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WCM 2009-TT20-EXCELLENCE - WORLD CLASS MAINTENANCE-MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL
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APRESENTAÇÃO WCM - EXCELÊNCIA EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL NO CONGRESSO WCM 2009.

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  • 1. World Class Maintenance Best Practices Manutenção Classe Mundial Melhores Práticas Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP MSc. Excellence Consulting & Services T: (0xx19) 3213 8100 - Cel: (019) 8171 5059 E-Mail: sergio.nagao@excellenceconsult.com.br sergio.nagao@uol.com.br
  • 2. INÍCIO APRESENTAÇÃO Boa Tarde!!! EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 2
  • 3. OBJETIVOS E ESCOPO OBJETIVOS Identificar Melhores Práticas de Gestão da Manutenção: Processos de Gerenciamento, Metodologias e Ferramentas Experiências Práticas na Implementação Processo Estruturado para Avaliação e Diagnóstico Manutenção Propor Ações Melhorias EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 3
  • 4. Evolução Manutenção Histórico Manutenção 4a. Geração 3a. Geração Manutenção Manutenção Pró- Pró-Ativa Preditiva RCFA – Análise Confiabilidade Causa Raiz da Segurança e Falha 2a. Geração Meio Ambiente Pro- Pro-Active RCM3 Manutenção TPM Internet e Redes Preventiva Redes Micros Gestão Estratégica Sistemas da Manutenção 1a. Geração Informatização Expert Systems Planejamento Manutenção e Controle Manutenção World Class Acidental Main Frames RCM Maintenance EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 4
  • 5. World Class Maintenance MANUTENÇÃO: missão Manter equipamentos e instalações Consertar Disponibilizar Prevenção: evitar a falha Confiabilidade Ações de Melhoria Pró- Pró-atividade: antecipar-se ao problema antecipar- Otimização dos recursos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 5
  • 6. World Class Maintenance DESAFIOS Competitividade: Custo Adoção Inovações Tecnológicas Qualidade dos Serviços Tempo de Atendimento Disponibilidade Operacional Flexibilidade Gestão de Contratação de Serviços Criatividade e Inovação EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 6
  • 7. World Class Maintenance Ser reconhecida como uma área de Manutenção Classe Mundial, buscando os melhores níveis de performance no atendimento às demandas de nossos clientes: Alta Disponibilidade Rápido Atendimento Serviços de Alta Qualidade Custos Competitivos Instalações Confiáveis EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 7
  • 8. World Class Maintenance Performance Source: Cardoso - Rhodia Tradicional WCM Tempo EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 8
  • 9. Processo de Mudança Querer Mudar Ação Crença Nível Atual Ação Nível Desejado GAP EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 9
  • 10. EXCELÊNCIA EM MANUTENÇÃO MANUTENÇÃO EXCELÊNCIA R P S T P S E L T R L E M R A I I I 5 P A T N G E A B M D I N S T E G I M I L E T I I N G A I T S V C N Y A CULTURA ORGANIZACIONAL EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 10
  • 11. World Class Maintenance BEST PRACTICES Políticas e Práticas Gestão: 5 S e Gerenciamento Qualidade Total Planejamento Estratégico Indicadores de Performance Sistema Gerenciamento Manutenção Programa Inspeção de Equipamentos Manutenção Preditiva TPM - Manutenção Produtiva Total EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 11
  • 12. World Class Maintenance BEST PRACTICES... Lubrificação Avançada Inovação Tecnológica Atendimento e Satisfação Clientes Gestão Recursos Humanos Segurança Industrial e Meio Ambiente Benchmarking RCM - Manutenção Centrada em Confiabilidade EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 12
  • 13. CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO Gestão de Recursos Humanos Estrutura Organizacional Infra- Infra-Estrutura Sistema de Gerenciamento de Manutenção Recursos Tecnológicos Políticas de Intervenção Planejamento, Programação e Controle Serviços Gestão de Custos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 13
  • 14. CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO Gestão de Materiais Gestão de Contratação de Serviços Análise do Estado Físico Instalação Cultura Organizacional Segurança Industrial e Meio Ambiente Indicadores de Performance Entrevistas com Clientes e Equipe Manutenção EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 14
  • 15. Metodologia Avaliação Estágios Manutenção Início: Apresentação Processo Análise Macro-Grade Macro- Dados e Indicadores Questionário Benchmarking Campos de Análise Análise Sistema Organizacional Metas e Ações Conclusão e Sugestões EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 15
  • 16. Dados e Indicadores Nome Empresa, Setor Efetivo: Manutenção, Operação, Outros, Efetivo Manutenção/Total Usina Prioridades Serviços: Emergências, Urgências e Serviços Programados Estoque Manutenção: Valor, No. Ítens, Ítens, Rotatividade, Valor Estoque/Custo Manutenção Tipo Intervenção: Corretiva, Preventiva Sistemática, Preditiva, Detetiva, Melhorias e Detetiva, Apoio à Produção Dados Segurança: pessoal próprio e empreiteiras EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 16
  • 17. Dados e Indicadores Indicadores por Unidade de Produção Custo de Manutenção / Produção Disponibilidade devido a falhas de equipamentos OEE – Eficiência Global do Equipamento) OPE – Eficiência Global da Planta) Valor de Reposição da Planta Dados de Custo de Manutenção Custo de Manutenção / Valor de Reposição da Planta Custo de Manutenção / Faturamento Distribuição dos Custos de Manutenção: mão de obra, materiais e serviços EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 17
  • 18. Análise Macro- Grade Estágio Manutenção Macro- Característ. Estágio de Excelência Manutenção Tópicos Conserv. Seguid. Inovad. Líder 1. Gestão Seleção Recursos Treinam. Humanos Desemp. Remuner. 2. Estrutura Atuação Organizac. Eng. Manut. Plan. Progr. 3. Infra- Infra- Máquinas Estrutura Teste/calib. Oficinas Ferramen. Org. Limp. Informatiz. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 18
  • 19. Questionário Campos de Análise SISTEMA GERENCIAMENTO MANUTENÇÃO ÍTEM 0% 25% 50% 75% 100% 1. Gestão Equipamentos 2. Planejamento e Programação 3. Módulo Gestão Materiais 4. Gestão de Custos 5. Equipamentos: dados técnicos 6. Histórico Falhas e Confiabilidade 7. Exploração Custos: redução 8. Gerenciamento Lubrificação 9. Procedimentos Intervenção 10. Alocação Automática M. Obra 11. Módulo Parada 12. Integração Módulos 13. Navegabilidade EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 19
  • 20. Processo de Planejamento para Melhoria de Performance Análise Sistema PDCA Organizacional Hipótese de Base Metas Indicadores Chave ndicadores Estratégicas Performance Plano Ação Indicadores Chave ndicadores Performance Indicadores Chave Gerenciamento Trabalho Times Performance Implementação Medição Implantação Ações Performance EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 20
  • 21. MPT – Manutenção Produtiva Total JIPM: Japan Institute of Plant Maintenance Início Conceitos MPT: Japão - 1971 Maximizar eficiência sistema produtivo Implementação da Gestão de Manutenção e de Ativos: Toda Vida Útil Equipamento Envolvimento da Produção + Manutenção Utilização da metodologia MPT no chão de fábrica através de atividade de equipes EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 21
  • 22. MELHORIA FOCADA MANUTENÇÃO AUTÔNOMA MANUTENÇÃO PLANEJADA EDUCAÇÃO E TREINAMENTO CONTROLE INICIAL GERENCIAMENTO QUALIDADE EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES ÁREA ADMINISTRATIVA - NAGAO 10 PILARES MPT SEGURANÇA, HIGIENE E MEIO AMBIENTE CONFIABILIDADE MPT - Manufatura Produtiva Total CULTURA ORGANIZACIONAL WCM – World Class Manufacturing 22 LOGÍSTICA - SUPPLY CHAIN
  • 23. RENDIMENTO GLOBAL DOS EQUIPAMENTOS OEE - Overall Equipment Efficiency Programadas TAXA DE DESEMPENHO DISPONIBILIDADE Paradas Tempo de Carga - Tempo de Parada Tempo Padrão * Unidades de Ciclo Processadas * 100 Tempo de Carga Tempo de Operação Tempo Calendário Falhas em TAXA PRODUTOS APROVADOS Equipamentos Unidades _ Unidades Tempo de Carga Perdas por Processadas Defeituosas Set Ups & Ajustes * 100 Paradas Unidades Processadas Troca Ferramentas Acionamento Pequenas Paradas Perdas de Performance Tempo Queda Velocidade Perda por de Tempo Defeitos Efetivo de Operação Tempo de Operação Operação C/ Valor Agregado OEE = Disponibilidade * Taxa Desempenho * Taxa Produtos Aprovados EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 23
  • 24. MELHORIA DA EFICIÊNCIA DA PRODUÇÃO As Grandes Perdas do Sistema Produtivo 1 Perdas por Falhas em Equipamentos 2 Perdas por Set Ups EQUIPAMENTO 3 Perdas por Troca de Ferramentas 4 Perdas nas Partidas PERDAS 5 Perdas por Pequenas Paradas 6 Perdas por Queda Velocidade 7 Perdas por Defeitos e Retrabalhos 8 Perdas por Paradas Programadas 9 Perdas por Gerenciamento MÃO DE OBRA 10 Perdas por Movimento 11 Perdas por Organização da Linha PERDAS 12 Perdas por Deficiência Logística 13 Perdas por Medições e Ajustes Material 14 Perdas de Rendimento Material Energia Material 15 Perdas por Desperdício de Energia Moldes 16 Perdas por Moldes, Ferramentas e Gabaritos 24
  • 25. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO ♦ Nissan Motors – Unidade de Yokohama Falhas Equipamentos/mês: 8.999 para 200 falhas/mês OEE (Eficiência Global Equipamento): 65 % para 84 % Saída / Hh: aumento de 54 % Casos de Melhoria Individual: 664 para 8.424 no ano Defeitos nos Motores: redução de 72 % Taxa Redução Hh: redução de 34,5 % ♦ Idemitsu Petróleo – Refinaria de Hyogo Aumento produtividade: 51 % em relação a 1991 11 % diminuição panes 250 sugestões/pessoa Melhorias implementadas: 2304 casos/ano Paradas Planta no ano: 0 Otimização Hh: 49.200 Hh economia OEE: 99,9 % sem Paradas EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 25
  • 26. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO ♦ Toto – Shiga Plant Número de Análise PM: 1995: 60/semestre OEE: Melhoria de 14,4 % Produtividade Mão de Obra: aumento de 58 % Índice de Qualidade: melhoria de 4,6 pontos Ganhos obtidos devido a Kaizen: US$ 400.000/mês Número quebras: 7,2 para 0,5 quebras/mês No. Sugestão/homem/ano: 9 (melhorou 2 x) Número quebras: de 274 para 28 quebras / ano Tempo parada: de 130 h para 9 h Ganhos devidos a Kaizens: US$ 400.000/mês TOTO: “Padrão de Excelência em MPT” EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 26
  • 27. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL ♦ 1985: Prof. Seichi Nakajima - Seminários Internacionais MPT no Brasil ♦ Temos diversos cases de sucesso de implementação MPT em empresas brasileiras. ♦ Algumas empresas brasileiras são referências mundiais na implementação MPT como a Tetrapak, a Unilever e a SKF Rolamentos. ♦ Empresa Metalurgia: Indisponibilidade: Linha 1: de 5,8 % para 2,2 % Linha 2: de 5,1 % para 1,5 % Linha 3: de 8,3 % para 3,4 % EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 27
  • 28. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL ♦ Empresa Processos: Aumento OPE de 28 % Redução de Paradas de Máquinas L-1: 89 % Redução de Paradas Máquinas L-2: 86 % ♦ Empresa Bebidas: Indisponibilidade Linha: de 11 % para 4,1 % Diminuição de índice de Quebra: 50 % Aumento OEE : de 28 % Linha 01: de 83 % para 88 % Linha 02: de 87 % para 92 % ♦ Empresa Processos: Aumento OEE : 48 % Aumento capacidade produtiva: 28 % Redução de Quebra para 1/16 Indisponibilidade por quebra: 15 % para 7,7 % Diminuição porcentagem defeitos: 1,3 % para 0,7 % Reclamações: 3,5 ppm para 1,3 ppm EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 28
  • 29. World Class Reliability Management CONFIABILIDADE É a probabilidade de que um equipamento opere com sucesso por um período de tempo especificado e sob condições de operação previamente especificados. T=0 T=t Probabilidade de chegar ao destino EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 29
  • 30. World Class Reliability Management FALHA O sistema falha quando o sistema não cumpre a sua missão MTBF: Tempo médio entre falhas O cálculo simplificado poderia ser realizado, tomando-se em conta o período tomando- considerado o tempo de operação (por exemplo se o tempo de operação for 700 h), dividido pelo número de falhas no período. Se tivermos 10 falhas neste período, teríamos o MTBF de 70 horas. Isto quer dizer que em média a cada 70 horas tivemos uma parada com perda de produção. MTTR: Tempo médio para reparos Operação Manut. Operação Man. Operação EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 30
  • 31. ÁRVORE DE FALHAS PORTÃO “e” TOPO PORTÃO “e” Falha 1 Falha 2 Falha 3 P (Topo) = P (1) * P (2) * P (3) EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 31
  • 32. HAZOP - Eliminação dos Riscos Oriundos do Processo HAZOP Utilização no Projeto ou Alteração Instalações HAZOP: método para identificar perigos e prevenir problemas operacionais em uma instalação de processo. Avaliação não quantificada de riscos envolvidos. Oportunidade de liberar imaginação, pensando em todos os modos pelos quais um evento possa ocorrer ou um problema operacional possa surgir. Reflexão sistematizada. Cada circuito é analisado, linha a linha, para cada tipo desvio, passível de ocorrer nos parâmetros funcionamento. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 32
  • 33. HAZOP PALAVRA GUIA DESVIO Nenhum Ausência de fluxo ou fluxo reverso Mais Mais, em relação a um parâmetro importante. Ex: maior vazão, maior temperatura, maior pressão, etc. Menos Menos em relação a um parâmetro importante. Ex: menor vazão, etc. Mudança na Alguns componentes em maior ou menor proporção ou Composição faltando. Componentes Componentes a mais em relação ao que deveria existir. a mais Fase extra, impurezas, contaminação, etc. Outras Partida, parada, funcionamento pico, meia carga, Condições manutenção, modo alternativo operação, etc. Operacionais EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 33
  • 34. PROACTIVE MAINTENANCE PROACTIVE: Root Causes of Failure Eliminação Causa Raiz da Falha PRÓ ATIVO DETECTIVE: Hidden Failure Detecção Falhas Ocultas PREDICTIVE: Condition Based Monitoramento Tendência Falha PREVENTIVE: Time Based Troco ou recupero antes da quebra REATIVO BREAK DOWN: Pós Falha Conserto o que quebra EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 34
  • 35. MANUTENÇÃO PLANEJADA Atividades da Manutenção Emergência Acidental Corretiva Programada Sistemática (no tempo) Manutenção Preventiva Preditiva (condição) Detectiva (falhas ocultas) Melhorias Melhoria Confiabilidade Equipamentos Equipamentos e Processos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 35
  • 36. Análise “Porque-Porque” “Porque- Modo Falha Causa Modo Falha Causa Modo Falha Causa Exemplo: O pistão não opera. Porque? Resposta Ação Porque o pistão não opera? A válvula travou Revisar a válvula Porque a válvula travou? O óleo estava sujo Filtrar o óleo Porque o óleo está sujo? Sujeira entra no tanque Evite entrada sujeira Fornecimento óleo contaminado Aquisição óleo limpo Partículas de desgaste Instalar filtro absoluto Porque a sujeira entra? Entra pelo respiro Instale filtro respiro EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 36
  • 37. PARETO GRÁFICO PARETO: Estratificação e Priorização No. Falhas Quebra rolamento Desbalanceamento Falha lubrificação Desalinhamento Quebra acoplamento Tipos de Falhas EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 37
  • 38. ESPINHA DE PEIXE - ISHIKAWA Diagrama Causa e Efeito Man Machine Method Homem Máquina Método EFEITO Material Ambiente Processo EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 38
  • 39. MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade INTRODUÇÃO Tivemos grande evolução nos conceitos e técnicas de manutenção nos últimos anos Indústria aeronáutica: década de 60, altos custos de manutenção Reliability- Reliability-Centred Maintenance - Stanley Nowlan & Howard Heap - United Airlines - DEZ/78 RCMII - John Moubray - 1991 RCM – Smith - 1993 Effective MCC: New Approach – RCM3 - Nagao Total Plant Reliability Management RCM / MCC Consideração sistemática funções sistema, modos falha e critérios priorização para definição de uma Política de Manutenção. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 39
  • 40. MCC - Falhas em Aeronaves (1978) A 4% 2% B C 5% D 7% E 14 % F EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 68 % 40
  • 41. CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS FALHA OCULTA SEGURANÇA E MEIO OPERACIONAIS NÃO AMBIENTE OPERACIONAIS OPERACIONAIS Falha é oculta? Não Segurança ou Não Produção ou Não Conseqüências (Não é evidente Meio Ambiente Qualidade para o operador ) Não Operacionais Sim Sim Sim F1: FILTRO DETECTIVO TAXA DE FALHA/RISCO É ACEITÁVEL? Tarefas de Detecção de Falhas Ocultas ANÁLISE DA CAUSA RAIZ DA FALHA Elimine as Causa s Raiz da Falha. Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Detectiva Não Detectiva Não Detectiva Não F2: FILTRO PREDITIVO sob Sim Tarefa Condição Não Se não: reprojeto. Tarefas de Manutenção sob Condição Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Preditiva Não Preditiva Não Preditiva Não F3: FILTRO PREVENTIVO Tarefa Preventiva de Recuperação ou de Descarte Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Preventiva Não Preventiva Não Preventiva Não Reprojeto Nenhuma Manutenção Mandatório Programada DIAGRAMA MCC SIMPLIFICADO Adaptação Reprojeto deve EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO justificado ser Moubray e41 Nowlan & Heap
  • 42. PLAN- PLAN-A Processo: Transfer. Propano Planilha No.: 01A Coord: Nagao Data: Planilha de Sistema: Bombeamento Revisão: 0 Equipe: 21/03/2000 Análise Equipamento: Bomba BA01 Folha: 1/3 MCC MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade Descrição do Ítem: O sistema de transferência do Propano consiste em transferir o propano do reservatório de propano mantido a - 45o C 50 cm H20 para o reservatório intermediário a 15 km. Ele é bombeado e aquecido por um sistema de trocador de glicol para evitar temperaturas criogênicas na tubulação transferência. FUNÇÃO FALHA FUNCIONAL MODO FALHA CONSEQÜÊNCIA DA FALHA Descrição S MA O I Bombear A Nenhuma Vazão 1 Falha Sistema Não bombeamento N N S Propano com Acionam. Elétrico propano. vazão mín. a) Falta energia Não preenchimento N N S 25 t/h e b) Curto cabo reservatório pressão aliment. Elétr. Imtermediário mínima de c) Falha Caixa Falta produto N N S 20 bar. Conexão no cliente. d) Queima fusível e) Atuação Relé Proteção f) Curto Painel 2 Falha no Motor Idem acima N N S a) Queima estator 1. Sobrecarga a. excesso partida. b. Sub dimens. 2. Verniz Envelhecido. b) Quebra barra rotor EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 42
  • 43. PLAN- PLAN-B Planilha de Processo:Transfer. Processo:Transfer. Propano Planilha No.: 01B Coord: Nagao Data: Decisão MCC Equipamento: Bomba - BA01 Folha:01/03 MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade Preventiva Freqüência Detectiva Reprojeto Referência Preditiva Conseq. Risco Informação Tarefa Proposta Freqüência Respon- Respon- Falha da sável F FF MF Tarefa I A 1a N N N N 1 8 8 Falta energia elétrica - Será analisada a parte. 1b N S N N 1 8 8 Verificar condição cabo. Sem. Elét. 1c N S N N 1 8 8 Verificar condição caixa. Anual Elétr. Elétr. 1d N N N N 1 8 8 Queima fusível - se aleatória. Nada fazer. N N N S 2 8 16 Se mal dimensionamento Ação Elétr. redimensionar/substituir única 1e N N N N 2 8 16 Se fora calibração, Ação Elétr. recalibrar. corretiva S N N N 2 8 16 Verificar calibração Anual Elétr. Elétr. 1f N S N N Termografia 3 8 24 Semestral Elétr. Elétr. Infrared Mensal EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 43
  • 44. Lubrificação de Alta Performance Diminuindo a Quebra, o Custo de Manutenção e Proporcionando Economia de Energia EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 44
  • 45. Lubrificação de Alta Performance CAUSA DE FALHA DE ROLAMENTOS Outros 18,6 % Lubrificação Inadequada Erros Estocagem & Manuseio 34,4 % 2,8 % Sobrecarga 6,9 % Erros de Montagem Falhas Lubrificação Contaminação 17,7 % 54,0 % 19,6 % EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 45
  • 46. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Coeficiente de Filme Teste Carga ASTM D-2782 Timkem O.K. D- 100 Carga Tinkem 80 O.K. 60 Libras 40 20 0 Óleo Óleo Royal Sintético Mineral Purple A resistência de filme da Royal Purple é 400 por cento maior que outros óleos minerais ou sintéticos, o que diminui em muito o desgaste e aumenta a vida útil do equipamento. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 46
  • 47. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Poder Separação da Água ASTM D-1401 - Teste Demulsividade D- 80 _ Após somente 20 Emulsão Óleo/Água Após 60 minutos Após 60 minutos Mililitros Emulsão Óleo/Água 60 _ Água 40 _ minutos Óleo 20 _ Royal Purple Início Óleo Óleo Royal Teste Mineral Sintético Purple O Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec separa rapidamente da água. Óleos sem umidade estendem a vida do rolamento. A água é facilmente drenada do dreno do cárter. A contaminação com água oxida o lubrificante, diminuindo a vida útil dos rolamentos, mancais e engrenagens. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 47
  • 48. Lubrificação de Alta Performance EFEITO DA UMIDADE NA VIDA DA MÁQUINA Nível de umidade no óleo ppm Fator de Extensão de Vida (LEV) 2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x 50.000 12.500 6.500 4.500 3.125 2.500 2.000 1.500 1.000 782 25.000 6.250 3.250 2.250 1.563 1.250 1.000 750 500 391 10.000 2.500 1.300 900 635 500 400 300 200 156 5.000 1.200 650 450 313 250 200 150 100 78 2.500 625 325 225 156 125 100 75 50 39 1.000 250 130 90 63 50 40 30 20 16 500 125 65 45 31 25 20 15 10 8 250 63 33 23 16 13 10 8 5 4 100 25 13 9 6 5 4 3 2 2 Reduzindo a quantidade de água no óleo de 500 ppm para 45 ppm, aumentamos a vida útil EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 48 em 400 %
  • 49. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Royal Purple é 10 vezes mais Vida Longa da Vida Óleo estável à oxidação neste teste. US Bureau Standards “TFOUT” No teste laboratório na Teste de Oxidação Severa a 182 o C US/Steel - ASTM D-2893, tem um intervalo de troca equivalente a 20 anos em 25 _ serviço ( 271dias de teste com Horas 20 _ 0 % alteração de viscosidade). para 15 _ Desprezando a contaminação Falha do óleo, a oxidação é o 10 _ parâmetro da vida do óleo. 5 _ Clientes também no Brasil comprovam uso de mais de 4 Óleo Óleo Royal anos sem troca de óleo. Mineral Sintético Purple Evitando a contaminação, o óleo sintético da Royal Purple tem uma vida muito longa. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 49
  • 50. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Economiza Energia Reduz o Atrito: Teste Atrito Falex No. 1 - 17,5 % Royal Purple x Óleo Premium 5 _ 5 _ Atrito Atrito 4 _ 4 _ Estático Dinâmico 3 _ Libras 3 _ Libras 2 _ 2 _ 1 _ - 78,7 % 1 _ Atrito Estático (Início Teste) Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec reduz o atrito dinâmico em até 78,7 %, economizando energia e dinheiro. Economia de energia somente paga o investimento no óleo. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 50
  • 51. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Propriedade de “Micro-Polimento” da Superfície “Micro- O aditivo especial Synerlec da Royal Purple faz um micro-polimento da superfície metálica, eliminando as irregularidades superficiais do material, reduzindo o atrito superficial (as irregularidades da superfície do rolamento evitam a separação plena dos componentes pelo filme lubrificante, provocando o desgaste). Superfície nova da pista do A mesma superfície do A mesma superfície do rolamento com aumento de rolamento desgastada após rolamento após micro por 1.500 x a utilização de um óleo Synerlec da Royal Purple sintético de um concorrente. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 51
  • 52. Lubrificação de Alta Performance IMPACTO DA REDUÇÃO DO NÍVEL DE VIBRAÇÃO NA VIDA ÚTIL DO ROLAMENTO Assumindo que a carga dinâmica é o maior componente de força % de Aumento de Vida Útil % de Redução do Rolamento de Vibração Rolamento Tipo Outros Tipos de Esfera Rolamentos 5 17 19 10 37 42 15 63 72 20 95 110 25 137 161 30 192 228 40 363 449 EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 52
  • 53. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Nível de Limpeza do Óleo Os lubrificantes sintéticos industriais da Royal Purple líder em venda são filtrados a um nível de 150 a 200 vezes mais limpos que os óleos lubrificantes convencionais. Óleos limpos reduzem em muito o desgaste e aumentam a vida útil dos componentes e dos equipamentos. O nível de limpeza típico dos lubrificantes Royal Purple é 14 / 13 / 11. Aumento de 100 x Nível de limpeza convencional dos Nível de limpeza dos lubrificantes lubrificantes do mercado: ISO 20/18/16 da Royal Purple: ISO 14/13/11 EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 53
  • 54. Lubrificação de Alta Performance Efeito do Nível de Limpeza na Vida de Sistemas Hidráulicos Nível de Limpeza do Óleo ISO 4406 Fator de Extensão de Vida 2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x 23/20 20/17 19/16 18/15 17/14 17/13 16/13 16/12 15/12 15/11 22/19 19/16 18/15 17/14 16/13 16/12 15/12 14/11 14/10 14/10 21/18 18/15 17/14 16/13 15/12 15/11 14/11 14/10 14/10 13/10 20/17 17/14 16/13 15/12 14/11 13/11 13/10 13/9 12/9 12/8 Aumentando o Nível de Limpeza ISO 4406:99 de um Óleo Hidráulico de 20/17 para 13/11 aumentará a vida do sistema hidráulico em 6 vezes (500 por cento). EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 54
  • 55. Lubrificação de Alta Performance RELATOS DOS USUÁRIOS Neste compressor de ar conseguimos uma redução de consumo de energia de 6 % e redução de 12 % na temperatura de operação. A economia média foi de 2,5 % o que pagou a diferença do preço do óleo em 19 dias. Desde 1991 que iniciamos a sua utilização, não tivemos que trocar o seu óleo... que monitoramos pelo programa de análise de óleo. Não tivemos nenhuma falha em rolamentos há 35.000 horas operação. Tínhamos em média 8 a 10 falhas de redutores / ano, com custo unitário de US$ 10.000/cada. Após a substituição com o óleo Royal Purple, tivemos somente 1 Purple, quebra no último ano. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 55
  • 56. CONCLUSÃO Tendências e Visão de Futuro Utilização maior monitoração on line: preditiva Maior integração entre equipe produção e manutenção Polivalência operacional Lubrificação de Alta Performance Crescimento Utilização de Trabalhos em Times com equipes multidisciplinares : TPM, Confiabilidade, Análise de Falhas Tecnologia da informação: coletores portáteis com coleta de dados e consulta on-line on- Equipamentos e sistemas experts Diagnóstico e instrução para reparo emitido pelo sistema EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 56
  • 57. CONCLUSÃO Estas propostas de melhoria tem que nascer de uma visão comum da equipe através planejamento estratégico. Ter a participação e apoio da alta direção. Precisamos ter a confiança de que a nossa tripulação tem a competência para enfrentar tempestades e alcançar o porto de destino. Isto nos dá a certeza de estarmos em um barco vencedor. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 57
  • 58. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES AGRADECIMENTOS Muito obrigado pela atenção de todos!!!! Rede Familia Manutenção: manutencao@yahoogroups.com Consultoria: Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria Manutenção Planejamento Estratégico 5 S e MPT: Manutenção Produtiva Total MPT: World Class Maintenance: Workshop & Coaching Maintenance: RCM: Manutenção Centrada em Confiabilidade Planejamento e Engenharia Manutenção Manutenção Preditiva Animação Grupo Discussão: Família Manutenção EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 58
  • 59. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES CONTATOS Excellence Consulting & Services Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP MSc. Tel/Fax: (0xx19) 3213 8100 - Campinas (0xx19) Celular: (0xx19) 8171 5059 (0xx19) E-Mail: sergio.nagao@uol.com.br Mail: sergionagao@uol.com.br (Notebook) sergio.nagao@excellenceconsult.com.br http://www.excellenceconsult.com.br http://www.excellencelub.com.br EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 59

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