Modelo de trabalho escolar

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Este manual visa orientar a padronização dos trabalhos escolares feitos pelos alunos da Escola Maria Célia Falcão Rodrigues, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - (ABNT), ensaiando-os e incentivando-os à pesquisa em diversas fontes, meios e formatos.

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Modelo de trabalho escolar

  1. 1. EE Prof.ª Maria Célia Falcão Rodrigues Desenvolvendo Meu Trabalho GUARULHOS 2012
  2. 2. APRESENTAÇÃO Este manual tem o objetivo de ajudá-los nacomposição do trabalho que será desenvolvido por vocêsneste quatro bimestre, visando orientar a padronização dostrabalhos escolares, de acordo com as normas daAssociação Brasileira de Normas Técnicas - (ABNT),ensaiando-os e incentivando-os à pesquisa em diversasfontes, meios e formatos.
  3. 3. O TRABALHO ESCOLARPara preparar um bom trabalho escolar, é preciso cumprir bem algumasetapas, como a pesquisa, a preparação, a redação e a apresentação. Aseguir, mostrarei passo-a-passo, como organizar cada uma dessasetapas.Primeiro passo: a pesquisaO texto do trabalho escolar é um conjunto de informações que podemter procedências variadas. Portanto, antes de começar a escrever, épreciso pesquisar o tema em fontes diversas, como livros, jornais,revistas e internet. É melhor iniciar a pesquisa com o material existenteem casa. Em seguida, pode-se realizar a consulta na biblioteca daescola ou da cidade.a) Seleção de informaçõesFeita a pesquisa, é hora de selecionar os dados por meio de umaleitura mais atenta. A triagem é necessária para que sejam descartadasas informações repetitivas ou que não acrescentem nada ao tema.b) Fonte confiávelA seleção de informações deve levar em conta a confiabilidade dafonte. Por isso é importante comparar as informações em mais de umafonte. É possível verificar, por exemplo, se um mesmo fato foi tratadodo mesmo jeito por dois jornais diferentes.c) Livros, jornais e revistas.Verifique quando foram escritos. Livros e enciclopédias podem conterinformações desatualizadas ou conceitos ultrapassados. Jornais erevistas são boas fontes de consulta pra assuntos que exijam
  4. 4. atualidade de informações. Sempre procure fazer a pesquisa em maisde um jornal ou revista.d) InternetÉ um grande banco de dados em que computadores ligados entre si eao mundo inteiro podem trocar informações. Se você não possuiacesso à internet em sua casa, verifique se é possível utilizar oscomputadores da biblioteca da sua escola ou da sua cidade. Lembre-se: a Internet é somente mais uma fonte de consulta.
  5. 5. Segundo passo: a redaçãoFeita a pesquisa de informações, o próximo passo é escrever otrabalho escolar e organizar sua forma de apresentação. De acordocom o trabalho, podem-se incluir imagens (fotos, desenhos, gráficos)para ilustrar determinados tópicos.Dicas para escreverCada um tem um estilo próprio de escrever. Mas existem algumasrecomendações úteis. a) Quanto ao conteúdo: • Elabore um roteiro do que será escrito, procurando imaginar tópicos ou capítulos. • Organize o material pesquisando, distribuindo as informações entre as divisões estabelecidas. • Procure escrever frases, orações e períodos curtos para facilitar a leitura. • Evite a repetição de informações ao longo do trabalho. b) Quanto à forma • Deixe margens ou espaços em branco nas bordas do papel. Dessa forma, o trabalho fica mais ”arejado” e a leitura, mais fácil. • Faça um trabalho limpo e ordenado. Se for manuscrito, evite o uso de corretores e mantenha um padrão para a letra. • Utilize parágrafos dentro de cada tópico ou capítulo.
  6. 6. • Sublinhe ou destaque em um quadro os assuntos mais importantes, como definições ou conceitos.• Faça a paginação das folhas.• Se utilizar imagens, encaixe-as próximas ao texto correspondente.• Evite usar cores ou outros recursos gráficos que não acrescentem informação ou dificultem a leitura. A apresentação do trabalho Há inúmeras maneiras de apresentar um trabalho escolar. Tanto é verdade que, para um mesmo tema, dificilmente haverá trabalhos iguais em uma sala de aula. Cada um terá suas características visuais, sua capa e sua forma de organização. Alguns elementos, no entanto, devem fazer parte de qualquer trabalho escolar. A seguir, mostramos uma forma de apresentação padrão:
  7. 7. Normas para a entrega de trabalhos escolaresEste documento, elaborado para auxiliar na apresentação de trabalhosescolares, segue as normas da Associação Brasileira de NormasTécnicas (ABNT), adaptadas à realidade escolar.  Elementos pré-textuaisSão informações que antecedem o texto e auxiliam na justificação euso do trabalho. Abaixo, a lista dos elementos pré-textuaisconsiderados obrigatórios:a) Capa O revestimento externo do trabalho, no qual devem constar as informações indispensáveis à sua identificação. Deve conter as seguintes informações:  Nome da Instituição  Nome completo do(s) autor(es) do trabalho  Título  Subtítulo, se houver  Nome da disciplina e do professor  Local (cidade da Instituição em que o trabalho foi apresentado)  Ano da entrega b) Sumário Apresenta as principais divisões de um trabalho, seções e outras partes do documento na mesma ordem e grafia em que nele figuram, reproduzindo a sua estrutura e organização. O indicativo de cada seção, divisão, capítulo, com suas subdivisões, deve ser acompanhado do respectivo número de página. A palavra “SUMÁRIO” deve ficar centralizada, destacada graficamente (negrito, etc) e com a mesma fonte utilizada nas seções primárias do trabalho. Lembre-se: cada capítulo deve começar em uma nova página.
  8. 8.  Elementos textuaisa) INTRODUÇÃOÉ a parte inicial do trabalho, nesse espaço, o autor expõe o objetivodo trabalho, os recursos utilizados e o resultado alcançado.Os requisitos para uma boa introdução são: Definição do assunto Indicação do caminho a seguir  Importante: Somente a partir da introdução numeram-se as páginas do trabalho. Utilizam-se algarismos arábicos, sendo que a contagem das páginas inicia-se no sumário.b) DESENVOLVIMENTOÉ o corpo do trabalho em que o autor desenvolve o conteúdo doseu estudo. É a parte mais extensa do texto, podendo ter váriasseções e subseções, que variam conforme a abordagem do tema edo método.c) CONCLUSÃOOnde se expõe o fechamento das idéias do estudo e onde sãoapresentados os resultados da pesquisa e, partindo da análisedestes resultados, tiram-se as conclusões e, se for necessário, assugestões relativas ao estudo. Elementos pós-textuaisa) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASConsiste em uma lista ordenada com os materiais utilizados para aconfecção do trabalho. A referência permite a correta indicação deum documento, no todo ou em parte, não importando em quesuporte esteja (livro, jornal, revista, internet, CD-ROM, entrevistagravada e etc).
  9. 9.  Todos os materiais que foram mencionados no texto do trabalho devem, obrigatoriamente, ser incluídos na lista de referências.  Após a consulta de qualquer tipo de documento, anotar os dados para não ter trabalho em coletá-los posteriormente na compilação das referências.  Quando consultar periódicos, lembre-se de anotar o local de publicação, volume ou ano e número do fascículo.  Na consulta de documentos na Internet, não esquecer de anotar o endereço eletrônico (URL), data de acesso (dia, mês e ano).  Para documentos impressos, retirar as informações, preferencialmente, da folha de rosto dos documentos.  Ordenar a referências em ordem alfabética. EXEMPLO DE REFERÊNCIA: Para Livro:ÚLTIMO SOBRENOME, Prenome(s). Título da Obra. Cidade: Editora,ano. Exemplo:BAGNO, Marcos. A língua de Eulália. São Paulo: Contexto, 1997.Para artigo de Revista:GUIMARÃES, João L. A oficina do sabor. Superinteressante. SãoPaulo, ano 9, n. 12, dez. 1997, p. 34-49.Exemplo de reportagem de jornal:NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo.São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.Obs.: Quando não aparece o nome do autor da obra, entra-se pelotítulo, ou pelo nome do jornal ou revista.
  10. 10. Exemplo de e-mail:ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagemrecebida por <mtmendes@uol.com.br> em 26 de jan. 2001.Exemplo de artigo de revista na Internet:SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov.1998.Seção Ponto de Vista. Disponível em:<http://.brasilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Aceso em: 28jul. 2002.Exemplo de fita de vídeo:AZEVEDO, Maria Izabel (Coord.) Os perigos do uso de tóxicos.Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1995. 1fita de vídeo (30 min.), VHS, son., color.INFORMAÇÕES COMPLEMENTARESFORMATAÇÃOa) Papel e FonteO papel utilizado no documento deve ser de cor branca, de boaqualidade e o formato deve ser o A4 (21cm x 29,7 cm). O texto deveser digitado ou datilografado na cor preta, com exceção das ilustrações,no anverso (frente) das folhas.Texto do trabalho Fonte tamanho 12 (Arial ou Times New Roman)Citações com mais Fonte em tamanho menor do que a utilizada node três linhas texto.Paginação Fonte em tamanho menor do que a utilizada no texto
  11. 11. b) Margens da FolhaAs margens da folha devem permitir uma encadernação e umareprodução corretas. Conforme a ABNT (2002), as especificações sãoas seguintes:Margem esquerda 3,0 cm Margem superior 3,0 cm Margem direita 2,0 cm Margem inferior 2,0 cmc) EspacejamentosSegundo a ABNT (2002), deve-se adotar os seguintes espacejamentos(entre linhas) para a digitação ou datilografia: Texto (corpo do trabalho ⇒ digitar com espaço duplo. Citações com mais de três linhas ⇒ Digitar em espaço simples. Legendas das ilustrações e tabelas ⇒ Digitar em espaço simples. Títulos das subseções ⇒ Separar do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. Notas ⇒ Digitar ou datilografar em espaço simples Referências ⇒ Digitar em espaço simples e separá-las entre si por espaço duplo.d) Alinhamento⇒ Paginação  Importante: a numeração das páginas de um trabalho só é colocada a partir da primeira folha de texto (Introdução).  A numeração é feita em algarismos arábicos a 2 cm da borda superior direita da folha.  Quando existir apêndice e/ou anexo, as folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar continuidade à do texto principal.  Nos trabalhos utiliza-se somente o anverso (frente) do papel, sendo a contagem da paginação em número de folhas.
  12. 12. Veja a seguir um modelo trabalho escolar:
  13. 13. EE Prof.ª Maria Célia Falcão Rodrigues Ensino Fundamental 8ªA Gabriel Sousa, 12 Gleycon José, 13 Jaqueline Andrade, 15 Lucas Tomé, 22 Márcia Meyre, 42 Matheus Santos, 41 Nathalia Marcelino, 25 Pamela Nascimento, 27 Sarah Barros, 29 Suzana Rodrigues, 32 Thais Ferreira, 37 Thayná Vitória, 39 Professor(a)Sheila GUARULHOS 2011
  14. 14. MÍDIATrabalho apresentado à Escola Maria CéliaFalcão Rodrigues para a disciplina LínguaPortuguesa. Professor (a). Sheila Monteiro GUARULHOS 2011
  15. 15. DEDICATÓRIADedicamos este trabalho á nossa querida professora SheilaMonteiro, que tem nos ajudado cada vez mais, sempre queprecisamos ela está lá para nos apoiar e aconselhar. Ela émais que uma professora, é nossa amiga. Seja comcarinhos ou broncas, ela sabe o que é melhor pra nós.Você foi o incentivo das nossas ações, das nossasdeterminações. Foi sua voz que nos levantou nas horasdifíceis, que nos deu novas forças, que mostrou quecada dia é uma nova renovação. Por isso professora,gostaríamos de agradecer por cada minuto quepassamos ao seu lado, por cada conselho, cadabronca, ou simplesmente cada abraço. Queremos quesaibas que, mesmo quando não estivermos maisjuntos, você não sairá de nossos corações. Muitoobrigado por tudo e continue essa pessoa especial emaravilhosa que você é. Te amamos muito!
  16. 16. AGRADECIMENTOSAgradecemos primeiramente a nossa professora Sheila Monteiro– Língua Portuguesa- por nos dá a oportunidade de aprendermais sobre o assunto que estamos estudando – mídia.Agradecemos também a direção e coordenação da escola MariaCélia Falcão Rodrigues por nos fornecer os materiaisnecessários para a execução do trabalho. E não podemosesquecer também de agradecer á conselheira Dalva, por ter seempenhado a nos ajudar em vários aspectos.
  17. 17. SUMÁRIORESUMO DO TRABALHO.............................................01INTRUDUÇÃO ............................................................. 02TELEVISÃO BENÉFICA SIM OU NÃO ....................... 03OS DEZ SITES MAIS ACESSADOS DAINTERNET............................................................................................... 04CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DA TV...... .................. 05AS 10 ESTRATÉGIA DE MANIPULAÇÃO DA MÍDIAPARA MANTER O PÚLBLICO ALIENADO...................................................................................... 07CONSIDERAÇÕES FINAIS...........................................09REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...........................10
  18. 18. RESUMONeste trabalho estaremos abordando um assunto que temgerado muitas vantagens e também muitos problemas emnossas vidas, principalmente com os jovens, estaremosfalando sobre a mídia, o que ela pode causar se usada deforma incorreta ou de forma exagerada. Tambémmostraremos as várias estratégias de manipulação paramanter o público alienado e veremos os sites maisacessados da internet, além de mostrarmos também se atelevisão é benéfica ou não.
  19. 19. INTRODUÇÃOA mídia faz parte das nossas vidas, querendo nós ou não,seja no trabalho, na escola ou em qualquer outro lugar,precisamos dela para nos informar, nos divertir etc. Masdevemos lembrar que nem tudo por trás da mídia ébenéfico a nós. Devemos saber controlar o que buscamosnela e o quanto usufruímos dela para não acabarmos,digamos, “viciados”.
  20. 20. TELEVISÃO BENÉFICA SIM OU NÃO?Este texto tem por objetivo abordar os Prós e Contras daTelevisão. Apesar de estarmos conscientes, que as vantagensexistem, afirmamos que as desvantagens da televisão são muitomais significativas do que os pontos positivos. Passamos então aapresentar os pontos argumentativos. Por outro lado, osbenefícios da televisão são vários, nomeadamente: Umapoderosa ferramenta de ensino. Com ela aprendemos sobreterras e povos que talvez nunca visitemos. Nós viajamos porselvas tropicais e para regiões gélidas nos polos para picosmontanhas e profundeza de oceanos. Recebemos informaçãosobre a política, historia eventos atuais e culturais. A televisãomostra tragédias como os sucessos na vida das pessoas. Elanos diverte, instrui e influencia. De que modo? Vamos analisar asincontáveis desvantagens. Por outro lado, as desvantagens datelevisão são incontáveis, a saber: O maior ladrão de nossotempo. O tempo que muitos dedicam á televisão ésurpreendente. Estudo recente feito no mundo inteiro mostrouque em média, as pessoas gastam mais de três horas por diaassistindo televisão. Essas horas vão se acumulando. Segastarmos quatro horas por dia vendo televisão, quandochegarmos aos sessenta anos teremos gasto dez anos em frenteà televisão. A exibição farta e explícita ao uso da violência esexo, que influencia o comportamento dos jovens em anosposteriores, que muitas das vezes resultam em crimes dos mais
  21. 21. macros possíveis. Rouba-nos tempo útil, que poderia ser gastocom a família; na leitura; em recreação agradável como passear,fotografar. Em suma podemos concluir que os pontos negativossuperam largamente os positivos. Embora a televisão exibamuitas coisas que vale a pena ver, passar tempo demais nafrente da Televisão, roubar tempo que podia ser gasto comfamília e o desempenho escolar das crianças, alem disso atelevisão esta relacionada com a obesidade das crianças. Onosso tempo é precioso demais para ser gasto.OS DEZ SITES MAIS ACESSADOS DA INTERNETO Google divulgou no final de maio, um ranking dosmil sites mais visitados em todo o mundo. O levantamento nãoinclui sites do próprio Google, como a home de busca.1º. Facebook.com – 540 milhões de usuários únicos2º. Yahoo.com – 490 milhões3º. Live.com – 370 milhões4º. Wikipedia.org – 310 milhões5º. Msn.com – 280 milhões6º. Microsoft.com – 230 milhões7º. Blogspot.com – 230 milhões8º. Baidu.com – 230 milhões9º. Qq.com – 170 milhões10º. Mozilla.com – 140 milhões* Na lista não está incluso o Google.com** Números referentes a abril 2010
  22. 22. CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DA TVA iTVBr traz uma cronologia da história da TV, desde osprimeiros experimentos até as mais modernos sistemas detelevisão.1817 - Químico sueco Jons Jakob Berzelius descobre oelemento químico Selênio.1842 - Alexander Brain obtém a transmissão telegráfica deuma imagem (fac-símile), hoje conhecido como fax.1873 - Inglês Willoughby Smith comprova que o Selêniopossui a propriedade de transformar energia luminosa emenergia elétrica.1884 - Alemão Paul Nipkow inventa um disco com orifíciosem espiral com mesma distância entre si que fazia com queo objeto se subdividisse em pequenos elementos quejuntos formavam uma imagem.1892 - Julius Elster e Hans Getiel inventam a célulafotoelétrica.1906 - Russo Boris Rosing desenvolve um sistema detelevisão por raios catódicos.
  23. 23. 1920 - Primeiras transmissões realizadas pelo inglês JohnLogie Baird através do sistema mecânico baseado noinvento de Nipkow.1923 - Russo Wladimir Zworkin patenteia o iconoscópio,invento que utilizava tubos de raios catódicos.1924 - John Logie Baird consegue transmitir contornos deobjetos a distância.1925 - John Logie Barid transmite fisionomias de pessas.1926 - John Logie Baird faz a primeira demonstração naRoyal Institution em Londres para a comunidade científica.Resolução possui 30 linhas.1927 - Philo Farnsworth patenteia um sistema dissecadorde imagens por raios catódicos, mas com nível deresolução não satisfatório.1929 - Hebert Eugene Ives realiza em Nova York asprimeiras imagens coloridas com 50 linhas de definição porfio, cerca de 18 frames por segundo.1935 - Inicia-se oficialmente a televisão na Alemanha eFrança, sendo a Torre Eiffel o ponto emissor.1936 - Ingleses inauguram uma estação regular da BBCcom definição de 405 linhas.1937 - BBC transmite a coroação de Jorge VI com cerca de50 mil telespectadores.
  24. 24. 1938 - Inicialização das transmissões na Rússia e EstadosUnidos.1940 - Peter Goldmark aperfeiçoa o invento mecânicofazendo demonstrações com 343 linhas, a 20 frames porsegundo. Transmissão experimental da TV em cores.1941 - Padrão NTSC é aprovado nos Estados Unidos comoo primeiro sinal padrão de rádio-difusão televisiva.1944 - França volta a transmitir a televisão após a SegundaGuerra Mundial.1948 - Primeiro sistema de TV a Cabo desenvolvido por EdParson.1950 - França possuía a maior definição de emissora com819 linhas seguido dos russos com 625 linhas. No Brasilinaugura-se a TV Tupi de São Paulo pertencente a AssisChateaubriand.1954 - Primeiras transmissões regulares em cores nosEstados Unidos, utilizando o padrão NTSC.1956 - Criado na França o padrão a cores analógicoSECAM.1962 - Em 23 de julho, a primeira transmissão via satélite, osatélite artificial Telstar lançado pela NASA dos EUA.1963 - Lançado o padrão analógico PAL.
  25. 25. 1964 - Criada a primeira TV de Plasma na Universidade deIllinóis por Donald L. Bitzer e H. Gene Slottwo. Primeiratransmissão feita pelo padrão PAL no Reino Unido.1967 - Primeira transmissão televisiva na Alemanhautilizando o padrão PAL. Primeira transmissão feita naFrança utilizando o padrão SECAM.1969 - Primeira transmissão via satélite pata todo o mundoe mostra o homem descendo na Lua.1970 - Primeira transmissão a cores no Brasil.1972 - Primeira transmissão pública oficial em cores noBrasil. Primeiro painel de visor de LCD é produzido nosEstados Unidos por T. Peter Brody.1979 - Empresa Matsuhita patenteia a primeira televisãoem miniatura, chamada de tv de bolso, com ecrã plano.1980 - 55% da população brasileira já possuíam televisoresem casa.1981 - No Japão o consórcio Hi-Vision PromotionAssociation passa a operar o serviço Digital Hi-VisionBroadcasting durante uma hora por dia.1983 - Organizações criam o grupo FCC (FederalCommunication Comission) para concepção do padrãodigital americano.
  26. 26. 1987 - FCC convoca 58 redes de TV para discussão sobreos impactos tecnológicos do até então padrão americano(ATC) sobre os serviços existentes.1989 - União Internacional de Telecomunicaçõesestabelece o primeiro padrão HDTV, baseado em umpacote de transmissão digital.1991 - Início dos testes com HDTV nos EUA.1993 - Fundado o Projeto DVB, grupo que mais tarde dariainício às transmissões digitais do padrão DVB na europa.1994 - Desenvolvido o sistema de transmissão digital porcabo DVB-C. Nos EUA, o sistema DirecTV faz as primeirastransmissões em formato digital.1995 - Nasce o ATSC (Advanced Television SystemsComitee), padrão de TV Digital americano. Primeiratransmissão do sistema europeu DVB na Europa feita pelocanal Pago Francês Canalplus.1997 - Japoneses começam os estudos para odesenvolvimento do que seria mais tarde o ISDB(Integrated Services Digital Broadcasting). Primeirotelevisor de Plasma é disponibilizado no mercado pelaempresa Fujitsu.1998 - Início de radiodifusão experimental de HDTV digitalnos Estados Unidos. Sistema DVB-T utiliza modulação
  27. 27. OFDM para TV Digital na Europa. Primeira transmissão dosistema terrestre europeu ocorre na Suécia e Reino Unido.Grupo ABERT/SET inicia estudo detalhado de qual padrãode TV Digital atenderia melhor às necessidades do Brasil.1999 - Em 6 de março a HBO começa a transmitir o padrãoHDTV via satélite com o filme U.S. Marshalls. No Brasil aAnatel começa os estudos para implantação do sinal digital.2000 - Lançado oficialmente o serviço Digital Hi-VisionBroadcasting no Japão.2003 - Japão lança comercialmente os serviços detelevisão digital terrestre. Alemanha é o primeiro país naEuropa a realizar o "apagão analógico". Primeirademonstração do sistema UHDT (Ultra High DefinitionTelevision) com resolução de 7680x4320 pixels. Criado oSBTVD, programa que teve como objetivo criar um modelode referência para TV Digital terrestre no Brasil.2006 - Brasil anuncia o padrão Japonês ISDB-T como basepara TV digital terrestre. Fórum do SBTVD é criado com amissão de auxiliar e estimular a criação e melhoria doSBTVD propiciando padrões de qualidade para os usuários.2007 - Primeira transmissão digital no Brasil. Uruguai adotao padrão europeu DVB-T.
  28. 28. 2008 - O sinal digital chega a algumas capitais brasileirascomo Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.2009 - Argentina, Venezuela, Chile e Peru adotam o padrãonipo-brasileiro (ISDB/SBTVD) de televisão Digital. Osubsistema Ginga-NCL é eleito pela ITU-T como a primeirarecomendação internacional para suporte a interação emultimídia para dispositivos de IPTV.2010 - Bolívia, Costa Rica, Filipinas e Paraguai aderem aopadão ISDB-Tb/SBTVD. Lançada comercialmente aprimeira TV Digital com o middleware Ginga embutido.Emissoras nacionais começam a transmitir aplicaçõesinterativas utilizando o Ginga na Copa do Mundo da Áfricado Sul.2010 - Argentinos iniciam distribuição gratuita de 1.2milhões conversores digitais para a população de baixarenda. 52 países da África, América do Sul e Central fazemtestes com o ISDB/SBTVD.
  29. 29. AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO DA MÍDIAPARA MATER O PÚBLICO ALIENADOO linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das"10 estratégias de manipulação" através da mídia:1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.O elemento primordial do controle social é a estratégia dadistração que consiste em desviar a atenção do público dosproblemas importantes e das mudanças decididas pelas elitespolíticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ouinundações de contínuas distrações e de informaçõesinsignificantes. A estratégia da distração é igualmenteindispensável para impedir ao público de interessar-se pelosconhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, dapsicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atençãodo público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais,cativada por temas sem importância real. Manter o públicoocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar;de volta à granja como os outros animais (citação do textoArmas silenciosas para guerras tranquilas)”.2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.Este método também é chamado “problema-reação-solução”.Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certareação no público, a fim de que este seja o mandante dasmedidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se
  30. 30. desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizaratentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante deleis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Outambém: criar uma crise econômica para fazer aceitar como ummal necessário o retrocesso dos direitos sociais e odesmantelamento dos serviços públicos.3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, bastaaplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmentenovas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade,flexibilidade, desemprego em massa, salários que já nãoasseguram renda decente, são tantas mudanças que teriamprovocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma sóvez.4- A ESTRATÉGIA DO DIFERIDO.Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a deapresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo aaceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. Émais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifícioimediato. Primeiro, porque o esforço não é empregadoimediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, temsempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irámelhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado.Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia demudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o
  31. 31. momento.5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE ELE FOSSE CRIANÇADE BAIXA IDADE.A maioria da publicidade dirigida ao grande público utilizadiscurso, argumentos, personagens e entonação particularmenteinfantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se oespectador fosse um menino de baixa idade ou um deficientemental. Quanto mais se intente buscar enganar o espectador,mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se vocêse dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anosou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá,com certa probabilidade, a uma resposta ou reação tambémdesprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerrastranquilas”)”.6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUEA REFLEXÃO.Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica paracausar um curto-circuito na análise racional e, por fim, no sentidocritico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registroemocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente paraimplantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores,compulsões, ou induzir comportamentos…7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NAMEDIOCRIDADE.Fazer com que o público seja incapaz de compreender astecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua
  32. 32. escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociaisinferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de formaque a distância da ignorância que paira entre as classesinferiores às classes sociais superiores seja e permaneçaimpossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armassilenciosas para guerras tranquilas’)”.8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NAMEDIOCRIDADE.Induzir o público a achar que é moda o fato de ser estúpidovulgar e inculto…9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela suaprópria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência,de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés derebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvaloriza e se culpa o que gera um estado depressivo no qual,um dos seus efeitos, é a inibição da sua ação. E, sem ação, nãohá revolução!10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELESMESMOS SE CONHECEM.No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados daciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos dopúblico e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes.Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o“sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do serhumano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema
  33. 33. tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que elemesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria doscasos, o sistema exerce um controle maior e um grande podersobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si mesmos.
  34. 34. CONSIDERAÇÕES FINAISConcluímos que ao realizar tal trabalho aprendemos que amídia faz parte do nosso cotidiano, e tem suas vantagens edesvantagens. Ela, ao mesmo tempo em que educa,informa e diverte, também influencia em vários aspectosruins, por exemplo: a prática da violência, o uso de drogase o consumismo exagerado. Concluímos também que essetrabalho nos ajudou a ver a mídia como ela realmente é, eque o uso exagerado dela pode nos causar muitosproblemas na nossa vida pessoal, social e profissional,como ocorre principalmente com os jovens, que preferempassar mais tempo em sites de relacionamentos do que naleitura e a prática da escrita.
  35. 35. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASTelevisão benéfica sim ou não:http://www.acores.net/blogger/view.php?id=10719Os dez sites mais acessados da internet:http://lista10.org/tech-web/os-10-sites-mais-acessados-do-mundo/A cronologia da história da TV:http://www.itvbr.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=79&Itemid=91As 10 estratégias da mídia para manter o público alienado:http://www.jornalorebate.com.br/site/internacional/5725-s-10-estrategias-de-manipulacao-da-midia-para-mater-o-publico-alienada
  36. 36. Este trabalho foi apresentado no ano de 2011 pelosalunos da 8ª série A da - Escola Maria Célia.Agora que você já tem uma grande noção de comoelaborar um trabalho seguindo as normas da AssociaçãoBrasileira de Normas Técnicas - (ABNT), é hora deelaborar o seu..Leia todo o manual sem pressa, reúnatodas as informações que puder, não se esqueça de já irsalvando as referencias bibliográficas das informaçõespesquisadas. Abaixo você encontrará uma sugestão quepoderá ser utilizada no seu trabalho.
  37. 37. EE Prof.ª Maria Célia Falcão Rodrigues NOME DO ALUNO DISCIPLINA: PROFESSOR: GUARULHOS 2012
  38. 38. TÍTULO DO TRABALHO Subtítulo Trabalho apresentado à Escola Maria Célia Falcão Rodrigues para a disciplina Língua Portuguesa. Professor (a). Sheila Monteiro GUARULHOS 2012
  39. 39. DEDICATÓRIA
  40. 40. AGRADECIMENTOS
  41. 41. SUMÁRIOINTRODUÇÃO...............................................................031 DESENVOLVIMENTO (TÍTULO DO CAPÍTULO) .................. 042 DESENVOLVIMENTO (TÍTULO DO 2º CAPÍTULO) ................ 05 2.3 desenvolvimento (SUBTÍTULO DO 2º CAPÍTULO) ................ 073 DESENVOLVIMENTO (TÍTULO DO 3º CAPÍTULO) ................ 08CONCLUSÃO .............................................................. 10REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................... 11
  42. 42. RESUMO
  43. 43. INTRODUÇÃO É a parte inicial do trabalho, nesse espaço, o autorexpõe o objetivo do trabalho, os recursos utilizados e oresultado alcançado.
  44. 44. 1 DESENVOLVIMENTO É o corpo do trabalho em que o autor desenvolve oconteúdo do seu estudo. É a parte mais extensa dotexto, podendo ter várias seções e subseções, quevariam conforme a abordagem do tema e do método.
  45. 45. CONCLUSÃO Onde se expõe o fechamento das ideias do estudo eonde são apresentados os resultados da pesquisa e,partindo da análise destes resultados, tiram-se asconclusões e, se for necessário, as sugestões relativasao estudo.
  46. 46. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Consiste em uma lista ordenada com os materiais utilizados para a confecção do trabalho. A referência permite a correta indicação de um documento, no todo ou em parte, não importando em que suporte esteja (livro, jornal, revista, internet, CD-ROM, entrevista gravada e etc). Exemplo:ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagemrecebida por <mtmendes@uol.com.br> em 26 de jan. 2001.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023.Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio deJaneiro: 2002.BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália. São Paulo: Contexto, 1997.GUIMARÃES, João L. A oficina do sabor. Superinteressante. SãoPaulo, ano 9, n. 12, dez. 1997, p. 34-49.NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo.São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov.1998.
  47. 47. Seção Ponto de Vista. Disponível em:<http://.brasilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 jul.2002.

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