Minicurso Avaliacao de Interfaces

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Interface Evaluation Workshop. Presenters: Sofia Ferres and Renato Costa.
Several usability methods were approached, to identify and apply best practices in interaction design.

Faber Ludens Institute for Interaction Design, Curitiba, Brazil. April/2009.

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  • qualidade de uso = capacidade e a facilidade de os usuários atingirem suas metas com eficiência e satisfação. Quando os usuários têm vias alternativas para realizarem suas tarefas, o fato de escolherem um determinado sistema, e com certa freqüência, dependerá em grande parte da qualidade de uso. O conceito de qualidade de uso mais amplamente utilizado é o de usabilidade , relacionado à facilidade e eficiência de aprendizado e de uso, bem como satisfação do usuário (Nielsen, 1993).
  • Minicurso Avaliacao de Interfaces

    1. 1. Avalia ção de Interfaces Parte 1 <ul><li>Minicurso </li></ul><ul><li>Instituto Faber-Ludens de Design de Interação </li></ul><ul><li>Faculdades Internacionais San-Martin </li></ul>
    2. 2. Programação <ul><li>Manhã </li></ul><ul><li>Recomendações de usabilidade, listas de verificação, avaliação de especialista, avaliação heurística. </li></ul><ul><li>Tarde </li></ul><ul><li>Fundamentos de psicologia cognitiva, percurso cognitivo, técnicas de &quot;guerrilha&quot;, avaliação de benchmark. </li></ul>
    3. 3. Classificação dos métodos <ul><li>Formativos ou somativos, </li></ul><ul><li>Qualitativos ou quantitativos, </li></ul><ul><li>Empíricos ou analíticos. </li></ul>
    4. 4. Métodos analíticos Tipos de análise <ul><li>Preditiva, </li></ul><ul><li>Interpretativa, </li></ul><ul><li>Experimental. </li></ul>
    5. 5. Métodos analíticos Vantagens <ul><li>Não envolvem usuários, </li></ul><ul><li>Preservam a confidencialidade, </li></ul><ul><li>Possuem rapidez de avaliação, </li></ul><ul><li>Reduzem custos de execução: também conhecidos como avaliação econômica. </li></ul>
    6. 6. Etapas para an álise <ul><ul><li>Análise contextual </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecer o sistema / Conhecer o contexto de uso da interface ( tarefa, usuário, ambiente) </li></ul></ul><ul><ul><li>Obter indícios de problemas ( Contatar projetistas e usuários) </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação </li></ul></ul><ul><ul><li>Definir prioridades para critérios de avaliação ( Contatar o cliente) </li></ul></ul><ul><ul><li>Realizar uma varredura crítica do sistema </li></ul></ul>
    7. 7. Recomenda ções de Usabilidade <ul><li>São conjuntos de orientações baseados em teorias, experiência e senso comum. </li></ul><ul><li>Têm o objetivo de auxiliar profissionais a explicar e pensar sobre aspectos de usabilidade dos seus projetos. </li></ul>
    8. 8. Recomenda ções de Usabilidade Classificação <ul><li>As recomendações podem ser de alto ou baixo nível de orientação, variando entre esse dois extremos. </li></ul>Alto nível Baixo nível
    9. 9. Recomenda ções de Usabilidade Alto nível <ul><li>Características </li></ul><ul><li>Abordam aspectos mais fundamentais, gerais </li></ul><ul><li>São amplamente aplicáveis e mais duradouras </li></ul><ul><li>Problema </li></ul><ul><li>Esclarecimento é importante para interpretação correta da orientação </li></ul>
    10. 10. Recomenda ções de Usabilidade de Alto Nível Exercício Rápido <ul><li>Esclareçam o significado da seguinte orientação : Controle do usuário </li></ul>Projetar produtos de modo que o nível de controle do usuário sobre as ações realizadas pelo produto e a adequação do seu estado inicial ao usuário sejam maximizadas.
    11. 11. Recomenda ções de Usabilidade de Alto Nível Exemplo <ul><li>Oito regras de ouro de Ben Shneiderman: </li></ul><ul><li>Perseguir a consistência, </li></ul><ul><li>Fornecer atalhos, </li></ul><ul><li>Fornecer feedback informativo, </li></ul><ul><li>Marcar o final dos diálogos, </li></ul><ul><li>Fornecer prevenção e manipulação simples de erros, </li></ul><ul><li>Permitir o cancelamento das ações, </li></ul><ul><li>Fornecer controle e iniciativa ao usuário, </li></ul><ul><li>Reduzir a carga de memória de trabalho. </li></ul>
    12. 12. Recomenda ções de Usabilidade Baixo nível <ul><li>Características </li></ul><ul><li>Melhores práticas, baseadas na experiência </li></ul><ul><li>São aplicadas por projeto ou empresa </li></ul><ul><li>Ajudam a criar linguagem comum: terminologia, aparência, interação etc. </li></ul>
    13. 13. Recomenda ções de Usabilidade Baixo nível <ul><li>Problemas </li></ul><ul><li>Muito específicas e incompletas </li></ul><ul><li>Autores encapsulam experiência </li></ul><ul><li>Podem estar incorretas </li></ul>
    14. 14. Recomenda ções de Usabilidade de Baixo Nível Exemplo <ul><li>Critério Presteza da Ergolist </li></ul><ul><li>Os títulos de telas, janelas e caixas de diálogo devem estar no alto, ou centrados ou alinhados e à esquerda. </li></ul><ul><li>Mas nas mesmas recomendações encontramos: </li></ul><ul><li>Critério Flexibilidade da Ergolist </li></ul><ul><li>O usuário deve ter a possibilidade de personalizar o sistema, em função de crescente compreensão que tem dele. </li></ul>
    15. 15. Recomenda ções de Usabilidade Terminologia <ul><li>Alguns termos usados pelos autores da área são: princípios, regras, heurísticas, diretrizes, critérios, padrões, metas, conceitos, entre outros. </li></ul>Autores Alto nível Baixo nível Preece et al Metas e princípios Princípios e regras Shneiderman et al Princípios Diretrizes Baecker et al Princípios e regras Diretrizes
    16. 16. Recomenda ções de Usabilidade Exercício <ul><li>Escolham 4 conjuntos de recomendações e posicionem na escala, </li></ul><ul><li>Tempo 15 minutos. </li></ul>
    17. 17. Listas de Verifica ção <ul><li>São listas com diretrizes que garantem a usabilidade de um produto. </li></ul>
    18. 18. Listas de Verifica ção Como fazer <ul><li>Recrutar avaliadores, </li></ul><ul><li>Criar lista, </li></ul><ul><li>Reunir avaliadores, </li></ul><ul><li>Executar avaliação, </li></ul><ul><li>Redigir e apresentar relatório. </li></ul>
    19. 19. Listas de Verifica ção Exemplos <ul><li>Ergolist do LabUtil http://www.labiutil.inf.ufsc.br/ergolist/check.htm </li></ul><ul><li>Checklist da Xerox Corporation http://www.stcsig.org/usability/topics/articles/he-checklist.html </li></ul>
    20. 20. Listas de Verifica ção Vantagens <ul><li>Não envolvem necessariamente especialistas, </li></ul><ul><li>Reduzem a subjetividade, </li></ul><ul><li>Podem levar direto a soluções, </li></ul><ul><li>Podem ser usadas no levantamento de requisitos. </li></ul>
    21. 21. Listas de Verifica ção Desvantagens <ul><li>Dependem da competência do criador da lista, </li></ul><ul><li>Dependem da interpretação do avaliador, </li></ul><ul><li>Depende do ambiente da avaliação, </li></ul><ul><li>Dificuldade de priorizar os problemas. </li></ul>
    22. 22. Listas de Verifica ção Exercício <ul><li>Avaliar website da sua empresa com base em um dos critérios da Ergolist, </li></ul><ul><li>Tempo 20 minutos. </li></ul>
    23. 23. Avalia ção de Especialista <ul><li>É um julgamento fundamentado sobre aspectos de usabilidade de produtos feito por especialista com estudo e prática no assunto. </li></ul>
    24. 24. Avalia ção de Especialista Como fazer <ul><li>Recrutar especialistas, </li></ul><ul><li>Reunir especialistas, </li></ul><ul><li>Executar avaliação, </li></ul><ul><li>Redigir relatório. </li></ul>
    25. 25. Avalia ção de Especialista Relatório <ul><li>Exemplo de formatação </li></ul>
    26. 26. Avalia ção de Especialista Prós e contras <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Melhor rela ção custo x benefício. </li></ul><ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><li>Dependem da competência do avaliador, </li></ul><ul><li>Incerteza sobre veracidade da previsão. </li></ul>
    27. 27. Avalia ção Heurística <ul><li>Tipo de avaliação de especialista, na qual os avaliadores baseiam-se em princípios de usabilidade próprios ou desenvolvidos por outros especialistas. </li></ul>
    28. 28. Avalia ção Heurística Como fazer <ul><li>Recrutar avaliadores, </li></ul>
    29. 29. Avalia ção Heurística Como fazer (continuação) <ul><li>Reunir avaliadores para passar: </li></ul><ul><li>Visão do projeto, </li></ul><ul><li>Contexto de uso, </li></ul><ul><li>Priorização de heurísticas e abordagens. </li></ul>
    30. 30. Avalia ção Heurística Como fazer (continuação) <ul><li>Executar avaliação, </li></ul><ul><li>Especialistas trabalham em paralelo, </li></ul><ul><li>Anotações ou registro das verbalizações, </li></ul><ul><li>Modelo de descrição de problema. </li></ul>
    31. 31. Avalia ção Heurística Como fazer (continuação) <ul><li>Redigir relatório. </li></ul><ul><li>Classificar por severidade: freqüência, impacto e persistência </li></ul>
    32. 32. Avalia ção Heurística Abordagens <ul><li>Por tarefa realizadas pelo usuário, </li></ul><ul><li>Pela estrutura do menu, </li></ul><ul><li>Pelos níveis de abstração, </li></ul><ul><li>Pelos elementos da interface, </li></ul><ul><li>Pelas qualidades esperadas. </li></ul>
    33. 33. Avalia ção Heurística Vantagens <ul><li>Encontra mais problemas de usabilidade, </li></ul><ul><li>Maior gravidade dos problemas encontrados. </li></ul>
    34. 34. Avalia ção Heurística Desvantagens <ul><li>Depende das heurísticas escolhidas, </li></ul><ul><li>Depende da competência dos especialistas, </li></ul><ul><li>Pode encontrar problemas equivocados, </li></ul><ul><li>Pode propor soluções superficiais. </li></ul>
    35. 35. Avalia ção Heurística Exercício <ul><li>Avaliar website da sua empresa com base nas 10 heurísticas de Nielsen, </li></ul><ul><li>Tempo 40 minutos. </li></ul>
    36. 36. Avalia ção de Interfaces Parte 2 <ul><li>Minicurso </li></ul><ul><li>Instituto Faber-Ludens de Design de Interação </li></ul><ul><li>Faculdades Internacionais San-Martin </li></ul>… continuação
    37. 37. Introdu ção à Psicologia Cognitiva <ul><li>Estudo de como as pessoas percebem , aprendem , estruturam , armazenam e usam o conhecimento. </li></ul><ul><li>Cognitivismo defende que grande parte do comportamento humano pode ser entendida em termos de como as pessoas pensam. </li></ul>
    38. 38. Introdu ção à Psicologia Cognitiva <ul><li>O sistema nervoso é a base da capacidade de percepção , adaptação e interação com o mundo. </li></ul><ul><li>Por meio desse sistema recebemos , processamos e depois respondemos às informações. </li></ul><ul><li>O córtex cerebral nos possibilita pensar. É dividido entre direito e esquerdo . </li></ul>
    39. 39. Psicologia Cognitiva Memória <ul><li>É o meio pelo qual mantemos e acessamos nossas experiências passadas para usar a informação no presente. </li></ul><ul><li>Existem 3 operações comuns de memória: codificação , armazenagem e recuperação . </li></ul><ul><li>Capacidade de Recordação < Reconhecimento </li></ul>
    40. 41. Psicologia Cognitiva Memória <ul><li>Existe uma distinção entre memória explícita e implícita. </li></ul><ul><li>Explícita: recordar ou reconhecer palavras, fatos, imagens de um determinado conjunto de itens. </li></ul><ul><li>Implícita: recordamos algo, mas não temos consciência de que estamos tentando fazê-lo. </li></ul>
    41. 42. Psicologia Cognitiva Busca cognitiva <ul><li>Varredura do ambiente para procurar características específicas – procurar ativamente alguma coisa quando não se tem certeza onde ela está. </li></ul><ul><li>Alarmes falsos podem interferir na busca, assim como fatores de distração . </li></ul><ul><li>O número de alvos e fatores de distração afeta a dificuldade de realização da tarefa . </li></ul>
    42. 43. Psicologia Cognitiva Busca cognitiva
    43. 44. Psicologia Cognitiva A atenção cognitiva Sensações + Memórias + Processos de pensamento ATENÇÃO (processos controlados + processos automáticos) Ações
    44. 45. www.abril.com.br
    45. 46. Percurso Cognitivo <ul><li>É uma forma de avaliação de especialista, mas não se baseia só em princípios de design e usabilidade </li></ul><ul><li>É uma forma de avaliação do ponto de vista do usuário </li></ul><ul><li>A análise é feita através da execução das tarefas propostas na interface </li></ul>
    46. 47. Percurso Cognitivo Como fazer <ul><li>Procedimento para a avaliação: </li></ul><ul><li>Sobre uma proposta de design, os avaliadores simulam a execução da tarefa, efetuando uma série de perguntas sobre cada passo: </li></ul><ul><li>O que o usuário precisa saber antes de realizar a tarefa? </li></ul><ul><li>O que o usuário deve aprender ao realizar a tarefa ? </li></ul>
    47. 48. Percurso Cognitivo Vantagens <ul><li>Não requer participantes </li></ul><ul><li>Rápido para diagnosticar erros e prescrever melhorias </li></ul><ul><li>N ão há análise de dados </li></ul>
    48. 49. Percurso Cognitivo Desvantagens <ul><li>Recai sobre o especialista o julgamento sobre a interface </li></ul><ul><li>Ele deve ter ótimos conhecimentos sobre fatores humanos e habilidades cognitivas. </li></ul>
    49. 50. Percurso Cognitivo Atividade
    50. 51. Técnica de Guerrilha <ul><li>Avaliações de usabilidade informais, em razão a tempo e dinheiro </li></ul>
    51. 52. Técnica de Guerrilha Como fazer <ul><li>É comum utilizar táticas de guerrilha para tentar estabelecer a usabilidade num ambiente hostil: </li></ul><ul><li>Alertar para a importância da abordagem de design centrado no usuário; </li></ul><ul><li>Lutar pelo orçamento de forma a alocar profissionais ao &quot;projeto usabilidade“; </li></ul><ul><li>Institucionalizar a usabilidade na empresa. </li></ul>
    52. 53. Técnica de Guerrilha Como fazer Custo em usabilidade [estimativa de Mantei&Teorey] +-$130,000 Uso de protótipos em papel - $2,160 Testes de usabilidade com 3 participantes, não 5 - $11,520 Estudos “thinking aloud” + notas pessoais ao invés de softw. - $5,520 Sem necessidade de sala de observação - $17,600 Apenas 2 focus groups ao invés de 3 pesquisas de mercado - $2,000 Apenas1 focus group ao invés de 3 análises de espec. - $4,000 Especialista de usabilidade para avaliação heurística + $3,000 (…) Custo da técnica de redução: $65,330
    53. 54. Técnica de Guerrilha Como avançar <ul><li>Colaborar nos grupos de pesquisa e de CRM </li></ul><ul><li>Contatar call center </li></ul><ul><li>[ou seja] Armar-se de dados e provas </li></ul><ul><li>[para] Desenvolver uma forte argumentação de negócio </li></ul>
    54. 55. Técnica de Guerrilha Prós e contras <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Melhor rela ção custo x benefício. </li></ul><ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><li>Incerteza sobre o comprometimento da avaliação; </li></ul><ul><li>Representa apenas um primeiro passo para política de usabilidade na empresa. </li></ul>
    55. 56. Benchmarking <ul><li>Comparar os produtos em desenvolvimento com produtos já existentes no mercado (seu desempenho), e identificar oportunidades de melhoria. </li></ul>
    56. 57. Benchmarking
    57. 58. Benchmarking Como fazer <ul><li>Identificar as empresas </li></ul><ul><li>Coletar dados </li></ul><ul><li>Determinar os marcos de referência </li></ul><ul><li>Verificar o gap de desempenho entre marcas </li></ul><ul><li>Estabelecer metas funcionais </li></ul><ul><li>Implementar ações específicas </li></ul><ul><li>Recalibrar marcos de referência </li></ul>
    58. 59. Benchmarking Como fazer (continuação) <ul><li>Recorrer a boas práticas da área </li></ul><ul><li>Pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes </li></ul><ul><li>Pesquisar dados específicos do produto </li></ul>
    59. 60. Benchmarking Como fazer (continuação) recorrer a boas práticas da área. www.smashingmagazine.com / www.sitepoint.com / www.welie.com / //interactions.acm.org / //thinkvitamin.com / www.interaction-design.org / www.thinkflowinteractive.com / Livros sobre usabilidade e design pesquisa sobre empresas concorrentes / líderes. Associações representativas / Estudos “opensource” (ex. FISTERA) / Pesquisa adquiridas ($)
    60. 61. Benchmarking Atividade
    61. 62. Benchmarking Atividade
    62. 63. www.faberludens.com.br

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