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Ordem commelinales

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Características gerais, filogenia, importância econômica e diersos aspectos da Ordem Commelinales

Características gerais, filogenia, importância econômica e diersos aspectos da Ordem Commelinales

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  • 1. Ordem Commelinales Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões- URI Disciplina: Botânica IV Professora Kelly C. R. S. Corrêa Acadêmicas: Sheila Cassenote Ferreira Raquel Geraldi
  • 2. COMMELINALES • 5 famílias; • 68 gêneros; • 812 espécies; FONTE http://botany.csdl.tamu.edu/FLORA/tfplab/monocot1.htm HAEMODORACEAE PONTEDERIACEAE PHILYDRACEAE COMMELINACEAE HANGUANACEAE
  • 3. Phylogeny
  • 4. CARACTERÍSTICAS Micorrizas ausentes elementos de vaso com placas de perfuração escalariformes Caracteres derivados que Commelinales compartilha com Zingiberales: CIMAS HELICÓIDES MULTIFLORAS E UM TAPETE AMEBÓIDE
  • 5. • Monofilia sustentada por caracteres de DNA. • Sinapomorfias morfológicas ambíguas: • Ponteridaceae e Haemodoraceae compartilham a estrutura da exina não- tectada e columelada; • Enquanto Philydraceae e Haemodoraceae apresentam folhas estreitas e unifaciais. • Todas as três famílias apresentam células de tanino no perianto e esclereídes nas placentas.
  • 6. A localização de Commelinaceae tem sido controversa; Caracteres morfológicos a situam na ordem Poales; Enquanto sequências de DNA a situam junto com Haemodoraceae, Ponteridaceae ePhilydraceae na ordem Commelinales
  • 7. COMMELINACEAE Ervas, ás vezes suculentas, com caules bem desenvolvidos, ás vezes curtos, geralmente com com células de mucilagem ou canais contendo rafídeos. Pêlos simples, folhas alternas, dísticas ou espiraladas ao longo do caule. A nervura mediana frequentemente é proeminete, com bainha fechada, estômatos tetracíclicos. Estípulas ausentes. Inflorescências determinadas, ás vezes redeuzidas a uma flor solitária. Flores geralmente bissexuais, radiais a bilaterias, COM PERIANTO DIFERENCIADO EM CÁLICE E COROLA, sépalas 3, geralmente livres, pétalas 3, livres a conatas, 01 pétala ás vezes reduzida.
  • 8.  A corola murcha e se autodigere rapidamente no fim da vida útil;  Estames 6, ou 3, filetes finos, livres a ligeiramente conatos, ás vezes adnatos ás pétalas;  Anteras ocasionalmente com poros apicais;  Grãos de pólen geralmente monossulcados;  Carpelos 3, conatos, ovário súpero, com placentação axial;  1 estigma, óvulos 1 a muitos em cada lóculo;  Nectários ausentes, fruto geralmente cápsula loculicida; ocasionalmente baga Semente com capuz cônico conspícuo
  • 9. As flores de Commelinaceae duram no máximo um dia; A polinização geralmente é promovida por abelhas coletoras de pólen
  • 10. Distribuição: Amplamente distribuída em regiões tropicais a temperadas
  • 11. Gêneros: 50 Espécies: 650  Principais gêneros: Commelina (230 spp.), Tradescantia (60), Aneilema (60), Murdannia (45) e Callissia (20). Callissia, Commelina, Gibasis, Murdannia e Tradescantia ocorrem nos EUA e Canadá.  No Brasil, está presente Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul (AONA, 2010).
  • 12. Importância Econômica:  Algumas espécies são plantas invasoras, outras são utilizadas como ornamentais, algumas possuem propridades medicinais.  Em áreas agrícolas provocam prejuízos econômicos pela concorrência por nutrientes, luz e água.
  • 13. * Ervas com rizomas, colmos ou bulbos. Hemodoracea Colmo
  • 14. • Raízes frequentemente com pigmentação vermelho- alaranjada, contendo variadas fenalonas ( compostos fenólicos). Hemodoracea
  • 15. • Pêlos simples cobrindo a dendríticos, cobrindo densamente o eixo da inflorescência, bráctea e das peças perianticas. Hemodoracea
  • 16. Folhas alternas disticas, equitantes (folhas disticas achatadas no plano de inserção foliar e providas de duas faces que são anatomicamente e morfologicamente idênticas, isto é, unifaciais), unificadas, aquelas da porção superior do caule reduzidas, simples, inteira com venação paralela invaginantes na base e estípulas ausentes. Hemodorácea Lachnanthes sp.
  • 17. Flores: * Bixessuais, radiais a bilateral; * Tépalas 6, vistosas, livres a conatas; * Estames de 3 ou 6, as vezes reduzidos a 1, ocasionalmente dimórficos; * Filetes livres ou adnatos as tépalas; * Carpelos 3, conatos; * Ovário súpero ou ínfero; * Fruto capsula e sementes frequentemente aladas. Haemodoraceae
  • 18. • Amplamente distribuída na Austrália, África do Sul e norte da América do Sul. Poucas espécies ocorrem na América do Norte, principalmente plantas de áreas brejosas. Distribuição e ecologia das Haemodoraceae
  • 19. • Generos: 13 • Espécies: 100 • Principais gêneros: Conostylis (30spp); Haemodorum (20spp); Anigozathos (11spp); Conostylis. Anigozanthos Haemodorum
  • 20. Gêneros como Anigozanthos (pata de canguru) Canostylis e Lachnanthes são cultivadas como plantas ornamentais. Importância econômica e produtos:
  • 21. • Haemodoraceae é considerada monofilética devido a presença de aril fenalenonas (compostos fenólicos); são as únicas plantas vasculares que possuem esses pigmentos, as quais conferem características de cor vermelho- alaranjado ou purpura as raízes e rizomas de muitos gêneros. • As flores de Haemodoraceae são polinizadas geralmente por insetos, mas o gênero Anigozanthos são polinizados por aves.
  • 22. Pontederiaceae Ervas aquáticas, rizomatosas, flutuantes a emersas. Caules esponjosos. Apresentam pêlos simples, apenas nas partes reprodutivas. Eteranthera sp. Pondeteria sp.
  • 23. • Pontederiaceae: apresenta geralmente folhas alternas e espiraladas, ao lingo do caule, ou +/- basais, +/- diferenciadas em lamina e pecíolo, simples, inteiras, com venação paralela e palmada, invaginantes na base e sem estípulas.
  • 24. • Flores bissexuais, radiais a bilaterais com frequência apresentando tristila. • Tépalas 6, vistosas variavelmente conatas, com frequência as tépalas adaxiais do verticilo interno diferenciadas. • Estames geralmente de 6; filetes adnatos ao tubo do perianto; anteras deiscentes por fendas ou poros; • Capelos de 3, conatos; ovário súpero, com placentação axial, as vezes 2 lóculos estéreis; • Óvulos numerosos a 1 por lóculo; • Fruto capsula ou noz. FLORES DE PONTEDERIACEAE:
  • 25. Pondeteria cordata Tristila: flores de diferentes indivíduos da mesma espécie que apresentam três comprimentos de estiletes diferentes. Os comprimentos dos estamos em geral variando de modo inverso, trata-se de um mecanismo para promover a polinização cruzada.
  • 26. • Amplamente distribuída em regiões tropicais e subtropicais, com poucas espécies nas regiões temperadas, plantas de ambientes aquáticos ou áreas brejosas. Distribuição e ecologia
  • 27. • generos: 7; espécies:35 • Principais generos: • Ponderia (6ssp.): Heteranthera: (12ssp.)
  • 28. • Eichhornia: (7spp) Monochoria: (7ssp)
  • 29. • Pondeteria e Eichhornia são utilizadas como plantas ornamentais; esta última é uma praga muito séria em ambientes de agua parada ou com pouco movimento em regiões tropicais ou subtropicais. Importância econômica:
  • 30. • A monofilia de Pondeteriaceae é sustentada por caracteres morfológicos e moleculares, um clado sustentado pelo hábito perene, pelo eixo da inflorescência curso e pelas flores bilaterais com tirsila. • Dados moleculares sugerem que Monochorea pertence ao clado Pondeteria + Eichhornia.
  • 31. Referências Bibliográficas • JUDD, Walter S. Sistemática Vegetal - Um Enfoque Filogenético. 3ª ed, Porto Alegre RS, Artmed 2009, 632 p. • ELBL, Paula Maria. Estudos em Commelinaceae (Monocotiledôneas): o papel da endoderme e do periciclo na formação do corpo primário. 2008. 168 f. Dissertação ( Mestrado em Ciências na área de Botânica). Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo- Departamento de Botânica. São Paulo- SP, 2008. Acesso em 02 de novembro de 2013.
  • 32. • http://www.tropicos.org/Name/8300505 Acesso em 01 de novembro de 2013. • http://botany.csdl.tamu.edu/FLORA/tfplab/monocot1. htm Acesso em 01 de novembro de 2013. • http://www.mobot.org/MOBOT/research/APweb/ Acesso em 02 de novembro de 2013. • http://www.tropicos.org/ Acesso em 02 de novembro de 2013. • http://theseedsite.co.uk/profile515.html Acesso em 01 de novembro de 2013. • http://www.mobot.org/MOBOT/research/APweb/ Acesso em 01 de novembro de 2013. • http://www.anatomiavegetal.ibilce.unesp.br/cursos/mo rfologiavegetal/aulas/xilema-floema.php Acesso em 01 de novembro de 2013.

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