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Histórias em quadrinhos de sílvia drumond
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Histórias em quadrinhos de sílvia drumond

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Atividades desenvolvida por minha Irmã Sílvia Drumond com a construção de Histórias em quadrinhos.

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Histórias em quadrinhos de sílvia drumond Presentation Transcript

  • 1. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO As histórias em quadrinhos são enredos narrados quadro a quadro por meio de desenhos e textos que utilizam o discurso direto, característico da língua falada. Este, justifica-se pelo interesse de demonstrar como as estratégias de organização de um texto falado são utilizadas na construção da história em quadrinhos, que possui em seu texto escrito, características próximas a uma conversação face a face, além de apresentar elementos visuais complementadores à compreensão, tornando este estudo bastante prazeroso, pois a leitura de uma HQ causa no leitor um determinado fascínio devido à combinação de todos esses elementos.
  • 2. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Os objetivos que norteiam este trabalho são os de analisar as características do texto falado na linguagem das histórias em quadrinhos, verificando de que forma a oralidade é representada em texto escrito e, ainda, de que maneira os elementos das HQs são representados no auxílio da compreensão da narrativa.
  • 3. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO A metodologia empregada envolveu a construção de pressupostos teóricos a fim de conceituar o gênero discursivo história em quadrinhos e a busca das características do texto falado, tomando como base renomados analistas da conversação, como Marcuschi (1986), Fávero et al. (1999), Preti (1993). O objeto analisado constitui-se em construções de histórias em quadrinhos, criadas pelos alunos, onde cada um personalizou sua história valendo-se das técnicas dos HQs
  • 4. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Esse estudo possibilitará futuros aprofundamentos referentes à oralidade nesse gênero discursivo, considerando que a riqueza de detalhes encontrada no texto da HQ analisada evidencia que as características da língua falada, aliadas à recursos visuais e recursos da língua escrita são recorrentes neste gênero discursivo.
  • 5. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO As Histórias em Quadrinhos constituem um gênero discursivo aparecem em circunstâncias de comunicação cultural na forma escrita e que, muitas vezes em função do enredo desenvolvido, englobam os gêneros discursivos primários correspondentes a circunstâncias de comunicação verbal espontânea. Os gêneros produzidos na interface oral/escrita são necessariamente secundários, como é o caso das HQs.
  • 6. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Os quadrinhos têm como objetivo principal a narração de fatos procurando reproduzir uma conversação natural, na qual os personagens interagem face a face, expressando-se por palavras e expressões faciais e corporais. Todo o conjunto do quadrinho é responsável pela transmissão do contexto enunciativo ao leitor. Assim como na literatura, o contexto é obtido por meio de descrições detalhadas através da palavra escrita. Nas HQs, esse contexto é fruto da dicotomia verbal / não verbal, na qual tanto os desenhos quanto as palavras são necessárias ao entendimento da história.
  • 7. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Todo o conjunto do quadrinho é responsável pela transmissão do contexto enunciativo ao leitor. Assim como na literatura, o contexto é obtido por meio de descrições detalhadas através da palavra escrita. Nas HQs, esse contexto é fruto da dicotomia verbal / não verbal, na qual tanto os desenhos quanto as palavras são necessárias ao entendimento da história.
  • 8. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Se os quadrinhos, construídos pelos alunos procuram reproduzir uma conversação natural através da palavra escrita, torna-se necessário o estudo das duas modalidades, oral e escrito, que constituem o mesmo sistema lingüístico. Sobre o sistema lingüístico, Marcuschi (1986, p. 62) afirma que “as regras de sua efetivação, bem como os meios empregados são diversos e específicos, o que acaba por evidenciar produtos diferentes”.
  • 9. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO A língua escrita apresenta características diversas da oral, em que se reproduz uma conversação entre dois falantes. Nela, a mensagem não é transmitida de imediato ao leitor, ao contrário da língua falada em que os interlocutores são co-autores do texto deixando em evidencia todo o processo de produção. O texto escrito possui uma importante característica: o planejamento temático. Segundo Rodrigues (1993) qualquer um que se proponha a escrever, sabe o tema que pretende desenvolver; essa escolha é unilateral, não levando em conta interesses e predileções do eventual leitor. Paralelo ao planejamento temático, ocorre o planejamento lingüístico, ou seja, a formulação verbal também é planejada, conforme afirma Urbano (1990 apud RODRIGUES, 1993).
  • 10. Sílvia Drumond sílvia-drumond@hotmail.com ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO
  • 11. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO A língua falada, a define como um resultado da atividade interacional entre os participantes de uma conversação que é passível de análise formal, uma vez que possui uma estruturação própria dessa modalidade obedecendo a procedimentos distintos daqueles do texto escrito. A partir desta diferença, constatam-se quatro elementos responsáveis pela organização do texto falado: turno conversacional, tópico discursivo, marcadores conversacionais, pares adjacentes, além das atividades de formulação.
  • 12. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Como os quadrinhos também utilizam a linguagem não verbal, que é fundamental na transmissão de sua mensagem, não se pode deixar de citar a importância dos elementos específicos de um quadrinho como o requadro, o balão, e as legendas que auxiliam os recursos lingüísticos (discurso direto, onomatopéia, expressões populares), não verbais (gestos e expressões faciais) e paralingüísticos (prolongamento e intensificação de sons) na compreensão da narrativa.
  • 13. Sílvia Drumond sílvia-drumond@hotmail.com ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO
  • 14. sílvia-drumond@hotmail.com Sílvia Drumond ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO Considerando as HQs, Eguti (op. cit.) afirma que o texto não é espontâneo nem natural, pois trata-se de uma obra em que o autor cria os diálogos e as situações que envolvem os falantes, além disso, o espaço e o tempo em que os fatos ocorrem são produtos de um planejamento prévio tanto do tema quanto do aspecto lingüístico-discursivo, sujeito a correções. Marcuschi (2000 apud DIONÍSIO et. al, 2002) mostra que a concepção da HQ é de base escrita, pois a narração é baseada em roteiros escritos como no cinema, apesar da tentativa de reproduzir a fala (geralmente informal), através de interjeições, reduções vocabulares, onomatopéias, gírias, além de expressarem os gestos e expressões dos personagens através do desenho. Segundo Fávero (s/d apud EGUTI, op. cit.), o texto das HQs é previamente preparado, não apresentando uma formulação livre, uma das características da conversação. Nele não se percebem as repetições e redundâncias próprias da oralidade, uma vez que há uma elaboração prévia, assim como acontece num texto literário.
  • 15. Sílvia Drumond sílvia-drumond@hotmail.com ORALIDADE EM SUA CONSTRUÇÃO