Clipping Sectes 17 de janeiro de 2011
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Clipping Sectes 17 de janeiro de 2011

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Clipping Sectes 17 de janeiro de 2011 Document Transcript

  • 1. Data: 17 de janeiroMinas Gerais - Belo HorizonteFapemig lança edital para pesquisas em metrologiaPágina: 6Publicado: 15-01-2011
  • 2. Data: 17 de janeiroMinas Gerais - Belo HorizonteUnimontes ganha destaque no EnadePágina: 3Publicado: 15-01-2011
  • 3. Data: 17 de janeiroEstado de Minas - Belo Horizonte - MGSurpresa na UFMGCaderno: Gerais - Página: 25e26Publicado: 15-01-2011
  • 4. Data: 17 de janeiroHoje em Dia - Belo Horizonte - MGNegros e índia aprovados na UnimontesCaderno: Minas - Página: 21Publicado: 15-01-2011
  • 5. Data: 17 de janeiroHoje em Dia - Belo Horizonte - MGBonde do futuro revoluciona mobilidadeCaderno: Minas - Página: 22Publicado: 16-01-2011
  • 6. Data: 17 de janeiroHoje em Dia - Belo Horizonte - MGDo Campo de guerra ao gelo polarCaderno: Minas - Página: 17Publicado: 16-01-2011
  • 7. Data: 17 de janeiroHoje em Dia - Belo Horizonte - MGJosé Geraldo de Freitas Drummond - Universidade reprovada
  • 8. Data: 17 de janeiroHoje em Dia - Belo Horizonte - MGPT e PSDB na luta por espaços em BHCaderno: 1º Caderno - Página: 4Publicado: 17-01-2011
  • 9. Data: 17 de janeiroO Tempo - Belo Horizonte - MGA parte - O PSDB é um partido nacional...Caderno: 1º Caderno - Página: 2Publicado: 17-01-2011
  • 10. Data: 17 de janeiroO Tempo - Belo Horizonte – MGPor Aécio, PSDB de Minas já pensa na sucessão estadualCaderno: 1º Caderno - Página: 3Publicado: 17-01-2011
  • 11. Data: 17 de janeiroO Tempo - Belo Horizonte - MGPSDB já condiciona o apoio a Lacerda a mais espaço na PBHCaderno: 1º Caderno - Página: 6Publicado: 17-01-2011
  • 12. Data: 17 de janeiro
  • 13. Data: 17 de janeiroJornal da Manhã (Uberaba), 16/01/2011Entrevista especialRecém-nomeado secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, NarcioRodrigues é hoje a principal liderança do PSDB na região e um dos tucanos de maior expressãonas Minas Gerais. Dono de uma biografia política construída dentro de uma única legenda –coisa rara hoje em dia –, onde se elegeu deputado por cinco vezes e agora chega a um cargo noExecutivo, ele ainda encontra tempo para se dedicar à poesia. Sua verve artística lhe rendeu,recentemente, uma cadeira na Academia de Letras do Triângulo Mineiro.Mas, como bom mineiro, Narcio diz que chegou muito acima de onde imaginava e o que vierdaqui para a frente é lucro. Modéstia à parte, o peessedebista se diz um soldado do Grupo AécioNeves e que sua missão, no momento, é fazer uma administração eficiente em Minas Gerais naárea de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Nesta entrevista ao Jornal da Manhã, ele falou detudo um pouco, sem meias-palavras, até mesmo que cria suas poesias nas reuniões cujos temasnão lhe interessam. Boa leitura!Jornal da Manhã – Quais as expectativas do senhor à frente da Secretaria de Ciência,Tecnologia e Ensino Superior e quais desafios o cargo lhe impõe?Narcio Rodrigues da Silveira – Diria que, nos últimos oitos anos, Minas se preparou, criou umaplataforma para dar um salto de qualidade. A reorganização do Estado, o ajuste fiscal, o choquede gestão, tudo isso resultou na preparação de Minas para que a gente possa, efetivamente,perseguir a qualidade de vida. Como a meta do governo Antonio Anastasia é fazer uma gestãodedicada à cidadania, entendo que tudo que vamos empreender em Minas na busca da qualidadede vida passa necessariamente de forma transversal pela Ciência e Tecnologia. A pasta éestratégica para o futuro que nós queremos construir em Minas Gerais.JM – Como fazer isso?Narcio – Eu tenho dito que a Ciência e a Tecnologia têm que ser feitas para melhorar a Medicinae a Saúde. Têm que ser ferramentas para melhorar a Educação, democratizar o acesso ao EnsinoSuperior e o desempenho dos atletas no esporte, atender o deficiente, com a Rede Apae, que nósqueremos criar para estimular o superdotado, já que em Minas não tem nenhuma ação voltadapara eles, mesmo com várias incidências na área. Temos ainda que patrocinar mecanismos quefaçam com que a Ciência e a Tecnologia promovam a inovação tecnológica na área empresarial,portanto, gerando desenvolvimento, e a inclusão digital, que é inserir as pessoas nesse mundo,hoje absolutamente necessário para se sentir cidadão.JM – Mas o senhor já disse que é preciso, primeiro, identificar as potencialidades e vocaçõesregionais para que essas ações surtam efeito...Narcio – Eu estou separando a minha atuação na secretaria em dois compartimentos: um voltadoexatamente para a Ciência e a Tecnologia e outro para a articulação na área de Ensino Superior.
  • 14. Data: 17 de janeiroAcho que o meu papel é muito menos de mandar e muito mais de coordenar um processo em quepossamos responsabilizar as universidades públicas federais para uma atuação coordenada queamplie a oferta do Ensino Superior em Minas Gerais. Já com o poder de decisão, vamos atuar naconsolidação das duas universidades públicas estaduais: a Unimontes, com sede em MontesClaros (norte do Estado), e a Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), em BeloHorizonte. Com essa estrutura de universidades, 13 no total, mais a rede de institutos federais,temos que coordenar um grande programa de Ensino Superior. E ele tem que se pautarfundamentalmente pelo mapeamento das necessidades e a definição – do ponto de vistaeconômico – das vocações e, com isso, estabelecer um programa de arranjo produtivo localJM – São muitas as barreiras junto às universidades?Narcio – As universidades têm uma natureza extremamente centralizada, voltada para o seupróprio umbigo, e nós precisamos fazer com que elas se voltem fundamentalmente para ascomunidades. A extensão universitária tem que ser uma obrigação, uma contrapartida dasinstituições públicas para a sociedade.JM – Logo que o governador anunciou seu secretariado, alguns críticos disseram que eleprivilegiou mais o lado político do que técnico. É possível dissociar política da técnica ou épreciso juntá-las?Narcio – Não tenho dúvidas de que o Brasil será melhor quando os políticos forem mais técnicose os técnicos, mais políticos. O grande êxito que Minas está encontrando hoje é porque AécioNeves, que é essencialmente político, mostrou visão técnica ao governar o Estado. E agora nósteremos sucesso no Governo Anastasia, porque todo mundo que pensava que ele era apenastécnico, está descobrindo nele um grande articulador político. A minha qualificação para asecretaria é decorrente do fato de que, chegando como político ao Congresso, procurei meaperfeiçoar no tema da Ciência e Tecnologia, da Pesquisa e do Ensino Superior. Por isso,acredito que essa é uma discussão vazia.JM – O Parque Tecnológico de Uberaba agora avança?Narcio – Está nas nossas prioridades. O deputado Paulo Piau vem liderando esse tema. Nóstrabalhamos juntos para colocar recursos no orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologiaem 2011, mas, independentemente deste dinheiro federal, existe um programa de parquestecnológicos no Estado, na minha secretaria. Já estamos implementando o parque de BeloHorizonte, o de Itajubá está em fase final de implantação e daremos um grande impulso, esseano, aqui em Uberaba, para uma melhor ocupação da Univerdecidade. É uma tristeza ver umprojeto tão bem concebido pelo ex-prefeito Luiz Guaritá Neto ainda não ter se convertido emuma grande cidade tecnológica como Uberaba e região precisam.JM – O senhor falou do senador eleito Aécio Neves. Como avalia o efeito Clésio Andrade nabancada mineira no Senado, que seria de oposição e agora não terá mais essa composição?Narcio – O Clésio é uma figura secundária na política do Estado. Ele virou senador por umacidente do destino (morte do Eliseu Resende). O que nós, de Minas, esperávamos era que eleassumisse agradecendo quem lhe deu o mandato. Foi graças à articulação de Aécio, em 2006,quando o reelegemos governador e Anastasia seu vice, e Eliseu senador – mais os suplentes –,que ele chegou ao Senado. Naquela campanha estávamos lutando contra o PT e contra o Newton
  • 15. Data: 17 de janeiroCardoso (candidato do PMDB à única vaga do Senado em disputa no pleito daquele ano) e hojevemos o novo senador de Minas diminuir a importância do cargo em troca da perspectiva deespaço no Governo Dilma de forma subserviente e servil na cena política, que nada serve aoEstado.JM – O senhor diria que o Clésio está praticando a chamada “política miúda”?Narcio – Sem dúvida! A política da troca de favor, de espaço, de cargo, de tudo que um senadorpor Minas não pode fazer. Um Senado que tinha Eliseu Resende, que terá Aécio Neves e ItamarFranco, é de altíssima estatura. Nós compreendemos que a morte de Eliseu desfalca Minas eesperávamos mais do Clésio Andrade. Imaginávamos que ele teria a visão de que o Senadomerece respeito. No dia em que ele disputar votos, talvez tenha autoridade para falar.JM – O prefeito Anderson Adauto disse em recente entrevista ao Jornal da Manhã que para 2012é preciso que surjam novas lideranças na política. O senhor acredita que é preciso o mesmo parao pleito de 2014? O senhor se vê como uma dessas novas lideranças no Estado?Narcio – Não coloco isso. Tenho uma visão muito clara de que política é feita em etapas. Digolembrando que o Aécio só foi presidente da Câmara [2001 a 2002] porque foi um bom líder doPSDB; só foi governador de Minas porque foi um bom presidente da Câmara, e será umexcelente senador porque acumulou uma experiência extraordinária nesses últimos oito anos àfrente do Governo do Estado, o que lhe dá condições de debater os grandes temas nacionais. Evai chegar à Presidência da República por tudo que acumulou na sua biografia. Eu fuiparlamentar por quatro mandatos e nesse quinto estou tendo essa experiência e espero dar aminha contribuição para Minas Gerais. Sei das minhas limitações, que são enormes. Num projetopolítico, digo sempre que a gente tem que deixar as coisas acontecerem. Eu não esperavadisputar a quinta eleição; não imaginava ser secretário de Estado, já que em um primeiromomento eu estava motivado com a ideia de voltar a atuar no Congresso ao lado do próprioAécio, que depois concordou que a minha vinda para Minas seria extremamente salutar para onosso projeto político. Então, digo que eu sou um soldado desse grupo. Estou jogando em umtime faz muito tempo e vou continuar nele. O dia que não servir mais, saio da vida pública.JM – Mas, na construção dessa biografia, existe um sonho de chegar ao Governo de Minas, aoSenado?Narcio – Com a maior segurança do mundo e a simplicidade de jornalista e de mineiro, digo: eucheguei muito acima de onde imaginava. Não esperava jamais ter cinco mandatos parlamentares,chegar ao primeiro escalão do Governo e ser secretário de Estado. O que vier agora é lucro naminha vida pública. Não vou me indispor com o destino dizendo que não serei outra coisa nofuturo, mas não alimento nenhuma vaidade com isso.JM – Que papel o senhor espera da oposição no Governo Dilma Rousseff?Narcio – Eu tenho uma impressão muito boa da presidente recém-empossada. Tenho a visão deque o presidente Lula ficou oito anos no palanque e deixou de governar por isso. Ele fez umagrande orquestração nacional, mas não se aprofundou nos temas mais importantes do país, quesão as reformas. Se não fizermos as reformas da previdência, tributária, trabalhista, sindical e
  • 16. Data: 17 de janeiropolítica, vamos deixar o país no mesmo ponto em que se encontra: um gargalo enorme para o seucrescimento. Nós temos a ilusão de dizer que o Brasil está crescendo bem, mas se formoscomparar com o que está acontecendo hoje com a China, veremos que estamos andando a passosde tartaruga. Tenho a impressão de que a presidente Dilma inaugura uma nova etapa, de visão deque é preciso ter uma gestão pública mais eficiente. Governar para valer e assumir aresponsabilidade de fazer as reformas. Nesse ambiente não há espaço para ideologia, partido,oposição. Entendo que a chegada de Aécio a Brasília vai inaugurar uma nova etapa nas relaçõesentre PT e PSDB e entre Governo e oposição.JM – Mas o presidente nacional do seu partido, deputado federal Sérgio Guerra, divulgou umanota dizendo que a composição do Governo Dilma visou a atender interesses partidários e quesua administração será sustentada por favorecimentos...Narcio – Quando digo que vamos mudar o formato de fazer oposição não quer dizer que vamosdeixar essa posição de lado. Houve um loteamento de cargos, a guerra de foice no escuro aindaestá acontecendo, com o PT e o PMDB num flagrante desentendimento, ao contrário de MinasGerais, que tem um governo que é fruto de uma aliança programática. Quem vem somarconosco tem que ter perfil e compromisso com o programa de governo de Anastasia. A crítica deSérgio Guerra é procedente. Nós vamos apontar o dedo para as feridas, mas também estaremosao lado do governo naquilo que faz o país avançar. Se a presidente chamar o grupo que éliderado pelo Aécio para construir soluções para o país, vai encontrar boa vontade da nossa parte.Não seremos o que o PT foi conosco no Governo Fernando Henrique Cardoso, votando contra aLei de Responsabilidade Fiscal, a privatização, contra temas que são importantíssimos para opaís.JM – E a relação com o Democratas, partido em crise nacional?Narcio – O DEM é nosso parceiro preferencial. Sempre teremos proximidade com eles.Naturalmente o DEM está buscando a sua própria identidade nesse novo quadro partidário. Háno DEM alguns políticos que querem levar a oposição à radicalização de posições, mas, paranós, do PSDB, não é o caminho a perseguir. Nosso objetivo hoje é mais de esperar o GovernoDilma mostrar a que veio do que ficar apostando no pior, torcendo para que não dê certo.JM – O que, na opinião do senhor, difere o PSDB do PT?Narcio – Compreendemos que tanto eles como nós construímos história no Brasil, mas a nossabriga com o PT é pautada fundamentalmente em duas diferenças: a primeira é que somosdiferentes na forma de governar, na gestão. Não governamos com os companheiros, governamoscom os competentes, em cima de resultados. No governo Lula era preciso perder a eleição paraser ministro. Não existe esse tipo de compensação no nosso projeto. Eu terei que prestar contasdo meu trabalho, porque a sociedade mineira vai cobrar do governador e ele de mim. E a outradiferença básica que marca a nossa atitude é a ética. Para nós essa é uma questão essencial. Nós,do PSDB, somos éticos pela própria natureza. É isso que nos une no partido. Onde nósgovernamos, a população aprova, seja pela gestão ou pela ética. Essas são as marcas do PSDB, epenso que está crescendo no Brasil a visão das nossas diferenças, e quanto mais evidenciá-las,mais chances teremos, em curtíssimo espaço de tempo, de ver o senador Aécio Neves disputandoe vencendo a Presidência da República, devolvendo a Minas a oportunidade de governar oBrasil.
  • 17. Data: 17 de janeiroJM – Quem vai comandar o PSDB/Minas, já que o senhor tem que deixar o posto, por força doestatuto?Narcio – Teremos uma convenção no dia 20 de março. Quando acabar o recesso parlamentar,vamos começar a discutir, mas deve ser um deputado federal eleito. Temos três nomes: MarcosPestana [ex-secretário de Saúde], Domingos Sávio [ex-deputado estadual e ex-prefeito deDivinópolis, cidade do Centro-Oeste mineiro] e Eduardo Azeredo [senador no final do mandatoe ex-governador de Minas]. Qualquer um deles é extremamente qualificado e saberá conduzir opartido no Estado.JM – E no diretório do PSDB em Uberaba, vêm mudanças pela frente?Narcio – Precisamos oxigenar o partido. É meta a reestruturação ao longo deste primeirosemestre para chegarmos prontos às próximas eleições municipais. É desejável ter candidatopróprio em 2012, senão vamos compor uma grande aliança. O PSDB vai para o pleito e, tenhocerteza, com a participação efetiva do Fahim Sawan.JM – O senhor fala sempre das suas origens, que nasceu na região do Chatão, às margens do rioGrande. O que tudo isso tem de mais significativo na sua vida?Narcio – A minha vida é muito telúrica. Nasci na roça, onde vivi até os seis anos. Eu digo quesaí da fazenda, mas a fazenda não saiu de mim. Isso me inspira constantemente. Essa minhaligação com o meio ambiente, essa busca da Unesco para que venha para o Brasil, tudo tem a vercom a minha origem. Meu pai foi o homem que mais plantou árvores que eu conheço. Nossosítio em Frutal foi todo plantado por ele e quando me sinto angustiado no meio da cidade,quando me sinto estranho no ninho, vou para lá. Sou muito família. Não conseguiria sobreviverna política se não fosse a poesia, porque tudo é passageiro; eu estou deputado, estou secretário.Ao passo que eu sou jornalista, sou humano e cada dia me aprofundo mais nessa visão, aindamais depois que me tornei avô da Ana Maria, para quem preciso deixar marcas não do político,mas de quem tem visão humana. Não há homem que se realiza em si mesmo, mas apenas quandoconseguimos fazer os outros felizes. Isso é muito claro na minha vida política, quando voudecidir algo, sempre penso a quem vai fazer bem. Do contrário, se vai servir a interesses escusos,eu recuo.Jornal da Manhã (Uberaba)PolíticaRenata Gomide - 14/01/2011
  • 18. Data: 17 de janeiroCriação de agência estimula atração de investimentosAssociação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu) abraçou a proposta do secretário deEstado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, de criação de uma Agência deDesenvolvimento do Triângulo Mineiro, por conta da chegada do gasoduto e da planta de amônia eureia à cidade. O presidente da entidade – e também secretário municipal de Planejamento –, KarimAbud Mauad, diz que uma das primeiras ações deste organismo será a atualização da base de dadosde Uberaba e região.De acordo com ele, através desse trabalho será possível identificar os negócios já em operação nomunicípio que podem se beneficiar com os dois empreendimentos e, principalmente, onde é possívelavançar. Karim entende que a chegada do duto e da fábrica da Petrobras configura a quarta onda dedesenvolvimento de Uberaba, a primeira aconteceu com a chegada dos bandeirantes à região, asegunda com a introdução das raças zebuínas e a terceira com a instalação da Fosfértil (hoje ValeFertilizantes).Conforme destaca, para aproveitar ao máximo essa grande oportunidade, é preciso fazer o dever decasa e, portanto, identificar e buscar empreendimentos relacionados ao gasoduto e à amônia e ureia.Como exemplo ele cita que Uberaba pode ter uma rede de postos para fornecer gás veicular. Osecretário e deputado federal licenciado, Narcio Rodrigues, disse, ao propor a criação da Agência, queela vai tratar do impacto da instalação do duto e da planta da Petrobrás e estimular a atração denovos investimentos, além de preparar e educar a região nas questões de meio ambiente.
  • 19. Data: 17 de janeiroPrimeira entidade de classe a receber a visita oficial de Narcio Rodrigues – na semana passada –, aAciu vai, pelo menos inicialmente, sediar esta Agência de Desenvolvimento, diz seu presidente. Karimconta que já existe uma área para este fim com direito a estrutura, mas, dependendo do quanto esteorganismo crescer, pode migrar para outro local. O dirigente classista revela que já tem parceirosnessa empreitada, entre eles o Sebrae e o próprio Governo do Estado, através da Secretaria deCiência e Tecnologia, mas que esse arranjo ainda precisa ser amarrado.Incumbido de trazer o chefe do Executivo mineiro, Antonio Augusto Anastasia, a Uberaba para aassinatura do protocolo de intenções entre a Cemig – que fará a obra do duto – e a Petrobras, NarcioRodrigues afirma que é natural que a assinatura seja aqui, mas é preciso compreender o momento dogovernador, que está compondo o administrativo. Ele reforça que a instalação do gasoduto é umcompromisso do ex-governador Aécio Neves, herdado por seu sucessor, que será colocado em práticaporque Minas jamais poderia se omitir nessa questão, garantindo a chegada da planta de amônia eureia que vai inaugurar uma nova etapa do desenvolvimento em Uberaba e no Triângulo.Coluna AlternativaLídia PrataPró-desenvolvimento. A princípio, a Aciu poderá abrigar a Agência de Desenvolvimento do TriânguloMineiro, no seu prédio da Leopoldino de Oliveira. Esse detalhe ficou acertado entre o presidente KarimMauad e o secretário de Estado de Ciência Tecnologia e Ensino Superior Narcio Rodrigues, sexta-feirapassada, mas ainda pode mudar. Essa Agência de Desenvolvimento vai dar suporte à instalação dogasoduto, com investimento de R$ 3,74 bilhões para obra já anunciada oficialmente. Na avaliação dopresidente da Aciu, Uberaba precisa se preparar para coordenar de forma adequada os novosinvestimentos que virão na esteira do gasoduto.