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William BlakeWilliam Blake
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Augusto de CamposAugusto de Campos
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A class on William Blake, literature, archaic language and art.

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  1. 1. William BlakeWilliam Blake 1757 — 18271757 — 1827
  2. 2. William BlakeWilliam Blake  William Blake (Londres, 28 de novembroWilliam Blake (Londres, 28 de novembro de 1757 — Londres, 12 de agosto dede 1757 — Londres, 12 de agosto de 1827) foi um poeta, pintor inglês, sendo1827) foi um poeta, pintor inglês, sendo sua pintura definida como pinturasua pintura definida como pintura fantástica, e tipógrafo.fantástica, e tipógrafo.  Blake viveu num período significativo daBlake viveu num período significativo da história, marcado pelo Iluminismo e pelahistória, marcado pelo Iluminismo e pela Revolução Industrial na Inglaterra. ARevolução Industrial na Inglaterra. A literatura estava no auge do que se podeliteratura estava no auge do que se pode chamar de clássico "augustano"", umachamar de clássico "augustano"", uma espécie de paraíso para os conformados àsespécie de paraíso para os conformados às convenções sociais, mas não para Blakeconvenções sociais, mas não para Blake que, nesse sentido era romântico,que, nesse sentido era romântico, "enxergava o que muitos se negavam a"enxergava o que muitos se negavam a ver: a pobreza, a injustiça social, aver: a pobreza, a injustiça social, a negatividade do poder da Igreja Anglicananegatividade do poder da Igreja Anglicana e do estado.e do estado.
  3. 3. William BlakeWilliam Blake  Desde muito jovem Blake diziaDesde muito jovem Blake dizia ter visões. A primeira delaster visões. A primeira delas ocorreu quando ele tinha cerca deocorreu quando ele tinha cerca de nove anos, ao declarar ter vistonove anos, ao declarar ter visto anjos pendurando lantejoulas nosanjos pendurando lantejoulas nos galhos de uma árvore. Mais tarde,galhos de uma árvore. Mais tarde, num dia em que observavanum dia em que observava preparadores de feno trabalhando,preparadores de feno trabalhando, Blake teve a visão de figurasBlake teve a visão de figuras angelicais caminhando entre eles.angelicais caminhando entre eles.  Com pouco mais de dez anos deCom pouco mais de dez anos de idade, Blake começou a estamparidade, Blake começou a estampar cópias de desenhos decópias de desenhos de antigüidades Gregas compradosantigüidades Gregas comprados por seu pai, além de escrever epor seu pai, além de escrever e ilustrar suas próprias poesias.ilustrar suas próprias poesias.
  4. 4. Revolução IndustrialRevolução Industrial  AA Revolução IndustrialRevolução Industrial consistiu emconsistiu em um conjunto de mudançasum conjunto de mudanças tecnológicastecnológicas com profundo impactocom profundo impacto nono processoprocesso produtivoprodutivo em nívelem nível econômicoeconômico ee socialsocial. Iniciada na. Iniciada na InglaterraInglaterra em meados doem meados do séculoséculo XVIIIXVIII, expandiu-se pelo mundo a, expandiu-se pelo mundo a partir dopartir do séculoséculo XIXXIX..  Ao longo do processo (que de acordoAo longo do processo (que de acordo com alguns autores se registra até aoscom alguns autores se registra até aos nossos dias), a era da agricultura foinossos dias), a era da agricultura foi superada, asuperada, a máquinamáquina foi superando ofoi superando o trabalhotrabalho humano, uma nova relaçãohumano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs,entre capital e trabalho se impôs, novas relações entre nações senovas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno daestabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outroscultura de massa, entre outros eventos.eventos.
  5. 5. Revolução IndustrialRevolução Industrial  O pensador escocês Adam SmithO pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente àsprocurou responder racionalmente às perguntas da época. Seu livro Aperguntas da época. Seu livro A Riqueza das Nações (1776) éRiqueza das Nações (1776) é considerado uma das obrasconsiderado uma das obras fundadoras dafundadoras da ciência econômicaciência econômica.. Ele dizia que o egoísmo é útil para aEle dizia que o egoísmo é útil para a sociedade. Quando uma pessoa buscasociedade. Quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade éo melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando umabeneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosacozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicarcarne assada, você saberia explicar quais os motivos dela? Será porquequais os motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ouama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiroporque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamentolugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês?que receberá no final do mês?
  6. 6. William BlakeWilliam Blake  William Blake and hisWilliam Blake and his works have beenworks have been extensively discussed andextensively discussed and criticised over the twentiethcriticised over the twentieth and now this century,and now this century, however previous to that hehowever previous to that he was barely known. He firstwas barely known. He first became known in 1863 andbecame known in 1863 and only fully appreciated andonly fully appreciated and recognised at the beginningrecognised at the beginning of the twentieth century.of the twentieth century.
  7. 7. William BlakeWilliam Blake  It seems his art had beenIt seems his art had been too adventurous andtoo adventurous and unconventional for theunconventional for the late eighteenth and earlylate eighteenth and early nineteenth century,nineteenth century, maybe you could say hemaybe you could say he was ahead of his time?was ahead of his time?
  8. 8. William BlakeWilliam Blake  Today he is a famousToday he is a famous figure of Romanticfigure of Romantic literature, whose work isliterature, whose work is open to variousopen to various interpretations, whichinterpretations, which has been known to takehas been known to take a lifetime to establish.a lifetime to establish.  As the age ofAs the age of Romanticism dawned,Romanticism dawned, life, death, and humanlife, death, and human experience of all kindsexperience of all kinds became a matter ofbecame a matter of feelings, not logic.feelings, not logic.
  9. 9. ArchaicArchaic WordsWords  ayeaye yesyes  betwixtbetwixt betweenbetween  enowenow enoughenough  forbyforby pastpast;; nearnear  iwisiwis surelysurely;; certainlycertainly  parcelparcel partlypartly  sithsith sincesince  somedealsomedeal somewhatsomewhat  twixttwixt betweenbetween  tygertyger tigertiger
  10. 10. ArchaicArchaic PronounsPronouns  ThouThou wastwast in the next room. (one person,in the next room. (one person, subject)subject)  YeYe werewere in the next room. (several people,in the next room. (several people, subject)subject)  I sawI saw theethee in the next room. (one person,in the next room. (one person, object)object)  I sawI saw youyou in the next room (several people, object)in the next room (several people, object)  That isThat is thythy room. (one person,room. (one person, possessive)possessive)  That isThat is youryour room. (several people, possessive)room. (several people, possessive)  That room isThat room is thinethine . (one. (one
  11. 11. ArchaicArchaic && ModernModern  Yesterday, I sawYesterday, I saw youyou andand youryour friend John getting into a car.friend John getting into a car. WereWere youyou going somewhere with him? I sawgoing somewhere with him? I saw youyou sittingsitting behind the wheel, so I thoughtbehind the wheel, so I thought youyou werewere the driver. Was thethe driver. Was the car his orcar his or yoursyours? I didn’t know? I didn’t know youyou hadhad youryour license.license.  Yesterday, I sawYesterday, I saw theethee andand thythy friend Johnfriend John getting into a car.getting into a car. WastWast thouthou goinggoing somewhere with him? I sawsomewhere with him? I saw theethee sittingsitting behind the wheel, so I thoughtbehind the wheel, so I thought thouthou wertwert (or(or thouthou wastwast ) the driver. Was the car his or) the driver. Was the car his or thinethine? I didn’t know? I didn’t know thouthou hadsthadst thythy license.license.
  12. 12. TheThe TygerTyger Tyger! Tyger! burning bright,Tyger! Tyger! burning bright, In the forests of the night,In the forests of the night, What immortal hand or eyeWhat immortal hand or eye Could frame thy fearful symmetry?Could frame thy fearful symmetry? In what distant deeps or skiesIn what distant deeps or skies Burnt the fire in thine eyes?Burnt the fire in thine eyes? On what wings dare he aspire?On what wings dare he aspire? What the hand dare seize the fire?What the hand dare seize the fire? And what shoulder, and what art?And what shoulder, and what art? Could twist the sinews of thy heart?Could twist the sinews of thy heart? And when thy heart began to beat,And when thy heart began to beat, What dread hand, and what dread feet?What dread hand, and what dread feet? What the hammer? What the chain?What the hammer? What the chain? In what furnace was thy brain?In what furnace was thy brain? What the anvil? What dread graspWhat the anvil? What dread grasp Dare its deadly terrors clasp?Dare its deadly terrors clasp? When the stars threw down their spears,When the stars threw down their spears, And watered heaven with their tears,And watered heaven with their tears, Did he smile his work to see?Did he smile his work to see? Did he who made the Lamb, make thee?Did he who made the Lamb, make thee? Tyger! Tyger! burning bright,Tyger! Tyger! burning bright, In the forests of the night,In the forests of the night, What immortal hand or eyeWhat immortal hand or eye Dare frame thy fearful symmetry?Dare frame thy fearful symmetry?
  13. 13. O TIGREO TIGRE Tradução de Alberto Marsicano e John MiltonTradução de Alberto Marsicano e John Milton Tigre! Tigre! Luz brilhanteTigre! Tigre! Luz brilhante nas florestas da noite,nas florestas da noite, Que olho ou mão imortal ousariaQue olho ou mão imortal ousaria Criar tua terrível simetria?Criar tua terrível simetria? Em que céus ou abismosEm que céus ou abismos Flamejou o fogo de teus olhos?Flamejou o fogo de teus olhos? Sobre que asas ousou se alçar?Sobre que asas ousou se alçar? Que mão ousou esse fogo tomar?Que mão ousou esse fogo tomar? E que ombro & que saberE que ombro & que saber Foram as fibras do teu coração torcer?Foram as fibras do teu coração torcer? E o primeiro pulso de teu coraçãoE o primeiro pulso de teu coração Que pé ou terrível mão?Que pé ou terrível mão? Que martelo, que corrente?Que martelo, que corrente? Que forno forjou tua mente?Que forno forjou tua mente? Que bigorna? Que punho magistralQue bigorna? Que punho magistral Captou teu terror mortal?Captou teu terror mortal? Quando os astros arrojam seus raios,Quando os astros arrojam seus raios, cobrindo de lágrimas os céus,cobrindo de lágrimas os céus, Sorriu ao sua obra contemplar?Sorriu ao sua obra contemplar? Quem te criou o cordeiro foi criar?Quem te criou o cordeiro foi criar? Tigre! Tigre! Luz brilhanteTigre! Tigre! Luz brilhante Nas florestas da noite,Nas florestas da noite, Que olho ou mão imortal ousariaQue olho ou mão imortal ousaria Criar tua rerrível simetria?Criar tua rerrível simetria?
  14. 14. Augusto de CamposAugusto de Campos  Tigre, Tigre! Brilho brasaTigre, Tigre! Brilho brasa que a furna noturna abrasaque a furna noturna abrasa que olho ou mão arariaque olho ou mão araria tua feroz simetria?tua feroz simetria?  Em que céu se foi forjarEm que céu se foi forjar o fogo do teu olhar?o fogo do teu olhar? Em que asas veio a chama?Em que asas veio a chama? Que mão colheu esta flama?Que mão colheu esta flama?  Que força fez retorcerQue força fez retorcer em nervos todo teu ser?em nervos todo teu ser? E o som do teu coraçãoE o som do teu coração de aço, que cor, que ação?de aço, que cor, que ação?  Teu cérebro, quem o malha?Teu cérebro, quem o malha? Que martelo, que fornalha oQue martelo, que fornalha o moldou?moldou? Que mão, que garra seu terrorQue mão, que garra seu terror mortal amarra?mortal amarra?  Quando as lanças das estrelasQuando as lanças das estrelas cortaram os céus,cortaram os céus, ao vê-las, quem as fez sorriuao vê-las, quem as fez sorriu talvez?talvez? Quem fez o cordeiro te fez?Quem fez o cordeiro te fez?  Tigre, Tigre! Brilho brasaTigre, Tigre! Brilho brasa que a furna noturna abrasa,que a furna noturna abrasa, que olho ou mão arariaque olho ou mão araria tua feroz simetria?tua feroz simetria?
  15. 15. Tyger, TygerTyger, Tyger Tyger! Tyger!Tyger! Tyger! burningburning brightbright In the forests of theIn the forests of the nightnight,, What immortalWhat immortal handhand or eyeor eye CouldCould frameframe thy fearful symmetry?thy fearful symmetry? In the first verse, the authorIn the first verse, the author compares thecompares the fiercenessfierceness of aof a tiger to a burning presence intiger to a burning presence in darkdark forests. He wonders whatforests. He wonders what immortalimmortal powerpower couldcould createcreate such a fearful beast.such a fearful beast.
  16. 16. Tyger, TygerTyger, Tyger In whatIn what distantdistant deepsdeeps oror skiesskies Burnt the fire of thine eyes?Burnt the fire of thine eyes? On what wings dare heOn what wings dare he aspireaspire?? What the hand dareWhat the hand dare siezesieze thethe firefire??  Here the author compares the burningHere the author compares the burning eyes of the tiger to someeyes of the tiger to some transplantedtransplanted distant fire that onlydistant fire that only someonesomeone withwith wingswings could reachcould reach and only withand only with impermeableimpermeable handshands could seize. The author wonderscould seize. The author wonders where such a powerful fire couldwhere such a powerful fire could have come from?have come from? HellHell, possibly?, possibly?
  17. 17. Tyger, TygerTyger, Tyger And whatAnd what shouldershoulder, & what, & what artart.. CouldCould twisttwist thethe sinewssinews of thy heart?of thy heart? And when thy heart began to beat,And when thy heart began to beat, What dread hand & what dread feet?What dread hand & what dread feet?  In this verse we have a metaphor givingIn this verse we have a metaphor giving us a vision a skillful and powerfulus a vision a skillful and powerful blacksmithblacksmith creating the tiger's beatingcreating the tiger's beating heart awakening a powerful beast. Theheart awakening a powerful beast. The phrase "...twist the sinews of thy heart" isphrase "...twist the sinews of thy heart" is also an allusion to aalso an allusion to a hardheartednesshardheartedness that a beast of prey must have towards thethat a beast of prey must have towards the creatures it kills.creatures it kills.
  18. 18. Tyger, TygerTyger, Tyger What theWhat the hammerhammer? what the chain?? what the chain? In whatIn what furnacefurnace was thy brain?was thy brain? What theWhat the anvilanvil? what dread grasp? what dread grasp Dare itsDare its deadlydeadly terrorsterrors claspclasp??  This verse continues the allusion to aThis verse continues the allusion to a creatorcreator, who, having made the, who, having made the fearsome best, must confront with thefearsome best, must confront with the sheer terror of a tiger's nature. Did thesheer terror of a tiger's nature. Did the tiger's creator have to retrieve the tiger'stiger's creator have to retrieve the tiger's fearsome brain from anfearsome brain from an evilevil,, hothot placeplace??
  19. 19. Tyger, TygerTyger, Tyger When theWhen the starsstars threw down their spears,threw down their spears, And watered heaven with their tears,And watered heaven with their tears, Did he smile his work to see?Did he smile his work to see? Did he who made theDid he who made the LambLamb make thee?make thee?  Here the author, with beautiful rhetoric,Here the author, with beautiful rhetoric, describes a marvelousdescribes a marvelous creationcreation processprocess likening starlight to a symbolic destructivelikening starlight to a symbolic destructive process. The author wonders whether theprocess. The author wonders whether the creator of the fierce and predatory tiger couldcreator of the fierce and predatory tiger could also make the docile, gentle lamb. He sees aalso make the docile, gentle lamb. He sees a conflictconflict between the creation of heartless,between the creation of heartless, burningburning predatorpredator and itsand its potentialpotential victim,victim, the lambthe lamb..
  20. 20. Tyger, TygerTyger, Tyger TTyyger! Tger! Tyyger! burning brightger! burning bright In the forests of the night,In the forests of the night, What immortal hand or eyeWhat immortal hand or eye Dare frame thy fearful sDare frame thy fearful syymmetrmmetryy??  The final verse is but a reprise, almostThe final verse is but a reprise, almost a chorus. It serves the purpose ofa chorus. It serves the purpose of repeatingrepeating the wondrousthe wondrous questionquestion ofof the tiger's creation and gives the readerthe tiger's creation and gives the reader another chance toanother chance to enjoyenjoy thethe rhetorical, andrhetorical, and alreadyalready answeredanswered question, "What immortal hand orquestion, "What immortal hand or eye?"eye?"
  21. 21. Tyger, TygerTyger, Tyger  The answer lies in theThe answer lies in the reader's interpretation ofreader's interpretation of creation: Did God createcreation: Did God create thethe fearsomefearsome along withalong with thethe gentlegentle? Why does He? Why does He allow theallow the tigertiger to burn into burn in the dark forest, whilethe dark forest, while thethe lamblamb gambols in thegambols in the glenglen underunder thethe starsstars of thatof that very creation?very creation?
  22. 22. Tyger, TygerTyger, Tyger  The author leaves it up to theThe author leaves it up to the reader to decide.reader to decide. TheThe importantimportant thingthing isis thethe questionquestion,, notnot thethe answeranswer.. Thanks for thyThanks for thy attention!attention!
  23. 23. VideolinksVideolinks  http://v.youku.com/v_show/id_XMTQ4NzI2Mhttp://v.youku.com/v_show/id_XMTQ4NzI2M jIw.htmljIw.html  http://v.youku.com/v_show/id_XMTUyMTU0MjAhttp://v.youku.com/v_show/id_XMTUyMTU0MjA  http://www.viddler.com/explore/beahgo/videos/4/http://www.viddler.com/explore/beahgo/videos/4/
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