Estudo do caso 2   saneamento
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Estudo do caso 2 saneamento

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Esse estudo caracteriza os tipos de tratamentos de esgoto e água que estão sendo dispensados às regiões em questão, buscando um maior entendimento das variáveis envolvidas no tratamento de ...

Esse estudo caracteriza os tipos de tratamentos de esgoto e água que estão sendo dispensados às regiões em questão, buscando um maior entendimento das variáveis envolvidas no tratamento de águas e efluentes das ETES, que não tenha como corpo receptor a Laguna de Araruama, e no manejo dos resíduos no que tange sua disposição final, aproveitamento e minimização de seus impactos no meio ambiente.

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Estudo do caso 2   saneamento Estudo do caso 2 saneamento Presentation Transcript

  • Estações de tratamento dos MunicípiosArraial do Cabo, Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande eSão Pedro da Aldeia.Cabo Frio - 2011
  • Elisane de Almeida PiresAPRESENTAÇÃO
  • costuma a ser um dos maioresproblemas ambientais e de saúdepública.Em países em desenvolvimentocomo o Brasil, o lançamentoindiscriminado de esgotodomestico no meio ambiente...
  •  Remover o material sólido Reduzir a demanda bioquímica de oxigênio Exterminar micro-organismos patogênicos Reduzir as substâncias químicas indesejadas
  • A Região dos Lagos é um grande polo turístico queatraem turistas e visitantes. Além da naturezaprivilegiada esta próxima às maiores reservas brasileirasde petróleoLogo após anos 60, houve um crescimento exponencial dosloteamentos e condomínios na bacia hidrográfica daLaguna de Araruama, em sua grande maioria sem qualquerinfra estrutura de saneamento.
  • Atualmente, a legislação básica em vigor écomposta pelas seguintes leis principais:Lei 8987 de 13/02/95, chamada Lei das Concessões, que estabelecenormas para a participação privada nos projetos de infra estrutura ena prestação de serviços de utilidade pública.;Lei 9433 de 8/01/97, que criou o sistema nacional de gerenciamentode recursos hídricos por bacias hidrográficas (e não por fronteiraspolíticas ou administrativas) e definiu os direitos de outorga pelautilização da água em bruto.Decreto 3692 de 19/12/2000, que criou a ANA – Agência Nacional deÁguas; e Portaria do Ministério da Saúde nº 1469/2000, queestabelece padrões de qualidade para água potável.
  • No estado do Rio de Janeiro a ASEP –Agência Reguladora de Serviços Públicos faz aregulação da prestação de serviços desaneamento.A Lei estadual 2831/97 trata da concessão deserviços públicos e a Lei 2869/97 do regime daprestação de serviços públicos de saneamentobásico.Finalmente, o decreto 22.872 de 28/12/96regulamenta os serviços de saneamento acargo das concessionárias.
  • Verificar de que maneira ocorre o tratamento e odescarte dos resíduos e efluentes oriundos dotratamento de água e esgoto nos municípiosestudados.Analisar as formas existentes de aproveitamentodos resíduos oriundos do tratamento de água eesgoto na região.Propor possíveis formas de aproveitamento dosresíduos oriundos dos sistemas de tratamento deágua e esgoto dos municípios analisados.
  • A água que alimenta as maioria das cidades da região,provêm da Lagoa de Juturnaíba, um manancialrepresado em 1978, onde têm como afluentes os riosCapivari, Bacaxá e São João.
  • A água bruta passa por um sistema de gradeamento para retersólidos provenientes dos reservatórios, como folhas, galhos,troncos, peixes, etc.;Esta água, é bombeada para uma elevatória (captação para a ETA,que fica localizada bem acima do ponto da captação)A chegada de água bruta na ETA, é controlada por uma série demotor-bomba, tendo 02 motor-bomba em reserva;
  • Na chegada da ETA, existem dois medidores devazões para proporcionar o controle do processo detratamento químico. No Caso da Concessionária deJuturnaíba temos a Eta I e a Eta II.
  • Se trata de uma estação do tipo convencional,compreenden-do os seguintes processos detratamento.1. Coagulação2. Floculação3. Decantação4. Filtração5. Desinfecção6. Correção do pH7. Reserva e distribuição8. Rutilização da água de lavagem
  • A desinfecção consiste na destruição de microrganismopatogênicos capazes de causar doenças, ou de outroscompostos indesejáveis.Na ETA Juturnaíba, o cloro só é utilizado após a filtração,já que em outras estações de tratamento, o cloro pode seraplicado no início do tratamento.A cloração tem a finalidade deproteger a água contra possíveiscontaminações no Sistema deDistribuição. Por isso, o clororesidual livre na água tratada émantido em torno de no mínimo 0,5ppm (mg/l)
  • O Alcalinizante utilizado na estação é a cal. A alcalinização éfeita na água filtrada, para ajustar o PH da água final,diminuindo o ataque da acidez da água nas tubulações doSistema Adutor e Redes de Distribuição, evitando acorrosão.
  • Após a correção do PH, aágua flui por gravidade efica armazenada noReservatório de 2.500m³.Deste reservatório saiuma adutora de 800mmde diâmetro.Bombeada por 4 motor-bomba de 500cv cadaum, no qual chamamosde Alto Recalque.
  • A água utilizada na lavagem dos filtros é reaproveitada aoescoar-se por um canal para um decantador. Deste, apósa decantação a água é recalcada para o floculador.Hoje todo trabalho na ETA, está voltadopara diminuição de perdas com produtosquímicos, perdas com energia, perdascom descargas nos decantadores, emfim trabalhamos para que toda águautilizada na ETA, seja reutilizadaEste processo trouxe uma economiade 24.000kw/mês. Deixamos deperder 3.600m³/dia ou 41,6l/seg..
  • Sua função primordial é analisar 24 horas por dia,ininterruptamente, a qualidade da água a ser distribuídapara a população, levando em conta os padrões depotabilidade exigidos pela vigilância sanitária.Os equipamentos de processofornecem informações ON-LINE(leitura constante), enquanto osde bancada fazem a análisecomparativa pHmetro da águatratada: indica o pH da água que saida Estação. confirmação do processoe checagem dos equipamentos.
  • A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Arraial doCabo foi implantada em 1992 pela Empresa Cabista deTurismo e Urbanismo (ECATIJR).O projeto de esgotamento sanitário da ETE foi tambémacompanhado de uma rede coletora de 60 km e 3.000mde linha de recalque e três Estações Elevatórias queforam distribuídas da seguinte forma: Uma no BairroPrainha, uma na Praça Castelo Branco (Atual praçavictorino carriço) e uma no do canal da Avenida daLiberdade.
  • Atualmente o sistema deesgotamento sanitário deArraial do Cabo é operadopela Empresa deSaneamento de Arraial doCabo (ESAC) que tem seempenhado na melhoria doreferido sistema,acompanhando as políticasde saneamento e de meioambiente em todas as esferasde governo.
  • A Estação de Tratamento de Esgotos- ETE de Arraialdo Cabo apresenta Processo que utiliza o lodoativado, de carga mássica média, com decantaçãosecundária, e desaguamento mecânico do lodoconstituído dos seguintes sistemas: Gradeamento e Desarenação Aeração Desinfecção (por ultravioleta) Decantação secundária de lodos e adensamento Desidratação mecânica o lodo Dosagem QuímicaValdemir
  • O efluente tratado após a Desinfecçãodesemboca num pequeno brejo no interior daárea industrial da – antiga Álcalis - CNA,contendo macrófitas aquáticas conhecida comoTaboa.Nesta etapa será feita a captação de fósforo enitrogênio por estas plantas melhorando aqualidade do efluente consideravelmente, queapós esta passagem deságua no canal artificialda CNA. Será feito um manejo periódico dasplantas como forma de manter o espelho dágua.
  • Vazão de Projeto: 400 l/sVazão de Operação: 260 l/sVazão de Operação: 696.384 m³/mêsTransporte de caçambaCoagulante utilizado: Cloreto FérricoDesidratação: Pastilha CloroInertização: Cal Virgem MicropuverizadoDesidratação: Centrifugação com adição de Polieletrólito
  • 27.560 hab., área de 70 km2. . Foi descoberta como forteapelo turístico na década de 60, e hoje é conhecidainternacionalmente 1 ETE 7 Estações * elevatórias 29,50 km de rede coletora de esgoto 10,94 km de linha de recalqueAs *elevatórias se encontram naOrla Bardot, na Usina, P. do Canto,Bambuzal, Praia dos Ossos, e duasem João Fernandes.
  •  Clarificação Quimicamente assistida(tratamento primário) Tratamento biológico aerado por lodos ativados(tratamento secundário).A capacidade de 130 l/s.Sendo a fase biológicaé restrita a 43 l/s.
  • GRADEAMENTOCAIXAS DEARAEIACALHASPARSHAL(adição de sais ,coagulante)FINALIDADESRemoção de sólidos grosseiros e areiaProteger as unidades subseqüentes;Proteger as bombas e tubulações;Proteger os corpos receptores.Evitar abrasão nas bombas e tubulações;Evitar obstrução em tubulações;Facilitar o transporte do líquido.
  • Vertedorbasculante(escuma)
  • 43l/sAERADORESDECANTDORESSECUNDÁRIOSELEVATÓRIA DERECIRCULAÇÃO(lodo ativadoADENSADOR PORGRAVIDADE(lodo)EFLUENTE TRATATO(corpo receptor)ATERROSANITÁRIOINERTIZAÇÃO CENTRIFUGA DEDESIDRATAÇÃO
  •  Construções de interceptores e recalque no bairro Usina Duplicação da Adutora de Búzios (14,3 Km )A meta é atingir 100% o transporte de água para omunicípio Existe uma proposta técnica do reuso dos efluentes daETE Búzios.Fonte: Voz das Águas, 4ª Edição
  •  Vazão de Projeto: 75 l/s Vazão de Operação: Vazão de Operação: 101.779 ³/mês Carga Horária: Plantonista 12/36hs Corpo de Colaboradores: 04 Operadores Transporte de caçamba PolieletrólitoGeandersonFuncionando desde junho de2007
  •  GRADEAMENTORetira sólidos grosseiros CAIXA DE AREIARemove areia existente no esgoto
  • TANQUE DE AERAÇÃOOxidação da matéria orgânicado esgoto, formando-se flocosDECANTADOR SECUNDÁRIOOs flocos formados no tanque deaeração afundam, separando olodo do esgoto clarificado(líquido)Imagens: Sane Almeida
  • Feita com radiação ultravioleta, removendocoliformes fecais.Imagens: Sane Almeida
  • Para desacelerar a desidratação, antes do lodochegar até a centrifuga, é adicionado polietrólito,depois adiciona a cal para inertizar e descartá-lo.GeandersonImagens: Sane Almeida
  • A Estação deTratamento de Esgotode São Pedro daAldeia é consideradaum processo terciário,ou seja, biológico, deforma a situar astecnologias da ETE emum patamar bemavançado no país.
  • GRADEAMENTO GROSO MANUALTem por finalidade retirar partículas sólidas degrandes dimensões, (materiais comopreservativo, copo descartável, tampas degarrafa pet, etc. contidos no efluente a tratar)protegendo assim as etapas posteriores daETE.GRADEAMENTO FINO MECANIZADORetira partículas menores que possam terpassado pelo gradeamento inicial, taiscomo papéis, papelões e tecidos
  • CAIXA DE AREIA – DESARENADORRetira as areias depositadas no fundo,elevando-as para um canal de coleta lateralde onde são retiradas por parafusosextratores inclinados e descartadas paracaçambasCALHA PARSHALMede a vazão em regime crítico, sendodotada de um instrumento ultra-sônicoque não só mede a vazão, mas tambémopera de forma inteligente informandoum possível aumento, diminuição ouinterrupção da vazão.
  • CAIXA DE DISTRIBUIÇÃOTem como finalidade distribuir osefluentes para os processosposteriores.ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTOBRUTO (ee1)Tem a função de elevar o efluente brutoproveniente do tratamento preliminarpara os tanques biológicos.
  • TANQUE ANAERÓBIOCria condições que permite a remoção biológicade fósforo no tanque aeróbio. No entanto, ao serdividido em quatro compartimentos, funcionatambém como seletor, de forma a minimizar odesenvolvimento de microrganismos.TANQUE ANÓXICORealiza um processo metabólico dedesnitrificação e nitrificação do nitrogênioexistente na forma de nitratos passando àforma de nitrogênio molecular, originandocomo substrato a carga orgânica do esgoto
  • TANQUE AERÓBIOTem como objetivo reduzir o teor de matériaorgânica e nitrificar as formas reduzidas de azotopor oxidação biológica aeróbia. Desta forma, onitrogênio amoniacal se oxida em nitratos.DECANTADOR SECUNDÁRIOConstitui a etapa do tratamento em que érealizada a separação das fases sólida elíquida provenientes da oxidação demicrorganismos nos efluentes.
  • RECIRCULAÇÃO DE LODOS (EE2)Funciona separada da primeira e tem comoobjetivo realizar a recirculação do lodoproduzido pelo processo biológico, sendoque as ambas elevatórias possuem umacomunicação, o que permite a elevaçãoconjunta dos lodos e do efluenteTANQUES DE LODO EM EXCESSOO excesso de lodo é conduzido aos tanquesde modo a ocorrer a desidratação através daformação de flocos de maior dimensão,otimizando o processo de separação entre asfases.
  • CAIXA DE DESINFECÇÃO UVÉ o tratamento dos efluentes porradiação ultravioleta. A radiaçãogermicida atua de forma a alterar oDNA das bactérias do esgoto.CAIXA DE EFLUENTE TRATADOCompreende uma caixa que tem a função dearmazenar e enviar o efluente tratado para apróxima etapa.
  •  OBSERVAÇÕES O funcionamento de uma estação detratamento de esgoto deve ser altamentecontrolado de modo a proporcionar a plenaeficiência do processo. A manutenção periódica é um fatordeterminante no controle de qualidade, por issoem quase todas as etapas da ETE existemsistemas de by-pass
  •  Na visita técnica de 04 de outubro de 2011 foi constatado que ocanal de desinfecção UV não se encontrava em operação, visto queas lâmpadas estavam queimadas.
  • Nos municípios estudados, Iguaba Grande, São Pedro daAldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo tem a Laguna de Araruamacomo o principal corpo receptor destes efluentes das estações detratamento de esgoto.
  • Este lançamento na Laguna de Araruama éregulamentado pela Resolução Nº 008/2006 do Comitêdas Bacias Lagos São João que fala dos níveispermitidos de fósforo e nitrogênio à lançados nocorpo receptor Laguna de Araruama (índices máximode 0,01 mg/l de fósforo e 0,1 mg/l de Nitrogênio).No município de Armação dos Búzios oefluente é lançado num canal artificial que deságuano Canal da Marina que posteriormente deságua noOceano Atlântico.
  • No município de Cabo Frio foi inaugurada ainda este ano, nobairro Jardim Esperança, a primeira estação de tratamento doentorno da Laguna de Araruama que não irá lançar os efluentespara dentro da Laguna.Após a decantação, o efluentetratado é vertido para uma calhaonde é direcionado ao Canal daMalhada uma vala de esgotoconstruída no passado paradrenagem pluvial da região. Essecanal percorre um trecho de 12 Kmaté se encontrar com o Rio Una, onde haverá o deságue nooceano.Córrego da Malhada
  • Iguaba Grande São Pedro da Aldeia
  • Cabo Frio Búzios
  • Arraial do Cabo
  • Problemas com o Efluente deArraial do Cabo- Eutrofização -Canal da Eclusa
  • As melhorias no abastecimento de água promovidaspelas concessionárias, acarretaram um aumento dovolume de esgoto e uma elevação do aporte de água doceatravés dos efluentes das ETES na Laguna.Desta forma, a queda da salinidade e a entrada denutrientes pelos esgotos, trazem sérias consequências. Osintoma mais nítido é a proliferação excessiva de algas,que se desprendem do fundo, formando massas flutuantesque acabam nas praias, empurradas pelos ventos ecorrentes.
  • LAGUNA DE ARARUAMA - EUTROFIZAÇÃOA presença de micro algas(fitoplancton), mudam a cordas águas da Laguna, antestransparentes.Em alguns períodos aLaguna apresenta sinais deestar em processo deeutrofização de suas águas.Entende-se por eutrofização o excessivo aumento daconcentração de nutrientes, especialmente fósforo enitrogênio, nos ecossistemas aquáticos.
  • Este projeto além de propiciar um ganho ambiental paraa Lagoa de Araruama, que deixará de receber essevolume de água doce, resolverá o problema da falta deperenidade do Rio, permitindo ainda a realização deprojetos de irrigação nas áreas rurais. Na figura acimavemos a faixa marginal do Rio Una.
  • O Rio Una faz parte de uma bacia hidrográfica não perene,que percorre os Municípios de Iguaba Grande, São Pedro daAldeia, Cabo Frio e Búzios. O Projeto de Revitalização consiste emviabilizar a condução dos efluentes tratados nas Estações deTratamento destes municípios para córregos e rios, que porgravidade os conduzirão ao leito do Rio Una.Os cursos d’água estudados foram o Rio Una e os corposreceptores imediatos dos futuros lançamentos, a saber:Rio Arrozal-Papicu - Receptor dos efluentes da ETE Iguaba GrandeRio Frecheiras - Receptor dos efluentes da ETE São Pedro da AldeiaCórrego da Malhada - Receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio (margemdireita do canal) e já receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio de JardimEsperança (margem esquerda do canal
  • Bacia do Rio Una (em cinza) e demais bacias circunvizinhas
  • Rio Una
  • O Secretário Estadual do Ambiente Carlos Minc,anunciou a liberação de recursos através do FECAM(Fundo Estadual de Conservação Ambiental) parainvestimentos na recuperação da Laguna de Araruama,diminuindo os despejos de água doce no corpo lagunar.Sendo: 2.000.000,00 para a transposição de efluente da ETE de IguabaGrande para a bacia do Una, e 3.000.000,00 para transposição do efluente da ETE de São Pedroda Aldeia
  •  Nos municípios estudados, Iguaba Grande, SãoPedro da Aldeia, Cabo Frio e Armação dos Búzios,nenhum deles estão utilizando os efluentes paraqualquer forma de aproveitamento. Já foi realizada uma experiência com o reuso doefluente da Estação de Tratamento de Esgoto paraconstrução civil na cobertura do Canal do Moçoró. Hojeexiste um pré-projeto para reuso do efluente na irrigaçãodo Horto Escola de São Pedro da Aldeia, além de outrosprojetos que estão em fase de estudo.
  • O efluente gerado em estações de tratamento sanitáriospode ser utilizado na irrigação de culturas agrícolas, e olodo, utilizado como fertilizante orgânico.Cabe ressaltar, que a ResoluçãoCONAMA No 375/2006 (CONAMA,2006) proíbe o uso de lodo deesgoto e derivados no cultivo deverduras, hortaliças e pastagens.
  • Os lodos são ricos em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo emicronutrientes. Existe, portanto, a alternativa de seuaproveitamento agrícola - aplicação direta no solo, uso emáreas de reflorestamento e produção de composto orgânico.Também pode serutilizado em culturascomo a cana-de-açúcar, milho ecítricos.
  • O biogás é uma mistura gasosa combustível, produzidaatravés da digestão anaeróbia, ou seja, pelabiodegradação de matéria orgânica pela ação debactérias na ausência de oxigênio.A digestão anaeróbia é realizadaem biodigestores especialmenteplanejados, a mistura gasosaproduzida pode ser usada comocombustível, o qual, além de seualto poder calorífico.Thiago
  • O biogás é uma mistura gasosa composta principalmentede: Metano (CH4): 40 – 70% do volume de gás produzido. Dióxido de carbono (gás carbônico, CO2): 30 – 60% do volumede gás produzido. Hidrogênio (H2): 0 – 1% do volume Sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico, H2S): 0 – 3% do volume.Figura: https://11afqa.wikispaces.com
  • Para uma ampla aceitaçãode projetos de reuso, é deimportância fundamentalenvolver ativamente opúblico, desde a fase deplanejamento, até aimplementação definitivado projeto
  • Objetivo MecanismoEDUCAÇÃO EINFORMAÇÃOArtigos de jornais, programas de rádio e TV,palestras, visitas de campo, exibições, programasescolares, filmes, relatórios, cartas, conferências.ACOMPANHAMENTOReuniões públicas, audiências públicas,pesquisa de opinião e questionários, programas deperguntas e respostas.INTERAÇÃO EDIÁLOGOSeminários, grupos de trabalho especiais,entrevistas, grupos consultivos, contatos informais,discussão em grupos.
  • Um investimento no tratamento correto e destinaçãoadequada dos efluentes podem significar um grande saltopara o desenvolvimento de uma região, melhorando a vidada população, gerando emprego e renda.Sua disposição ambientalmenteadequada reflete na saúde ebem estar da comunidade,gerando uma melhor qualidadede vidaSane
  • O Código de defesa do consumidor (art. 22) estabeleceque os órgãos públicos devam fornecer serviçosadequados, eficientes, seguro e contínuo, sendoessencial à vida, tratando do princípio da igualdade, aocontrário do caráter mercadológico que estãoimputando ao bem maior, a água. (BRASIL, 1990)Sane
  •  Melhora no fornecimento de água, nos últimos anosnos municípios de Cabo frio, Iguaba grande e São Pedroda Aldeia. Abastecimento deficiente em Arraial do Cabo e Búzios• Moradores pagam água sem consumir(sistema pré-pago)• Falhas no abastecimento de água geraconsumo em poços artesianos próximosa fossas sépticas e esgotos.- relevo- Arraial (Morro da Cabocla e Morro da Boa Vista)• Ligações Clandestinas Ligação Clandestina – BúziosImagem: Márcia BispoSane
  • Arraial do CaboA empresa Municipal (ESAC) se encontra em situaçãopreocupante e a saúde pública fica muito comprometida.Manutenção e conservação precáriosSubstituição, de alguns equipamentosSane
  • Búzios, Cabo frio, Iguaba grande e SãoPedro da Aldeia A concessionária tem mostrado certa eficáciajuntamente com outros órgãos participativos; Antecipamento de algumas etapas de abastecimento;Imagem: JarmuthImagem: Sergio SantosSane
  •  Indicadores comprovam as melhorias naLaguna:• Aumento da quantidade,peso e variedade dospeixes;• Redução dasquantidades de nitrogênio efósforo na água.Imagem: Thiago DutraSane
  • Ainda falta garantir as populações menos favorecidas: Serviços de esgotamento sanitário; Abastecimento de água; Tarifa social; Descontos nas taxas de ligação; Ações socialmente justas.SaneUm convênio foi assinado, para ampliar em 80% a rede deesgoto dos oito municípios da região dos lagos. Com isso, aárea terá o maior percentual de efluentes tratados no Estado doRJ. Ate 2041, está previsto gastos de aproximadamente R$254.685.288 em todos os municípios.
  •  O custo do tratamento do lodo pode chegar até 50%do custo operacional de uma Estação Recirculação ao início do tratamento biológico; Descarte no Aterro Sanitário Dois Arcos em SãoPedro da Aldeia.Foto Sane AlmeidaSane
  • BiogásEmbora seja uma dasalternativas, ainda não éviável economicamente pelabaixa quantidade de massa.Fertilizante Agrícola eFlorestal Macronutrientes MicronutrientesSaneImagem: sanepar
  •  Agentes patogênicos Metais pesados NitrogênioO lodo de esgoto deve ser utilizado obedecendorigorosamente todas as orientações técnicas quegarantem a segurança do produto, da mesmaforma que qualquer outro fertilizante, atendendo atodas as exigências da Resolução 375, doConselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).Sane
  • O lodo como fertilizante é uma alternativasignificante no faturamento da empresa, não só porfornecer um insumo importante aos produtoreslocais, como também diminuir gastos com taxas ematerros sanitários, transformando um problemaambiental em um benefício econômico e social.Sane
  • Antoine Lavoisier
  • 1. VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e tratamento de esgotos – 3.ed. Belo Horizonte. Departamentode Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG; 2005.2. PRIMO, Paulo Bidegain da Silveira. e Bizerril, Carlos Roberto S. Fontenelle.Lagoa de Araruama. Perfil Ambiental do MaiorEcossistema Lagunar Hipersalino do Mundo. 1ª Edição. Rio de Janeiro, 2002.3. PEREIRA, Luiz Firmino Martins. A gestão participativa no caso do saneamento da região Dos lagos, rio de janeiro. RevistaDiscente. Revista Discente Expressões Geográficas. Florianópolis–SC, n. 03, p. 10-41, Maio de 2007.4. PROSAB. Resíduos Sólidos do Saneamento: Processamento, Reciclagem e Disposição Final. Disponível em: Curitiba 2001. Acesado em15 de setembro de 2011.Sites:http://www.vozdasaguas.comhttp://www.prolagos.com.brhttp://www.inea.rj.gov.brhttp://www.lagossaojoao.org.br