Índice • As funções do rei • Divertimentos na Corte • As acções do rei para desenvolve • As Cortes As funções do rei O rei tinha funções de grande responsabilidade: dele dependia o bem- estar dos seus súbditos. Os seus poderes eram: • Poder económico; • Poder legislativo; • Poder judicial; • Poder administrativo. Os seus funcionários importantes eram: • O alferes-mor; • O chanceler-mor; • Os legistas. Este grupo de funcionários constituía o Conselho de Rei.
Divertimentos na Corte Serões Era nos serões, que a corte mais se animava. As damas exibiam os seus melhores trajes. O rei e os nobres entretinham-se a jogar xadrez e dados. Banquete Durante o banquete servia-se carne, peixe, e mariscos, pão, frutas e doces feitos de mel, acompanhados de vinho, cerveja e sidra. Sarau Entravam os saltimbancos, as bailarinas, os jograis e os trovadores que divertiam os convidados. A música nas Festas Destacam-se quatro tipos de cantigas: • cantigas de amigo; • cantigas de amor; • cantigas de escárnio; • cantigas de maldizer. Torneios O torneio é um jogo de guerra, durante o qual o cavaleiro dá provas da sua habilidade e coragem. Caça Quando não estava em guerra o rei caçava. As acções do rei D. Dinis para desenvolver Portugal •A criação em 1288, da primeira Universidade em Portugal. Que hoje é conhecida como Universidade de Coimbra. A Língua Portuguesa • Substituição do latim pelo português em todos os documentos oficiais.
O Comércio • Criação da Bolsa dos Mercadores que era uma espécie de seguro que pagava aos mercadores os prejuízos causados pelos piratas e por outros perigos. • Para desenvolver o comércio interno criou muitas feiras francas, onde os comerciantes não pagavam alguns impostos. As Cortes As cortes eram reuniões que o rei convocava quando queria ouvir a opinião dos vassalos sobre problemas e necessidades do país em geral ou de cada zona em particular. Nas cortes discutiam-se portanto assuntos muito variados e tomavam-se decisões, aprovavam-se leis, como por exemplo a aplicação de novos impostos, a quebra da moeda, declarações de guerra, tratados de paz ou alianças com outros países, que podiam incluir o casamento do rei ou dos príncipes e princesas. De início só iam às cortes representantes da nobreza e do clero. D. Afonso III foi o primeiro rei a chamar representantes do povo quando reuniu cortes em Leiria, em 1254. A partir de então nunca mais houve cortes em que não estivessem presentes os três grupos sociais. Como era a vida no castelo real? Apesar de toda a imponência dessas construções, o cotidiano não era muito agradável, não. 'Além de não contar com conveniências como água corrente ou aquecimento central, o dia-a-dia dos moradores era barulhento e desconfortável', diz a historiadora britânica Lise Hull.
Os primeiros castelos surgiram na Europa Ocidental ainda no século 9, construídos com terra, madeira e camadas de pedras para reforçar a estrutura contra ataques. O modelo mais conhecido, o das fortificações protegidas por muralhas e cercadas por fossos alagados, apareceu na França, no século 10. A arquitetura dos castelos era única: não havia dois iguais, mas a maioria deles partilhava características comuns, como a existência de um salão, de aposentos exclusivos para o senhor do castelo, de uma capela e de uma torre para os guardas. Para a maioria dos moradores, um dia típico começava ao nascer do Sol. Algumas camareiras dormiam no chão do quarto do senhor e de sua dama, cuja privacidade era garantida apenas por uma armação de tecidos em volta da cama. Depois de se vestirem, o senhor e sua família iam ao salão para tomar um café da manhã regado a pão e queijo, e logo seguiam para a missa diária na capela. O almoço, servido entre as 10 da manhã e o meio-dia, incluía três ou quatro pratos principais e podia ser acompanhado por apresentações de malabaristas. Durante o dia, enquanto o senhor cuidava da administração, da justiça e da coleta de impostos do feudo, sua esposa tratava da educação dos filhos e supervisionava camareiras e cozinheiras. À noite, apenas uma leve refeição - em geral, uma sopa. Alimentados, os senhores voltavam ao quarto, enquanto os servos se espalhavam pelo chão do salão ou em câmaras no interior da torre.
Como é o castelo mediaval? Durante os primeiros séculos da Idade Média (até o século XI, aproximadamente), os castelos eram erguidos de madeira retirada das florestas da região. Seu interior era rústico e não possuía luxo e conforto.
A partir do século XI, a arquitetura de construção de castelos mudou completamente. Eles passaram a ser construído de blocos de pedra. Tornaram-se, portanto, muito mais resistentes. Estes castelos medievais eram erguidos em regiões altas, pois assim ficava mais fácil visualizar a chegada dos inimigos. Um castelo demorava, em média, de dois a sete anos para ser construído.
Em volta do castelo medieval, geralmente, era aberto um fosso preenchido com água. Esta estratégia era importante para dificultar a penetração dos inimigos durante uma batalha. Os castelos eram cercados por muralhas e possuíam torres, onde ficavam posicionados arqueiros e outros tipos de guerreiros. O calabouço era outra área importante, pois nele os reis e senhores feudais mantinham presos os bandidos, marginais ou inimigos capturados.
Como o castelo medieval era construído com a intenção principal de proteção durante uma guerra, outros elementos eram pensados e elaborados para estes momentos. Muitos possuíam passagens subterrâneas para que, num momento de invasão, seus moradores pudessem fugir.
O castelo era o refúgio dos habitantes do feudo, inclusive os camponeses (servos). No momento da invasão inimiga, todos corriam para buscar abrigo dentro das muralhas do castelo. A ponte levadiça, feita de madeira maciça e ferro, era o único acesso ao castelo e, após todos entrarem, era erguida para impedir a penetração inimiga.
Por dentro, o castelo medieval era frio e rústico, ao contrário do luxo mostrado em muitos filmes sobre a Idade Média. Os cômodos eram enormes e em grande quantidade. O esgoto produzido no castelo era, geralmente, jogado no fosso.
Grande parte destes castelos medievais ainda existem na Europa, porém foram transformados em hotéis, museus ou pontos turísticos. Em cidades do interior da França, Itália, Alemanha, Portugal, Espanha e Inglaterra podemos encontrar vários exemplos destes interessantes tipos de construção antiga. A torre de menagem era a principal torre de um castelo, era aqui a residência do alcaide e onde se encontravam as melhores salas. As paredes grossas de pedra, protegiam os habitantes da torre dos seus inimigo. Quando o castelo era atacado, os soldados defendiam-no lançando setas das muralhas e deixando cair pedregulhos e azeite a ferver sobre os invasores.
No primeiro andar da torre de menagem ficava o armazém e a sala das armas: era aqui que eram guardadas as armas e os barris cheios de alimentos.
No andar do meio ficava a sala de refeições. Aqui o senhor do castelo comia com a sua família e dava banquetes. As paredes eram cobertas por tapeçarias. Era frequente a presença de animais duranteas refições,como o cão que ajudava os convivas a livrarem-se da gordura das mãos... lambendo-as!
O senhor e sua família tinham mais conforto; usavam grossos cobertores, colchão de plumas, cobertas de pêlos de animais e tapeçarias cobrindo as paredes para amenizar a umidade e os ventos, enquanto os residentes de menos estatus frequentemente dormiam nas torres com algumas roupas não muito grossas e tendo apenas o calor humano para se aquecer. Os empregados pessoais do senhor e da senhora tinham o privilégio de dormir próximos dos seus quartos. Embora dormissem no chão, usando uma coberta, podiam se aquecer um pouco com o calor da lareira.
Mesmo durante os meses mais quentes do ano, o castelo era um lugar úmido e os seus residentes passavam a maior parte do dia ao ar livre. A maior parte do tempo usavam um tipo de coberta para se envolver e manter-se aquecido durante o trabalho. Os banhos eram tomados em barris de madeira transportáveis, então o sol podia aquecer a água e o banhista. A privacidade era garantida com uma tenda ou cobertura.
O dia começava com o nascer do sol. Assim que o senhor e a senhora acordassem, seus empregados já se dirigiam a seus quartos e o varriam, esvaziavam o urinol e as lavadeiras começavam seu trabalho. Tomavam o café-da-manhã e logo após, o senhor e sua família se dirigiam à capela, para a missa da manhã. Após a missa, o senhor começava seus afazeres. Quando estava presente no castelo, era ele o administrador chefe. Seu poder era político, judicial, fiscal e também incluía a defesa de seu território. Assim como seu rei, ele poderia punir as pessoas, coletar impostos e até mesmo cunhar suas próprias moedas. Quando suas obrigações o levava a se ausentar do castelo, o que era freqüente, um outro administrador cuidava de seus afazeres.
A senhora do castelo era servida por suas damas de companhia e camareiras. Ela passava a maior parte do dia supervisionando seus empregados na cozinha e na costura de roupas. Ela também era responsável pela educação dos pajens que iam ao castelo, com a idade de sete anos, para aprender religião, música, dança, caçar, ler e escrever, antes de iniciarem seus aprendizados na cavalaria.
Os castelos não ofereciam conforto a seus moradores. Eram frios e mal-iluminados, com piso de terra, coberto de junco ou palha para diminuir a umidade. O mobiliário rústico limitava-se geralmente a uma mesa arrumada sobre cavaletes e a um grande baú, no qual se guardava quase tudo (roupas, armas e outros objetos). Os animais (cães, cavalos) andavam livremente pelo castelo. Eram lugares barulhentos e mal-cheirosos. Os ferreiros faziam seus serviços, os soldados praticavam suas técnicas, e as crianças brincavam após o término das lições. Muitos outros trabalhavam nos arredores do castelo como os sapateiros, os fabricantes de armas, os que faziam barris e machados, por exemplo.
A vida nos castelos medievais era realmente muito cansativa, por isso, eles compensavam nos feriados, quando os senhores e seu empregados aproveitavam ao máximo para poder relaxar e esquecer um pouco do estresse da vida cotidiana.
Vida no castelo
Muitos de nós imaginamos que a vida em um castelo medieval era luxuosa, os nobres cheios de jóias e vestindo os mais belos e finos tecidos. Mas, ao contrário de tudo isso, a vida em um castelo não era tão fácil assim. Trabalho era o que não faltava. Além do mais, a vida naquela época não era muito confortável. Não havia aquecedores, a não ser a lareira nos castelos dos nobres senhores feudais. Os servos, soldados e outros se viravam com pequenos candeeiros e passavam muito frio nas frias noites medievais. O senhor e sua família tinham mais conforto; usavam grossos cobertores, colchão de plumas, cobertas de pêlos de animais e tapeçarias cobrindo as paredes para amenizar a umidade e os ventos, enquanto os residentes de menos estatus freqüentemente dormiam nas torres com algumas roupas não muito grossas e tendo apenas o calor humano para se aquecer. Os empregados pessoais do senhor e da senhora tinham o privilégio de dormir próximo a seus quartos. Embora dormissem no chão, usando uma coberta, podiam se aquecer um pouco com o calor da lareira. Mesmo durante os meses mais quentes do ano, o castelo era um lugar úmido e seus residentes passavam a maior parte do dia ao ar livre. Na maior parte do tempo usavam um tipo de coberta para se envolver e manter-se aquecido durante o trabalho. Os banhos eram tomados em barris de madeira transportáveis, então o sol podia aquecer a água e o banhista. A privacidade era garantida com uma tenda ou cobertura. O dia começava com o nascer do sol. Assim que o senhor e a senhora acordassem, seus empregados já se dirigiam a seus quartos e o varriam, esvaziavam o urinol e as lavadeiras começavam seu trabalho. Tomavam o café-da-manhã e logo após, o senhor e sua família se dirigiam à capela, para a missa da manhã. Após a missa, o senhor começava seus afazeres. Quando estava presente no castelo, era ele o administrador chefe. Seu poder era político, judicial, fiscal e também incluía a defesa de seu território. Assim como seu rei, ele poderia punir as pessoas, coletar impostos e até mesmo cunhar suas próprias moedas. Quando suas obrigações o levava a se ausentar do castelo, o que era freqüente, um outro administrador cuidava de seus afazeres. A senhora do castelo era servida por suas damas de companhia e camareiras. Ela passava a maior parte do dia supervisionando seus empregados na cozinha e na costura de roupas. Ela também era responsável pela educação dos pajens que iam ao castelo, com a idade de sete anos, para aprender religião, música, dança, caçar, ler e escrever, antes de iniciarem seus aprendizados na cavalaria. Os castelos não ofereciam conforto a seus moradores. Eram frios e mal-iluminados, com piso de terra, coberto de junco ou palha para diminuir a umidade. O mobiliário rústico limitava-se geralmente a uma mesa arrumada sobre cavaletes e a um grande baú, no qual se guardava quase tudo (roupas, armas e outros objetos). Os animais (cães, cavalos) andavam livremente pelo castelo. Eram lugares barulhentos e mal-cheirosos. Os ferreiros faziam seus serviços, os soldados praticavam suas técnicas, e as crianças brincavam após o término das lições. Muitos outros trabalhavam nos arredores do castelo como os sapateiros, os fabricantes de armas, os que faziam barris e machados, por exemplo. A vida nos castelos medievais era realmente muito cansativa, por isso, eles compensavam nos feriados, quando os senhores e seu empregados aproveitavam ao máximo para poder relaxar e esquecer um pouco do estresse da vida cotidiana.
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