada cidadão.
  • 13. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianA escola inclusiva deve atender ao pluralismocultural do seu alunado e buscar respostasindividuais para as necessidades especiaisindividuais. Se antes cabia ao aluno comdeficiência se adaptar a escola, agora, dentroda concepção da escola inclusiva, é ela quemdeve se adaptar. Para que isso ocorra,conjugam-se as responsabilidades doprofessor da turma onde o aluno se encontra,do diretor, dos demais professores, dosservidores da escola, para discutirem sobreos mecanismos que devem ser utilizados parase encontrar uma respostaexitosa à diversidade.
  • 14. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianA mediação dos demais colegas irábeneficiar a todos, com ou semdeficiência (Kelman, Carvalho,Machado e Goffredo,1998).Ocurrículo é o mesmo, fazendo-senecessário investigar quaisadequações curriculares devem serfeitas para cada aluno,individualmente, de forma a seobter melhores resultados.
  • 15. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianQuando, entretanto, o currículo da escola regularnão atende às necessidades educativas especiaisdos alunos, eles devem estudar em escolaespecial, com currículo específico, diferente doda escola regular. O artigo 8 da Declaração deSalamanca prevê que a classe regular não satisfazàs necessidades educativas ou sociais de algumascrianças. São alunos que apresentam, em geral,deficiências múltiplas, deficiência mental severaou condutas típicas de ordem tal que osimpeçam do convívio com as demais crianças.Nestes casos raros, a adequação curricular nãodá as respostas necessárias e o que seimpõe é um desenho curricular próprio parauma escola especial.
  • 16. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianCardoso assinala (1997), o currículo deve serconstruído dentro de uma abordagem ecológica,diferenciando-se do tradicional, tanto no que refereaos conteúdos, quanto à metodologia. É um currículocentrado no aluno, respeitando-se suas vontades,interesses e idade cronológica e não baseado erestrito à fase de desenvolvimento cognitivo em queo aluno se encontra, pois o aluno deve serconsiderado como um ser integral, em todos os seusaspectos: cognitivo, social, emocional e psicomotor.Este currículo deve considerar o contexto ecológico-comunitário, dentro de uma visão participativa,interativa. Cardoso exemplifica que um aluno de 20anos pode não saber fazer um bolo, ma sabe mexer amassa perfeitamente e, portanto, participa, ainda queparcialmente, da atividade.
  • 17. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianO projeto político-pedagógico daescola tem vinculação estreitacom o currículo. É através deleque a escola "cria vida", guiandoas atividades educacionais,apontando para as intenções quese quer atingir. É na elaboração docurrículo que se incluiinformações sobre o que, quandoe como ensinar e avaliar.
  • 18. EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DASURGÊNCIAS E INCERTEZAS NO FAZER PEDAGÓGICOSimone Helen Drumond IschkanianO currículo é comum a todos os alunos da escola,mas deve ser aberto e flexível, uma ferramentaque promova o desenvolvimento apesar dasdiferentes necessidades, respeitando apeculiaridade do contexto sócio-educacional ondese desenvolve o processo ensino-aprendizagem.Ele expressa os conteúdos culturais consideradosfundamentais em cada sociedade para que osfuturos cidadãos possam se tornar membrosativos. Para alunos com necessidades educativasespeciais, deve se proporcionar um currículoequilibrado, adaptando-o e dosando-o, na medidado possível e do necessário, mas sem perder devista os objetivos que são perseguidospor todos os alunos.