Acessibilidade e Design Universal para a Inclusão Social

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    Acessibilidade e Design Universal para a Inclusão Social - Presentation Transcript

    1. Acessibilidade e Design Universal para a Inclusão Social Reforma do Saguão da Biblioteca Central Cesar Lattes da Unicamp 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva M. Sofía Pérez Ferrés Engenheira em Desenho Industrial Grupo “Todos Nós” – Unicamp
    2. Acessibilidade, Usabilidade e Design Universal 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva A acessibilidade e a usabilidade podem ser consideradas como os aspectos necessários e obrigatórios para que um ambiente, produto ou serviço seja utilizável pela maior quantidade de pessoas possível, de forma autônoma e natural . Permite não só o acesso mas também o uso de todos aos diferentes lugares que compõem uma cidade, um edifício, um meio natural. Especial atenção àquelas pessoas que possuem dificuldade de locomoção , diferenças antropométricas ou deficiência sensorial.
    3. Acessibilidade em Bibliotecas 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Os conceitos de Acessibilidade e Usabilidade têm uma grande aplicação nos campos da formação e aprendizagem , no lazer e na cultura , na comunicação e na participação social , resumindo nestes a própria essência e utilidade das Bibliotecas . No caso da Biblioteca Central Cesar Lattes da UNICAMP , a necessidade de adaptação para a acessibilidade foi intensificada pelo fato de ser pública, e pela presença do Laboratório de Acessibilidade , localizado no 1º andar.
    4. Como se aplica: Design Universal em Bibliotecas 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Aspectos para converter um ambiente em acessível: eliminação de barreiras arquitetônicas .
    5. Como se aplica: Design Universal em Bibliotecas 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Acessibilidade aplicada à construção: - distribuição mais adequada do espaço interno do edifício público, -a correta organização das divisões do prédio (banheiros, cozinha, entrada, salas, etc.), - elementos instalados nessas divisões (móveis, postes, portas, janelas, etc.), -elementos de funcionalidade dos espaços, como pavimentos, corrimãos, informações visuais, etc.
    6. Como se aplica: Design Universal em Bibliotecas . 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva ABNT 9050 : "Pelo menos 5%, com no mínimo uma das mesas devem ser acessíveis, e que pelo menos outros 10% sejam adaptáveis para acessibilidade". Ao invés de reservar vagas, temos que prever a adequação geral e considerar a diversidade humana no projeto para assim atingir a inclusão social , e não o assistencialismo técnico .
    7. A acessibilidade na Biblioteca Central Cesar Lattes - Unicamp 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Entrada Saguão Central
    8. A acessibilidade no saguão central 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
      • Pavimento
      • Trajetórias
      • Balcão de Atendimento
      • Catracas
      • Sinalização
      Elementos adaptáveis para a reforma do saguão:
    9. Pavimento 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
      • Elemento construtivo que mais interage com o usuário;
      • Qualquer obstáculo presente no pavimento afetará a todos indistintamente;
      • Suporte e união com o solo, revestimento estético e canal contínuo de informação e orientação para pessoas com deficiência visual;
      • Estabelece uma linguagem clara e eficaz para emitir e receber mensagens através da textura, efeito sonoro e cor;
    10. Pavimento - características 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
      •   As principais características que se solicita ao pavimento são:
      •  
      • Estável , duro, sem trepidações que desencorajam o avanço normal no trajeto, considerando também dispositivos com rodas;
      • Antideslizante , tanto em seco como em molhado. Para tal constatação é oportuno realizar provas in situ , simulando as situações mais favoráveis ao deslizamento, como o acúmulo de pó ou limpeza com água ou cera, e comprovando que inclusive nessas condições o pavimento é seguro;
      • - Sem rugosidades diferentes no mesmo material, porque assim não será confundido com uma mudança de textura - e conseqüentemente com sinalização tátil.
      •  
    11. Pavimento do saguão central 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
      • Tanto o pavimento interno do saguão como do exterior da biblioteca não obedeciam critérios de acessibilidade solicitados:
      • EXTERIOR: concentração de água de chuva, irregular, sem mudança de textura ou cor para indicar uma trajetória até a porta de entrada.
      • - INTERIOR: piso de borracha tronco-cônico, não oferecia comunicação tátil nem visual. Instalado por metro 2 , a formação de “orelhas” ao se descolar representava obstáculos perigosos.
    12. Trajetórias 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Trajetórias sinalizadas : aquelas que, através da cor , da textura ou do efeito sonoro que emite ao estarem em contato com o bastão, transmitem informação e orientação útil para o avanço das pessoas com deficiência visual. É obrigatório delinear uma trajetória sinalizada para qualquer dependência de um edifício público. A ausência dessa medida desorienta alguns usuários para alcançarem um balcão de informação, catraca , ou armários . Se utilizadas de maneira excessiva ou inadequada, produzem o efeito inverso, gerando confusão.
    13. Trajetórias - características 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Pavimentos táteis direcionais Pavimentos táteis de alerta No caso da biblioteca da Unicamp, esta sinalização poderia ser feita aproveitando o antigo piso tronco-cônico comum em todo o saguão.
    14. Trajetória do saguão central 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Utilização de alternativas em adesivos para a diferenciação cromática:
    15. disposição – configuração do ambiente 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Requisitos de espaço e configuração do mobiliário - Comprovar a ausência de obstáculos ou perigos: degraus isolados com mais de 5 mm não sinalizados; grelhas ou juntas de dilatação que estejam no fluxo principal de circulação. mobiliário ou elemento natural que invade a trajetória que não possa ser detectado com o bastão ou por pessoas com baixa visão;
    16. Balcão de atendimento 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Incluir a todos no atendimento em um só balcão é o que se espera alcançar com as pautas de design universal. Deve-se permitir Aproximação frontal; Alcance; Utilização.
    17. Catracas 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva As catracas exige todos os requisitos dos princípios do Design Universal : uso eqüitativo, flexibilidade, simples e intuitivo, informação perceptível, tolerância ao erro, baixo esforço físico, tamanho e espaço para aproximação e uso. Pelo menos uma em cada conjunto de catracas deve ser acessível de forma autônoma .
      • passagem;
      • aproximação;
      • comando;
      • feedback.
    18. Sinalização - Comunicação - Iluminação 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
      • A sinalização dos espaços deve estar claramente visível e compreensível, seguindo a Norma ABNT NBR 9050:2004 sobre:
      • símbolos de circulação,
      • sanitários,
      • comunicação,
      • deficiência e acesso,
      • emergências.
    19. Sinalização - Comunicação - Iluminação 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Pequenas intervenções: Circundar a entrada do cartão da catraca com fita adesiva fosforescente; Sinalizar com sons as respostas de comandos; Padronização de cores e tipografia em todo o edifício; Cartazes, painéis, indicações de salas seguindo « E » de Snellen ; Altura e contrastes adequados
    20. Configuração final – saguão central 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva
    21. Serviços Públicos Inclusivos: Sociedade Inclusiva 16/10/2006 I Encontro de Instituições de Ensino Superior Inclusivas IV Seminário Internacional Sociedade Inclusiva

    + Sofia FerresSofia Ferres, 6 months ago

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