Núcleo            Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
Parede Celular                    AmidoDra. Maria Izabel Gallão
Componentes químicos da                célulaDra. Maria Izabel Gallão
• H, C, N e O → cerca de 90% do peso  seco.• ÁGUA → substância mais abundante das  células vivas → 70% do peso da célula.D...
• As células contém 4 grandes famílias de  pequenas moléculas:     – Açúcar → polissacarídeos     – Ácidos graxos → lipíde...
Proteínas• Aminoácidos• Informação genética• Estruturas versáteis em sua função:          •   Enzimas          •   Proteín...
• As características das proteínas são  determinadas pelos aminoácidos →  grupamento R → interação com os  corantes.     –...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• Duas classes de proteínas:          • Proteíns globulares → hemoglobina, tubulina,            actina;          • Proteín...
Carboidratos• Monossacarídeos → polissacarídeos• Funções:     – Fonte de energia → glicogênio e amido →       depósito tem...
Dra. Maria Izabel Gallão
• Monossacarídeos → glicose, frutose e  galactose• Oligossacarídeos          • Dissacarídeos                           Sac...
• Polissacarídeos neutros → monômeros  com funções aldeídicas: glicogênio,  amido, etc...• Polissacarídeos ácidos → aprese...
Lipídios• Substâncias orgânicas oleosas e gordurosas,  insolúveis em água extraídas das células e  tecidos por solventes n...
Ácidos Nucléicos•   DNA•   RNA•   Açúcar de 5 carbonos•   Bases nitrogenadas          • PÚRICAS → adenina e guanina       ...
Dra. Maria Izabel Gallão
Métodos de estudos
• Os detalhes da ultraestruturais e citoquímicos  das organelas se tornaram particularmente  acessíveis com o advento da M...
• Núcleo → facilmente corável    • devido ao seu tamanho foi descoberto mais cedo      como parte integrante da células eu...
• Forma Celular  – Esférica → óvulo ou linfócito humano    • Prismática → células vegetais    • Forma irregular típica → e...
Coleta do material biológico• Montagem total     • Ex: túbulo de Malpighi, glândulas salivares• Esfregaço     • Ex: sangue...
Cortes histológicos• Fixação → processo que promove a  preservação das características  morfológicas e macromoléculas dos ...
• Fixadores → agentes químicos das mais  diversas funções orgânicas;  – Reagem quimicamente com os componentes    celulare...
• Misturas fixadoras → substâncias fixadoras  associadas uma às outras → potencializa a  capacidade de fixação;  Carnoy → ...
• Descalcificação → ocorre junto com a fixação, retirada  de cálcio do material como osso e dentes (tecidos  calcificados)...
• Inclusão em parafina → dar maior consistência  ao material.• Microtomia → corte do material em micrótmo.• Desparafinizaç...
• Inclusão em resina → o material não  passa pelo xilol.• Depois da desidratação o material é  colocado na resina de pré i...
Matriz ExtracelularDra. Maria Izabel Gallão
• a matriz extracelular (MEC) corresponde aos  complexos macromoleculares relativamente  estáveis;• formada por moléculas ...
• MEC é dividida em 3 componentes  principais:•         - os componentes fibrilares   colágenos fibrilares e fibras elást...
• COLÁGENO• as proteínas colagênicas são os constituintes  mais abundantes da MEC da maioria dos  tecidos.• existem 24 tip...
• COLÁGENO• o colágeno constitui cerca de 80 a 90% da  massa de tendões.• como ex. os tendões possuem alto  conteúdo de co...
• Não só na força mecânica dos tecidos o  colágeno está envolvido;• Estão envolvidos de forma direta ou indireta na  adesã...
• as extremidades geralmente não estão em conformação helicoidal,  favorecendo a ocorrência de ligações cruzadas.• cada ca...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• Glicosaminoglicanas  são polímeros  lineares (não ramificados) de  dissacarídeo, um dos quais tem sempre  um radical am...
• Molécula com carga (-), capacidade de atrair  nuvem de cátions (principalmente Na+) que é  osmoticamente ativa atraindo ...
Dra. Maria Izabel Gallão
• Fibronectina e laminina  servem de ponte entre a  célula e a matriz extracelular.• Fibronectina  é importante no desen...
Membrana PlasmáticaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Composição química A composição química das membranas   oscila em torno dos valores médios de   60% de proteínas e 40% de ...
LipídiosDra. Maria Izabel Gallão
ColesterolDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• A bicamada de lipídios     – unidade estrutural básica de todas as       membranas biológicas.     – barreira que previn...
Dra. Maria Izabel Gallão
Proteínas• Tipos de proteínas – são classificadas de  acordo com a dificuldade com que são  extraídas: Dra. Maria Izabel G...
Proteínas periféricas ou extrínsecas → podem serisoladas com maior facilidade → ex: espectrina → liga-            se a pro...
Proteínas transmembranas, intrísecas ou integrais →                      70 % são essas proteínas                   Banda ...
Dra. Maria Izabel Gallão
Proteínas ancoradas em lipídeos estão covalentemente ligadas a um   fosfolipídio ou a um ácido graxo, que está inserido em...
Carboidratos • Glicocálix (glicocálice) → é uma extensão da própria   membrana e não uma camada separada. • Constituída po...
Inibição por contatoDra. Maria Izabel Gallão
• Funções: • grupo sanguíneo → grupo ABODra. Maria Izabel Gallão
Estrutura• Modelos de membranas:     – Gorter e Grendel (1925) – bicamada de       lipídios;     – Danielli e Davson (1935...
Mosaico FluidoDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
hemaceaDra. Maria Izabel Gallão
Fatores que favorecem a fluidez da        membrana (bicamada de lipídios)• cadeia de ácidos graxos insaturados     – dific...
Dra. Maria Izabel Gallão
Ponto de fusão dos ácidos graxos comuns de                 18 carbonos       Ácido graxo         Ligações duplas cis Ponto...
Dra. Maria Izabel Gallão
Experimentos que comprovaram a fluidez da                 membranaDra. Maria Izabel Gallão
Funções         • Seletividade – permeabilidade         • Reconhecimento celular – glicocálix,           receptores       ...
Seletividade permeabilidadeDra. Maria Izabel Gallão
Transporte através da membrana  Transporte passivo• Osmose Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Difusão → passiva (simples) e facilitadaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Transportadores deglicose sãoestocados nasmembranas devesículascitoplasmáticas. Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Transporte AtivoDra. Maria Izabel Gallão
Transporte ativo                            Bomba Na+K+• Na+K+ATPase → enzima necessita do Na+ e K+  para hidrolisar ATP →...
Dra. Maria Izabel Gallão
Bomba Sódio PotássioDra. Maria Izabel Gallão
• Importância da Bomba Na+K+• transporte de açúcar e aminoácidos para  dentro da célula.• Célula nervosa → propagação do i...
Transporte de moléculas grandes                             Endocitose mediada por receptorHipercolesterolemia familiar(FH...
Fagocitose → Células fagocitárias → macrófagos e                       neutrófilosDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Pinocitose → partículas líquidasDra. Maria Izabel Gallão
ExocitoseDra. Maria Izabel Gallão
Receptores de membranas • São proteínas integrais da membrana que   possuem como função principal selecionar as   substânc...
• A sinalização celular é feita por grande  variedade de moléculas, que são  denominadas como ligantes.Dra. Maria Izabel G...
- Interação célula matriz extracelular;- Durante o desenvolvimento e naresposta imune;- HORMÔNIOS que são secretadas pelas...
Dra. Maria Izabel Gallão
Métodos de estudosInclusão em resina → LEICA HISTORESIN EmbeddingKit → (2-Hydroxyethyl)-methacrylate e dibenzolperoxidoMic...
Micrótomo                                       Manual       AutomáticoDra. Maria Izabel Gallão
• Corantes básicos ou catiônicos (+)• Liga-se a moléculas carregadas (-)     – Ex: núcleo → DNA e RNA          • Citoplasm...
• Grupo cromofórico → região do corante a qual    contém as duplas e triplas ligações e que captam a    energia luminosa. ...
Giensa → empregado na coloração de cromossomos e    células do sangue.• Azul II → age sobre o núcleo e grânulos citoplasmá...
• Esfregaço sanguíneo                                     Linfócito                                     Hemácea           ...
• Cariótipo                                     cromossomosDra. Maria Izabel Gallão
Métodos citoquímicos de coloração• São aqueles que se apresentam altamente  específicos para os seus substratos, havendo  ...
• Azul de Toluidina• Corante básico (+) cora substratos com  grupamentos ácidos (-).          • fosfatos do DNA e RNA.• Ca...
• pH 4,0 → 3 radicais mostram-se corados.• pH 3,5 → apenas os grupamentos sulfato  e fosfatos.• pH 1,0 → somente os sulfat...
Estrutura do Azul de Toluidina          Metacromasia → a estrutura apresenta uma          tonalidade rósea-avermelhada emb...
Jucá                             Caesalpinia ferrea                           Núcleo e nucléoloDra. Maria Izabel Gallão
Parede CelularMucuna sloaneyDra. Maria Izabel Gallão
Xilydine Ponceau• Corante ácido (-) cora substratos com grupamentos ácidos (+).      • Proteínas citoplasmáticas e depende...
Dra. Maria Izabel Gallão
Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
Reativo de Schiff• Reação de Feulgen → detecção de DNA• Reação do PAS → polissacarídeos  neutros e ácidos e radicais glicí...
• Um pré tratamento determina a  especificidade da coloração quando se  utiliza o Reativo de Schiff.• Reação de Feulgen → ...
Fucsina                           Schiff → leucoderivado em presença                           de SO2 → metabissulfito de ...
Açúcar oxidado → liberação de                           grupamentos aldeídeos                           Ligação com os rad...
Reação de Feulgen•      Ocorre em 2 etapas:1. Hidrólise ácida → remoção das bases púricas   (A e G) → abertura da dupla hé...
Reação do PAS (ácido           periódico/Reativo de Schiff)1. Oxidação do material com ácido   periódico produção de radic...
Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
A                                     XPT                            Parede CelularPAS                                    ...
PAS                           LGDra. Maria Izabel Gallão
LGDra. Maria Izabel Gallão
Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
Núcleo InterfásicoDra. Maria Izabel Gallão
• célula Procarionte e Eucarionte.• o DNA possui grande parte da informação genética;  mitocôndria e cloroplasto.• Núcleo ...
Forma• células prismáticas – alongadas• células poligonais – esféricasDra. Maria Izabel Gallão
Monócito  Linfócito                           NeutrófiloDra. Maria Izabel Gallão
Tamanho• varia com o metabolismo e conteúdo de  DNA.Dra. Maria Izabel Gallão
Envoltório Nuclear (EN)• separa núcleo do citoplasma.• MEDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Composição química• constituído por duas membranas → 5-6  nm de espessura.• membrana lipoprotéicaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Estrutura• 2 unidades de membrana• membrana interna → lâmina nuclear• membrana externa → com ribossomos,  continuidade com...
Envoltório Nuclear -                                  METDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Poros• as membranas do EN são interrompidas por poros que  se formam com a fusão da membrana interna e com a  membrana ext...
Complexo de poroDra. Maria Izabel Gallão
Face citoplasmáticaFace nuclearDra. Maria Izabel Gallão
Complexos de poro → Núcleo → citoplasma• Função• moléculas pequena → transporte passivo• moléculas grandes → transporte at...
Dra. Maria Izabel Gallão
Lâmina Nuclear• 10-20 nm de espessura.• Proteínas laminas A, B e C → filamentos intermediários  do citoesqueleto.• Lamina ...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• Nucleoplasma → porção aquosa      constituída por proteínas, RNAs,      nucleosídeos e íons, onde estão      mergulhados...
CROMATINA• porção do núcleo, com exceção do  nucléolo, se cora e é visível ao MO.• cromatina e cromossomos representam  do...
Testículo de rato – espermatócito I e II - HEDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Composição química• DNA, RNA, proteínas histônicas e não  histônicas.• DNA• 2 cadeias de polinucleotídeos complementares  ...
Histonas• proteínas básicas devido a grande presença de  aminoácidos ARGININA e LISINA.• proteínas de baixo peso molecular...
• Proteínas não histônicas• ácidas, podem ser encontradas ligadas ao  DNA ou dispersas no nucleoplasma:•    a) 30 proteína...
Dra. Maria Izabel Gallão
Estrutura• 1974  Olins e Olins  núcleos em diferentes  choque osmótico  ME  colar em contas.• Kornberg  ao mesmo temp...
Colar de contasDra. Maria Izabel Gallão
• Nucleosomo  unidade repetitiva da  cromatina  forma cilíndrica achatada   com 10 nm de diâmetro e 6 nm de altura.• Ce...
Dra. Maria Izabel Gallão
NucleossomoDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Fibra de 10nm                           Fibra de 30nmDra. Maria Izabel Gallão
Estados conformacionais da cromatina• ao MO o núcleo interfásico apresenta dois  padrões distintos de coloração da  cromat...
Heterocromatina                                             Eucromatina                                             Nucléo...
- Heterocromatina facultativa- Heterocromatina constitutiva  centrômeros, telômeros e ao redor dasconstrições secundárias...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
- metacêntrico, submetacêntrico, acrocêntrico ou telocêntrico.- Constrições secundárias  outras constrições presentes nos...
• - cariótipo  conjunto de características  morfológicas que permite a caracterização dos  lotes cromossômicos de um indi...
- Cromossomos plumosos  cromossomos grandespodendo atingir 800 µm de comprimento  oócito eespermatócitos  peixes, répte...
Cromossomos PlumososDra. Maria Izabel Gallão
• Cromossomos politênicos  150 a 250 µm de comprimento   células somáticas  vários tecidos de dípteros, em insetos  col...
Nucléolo• estruturas esféricas e não envolvidas por  membrana.• MODra. Maria Izabel Gallão
Esmagamento de raiz de cebola                                METDra. Maria Izabel Gallão
Tamanho• Está relacionado com a intensidade de  síntese protéica da célula.• Ex: células indiferenciadas de embriões;  cer...
Ovócito de Lagosta - HE                                                                Núcleo                             ...
• Número• geralmente único           Composição química• proteínas• RNAr• DNAr (DNA ribossômico)Dra. Maria Izabel Gallão
Biogênese dos ribossomos• Os genes que codificam o RNAr estão  localizados em porções de fibras cromatínicas  que após sua...
Dra. Maria Izabel Gallão
NORDra. Maria Izabel Gallão
• Em células eucariontes os genes que codificam  os RNAr estão presentes em múltiplas cópias  por genoma.• Humano  contém...
Árvore de NatalDra. Maria Izabel Gallão
Árvore de Natal                                           Fibrilas de RNAr                           DNA espaçadorDra. Mar...
Síntese e processamento do RNAr• RNA polimerase I• RNAr 45S  transcrito primário (pré-RNAr),  essa molécula é clivada dan...
ETS – sequência externa trasncritaITS – segmentos intercalares transcritos  Dra. Maria Izabel Gallão
• À medida que a RNA polimerase I transcreve o DNAr,  proteínas são adicionadas às moléculas dos pré-RNAr  nascentes.• Os ...
EstruturaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
RNA ribossômico            Procarionte                          Eucarionte                    70S                         ...
Ciclo Celular• Para que ocorra a divisão celular, quatro eventos são necessários:• Deve haver um sinal reprodutivo  esse ...
• Procariotos  divisão celular freqüentemente significa  reprodução de todo o organismo unicelular.• A célula cresce em t...
Ciclo celular em Eucariotos• No indivíduo adulto as divisões celulares continuam  frequentemente, seja para a reposição de...
Substâncias utilizadas na                  quimioterapia• 6-mercaptopurina (uma análoga das  purinas)  Inibe a síntese do...
Dra. Maria Izabel Gallão
• Interfase  três subclasses identificadas como  S, G1 e G2.• Fase S  significa síntese, período onde ocorre  a duplicaç...
• Apoptose  processo fisiológico normal de morte  celular  caspases  cascatas de eventos  levando a  uma desorganizaçã...
Célula morta em um tecido em desenvolvimento – foi                                     fagocitada por uma célula vizinhaNe...
• Período G0  em estado de dormência ou queiscência  com relação ao crescimento.• podem sair desta fase mediante um estím...
• Ponto de  RESTRIÇÃO   momento pouco  anterior ao de  transição da fase  G1/S  seria um  ponto crítico a ser  vencido p...
• Calonas  são substâncias presentes em  alguns tecidos que inibe a atividade  mitótica  impedindo a proliferação  exces...
Check pointDra. Maria Izabel Gallão
Sistema de controle do     ciclo celularDra. Maria Izabel Gallão
Pontos de verificação →asseguram que o genomacompleto seja transmitido para ascélulas filhas.Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• quinase  enzima que catalisa a transferência  grupamentos fosfato do ATP para outra molécula   fosforilação  muda a e...
Dra. Maria Izabel Gallão
• Existe uma ciclina para cada estágio do ciclo  celular:G1/S-ciclinas → ativam Cdks no final de G1 e, com isso, ajudam a ...
Dra. Maria Izabel Gallão
MPF ativo induz a condensação cromossômica, o       rompimento do envoltóro nuclear e a reorganização do       citoesquele...
• Todos esses eventos se realizam mediante a  fosforilação de proteínas essenciais nesses  processos, como:     – condensa...
• Além de ser o responsável pela fosforilação de várias proteínascelulares que iniciam os eventos mitóticos, durante a pas...
- O gene supressor de tumor p53 freqüentemente é alvo                           para mutações recessivas em um grande núme...
- A proteína p53 é fosforilada in vivo emmúltiplos resíduos de serina e treonina. - Um grande número de quinases estãoenvo...
Dano no DNA – ambas as cópias do gene                                       de p53 inativadas                           Da...
Dra. Maria Izabel Gallão
•    Proto-oncogenes → são genes celulares reguladores importantes, em     muitos casos codificando pts que funcionam nas ...
Dra. Maria Izabel Gallão
- Proteína ras (rat sarcoma virus) →identificado os genes primeira vez em ratos →induz indiretamente a proliferação celula...
Essas proteínas incluem fatores de crescimento polipetídeos,      receptores de fator de crescimento, elementos das vias d...
MITOSE• Prófase  condensação da cromatina  os cromossomos  consistem de pares de cromátides idênticas.• Prometáfase  de...
Dra. Maria Izabel Gallão
Esmagamento de raiz de                                  cebolaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Ciclo do Centrossomo                                         Centrossomo duplicado mostrando                              ...
MitoseDra. Maria Izabel Gallão
As coesinas ajudam a manter as cromátides-irmãs                                 unidasDra. Maria Izabel Gallão
Modelos hipotéticos para os complexos protéicos                     denominados coesina e condensinaDra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Meiose na gametogênese humana.a) Ovogênese                                                b) EspermatogêneseDra. Maria Iza...
Esquema detalhado das fases do        ciclo celular. Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
• Confere proteção às células• Constituição varia com o determinado tipo  celular• Algumas bactérias possuem parede celula...
Dra. Maria Izabel Gallão
Constituição química• celulose  polissacarídeo contendo unidades  de glicose  40 moléculas de celulose   microfibrila• ...
• Lignina  confere rigidez à parede  celular  função mecânica ou de  sustentação  proteção• Cutina, suberina e as ceras...
Estrutura• Celulose  principal composto da parede  celular  polissacarídeo cujas moléculas são  cadeias lineares de glic...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
• Hemiceluloses  estão ligados  fortemente as microfibrilas de celulose  através de pontes de hidrogênio.• Pectinas  são...
Parede primária• depositada antes e durante o crescimento  da célula vegetal.          • Lamela média (lamela intercelular...
• A parede celular primária consiste de  microfibrilas de celulose embebida em uma  matriz amorfa e hidratada (65% de água...
Dra. Maria Izabel Gallão
Hemiceluloses• As hemiceluloses são denominadas:  xiloglucanas, arabinanas, galactomananos  e assim por diante.• As monoco...
Citrus                                            Cana                           Parede celularDra. Maria Izabel Gallão
Xiloglucano• presente em parede primária cerca de 20-25%  do peso seco em dicotiledôneas e 2-5% em  gramíneas.• muito xilo...
Copaíba                           Parede celularDra. Maria Izabel Gallão
Galactomanano• são polissacarídeos compostos por uma cadeia linear de  resíduos de manose unidas por ligações glicosídicas...
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Pectina• os polissacarídeos pécticos são  classificados em três grandes classes:• homogalacturonanos (HGA),  ramnogalactur...
Dra. Maria Izabel Gallão
Funções da Parede Celular Primária    Suporte estrutural e mecânico;•   Manter e determinar a forma da célula;•   Resistir...
• Estocar carboidrato – parede celular de  sementes podem ser metabolizadas;• Proteção contra patógenos, desidratação  e o...
• A parede celular é o maior componente textural  de alimentos de origem vegetal.• O amadurecimento de frutos e vegetais e...
Formação da parede celular• Final da telófase  placa celular que separa as duas células filhas   dará origem à lamela mé...
Dra. Maria Izabel Gallão
Dra. Maria Izabel Gallão
Plasmodesmas• são pequenos orifícios (50-60 nm de diâmetro) da  parede celular, revestidos por membrana plasmática,  conec...
Pontoações  Dra. Maria Izabel Gallão
Parede Celulara secundária• formação ocorre principalmente após a  célula ter cessado o seu crescimento e a  parede primár...
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  1. 1. Núcleo Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
  2. 2. Parede Celular AmidoDra. Maria Izabel Gallão
  3. 3. Componentes químicos da célulaDra. Maria Izabel Gallão
  4. 4. • H, C, N e O → cerca de 90% do peso seco.• ÁGUA → substância mais abundante das células vivas → 70% do peso da célula.Dra. Maria Izabel Gallão
  5. 5. • As células contém 4 grandes famílias de pequenas moléculas: – Açúcar → polissacarídeos – Ácidos graxos → lipídeos – Aminoácidos → proteínas – Nucleotídeos → ácidos nucléicosDra. Maria Izabel Gallão
  6. 6. Proteínas• Aminoácidos• Informação genética• Estruturas versáteis em sua função: • Enzimas • Proteínas transportadoras • Proteínas contráteis • Proteínas de defesaDra. Maria Izabel Gallão
  7. 7. • As características das proteínas são determinadas pelos aminoácidos → grupamento R → interação com os corantes. – Ligações peptídicas → ligação que ocorre entre o grupo AMINO de um aminoácido e o grupamento CARBOXÍLICO de outro aminoácido. – Os aminoácidos estão agrupados de acordo com a natureza dos seus grupamentos R.Dra. Maria Izabel Gallão
  8. 8. Dra. Maria Izabel Gallão
  9. 9. Dra. Maria Izabel Gallão
  10. 10. • Duas classes de proteínas: • Proteíns globulares → hemoglobina, tubulina, actina; • Proteínas fibrosas → colágeno, fibronectina;Dra. Maria Izabel Gallão
  11. 11. Carboidratos• Monossacarídeos → polissacarídeos• Funções: – Fonte de energia → glicogênio e amido → depósito temporário de glicose; – Sustentação → celulose → elementos estruturais e de sustentação;Dra. Maria Izabel Gallão
  12. 12. Dra. Maria Izabel Gallão
  13. 13. • Monossacarídeos → glicose, frutose e galactose• Oligossacarídeos • Dissacarídeos Sacarose (glicose + frutose) Maltose (glicose + glicose) Lactose (glicose + galactose)• Polissacarídeos → glicogênio, celulose amido, hemiceluloses.Dra. Maria Izabel Gallão
  14. 14. • Polissacarídeos neutros → monômeros com funções aldeídicas: glicogênio, amido, etc...• Polissacarídeos ácidos → apresentam além dos radicais cetônicos e adeídos o grupamento CARBOXILA e SULFATO.• Apresentam carga negativa ligando-se a corantes com carga positiva.Dra. Maria Izabel Gallão
  15. 15. Lipídios• Substâncias orgânicas oleosas e gordurosas, insolúveis em água extraídas das células e tecidos por solventes não polares como clorofórmio ou o éter.• Cortes à mão livre → SudamDra. Maria Izabel Gallão
  16. 16. Ácidos Nucléicos• DNA• RNA• Açúcar de 5 carbonos• Bases nitrogenadas • PÚRICAS → adenina e guanina • PIRIMÍDICAS → citosina, timina e uracila • Ácido fosfórico → carga negativaDra. Maria Izabel Gallão
  17. 17. Dra. Maria Izabel Gallão
  18. 18. Métodos de estudos
  19. 19. • Os detalhes da ultraestruturais e citoquímicos das organelas se tornaram particularmente acessíveis com o advento da Microscopia Eletrônica, a partir de 1950.• Ao MICROSCÓPIO DE LUZ podem ser evidenciadas, com metodologias apropriadas, regiões ocupadas por mitocôndrias, lisossomos, peroxissomos, cloroplastos, Complexo de Golgi, vacúolos e grânulos de secreção.
  20. 20. • Núcleo → facilmente corável • devido ao seu tamanho foi descoberto mais cedo como parte integrante da células eucariotas –foi descrito em 1833 por Brown.
  21. 21. • Forma Celular – Esférica → óvulo ou linfócito humano • Prismática → células vegetais • Forma irregular típica → espermatozoídes, neurônios, células caliciformes e células descamadas da mucosa bucal e vaginal. • A forma celular pode ajudar no diagnóstico: • Os eritrócitos humanos → anemia falciforme. • Diversidade na forma dos protozoários e de bactérias → identificação e classificação de diferentes gêneros.
  22. 22. Coleta do material biológico• Montagem total • Ex: túbulo de Malpighi, glândulas salivares• Esfregaço • Ex: sangue, linfa, sêmen, líquor• Espalhamento • Ex: Papanicolau, raspagem da mucosa bucal• Esmagamento • Ex: raiz de cebola• Decalque ou Imprint • Ex: fígado, baço, rim e timo
  23. 23. Cortes histológicos• Fixação → processo que promove a preservação das características morfológicas e macromoléculas dos tecidos ou células. • Função → impedir a autólise ou degradação bacteriana do material biológico a ser analisado • Facilitar os processamentos posteriores de coloração → muitos corantes apresentam maior afinidade pelo substrato fixado → promover o enrijecimento dos orgãos e tecidos.
  24. 24. • Fixadores → agentes químicos das mais diversas funções orgânicas; – Reagem quimicamente com os componentes celulares, promovendo a sua estabilização. – Principais componentes celulares que podem ser preservados → proteínas, ácidos nucléicos, polissacarídeos e lipídios → os fixadores atuam sobre estas macromoléculas tornando-as insolúveis.
  25. 25. • Misturas fixadoras → substâncias fixadoras associadas uma às outras → potencializa a capacidade de fixação; Carnoy → etanol + ácido pícrico →estudos de complexos de DNA + proteínas;• Bouin → ácido acético + ácido pícrico + formalina → estudos histológicos gerais;• Helly e Zenker → bicromato de potássio + bicloreto de mercúrio → proteínas (células musculares)
  26. 26. • Descalcificação → ocorre junto com a fixação, retirada de cálcio do material como osso e dentes (tecidos calcificados);• Formaldeído + ácido fórmico• Desidratação → retirada lenta de água• Bateria de álcool com concentrações crescentes: 70%, 80%, 90% e 100% → o tempo vai depender do material e do material de inclusão.• A água deve ser toda retirada por não ser missível em XILOL ou em ÓLEO DE CEDRO → diafanização → clareamento do material• Xilol → máximo 10 minutos• Óleo de cedro → mínimo 8 dias
  27. 27. • Inclusão em parafina → dar maior consistência ao material.• Microtomia → corte do material em micrótmo.• Desparafinização → cortes recebem 2 banhos de xilol → retirada de toda a parafina.• Hidratação do material → bateria decrescente de álcool: 100%, 90%, 80% e 70%.
  28. 28. • Inclusão em resina → o material não passa pelo xilol.• Depois da desidratação o material é colocado na resina de pré infiltração (resina + álcool etílico) → resina de infiltração.• Microtomia• Coloração
  29. 29. Matriz ExtracelularDra. Maria Izabel Gallão
  30. 30. • a matriz extracelular (MEC) corresponde aos complexos macromoleculares relativamente estáveis;• formada por moléculas de diferentes naturezas que são produzidas, exportadas e complexadas pelas células, modulando a estrutura, fisiologia e biomecânica dos tecidos.• a MEC é especialmente abundante nos tecidos conjuntivos, mas apresenta papel fundamental também nos demais tecidos.Dra. Maria Izabel Gallão
  31. 31. • MEC é dividida em 3 componentes principais:• - os componentes fibrilares  colágenos fibrilares e fibras elásticas;• - os componentes não fibrilares  proteoglicanas e glicoproteínas não colagênicas;• - microfibrilas  colágeno tipo VI, microfibrilas associadas à elastina.Dra. Maria Izabel Gallão
  32. 32. • COLÁGENO• as proteínas colagênicas são os constituintes mais abundantes da MEC da maioria dos tecidos.• existem 24 tipos de colágenos, e cada um deles apresenta características próprias, tanto em natureza química como no padrão de organização estrutural.• alguns tipos de colágenos agregam-se formando fibrilas, fibras e feixes.Dra. Maria Izabel Gallão
  33. 33. • COLÁGENO• o colágeno constitui cerca de 80 a 90% da massa de tendões.• como ex. os tendões possuem alto conteúdo de colágeno, desta forma essas moléculas possuem grande importância em fornecer resistência mecânica aos tecidos.Dra. Maria Izabel Gallão
  34. 34. • Não só na força mecânica dos tecidos o colágeno está envolvido;• Estão envolvidos de forma direta ou indireta na adesão e diferenciação celulares;• Na quimiotaxia e outras funções importantes para o desenvolvimento e funcionamento do organismo.Dra. Maria Izabel Gallão
  35. 35. • as extremidades geralmente não estão em conformação helicoidal, favorecendo a ocorrência de ligações cruzadas.• cada cadeia contém repetições de uma seqüência característica de aminoácidos, formada por GLY-X-Y, onde X e Y podem ser qualquer aminoácido, mas X é, freqüentemente, uma prolina e Y, uma hidroxiprolina.Dra. Maria Izabel Gallão
  36. 36. Dra. Maria Izabel Gallão
  37. 37. Dra. Maria Izabel Gallão
  38. 38. • Glicosaminoglicanas  são polímeros lineares (não ramificados) de dissacarídeo, um dos quais tem sempre um radical amino, sendo o outro um ácido urônico: – ácido hialurônico, dermatansulfato, condroitinsulfato, heparansulfato. – apresentam radicais carboxila (do ácido urânico) com exceção do ácido hialurônico, também radicais sulfato.Dra. Maria Izabel Gallão
  39. 39. • Molécula com carga (-), capacidade de atrair nuvem de cátions (principalmente Na+) que é osmoticamente ativa atraindo água, o que explica a alta hidrofilia desses compostos e a formação de um gel na matriz extracelular.• Admite-se que esse gel seja importante nos processos de desenvolvimento embrionário, regeneração de tecido, cicatrização e interação com o colágenoDra. Maria Izabel Gallão
  40. 40. Dra. Maria Izabel Gallão
  41. 41. • Fibronectina e laminina  servem de ponte entre a célula e a matriz extracelular.• Fibronectina  é importante no desenvolvimento embrionário  ex. durante a gastrulação de anfíbios, a fibronectina orienta a migração das células que vão gerar o mesoderma.• Integrinas  são proteínas transmembranas com uma extremidade externa que se prende a componentes da matriz e uma extremidade citoplasmática que se liga, por intermédio da proteína Talina à porção do citoesqueleto constituído de actina.• Fibras elásticas  abundantes na pele, artéria e pulmões, proporcionam elasticidade a esses orgãos.Dra. Maria Izabel Gallão
  42. 42. Membrana PlasmáticaDra. Maria Izabel Gallão
  43. 43. Dra. Maria Izabel Gallão
  44. 44. Composição química A composição química das membranas oscila em torno dos valores médios de 60% de proteínas e 40% de lipídios. • Associados às proteínas e os lipídios encontram-se açúcares, constituindo as glicoproteínas e os glicolipídios.Dra. Maria Izabel Gallão
  45. 45. LipídiosDra. Maria Izabel Gallão
  46. 46. ColesterolDra. Maria Izabel Gallão
  47. 47. Dra. Maria Izabel Gallão
  48. 48. • A bicamada de lipídios – unidade estrutural básica de todas as membranas biológicas. – barreira que previne os movimentos aleatórios de entrada e saída de materiais solúveis em água.Dra. Maria Izabel Gallão
  49. 49. Dra. Maria Izabel Gallão
  50. 50. Proteínas• Tipos de proteínas – são classificadas de acordo com a dificuldade com que são extraídas: Dra. Maria Izabel Gallão
  51. 51. Proteínas periféricas ou extrínsecas → podem serisoladas com maior facilidade → ex: espectrina → liga- se a proteínas do citoesqueleto.Dra. Maria Izabel Gallão
  52. 52. Proteínas transmembranas, intrísecas ou integrais → 70 % são essas proteínas Banda 3, Glicoforina e receptoresDra. Maria Izabel Gallão
  53. 53. Dra. Maria Izabel Gallão
  54. 54. Proteínas ancoradas em lipídeos estão covalentemente ligadas a um fosfolipídio ou a um ácido graxo, que está inserido em um folhetos da bicamada lipídica. Proteína ancorada em GPI CitoplasmaDra. Maria Izabel Gallão
  55. 55. Carboidratos • Glicocálix (glicocálice) → é uma extensão da própria membrana e não uma camada separada. • Constituída por: glicolipídios e glicopts integrais • fibronectina → é a glicopt mais abundante. • Funções: • Reconhecimento celular → cultivo de células hepáticas e renais • inibição por contato • adesão celular → fibronectina → macrófago e neutrófilosDra. Maria Izabel Gallão
  56. 56. Inibição por contatoDra. Maria Izabel Gallão
  57. 57. • Funções: • grupo sanguíneo → grupo ABODra. Maria Izabel Gallão
  58. 58. Estrutura• Modelos de membranas: – Gorter e Grendel (1925) – bicamada de lipídios; – Danielli e Davson (1935) – “sanduíche” – proteínas por fora e lipídio no meio; – Robertson (1961) – unidade de membrana – MET – membranas apresentavam estrutura trilaminar – proteínas por fora e lipídios por dentro; – Singer e Nicolson (1972) – Mosaico fluido.Dra. Maria Izabel Gallão
  59. 59. Mosaico FluidoDra. Maria Izabel Gallão
  60. 60. Dra. Maria Izabel Gallão
  61. 61. hemaceaDra. Maria Izabel Gallão
  62. 62. Fatores que favorecem a fluidez da membrana (bicamada de lipídios)• cadeia de ácidos graxos insaturados – dificulta o empacotamento das cadeias• temperatura baixa os ácidos graxos congelam mais rápido.• tamanho das cadeias de ácidos graxos• Presença de colesterol – O colesterol diminui a FLUIDEZ no entanto aumenta a estabilidade das membranas.Dra. Maria Izabel Gallão
  63. 63. Dra. Maria Izabel Gallão
  64. 64. Ponto de fusão dos ácidos graxos comuns de 18 carbonos Ácido graxo Ligações duplas cis Ponto de fusão (0C) Ácido esteárico 0 70 Ácido oléico 1 13 Ácido α–linoléico 2 -9 Ácido linolênico 3 -17Dra. Maria Izabel Gallão
  65. 65. Dra. Maria Izabel Gallão
  66. 66. Experimentos que comprovaram a fluidez da membranaDra. Maria Izabel Gallão
  67. 67. Funções • Seletividade – permeabilidade • Reconhecimento celular – glicocálix, receptores • Comunicação com células vizinhas – especializaçõesDra. Maria Izabel Gallão
  68. 68. Seletividade permeabilidadeDra. Maria Izabel Gallão
  69. 69. Transporte através da membrana Transporte passivo• Osmose Dra. Maria Izabel Gallão
  70. 70. Dra. Maria Izabel Gallão
  71. 71. Difusão → passiva (simples) e facilitadaDra. Maria Izabel Gallão
  72. 72. Dra. Maria Izabel Gallão
  73. 73. Transportadores deglicose sãoestocados nasmembranas devesículascitoplasmáticas. Dra. Maria Izabel Gallão
  74. 74. Dra. Maria Izabel Gallão
  75. 75. Transporte AtivoDra. Maria Izabel Gallão
  76. 76. Transporte ativo Bomba Na+K+• Na+K+ATPase → enzima necessita do Na+ e K+ para hidrolisar ATP → ADP + Pi.Dra. Maria Izabel Gallão
  77. 77. Dra. Maria Izabel Gallão
  78. 78. Bomba Sódio PotássioDra. Maria Izabel Gallão
  79. 79. • Importância da Bomba Na+K+• transporte de açúcar e aminoácidos para dentro da célula.• Célula nervosa → propagação do impulso nervoso.• Manutenção do equilíbrio osmótico. • Bomba de Ca++• presença de uma ATPase transportadora de Ca++ na membrana do Retículo Sarcoplasmático.Dra. Maria Izabel Gallão
  80. 80. Transporte de moléculas grandes Endocitose mediada por receptorHipercolesterolemia familiar(FH) Dra. Maria Izabel Gallão
  81. 81. Fagocitose → Células fagocitárias → macrófagos e neutrófilosDra. Maria Izabel Gallão
  82. 82. Dra. Maria Izabel Gallão
  83. 83. Pinocitose → partículas líquidasDra. Maria Izabel Gallão
  84. 84. ExocitoseDra. Maria Izabel Gallão
  85. 85. Receptores de membranas • São proteínas integrais da membrana que possuem como função principal selecionar as substâncias que penetram na célula. • Reconhecimento de um sinal químico e enviar uma resposta além de possuir uma alta especificidade ao material a ser internalizado. • Os mensageiros químicos influenciam o metabolismo, multiplicação, secreção, fagocitose, produção de anticorpos, contração e muitas outras atividades celulares.Dra. Maria Izabel Gallão
  86. 86. • A sinalização celular é feita por grande variedade de moléculas, que são denominadas como ligantes.Dra. Maria Izabel Gallão
  87. 87. - Interação célula matriz extracelular;- Durante o desenvolvimento e naresposta imune;- HORMÔNIOS que são secretadas pelas glândulasendócrinas.- Os hormônios são lançados no espaço extracelular,penetram nos capilares sanguíneos e se distribuem por todo ocorpo, indo atuar a distância nas chamadas células ALVO.- Secreção de substâncias que vão atuar nas célulasvizinhas, sendo logo inativados ou retidos no local daprodução.- este modo de comunicação chama-se comunicaçãoparácrina os sinais químicos atuam apenas algunscentímetros do local onde foram produzidos. Durante o desenvolvimento, ex: quando uma célula decide seguir determinada rota de diferenciação, secreta substâncias que reforça a sua decisão. Dra. Maria Izabel Gallão
  88. 88. Dra. Maria Izabel Gallão
  89. 89. Métodos de estudosInclusão em resina → LEICA HISTORESIN EmbeddingKit → (2-Hydroxyethyl)-methacrylate e dibenzolperoxidoMicrotomia → Micrótomo automático Leica → cortes de0,5 – 2µm. COLORAÇÃOCorantes → são moléculas orgânicas insaturadas, ouseja, são compostos carbonados que apresentam em suaestrutura ligações as quais interagem com a luz dotandoos corpos de capacidade absortivas.Dra. Maria Izabel Gallão
  90. 90. Micrótomo Manual AutomáticoDra. Maria Izabel Gallão
  91. 91. • Corantes básicos ou catiônicos (+)• Liga-se a moléculas carregadas (-) – Ex: núcleo → DNA e RNA • Citoplasma → proteínas e carboidratos • BASOFILIA → a estrutura corada é BASÓFILA • Ex: Azul de Metileno, Azul de ToluidinaCorantes ácidos ou aniônicos (-)Liga-se a moléculas carregadas (+) - Ex: citoplasma e núcleo → proteínas com carga (+) - ACIDOFILIA → a estrutura corada é ACIDÓFILA Ex: Xylidine PonceauDra. Maria Izabel Gallão
  92. 92. • Grupo cromofórico → região do corante a qual contém as duplas e triplas ligações e que captam a energia luminosa. • Métodos de coloração• Métodos gerais de coloração → permite a coloração de um amplo conjunto de substratos não havendo uma forma de quantificar os campos corados. – Ex: hematoxilina/eosina e Giensa – HE → Hematoxilina (+) → substratos (-) → fosfato do DNA e RNA → cora em roxo o núcleo e certas regiões do citoplasma. – Eosina (-) → cora citoplasma tonalidade rósea, atua sobre as fibras do colágeno.Dra. Maria Izabel Gallão
  93. 93. Giensa → empregado na coloração de cromossomos e células do sangue.• Azul II → age sobre o núcleo e grânulos citoplasmáticos.• Eosina amarela (-) → citoplasma.Dra. Maria Izabel Gallão
  94. 94. • Esfregaço sanguíneo Linfócito Hemácea MonócitoDra. Maria Izabel Gallão
  95. 95. • Cariótipo cromossomosDra. Maria Izabel Gallão
  96. 96. Métodos citoquímicos de coloração• São aqueles que se apresentam altamente específicos para os seus substratos, havendo técnica que permitem a quantificação destes substratos após a coloração.• Ex: Azul de Toluidina, Xilydine Ponceau e Reativo de SchiffDra. Maria Izabel Gallão
  97. 97. • Azul de Toluidina• Corante básico (+) cora substratos com grupamentos ácidos (-). • fosfatos do DNA e RNA.• Carboxila e sulfato → presentes nos polissacarídeos ácidos. • Ácidos hialurônico e o condroitino sulfato.• Significado químico do corante → altera- se em função do pH.Dra. Maria Izabel Gallão
  98. 98. • pH 4,0 → 3 radicais mostram-se corados.• pH 3,5 → apenas os grupamentos sulfato e fosfatos.• pH 1,0 → somente os sulfatos.Dra. Maria Izabel Gallão
  99. 99. Estrutura do Azul de Toluidina Metacromasia → a estrutura apresenta uma tonalidade rósea-avermelhada embora a cor do corante seja azul.Dra. Maria Izabel Gallão
  100. 100. Jucá Caesalpinia ferrea Núcleo e nucléoloDra. Maria Izabel Gallão
  101. 101. Parede CelularMucuna sloaneyDra. Maria Izabel Gallão
  102. 102. Xilydine Ponceau• Corante ácido (-) cora substratos com grupamentos ácidos (+). • Proteínas citoplasmáticas e dependendo do pH proteínas nucleares.Dra. Maria Izabel Gallão
  103. 103. Dra. Maria Izabel Gallão
  104. 104. Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
  105. 105. Reativo de Schiff• Reação de Feulgen → detecção de DNA• Reação do PAS → polissacarídeos neutros e ácidos e radicais glicídicos de glicoproteínas → glicogênio e glicoproteínas.Dra. Maria Izabel Gallão
  106. 106. • Um pré tratamento determina a especificidade da coloração quando se utiliza o Reativo de Schiff.• Reação de Feulgen → hidrólise ácida com HCl.• Reação do PAS → oxidação com o ácido periódico.• Reativo de Schiff é um leucoderivado (leuco = branco) de um corante chamado Fucsina Básica.Dra. Maria Izabel Gallão
  107. 107. Fucsina Schiff → leucoderivado em presença de SO2 → metabissulfito de sódioDra. Maria Izabel Gallão
  108. 108. Açúcar oxidado → liberação de grupamentos aldeídeos Ligação com os radicais aldeídos liberados na oxidação FucsinaDra. Maria Izabel Gallão
  109. 109. Reação de Feulgen• Ocorre em 2 etapas:1. Hidrólise ácida → remoção das bases púricas (A e G) → abertura da dupla hélice → hidrólise da ligação das purinas com pentoses → liberação do grupamento ALDEÍDO para reagir com o Reativo de Schiff.2. Os radicais aldeídos ligam-se ao reativo de Schiff restaurando o grupamento cromofórico da molécula, produzindo um composto corado.Dra. Maria Izabel Gallão
  110. 110. Reação do PAS (ácido periódico/Reativo de Schiff)1. Oxidação do material com ácido periódico produção de radicais aldeídos nas moléculas de carboidrato.2- Estes radicais aldeído vão se ligar ao leucoerivado da Fucsina básica restaurando o grupo cromofórico e produzindo um composto corado.Dra. Maria Izabel Gallão
  111. 111. Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
  112. 112. A XPT Parede CelularPAS LG Dra. Maria Izabel Gallão
  113. 113. PAS LGDra. Maria Izabel Gallão
  114. 114. LGDra. Maria Izabel Gallão
  115. 115. Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
  116. 116. Núcleo InterfásicoDra. Maria Izabel Gallão
  117. 117. • célula Procarionte e Eucarionte.• o DNA possui grande parte da informação genética; mitocôndria e cloroplasto.• Núcleo como controlador do metabolismo celular.• DNA → RNA → proteína• o ciclo de vida das células é divido em duas fases:• - Interfase• - Mitose• DNA → DNA (replicação)• DNA → RNA (Transcrição) → PROTEÍNA (Tradução)Dra. Maria Izabel Gallão
  118. 118. Forma• células prismáticas – alongadas• células poligonais – esféricasDra. Maria Izabel Gallão
  119. 119. Monócito Linfócito NeutrófiloDra. Maria Izabel Gallão
  120. 120. Tamanho• varia com o metabolismo e conteúdo de DNA.Dra. Maria Izabel Gallão
  121. 121. Envoltório Nuclear (EN)• separa núcleo do citoplasma.• MEDra. Maria Izabel Gallão
  122. 122. Dra. Maria Izabel Gallão
  123. 123. Composição química• constituído por duas membranas → 5-6 nm de espessura.• membrana lipoprotéicaDra. Maria Izabel Gallão
  124. 124. Dra. Maria Izabel Gallão
  125. 125. Estrutura• 2 unidades de membrana• membrana interna → lâmina nuclear• membrana externa → com ribossomos, continuidade com o REG.• cisterna perinuclear contém as mesmas proteínas presentes nas cisternas do RE.• EN é uma porção especializada do RE.Dra. Maria Izabel Gallão
  126. 126. Envoltório Nuclear - METDra. Maria Izabel Gallão
  127. 127. Dra. Maria Izabel Gallão
  128. 128. Poros• as membranas do EN são interrompidas por poros que se formam com a fusão da membrana interna e com a membrana externa.• quantidade de poros varia com o tipo de célula e com o seu estágio funcional, ex:• - células embrionárias → alta atividade de síntese protéica → maior quantidade de poros.• - espermatozóide maduro → célula com baixa atividade metabólica → menor quantidade de poros.Dra. Maria Izabel Gallão
  129. 129. Complexo de poroDra. Maria Izabel Gallão
  130. 130. Face citoplasmáticaFace nuclearDra. Maria Izabel Gallão
  131. 131. Complexos de poro → Núcleo → citoplasma• Função• moléculas pequena → transporte passivo• moléculas grandes → transporte ativo → através de receptores presentes nas membranas do EN ocorre o reconhecimento dos RNAs e proteínas.Dra. Maria Izabel Gallão
  132. 132. Dra. Maria Izabel Gallão
  133. 133. Lâmina Nuclear• 10-20 nm de espessura.• Proteínas laminas A, B e C → filamentos intermediários do citoesqueleto.• Lamina B → possui uma porção lipídica que se insere na bicamada, a essa proteína se associam as laminas A e C.• Função• manter a forma e dar suporte estrutural ao EN → ligação da fibras cromatínicas ao EN.• Mitose → fosforilação e desfosforilação.Dra. Maria Izabel Gallão
  134. 134. Dra. Maria Izabel Gallão
  135. 135. Dra. Maria Izabel Gallão
  136. 136. • Nucleoplasma → porção aquosa constituída por proteínas, RNAs, nucleosídeos e íons, onde estão mergulhados nucléolo e cromatina.Dra. Maria Izabel Gallão
  137. 137. CROMATINA• porção do núcleo, com exceção do nucléolo, se cora e é visível ao MO.• cromatina e cromossomos representam dois aspectos morfológicos da mesma estrutura.Dra. Maria Izabel Gallão
  138. 138. Testículo de rato – espermatócito I e II - HEDra. Maria Izabel Gallão
  139. 139. Dra. Maria Izabel Gallão
  140. 140. Composição química• DNA, RNA, proteínas histônicas e não histônicas.• DNA• 2 cadeias de polinucleotídeos complementares e antiparalelas.• quantidade de DNA por núcleo varia de espécie para espécie.• RNA• - cerca de 3%.Dra. Maria Izabel Gallão
  141. 141. Histonas• proteínas básicas devido a grande presença de aminoácidos ARGININA e LISINA.• proteínas de baixo peso molecular.• não são renovadas constantemente como a maioria das outras proteínas.• H2A, H2B, H3 e H4  são menores com 102-135 aminoácidos  altamente conservados.• H1  possui cerca de 220 aminoácidos  menor grau de conservação durante a evolução.• H5  eritrócitos nucleados de aves.Dra. Maria Izabel Gallão
  142. 142. • Proteínas não histônicas• ácidas, podem ser encontradas ligadas ao DNA ou dispersas no nucleoplasma:• a) 30 proteínas participam da estrutura dos cromossomos;• b) proteínas relacionadas com os processos de replicação e reparo do DNA;• c) proteínas que participam do processo de ativação e repressão gênica.Dra. Maria Izabel Gallão
  143. 143. Dra. Maria Izabel Gallão
  144. 144. Estrutura• 1974  Olins e Olins  núcleos em diferentes choque osmótico  ME  colar em contas.• Kornberg  ao mesmo tempo comprovou que a fibra cromatínica era constituída por unidades repetitivas compostas de H2A, H2B, H3 e H4, duas moléculas cada e cerca de 200 pb de DNA.• 1975 Oudet  nucleossomo  nucleoíde (core nucleossômico).Dra. Maria Izabel Gallão
  145. 145. Colar de contasDra. Maria Izabel Gallão
  146. 146. • Nucleosomo  unidade repetitiva da cromatina  forma cilíndrica achatada  com 10 nm de diâmetro e 6 nm de altura.• Centro do nucleossomo• - Fibra de 10nm de diâmetro ou nucleofilamento.• - Fibra de 30 nm ou solenóide.Dra. Maria Izabel Gallão
  147. 147. Dra. Maria Izabel Gallão
  148. 148. NucleossomoDra. Maria Izabel Gallão
  149. 149. Dra. Maria Izabel Gallão
  150. 150. Fibra de 10nm Fibra de 30nmDra. Maria Izabel Gallão
  151. 151. Estados conformacionais da cromatina• ao MO o núcleo interfásico apresenta dois padrões distintos de coloração da cromatina.• porção de coloração intensa  heterocromatina• porção menos corada e mais homogênea  eucromatinaDra. Maria Izabel Gallão
  152. 152. Heterocromatina Eucromatina NucléoloDra. Maria Izabel Gallão
  153. 153. - Heterocromatina facultativa- Heterocromatina constitutiva  centrômeros, telômeros e ao redor dasconstrições secundárias. • Cromossomos• - cromátide  cada uma das metades cromossômicas observadas durante a divisão celular e que irão constituir um novo cromossomo.• - cromátide irmã e homóloga.• - Centrômero ou constrição primária  é a região onde se situa o cinetócoro  estrutura organizadora da polimerização das fibras cromossômicas do fuso mitótico.Dra. Maria Izabel Gallão
  154. 154. Dra. Maria Izabel Gallão
  155. 155. Dra. Maria Izabel Gallão
  156. 156. - metacêntrico, submetacêntrico, acrocêntrico ou telocêntrico.- Constrições secundárias  outras constrições presentes nos cromossomosonde poderão conter a Região Organizadora do Nucléolo.- Telômeros  são as extremidades cromossômicas.Dra. Maria Izabel Gallão
  157. 157. • - cariótipo  conjunto de características morfológicas que permite a caracterização dos lotes cromossômicos de um indivíduo.Dra. Maria Izabel Gallão
  158. 158. - Cromossomos plumosos  cromossomos grandespodendo atingir 800 µm de comprimento  oócito eespermatócitos  peixes, répteis e aves  meiose- (diplóteno)  nas alça há uma intensa síntese de RNA.Dra. Maria Izabel Gallão
  159. 159. Cromossomos PlumososDra. Maria Izabel Gallão
  160. 160. • Cromossomos politênicos  150 a 250 µm de comprimento  células somáticas  vários tecidos de dípteros, em insetos colembolídeos e em protozoários ciliados  pareamento ponto a ponto de cromossomos homólogos  síntese de RNA.Dra. Maria Izabel Gallão
  161. 161. Nucléolo• estruturas esféricas e não envolvidas por membrana.• MODra. Maria Izabel Gallão
  162. 162. Esmagamento de raiz de cebola METDra. Maria Izabel Gallão
  163. 163. Tamanho• Está relacionado com a intensidade de síntese protéica da célula.• Ex: células indiferenciadas de embriões; certos tumores malignos.Dra. Maria Izabel Gallão
  164. 164. Ovócito de Lagosta - HE Núcleo Citoplasma NucléoloDra. Maria Izabel Gallão
  165. 165. • Número• geralmente único Composição química• proteínas• RNAr• DNAr (DNA ribossômico)Dra. Maria Izabel Gallão
  166. 166. Biogênese dos ribossomos• Os genes que codificam o RNAr estão localizados em porções de fibras cromatínicas que após sua compactação irão constituir as constrições secundárias de cromossomos específicos – regiões organizadoras do nucléolo – NOR.• Humanos  5 pares de cromossomos• Feijão  1 par de cromossomo.Dra. Maria Izabel Gallão
  167. 167. Dra. Maria Izabel Gallão
  168. 168. NORDra. Maria Izabel Gallão
  169. 169. • Em células eucariontes os genes que codificam os RNAr estão presentes em múltiplas cópias por genoma.• Humano  contém cerca de 400 cópias, dispersos em 5 cromossomos.• Xenopus  contém cerca de 600 cópias em um único cromossomo.• As várias cópias do gene estão arranjadas in tandem, ou seja, repetidos seqüencialmente estando cada gene separado do próximo por um segmento de DNA não transcrito.Dra. Maria Izabel Gallão
  170. 170. Árvore de NatalDra. Maria Izabel Gallão
  171. 171. Árvore de Natal Fibrilas de RNAr DNA espaçadorDra. Maria Izabel Gallão
  172. 172. Síntese e processamento do RNAr• RNA polimerase I• RNAr 45S  transcrito primário (pré-RNAr), essa molécula é clivada dando origem as moléculas finais de RNAr:• RNAr 28S (5.000 nucleotídeos)• RNAr 18S (2.000 nucleotídeos)• RNAr 5,8 S (160 nucleotídeos)Dra. Maria Izabel Gallão
  173. 173. ETS – sequência externa trasncritaITS – segmentos intercalares transcritos Dra. Maria Izabel Gallão
  174. 174. • À medida que a RNA polimerase I transcreve o DNAr, proteínas são adicionadas às moléculas dos pré-RNAr nascentes.• Os genes que codificam o RNAR 5S (120 nucleotídeos) não estão presentes nos DNAr, ou seja, esses genes estão localizados em outra região do DNA que não a NOR  RNA polimerase III  depois de transcrito migra para o nucléolo onde é complexado os RNAr 28S e 5,8S para formar a subunidade maior do ribossomo.• 49 tipos diferentes de proteínas serão adicionadas aos RNAR 28S, 5,8S e 5S.• 33 tipos se associarão ao RNAr 18S.Dra. Maria Izabel Gallão
  175. 175. EstruturaDra. Maria Izabel Gallão
  176. 176. Dra. Maria Izabel Gallão
  177. 177. RNA ribossômico Procarionte Eucarionte 70S 80S Subunidade Subunidade Subunidade Subunidade menor maior menor maior 30S 50S 40S 60S RNAr 16S RNAr 23s RNAr 18S RNAr 28S 21 proteínas RNAr 5S 33 proteínas RNAr 5,8S 34 proteínas RNAr 5S 49 proteínasDra. Maria Izabel Gallão
  178. 178. Ciclo Celular• Para que ocorra a divisão celular, quatro eventos são necessários:• Deve haver um sinal reprodutivo  esse sinal pode vir tanto de dentro como de fora da célula, e inicia os eventos de reprodução celular.• Replicação do DNA  o material genético, e outros componentes vitais para a célula precisam estar presentes para que cada uma das duas novas células tenham suas funções celulares completas.• A célula precisa distribuir  segregar o DNA replicado para cada uma das duas novas células.• Membrana celular (e a parede celular, em organismos que a possuem) precisa crescer para separar as duas novas células em um processo chamado fissão.Dra. Maria Izabel Gallão
  179. 179. • Procariotos  divisão celular freqüentemente significa reprodução de todo o organismo unicelular.• A célula cresce em tamanho.• Replica o seu DNA.• Divide-se em duas novas células  fissão• a privação de alimento pode ser um dos fatores que interrompe a divisão celular  ex: bactéria Bacillus subtillus.• o aumento na quantidade de alimento pode levar a um aumento na velocidade de divisão celular  Escherichia coli  quando colocada em um meio com abundância de carboidrato.Dra. Maria Izabel Gallão
  180. 180. Ciclo celular em Eucariotos• No indivíduo adulto as divisões celulares continuam frequentemente, seja para a reposição de células mortas como para a regeneração de partes danificadas de tecidos e orgãos.• Células embrionárias, células do epitélio que reveste o intestino (a cada 3 dias), as do folículos capilares, as do sistema linfático e as da medula óssea  são células que se dividem rapidamente  são alvos nos tratamentos pela quimioterapia.• Hepatócito, fibroblasto da pele, células renais, células do músculo liso, de pâncreas, do ovário, de pulmão  células que podem permanecer sadias por longos períodos em um estado não-proliferativo.Dra. Maria Izabel Gallão
  181. 181. Substâncias utilizadas na quimioterapia• 6-mercaptopurina (uma análoga das purinas)  Inibe a síntese dos compostos que irão fomar o DNA.• Mitomicina  Inibe a síntese de DNA, liga- se fortemente a dupla hélice do DNA.• Actinomicina D  Impede a síntese de RNA, se combina com a guanina do DNA.Dra. Maria Izabel Gallão
  182. 182. Dra. Maria Izabel Gallão
  183. 183. • Interfase  três subclasses identificadas como S, G1 e G2.• Fase S  significa síntese, período onde ocorre a duplicação do DNA.• Fase G1  período entre o fim da mitose e o começo da fase S – intervalo 1 – nesta fase a célula se prepara para entrar na fase S.• Fase G2  separa o fim a fase S e o início da Mitose – intervalo 2 – nesta fase a célula se prepara para entrar em Mitose.Dra. Maria Izabel Gallão
  184. 184. • Apoptose  processo fisiológico normal de morte celular  caspases  cascatas de eventos  levando a uma desorganização da célula.• - mudanças que ocorrem na célula durante a APOPTOSE.• - fragmentação do DNA, resultante de clivagens entre os nucleossomos;• - condensação da cromatina;• - fragmentação nuclear em pequenos núcleos, o que dá à célula um aspecto granulado;• - a própria célula se contrai e se fragmenta em vesículas revestidas por membrana denominadas corpos apoptóticos.Dra. Maria Izabel Gallão
  185. 185. Célula morta em um tecido em desenvolvimento – foi fagocitada por uma célula vizinhaNecrose Célula em cultura – apoptose – grandes vacúolos característicoDra. Maria Izabel Gallão
  186. 186. • Período G0  em estado de dormência ou queiscência com relação ao crescimento.• podem sair desta fase mediante um estímulo apropriado:• - nutrientes;• - hormônios de crescimento;• - estímulo mecânico, lesão provocada por uma intervenção cirúrgica.• - neurônios, células da musculatura esquelética e cardíaca  permanecem indefinidamente em G0, são consideradas como sendo terminalmente diferenciadas.• Ex: ataque cardíacoDra. Maria Izabel Gallão
  187. 187. • Ponto de RESTRIÇÃO  momento pouco anterior ao de transição da fase G1/S  seria um ponto crítico a ser vencido pela célula para que a fase S possa ser iniciada.Dra. Maria Izabel Gallão
  188. 188. • Calonas  são substâncias presentes em alguns tecidos que inibe a atividade mitótica  impedindo a proliferação excessiva das células  regulando o ritmo de crescimento dentro dos limites normais.• Ex: FÍGADO  diminuição das calonas específicas  aumento das mitoses nas células  à medida que a regeneração se processa  aumenta a produção de calonas  reduz a proliferação celular.Dra. Maria Izabel Gallão
  189. 189. Check pointDra. Maria Izabel Gallão
  190. 190. Sistema de controle do ciclo celularDra. Maria Izabel Gallão
  191. 191. Pontos de verificação →asseguram que o genomacompleto seja transmitido para ascélulas filhas.Dra. Maria Izabel Gallão
  192. 192. Dra. Maria Izabel Gallão
  193. 193. • quinase  enzima que catalisa a transferência grupamentos fosfato do ATP para outra molécula  fosforilação  muda a estrutura tridimensional da proteína-alvo, algumas vezes trocando simultaneamente a função da proteína.• ciclinas  seria uma proteína regulatória que controla a capacidade das quinases para fosforilar proteínas-alvo adequadas.• CDK (cyclin-dependent kinases)  é uma quinase que pode catalisar a fosforilação de certos aminoácidos em proteínas  quinase dependente de ciclina.Dra. Maria Izabel Gallão
  194. 194. Dra. Maria Izabel Gallão
  195. 195. • Existe uma ciclina para cada estágio do ciclo celular:G1/S-ciclinas → ativam Cdks no final de G1 e, com isso, ajudam a desencadear a progressão ao Início, resultando no comprometimento à entrada no ciclo celular. Seus níveis caem na fase S.S-ciclinas → se ligam a Cdks logo após a progressão ao Início e ajudam a estimular a duplicação dos cromossomos. Os níveis das S-ciclinas permanecem elevados até a mitose, e essas ciclinas também contribuem ao controle de alguns eventos mitóticos iniciais.M-ciclinas → ativam Cdks que estimulam a entrada em mitose no ponto de verificação G2/M.Dra. Maria Izabel Gallão
  196. 196. Dra. Maria Izabel Gallão
  197. 197. MPF ativo induz a condensação cromossômica, o rompimento do envoltóro nuclear e a reorganização do citoesqueleto, para a montagem do fuso.Dra. Maria Izabel Gallão
  198. 198. • Todos esses eventos se realizam mediante a fosforilação de proteínas essenciais nesses processos, como: – condensação cromossômica ocorre a fosforilação da H1 e de outras proteínas nucleares.• a desorganização do EN resulta principalmente da fosforilação de resíduos específicos de serinas presentes nas laminas da lâmina nuclear, o que provoca a separação dos filamentos de lamina em dímeros individuais.Dra. Maria Izabel Gallão
  199. 199. • Além de ser o responsável pela fosforilação de várias proteínascelulares que iniciam os eventos mitóticos, durante a passagem entremetáfase e anáfase, o MPF ativa um sistema enzimático dedegradação da própria ciclina.• Essa degradaçãoda ciclina inativaCdc2, ou seja, opróprio MPF,levando a célula asair da mitose e aprogredir para ainterfase dopróximo ciclo, ondenovamente aciclina serásintetizada eacumulada atédisparar novamitose.Dra. Maria Izabel Gallão
  200. 200. - O gene supressor de tumor p53 freqüentemente é alvo para mutações recessivas em um grande número de patologias. - A perda da expressão de p53 em células tumorais promove um super crescimento destas células in vivo. - p53 participa na resposta intracelular ao dano no DNA atrasando a progressão do ciclo celular no checkpoint da fase G1. - Este atraso pode prover tempo para o reparo no dano ao DNA, e para reparo de lesões que seriam perpetuadas como mutações em células entrando na fase S. - A proteína p53 parece iniciar o processo apoptótico celular em resposta a agentes que danificam o DNA.Dra. Maria Izabel Gallão
  201. 201. - A proteína p53 é fosforilada in vivo emmúltiplos resíduos de serina e treonina. - Um grande número de quinases estãoenvolvidas na fosforilação de p53.-Algumas observações sugerem que ocheckpoint em G1 mediado por p53 deveenvolver a inativação de genes efetores.- Um segundo gene cuja expressão éregulada por p53 é o gene p21  oproduto deste gene, p21, inibe aatividade de quinases dependentes deciclinas necessária para a transição entreG1 e S. Dra. Maria Izabel Gallão
  202. 202. Dano no DNA – ambas as cópias do gene de p53 inativadas Dano no DNA – níveisDivisão celular de p53 aumenta normalDra. Maria Izabel Gallão
  203. 203. Dra. Maria Izabel Gallão
  204. 204. • Proto-oncogenes → são genes celulares reguladores importantes, em muitos casos codificando pts que funcionam nas vias de transdução de sinal que controlam a proliferação celular normal (ex: src, ras e raf).Dra. Maria Izabel Gallão
  205. 205. Dra. Maria Izabel Gallão
  206. 206. - Proteína ras (rat sarcoma virus) →identificado os genes primeira vez em ratos →induz indiretamente a proliferação celular decélulas normais → uma vez mutada estaproteína permanece continuamente na formaativa ligada à GTP → induz a proliferaçãodesordenada das células cancerosas mesmona ausência de estimulação de fator decrescimento.- A maioria das proteínas oncogenefuncionam como elementos da via desinalização que regulam a proliferação e asobrevivência celular em resposta àestimulação de fator de crescimento.Dra. Maria Izabel Gallão
  207. 207. Essas proteínas incluem fatores de crescimento polipetídeos, receptores de fator de crescimento, elementos das vias de sinalização intracelular e fatores de transcrição.Dra. Maria Izabel Gallão
  208. 208. MITOSE• Prófase  condensação da cromatina  os cromossomos consistem de pares de cromátides idênticas.• Prometáfase  desorganização do Envoltório Nuclear, os microtúbulos dos cinetócoros surgem e conectam os cinetócoros com o centrômero.• Metáfase  cromátides pareadas começam a se alinhar em um plano equatorial da célula.• Anáfase  os centrômeros se separam, e os novos cromossomos começam a se mover em direção aos pólos.• Telófase  os cromossomos separados alcançam os pólos opostos.• - a telófase passa para a próxima interfase com os envelopes nucleares e os nucléolos se reestruturando e a cromatina tornando- se difusa.• Citocinese  divisão do citoplasma.Dra. Maria Izabel Gallão
  209. 209. Dra. Maria Izabel Gallão
  210. 210. Esmagamento de raiz de cebolaDra. Maria Izabel Gallão
  211. 211. Dra. Maria Izabel Gallão
  212. 212. Ciclo do Centrossomo Centrossomo duplicado mostrando os dois pares de centríolos - MEDra. Maria Izabel Gallão
  213. 213. MitoseDra. Maria Izabel Gallão
  214. 214. As coesinas ajudam a manter as cromátides-irmãs unidasDra. Maria Izabel Gallão
  215. 215. Modelos hipotéticos para os complexos protéicos denominados coesina e condensinaDra. Maria Izabel Gallão
  216. 216. Dra. Maria Izabel Gallão
  217. 217. Meiose na gametogênese humana.a) Ovogênese b) EspermatogêneseDra. Maria Izabel Gallão
  218. 218. Esquema detalhado das fases do ciclo celular. Dra. Maria Izabel Gallão
  219. 219. Dra. Maria Izabel Gallão
  220. 220. Parede CelularDra. Maria Izabel Gallão
  221. 221. • Confere proteção às células• Constituição varia com o determinado tipo celular• Algumas bactérias possuem parede celular com a seguinte constituição: • Proteínas, lipídeos e polissacarídeos• Fungos  quitina• Célula vegetal  parede celular envolve protoplasto (todo o conteúdo celular)  celulose, hemicelulose e pectina.Dra. Maria Izabel Gallão
  222. 222. Dra. Maria Izabel Gallão
  223. 223. Constituição química• celulose  polissacarídeo contendo unidades de glicose  40 moléculas de celulose  microfibrila• hemicelulose  xiloglicano, galactomanano, xilanos• pectinas  galacturonanos• proteínas  extensina  torna a parede menos extensível• XET  afrouxamento dos polímeros da paredeDra. Maria Izabel Gallão
  224. 224. • Lignina  confere rigidez à parede celular  função mecânica ou de sustentação  proteção• Cutina, suberina e as ceras  substâncias de natureza protéica e lipídica, encontradas nas superfícies externas das paredes  confere proteção à planta.Dra. Maria Izabel Gallão
  225. 225. Estrutura• Celulose  principal composto da parede celular  polissacarídeo cujas moléculas são cadeias lineares de glicose  40 moléculas de celulose  microfibrila  se reúnem em feixes maiores constituindo a armação fundamental da parede celular.• Síntese da celulose  complexo celulose sintetase  membrana plasmática  forma de rosetas.Dra. Maria Izabel Gallão
  226. 226. Dra. Maria Izabel Gallão
  227. 227. Dra. Maria Izabel Gallão
  228. 228. Dra. Maria Izabel Gallão
  229. 229. • Hemiceluloses  estão ligados fortemente as microfibrilas de celulose através de pontes de hidrogênio.• Pectinas  são características das primeiras camadas formadas na parede celular e também da substância intercelular que une as paredes de células contíguas nas dicotiledôneas e em menor proporção nas monocotiledôneasDra. Maria Izabel Gallão
  230. 230. Parede primária• depositada antes e durante o crescimento da célula vegetal. • Lamela média (lamela intercelular ou substância intercelular)  pectina• São mais finasDra. Maria Izabel Gallão
  231. 231. • A parede celular primária consiste de microfibrilas de celulose embebida em uma matriz amorfa e hidratada (65% de água) de hemiceluloses, pectinas e glicoproteínas.• glicose, galactose, fucose e manose (6 carbonos).• xilose e arabinose (5 carbonos).• Pectinas  Ramnogalacturonanos I (RGI), arabinanos, galactanos, arabinogalactanos I, ramnogalactoronanos II (RGII).Dra. Maria Izabel Gallão
  232. 232. Dra. Maria Izabel Gallão
  233. 233. Hemiceluloses• As hemiceluloses são denominadas: xiloglucanas, arabinanas, galactomananos e assim por diante.• As monocotiledôneas possuem os xilanos como a maior hemicelulose enquanto que as dicotiledôneas os xiloglucanos são em maior quantidade.Dra. Maria Izabel Gallão
  234. 234. Citrus Cana Parede celularDra. Maria Izabel Gallão
  235. 235. Xiloglucano• presente em parede primária cerca de 20-25% do peso seco em dicotiledôneas e 2-5% em gramíneas.• muito xiloglucano se encontra firmemente ligada à celulose nas paredes primárias• paredes secundárias apresentam pouco.• paredes secundárias do xilema parecem não conter.• paredes de células do mesófilo de certas sementes.Dra. Maria Izabel Gallão
  236. 236. Copaíba Parede celularDra. Maria Izabel Gallão
  237. 237. Galactomanano• são polissacarídeos compostos por uma cadeia linear de resíduos de manose unidas por ligações glicosídicas β- (14), ao qual os resíduos de galactose estão unidos por ligações α-(16).• ocorrem tipicamente em endospermas de sementes de leguminosas.• o galactomanano é observado como um espessamento da parede celular das células do endosperma.Dra. Maria Izabel Gallão
  238. 238. Dra. Maria Izabel Gallão
  239. 239. Pectina• os polissacarídeos pécticos são classificados em três grandes classes:• homogalacturonanos (HGA), ramnogalacturonanos I (RG I) e ramnogalacturonanos II (RG II).• possivelmente estejam envolvidos no crescimento das plantas.Dra. Maria Izabel Gallão
  240. 240. Dra. Maria Izabel Gallão
  241. 241. Funções da Parede Celular Primária Suporte estrutural e mecânico;• Manter e determinar a forma da célula;• Resistir a pressão interna de turgor;• Controle e proporção do crescimento;• Responsável pela forma e arquitetura final da célula;• Regular a difusão do material através do apoplasto;Dra. Maria Izabel Gallão
  242. 242. • Estocar carboidrato – parede celular de sementes podem ser metabolizadas;• Proteção contra patógenos, desidratação e outros fatores ambientais;• Origem de moléculas biologicamente ativas;• Interações célula-célula.Dra. Maria Izabel Gallão
  243. 243. • A parede celular é o maior componente textural de alimentos de origem vegetal.• O amadurecimento de frutos e vegetais está associado a mudanças na estrutura da parede celular e na sua composição.• Polissacarídeos de parede são usados comercialmente como gomas, geis e estabilizadores.• O estudo da estrutura e organização da parede celular é de interesse para cientistas que trabalham com plantas, indústria de processamento de alimento e nutricionistas.Dra. Maria Izabel Gallão
  244. 244. Formação da parede celular• Final da telófase  placa celular que separa as duas células filhas  dará origem à lamela média e parte da membrana plasmática das duas células filhas.• Fragmoplasto  região equatorial  placa celular  formada por terminações de microtúbulos e vesículas do Complexo de Golgi  onde contém polissacarídeos não celulósicos (pectinas) coalecem.• Deposição de polissacarídeos de parede sobre a antiga parede da célula-mãe  alongamento das células-filhas na região da lamela média recém-formada.• Durante a formação da lamela média e da parede primária, porção do retículo endoplasmático fica retida entre as vesículas que estão se fundindo, originando-se os futuros plasmodesmas.Dra. Maria Izabel Gallão
  245. 245. Dra. Maria Izabel Gallão
  246. 246. Dra. Maria Izabel Gallão
  247. 247. Plasmodesmas• são pequenos orifícios (50-60 nm de diâmetro) da parede celular, revestidos por membrana plasmática, conectando o lume do retículo endoplasmático de uma célula com o de outra, sua vizinha, e também o citoplasma. Possibilitam a continuidade protoplasmática entre uma célula e outra  localizam-se em pequenas depressões da parede primária, originadas por uma menor deposição de microfibrilas de celulose e estas são denominadas campos de pontoação primário originando as pontoações.Dra. Maria Izabel Gallão
  248. 248. Pontoações Dra. Maria Izabel Gallão
  249. 249. Parede Celulara secundária• formação ocorre principalmente após a célula ter cessado o seu crescimento e a parede primária não aumentar mais em superfície.Dra. Maria Izabel Gallão
  250. 250. Dra. Maria Izabel Gallão
  251. 251. Dra. Maria Izabel Gallão
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