Reducao de custos e motivacao dos colaboradores

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Reducao de custos e motivacao dos colaboradores

  1. 1. Redução de custos e motivação dos colaboradores
  2. 2. Redução de custos e motivação dos colaboradores No sector que primeiro sentiu os efeitos da crise, a banca, o BES reduziu em 20% o orçamento para a comunicação e acabou com os 3,5 milhões de euros anuais em patrocínios futebolísticos. Serve o exemplo para mostrar que não existem receitas infalíveis e que, mesmo na tempestade, os cortes nas despesas não são a tábua de salvação que muitas empresas
  3. 3. Redução de custos e motivação dos colaboradores O banco português vem também disponibilizando, há já alguém tempo, os serviços de um psiquiatra, psicólogo e assistente social. O grupo promove formações que incentivam os colaboradores a conhecerem todas as funções desempenhados dentro de uma unidade hoteleira.
  4. 4. Redução de custos e motivação dos colaboradores Assim, tornam-se polivalentes e mais resistentes aos efeitos da crise. Alem disso, “através de equipas de trabalho”, temos procurado construir programas de reconhecimento e motivação. Com a alocação “atribuição” de verbos insignificantes conseguimos criar formas de satisfazer todos os que connosco colaboram?
  5. 5. Redução das despesas gerais de funcionamento A gestão financeira das empresas deve orientar- se segundo uma estratégia de redução das despesas gerais de funcionamento. O controlo destas despesas que se traduzem em custos deve ser uma preocupação, mesmo num contexto económico e financeiro favorável. A eliminação de pequenas despesas que acumuladas atingem um grande montante e favorece a gestão de tesouraria.
  6. 6. Contratação de serviços e reparação de equipamentos: Contratação de serviços e reparação de equipamentos: Se no seu negócio possuir contratos caros, no que diz respeito à manutenção e reparação de equipamentos de escritório, mantenha apenas aqueles que forem absolutamente necessários. Faça uma prospecção de mercado e negoceie detalhadamente os contratos. Em certos casos, como por exemplo ao nível dos equipamentos informáticos, poderá ser mais fácil e menos dispendioso formar alguns empregados da sua empresa para que eles possam fazer essas reparações.
  7. 7. Custos do economato de escritório: Elabore um sistema simples de controlo das aquisições e fornecimentos. Procure marcas agressivas e produtos de marca registada. Escolha o fornecedor certo e compare regularmente as suas condições com os dos concorrentes. Veja se é realmente necessário comprar produtos novos. Nesse caso, procure combinar e agrupar as aquisições e aproveitar as promoções e os descontos de quantidade. Tenha em atenção os custos de transportes e resista à tentação de comprar produtos
  8. 8. Outros cortes nos custos de pequenas coisas: Outros cortes nos custos de pequenas coisas: Não fotocopie nem imprima um grande volume de documentos e seleccione os que podem ser reutilizados. Crie uma cultura avessa ao desperdício na sua empresa. Para todas as compras, use e abuse da Internet para procurar os melhores fornecedores e a melhor relação entre qualidade e preço. Hoje, já existem motores de busca especializados na comparação de
  9. 9. Redução dos custos com o pessoal: Na sociedade do conhecimento em que vivemos os custos com o pessoal representam uma fatia cada vez maior da estrutura de custos das empresas.
  10. 10. Algumas ideias para reduzir gastos sem afectar os colaboradores: 1-Motivação dos colaboradores; 2-Força de trabalho flexível; 3-Contratação e despedimentos;
  11. 11. Motivação dos colaboradores: Deixar que os seus empregados lhe indiquem o melhor caminho é um estratagema de diminuição de custos barato e ao qual poucos prestam a devida atenção. A sua aplicação poupa anualmente muito dinheiro às empresas. Só que muitas vezes os benefícios desta medida só surgirão a médio prazo. Crie um prémio atractivo e eleja mensalmente a melhor sugestão de redução de custos.
  12. 12. Força de trabalho flexível: Antes de admitir um novo profissional para os quadros da empresa veja se essa função não pode ser realizada por colaboradores externos. Veja se é possível criar programas de trabalho em part-time e de teletrabalho. A forma de pagamento de salários é outra das áreas onde é possível cortar despesas.
  13. 13. Força de trabalho flexível: Prefira pagar aos seus empregados via transferência bancária, libertando-se de papelada inútil. Considere a opção de subcontratar esta tarefa a uma empresa especializada e recorra a peritos para se aconselhar em termos jurídicos e fiscais. Procure delegar as tarefas de menor valor acrescentado às pessoas com salários mais
  14. 14. Contratação e despedimentos: Submeta os candidatos a testes rigorosos antes de os contratar, evitando confiar na sorte. Uma má contratação representa para a empresa um custo elevadíssimo. Considere a hipótese de entregar fora a primeira triagem de candidatos, sendo a selecção final feita internamente. Desta forma estará a reduzir a sua margem de erro. Quando proceder a despedimentos é necessário que esteja ao corrente dos trâmites legais de forma a evitar conflitos e despesas desnecessárias.
  15. 15. Redução dos custos comerciais O mais importante do que o custo global dos esforços de marketing será verificar se o seu nível de eficácia. Nem sempre gastar muito dinheiro significa obter bons resultados. Eis algumas sugestões de poupança:
  16. 16. Publicidade: Pode poupar dinheiro em publicidade ao posicionar o seu anúncio num local estratégico das Páginas Amarelas, ao aproveitar os anúncios grátis dos jornais e desistindo das campanhas publicitárias que não estão comprovadamente a aumentar a notoriedade da sua empresa. Recorra sempre que possível aos meios mais focalizados e menos dispendiosos como o marketing directo. Inclua uma pequena e discreta mensagem publicitária nos e- mails que forem enviados da sua empresa para o
  17. 17. Marketing: Não deve começar uma estratégia de marketing sem conceber anteriormente um plano integrado de comunicação e de segmentação do mercado adequado para o seu negócio. Pode reduzir os custos de envio de informações sobre a empresa através da actualização das suas bases de dados e restringir-se à divulgação das novidades.
  18. 18. Marketing: Se precisar dos serviços de uma agência de publicidade, faça uma prospecção de mercado. Não deixe de contactar as empresas mais pequenas, que oferecem óptimos serviços, por preços mais reduzidos do que as de grande prestígio. Faça estudos de mercado para perceber qual foi a eficácia dos seus esforços de marketing.
  19. 19. Redução dos custos financeiros Gerir as relações com os clientes, os fornecedores e os prestadores de serviços financeiros são os três pilares essenciais de uma gestão financeira eficaz. Eis algumas dicas práticas para cortar custos sem prejudicar o desempenho da empresa:
  20. 20. Serviços financeiros: Como os bancos estão a ser forçados a competir agressivamente pela conquista de novos clientes, são inúmeros os serviços e as condições especiais que oferecem. Faça regularmente auscultações do mercado para verificar se está a usufruir dos melhores preços. Utilize o mesmo raciocínio para outros serviços ligados à área seguradora.
  21. 21. Serviços financeiros: Sempre que tal justifique prefira o leasing à compra de equipamentos (como, por exemplo, ao nível dos escritórios, dos sistemas informáticos, do mobiliário ou da sua frota automóvel). Se tem problemas crónicos ao nível das cobranças o factoring pode ser uma alternativa a equacionar.
  22. 22. Política de financiamento: Coloque-se no lugar da entidade financeira quando quiser pedir um empréstimo. Veja até que ponto os juros dos empréstimos ou os prazos acordados de reembolso estão a prejudicar a performance da sua empresa. Sempre que for possível ou favorável amortize ou liquide o capital a pagar, ou peça um refinanciamento da dívida.
  23. 23. Política de financiamento: Não olhe apenas para as taxas, veja também os detalhes dos contratos, em particular, a parte relativa às comissões. Siga atentamente a evolução das taxas de juro e de câmbio e veja até que ponto o seu banco as actualiza quando a diferença não lhe é favorável. Procure formas alternativas de financiamento como, por exemplo, o mercado de capitais ou o capital de risco.
  24. 24. Relações com fornecedores: Encare o departamento de compras como uma fonte de lucros potencial e não de despesas. Reduza o número de fornecedores de modo a aumentar o seu poder negocial perante eles. Prefira negociar contratos de aquisição a longo prazo dado que, em regra, poderá beneficiar de melhores condições.
  25. 25. Relações com fornecedores: Fixe previamente os preços e os prazos de pagamento e tente obter descontos de quantidade. Acautele no contrato as garantias de reembolso no caso de haver atrasos ou ineficácias no fornecimento. Use os mercados de business to business como a plataforma ideal para fazer negócios com os fornecedores.
  26. 26. Relações com os clientes: Estabeleça uma política geral de crédito e organize o sistema de recebimentos e garantia de pagamentos. Verifique previamente o crédito do seu cliente. Ordene a sua base de clientes de acordo com o histórico das transacções e com o grau de risco. Seja condescendente com atrasos nos pagamentos por parte dos clientes mais valiosos ou antigos.
  27. 27. Relações com os clientes: Mas seja implacável com os que têm um longo cadastro de incumprimentos injustificados. Nestes casos, é preferível não voltar a vender até que todas as facturas passadas estejam liquidadas. Utilize modalidades contratuais que encorajem o pagamento rápido e total.
  28. 28. Redução dos custos administrativos Este é a área funcional onde poderá obter mais dividendos se seguir uma política rigorosa de prevenção e controlo de custos. Eis algumas das rubricas para as quais deverá estar particularmente atento:
  29. 29. Política de viagens: O primeiro passo para controlar as despesas com deslocações consiste em estipular normas específicas que deverão ser seguidas exemplarmente pelos empregados. Esta política deverá incluir posições claras de controlo dos custos, tais como: evitar reservas de última hora e adiantamentos em dinheiro (a não ser nos casos urgentes e inadiáveis);
  30. 30. Política de viagens: exigir a entrega de recibos comprovativos de despesas e promover a utilização das alternativas de transporte menos dispendiosas. Outro ponto de extrema importância consiste em trabalhar com apenas uma agência de viagens, válida para toda a empresa. Por último, procure controlar a utilização de carros de serviço para uso pessoal bem como as respectivas despesas de
  31. 31. Negociação de preços: Independentemente da dimensão da sua empresa, é sempre possível negociar reduções de tarifas com as companhias aéreas, com os hotéis, com as empresas de aluguer de automóveis e com as agências de viagem. Na Internet encontrará, por certo, melhores preços do que os que lhe são debitados ao telefone. Por falar em telefones, aproveite a guerra em curso entre as operadoras para obter os melhores
  32. 32. Negociação de preços: Por falar em preços não esqueça que todas as companhias aéreas têm campanhas de fidelização. O leasing de viaturas (com contrato de manutenção e seguros incluídos), os cartões de gasolina, os cupões de desconto em transportadoras é meros exemplos das poupanças que poderá fazer a este nível.
  33. 33. Política de segurança: A melhor forma de evitar roubos no local de trabalho é empregar profissionais especializados que controlem as entradas e saídas de pessoas e equipamentos e façam vistorias regulares. Adicionar músculos ao seu sistema de segurança pode valer a pena. Outra regra de ouro é a de proibir qualquer tipo de aquisição que não tenha sido solicitada por alguém devidamente autorizado.
  34. 34. Política de segurança: Ao nível do pessoal, tenha o cuidado de verificar as referências do candidato antes da contratação. Seja especialmente cauteloso com quem recruta para a área informática. Não poupe nos alarmes (que alertem imediatamente a polícia em caso de roubo), nem nos seguros. Muito menos no software anti-vírus.
  35. 35. Minha Observação: Não estou inspirada neste momento……

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